Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas"

Transcrição

1 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas

2

3 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas Introdução Captar recursos para financiar seu projeto de crescimento envolve uma série de decisões estratégicas e são diversas as fontes de financiamento que a empresa tem à disposição. A escolha por uma ou outra deve considerar, entre outros fatores, o valor financeiro, o prazo do financiamento e as mudanças em governança e gestão que a companhia deverá implantar. Nesta cartilha, falaremos especialmente de uma alternativa de financiamento: abertura de capital. Abertura de capital significa que a empresa poderá acessar capital de terceiros por meio da emissão de títulos de dívida ou até receber novos sócios, que passarão a integrar o capital social da companhia. A legislação define como companhia aberta aquela que pode ter seus valores mobiliários, tais como ações, debêntures e notas promissórias negociados publicamente, por exemplo, em ambiente regulado de bolsa de valores. Dessa forma, quando passam por esse processo, as empresas têm seus valores mobiliários negociados na BM&FBOVESPA. São diversos os motivos pelo quais as empresas decidem abrir capital. Independentemente da razão, um ponto deve ser considerado: abrir capital é uma das decisões mais estratégicas que uma empresa pode tomar. Dar esse passo altera a forma de gestão, os controles internos e a exposição da companhia. É um processo que demanda dedicação e empenho de todos na organização. Este material vai ajudá-lo a ter uma visão do que é a Bolsa, entender sobre abertura de capital, suas vantagens e etapas para a oferta pública inicial de ações. Ao final, será convidado a participar de um teste, que mostrará em qual momento você e sua empresa estão para dar mais esse passo em direção ao crescimento.

4 O que é e o que faz uma bolsa de valores? Uma bolsa de valores funciona como um mercado organizado, que promove o encontro entre empresas e investidores interessados em captar recursos por meio da emissão de títulos e valores mobiliários. O conceito de valor mobiliário é altamente relevante para o mercado. Se determinado título for considerado valor mobiliário, significa dizer que deve se sujeitar-se às regras e à fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Isso implica uma mudança significativa na forma como esses títulos podem ser ofertados e negociados no mercado. A bolsa de valores também é responsável por estabelecer as regras de negociação e criar um ambiente seguro e transparente para a realização desses negócios. A BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros é uma sociedade anônima de capital aberto. É a principal bolsa em operação no mercado de capitais brasileiro, tendo como objetivo primordial administrar mercados organizados de títulos, valores mobiliários e contratos derivativos. Também presta serviços de registro, compensação e liquidação, atuando, principalmente, como contraparte central garantidora das operações realizadas em seus ambientes. Por que abrir capital? Não existe resposta única para esta pergunta, uma vez que a realidade das empresas difere muito. É importante que o processo de abertura de capital seja amplamente debatido e planejado na companhia. Dentre as motivações, a mais comum, sem dúvida, é o acesso a recursos para financiar projetos de investimento. No entanto, a abertura de capital traz outros benefícios e, inclusive, mais competitividade à empresa, como veremos adiante. Quais as vantagens da abertura de capital? Maior acesso a capital O aumento do capital próprio e a admissão de novos sócios é uma fonte de recursos que não tem limitação. Enquanto a empresa tiver projetos viáveis e rentáveis, os investidores terão interesse em financiá-los. Liquidez patrimonial A abertura de capital possibilita que os empreendedores e/ou seus sócios transformem, a qualquer tempo, parte das ações da empresa em dinheiro. É possível vender algumas dessas ações no ato da abertura de capital ou, no futuro, negociando na própria Bolsa. Dar alguma liquidez ao patrimônio é uma forma muito razoável de protegê-lo. Ademais, no caso de empresas que possuam como sócio fundo de venture capital, de private equity ou até mesmo do BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), a abertura de capital pode ser a porta de saída no momento do desinvestimento. Ações como pagamento em aquisições A companhia aberta pode utilizar suas próprias ações como instrumento de moeda de troca para aquisição de outras empresas, sem que seja necessário descapitalizar-se. Referencial de avaliação do negócio Após a abertura de capital, a empresa passa a ser avaliada constantemente pelos investidores. A cotação de suas ações no mercado acionário é um indicador do seu valor, pois significa equilíbrio entre as percepções de muitos investidores, refletindo as expectativas a respeito do futuro da companhia. Melhora da imagem institucional Aumento da projeção e do reconhecimento de todos os públicos com os quais se relaciona. Isso acontece porque a empresa ganha visibilidade e passa a ser

5 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas regularmente mencionada na mídia e acompanhada pela comunidade financeira. Assim, a companhia percebe melhora nas condições de negociação com fornecedores; passa a ter maior exposição de suas marcas; ganha em competitividade; e eleva substancialmente o comprometimento de seus funcionários, dando-lhes a oportunidade de ser acionistas do negócio. Além disso, a partir da abertura de capital, a credibilidade da empresa aumenta perante a sociedade como um todo, pois, para atender às necessidades de seus acionistas investidores e oferecer-lhes condições para que acompanhem seu desempenho de perto, a companhia terá de ser muito mais transparente no fornecimento de informações. Pela mesma razão, pode ganhar no relacionamento com as instituições financeiras, que passam a ter mais confiança na avaliação de seus relatórios financeiros, permitindo a concessão de crédito a taxas mais competitivas. Profissionalização da gestão A abertura de capital incentiva a profissionalização da empresa ao atingir não só os principais executivos, mas todo o quadro funcional, facilitando, inclusive, o processo de sucessão. A princípio, o processo de profissionalização é consequência das disposições legais, mas, posteriormente, há uma mudança na percepção dos administradores sobre o negócio e, com isso, são conceitos apropriados e ferramentas de gestão que, efetivamente, trazem mais produtividade, estimulam a equipe a trabalhar melhor, promovem inovação e geram melhores resultados. Ter uma gestão estratégica competitiva é o que define a capacidade da empresa para garantir o seu lugar no futuro. Reestruturação de passivos Embora esta seja uma razão forte e legítima, nem sempre os investidores sentem-se confortáveis em participar de uma operação de reestruturação financeira, em particular, no caso de uma empresa nova que ainda não apresenta histórico na Bolsa. Para fazer a captação de recursos com esse objetivo, a companhia deve justificá-la muito bem para o mercado, explicando seus planos e a mudança na estrutura de capital que o ingresso desses recursos representará. O ideal é que a empresa mantenha sempre estrutura financeira equilibrada e, se tiver a abertura de capital como estratégia, procure realizá-la antecipando-se ao surgimento de qualquer sinal de asfixia financeira. Perenidade do negócio As pequenas e médias empresas já estão mostrando amadurecimento e interesse em organizar-se para competir, crescer e permanecer no mercado. A abertura de capital é uma visão de futuro e uma estratégia para perenizar a empresa. O que fazer para abrir capital? Qual caminho seguir? Empresas que se preparam têm mais possibilidades de estar prontas quando as janelas de oportunidade surgirem. As ofertas públicas mais bem-sucedidas são as realizadas por companhias que adotam boas práticas de governança corporativa com antecedência. O primeiro procedimento formal para abrir o capital é protocolar o pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é o órgão regulador e fiscalizador do mercado de capitais brasileiro. A seguir, veremos as etapas de como abrir o capital de uma empresa.

6 1 Análise preliminar sobre a conveniência da abertura Verificar necessidade de reestruturação societária, situação política, macroeconômica e suas relações com o mercado, sobretudo, se o momento é conveniente para o IPO. 2 Escolha de auditoria independente Contratar uma auditoria externa registrada na CVM, isso contribuirá para a transparência e veracidade dos dados apresentados. 3 Escolha de intermediário financeiro A lei exige que a abertura de capital sempre seja feita por um intermediário financeiro. 12 Anúncio de início de distribuição pública O início da distribuição deve ser divulgado por meio de Anúncio de Distribuição Pública, veiculado duas vezes em jornal de grande circulação. 11 Marketing para atingir os investidores potenciais Nesse momento, estratégias de marketing são utilizadas, como produção e respectiva divulgação do material publicitário. 10 Formação do pool de distribuição Um pool de instituições financeiras coordenadores, líderes e consorciados que participarão da distribuição das ações já é formado enquanto o processo está na CVM 13 Subscrição dos novos títulos em leilão na Bolsa Os investidores manifestam interesse em comprar ações emitidas pela primeira vez por meio de preenchimento de boletim de subscrição, de acordo com modelo da CVM. 14 Cerimônia para início da negociação das ações na Bolsa A negociação na Bolsa representa o apogeu no processo de abertura de capital. Esse momento pode ser celebrado numa cerimônia na qual representantes da empresa tocam a campainha que simboliza a abertura do pregão do dia. 15 Liquidação financeira Depois de subscritos os títulos ou efetivada a venda no mercado secundário, a liquidação financeira é promovida pela instituição coordenadora, que repassa os valores dos investidores à companhia emissora ou ao acionista.

7 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas 4 Estudos técnicos para definição de preço e volume da operação Compreendem análise das demonstrações financeiras, instalações físicas, posição em relação à concorrência, entre outras. A partir das conclusões, são escolhidos o tipo e a forma que as ações serão lançadas no mercado. 9 Processo de registro da empresa em bolsas de valores Para negociação das ações, a empresa também precisa ser registrada na BM&FBOVESPA. As ações distribuídas publicamente são negociadas em mercado de bolsa ou de balcão. Para negociação em bolsa de valores, é necessário registro da companhia na Bolsa. 16 Anúncio de encerramento de distribuição pública Até, no máximo, quinze dias após conclusão da distribuição, o coordenador da operação deve publicar anúncio de encerramento da distribuição pública. 5 Adaptação dos Estatutos e outros procedimentos legais São deliberadas, em Assembleia Geral Extraordinária, matérias com nova denominação social, composição do capital social e adaptação do Estatuto Social. 8 Processos de obtenção de registros na CVM A colocação de valores mobiliários a público exige o registro na CVM. 17 Manutenção da condição de companhia aberta Certas exigências legais e institucionais devem ser cumpridas de forma que a companhia mantenha sua condição de companhia aberta. 6 Contratos de coordenação e distribuição Definição das características da distribuição, principalmente, se haverá garantia firme de subscrição (o intermediário financeiro garante a captação de recursos), ou se a operação será feita no regime de melhores esforços ou best efforts (o intermediário se compromete a realizar os melhores esforços, mas não assegura a captação). 7 Assembleia Geral Extraordinária (AGE) deliberativa da operação e do período de preferência Nas reuniões, são definidas as principais características da operação.

8 Quanto custa? E quanto tempo leva? Os gastos com o processo de abertura de capital e de registro da oferta pública de ações variam muito de empresa para empresa. Geralmente, envolvem contratação de auditoria externa, preparação de documentação, publicações legais, confecção de prospecto, comissão do intermediário financeiro e processo de marketing da distribuição, além do tempo do pessoal interno envolvido na operação. É possível contratar uma empresa de consultoria, que auxiliará na definição do plano de abertura de capital, na organização interna e na avaliação preliminar da companhia. Também é recomendável contratar uma consultoria jurídica especializada, que orientará a respeito dos procedimentos legais. Consequentemente, o montante de despesas vai depender da complexidade da estrutura da empresa, da dedicação de seus administradores e da organização com esse projeto. Por exemplo, caso já tenha organizado parte relevante das documentações e das informações que devem ser prestadas à CVM e à BM&FBOVESPA, espera-se que a empresa tenha despesas menores para a abertura de capital. O processo formal da abertura de capital em si não é longo. Praticamente, a mesma documentação é entregue à CVM e à Bolsa. Assim que a empresa formaliza o pedido de registro para tornar-se uma companhia aberta, a CVM e a BM&FBOVESPA têm 20 dias úteis para analisar a documentação e enviar uma lista de exigências que devem ser cumpridas, se for o caso. No final dessa etapa, a empresa terá 40 dias úteis para atender às demandas da CVM e da Bolsa e, por fim, as duas instituições terão mais dez dias úteis para analisar se todas as exigências foram atendidas pelo futuro emissor. Destaca-se que algumas questões podem consumir mais tempo, tais como: (i) necessidade de promover alguma reestruturação societária na empresa; (ii) adequação do sistema contábil e de controles internos; (iii) processo de diligência das demonstrações financeiras da companhia; e (i) a própria escolha do intermediário financeiro e dos assessores legais. Veja, a seguir, gráfico com os passos de todo o processo.

9 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas 20 dias úteis para análise da BM&FBOVESPA 40 dias úteis (prorrogáveis por mais 20) para Emissor enviar novos documentos 10 dias úteis para análise da BM&FBOVESPA 10 dias úteis para Emissor enviar novos documentos 3 ou 10 dias úteis para análise da BM&FBOVESPA Protocolo da documentação pelo Emissor. Presença de todos os documentos exigidos Necessidade de exigências? Emissor enviou documentos no prazo? Necessidade de reiterar exigências? Emissor enviou documentos no prazo? Deferimento do Pedido Prazo contado do protocolo do último documento devido Deferimento do Pedido de Listagem Indeferimento do Pedido de Listagem Deferimento do Pedido de Listagem Indeferimento do Pedido de Listagem

10 Por isso, é importante que, caso a abertura de capital faça parte dos planos da empresa, essa preparação comece com antecedência. Também é essencial que, antes do início da operação, a companhia providencie sua exposição no mercado para ganhar visibilidade e ampliar a demanda por suas ações. O que muda no dia a dia de uma empresa de capital aberto? A abertura de capital também requer esforço posterior à Oferta Pública Inicial de Ações (IPO, sigla de Initial Public Offerings). A empresa deve manter ótimo posicionamento no mercado para não perder o interesse dos investidores. Se as ações não são negociadas, os benefícios pretendidos com o IPO (como liquidez por meio de uma oferta secundária futura) não serão obtidos. O desempenho de uma empresa de capital aberto tem reflexo imediato no valor de suas ações. A administração da empresa tem papel muito importante nessa nova fase, pois novos processos serão adotados e deverão ser executados com regularidade, transparência e nos prazos exigidos pelo regulador (divulgação de informações e relatórios financeiros). Para atender às exigências estabelecidas pela CVM, a empresa deve manter equipe capacitada, comprometida e apta a comunicar-se com potenciais investidores e com o mercado em geral. Segmentos de Listagem A empresa que pretende abrir seu capital e ter suas ações listadas em bolsa deve escolher o segmento adequado para que os papéis sejam negociados. Cada segmento apresenta exigências específicas para admissão, que são relacionadas a divulgação de informações (financeiras ou não), estrutura societária, estrutura acionária, percentual de ações em circulação e aspectos de governança corporativa. Os segmentos especiais de listagem da BM&FBOVESPA Bovespa Mais, Bovespa Mais Nível 2, Novo Mercado, Nível 1 e Nível 2 foram criados há mais de dez anos, quando foi identificado que, para desenvolver o mercado de capitais brasileiro, era preciso ter segmentos adequados aos diferentes perfis de empresas. Vamos entender um pouco mais sobre cada um deles.

11 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas Esse segmento tem como objetivo fomentar o crescimento de pequenas e médias companhias por meio do mercado de capitais. Além disso, visa tornar o mercado acionário brasileiro acessível a um número maior de empresas. É adequado a companhias de todos os setores e portes que pretendem interagir com mercado de capitais, aumentar sua visibilidade e despertar o interesse dos investidores. As empresas listadas nesse segmento tendem a atrair investidores que percebem nelas um potencial de crescimento diferenciado. Nesse sentido, o Bovespa Mais permite que a empresa abra o capital e alcance essa visibilidade, mesmo sem captar recursos simultaneamente. Nesse segmento, é possível listar-se sem realizar oferta pública de ações imediatamente. Ou seja, a companhia pode ser listada na Bolsa e ter até sete anos para realizar o IPO. Essa possibilidade é ideal para as empresas que desejam acessar o mercado aos poucos. Companhias listadas nesse segmento são isentas da taxa de registro cobrada pela BM&FBOVESPA e recebem desconto gradual na taxa de manutenção de listagem, sendo de 100% no primeiro ano. Além disso, investidores que escolhem empresas listadas Bovespa Mais têm vantagens que podem trazer mais liquidez para as ações. Até 2023, as pessoas físicas que investirem em empresas listadas nesse segmento e que atendam às exigências com base no seu porte (receita bruta e valor de mercado, por exemplo) terão isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos de capital obtidos nas operações. No caso dos Fundos de Investimento em Ações FIA de natureza aberta, e que comprometam até 2/3 do seu patrimônio líquido em empresas desse segmento, seus cotistas pessoas físicas também terão isenção de IR. Em 2014, foi criado o Bovespa Mais Nível 2. Empresas listadas nesse segmento são submetidas às mesmas regras do Bovespa Mais, no entanto, é permitida a emissão de ações preferenciais.

12 As ações classificam-se em ordinárias ou preferenciais conforme possuam ou não direito a voto, respectivamente, e de acordo com a definição de prioridade na distribuição de dividendos. Ordinárias: além de proporcionarem participação nos resultados da empresa aos seus titulares, conferem o direito a voto em assembleias gerais. Preferenciais: garantem ao acionista prioridade no recebimento de dividendos (geralmente, em percentual mais elevado do que o atribuído às ações ordinárias) e no reembolso de capital, no caso de dissolução da sociedade. Em geral, não conferem direito a voto em assembleia. Ao escolher o Bovespa Mais ou o Bovespa Mais Nível 2 as empresas sinalizam com clareza a intenção de ter seus investidores como parceiros, seja pelo compromisso com as boas práticas de governança corporativa, seja pela proatividade no relacionamento com o mercado, uma vez que se comprometem a adotar práticas de governança corporativa adicionais às obrigações legais e regulamentares que toda empresa de capital aberto deve observar. Além disso, esses segmentos comportam várias estratégias de ingresso no mercado de ações, dentre as quais: captação de volumes menores; distribuições mais concentradas; construção de histórico de valor. Do outro lado, investidores encontram empresas que procuram se desenvolver no mercado com propósito e compromisso de: adotar elevados padrões de governança corporativa; buscar empresas com alto potencial de crescimento; e assumir postura proativa para reter e atrair de novos investidores. Vantagens do Bovespa Mais Empresas Possibilidade de listagem sem oferta permite o acesso gradual ao mercado. Prazo de até sete anos para realizar IPO. Isenção de taxa de registro. Isenção de taxa de manutenção de listagem no primeiro ano. Captação de volumes menores. Distribuições mais concentradas. Investidores Isenção de IR sobre os ganhos de capital até Benefício apenas para as empresas elegíveis (listadas no Bovespa Mais, com valores de mercado inicial: inferior a R$700 milhões, receita bruta no ano anterior; inferior a R$500 milhões e oferta primária de, no mínimo, 67%). Alto potencial de crescimento das empresas. Empresas com os mais elevados padrões de governança corporativa.

13 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas Segmento especial de listagem de maior governança corporativa da BM&FBOVESPA. Sua criação, em 2000, foi uma quebra de paradigmas no mercado de capitais brasileiro e modificou a conjuntura da captação de ações, pois trouxe mais governança, consolidando as regras para o mercado. O capital social das companhias listadas no Novo Mercado é composto apenas de ações ordinárias, que oferecem ao acionista direito a voto em assembleias. A grande maioria das empresas que realiza IPO escolhe o Novo Mercado para listar-se. O Novo Mercado se tornou referência no mercado internacional e conduz as empresas ao mais elevado padrão de governança corporativa. As companhias listadas no Nível 1 devem adotar práticas que favoreçam a transparência e o acesso dos investidores às informações. Para isso, divulgam informações adicionais às exigidas em lei, como calendário anual de eventos corporativos. Nesse segmento, a companhia compromete-se a manter, no mínimo, 25% das ações em circulação.

14 O Nível 2 é similar ao Novo Mercado, porém apresenta algumas diferenças. As empresas listadas têm o direito de manter ações preferenciais (PN), que não oferecem direito de voto aos acionistas. No caso de venda de controle da companhia, é assegurado aos detentores de ações ordinárias e preferenciais o mesmo tratamento concedido ao acionista controlador, prevendo, portanto, o direito de alienar suas ações ao novo acionista por 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador. As ações preferenciais também dão o direito de voto aos acionistas em situações críticas, como aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na assembleia de acionistas.

15 Abertura de Capital Uma alternativa para financiamento das empresas Entenda em que momento sua empresa está e conte com o nosso time Agora, você poderá acessar nossa plataforma educacional, onde está disponível um questionário que, depois de respondido, apresentará um diagnóstico com oportunidades que ajudarão no desenvolvimento da sua empresa. E, a qualquer momento, conte com a nossa equipe para ajudá-lo nesse processo. vemprabolsa.com.br/diagnostico Superintendência de Prospecção de Empresas Edna Holanda Telefone: (11) Gustavo Benatti Telefone: (11) Adriana Barreto Telefone: (11)

16 linkedin.com/company/bm&fbovespa twitter.com/bmfbovespa facebook.com/bolsapravoce Visite o site da BM&FBOVESPA bmfbovespa.com.br

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas

Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas Bovespa Mais: propiciando o crescimento sustentável das empresas O Bovespa Mais, um dos segmentos especiais de listagem administrados pela BM&FBOVESPA, foi idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro

Leia mais

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário Bovespa Mais: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O Bovespa Mais é um dos segmentos especiais de listagem administrados pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA)

Leia mais

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário

I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário I - BOVESPA MAIS: pavimentando o caminho das futuras blue chips do mercado acionário O BOVESPA MAIS é o segmento de listagem do mercado de balcão organizado administrado pela BOVESPA idealizado para tornar

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Julho/2008 Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Principal instrumento de captação de recursos de médio e longo prazos, a debênture representa para muitas companhias a porta de entrada no mercado

Leia mais

Oferta Pública. Mercado de Capitais

Oferta Pública. Mercado de Capitais Oferta Pública Mercado de Capitais Oferta Pública Para ter suas ações negociadas na Bolsa, as empresas precisam abrir o capital. O primeiro procedimento para a empresa abrir o capital é entrar com o pedido

Leia mais

2 Abertura de capital

2 Abertura de capital 2 Abertura de capital 2.1. Mercado de capitais O Sistema Financeiro pode ser segmentado, de acordo com os produtos e serviços financeiros prestados, em quatro tipos de mercado: mercado monetário, mercado

Leia mais

PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA

PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA! Os custos! As vantagens! Os obstáculos! Os procedimentos Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados, empresa

Leia mais

Curso Introdução ao Mercado de Ações

Curso Introdução ao Mercado de Ações Curso Introdução ao Mercado de Ações Módulo 1 www.tradernauta.com.br I - Sistema Financeiro Nacional CMN Conselho Monetário Nacional Min. Fazenda, Min. Planej., Pres. BaCen Banco Central Mercado Cambial,

Leia mais

Mercado de Ações O que são ações? Ação é um pedacinho de uma empresa Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela Sendo mais formal, podemos definir ações como títulos nominativos negociáveis

Leia mais

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado.

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado. A Ação Os títulos negociáveis em Bolsa (ou no Mercado de Balcão, que é aquele em que as operações de compra e venda são fechadas via telefone ou por meio de um sistema eletrônico de negociação, e onde

Leia mais

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 A Importância do RI na Abertura de Capital Etapas do Processo de IPO José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 Agenda Registro Inicial de Companhia Aberta Registro de Oferta Pública de Distribuição

Leia mais

Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1

Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1 245 Critérios e vantagens para as empresas que optam pela abertura de capital 1 UMINO, Cássia Akiko 2 ALCANTARA NETTO, Dimas de Barros 3 Introdução O presente texto tem como objetivo tratar do trabalho

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br MERCADO DE CAPITAIS É um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito

Leia mais

Mercado de capitais. Mercado Financeiro - Prof. Marco Arbex. Mercado de capitais. Comissão de Valores Mobiliários. Comissão de Valores Mobiliários

Mercado de capitais. Mercado Financeiro - Prof. Marco Arbex. Mercado de capitais. Comissão de Valores Mobiliários. Comissão de Valores Mobiliários Mercado de capitais Mercado de capitais Prof. Ms. Marco A. Arbex marco.arbex@live.estacio.br www.marcoarbex.wordpress.com O mercado de capitais está estruturado para suprir as necessidades de investimento

Leia mais

Apresentação. Apresentação. Adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa. Requisitos para Adesão ao Nível 1

Apresentação. Apresentação. Adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa. Requisitos para Adesão ao Nível 1 Apresentação Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela Bolsa de Valores de São Paulo BOVESPA, o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível 1 e Nível 2 são segmentos

Leia mais

Por que abrir o capital?

Por que abrir o capital? Por que abrir capital? Por que abrir o capital? Vantagens e desafios de abrir o capital Roberto Faldini Fortaleza - Agosto de 2015 - PERFIL ABRASCA Associação Brasileira de Companhias Abertas associação

Leia mais

A BOVESPA E O MERCADO DE AÇÕES

A BOVESPA E O MERCADO DE AÇÕES A BOVESPA E O MERCADO DE AÇÕES 1 Mercado Financeiro 2 Sistema Financeiro Conjunto de instituições dedicadas a manter um fluxo de recursos dos poupadores para o investimento das empresas e gastos das famílias

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo.

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo. MERCADO DE CAPITAIS 01/12/2015 CVM ALTERA INSTRUÇÃO QUE DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, O FUNCIONAMENTO, A OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO E A DIVULGAÇÃO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Leia mais

Nível 1. Governança Corporativa

Nível 1. Governança Corporativa Nível 1 Governança Corporativa Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela antiga Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível

Leia mais

Novo Mercado de Acesso no Brasil: Bovespa Mais e Bovespa Mais Nível 2

Novo Mercado de Acesso no Brasil: Bovespa Mais e Bovespa Mais Nível 2 Novo Mercado de Acesso no Brasil: Bovespa Mais e Bovespa Mais Nível 2 MERCADO jun/15 E O AMBIENTE PARA IPOS NO BRASIL Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno X Público 1 HISTÓRICO DO MERCADO DE

Leia mais

Práticas Corporativas

Práticas Corporativas Práticas Corporativas Nível 1 de Governança Corporativa Fontes: Estatuto Social Código de Conduta Relatório de Sustentabilidade Formulário de Referência Política de divulgação e negociação Atualizado em

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA I 7º Termo de Ciências Contábeis Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Regulamentação do Método da Equivalência Patrimonial

Leia mais

O MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

O MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO O MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO Antônio Emygdio Circuito Universitário CVM 2ª Semana Nacional de Educação Financeira http://www.semanaenef.gov.br http://www.vidaedinheiro.gov.br Agenda 1. Mercado de Capitais

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 3.5.4 - Mercado de Capitais

Conhecimentos Bancários. Item 3.5.4 - Mercado de Capitais Conhecimentos Bancários Item 3.5.4 - Mercado de Capitais Conhecimentos Bancários Item 3.5.4 - Mercado de Capitais Sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o objetivo de proporcionar liquidez

Leia mais

Gestão Financeira de Organizações

Gestão Financeira de Organizações Gestão Financeira de Organizações Módulo 10 - Política de Dividendos e Relações com Investidores Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail: luiz.campagnac@gmail.com Livro Texto Administração Financeira: princípios,

Leia mais

Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ

Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ Governança Corporativa Pequena e Média Empresa IBGC e ACRJ Patrícia Pellini Superintendência de Regulação e Orientação a Emissores 23/9/2014 Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno X Público 1 AGENDA

Leia mais

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP Renda Variável Cotas de Fundos de Investimento em Participações - Fundo de Investimento em Participações Investimento estratégico com foco no resultado provocado pelo desenvolvimento das companhias O produto

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa. MERCADO À VISTA OPERAÇÃO À VISTA É a compra ou venda de uma determinada quantidade de ações. Quando há a realização do negócio, o comprador realiza o pagamento e o vendedor entrega as ações objeto da transação,

Leia mais

AULA 4 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE AÇOES

AULA 4 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE AÇOES AULA 4 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE AÇOES Prof Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Contatos: E-mail: keillalopes@ig.com.br

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 5: Os investidores

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 5: Os investidores SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 5: Os investidores o Quem são os investidores o Como o investidor decide o Métodos de Avaliação o Relações pós-abertura de capital

Leia mais

Como e por que tornar-se uma companhia aberta. Utilizando o mercado de capitais para crescer

Como e por que tornar-se uma companhia aberta. Utilizando o mercado de capitais para crescer Como e por que tornar-se uma companhia aberta Utilizando o mercado de capitais para crescer Introdução Muitas das mais conhecidas empresas brasileiras têm suas ações negociadas na Bolsa de Valores, Mercadorias

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A. Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 30 de setembro de 2015 e relatório dos auditores independentes Relatório dos

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 82388 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações

Leia mais

ENCONTRO ANUAL DO PAEX

ENCONTRO ANUAL DO PAEX ENCONTRO ANUAL DO PAEX Sustentabilidade Financeira para a Competitividade Prof. Haroldo Mota 2007 O CONFORTO DE CURTO PRAZO Empresa Acomodada Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 EBITDA 940 890 820 800 ( ) Var. NCG

Leia mais

Guia dos Emitentes. Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria. Data: 17/12/2015

Guia dos Emitentes. Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria. Data: 17/12/2015 Guia dos Emitentes Departamento de Supervisão de Emitentes e Auditoria Data: 17/12/2015 Agenda Objectivos do Guia dos Emitentes Admissão de Valores Mobiliários nos Mercados Regulamentados Alternativas

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DTVM LTDA. ( Administrador ), comunica o início da distribuição

Leia mais

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001.

A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Fundos Imobiliários A CVM disponibilizou ao público novo Edital de Audiência Pública para alteração da Instrução CVM nº 472/2001. Luciana Simões Rebello Horta AAA/SP - lsimoes@albino.com.br A CVM disponibilizou

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS I DENOMINAÇÃO E OBJETIVO ARTIGO 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/25 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO

Leia mais

O VALOR DO CONTROLE PARTE 2

O VALOR DO CONTROLE PARTE 2 O VALOR DO CONTROLE PARTE 2! O valor do controle acionários! O problema da liquidez Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados, empresa especializada na

Leia mais

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das Número de empresas brasileiras que procuram se aprimorar em governança corporativa aumentou na última edição do estudo Melhores práticas Estudo aponta que as empresas investem mais no aprimoramento dos

Leia mais

Ciências Econômicas. 4.2 -Bolsa de Valores. Marcado Financeiro e de Capitais (Aula-2015/10.02) 01/10/2015. Prof. Johnny 1

Ciências Econômicas. 4.2 -Bolsa de Valores. Marcado Financeiro e de Capitais (Aula-2015/10.02) 01/10/2015. Prof. Johnny 1 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Ciências Econômicas Bolsa de valores Sistema Financeiro Nacional Instrumentos Financeiros e Principais Títulos Professor : Johnny Luiz Grando Johnny@unochapeco.edu.br

Leia mais

LOJAS AMERICANAS S.A. CNPJ/MF n 33.014.556/0001-96 NIRE 3330002817-0 COMPANHIA ABERTA

LOJAS AMERICANAS S.A. CNPJ/MF n 33.014.556/0001-96 NIRE 3330002817-0 COMPANHIA ABERTA LOJAS AMERICANAS S.A. CNPJ/MF n 33.014.556/0001-96 NIRE 3330002817-0 COMPANHIA ABERTA Senhores Acionistas, Apresentamos, a seguir, a proposta da administração acerca das matérias constantes da ordem do

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários; O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade

Leia mais

Desenvolvendo a Governança Corporativa. Eduardo Rath Fingerl Diretor

Desenvolvendo a Governança Corporativa. Eduardo Rath Fingerl Diretor Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Área de Mercado de Capitais BNDES Desenvolvendo a Governança Corporativa Eduardo Rath Fingerl Diretor 02/06/2006 www.bndes.gov.br 1 de 23 Atuação

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

TELEFÔNICA BRASIL S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.157/0001-62 - NIRE 35.3.001.5881-4 F A TO RELEV A N TE

TELEFÔNICA BRASIL S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.157/0001-62 - NIRE 35.3.001.5881-4 F A TO RELEV A N TE F A TO RELEV A N TE A Telefônica Brasil S.A. ("Companhia" ou Telefônica Brasil ), na forma e para os fins das Instruções CVM nºs 319/99 e 358/02, conforme alteradas e, em complementação aos Fatos Relevantes

Leia mais

A Importância do Mercado Secundário

A Importância do Mercado Secundário A Importância do Mercado Secundário Apresentação ao Conselho Superior de Estudos Avançados CONSEA da FIESP Agosto / 2015 Agosto/2015 Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno X Público 1 Sobre a BM&FBOVESPA

Leia mais

EM PAUTA O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL?

EM PAUTA O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL? O QUE É PRECISO FAZER PARA VIABILIZAR O ACESSO DE PEQUENAS & MÉDIAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL? 8 REVISTA RI Setembro 2013 É o mercado de capitais brasileiro que precisa das pequenas e médias

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

Fonte: AZ Investimentos / Andima. Fonte: AZ Investimentos / Andima

Fonte: AZ Investimentos / Andima. Fonte: AZ Investimentos / Andima ANÁLISE CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA OFERTAS PUBLICAS DE AÇÕES Por: Ricardo Zeno 55 21 3431 3831 27 de Fevereiro, 2008 Em 2007, o destaque foi para as emissões de Renda Variável, o volume total das ofertas

Leia mais

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades.

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Apresentamos as Demonstrações Financeiras da Mehir Holdings S.A. referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2004 e as respectivas Notas

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 4.0 - Março/2015) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

Kinea Renda Imobiliária

Kinea Renda Imobiliária Introdução O é um fundo que busca aplicar recursos em empreendimentos corporativos e centros de distribuição de excelente padrão construtivo, de forma diversificada e preferencialmente prontos. Uma oportunidade

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DEFINITIVOS DE INCORPORAÇÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DEFINITIVOS DE INCORPORAÇÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DEFINITIVOS DE INCORPORAÇÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO Pelo presente instrumento e na melhor forma de direito: BANCO J. SAFRA S.A., instituição financeira, inscrita

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

9) Política de Investimentos

9) Política de Investimentos 9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A. O PRESIDENTE

Leia mais

http://www.bovespa.com.br/investidor/juridico/070413nota.asp

http://www.bovespa.com.br/investidor/juridico/070413nota.asp Página 1 de 6 Página Inicial Legislação do Mercado Jurisprudência Tributação do Mercado Regulamentação da Bolsa Câmara de Arbitragem Notícias e Entrevistas Artigos Indicação de Leitura O Poder Judiciário

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO CAPITAL SEGURO ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição,

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010

Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios. Novembro de 2010 Governança Corporativa e o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro Diretoria Executiva de Desenvolvimento e Fomento de Negócios Novembro de 2010 Representatividade da bolsa no mundo Maior bolsa

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 3.0 - Julho/2014) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

GUIA BDR SANTANDER GUIA BDR SANTANDER

GUIA BDR SANTANDER GUIA BDR SANTANDER GUIA BDR SANTANDER 1 PARA QUE SERVE ESSE GUIA? Este guia se propõe a trazer os principais conceitos relacionados aos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) e a explicar como funcionam. Ao término de sua

Leia mais

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 27 de abril de 2012

Leia mais

Reestruturação Societária Grupo Telesp. Criando Valor

Reestruturação Societária Grupo Telesp. Criando Valor Reestruturação Societária Grupo Criando Valor Novembro, 1999 Índice 8 Visão Geral da Reestruturação 2 8 Passos da Reestruturação 3 8 Benefícios da Reestruturação 4 8 Bases da Reestruturação 5 8 As Relações

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A. I - OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Art. 1 o. A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer as regras e procedimentos

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA MOENA PARTICIPAÇÕES S.A. PELA ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. Que entre si celebram

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA MOENA PARTICIPAÇÕES S.A. PELA ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. Que entre si celebram PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA MOENA PARTICIPAÇÕES S.A. PELA ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A. Que entre si celebram ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES S.A., sociedade anônima com sede na Cidade do

Leia mais

Direcional Engenharia S.A.

Direcional Engenharia S.A. 1 Direcional Engenharia S.A. Relatório da Administração Exercício encerrado em 31 / 12 / 2007 Para a Direcional Engenharia S.A., o ano de 2007 foi marcado por recordes e fortes mudanças: registramos marcas

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. I - DEFINIÇÕES 1. As definições utilizadas na presente Política de Divulgação de

Leia mais

Renda Fixa Privada Notas Promissórias NP. Notas Promissórias - NP

Renda Fixa Privada Notas Promissórias NP. Notas Promissórias - NP Renda Fixa Privada Notas Promissórias - NP Uma alternativa para o financiamento do capital de giro das empresas O produto A Nota Promissória (NP), também conhecida como nota comercial ou commercial paper,

Leia mais

Cotas de Fundos de Investimento em Ações FIA

Cotas de Fundos de Investimento em Ações FIA Renda Variável Cotas de Fundos de Investimento em Ações FIA Cotas de Fundos de Investimento em Ações - FIA Mais uma alternativa na diversificação da carteira de investimento em ações O produto O Fundo

Leia mais

PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1

PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1 PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1 1.1 - Aspectos Introdutórios 1.1.1 - Objetivos Básicos Tais operações tratam de modalidades de reorganização de sociedades, previstas em lei, que permitem às empresas,

Leia mais

Como funcionam os fundos de investimentos

Como funcionam os fundos de investimentos Como funcionam os fundos de investimentos Fundos de Investimentos: são como condomínios, que reúnem recursos financeiros de um grupo de investidores, chamados de cotistas, e realizam operações no mercado

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão 1. As definições utilizadas no presente instrumento têm os significados que lhes são atribuídos

Leia mais

O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais

O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais O Setor de Mineração no contexto do Mercado de Capitais Set/2013 CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO (MARQUE COM UM X ): x CONFIDENCIAL RESTRITA CONFIDENCIAL USO INTERNO PÚBLICO Introdução O setor de mineração

Leia mais

Radar Stocche Forbes Março 2015

Radar Stocche Forbes Março 2015 Março 2015 RADAR STOCCHE FORBES - SOCIETÁRIO Ofício-Circular CVM-SEP 2015 Principais Novidades No dia 26 de fevereiro de 2015, a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) emitiu o Ofício-Circular nº 02/2015

Leia mais

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A.

UNICASA INDÚSTRIA DE MÓVEIS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE DA COMPANHIA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E MANUTENÇÃO DE SIGILO POR POTENCIAIS OU EFETIVOS DETENTORES DE INFORMAÇÃO RELEVANTE, NOS TERMOS DA INSTRUÇÃO CVM Nº

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Estrutura Legal dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Publicação: Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) Edição: Março 2015 Coordenação: Ângela Ximenes Superintendente

Leia mais

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de

MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de MBK Securitizadora S.A. Relatório sobre as demonstrações financeiras Período de 13 de abril de 2012 (Data de constituição da Companhia) a 31 de dezembro de 2012 MBK Securitizadora S.A. Demonstrações Financeiras

Leia mais

INTRODUÇÃO 3 MERCADO DE CAPITAIS 3 MERCADO DE BALCÃO 5 INTERMEDIÁRIOS 6 TÍTULOS NEGOCIADOS 7 MODALIDADES DE OPERAÇÕES E TIPOS DE ORDEM 9

INTRODUÇÃO 3 MERCADO DE CAPITAIS 3 MERCADO DE BALCÃO 5 INTERMEDIÁRIOS 6 TÍTULOS NEGOCIADOS 7 MODALIDADES DE OPERAÇÕES E TIPOS DE ORDEM 9 1 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 MERCADO DE CAPITAIS 3 MERCADO DE BALCÃO 5 INTERMEDIÁRIOS 6 TÍTULOS NEGOCIADOS 7 MODALIDADES DE OPERAÇÕES E TIPOS DE ORDEM 9 SISTEMAS DE NEGOCIAÇÃO 9 INFORMAÇÕES DIVULGADAS 10 CUSTÓDIA

Leia mais

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA

BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA BNDESPAR INGRESSA NO CAPITAL SOCIAL DA RENOVA ENERGIA Por meio de um investimento estratégico de até R$314,7 milhões, a BNDESPAR ingressa no capital social da Renova Energia. Parceria de Longo Prazo A

Leia mais

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA

COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA COMPRAR E VENDER AÇÕES MERCADO A VISTA ATENÇÃO Este texto não é uma recomendação de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos a leitura de outros folhetos editados pela BOVESPA. Procure sua Corretora.

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27 ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27 BEM DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. comunica o início

Leia mais

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO O QUE É? No Brasil um fundo de investimento possui a sua organização jurídica na forma de um condomínio de investidores, portanto o fundo de investimento possui um registro na Receita Federal (CNPJ) pois

Leia mais

FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto *

FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto * FINANÇAS E MERCADOS FINANCEIROS A Consolidação do Mercado de Capitais Brasileiro João Basilio Pereima Neto * O mercado de capitais brasileiro vai fechar o ano de 2007 consolidando a tendência estrutural

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento PLATINUM é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE 1 Jackson Auditoria É um conjunto de técnicas que devem ser aplicadas, para permitir ao auditor emitir uma opinião sobre a razoabilidade das demonstrações contábeis

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

Rumo à abertura de capital

Rumo à abertura de capital Rumo à abertura de capital Percepções das empresas emergentes sobre os entraves e benefícios 15º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais 4 de julho de 2013 Pontos de partida

Leia mais