INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P.

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1 INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P.

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3 Índice Mensagem do Presidente... 4 Sumário Caracterização do INEM Percursos Histórico do INEM Missão, Visão e es do INEM Atribuições do INEM Estrutura Orgânica do INEM Áreas de Intervenção e Atividades do INEM Parceria e Protocolos de colaboração Metodologia de Elaboração do Plano de Atividades e Mecanismos de Monitorização Enquadramento e Contributos / Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde Análise estratégica Objetivos Estratégicos para Objetivos Operacionais Recursos necessário à atividade do INEM Recursos Financeiros Recursos Humanos Recursos Patrimoniais Recursos Logísticos Recursos Tecnológicos e Sistemas de Informação Formação Formação em Emergência Médica Formação contínua aos Profissionais Formação financiada pelo Fundo Social Europeu (FSE) Atividade Operacional CODU Centro de Orientação de Doentes Urgentes Outra Atividade desenvolvida no CODU A Desfibrilhação Automática Externa DAE Atividade Operacional dos Meios de Emergência Médica Unidades Orgânicas Departamento de Emergência Médica Página 2 de 160

4 16.2. Departamento de Formação em Emergência Médica Departamento de Gestão de Recursos Humanos Departamento de Gestão Financeira Gabinete de Logística e Operações Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação Gabinete de Gestão de Compras e Contratação Pública Gabinete Jurídico Gabinete de Qualidade Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão Gabinete de Marketing e Comunicação Delegações Regionais Delegação Regional do Norte Delegação Regional do Centro Delegação Regional do Sul Outras atividades e projetos transversais Ambiente, Segurança e Higiene no Trabalho Conclusões Considerações Finais Anexos Mapa de Pessoal do INEM Mapa de Pessoal dos Serviços Centrais do INEM Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Norte do INEM Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Centro do INEM Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Sul do INEM Detalhe dos acionamentos HELI Detalhe dos acionamentos VMER Detalhe dos acionamentos Ambulâncias SIV Detalhe dos acionamentos AEM Detalhe dos acionamentos - Ambulâncias TIP Detalhe dos acionamentos MEM Detalhe dos acionamentos PEM Detalhe dos acionamentos Postos Reserva Lista de Acrónimos Página 3 de 160

5 Mensagem do Presidente Passou um ano desde a entrada em funções do atual Conselho Diretivo do INEM. Ao longo destes últimos meses o Instituto teve permanentes desafios, sendo agora a altura de olhar também para a frente e programar o futuro. Em conjunto, todos os funcionários e colaboradores do INEM têm feito enorme esforço no sentido de melhorar e consolidar o modelo de Emergência Médica e de otimizar recursos, eliminar desperdícios e melhorar continuamente. Nos próximos anos temos um enorme desafio pela frente: assegurar o crescimento do INEM, melhorar a assistência que prestamos, assentando as decisões em pilares estruturais como a sustentabilidade dos nossos Recursos Humanos, a melhoria nas Operações, e garantindo a sustentabilidade económico-financeira. O compromisso do INEM de fazer chegar os seus meios de emergência a cada vez mais locais do território continental é para cumprir e para isso teremos de ser capazes de fazer cada vez mais com os recursos que nos disponibilizam. Identifico abaixo as linhas de orientação estratégica para o ano de, apresentados com detalhe ao longo do presente Plano de Atividades: Prosseguir a implementação e qualificação da rede de emergência médica pré-hospitalar; Assegurar o planeamento, coordenação e certificação da formação em emergência médica dos elementos do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM); Garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM; Promover a integração de cuidados e partilha de recursos com o Serviço Nacional de Saúde (SNS) ao nível do Centro de Atendimento de Utentes e da rede de Serviços de Urgência; Otimizar os recursos imobiliários e logísticos (viaturas) concentrando-se na sua atividade core; Implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade O INEM tem como valores a Competência, Credibilidade, Ética, Eficiência e Qualidade. Acrescentamos a estes, ainda, o rigor e a seriedade no serviço prestado. Página 4 de 160

6 Queremos consolidar o modelo de Emergência Médica em território continental, melhorando a regulamentação dos meios de emergência, fortalecendo o papel dos CODU e implementando o Transporte regional do Doente Crítico, ao mesmo tempo que se fará uma clara aposta na melhoria do modelo de formação em emergência médica. Em suma, visamos melhorar continuamente o socorro aos utentes, cada vez mais centrando no cidadão toda a atividade do Instituto. Vamos estabelecer protocolos de cooperação quer a nível nacional quer a nível internacional procurando obter ganhos de sinergia. O ano de será um ano em que o INEM vai seguramente contar com a dedicação e empenho de todos os seus colaboradores, aumentando e melhorando os meios de emergência médica disponíveis em Portugal. Esta equipa do INEM trabalhará sempre na perspetiva da melhoria contínua da Qualidade do nosso serviço. Contamos com todos para melhor fazer Emergência Médica junto do Cidadão. Paulo Amado de Campos Presidente do INEM Página 5 de 160

7 Sumário O planeamento e o adequado controlo de Gestão torna-se fundamental para assegurar a tomada de decisão e avaliar a performance da atividade do INEM. A definição de instrumentos eficazes de gestão é uma questão central para novos desafios. É neste sentido que o Plano de Atividades se reveste de grande relevância para toda a atividade de emergência médica pois constitui um instrumento de gestão onde se reflete a realidade do INEM e seu contexto envolvente. O Plano de Atividades do INEM para foi elaborado em articulação com o Plano Estratégico para o triénio 2014/2016, tendo em conta as linhas de orientação estratégica definidas na Carta de Missão 2014/2018. A definição dos objetivos operacionais, indicadores e metas de concretização foram identificados face aos objetivos estratégicos definidos no Plano Estratégico. Para a concretização dos objetivos propostos, o INEM conta com os Recursos Humanos, Financeiros, Patrimoniais, Logísticos (viaturas) e Tecnológicos, identificados ao longo do presente plano e que se consideram necessários à melhoria da qualidade dos serviços de emergência médica prestados, numa lógica de ganhos de eficiência e eficácia. De referir que em 2014, o INEM passou por uma alteração da equipa diretiva, com entrada em funções do novo Conselho Diretivo a 24 de março de O ano de será o início de um conjunto de novos projetos, no sentido de maximizar a área de intervenção do INEM. Considerando não ser de desperdiçar os investimentos realizados anteriormente, logo, serão efetuadas as devidas adaptações no sentido de otimizar o seu funcionamento, sempre numa ótica de resposta com eficácia. Para, apesar do contexto macroeconómico não ser, ainda, o mais favorável, o planeamento das atividades do INEM continuará a centrar-se na otimização da afetação dos recursos disponíveis, orientados por rigorosos critérios de eficácia, qualidade, acessibilidade e segurança, ao nível das diversas componentes e ajustando a sua atividade a uma necessidade imperiosa de ganhos contínuos de eficiência. Página 6 de 160

8 Tendo sempre presente a importância inequívoca da sua Missão e a procura interminável de melhoria continua, o objetivo para o ano de continuará a centrar-se na maximização da sua área de intervenção, otimizando o seu funcionamento, nas suas linhas estratégicas prioritárias definidas na Carta de Missão 2014/2018, a saber: 1. Prosseguir a implementação e qualificação da rede de emergência médica pré-hospitalar, no sentido de melhorar a resposta ao SIEM, em todo o território de Portugal continental, e tendo como requisito essencial a qualidade enquanto instrumento de melhoria continua. 2. Assegurar o planeamento, coordenação e certificação da formação em emergência médica dos elementos do SIEM, de forma a aumentar o empowerment / capacitação dos profissionais de saúde e os cidadãos em geral. 3. Garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM, de forma a obter o maior retorno em ganhos em saúde e valor económico e social com os recursos disponíveis. 4. Promover a integração de cuidados e partilha de recursos com o SNS ao nível do Centro de Atendimento de Utentes e da rede de Serviços de Urgência, criando valor e continuidade na prestação de cuidados de saúde. 5. Otimizar os recursos imobiliários e logísticos (viaturas), concentrando-se na sua atividade core, por forma a garantir ganhos eficiência e redução de custos de exploração. 6. Implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade, de modo a promover a garantir a segurança aos cidadãos. Com efeito, o Plano de Atividades para é um plano que assenta na prossecução da qualificação da emergência pré-hospitalar, no sentido de dar continuidade à uniformização da resposta do SIEM, bem como no reforço da rede de parcerias do INEM com outras entidades no sentido da melhorar a eficiência e a acessibilidade, e ainda, na garantia da sustentabilidade financeira do INEM. Será dado especial enfoque à utilização das novas tecnologias aos nossos parceiros do SIEM, melhorando a articulação com os sistemas de informação das Unidades de Saúde. Serão protocoladas novas parcerias, quer a nível nacional quer internacional. Página 7 de 160

9 O INEM terá ainda que manter a Qualidade como um vetor de convergência de toda a Instituição e continuar a apostar em processos organizativos reconhecidos internacionalmente para guiar a nossa atuação nessa matéria. Em suma, o INEM continuará a apostar nas seguintes áreas: Reajustamento da oferta da rede de meios de emergência médica, seguindo os seguintes princípios: Reforço de meios em zonas onde tal se verifica como necessário pela elevada casuística existente e zonas com menor capacidade de resposta instalada. Diminuição de sobreposições regionais/locais de meios de nível de resposta semelhante, designadamente entre o INEM e os seus parceiros do SIEM. E aproveitamento de sinergias entre redes de viaturas de emergência de diferentes níveis e/ou de diferentes entidades. Formação/acreditação na área da emergência médica e ampliação da rede de centros certificados para a formação em emergência médica. Qualidade, no que tem a ver com os processos de acreditação / certificação dos Serviços do INEM. Promoção de uma cultura de cidadania através da disseminação da atividade do INEM e disponibilização aos utentes de mais informação, nomeadamente indicadores periódicos. Melhoria da eficiência e da eficácia dos tempos de resposta, através de um melhor aproveitamento dos Sistemas de Tecnologias de Informação, reaproveitando o investimento já realizado relativamente à aquisição de aplicações informáticas No capítulo destinado às conclusões serão apresentadas sumariamente as principais iniciativas previstas para. Por último, medir, avaliar e otimizar serão sempre desafios essenciais para a construção de um INEM mais voltado para o cidadão, transparente e eficiente na sua função. Página 8 de 160

10 1. Caracterização do INEM O INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica I.P. é um instituto público integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio, que prossegue as atribuições do Ministério da Saúde, sob superintendência e tutela do respetivo Ministro. Cabe ao INEM coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correta prestação de cuidados de saúde, designadamente através da prestação de socorro no local da ocorrência, do transporte assistido das vítimas para o hospital adequado e da articulação entre os vários intervenientes do Sistema. É através do número europeu de emergência 112, que o INEM responde aos múltiplos pedidos de socorro utilizando os meios adequados para responder às situações de emergência médica. 2. Percursos Histórico do INEM No Plano Estratégico 2014/2016 é apresentado maior detalhe relativo ao percurso histórico do INEM. No presente capítulo destaca-se os momentos de maior relevo para o desenvolvimento da atividade de emergência médica. O INEM foi criado em 1981, pelo Decreto-Lei n.º 234/1981 de 3 de Agosto. Inicialmente a sua atividade operacional assentava apenas na coordenação do SIEM, ou seja, no acionamento e transporte de doentes de emergência e era baseada, quase exclusivamente, nas chamadas dos parceiros do SIEM (Corporações de Bombeiros, Polícia de Segurança Pública e Cruz Vermelha Portuguesa). A partir de 2000, com as progressivas exigências da emergência pré-hospitalar, o âmbito de atividade do INEM foi alargado: passou a receber todas as chamadas de emergência médica e a decidir sobre os acionamentos dos meios do SIEM, através das suas Centrais de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Igualmente, deu-se continuidade, no terreno, ao acréscimo de meios de emergência profissionalizados, com meios humanos e materiais diferenciados para a prestação de suporte básico, imediato e avançado de vida: Helitransporte, Viaturas Médica de Emergência e Reanimação Página 9 de 160

11 (VMER), Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) e Ambulâncias de Suporte Básico de Vida (SBV). A partir de 2008, foi sendo dada resposta às exigências do projeto de Requalificação das Urgências (RU), e à consequente ampliação dos meios do INEM, de modo a cobrir de forma mais uniforme todo o território de Portugal Continental. No ano de 2012 o INEM viu a sua Lei Orgânica e os seus Estatutos alterados. Para responder a este novo desafio, o INEM teve que reorganizar a sua atividade, conforme se descreve no presente Plano. O crescimento da atividade foi notório com as correspondentes e consequentes exigências no funcionamento do SIEM. 3. Missão, Visão e es do INEM Conforme disposto na Lei Orgânica do INEM, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 34/2012, de 14 de fevereiro, onde são igualmente definidas as suas atribuições, o INEM tem por missão definir, organizar, coordenar, participar e avaliar as atividades e o funcionamento de um Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correta prestação de cuidados de saúde, em segurança e com qualidade. A missão do INEM assenta em valores como a Competência, a Credibilidade, a Ética, a Eficiência e a Qualidade e, ainda, o rigor e a seriedade no serviço prestado. 4. Atribuições do INEM As atribuições do INEM estão definidas na sua Lei Orgânica, aprovada pelo Decreto-Lei acima referido do Ministério da Saúde (MS). O INEM prossegue as seguintes atribuições: Coordenar no MS as atividades conducentes à definição de políticas nos domínios da emergência médica e do transporte de urgência e ou emergência. Página 10 de 160

12 Organizar e coordenar as atividades e o funcionamento do SIEM, assegurando a sua articulação com os serviços de urgência e ou emergência nos estabelecimentos de saúde. Definir, coordenar e certificar a formação em emergência médica dos elementos do SIEM, incluindo dos estabelecimentos, instituições e serviços do SNS. Definir, organizar e referenciar o transporte de urgência e ou emergência, bem como promover a adequada receção e o tratamento urgente e ou emergente. Assegurar o atendimento, triagem e aconselhamento, sempre que haja chamadas de emergência, acionando os meios apropriados para prestação de cuidados de emergência médica e coordenar o transporte para as unidades de saúde adequadas. Colaborar no planeamento civil de emergência de âmbito nacional, participar na rede nacional de telecomunicações de emergência e colaborar na elaboração e operacionalização de planos específicos de emergência e ou catástrofe. Desenvolver ações de cooperação nacional e internacional, de natureza bilateral ou multilateral, no âmbito das atribuições que prossegue. De salientar o reforço das competências do INEM no que respeita à formação em emergência médica. Assim, ficará a cargo do INEM a definição, coordenação e certificação dos elementos do SIEM. São, ainda, de acordo com o referido Decreto-Lei, atribuições do INEM definir, organizar e coordenar as atividades e o funcionamento do SIEM, assegurando a sua articulação com os serviços de urgência e ou emergência nos estabelecimentos de saúde, no que respeita a um conjunto de atividades apresentadas em detalhe do Plano Estratégico 2014/ Estrutura Orgânica do INEM De acordo com os Estatutos do INEM aprovados pela Portaria nº 158/2012, de 22 de maio, a gestão operacional da atividade do INEM é assegurada pelos seus serviços desconcentrados (Delegações Regionais) nas respetivas áreas geográficas (Norte, Centro e Sul) em articulação com as restantes Unidades Orgânicas. De acordo com a organização interna, o INEM possui uma estrutura orientada Página 11 de 160

13 para três grandes vertentes: a área operacional, a área de apoio e logística e a área de apoio à gestão. Cada uma das Unidades dispõe de Departamentos e Gabinetes conforme se apresenta no Organograma abaixo. CD: Conselho Diretivo Unidades Operacionais DEM: Departamento de Emergência Médica GII: Gabinete de Investigação e Inovação GCNODU: Gabinete de Coordenação Nacional de Doentes Urgentes DFEM: Departamento de Formação em Emergência Médica GCA: Gabinete de Certificação e Acreditação Unidades de Apoio à Logística Página 12 de 160

14 DGRH: Departamento de Gestão de Recursos Humanos GPD: Gabinete de Planeamento e Desenvolvimento DGF: Departamento de Gestão Financeira GGOI: Gabinete de Gestão Orçamental e Investimentos GLO: Gabinete de Logística e Operações GSTI: Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação GGCCP: Gabinete de Gestão de Compras e Contratação Pública GJ: Gabinete Jurídico Unidades de Apoio à Gestão GQ: Gabinete de Qualidade GPCG: Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão GMC: Gabinete de Marketing e Comunicação Serviços Desconcentrados DRN: Delegação Regional do Norte GCR SIEM: Gabinete de Coordenação Regional do SIEM DRC: Delegação Regional do Centro GCR SIEM: Gabinete de Coordenação Regional do SIEM DRS: Delegação Regional do Sul GCR SIEM: Gabinete de Coordenação Regional do SIEM 6. Áreas de Intervenção e Atividades do INEM Cabe ao INEM definir, organizar e coordenar as atividades e o funcionamento do SIEM, assegurando a sua articulação com os serviços de urgência e ou emergência nos estabelecimentos de saúde. Para assegurar o cumprimento das suas atribuições, o INEM presta um conjunto de serviços, que se indicam, por área de atuação/intervenção: Atividade dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) Página 13 de 160

15 Assegurar, em todo o território de Portugal continental, 24 horas por dia, o atendimento de chamadas de emergência médica encaminhadas pelo número telefónico de emergência 112; Avaliar, através de um sistema de algoritmos de triagem, no mais curto espaço de tempo, os pedidos de socorro recebidos, com o objetivo de determinar os recursos necessários e adequados a cada caso; Aconselhar o cidadão a realizar manobras básicas de emergência, sempre que indicado; Selecionar e acionar os meios de emergência médica apropriados; Aconselhar as equipas no terreno, sempre que necessário, bem como validar protocolos de atuação a não-médicos; Proceder à correta referenciação do doente urgente/emergente; Assegurar o contacto com as unidades de saúde, preparando a receção hospitalar, tratamento urgente/emergente, com base em critérios clínicos, geográficos e de recursos da unidade de saúde de destino; Gerir a rede de telecomunicações de emergência; Promover a resposta integrada ao doente urgente/emergente; E, ainda, serviços para atender a necessidades específicas, como: Prestar aconselhamento médico a situações de emergência que se verifiquem a bordo de embarcações: o CODU Mar garante os cuidados a prestar, procedimentos e terapêutica a administrar à vítima, podendo também acionar a evacuação do doente, organizar o acolhimento em terra, e encaminhá-lo para o serviço hospitalar adequado; Prestar informação a situações de intoxicação. É através do Centro de Informação Antivenenos que o INEM presta, em tempo útil, as informações necessárias e adequadas a profissionais de saúde ou ao público em geral, visando uma abordagem correta e eficaz a vítimas de intoxicação; Prestar apoio psicológico em emergência: através do serviço do Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise (CAPIC), intervém com os utentes em situações de crises psicológicas, comportamentos suicidas, vítimas de abusos/violência física ou sexual, entre outros; Atividade pré-hospitalar Página 14 de 160

16 Prestar os cuidados de emergência médica em ambiente pré-hospitalar e providenciar o transporte para as unidades de saúde adequadas; Proceder ao adequado transporte inter-hospitalar do doente urgente/emergente; Atividade de transporte de doentes Definir os critérios e requisitos necessários ao exercício da atividade de transporte de doentes, incluindo os dos respetivos veículos, e proceder ao licenciamento desta atividade e dos veículos a ela afetos; Fiscalizar a atividade de transporte de doentes, sem prejuízo da competência sancionatória atribuída a outros organismos; Atividade de Formação e promoção da Formação dos profissionais indispensáveis às ações de Emergência Médica bem como do público em geral Definir, planear, coordenar e certificar a formação em emergência médica Ministrar a formação em emergência médica dos elementos do SIEM, incluindo dos estabelecimentos, instituições e serviços do SNS; Homologar os curricula dos cursos ou estágios que versem sobre emergência médica; Outras atividades de planeamento, coordenação e prestação de assistência médica: Situações de exceção, como seja a proteção e socorro a altas individualidades: planeamento civil e prevenção, contribuindo, em articulação com a Direção-Geral de Saúde (DGS), para a definição e atualização das políticas de planeamento civil de emergência na área da saúde; Eventos de alto risco, através da colaboração na elaboração dos planos de emergência/catástrofe com as Administrações Regionais de Saúde (ARS), com a DGS e com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no âmbito das respetivas leis reguladoras; e orientar a atuação coordenada dos agentes de saúde nas situações de catástrofe ou calamidade, integrando a organização definida em planos de emergência/catástrofe, sem prejuízo das atribuições de outras entidades; Missões internacionais, assegurando a representação internacional, no domínio das suas competências e atribuições específicas e promover a cooperação com as comunidades lusófonas, sem prejuízo das competências próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros, sob coordenação da DGS, enquanto entidade responsável pela coordenação da atividade do MS no domínio das relações internacionais; Página 15 de 160

17 Atividade de divulgação Desenvolver ações de sensibilização e informação dos cidadãos no que respeita ao SIEM; Realizar estágios de observação nos seus meios e locais de trabalho, com vista a dar a conhecer o funcionamento do SIEM, numa perspetiva útil e pedagógica; Programar Ações de Sensibilização, através de visitas de estudo, visando fomentar a adequada utilização dos serviços e meios de emergência médica pré-hospitalares; Disponibilizar a atualização de informações na página da internet em 7. Parceria e Protocolos de colaboração O INEM tem procurado constituir uma sólida, alargada e abrangente rede de parceiros para colaborações diversas, quer a nível nacional quer a nível internacional, procurando obter ganhos de sinergias existentes, de especialização e/ou de complementaridade. Muitas dessas parcerias foram formalizadas mediante assinatura de protocolos Em, para além de manter as parcerias já formalizadas e em vigor (detalhadas no Plano Estratégico para o ano de ) prevê estabelecer novas parcerias quer ao nível operacional (através de Protocolos de Gestão e operação conjunta das VMER, das Ambulâncias SIV e das Ambulâncias de Socorro sedeadas em Postos de Emergência Médica, quer com os órgãos de comunicação social mas também com outras empresas, no âmbito da sua responsabilidade social. A destacar a cooperação internacional estabelecendo parcerias de natureza bilateral ou multilateral, onde se evidencia o projeto de cooperação com a República da Guiné-Bissau no domínio da saúde no sentido de apoiar o país na prevenção da Doença por vírus ébola. Página 16 de 160

18 8. Metodologia de Elaboração do Plano de Atividades e Mecanismos de Monitorização A elaboração do Plano Atividades do INEM para teve em linha de conta as orientações definidas para o sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP) que integra, entre outros, o subsistema SIADAP 1. Na sua elaboração foram tidas em conta as orientações inscritas no documento Orientações para a elaboração de Plano Estratégico Trienal 2014/2016, Plano de Atividades de e Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) de dos Serviços do Ministério da Saúde, enviado a todos os organismos do Ministério pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde. Foi elaborado de acordo com uma metodologia participativa, envolvendo os dirigentes e responsáveis intermédios. Partindo dos objetivos identificados no Plano Estratégico 2014/2016 e tendo em consideração os recursos (financeiros, humanos, patrimoniais, logísticos e tecnológicos) disponíveis para são apresentados no Plano de Atividades, os objetivos operacionais, os correspondentes indicadores e respetivas metas de concretização para o INEM como um todo, assim como para cada umas das Unidades orgânicas, no âmbito das atividades a desenvolver e esplanadas ao longo do presente Plano de Atividades Os objetivos operacionais e os indicadores estão consubstanciados no Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) do INEM e de cada uma das Unidades Orgânicas. Considerando que a monotorização periódica torna-se fundamental para análise dos desvios e antecipar eventual nova programação, o acompanhamento da execução do Plano de Atividades será realizado através de monitorização dos objetivos operacionais e indicadores apresentados no QUAR, numa base no mínimo trimestral. Esta monitorização é realizada através dos seguintes mecanismos: Monitorização do nível de execução do Plano de Atividades e do QUAR através de elaboração de Relatório com o ponto de situação do nível de execução de cada um dos objetivos operacionais e indicadores que concorrem para os objetivos estratégicos do INEM. Página 17 de 160

19 Reuniões entre o Conselho Diretivo e os Dirigentes e Responsáveis para análise de resultados discussão e definição de eventuais revisões ou reorientações do planeamento anual face a constrangimentos internos e externos que venham a revelar-se condicionadores para atingir os objetivos. Página 18 de 160

20 9. Enquadramento e Contributos / Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde O Plano de Atividades para o ano de detalha objetivos operacionais a realizar durante o ano, as atividades operacionais a desenvolver e a previsão da sua execução para, bem como, as atividades desenvolvidas que suportam/apoiam, nas suas diferentes áreas, a atividade operacional do INEM. Este planeamento é realizado tendo em conta os recursos disponíveis e detalhados em capítulo próprio. O planeamento estratégico definido para o triénio 2014/2016 e o plano de atividades para tem em linha de conta as Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde nomeadamente: Do Plano Nacional de Saúde 2012/2016 Das Orientações Programáticas de saúde Prioritários e demais programas nacionais Do Programa do XIX Governo Constitucional. Da avaliação de Impacto na saúde Das Prioridades Estratégicas dos Cuidados de Saúde Primários. Das Prioridades definidas pelo Grupo de Trabalho da Reforma Hospitalar. Das Recomendações da Comissão para a Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência. Da avaliação satisfação dos profissionais e dos utentes Divulgação da Informação No Plano Estratégico 2014/2016 são detalhados os contributos, na área de atuação do INEM, para a concretização das várias Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde, conjugando as medidas a adotar com as referidas orientações. As medidas descritas estão consubstanciadas nos indicadores apresentados no Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) Página 19 de 160

21 Com o objetivo de se tornar mais eficaz no cumprimento da sua Missão, O INEM quer continuar a crescer e a ampliar a sua capacidade de resposta de emergência médica. Tal como as medidas identificadas no Plano de Atividade do INEM para, pretende-se igualmente que as medidas estratégicas a adotar e expostas no presente documento - no sentido da melhoria da eficiência e eficácia, incutindo uma utilização mais racional dos serviços e o controlo da despesa - estejam alinhadas com as Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde, atuando, deste modo, ao nível do incremento da eficiência, da racionalização dos recursos disponíveis e controlo da despesa. Destaca-se no Presente Plano de Atividades as medidas que vão ao encontro das definidas no Plano Nacional de Saúde 2012/2016, a saber: Cidadania O INEM procurou definir objetivos estratégicos que promovam uma cultura de cidadania através da disseminação da sua atividade, disponibilizando informação aos utentes, que se pretende seja útil, de fácil acesso e compreensiva, sendo também objetivo, o de tornar o cidadão mais responsável em relação à saúde. Maior cobertura pela Comunicação Social bem como a criação de grupos informais de participação, como seja o caso das redes sociais, onde se partilhem experiências e conhecimentos, serão também objetivos a considerar. A formação profissional é uma área que estará, também, sempre presente na medida em que o INEM continuará a reforçar as competências dos seus profissionais, promovendo o seu desenvolvimento e a cidadania ativa numa cultura que valorize a participação de todos. Equidade e acesso à saúde - A comunicação entre profissionais do INEM, com melhoria da qualidade é uma constante no dia-a-dia do INEM, assim como a equidade de acesso nos grupos de risco com necessidades especiais, designadamente psicossociais, onde o INEM tem a preocupação de prestar apoio de forma personalizada e de acordo com as necessidades individuais. São exemplos de medidas relacionada com o acesso à saúde, a informação sobre o acesso adequado aos serviços de saúde, como é o caso do acesso à saúde 24 no caso de ocorrência que não seja emergentes/urgentes, bem como a distribuição regional dos meios de emergência médica, de forma a responder com eficácia à relação tempo/distância por forma a alcançar uma resposta satisfatória dessa distribuição segundo critérios equitativos. Página 20 de 160

22 Qualidade em saúde - Sendo a qualidade um requisito essencial em qualquer organização, deve ser entendido como um instrumento de gestão indispensável para medir esforços e voltado para alcançar a qualidade de excelência. É neste sentido que o INEM, aposta na qualidade em saúde na sua área de emergência médica, começando desde logo com o desenvolvimento de processos de acreditação e certificação de qualidade em todas as sua atividades, assegurando, deste modo uma verdadeira política da Qualidade. O objetivo será o de monitorizar a atividade de emergência médica e introduzir medidas de melhoria no sentido de garantir a maximização da qualidade na prestação de cuidados de emergência aos cidadãos e promover a gestão com foco no cliente. A qualidade passará igualmente pela estreita avaliação das tecnologias de informação desenvolvidas para melhorar o desempenho da sua atividade, designadamente dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), e promover uma cultura de melhoria contínua da qualidade. Políticas saudáveis - O INEM procurará dar continuidade à maximização sistemática de oportunidades existentes para melhorar a prestação na emergência médica, através da pareceria com outras entidades. Um exemplo desta situação foi o alargamento da Rede de Desfibrilhação Automática Externa (DAE) às Corporações de Bombeiros, reforçando-se a parceria estratégica com os nossos parceiros do SIEM. Da mesma forma, a expansão do Programa Nacional de DAE a Locais de Acesso ao Público, foi igualmente uma política importante; Reforçar a rede de parcerias do INEM com outras entidades/instituições, no sentido de melhorar a eficiência e a acessibilidade, estabelecendo novas parcerias para gestão otimizada de Recursos será mais uma oportunidade do desenvolvimento de políticas saudáveis. Neste âmbito, é ainda de referir as estratégias concertadas de comunicação e marketing que promovem o empowerment do cidadão. Obter ganhos em saúde - O desenvolvimento do Sistema de Saúde na área da emergência médica refletir-se-á na obtenção de ganhos em saúde considerando estarem identificadas as áreas como de potenciais ganhos que serão consideradas prioritárias, como seja a identificação dos recursos necessários, assim como a definição de indicadores de monitorização e avaliação de impacto. Página 21 de 160

23 O INEM tem a preocupação de criar as condições para que os diversos sistemas de informação permitam a Interoperabilidade entre sistemas e a monitorização e avaliação, através da recolha de dados que permitam melhorias na gestão do Serviço e consequentemente na missão do Organismo. Um exemplo desta situação é a implementação dos fluxos de triagem, ou seja, algoritmos de triagem estruturantes, que permitirão a estandardização de procedimentos, ganhos de eficácia da triagem e, fundamentalmente, encurtamento do tempo do acionamento do meio de emergência eventualmente necessário. Por outro lado, já teve início um conjunto de atividades conducentes à melhoria da qualidade da informação, sistematizando indicadores, eliminando duplicações de informação e criando um circuito na sua divulgação. Promover um contexto favorável à saúde ao longo do ciclo de vida - Promover a prevenção da doença, permitindo uma visão integrada das necessidades e alertar para cuidados de saúde será mais um dos objetivos. Trata-se de criar políticas que se traduzam em sinais de alertas para sinais de aviso e apresentar o que fazer. Pretende-se divulgar toda esta informação na comunicação social em destaques informativos. Estes destaques serão constituídos por notícias da atividade do INEM, mensagens pedagógicas e outras informações úteis. O INEM considera que a promoção de um contexto favorável à saúde passa pela valorização dos meios de comunicação social como forma de transmitir aos utentes a informação. A promoção da saúde passa, necessariamente, por consciencializar, criar e construir mudanças na interação com os outros e com o ambiente que nos rodeia, transmitindo e dando a conhecer situações de prevenção de saúde. Exemplos desta situação são as publicações e vídeos que o INEM tem realizado com regularidade, com recomendações nesta matéria. Reforçar o suporte social e económico na saúde e na doença - Ao estabelecer prioridades, tomar decisões, planear estratégias e implementá-las com vista a atingir melhores resultados na atividade - sempre numa política de contenção de custos - o INEM está a promover a saúde e a reforçar o suporte social e económico. Ao longo do presente Plano, esta política está sempre presente. Com efeito, é referenciado o desenvolvimento de sistemas flexíveis que reforçam a participação e orientam para a resolução dos problemas de saúde e da proteção do cidadão, enquanto geradores e gestores de e recursos capazes Página 22 de 160

24 de proteger o cidadão. Assim estão sempre presentes critérios de custo efetividade e sustentabilidade, de forma a obter o maior retorno em ganhos em saúde e valor económico e social com os recursos disponíveis. 10. Análise estratégica Tendo sempre presente o interesse público da sua Missão, a atual realidade económica e social, num contexto de necessidade imperiosa de ganhos de eficácia e eficiência, o INEM, tem vindo a implementar um conjunto de projetos inovadores, em diferentes áreas da sua atuação. Com estes projetos, pretende evoluir na qualidade da prestação de cuidados de emergência médica, sempre centrados no cidadão. Foram, assim, dados passos significativos no sentido de maximizar a sua área de intervenção e otimizar o seu funcionamento. Foi realizado o diagnóstico organizacional por forma a identificar as necessidades e prioridades para determinar as soluções a implementar para um eficaz funcionamento da Organização. Este importante instrumento de planeamento permite realizar uma análise do clima organizacional, identificando as necessidades da organização. Atraves deste diagnóstico foi possível ainda avaliar o grau de satisfação dos profissionais e utentes, designadamente atraves dos questionários de satisfação De referir que, em 2014, foi elaborado o Plano Estratégico 2014/2016 que reflete a estratégia de resposta aos desafios do INEM tendo em conta, por um lado as várias atividades desenvolvidas, a articulação com as entidades envolventes e a dependencia das mesmas para concretização de alguns objetivos, os mecanismos disponiveis, os escassos recursos humanos e a forte contenção orçamental; e por outro lado, o investimento na redução de custos de contexto, nomeadamente, na redução de obstáculos e atrasos injustificáveis, no desenrolar de processos que se traduzem em encargos prejudiciais à organização e que não lhes são imputáveis; simplificação legislativa e de procedimentos, por forma a não criar complexidade pelas sucessivas revisões; e valências dispersas reunidas numa única plataforma informática. Página 23 de 160

25 11. Objetivos Estratégicos para Os objetivos estratégicos para foram estabelecidos tendo em conta as diversas vertentes para a concretização das Orientações Estratégicas do Ministério da Saúde, as opções estratégias tomadas pelo Ministro da Saúde, espelhadas na Carta de Missão para o período de 2014/2018 e, ainda, as necessidades identificadas, no que toca à emergência médica, e que urge serem melhoradas. Estes objetivos estão alinhados com os estabelecidos para na Carta de Missão 2014/2018 e espelhados no Plano Estratégico 2014/2016. Tendo em conta as grandes linhas de ação estratégica, apresentadas na Carta de Missão: 1. Prosseguir a implementação e qualificação da rede de emergência médica pré-hospitalar 2. Assegurar o planeamento, coordenação e certificação da formação em emergência médica dos elementos do SIEM 3. Garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM 4. Promover a integração de cuidados e partilha de recursos com o SNS ao nível do Centro de Atendimento de Utentes e da rede de Serviços de Urgência 5. Otimizar os recursos imobiliários e logísticos (viaturas) 6. Implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade Identificam-se como objetivos estratégicos (OE) para, alinhados em quatro perspetivas, tal como definidas no Plano Estratégico 2014/2016 (Clientes, Processos, Aprendizagem e Inovação, Financeira) os abaixo indicados: Perspetiva Clientes OE 1: Potenciar a imagem OE 2: Ser um organismo responsável Perspetiva Processos OE 3: Prosseguir a implementação e qualificação da rede de emergência médica pré-hospitalar Página 24 de 160

26 OE 4: Promover a integração de cuidados e partilha de recursos com o SNS OE 5: Implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade Perspetiva Inovação e Aprendizagem OE 6: Potenciar alianças OE7: Desenvolver a qualificação dos recursos humanos OE 8: Assegurar a certificação da formação em emergência médica dos elementos do SIEM OE 9: Inovar nos serviços Perspetiva Financeira OE 10: Garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM 12. Objetivos Operacionais Os objetivos operacionais (detalhados na tabela abaixo), para cada uma das áreas estratégicas, serão apresentados no correspondente Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) para, que consubstanciará a avaliação de desempenho do organismo. Com efeito, o sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP) integra, entre outros, o subsistema de Avaliação do Desempenho dos Serviços da Administração Pública (SIADAP 1) que assenta num Quadro de Avaliação e Responsabilização, sujeito a avaliação permanente e atualizado a partir dos sistemas de informação do serviço. No quadro abaixo apresenta-se a articulação dos objetivos operacionais definidos para o ano de e apresentados no QUAR com os objetivos estratégicos identificados no Plano Estratégico 2014/2016: Página 25 de 160

27 Objetivos Operacionais (OO) OOp 1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados OOp 2: Implementar uma plataforma eletrónica eficaz conducente à eliminação dos circuitos em papel OOp 3: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo um crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM OOp 4: Otimizar a gestão de recursos imobiliários e logísticos OOp 5: Adotar / Melhorar as Estratégias Organizativas designadas por Vias Verdes Oop 6: Melhorar o desempenho económico-financeiro e controlar a execução orçamental Oop 7: Melhorar a atividade dos meios aéreos de emergência médica Oop 8: Desenvolver projetos de Parceria Internacionais (OE6+OE9) OOp 9: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características e necessidades das diferentes regiões do País OOp 10: Consolidar as carreiras Especiais existentes e criar a Carreira ainda não revista OOp 11: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis Oop 12: Promover o modelo de partilha e integração de sistemas entre CODU e Centro de atendimento do SNS OOp 13: Melhorar o empowerment do cidadão, divulgando indicadores de desempenho e informação que o capacite a participar ativamente na gestão da sua saúde OOp 14: Promover a qualidade do atendimento aos utentes. OOp 15: Dar continuidade e consolidar os processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de qualidade OOp 16: Dar continuidade e consolidar o processo de Acreditação do CODU e Meios Objetivos Estratégicos (OE) ❷❸❼❾ ❷❸❼❾ ❽ ❷❿ ❷❸❹❾ ❷❿ ❷❿ ❻❾ ❷❸❼❾ ❷❸❼❾ ❸ ❹❿ ❶❻❿ ❷❸❼❾ ❺ ❺ Página 26 de 160

28 Seguidamente será apresentada a proposta de QUAR do INEM para o ano de, onde se evidenciam os objetivos estratégicos e operacionais para cada uma das áreas estratégicas, bem como as respetivas metas de concretização (indicadores), definidos para os parâmetros de eficácia, eficiência e qualidade. São igualmente identificados os objetivos operacionais mais relevantes. Para cada indicador é apresentada a correspondente meta de concretização, tolerância e valor. Foram contemplados no QUAR do INEM para, os seguintes indicadores de partilha interinstitucional: Indicadores partilhados com a Direção Geral de Saúde (DGS) e as Administrações Regionais de Saúde (ARS): Por forma a melhorar o acesso dos doentes com AVC. Parâmetro: Eficácia Objetivo Operacional: Adotar estratégias organizativas designadas por vias verdes Indicador: Número de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes. : 45% / : 15% / : 65% Numerador (INEM): n.º de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes. Denominador (DGS): n.º total de admissões de doentes em Unidades de AVC. Por forma a melhorar o acesso dos doentes com enfarte agudo miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (EAMST) a Angioplastia Primária. Parâmetro: Eficácia Objetivo Operacional: Adotar estratégias organizativas designadas por vias verdes Indicador: Número de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com encaminhamento através das Vias Verdes. : 50% / : 15% / : 70% Página 27 de 160

29 Numerador (INEM): n.º de admissão de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com encaminhamento através das Vias Verdes. Denominador (DGS): n.º total de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST. Indicador partilhado com as Administrações Regionais de Saúde (ARS), Por forma a melhorar a melhorar a resposta do Sistema Integrado de Emergência Médica Parâmetro: Eficiência Objetivo Operacional: Dar continuidade à Implementação no terreno da rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características das diferentes regiões do País. Indicador: % de execução anual do Plano de rede de meios de Emergência Médica, aprovado pela Tutela (15 PEM Postos de Emergência Médica) + 10 AEM (Ambulâncias de Emergência Médica) + 5 MEM (Motociclos de Emergência Médica) : 70% / : 20% / : 95% Numerador (INEM): n.º de meios de emergência médica implementados até 31/12/. Denominador (INEM): n.º de meios de emergência médica aprovados pela tutela para o ano de, na Carta de Missão 2014/2018 Página 28 de 160

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31 Ministério da Saúde NOME DO ORGANISMO: INEM - Instituto nacional de Emergência Médica, I.P. MISSÃO DO ORGANISMO: Garantir a prestação de cuidados de emergência médica OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS DESIGNAÇÃO OE 1: Potenciar a imagem OE 2: Ser um organismo responsável OE 3: Prosseguir a implementação e qualificação da rede de emergência médica pré-hospitalar OE 4: Promover a integração de cuidados e partilha de recursos com o SNS OE 5: Implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade OE 6: Potenciar alianças OE 7: Desenvolver a qualificação dos recursos humanos OE 8: Assegurar a certificação da formação em emergência médica dos elementos do SIEM OE 9: Inovar nos serviços OE 10: Garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM OBJECT EFICÁCIA 45,0% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) 10% % de acionamentos de ambulâncias SIV e SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo a 19 minutos n.a. n.a. n.a. n.a. 82,6 69,7 75, % 1.2 % de acionamentos de ambulâncias SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo a 15 minutos, em situações graves n.a. n.a. n.a. n.a. 74,5 56,9 74, % Página 30 de 160

32 OOp2: Implementar uma plataforma electrónica eficaz conducente à eliminação dos circuitos em papel (OE2+OE3+OE7+OE9) 10% % de Meios de Emergência Médica com Sistema de 2.1 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 32, % Registo Clinico Electrónico OOp3: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo um crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE8) - R 15% N.º de Entidades acreditadas para a realização de ações de formação em emergência médica N.º de elementos formados em ações de mass trainin g SBV N.º de elementos formados pelo INEM e por entidades acreditadas em SBV e SBV - DAE n.a. n.a. n.a. n.a % n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 17, % OOp4: Otimizar a gestão de recursos imobiliários e logísticos (OE2+OE10) - R 15% Continuar a racionalização e otimização da utilização de imóveis obtendo as metas definidas no PROE (Rácio de ocupação de 15 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % m2 de área útil acima do solo) OOp5: Adotar / Melhorar as Estratégisa Organizativas designadas por "Vias Verdes" (OE2+OE3+OE4+OE9) - R (partilhado com DGS) 15% % de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes % de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com encaminhamento através das Vias Verdes Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Sépsis (mês) Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde Trauma (mês) n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % Página 31 de 160

33 Oop6: Melhorar o desempenho económico-financeiro e controlar a execução orçamental (OE2+OE10) 10% % de aumento das receitas em prestações de 6.1 n.a. n.a. n.a. n.a. -63,2% 38,1% -7,5% % serviços Oop7: Melhorar a atividade dos meios aéreos de emergência médica (OE2+OE10) - R 15% 7.1 Otimizar a Rede dos Helicópteros, reduzindo o dispositivo de 5 para 4 helicópteros (mês) n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % Oop8: Desenvolver projetos de Parceria Internacionais (OE6+OE9) 10% Apresentação de Resultados de projetos de 8.1 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % parcerias Internacionais (mês) EFICIÊNCIA 35% OOp9: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características e necessidades das diferentes regiões do País (OE2+OE3+OE7+OE9) - R (partilha com ARS) 35% % de execução anual do Plano de Rede de meios de Emergência Médica, aprovado pela n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % Tutela (15 PEM + 5 AEM + 5 MEM) OOp10: Consolidar as carreiras Especiais existentes e criar a Carreira ainda não revista (OE2+OE3+OE7+OE9) 15% Apresentação da proposta de integração e desenvolvimento da carreira Médica do INEM (mês) n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % OOp11: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE3) 15% Obter aprovação de um Plano de otimização de recursos e infraestruturas dos CODU n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % (mês) Oop12: Promover o modelo de partilha e integração de sistemas entre CODU e Centro de atendimento do SNS (OE4+OE10) - R 35% 12.1 Realizar a análise do inventário de objetivos, processos, sistemas e recursos, utilizados pelo CODU e Centro de Atendimento do SNS (mês) n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % Página 32 de 160

34 QUALIDADE 20% OOp13: Melhorar o empowerment do cidadão, divulgando indicadores de desempenho e informação que o capacite a participar ativamente na gestão da sua saúde (OE1+OE6+OE10) 15% N.º de associações representativas de utentes e de cidadãos que participem na definição de estratégias de melhoria de n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % desempenho do INEM (mês) OOp14: Promover a qualidade do atendimento aos utentes. (OE2+OE3+OE7+OE9) - R 35% % de respostas às reclamações no prazo de 14.1 n.a. n.a. n.a. 92, , % 15 dias úteis. OOp15: Dar continuidade e consolidar os processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de qualidade (OE5) - R 35% N.º de fases concluídas do processo de Certificação da área dos Sistemas e Tecnologias de Informação (n.º total de fases n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % = 5) OOp16: Dar continuidade e consolidar o processo de Acreditação do CODU e Meios (OE5) 15% % de Cumprimento de standards do 16.1 Programa de Acreditação do CODU e Meios NOTA EXPLICATIVA n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a % OE = Objetivo Estratégico; OOp = Objetivo Operacional; R = Relevante; E = Estimativa; NA = Não Aplicável; ND = Não Disponível; F = Apuramento Final. JUSTIFICAÇÃO DE DESVIOS A preencher nas fases de monitorização e avaliação anual final. TAXA DE REALIZAÇÃO DOS OBJECTIVOS Página 33 de 160

35 EFICÁCIA 45% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) 10% OOp2: Implementar uma plataforma electrónica eficaz conducente à eliminação dos circuitos em papel (OE2+OE3+OE7+OE9) 10% OOp3: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo um crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE8) - R 15% OOp4: Otimizar a gestão de recursos imobiliários e logísticos (OE2+OE10) - R 15% OOp5: Adotar / Melhorar as Estratégisa Organizativas designadas por "Vias Verdes" (OE2+OE3+OE4+OE9) (partilhado com DGS) - R 15% OOp6: Melhorar o desempenho económico-financeiro e controlar a execução orçamental (OE2+OE10) 10% OOp7: Melhorar a atividade dos meios aéreos de emergência médica (OE2+OE10) - R 15% OOp8: Desenvolver projetos de Parceria Internacionais (OE6+OE9) 10% PLANEADO % EXECUTADO % EFICIÊNCIA 35% OOp9: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características e necessidades das diferentes regiões do País (OE2+OE3+OE7+OE9) - R 35% OOp10: Consolidar as carreiras Especiais existentes e criar a Carreira ainda não revista (OE2+OE3+OE7+OE9) 15% OOp11: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE3) 15% OOp12: Promover o modelo de partilha e integração de sistemas entre CODU e Centro de atendimento do SNS (OE4+OE10) - R 35% QUALIDADE 20% OOp13: Melhorar o empowerment do cidadão, divulgando indicadores de desempenho e informação que o capacite a participar ativamente na gestão da sua saúde (OE1+OE6+OE10) 15% OOp14: Promover a qualidade do atendimento aos utentes. (OE2+OE3+OE7+OE9) - R 35% OOp15: Dar continuidade e consolidar os processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de qualidade (OE5) - R 35% OOp16: Dar continuidade e consolidar ao processo de Acreditação do CODU e Meios (OE5) 15% Taxa de Realização Global Página 34 de 160

36 RECURSOS HUMANOS - DESIGNAÇÃO EFETIVOS (E) EFETIVOS (F) RH PONTUAÇÃO PLANEADOS Dirigentes - Direção Superior Dirigentes - Direção Intermédia (1ª e 2ª) e Chefes de Equipa Técnicos Superiores (inclui Especialistas de Informática) Coordenadores Técnicos (inclui Chefes de Secção) Técnicos de Informática Assistentes Técnicos (inclui AT com funções de Opercaionais do CODU) Assistentes Operacionais Outros, especifique Médicos Enfermeiros Técnicos de Emergência Auxiliar de Telecomunicações de Emergência 21 0 Totais RH REALIZADOS Efetivos no Organismo 31/12/ /12/ /12/ /12/ /12/2014 Nº de efetivos a exercer funções RECURSOS FINANCEIROS - (Euros) DESIGNAÇÃO ORÇAMENTO ORÇAMENTO INICIAL CORRIGIDO Orçamento de Funcionamento Despesas com Pessoal Aquisições de Bens e Serviços Outras Despesas Correntes Transferências Correntes PIDDAC - Outros es (Aq Bens de Capital) ORÇAMENTO EXECUTADO TOTAL (OF+PIDDAC+Outros) Página 35 de 160

37 FONTES DE VERIFICAÇÃO 1.1 % de acionamentos de ambulâncias SIV e SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo a 19 minutos Estatística INEM - GPCG / GSTI 1.2 % de acionamentos de ambulâncias SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo a 15 minutos, em situações graves Estatística INEM - GPCG / GSTI 2.1 % de Meios de Emergência Médica com Sistema de Registo Clinico Electrónico Estatística INEM - GSTI 3.1 N.º de Entidades acreditadas para a realização de ações de formação em emergência médica Registos DFEM 3.2 N.º de elementos formados em ações de mass trainin g SBV Registos DFEM 3.3 N.º de elementos formados pelo INEM e por entidades acreditadas em SBV e SBV - DAE Registos DFEM 4.1 Continuar a racionalização e otimização da utilização de imóveis obtendo as metas definidas no PROE (Rácio de ocupação de 15 m2 de Registos CD / DGF / GGCCP 5.1 % de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes Estatística INEM - GPCG / GSTI (Indicador partilhado com a DGS) 5.2 % de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com encaminhamento através das Vias Estatística INEM - GPCG / GSTI (Indicador partilhado com a DGS) 5.3 Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Sépsis (mês) Registos CD / DR / DEM 5.4 Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde Trauma (mês) Registos CD / DR / DEM 7.1 Otimizar a Rede dos Helicópteros, reduzindo o dispositivo de 5 para 4 helicópteros (mês) Registos CD / DR / DEM 8.1 Apresentação de Resultados de projetos de parcerias Internacionais (mês) Registos GMC 9.1 % de execução anual do Plano de Rede de meios de Emergência Médica, aprovado pela Tutela (15 PEM + 5 AEM + 5 MEM) Registos CD / DR / GCPG 10.1 Apresentação da proposta de integração e desenvolvimento da carreira Médica do INEM (mês) Registos CD / DGRH / GJ 11.1 Obter aprovação de um Plano de otimização de recursos e infraestruturas dos CODU (mês) Registos CD / DEM /DR 12.1 Realizar a análise do inventário de objetivos, processos, sistemas e recursos, utilizados pelo CODU e Centro de Atendimento do SNS Registos CD / DEM /DR 13.1 N.º de associações representativas de utentes e de cidadãos que participem na definição de estratégias de melhoria de desempenho Registos GMC 14.1 % de respostas às reclamações no prazo de 15 dias úteis. Registos GMC / DR 15.1 N.º de fases concluídas do processo de Certificação da área dos Sistemas e Tecnologias de Informação (n.º total de fases = 5) Registos GQ / GSTI 16.1 % de Cumprimento de standards do Programa de Acreditação do CODU e Meios Registos GQ Página 36 de 160

38 13. Recursos necessário à atividade do INEM Para a concretização dos objetivos propostos, o INEM conta com os Recursos Humanos, Financeiros, Patrimoniais, Logísticos e Tecnológicos, necessários à melhoria da qualidade dos serviços de emergência médica prestados, numa lógica de ganhos de eficiência e eficácia. Em função das atividades previstas para e das opções estratégias tomadas pelo Ministro da Saúde, espelhadas na Carta de Missão para o período de 2014/2018, cujos objetivos são refletidos no Plano Estratégico 2014/2016 e nos seus Planos Anuais de Atividades, o INEM, de acordo com os recursos financeiros disponíveis, planifica as necessidades de postos de trabalho para a prossecução da sua missão e atribuições bem como dos recursos patrimoniais, logísticos e tecnológicos Recursos Financeiros Para fazer face aos encargos decorrentes da prossecução das suas atribuições, o INEM dispõe das seguintes receitas, sendo a quase totalidade da receita obtida através da transferência de uma percentagem dos prémios de determinado tipo de seguros, efetuada pelas companhias de seguros: Provenientes de dotações que lhe forem atribuídas no Orçamento do Estado; Da percentagem, atualmente de 2,5%, dos prémios ou contribuições relativos a contratos de seguros, em caso de morte, do ramo «Vida» e respetivas coberturas complementares, e contratos de seguros dos ramos «Doença», «Acidentes», «Veículos terrestres» e «Responsabilidade civil de veículos terrestres a motor», celebrados por entidades sediadas ou residentes no território continental português; Das quantias cobradas pela prestação de serviços no âmbito das suas atribuições próprias; Do produto da venda de publicações editadas; Dos subsídios, subvenções e comparticipações de entidades públicas e privadas; De percentagem do produto das coimas resultantes do exercício das suas atribuições, na proporção prevista nos termos da lei; De quaisquer outras receitas que lhe sejam atribuídas por lei, contrato ou por outro título.

39 O incremento da atividade do SIEM e as opções estratégias tomadas pelo Ministro da Saúde, espelhadas na Carta de Missão para o período de 2014/2018 exigiram um aumento inevitável das despesas. Em 2014, o financiamento da percentagem sobre os Prémios dos seguros era de 2% o que não permitia o equilíbrio orçamental face à previsão das despesas futuras. Assim, e por forma a garantir a autossustentabilidade necessária e suficiente para assegurar o cumprimento dos exigentes objetivos identificados na Carta de Missão, designadamente a implementação de novos Meios de Emergência Médica, a indispensável e consequente aquisição de viaturas, equipamentos e a contratação de pessoal, foi proposto e aprovado na Lei nº82-b/2014 de 31 dezembro, no seu artigo 186º o aumento para 2,5% da percentagem que incide sobre os prémios dos contratos de seguros acima identificados. Durante o ano de, o INEM deverá ter em conta as perspetivas de evolução dos prémios de seguros de vida e não vida, assim como deverá continuar a implementar mecanismos que permitam otimizar o valor das suas fontes de financiamento, designadamente através prestações de serviços e de fundos comunitários. Durante o ano de, o INEM deverá ter em conta as perspetivas de evolução dos prémios de seguros de vida e não vida, assim como deverá continuar a implementar mecanismos que permitam otimizar o valor das suas fontes de financiamento, designadamente através prestações de serviços e de fundos comunitários. O ano de será um ano de maior incerteza na liquidação da despesa, dada a alteração da taxa não se espelhar no montante total arrecadado no primeiro ano de aplicação, uma vez que terá que levar em conta a data da emissão dos avisos de pagamento. O orçamento para o ano de foi, assim, elaborado, no que respeita à receita, levando em conta que 99,4% da mesma resultará de 2,5% dos prémios ou contribuições relativos a contratos de seguros do ramo Vida e dos ramos Doença, Acidentes, Veículos Terrestres no âmbito continental. A previsão do orçamento da despesa para, foi efetuada tendo em conta os objetivos estratégicos do Instituto, reforçando as relações com os parceiros do SIEM e as entidades do SNS, o Mapa de Pessoal, necessário à prossecução das atribuições e Missão do Instituto, e os demais dispositivos legais, no que respeita à contratação para a aquisição de bens e serviços. Página 38 de 160

40 OE R Aprovado Receitas Montante % Vendas e Prestações de Serviços ,00 0,048% Impostos e Taxas ,00 99,440% Proveitos Suplementares ,00 0,110% Transferências de Subsídios 0,00 0,000% Outros Proveitos/Ganhos Operacionais 2.000,00 0,002% Proveitos e Ganhos Financeiros ,00 0,238% Proveitos e Ganhos Extraordinários ,00 0,163% TOTAL ,00 100,000% OE D Aprovado Despesas Montante % Custos com Pessoal ,00 30,66% Aquisições de bens e serviços correntes ,00 21,70% Outros encargos financeiros 60,00 0,00% Transferências correntes ,00 32,44% Outras despesas correntes (1) ,00 10,14% Aquisições de bens de capital ,00 5,06% Provisões do Exercício 0,00% Custos e Perdas Financeiras 0,00% Custos e Perdas Extraordinárias 0,00% Total ,00 100,00% (1) Inclui 2,6 M de reserva e 10 M a aplicar em entidades da AP, de acordo com regras da DGO No que respeita ao orçamento da despesa para, destaca-se a rubrica Transferências Correntes que contém a dotação para fazer face aos protocolos estabelecidos com as entidades que constituem o Sistema Integrado de Emergência Médica, nomeadamente os protocolos com os meios de emergência médica pré-hospitalar integrados nos serviços de urgência (Ambulâncias SIV e VMER) e os protocolos TIP, bem como os Postos de Emergência Médica. Página 39 de 160

41 13.2 Recursos Humanos Os Recursos Humanos do INEM são indispensáveis para a prossecução das suas atribuições e atividades, designadamente no quadro da prestação de cuidados de emergência médica préhospitalar. A 31 de dezembro de 2014, o INEM contava com Postos de Trabalho ocupados de previstos e aprovados no mapa de Pessoal para Para o ano de, o Mapa de Pessoal do INEM (aprovado) prevê Postos de Trabalho. Destes, encontram-se ocupadas a 31 de janeiro de. Cargo / Carreira / Categoria 2014 Previstos Ocupados Previstos Ocupados Dirigentes Superiores Dirigentes Intermédios Médicos Técnicos Superiores de Saúde Técnicos Superiores Enfermeiros Especialistas em Informática Técnicos de Informática Coordenador Técnico Assistentes Técnicos (back office) Assistentes Técnicos (TOTE) Encarregados Operacionais Assistentes Operacionais Técnicos de Emergência Auxiliares de Telecomunicações de Emergência Total Os efetivos encontram-se repartidos pelos Serviços Centrais e pelas Delegações Regionais, conforme se indica no Quadro abaixo. Serviços Centrais % Delegações Regional % Norte % Centro % Sul % Total % Página 40 de 160

42 O quadro de pessoal do INEM tem vindo a ser devidamente estruturado com o objetivo de o adequar ao funcionamento da sua atividade. É pois uma ferramenta consolidada na avaliação da produtividade e efetividade dos seus recursos humanos e respetivas funções. No entanto e conforme se pode observar no gráfico abaixo, apesar dos esforços desenvolvidos, não tem sido possível preencher os postos de trabalho previstos e necessários para suprir as necessidades. Com efeito, tem-se registado um deficit ao nível de várias categorias, que tem sido colmatado com trabalho extraordinário (reduzido substancialmente no últimos anos, mas que ainda subsiste). Como forma de suprir a carência de recursos humanos, particularmente da carreira especial médica, o INEM tem recorrido a prestadores de serviço, para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) e para o Serviço de Helitransporte de Emergência Médica, ao abrigo dos Decretos-Lei nº 140- C/86, de 14/06, e nº 64/88, de 27/02, em regime de prestação de serviço. Assim, aos postos de trabalho ocupados no mapa de pessoal, acrescem 128 médicos e 107 Enfermeiro contratados para as funções referidas. Em foi autorizado pelos membros do Governo competentes, a abertura de concurso que possibilita ao INEM o recrutamento de 85 novos Técnicos de Emergência (TE) e 70 novos Assistentes para funções de Técnico Operador de Telecomunicações de Emergência (TOTE). Foi ainda formulado pedido de autorização para celebração de contratos a termo resolutivo incerto com 25 TE, que resultaram dos candidatos aprovados no anterior concurso para recrutamento de Técnicos de Emergência, mas que excederam os lugares disponíveis. De salientar que a estrutura organizacional do INEM é complexa, incluindo recursos humanos com conhecimentos técnicos diferenciados e treino específico adequado às respetivas áreas funcionais. Página 41 de 160

43 13.3 Recursos Patrimoniais Os recursos patrimoniais disponíveis do INEM serão em utilizados e aplicados nas atividades de investimento em função dos objetivos estratégicos e no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica. Será dada especial atenção à otimização da ocupação dos edifícios melhorando a funcionalidade e eficiência dos serviços, dando cumprimento às orientações estratégicas com o objetivo de alcançar as metas do Programa de Racionalização da Ocupação do Espaço (PROE), designadamente o rácio de ocupação de área útil acima do solo por trabalhador e o custo médio do arrendamento de área bruta, o qual deve ser ajustado à localização geográfica e ao estado de conservação de cada imóvel Recursos Logísticos Para cumprimento das suas obrigações no âmbito do SIEM, o INEM dispõe (a 13/01/) de uma frota de 614 meios de emergência médica distribuídos geograficamente por todo o território continental e para os quais é necessário garantir em permanência a respetiva manutenção, assistência técnica e reparação. Nº de Meios Disponíveis Tipo de Meio A 01/01/2014 A 31/12/2014 VMER Ambulâncias SIV Ambulâncias AEM Motos de Emergência Médica MEM 8 8 Ambulâncias de Socorro sedeadas em entidades do SIEM (PEM) Ambulâncias de Socorro sedeadas em entidades do SIEM (PR) Helicópteros de Emergência Médica 6 6 Ambulâncias Transporte Inter-Hospitalar Pediátrico 3 4 UMIPE 4 4 Total Página 42 de 160

44 Prevê-se para a implementação de novos meios dando cumprimento ao Plano de Rede de Meios de Emergência Pré-Hospitalar e continuidade ao reajustamento da rede de meios de emergência médica, adaptada às necessidades das diferentes regiões do País: 15 Ambulâncias de Socorro, fixados em Postos de Emergência Médica (PEM). 5 Ambulâncias AEM. 5 Motociclos de Emergência Médica. Prevê-se ainda a implementação dos meios previstos no Plano de 2014 e não concretizados por falta de Recursos Humanos e Logísticos (viaturas) Recursos Tecnológicos e Sistemas de Informação O INEM dispõe de serviços de telecomunicações para suporte das suas comunicações de dados que permitem a interligação entre os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) sedeados nos edifícios das Delegações Regionais do Norte (Porto) do Centro (Coimbra) e do Sul (Lisboa) do INEM. Esta rede suporta, ainda, todo o tráfego de dados e voz entre os CODU e as demais instalações do INEM. A atividade do INEM é suportada principalmente pelos seguintes sistemas de informação: O SIADEM (Sistema Integrado de Atendimento e Despacho de Emergência Médica),que permite classificar a chamada e identificar a localização geográfica das chamadas (ao nível do nome da rua e do número de polícia) efetuadas e vindas das centrais 112 transferidas com georreferenciação. Permite, ainda, automatizar o despacho para os meios, fazendo com que seja o meio mais adequado para a ocorrência e mais perto que se dirija para o local fazendo a gestão dos meios existentes O CMS (Software de gestão da central telefónica) que regista todo o fluxo de informação referente ao atendimento, permitindo, por um lado, ter informação detalhada do tipo de chamadas, Página 43 de 160

45 nomeadamente a sua origem (112, Linha de saúde 24, passagem de dados), e por outro gerir os agentes nas suas diferentes tarefas de atendimento. O Registo Clinico Eletrónico implementado nos meios de socorro para melhorar a articulação entre os meios no terreno, o atendimento efetuado nos centros de orientação de doentes urgentes (CODU) e as unidades de saúde, melhorando os tempos de chegada dos meios ao local da ocorrência e a integração da informação. Este sistema permite menor dispêndio de tempo e menor ocorrência de erros/perdas de informação. Permite também melhorar (mais rapidez) a articulação com Unidades de Saúde e a monitorização da atividade, possibilitando a sua melhoria continua. Sistema de triagem telefónica tendo, por base, algoritmos de decisão que combatem a aleatoriedade e, consequentemente o erro no tratamento das chamadas, com uma avaliação sistemática e criteriosa de todas as situações. A aplicação de critérios uniformes, na avaliação e condução das situações, evita que a mesma situação atendida por pessoas diferentes, e muitas vezes pela mesma, gere decisões diversas. Esta solução permite, também, uma maior rapidez no acionamento de meios de socorro, através da priorização precoce dos eventos, com consequente diminuição dos tempos de resposta. 14 Formação Formação em Emergência Médica A formação em emergência médica assume um destaque incontornável na atividade diária do INEM através da promoção da formação e qualificação dos profissionais, indispensável às ações de emergência médica. De salientar a competência do INEM no que respeita formação em emergência médica Definir, planear e orientar a estratégia de formação em emergência médica, dos vários intervenientes do SIEM, incluindo estabelecimentos, instituições e serviços do SNS, Com o objetivo de melhorar a qualificação dos operacionais do SIEM formados na rede de Centros de Formação do INEM, pretendem-se criar as condições necessárias para que, durante o ano de, Página 44 de 160

46 se possam incorporar em alguns dos produtos pedagógicos novas tecnologias e metodologias avançadas de formação na área da saúde, nomeadamente através do recurso a simulação de altafidelidade. O alcance deste objetivo passará pela aquisição/renovação de algum equipamento de formação e pelo estabelecimento de protocolos e parcerias com alguns dos Centros de Simulação Médica em funcionamento. Manter a motivação e aperfeiçoamento das competências dos profissionais, diferenciando os Técnicos de Emergência, no sentido de os dotar da formação necessária para a prestação adequada de cuidados de saúde de emergência e de desenvolver a sua carreira profissional continua a ser um objetivo para. Em, será dada continuidade à otimização e ampliação da rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo um crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM. Para alcançar este objetivo, está prevista a acreditação de entidades para a realização de ações de formação em emergência médica (meta: acreditar mais 15 entidades), Para além da formação em emergência Médica, durante o ano de, o INEM continuará a promover as ações de Mass Training de Suporte Básico de Vida, estando previsto formar mais elementos nestas ações ao longo do ano. Este tipo de iniciativas traduz-se numa oportunidade para incutir no cidadão a perceção de que cada pessoa representa um elo no conceito de cadeia de sobrevivência. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporado o mais cedo possível na vida de cada cidadão. A gestão da formação em emergência médica está a cargo da Unidade Operacional - Departamento de Formação em Emergência Médica (DFEM). O enquadramento dos objetivos estratégicos definidos para a Formação em Emergência Médica é realizado em articulação com as Delegações Regionais (Norte, Centro e Sul) dadas as necessidades específicas de cada região. Página 45 de 160

47 O Plano de Formação em Emergência Médica para contempla as ações de formação necessárias para atingir os objetivos estratégicos do INEM. Este Plano teve como premissas: Garantir a operacionalidade dos meios de Emergência Médica Pré-hospitalar do INEM em funcionamento. Garantir a continuação do processo de integração hospitalar das VMER, Ambulâncias SIV e dos meios INEM. Garantir a formação dos elementos necessários ao funcionamento dos CODU. Garantir a formação dos operacionais necessários ao alargamento da rede de meios de Emergência Médica Pré-Hospitalar do INEM, de acordo com os planos aprovados. Garantir a formação dos formadores necessários para que as respetivas Bolsas de Formadores possam suportar adequadamente a atividade formativa do INEM. Apoiar os processos de formação contínua dos operacionais do INEM. Apoiar a formação de elementos de outras entidades essenciais ao funcionamento do SIEM, nomeadamente, de bombeiros, incluindo recertificações e formação de formadores. Prosseguir com a formação necessária para implementação das designadas novas competências dos Técnicos de Emergência (TE). Realizar as Recertificações dos TE necessárias, em modelo b-learning ou noutro que venha a ser definido pelo CD, incluindo a recertificação em condução. Iniciar/continuar o processo de recertificação dos operacionais e Médicos CODU. Iniciar/continuar o processo de recertificações para VMER e Ambulâncias SIV. Realizar os laboratórios de formação necessários para acreditar centros de formação de unidades de saúde, para que estes formem os seus profissionais em SBV DAE, SAV e Trauma; Realizar ações de formação para venda ao exterior, em particular as necessárias para a acreditação dos centros de formação de unidades de saúde. Iniciar/continuar o processo de formação de formadores SBV nos Agrupamentos de Escolas, no âmbito do projeto SBV nas escolas ; Promover e colaborar em ações de Mass Training de SBV Página 46 de 160

48 O Plano de Formação de Emergência Médica para contempla os produtos pedagógicos abaixo indicadas. De referir que ao longo do ano poderão surgir outras ações que serão classificadas aquando da apresentação da execução do Plano como ações Extra Plano, trata-se de ações necessárias para dar resposta a necessidades formativas não identificadas no Plano inicial dado que o mesmo á aprovado no final do 1º semestre do ano anterior para efeitos de elaboração no Orçamento do ano seguinte. Por forma a maximizar a aproximação ao cidadão e acessibilidade ao profissional do SIEM, foi introduzido um conjunto importante de alterações, quer de formato, quer de conteúdo, que modificaram o paradigma na área de formação em Emergência Médica. A conceção/revisão de diversos manuais de suporte à formação, a conceção/revisão de inúmeros produtos pedagógicos, incluindo o novo formato modular, a definição da formação em regime pós-laboral para os parceiros do SIEM, o início e desenvolvimento de um processo de Acreditação de Entidades Formadoras foram algumas das alterações introduzidas e que irão ser continuamente aperfeiçoadas ao longo do ano em curso. Neste momento, as valências em vigor são: Produtos Pedagógicos / Emergência Médica Curso Avançado Psicologia Emergência Fisiologia de Voo e Segurança em Heliportos / Helitransporte Laboratório Formação Nível III / Nível V Laboratório Formação SBVDAE para Formadores Internos SAV para Médicos CODU/Enfermeiros SIV/Operacionais VMER Coordenação Médica do CODU Centro de Informação Anti Venenos TOTE - Abordagem e Reanimação/Emergências / Atendimento Acionamento Suporte Avançado Vida para VMER / SIV Emergências Médicas para VMER / SIV Emergências Pediátricas e Obstétricas para VMER / SIV Página 47 de 160

49 Emergências Trauma para VMER / SIV Módulo Transporte Doente Crítico/Situação Exceção para VMER / SIV Tripulante de Ambulância de Socorro - Abordagem e Reanimação / Emergências Pediátricas e Obstétricas / Emergências Médicas /Emergências Trauma Protocolo Novas Competências (TE) Suporte Básico de Vida Escolas SBVDAE para TE Recertificação Tripulante de Ambulância de Socorro Produto Pedagógico / Conduções Pré-seleção Condução Base VMER Condução Ambulância Recertificação Condução Ambulância Condução VMER Formação contínua aos Profissionais O INEM, orientado para uma melhor e mais atualizada prestação dos seus serviços com funções qualificadas e diferenciadas, propõe para, e dando continuidade ao Plano de Formação do ano anterior, desenvolver ações de formação aos seus profissionais. Estas ações não estão contempladas nos produtos formativos geridos pelo Departamento de Formação em Emergência Médica. Para a elaboração do Plano de Formação contínua foi realizado o levantamento de necessidades de formação e desenvolvimento junto dos dirigentes/responsáveis do INEM. Após análise dos resultados concluiu-se pela necessidade formativas em três áreas: Página 48 de 160

50 Formação de caráter transversal, abrangendo necessidades específicas de trabalhadores e dirigentes em áreas temáticas muito diversas, desde a utilização de ferramentas informáticas à formação em temas jurídicos. Uma área que serve os propósitos específicos dos operadores do CODU, dando continuidade à formação continua para a valência de Assistentes Técnicos com funções de Técnico Operador de Telecomunicações de Emergência (TOTE) nos CODU. Formação na área comportamental, fruto da vontade de aprofundamento manifestada através da avaliação das mesmas. A gestão da formação contínua aos profissionais (incluído os Assistente Técnicos com funções no CODU) está a cargo da Unidade de Apoio - Departamento de Gestão de Recursos Humanos Formação financiada pelo Fundo Social Europeu (FSE) O INEM continuará a aproveitar as oportunidades de financiamento comunitário abrangendo todas as regiões do país, complementando as suas necessidades de formação Considerando as oportunidades de financiamento disponíveis em, para além das ações relacionadas com a Emergência Médica que, nos anos anteriores têm apresentados candidaturas a cofinanciamento, serão integradas candidaturas a outras áreas com necessidades de formação identificadas, nomeadamente a área das Telecomunicações e Informática e a área da Qualidade e Auditoria. O objetivo para é obter financiamento não só para a formação associada ao domínio da Urgência/Emergência médica cuja formação visa a sustentabilidade do Sistema Integrado de Emergência Médica. Mas ampliar o âmbito da formação com necessidades já identificadas associada à gestão do acesso a cuidados de saúde, incluindo a utilização de aplicações informáticas específicas neste domínio e, ainda, a formação incluída na Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde. Página 49 de 160

51 No entanto, até à data ainda não foram comunicadas pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH) no seu Eixo Prioritário Gestão e Aperfeiçoamento Profissional na tipologia de Intervenção para a Qualificação dos Profissionais da Saúde, a abertura de candidaturas Página 50 de 160

52 15 Atividade Operacional CODU Centro de Orientação de Doentes Urgentes A atividade do CODU está regulamentada, através do Despacho n.º 14041/2012, de 29/10, que define a atividade do CODU, os seus recursos humanos, competências, bem como, a articulação com outros intervenientes do SIEM. Recorde-se, ainda, que a atividade do CODU foi, em 2012, objeto de um processo de Acreditação, segundo o Modelo Nacional e Oficial de Acreditação do Ministério da Saúde, tendo sido atribuído ao INEM a Certificação de Qualidade de Nível Avançado atribuído pelo Comité de Certificação da Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucia (ACSA), da Consejeria de Salud y Bienestar Social. Chamadas de Emergência Médica / Tempos Médios de Atendimento Logo que a chamada é encaminhada para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM numa média que, atualmente se situa nas 3.458/dia 1 e com um tempo médio para atendimento 2 de cerca de 14 segundos, compete ao CODU atender e avaliar no mais curto espaço de tempo os pedidos de socorro recebidos, com o objetivo de identificar e acionar os recursos necessários e adequados a cada caso. Chamadas de Emergência (Atendidas) P Ano Média mensal Média Dia médio registado no ano de O tempo para atendimento corresponde ao tempo entre o primeiro toque da chamada entrada e o seu atendimento pelos operadores do CODU do INEM. Página 51 de 160

53 A diminuição do nº de chamadas atendidas, a partir de 2012, ficou a dever-se ao facto da contabilização das chamadas de emergência se ter tornado mais fina e passar a possibilitar uma melhor separação das chamadas com origem nos números verdes, que deixaram de ser contabilizadas como chamadas de emergência. De referir que desde 2011 que o CODU sofreu algumas alterações, quer no atendimento (as chamadas passaram a ser atendidas a nível nacional) quer na triagem das chamadas e acionamento dos meios (criação de algoritmos de triagem), através da uniformização de procedimentos que se traduziram em melhorias no desempenho operacional. Em 2013 e 2014, verificou-se um aumento significativo do número de chamadas atendidas devido às ondas de calor nos períodos de verão e ao acentuado tempo frio nos períodos de inverno. Este acréscimo significativo teve naturalmente impacto no funcionamento dos CODU. O aumento de segundos verificados em 2014 relaciona-se diretamente com o acréscimo do número de chamadas para o INEM. Este aumento da procura dos serviços de emergência médica registou mais 5% de chamadas comparando 2014 com 2013 e mais 10% comparando 2014 com O que representa em média mais 167 chamadas recebidas por dia (se comparadas com o ano de 2013) e 316 chamadas (se comparadas com o ano de 2012). Para colmatar esta situação têm sido tomadas medidas que passam pela mobilização de operacionais entre turno, para fazer face a situações de maior volume da atividade. Chamadas Não Emergentes Com a entrada em funcionamento (em 2012) do Protocolo de articulação entre a linha Saúde 24 e a linha de Emergência Médica do INEM, o CODU passou a transferência para a linha Saúde 24, todas as chamadas catalogadas como não emergentes/urgentes, ou seja, chamadas cujo resultado de triagem não implique o envio de meios de emergência, na transferência da chamada especifica relativas a situações de intoxicação ou de apoio psicológico em emergência. Página 52 de 160

54 Chamadas de Emergência Saúde 24 (Enviadas) P Ano Média mensal Média Dia Chamadas de Emergência Saúde 24 (Recebidas) P Ano Média mensal Média Dia Triagem das chamadas de Emergência Em maio de 2012, entraram em funcionamento os novos algoritmos de triagem, o Telephonic Triage and Couseling System (Tetricosy ). Este modelo tem por base um algoritmo que permite uma maior objetividade no atendimento das chamadas, uma diminuição da aleatoriedade e, consequentemente, do erro no tratamento das chamadas e uma avaliação sistemática e criteriosa de todas as situações. Considerando a necessidade de melhoria contínua dos processos, está prevista para a revisão dos algoritmos de triagem, fundamental para obter maiores ganhos de eficácia da triagem e consequente encurtamento do tempo do acionamento do meio de emergência eventualmente necessário. Página 53 de 160

55 15.2. Outra Atividade desenvolvida no CODU CODU Mar - Aconselhamento Médico a Situações de Emergência que se Verifiquem a Bordo de Embarcações O Centro de Orientação de Doentes Urgentes Mar tem por missão prestar aconselhamento médico a situações de emergência, o eventual acionamento de meios de evacuação bem como o encaminhamento hospitalar de situações de emergência que se verifiquem a bordo de embarcações. A média diária de situações relacionadas com este serviço têm-se mantido estável, não se prevendo para alterações. CODU MAR P Ano Média mensal 8,41 7,42 8,33 8,00 8,42 8,83 7,67 8,25 Média Dia 0,27 0,24 0,27 0,26 0,28 0,29 0,25 0,27 Situações de Intoxicação É o Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM que prestar informação referentes ao diagnóstico, quadro clínico, toxicidade, terapêutica e prognóstico da exposição a tóxicos em intoxicações agudas ou crónicas e, ainda, informações toxicológicas sobre todos os produtos existentes, desde medicamentos a produtos de utilização doméstica ou industrial, produtos naturais, plantas ou animais. Página 54 de 160

56 Sendo vital dar maior sustentabilidade a esta atividade e contribuir, de forma sinérgica, para ganhos de sustentabilidade do CODU. Foi iniciado, em 2012,um processo de integração desta atividade na rotina dos CODU, preservando as suas especificidades, garantido o necessário sigilo industrial envolvido e assegurando as competências necessárias a esta atividade a todos os futuros intervenientes. Com efeito, O INEM encara esta atividade como de extrema importância no âmbito do SIEM e principalmente, para o cidadão sempre com o objetivo de a tornar com a qualidade, segurança, eficácia e eficiência que se impõem. Neste contexto, através do Despacho n.º 14041/2012, de 29/10, que vem regular a atividade dos CODU do INEM, determina que os CODU são uma estrutura de coordenação operacional centralizada de toda a atividade do SIEM sendo-lhe atribuídas entre outras, o atendimento telefónico permanente deste tipo de situações específicas. A média diária de situações relacionadas com este serviço têm-se mantido estável, não se prevendo para alterações significativas. No entanto, face à importância desta atividade, ao acompanhamento realizado pelo INEM desde a sua criação e por esse motivo detentor de conhecimento e experiência nessa área, está previsto para a reorganização no seu funcionamento por forma a obter maior eficiência no serviço prestado. CIAV Consultas na área de Toxicologia P Ano Média mensal Média Dia Página 55 de 160

57 Apoio psicológico em Emergência São os Centros de Orientação de Doentes Urgentes do INEM que prestam informações relacionadas com o Apoio Psicológico e Intervenção em Crise sendo uma atividade direcionada para o atendimento das necessidades psicossociais da população bem como, caso seja necessário, prestar apoio aos intervenientes do SIEM. Caso seja necessário, estes profissionais deslocam-se diretamente aos locais onde a sua presença se justifique, através das Unidades Móveis de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE) Esta atividade tem sofrido um aumento significativos nos últimos anos, conforme se pode observar na informação da tabela abaixo. Sendo espectável que em mantenha os mesmos níveis de atividade. Está prevista para a reorganização do seu funcionamento, por forma a que o mesmo possa ser prestado com mais qualidade e obtendo maior eficiência e eficácia, com clara diminuição de desperdício. CAPIC Chamadas CAPIC Atendidas no CODU P Ano n.d. n.d Média mensal n.d. n.d Média Dia n.d. n.d Apoio Médico a Eventos, Altas Individualidades e Equipas Táticas O INEM também assegura outras atividades relacionadas com o planeamento civil e proteção, prestando assistência médica em situações de exceção, a eventos de alto risco, colaborando na elaboração dos planos de emergência em situações de catástrofe ou calamidade com as ARS, DGS e ANPC, proteção à saúde de altas entidades: Página 56 de 160

58 Situações de exceção, como sejam, a proteção e socorro a altas individualidades: planeamento civil e prevenção, contribuindo, em articulação com a Direção-Geral de Saúde, para a definição e atualização das políticas de planeamento civil de emergência na área da saúde; Eventos de alto risco, colaborando na elaboração dos planos de emergência/catástrofe com as Administrações Regionais de Saúde, com a Direção-Geral de Saúde e com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, no âmbito das respetivas leis reguladoras; e orientar a atuação coordenada dos agentes de saúde nas situações de catástrofe ou calamidade, integrando a organização definida em planos de emergência/catástrofe, sem prejuízo das atribuições de outras entidades. As equipas que asseguram esta atividade são constituídas por um médico, um enfermeiro, dois Técnicos de Emergência (TE), tendo à sua disposição uma Ambulância de Emergência Médica (AEM) e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER). A par das equipas VIP, o INEM também pode disponibilizar um Posto Médico. É garantida, nesta área, a prestação de assistência médica a vítimas de acidente ou doença súbita durante os encontros, disponibilizando equipas VIP (Proteção à saúde de Altas Entidades) destinadas ao acompanhamento das comitivas. Em, o INEM dará continuidade a esta atividade, operacionalizando Dispositivos de Emergência Médica, no âmbito de eventos nomeadamente, rally de Portugal, semanas académicas, concentrações, operação Fátima, cerimónias várias, congressos nacionais de partidos políticos, simulacros, entre outros. Assim como assegurou o acompanhamento a Altas Individualidades (visitas oficiais)- Assim como continuará a assegurar a coordenação de equipas táticas, como por exemplo, operações policiais de risco, manifestações e incidentes táticos policiais Vias Verdes Pré-Hospitalares As Vias Verdes são estratégias organizadas que visam a melhoria da acessibilidade dos doentes na fase aguda das doenças, aos cuidados médicos mais adequados, proporcionando um diagnóstico e tratamento mais eficazes. Página 57 de 160

59 Além disso, atuam numa abordagem de encaminhamento e tratamento mais adequado, planeado e expedito, nas fases pré, intra e inter-hospitalares, de situações clínicas mais frequentes e/ou graves que importam ser especialmente valorizadas pela sua importância para a saúde das populações e pela relação direta (inversa) existente entre tempo decorrido desde o início dos sintomas / problemas e prognóstico. Neste sentido, as Vias Verdes são essenciais não só para melhorar as acessibilidades como para permitir os tratamentos mais eficazes, dado que o fator tempo, entre o início de sintomas e o diagnóstico/tratamento é fundamental para a redução de mortalidade e das sequelas. Um dos objetivos estratégicos para será o de dar continuidade à adoção das estratégias organizativas designadas como Vias Verdes, sendo apresentado no QUAR os correspondentes objetivos operacionais para dar otimizar estas estratégias no caminho da melhoria da acessibilidade dos doentes. Na Vertente AVC O Programa Via Verde do Acidente Vascular Cerebral do INEM, tem por objetivo orientar os doentes com sinais e sintomas de AVC para o hospital adequado onde o diagnóstico será confirmado e o tratamento efetuado. Em, e com o objetivo melhorar o acesso dos doentes com AVC, o INEM continuará a participar na orientação adequada destes doentes, incrementando a sua participação no transporte interhospitalar, nomeadamente através das equipas das VMER e/ou das Ambulâncias SIV, no seu modelo integrado no SU. Esta atividade será avaliada sistematicamente através da monitorização do número de doentes encaminhados para Unidades de AVC, através da "Via Verde". Página 58 de 160

60 N.º Registos VVAVC Média - Registos VVAVC P Ano Média mensal Média Dia Na Vertente Coronária A Via Verde Coronária pressupõe a identificação precoce de uma situação de enfarte agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (EAMST) e o seu transporte célere até ao local mais próximo disponível com capacidade para realizar a desobstrução mecânica da oclusão arterial. O INEM tem hoje capacidade de diagnóstico clínico e eletrocardiográfico destas situações em todos os seus meios VMER e SIV, com possibilidade de envio informático desses dados para as Unidades de Saúde definidas como centros Coronários. Em, e com o objetivo de melhorar o acesso dos doentes com enfarte agudo do miocárdio com EAMST a Angioplastia Primária, o INEM irá continuar a promover a melhoria da articulação entre o pré-hospitalar e os centros Coronários, no sentido de aumentar a eficácia desta Via Verde e, dessa forma, o número de doentes com enfarte agudo submetidos a desobstrução mecânica primária. Irá também continuar a incrementar a sua participação no transporte inter-hospitalar destes doentes, nomeadamente através das equipas das VMER e/ou das Ambulâncias SIV, no seu modelo integrado no SU. Esta atividade será avaliada sistematicamente através da monitorização do número de doentes com EAMST, admitidos através da Via Verde". Página 59 de 160

61 N.º Registos Via Verde Coronária Média - Registos VV Coronária P Ano Média mensal Média Dia 1,8 2,0 2,2 Na Vertente do Trauma No encaminhamento das vitimas de acidentes para as urgências dos hospitais mais apropriadas. À semelhança do que já sucede com as Vias Verdes AVC e Coronária, a Via Verde do Trauma define os procedimentos a seguir no encaminhamento das vítimas de acidentes para as urgências dos hospitais mais apropriados. Este procedimento nasce da necessidade reconhecida de melhorar a resposta nos hospitais às vítimas de acidentes, através da identificação precoce de sinais de alarme, do conhecimento dos mecanismos de pedido de ajuda, da sistematização das primeiras atitudes de socorro e na definição do encaminhamento para a instituição mais adequada e com melhores condições de tratamento definitivo. Em, e de acordo com a revisão da rede de SU, o INEM irá continuar a definir, com os Centros de Trauma que venham a ser constituídos para o efeito, protocolos de referenciação de doentes traumatizados graves, no sentido de fazer bypass a pontos da rede de SU que não sejam os mais adequados para determinados doentes, fazendo chegar o doente certo ao local certo, no mais curto espaço de tempo possível (conceito de Via Verde). Página 60 de 160

62 Na Vertente da Sépsis Grave A Via Verde da Sépsis visa implementar, em todos os Serviços de Urgência do Serviço Nacional de Saúde um protocolo de identificação rápida e inicio imediato de medidas terapêuticas a todos os doentes com Sépsis grave. De acordo com a Circular Normativa nº 01/DQS/DQCO, da DGS, de 06 de Janeiro de 2010, A implementação de um protocolo terapêutico de Sépsis permite, não só diminuir a morbilidade e a mortalidade associadas a esta patologia, mas, também, uma redução substancial dos custos para as instituições. Uma implementação alargada destes protocolos terapêuticos representa um meio potencial para a melhoria da utilização dos recursos existentes, com contenção simultânea dos custos. Atualmente, porque é cientificamente aceite que uma intervenção precoce e adequada, tanto em termos de antibioterapia como de suporte hemodinâmico, pode melhorar significativamente o prognóstico dos doentes com Sépsis grave e choque séptico, é imperativa a implementação de mecanismos organizacionais que permitam a sua rápida identificação e instituição atempada de terapêutica otimizada. Em 2013 foi implementada a Via Verde da Sépsis no âmbito Pré-hospitalar em Bragança, Mirandela, Mogadouro, Foz Côa, Gondomar e Fafe. Em 2014 foi elaborado um plano de melhoria da Via Verde, que incluirá a Via Verde da Sépsis no contexto extra-hospitalar, de forma a identificar mais precocemente doentes com Sépsis grave e proceder à sua estabilização inicial e encaminhamento para os centros de tratamento de Sépsis grave, criados ao abrigo da referida norma da DGS. Para, está prevista a criação de mecanismos para monitorização desta atividade A Desfibrilhação Automática Externa DAE Indo ao encontro da missão do INEM - garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correta prestação de cuidados de saúde, o INEM tem vindo a apostar na melhoraria da taxa de sobrevivência de pessoas que sofrem de morte súbita cardíaca, ampliando o Programa Nacional da desfibrilhação automática externa (DAE), nos meios INEM e em Espaços Públicos. Página 61 de 160

63 Durante o ano 2013, o DAE foi utilizado vezes, tendo sido recomendados 532 choques. Já em 2014, o DAE foi utilizado vezes, tendo sido recomendados 547 choques. O n.º de casos com recuperação de circulação espontânea (ROSC), para este mesmo período foi de 525 (em toda a cadeia sobrevivência: DAE, SIV e SAV) (destes 59 com DAE). No global, estes números são demonstrativos de um número potencial muito significativo de vidas salvas com este projeto. Em dezembro de 2014, existiam 565 ambulâncias com desfibrilhadores automáticos externos. Todos os PEM e Postos Reserva em Corporações de Bombeiros Voluntários têm DAE atribuído pelo INEM. Em janeiro de 2013, o INEM implementou um novo procedimento de articulação com os Hospitais que se traduz na partilha de informação numa base mensal para follow-up dos doentes até à data da alta hospitalar, a quem foi administrado um choque no pré-hospitalar. Para, o objetivo é o de dar continuidade na utilização deste dispositivo ampliando a rede de DAE em Portugal e continuando a apostar na formação, melhorando desta forma a capacidade de resposta do sistema e a probabilidade teórica de sobrevivência. DAE ESPAÇOS PÚBLICOS Indicador < Total Global * N.º de Programas Licenciados N.º de Equipamentos de DAE N.º Espaços Públicos com DAE N.º de Operacionais de DAE * a 31/Dez/2014 ATIVIDADE NO ÂMBITO DA EXPANSÃO DO PROGRAMA DE DAE DO INEM NO SIEM < Equipamentos em viaturas INEM (VMER, Helicóptero, SIV, AEM e MEM) Equipamentos em ambulâncias (Bombeiros e CVP) * N.º de operacionais (BV e CVP) formados ** Página 62 de 160

64 15.5. Atividade Operacional dos Meios de Emergência Médica O CODU do INEM coordena e gere um conjunto de meios de socorro selecionados com base na situação clínica das vítimas, com o objetivo de prestar o socorro mais adequado no mais curto espaço de tempo. Para o desempenho das suas atribuições, o INEM dispõe: Para além dos meios já definidos no Despacho n.º 5561/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 79 de 23 de abril (que revoga o anterior despacho n.º 14898/2011, de 3 de novembro), as VMER (Viaturas Médica de Emergência e Reanimação) e as Ambulâncias SIV (Suporte Imediato de Vida) Da Ambulância de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP), definida pelo Despacho n.º 1393/2013, de 23 de janeiro, (clarificado pelo Despacho nº 4651/2013, de 3 de abril e alterado no seu ponto 5, pelo despacho nº 3251/2014, de 27 de fevereiro Dispõe ainda, nos termos do novo Despacho n.º 10109/2014, de 6 de agosto, de: Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) Motociclos de Emergência Médica (MEM) Ambulâncias de Socorro sedeadas em entidades que são agentes de proteção civil e ou elementos do SIEM Unidades Móveis de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE) Serviço de Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) Serviço de Transporte regional do Doente Crítico (TrDC) Com efeito, passados dois anos da publicação do Despacho n.º 13794/2012, de 24 de outubro, tornou-se premente atualizar a legislação definidora e os meios existentes. Assim através do novo Despacho n.º 10109/2014, de 6 de agosto (que revoga o anterior despacho n.º 13794/2012, de 24 de outubro) ficaram definidos os meios de emergência médica pré-hospitalar do INEM acima identificados. Página 63 de 160

65 O referido despacho define ainda a distribuição geográfica dos meios, a sua tripulação, competências, e relação com a rede de serviços de urgência. Todos estes meios contribuem para o sucesso de toda a cadeia de cuidados de emergência médica, e revela-se essencial a sua articulação, integração e continuidade de cuidados, envolvendo técnicos de saúde com vários níveis de diferenciação e formação adequadas na área da emergência médica, nomeadamente Técnicos de Emergência pré-hospitalar, Enfermeiros e Médicos. A atividade de Transporte regional do Doente Crítico (TrDC), que se prevê iniciar em, terá por missão assegurar o transporte secundário (inter-hospitalar) do doente adulto agudo, apoiando as unidades do SNS que necessitem, em complementaridade e articulação com os meios decorrentes das unidades do SNS, nomeadamente dos Serviços de Urgência e Unidades de Cuidados Intensivos. O TrDC, integrado nos CODU, será tripulado por um médico e um enfermeiro com formação específica e complementar em transporte do doente, e um Técnico de Emergência. O INEM dispunha, a 31 de dezembro de 2014, dos seguintes meios de Emergência Médica: 42 Viaturas de Emergência e Reanimação VMER 39 Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida SIV 56 Ambulâncias de Emergência Médica - AEM 8 Motociclos de Emergência Médica - MEM 275 Ambulâncias de Socorro, fixados em Postos de Emergência Médica (PEM) 180 Ambulâncias de Socorro, fixados em Postos Reserva (RES) 4 Ambulâncias de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico TIP 4 Unidades Móveis de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE) 6 Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) Para, e dando cumprimento à Carta de Missão 2014/2018, prevê-se dar continuidade ao reajustamento da rede de meios de emergência médica, adaptada às necessidades das diferentes regiões do País, com a abertura de: 15 Ambulâncias de Socorro, fixados em Postos de Emergência Médica (PEM). 5 Ambulâncias AEM. Página 64 de 160

66 5 Motociclos de Emergência Médica. Está previsto ainda a implementação dos meios previstos no Plano de 2014 mas não concretizados por fatores externos ao INEM, designadamente recursos humanos e logísticos (viaturas). Serviço de Helitransporte de Emergência Médica Os helicópteros de emergência médica do INEM são utilizados no transporte de doentes graves entre unidades de saúde (transporte secundário) ou entre o local da ocorrência e a unidade de saúde (transporte primário). Para além disso são um reforço na participação de atividades como seja o transporte de recémnascidos, o transporte de órgãos e/ou equipas de colheita de órgãos e ainda, no transporte de doentes das vias verdes (AVC, Coronária, Trauma e Sépsis), sempre quando a lógica de tempo é vida aconselhar a sua utilização. Com o início, em da atividade de Transporte regional do Doente Crítico (TrDC), o Serviço de Helitransporte de Emergência Médica (SHEM) funcionará como o suporte no tratamento e transporte secundário do doente em complementaridade com o TrDC. No quadro abaixo apresenta-se a evolução do número de acionamentos dos Helicópteros e previsão para : Delegação Nº Helis Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 1 n.a. n.a. 0,9 0,7 0,9 0,9 0,9 0,9 Delegação Regional Centro 1 n.a. n.a. 1,0 1,0 1,0 0,8 0,6 0,6 Delegação Regional Sul 4 0,9 0,8 0,9 1,3 1,3 1,1 1,1 1,3 INEM 6 0,9 0,8 0,9 1,0 1,1 1,0 0,8 0,9 Maior detalhe pode ser observado em anexo Página 65 de 160

67 No final de 2012 foi reajustada a oferta de helicópteros de emergência através da utilização conjunta do dispositivo do MAI (Ministério da Administração Interna) passando o dispositivo a ter duas configurações: durante a fase Charlie de combate aos incêndios florestais, de 1 de Julho a 30 de Setembro, o INEM tem à sua disposição quatro helicópteros ligeiros com equipas médicas nos seguintes locais: Vila Real, distrito de Vila Real 3, Santa Comba Dão, distrito de Viseu, Loures, distrito de Lisboa e Loulé, distrito de Faro. Nos restantes nove meses do ano, o INEM tem à sua disposição cinco helicópteros com equipas médicas, nos seguintes locais: Santa Comba Dão, distrito de Viseu, Loulé, distrito de Faro, Macedo de Cavaleiros, distrito de Bragança, Loures, distrito de Lisboa e Beja, distrito de Beja. Para além destes estará disponível: um helicóptero em Ponte de Sor, distrito de Portalegre, este sem equipa médica. Permitirá ir aos locais das ocorrências e, se necessário, trazer a vítima com a equipa INEM terrestre para o Hospital de destino, melhorando a capacidade de evacuação aérea rápida de uma parte significativa da população do Alentejo. Para, dando cumprimento às orientações estratégicas definidas, no caso, para garantir a sustentabilidade financeira do INEM e promover a do SIEM e por forma a melhorar a atividade dos meios aéreos, será otimizada a Rede dos Helicópteros, reduzindo o dispositivo de cinco para quatro helicópteros. A redução do dispositivo associada à reorganização geográfica dos mesmos, conduzirão à melhoria da capacidade de resposta, tornando-o mais eficiente. As localizações propostas são as seguintes: Região Norte: Concelho de Macedo de Cavaleiros (Distrito de Bragança), Região Centro: Concelho de Viseu (Distrito de Viseu), Região Sul: Concelho de Évora (Distrito de Évora) e Concelho de Loulé (Distrito de Faro), Viatura Médica de Emergência e Reanimação - VMER 3 Ainda em Macedo de cavaleiros, devido a uma Providência Cautelar interposta pelos Municípios de Bragança. Página 66 de 160

68 A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) é um veículo de intervenção pré-hospitalar destinado ao transporte rápido de uma equipa médica ao local onde se encontra o doente. A rede das Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação conta atualmente com 42 viaturas das quais 14 no Norte, 10 no Centro e 18 na região Sul. Apesar da Rede VMER se encontrar praticamente estabilizada e implementada em todo o território nacional (com 42 Meios em funcionamento), encontra-se ainda previsto um reforço na região de Sintra e Barreiro, com a abertura de mais dois novos meios, determinantes para a consolidação da rede VMER (Hospital Fernando da Fonseca/Sintra e Hospital do Barreiro). Prevê-se a sua implementação durante o ano de. No quadro abaixo apresenta-se a evolução do número de acionamentos das VMER e previsão para : Delegação Nº VMER Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 14 4,7 4,4 3,8 3,8 5,3 7,0 6,3 6,6 Delegação Regional Centro 10 4,6 3,8 3,3 3,8 4,6 5,7 5,2 5,4 Delegação Regional Sul 18 4,5 3,4 3,2 3,8 6,1 7,6 6,9 7,7 Maior detalhe pode ser observado em anexo 42 4,6 3,9 3,4 3,8 5,3 6,8 6,1 6,6 Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida- SIV Página 67 de 160

69 As Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) destinam-se a garantir cuidados de saúde diferenciados, designadamente manobras de reanimação, até estar disponível uma equipa com capacidade de prestação de Suporte Avançado de Vida. Atualmente o INEM dispõe 39 Ambulâncias SIV, das quais 19 na região Norte, 8 no Centro e 12 na região Sul. Com a implementação integrada, da totalidade das Ambulâncias SIV, nos Serviços de Urgência Básico dos Hospitais, a distribuição geográfica da rede das Ambulâncias SIV ficará mais eficiente. As Ambulâncias SIV deverão ser posicionadas para responder à procura dos doentes mais graves, utilizando, assim, toda a diferenciação que as suas equipas detêm na área do doente e complementando a rede que é assegurada pelas VMER, por um lado, e as Ambulâncias de Emergência Médica e Ambulâncias de Socorro por outro. É neste sentido que, em, se propõe reforçar esta rede com a implementação de 7 novas Ambulâncias SIV (previstas no Plano de Implementação de Meios de 2014 mas não implementadas devido a condicionantes relacionados com contratação de Recursos Humanos). No quadro abaixo apresenta-se a evolução do número de acionamentos das Ambulâncias SIV e previsão para : Delegação Nº SIV Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 19 2,6 3,8 2,6 2,6 2,2 2,5 2,5 2,2 Delegação Regional Centro 8 2,7 2,7 2,6 3,8 2,9 2,7 2,2 2,6 Delegação Regional Sul 12 2,4 2,2 2,5 2,0 2,3 2,6 2,5 2,5 INEM 39 2,6 2,9 2,6 2,8 2,5 2,6 2,4 2,4 Maior detalhe pode ser observado em anexo Integração de VMER e Ambulâncias SIV Página 68 de 160

70 A 23 de abril de 2014, foi emanada uma nova orientação do SEAMS, através do Despacho nº 5561/2014, de 23/04, que revoga o anterior despacho 14898/2011, de 3/11. O novo despacho que, tal como o anterior, regulamenta a atividade dos meios de emergência pré hospitalar integrados nos Serviços de Urgência, mas vem reforçar a operacionalidade dos meios nomeadamente vinculando a disponibilidade dos profissionais para assegurar essa mesma operacionalidade das VMER e das Ambulâncias SIV A 31/12/2014, as 42 VMER estavam integradas nos Serviços de Urgência dos Hospitais. Quanto às Ambulâncias SIV, das 39 existentes, 30 encontram-se integradas nos Serviços de Urgência Básica (96%) e duas (SIV de Montalegre e SIV de Peniche) serão integradas durante o ano (6%). As restantes 7 Ambulâncias (Gondomar, Arcos de Valdevez, Valença, Fafe, Melgaço, Cantanhede-Mira e Avelar), não são integráveis por não se encontrarem em SUB ou por encerramento dos mesmos (de acordo com Despacho n.º 5561/2014, de 23/04 Os serviços de urgência básica devem integrar uma ambulância SIV. Em relação às Ambulâncias SIV não integráveis, serão propostas, em, outras soluções/alternativas de integração. Esta atividade é monitorizada sistematicamente, sendo realizadas visitas no terreno para aferir do cumprimento dos protocolos de cooperação conjunta. É elaborado um Relatório anual onde se destacam os seguintes resultados: Aumento da oferta de meios SIV. Formação em suporte avançado de vida, suporte avançado de vida em trauma, emergências médicas, emergências pediátricas e obstétricas alargada a médicos e enfermeiros, dos Serviços de Urgência. Aumento da capacidade da resposta ao Transporte de Doente Critico. Afetação dos meios SIV a doentes de prioridade mais elevada/maior gravidade. Integração de 100% das VMER e 94% das Ambulâncias SIV. Página 69 de 160

71 Redução do tempo de inoperacionalidade das VMER, em 64% (2,5% em 2014 face a 6,9% em 2011/início do processo de integração dos meios). Redução de encargos com horas extraordinárias dos profissionais das SIV integradas. Em, prevê-se dar cumprimento do despacho sobre a integração dos meios de emergência préhospitalar, potenciando sinergias, dando continuidade à gestão otimizada dos recursos, contribuindo, inequivocamente, para a sustentabilidade desta importante rede de viaturas e, ainda promovendo o alargamento do âmbito da sua atividade ao transporte inter-hospitalar de doentes s, nomeadamente das Vias Verdes. Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) As Ambulâncias de Emergência Médica (AEM), anteriormente designadas por ambulâncias de suporte básico de vida (SBV), têm como missão a deslocação rápida de uma equipa de emergência médica pré-hospitalar ao local da ocorrência, a estabilização clínica das vítimas de acidente ou de doença súbita e das grávidas e o transporte acompanhado para o serviço de urgência adequado ao estado clínico, dispondo de equipamento diverso de avaliação, reanimação e estabilização clínica. As AEM estão sedeadas em bases do próprio Instituto e a sua tripulação é composta por dois Técnicos de Emergência (TE), permitindo a aplicação de medidas de Suporte Básico de Vida. A 31/12/2014, o INEM dispunha de 56 AEM, das quais 18 na região Norte, 12 no Centro e 26 na região Sul. Dando cumprimento ao objetivo estratégico definido na Carta de Missão relativo à implementação no terreno de uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características/necessidades das diferentes regiões do País, está previsto, para, a implementação de mais 13 novas AEM (das quais 8 previstas no Plano de Implementação de Meios de 2014 mas não implementadas por falta de Recursos Humanos). Página 70 de 160

72 Torna-se fundamental dar continuidade ao alargamento da capacidade de intervenção destes meios, mais numerosos e mais dispersos geograficamente, que constituem, na maioria dos casos, o primeiro elo da cadeia de prestação de cuidados de emergência médica. Para tal é necessário dar continuidade ao programa formativo de aquisição de novos conhecimentos e competências, de forma a poderem melhor atuar em situações de risco de vida imediato, sob forte controlo e coordenação médicos, naquilo que são considerados atos médicos delegados, enquadrados em protocolos de atuação devidamente validados para o efeito. De referir que o Despacho n.º Despacho n.º 10109/2014, de 6 de agosto, que veio definir os meios de emergência médica pré -hospitalar do INEM, nomeadamente no que respeita à sua distribuição geográfica, estabelece que a AEM devem ser implementadas nos grandes centros urbanos, com urgência médico-cirúrgica e polivalente. Assim, em o INEM continuará a reforçar os meios em zonas onde tal se verifica como necessário pela elevada casuística existente e com menor capacidade de resposta instalada. Diminuindo sobreposições regionais/locais de meios de nível de resposta semelhante e aproveitando as sinergias entre redes de viaturas de emergência de diferentes níveis e/ou de diferentes entidades. Delegação Nº AEM Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte Delegação Regional Centro Delegação Regional Sul 18 8,3 8,1 7,1 6,6 7,3 8,6 8,9 8,3 12 6,9 6,4 6,2 6,6 6,6 6,7 6,2 6,4 26 9,3 8,3 8,1 8,8 9,9 9,8 9,7 10,0 INEM 56 8,2 7,6 7,1 7,3 7,9 8,4 8,3 8,2 Maior detalhe pode ser observado em anexo Página 71 de 160

73 Ambulâncias de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico - TIP O Subsistema de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP) é um serviço que presta cuidados a bebés prematuros, recém-nascidos em situação de risco e crianças (até aos 18 anos) gravemente doentes, permitindo a sua estabilização e o transporte para hospitais onde existam unidades de Cuidados Intensivos Neonatais e/ou Pediátricas ou especialidades ou valências não disponíveis no local de origem. É um meio diferente dos restantes, pois não realiza transportes primários (do local da ocorrência para o hospital) mas sim transportes secundários (entre hospitais). Atualmente existem quatro Ambulâncias de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico, uma das quais (TIP de Faro, sedeada no Centro Hospitalar do Algarve), implementada recentemente (a 31/03/2014), para reforço do apoio inter-hospitalar pediátrico na região do Algarve. Delegação Nº TIP Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 1 0,8 0,8 0,9 1,2 1,2 1,5 1,1 1,5 Delegação Regional Centro 1 0,7 0,6 0,8 0,7 0,6 0,6 0,7 0,6 Delegação Regional Sul 2 1,5 1,6 2,1 2,2 1,7 1,7 0,8 0,9 INEM 4 1,0 1,0 1,3 1,4 1,2 1,3 0,8 1,0 Maior detalhe pode ser observado em anexo De salientar que os recém-nascidos e o primeiro ano de vida contribuíram em cerca de 73% das solicitações. Durante os transportes são realizados vários procedimentos e terapêuticas específicas dos cuidados intensivos, em particular a ventilação mecânica, administração de inotrópicos e sedativos, entre outros. Página 72 de 160

74 Unidade Móvel de Intervenção Psicológica de Emergência - UMIPE O apoio de Intervenção Psicológica de Emergência, já referido anteriormente, pode levar ao acionamento das Unidades Móveis de Intervenção Psicológica de Emergência (UMIPE) para o local das ocorrências onde seja necessária a sua presença, como é o caso das tentativas e risco de suicídio, crises de ansiedade e ataques de pânico, violações/abuso sexual e emergências psiquiátricas. Dado que cada vez mais se impõe obter maior eficiência e eficácia, com clara diminuição de desperdício, para prevê-se a reorganização desta atividade em articulação com o Plano de Implementação dos Meios de Emergência Pré-hospitalar para. Maior detalhe pode ser observado em anexo Motociclos de Emergência Médica - MEM Os Motociclos de Emergência Médica (MEM) são um meio ágil, vocacionado para o trânsito citadino, que permite chegar rapidamente ao local onde se encontra o doente. São tripulados por um TE, e tem como missão a sua deslocação rápida ao local da ocorrência, com vista à avaliação e estabilização clínica inicial das vítimas de acidente ou de doença súbita e das grávidas e eventual preparação para o transporte. Página 73 de 160

75 A 31/12/2014, o INEM tinha em funcionamento 8 MEM, das quais 3 na região Norte, 1 no Centro e 4 na Região Sul). Dando cumprimento à Carta de Missão, no seu objetivo estratégico relativo à implementação no terreno de uma rede nacional de veículos de emergência, a implementação, em, de mais 5 novas MEM. Delegação Nº MEM Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte Delegação Regional Centro Delegação Regional Sul 3 3,6 2,6 2,8 2,0 2,1 1,9 3,8 2,5 1 n.d. n.d n.d. 1,2 1,4 2,3 2,8 3,4 4 3,7 3,5 1,5 1,9 1,6 1,6 2,8 1,5 INEM 8 3,7 3,1 2,2 1,7 1,7 1,9 3,1 2,4 Maior detalhe pode ser observado em anexo Ambulâncias de Socorro sedeadas em Postos de Emergência Médica (PEM) e Postos Reserva (PR) As Ambulâncias de Socorro tem por missão assegurar a deslocação rápida de uma tripulação com formação em técnicas de emergência médica no mínimo tempo possível, em complementaridade e articulação com os outros meios de emergência médica pré -hospitalar, e o eventual transporte para a unidade de saúde mais adequada ao estado clínico da vítima. Estes meios são regulados e financiados por acordo homologado pelos Ministérios da tutela, estando fixados em Postos de Emergência Médica (PEM) e Postos Reserva (PR) - Corpos de Bombeiros ou delegações da Cruz Vermelha Portuguesa - por todo o país. Os Postos Reserva disponibilizam e mantêm operacional, diariamente, uma ambulância, aos quais o INEM procede ao pagamento de um prémio de saída variável consoante a área de intervenção, a Página 74 de 160

76 unidade de saúde de evacuação e o serviço ser prestado com ou sem Tripulante de Ambulância de Socorro. A 31/12/2014, o INEM dispunha de: 275 Ambulâncias de Socorro, sedeados em Postos de Emergência Médica (PEM), 89 no Norte 71 no centro e 105 no Sul. 180 Ambulâncias de Socorro, sedeados em Postos Reserva, 70 no Norte 48 no centro e 62 no Sul. Recorde-se o Despacho n.º 10109/2014, de 6/08, que define como meios de emergência médica pré-hospitalar, as Ambulâncias de Socorro sedeadas em Postos de Emergência Médica e Postos Reserva operados por entidades agentes de proteção civil e ou por elementos do SIEM. O referido Despacho, determina, ainda, que os PEM devem ser sedeados em todos os concelhos de Portugal continental. Os 275 PEM estão em funcionamento em 232 dos 278, concelhos de Portugal Continental (de referir que existem concelhos com mais de um PEM), o que significa que ainda deverão ser implementadas mais 46 novos meios. Prevê-se que o processo esteja concluído até 2017, com a implementação dos PEM nos concelhos em falta, ficando todos os Concelhos de Portugal Continental com uma ambulância, garantindo o INEM a formação aos seus tripulantes e o financiamento da atividade. Continuando a aumentar a capacidade de atuação deste importante elo da cadeia, para, está previsto a implementação de 22 novos PEM (7 dos quais previstos no Plano de Implementação de Meios de 2014). Os critérios subjacentes à constituição dos PEM têm em linha de conta o referido Despacho, a população residente em cada concelho (Censos 2011) bem como os meios já disponíveis na região e sua casuística. Página 75 de 160

77 Delegação Nº PEM Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 93 4,8 5,0 4,6 4,2 5,1 6,0 6,1 6,0 Delegação Regional Centro 74 4,4 4,6 4,0 3,8 4,4 4,9 5,1 4,9 Delegação Regional Sul 108 4,7 4,2 4,3 4,8 5,9 6,7 7,2 7,4 INEM 275 4,6 4,6 4,3 4,3 5,1 5,9 6,1 6,1 Maior detalhe pode ser observado em anexo Para além do PEM e dos PR, o INEM recorre a Ambulância de Socorro pertencentes a corporações de Bombeiro (NINEM). Apesar de não existirem protocolo de colaboração com o INEM, o INEM recorre a este serviços em regra, por indisponibilidade / inexistência de meios INEM (meios próprios, posto PEM ou PR) ou por se situarem em áreas mais próximas das ocorrências. Delegação Nº Postos Reserva Média Diária - Acionamentos P Delegação Regional Norte 70 2,0 2,3 2,1 2,0 2,3 2,4 2,6 2,6 Delegação Regional Centro 48 2,0 2,0 1,7 1,7 1,7 1,9 1,9 1,9 Delegação Regional Sul 62 1,7 1,5 1,6 1,9 2,4 2,7 3,0 3,2 INEM 180 1,9 1,9 1,8 1,9 2,1 2,3 2,5 2,6 Maior detalhe pode ser observado em anexo Página 76 de 160

78 16 Unidades Orgânicas A gestão operacional da atividade do INEM é assegurada pelos seus serviços desconcentrados (Delegações Regionais) nas respetivas áreas geográficas (Norte, Centro e Sul) em articulação com as restantes Unidades Orgânicas. De acordo a organização interna, o INEM tem uma estrutura orientada para três grandes vertentes: a área operacional, a área de apoio e logística e a área de apoio à gestão. Áreas Operacionais Emergência Médica Formação em Emergência Médica Áreas de Apoio e Logística Gestão de Recursos Humanos Gestão Financeira Logística e Operações Sistemas e Tecnologias de Informação Compras e Contratação Pública Jurídica Áreas de Apoio à Gestão Qualidade Planeamento e Controlo de Gestão Marketing e Comunicação Página 77 de 160

79 No presente capítulo apresenta-se as atribuições de cada uma das Unidades Orgânicas do INEM as atividades previstas para espelhadas nos objetivos operacionais, indicadores e metas de concretização dos mesmos apresentados nos correspondentes QUAR e articulados com os objetivos estratégicos definidos no Plano Estratégico do INEM para 2014/2016. Apresenta-se ainda o Mapa de Pessoal aprovado para para cada um dos serviços. A elaboração de um QUAR por Unidade Orgânica torna-se um instrumento facilitador na monitorização e a avaliação do planeamento realizado ao nível de cada serviço Departamento de Emergência Médica No INEM, a emergência médica é coordenada pelo Departamento de Emergência Médica (DEM) a quem compete, numa primeira linha, coordenar o SIEM, nas vertentes normativas e técnicas, e proceder à avaliação periódica do seu funcionamento. São competências desta Unidade Operacional: Promover a articulação entre o Serviço de Emergência Médica Pré -Hospitalar e os serviços de urgência/emergência. Desenvolver e implementar técnicas de emergência médica, incluindo a realização de estudos e análises no sentido de garantir o seu constante aperfeiçoamento e difusão dentro do SIEM, de acordo com o estado da arte em cada momento. Promover a investigação científica e tecnológica no âmbito da emergência médica. Assegurar a representação internacional, no domínio das competências e atribuições do INEM e promover a cooperação com as comunidades lusófonas, sem prejuízo das competências próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros, sob coordenação da Direção-Geral da Saúde, abreviadamente designada por DGS, enquanto entidade responsável pela coordenação da atividade do Ministério da Saúde no domínio das relações internacionais. Prestar apoio técnico, quando solicitado, no âmbito da emergência médica às instituições que colaboram com o INEM. Página 78 de 160

80 Coordenar a atividade de informação antivenenos, de apoio psicológico e intervenção em crise, de planeamento e intervenção em situações de exceção e gerir os medicamentos e equipamentos médicos do INEM, nomeadamente na sua vertente técnica e normativa. Desenvolver a implementação de instrumentos de garantia e controlo da qualidade técnica dos cuidados de saúde prestados pelo INEM. Avaliar o desempenho técnico e o cumprimento de requisitos legais com implicação clínica das atividades desenvolvidas pelas entidades do SIEM. Definir normas técnicas relativas à operacionalidade das centrais de emergência médica. Colaborar com a DGS na elaboração de normas de orientação clínica relativas à atividade de emergência médica. Colaborar na elaboração dos planos de emergência/catástrofe com as Administrações Regionais de Saúde, com a DGS e com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, no âmbito das respetivas leis reguladoras. Orientar a atuação coordenada dos agentes de saúde nas situações de catástrofe ou calamidade, integrando a organização definida em planos de emergência/catástrofe, sem prejuízo das atribuições de outras entidades. Planear e coordenar as ações de proteção e de acompanhamento de altas individualidades. Coordenar a atividade a nível nacional realizada em cada Centro de Orientação de Doentes Urgentes, abreviadamente designado por CODU, inerente ao atendimento, triagem e regulação médica dos pedidos de emergência médica recebidos através do número europeu de emergência, bem como o acionamento dos meios e acompanhamento até à unidade de saúde adequada. Coordenar a atividade de transporte inter-hospitalar do doente urgente/emergente, realizado pelos meios de emergência do INEM. Promover, coordenar, assegurar e monitorizar a orientação dos doentes urgentes das vias verdes instituídas pelos programas nacionais. Monitorizar a atividade dos CODU e desenvolver propostas de melhoria do seu desempenho. Promover a criação das condições humanas e tecnológicas necessárias ao desenvolvimento dos CODU. Assegurar e monitorizar a transmissão dos dados clínicos entre os meios de emergências pré -hospitalar e unidades de saúde do SIEM. Página 79 de 160

81 O DEM tem na sua dependência o Gabinete de Investigação e Inovação (GII) e o Gabinete de Coordenação Nacional de Orientação de Doentes Urgentes (GCNODU). Para, o Departamento de Emergência Médica tem como principais objetivos: Dar continuidade à promoção das vias verdes. Melhorar a sustentabilização do CODU, designadamente através da reorganização do atendimento relativo às situações de intoxicação e do serviço de apoio psicológico e intervenção em crise. Reforçar as competências dos Técnicos de Emergência (TE) dando integral cumprimento ao novo Despacho n.º 9958/2014, de 1/08 (que vem revogar o anterior Despacho n.º 16401/2012, de 26/12) que veio adequar o âmbito do conteúdo funcional e das capacidades dos TE). Salienta-se a importância destes elementos na rede de emergência médica nacional, cuja ação pode ser determinante para a sobrevivência de vítimas pois, na maioria dos casos são a primeira linha de atuação por esse motivo é fundamental aumentar as suas qualificações e capacidades de intervenção em situações de risco iminente de vida. Proceder à revisão do sistema de algoritmos de triagem, fundamental para obter maiores ganhos de eficácia na avaliação das situações. Desenvolver projetos em parceria e cooperação internacional Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do DEM para, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área da emergência médica do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Página 80 de 160

82 Serviço: Departamento de Emergência Médica Objetivos Operacionais Eficácia 30% OOp1: Dar maior sustentabilidade à atividade do CODU (OE3+OE10) 50% Rever o modelo de integração do atendimento e aconselhamento médico no âmbito de 1 situações de intoxicação na rotina dos CODU % (mês) 2 Reestruturação do serviço de apoio psicológico e intervenção em crise (mês) % OOp2: Promover o modelo de partilha e integração de sistemas entre CODU e Centro de 30% atendimento do SNS (OE4) Realizar a análise de objetivos processos, 3 sistemas e recursos, utilizados pelo CODU e % Centro de Atendimento do SNS (mês) OOp3: Melhorar o desempenho económico-financeiro e controlar a execução orçamental 20% (OE2 +OE 10) % de aumento das receitas em prestações de 4 serviços % Eficiência 35% OOp3: Adotar Estratégias organizativas designadas por Vias Verdes (OE2+OE3+OE4+OE9) 50% Apresentar, em conjunto com as Delegações 5 Regionais, uma proposta de registo % informático para a Via verde da Sépsis (mês) 6 Apresentar, em conjunto com as Delegações Regionais, uma proposta de registo % informático para a Via verde da Trauma (mês) OOp4: Assegurar a eficiência na utilização dos recursos disponíveis (OE 2+OE10) 50% Página 81 de 160

83 Obter aprovação de um plano de otimização 7 de recursos e infraestruturas dos CODU (mês) % Qualidade 35% OOp5: Desenvolver projetos de parceria e cooperação Internacional (OE6+OE7) 100% N.º de resultados apresentados relativos a 8 projetos internacionais % 9 N.º de programas propostos de cooperação internacional % A Mapa de Pessoal do INEM para identifica um total de 21 postos de trabalho para o DEM e para os Gabinetes na sua dependência: o Gabinete de Investigação e Inovação em Emergência Médica (GIIEM) e o Gabinete de Coordenação Nacional de Orientação de Doentes Urgentes (GCNODU), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: DEM / GIIEM / GCNODU Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Dirigente Intermédio 2º grau Médico Enfermeiro Técnico Superior de Saúde Técnico Superior Assistente Técnico TE Página 82 de 160

84 16.2. Departamento de Formação em Emergência Médica É o Departamento de Formação em Emergência Médica (DFEM) que define, planeia e orienta a estratégia de formação em emergência médica, dos vários intervenientes do SIEM, incluindo estabelecimentos, instituições e serviços do Serviço Nacional de Saúde. Esta Unidade Operacional tem como competências: Conceber e preparar os produtos pedagógicos. Definir os critérios de avaliação de cada produto pedagógico. Elaborar os manuais de formação de emergência médica, em colaboração com o DEM. Certificar os formadores do INEM. Organizar uma bolsa permanente de formadores internos e externos, nos termos do disposto na lei. Monitorizar a qualidade da formação em técnicas de emergência médica ministrada pelo INEM. Acreditar entidades externas ao INEM para a realização de ações de formação em emergência médica. Certificar a formação em emergência médica. Monitorizar a qualidade da formação em técnicas de emergência médica ministrada pelas entidades devidamente acreditadas, nomeadamente através da realização de auditorias. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do DFEM, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área da formação em emergência médica. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Maior detalhe desta atividade já foi apresentada no Capítulo 13.1 Formação em Emergência Médica. Destaca-se no presente capítulo os protocolos a estabelecer em : Página 83 de 160

85 Protocolo de Colaboração com a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) para realização de estágios formativos no INEM e integração na Bolsa de Monitores do INEM na competência específica de Mass Training de Suporte Básico de Vida. Protocolo de Colaboração entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação e Ciência para ministrar Suporte Básico de Vida ( Mass Training SBV ) a alunos do 3.º ciclo do ensino básico, pessoal docente e não docente dos estabelecimentos de ensino públicos. Serviço: Departamento de Formação de Emergência Médica Objetivos Operacionais Eficácia 30% OP1: Ampliar a rede para Formação em Emergência Médica acreditada pelo INEM. (OE7+OE8) 30% 1 N.º de novas Entidades / Centros de Formação acreditados % 2 N.º de formadores certificados nas novas entidades acreditadas % 3 N.º de auditorias externas às entidades acreditadas para proporcionar formação % OP2: Certificar os operacionais do SIEM através da emissão dos respetivos cartões. (OE7+OE8) 20% Nº de cartões TAT e TAS emitidos (incluindo processos RTAT 4 e RTAS) % OP3: Melhorar a qualificação dos profissionais de saúde na área da emergência médica, concretamente a 20% nível da implementação das "Vias Verdes". (OE2+OE7+OE8) N.º de ações de formação realizadas na área das "Vias 5 Verdes" (AVC e coronária) % OP4: Melhorar a qualificação de "leigos" em SBV. (OE1+OE2+OE8) 30% 6 N.º de elementos formados em ações de mass training SBV % Eficiência 20% OP5: Consolidar as Carreiras Especiais existentes e criar a Carreira ainda não revista. (OE2+OE3+OE7) 25% Página 84 de 160

86 Nº de ações de formação realizadas no âmbito do 7 desenvolvimento de novas competências para os TE % OP6: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada, permitindo o crescimento 25% exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE2+OE3) N.º de elementos formados pelo INEM e por entidades 8 acreditadas em SBV e SBV - DAE % OP7: Contribuir para a melhoria do desempenho económico e financeiro e a otimização da gestão dos 25% recursos. (OE2+OE6+OE10) Implementar o Protocolo com a ANEM (Associação Nacional Estudantes de Medicina) para participação graciosa dos 9 estudantes de Medicina nas ações de MT-SBV (mês de % implementação) Qualidade 50% OP8: Continuar e consolidar os processos de certificação / acreditação nas unidades orgânicas do INEM. 40% (OE5+OPE8) 10 Nº de auditorias internas aos Centros de Formação do INEM % % de implementação das medidas corretivas das não 11 conformidades que surjam no âmbito da certificação do % DFEM OP9: Promover a qualidade do atendimento e a transparência no relacionamento com os utentes. 30% (OE1+OE2+OE5) Percentagem de reclamações específicas da formação 12 respondidas no prazo de 15 dias úteis (contados a partir da % data de receção da reclamação no DFEM) 13 Disponibilizar informação sobre a atividade formativa do INEM e das entidades acreditadas relativa ao trimestre % Página 85 de 160

87 anterior [Nº de trimestres] OP10: Promover e desenvolver a qualificação dos Recursos Humanos do INEM. (OE7+OE8) 30% 14 Proposta de novos cursos de recertificação de competências dos operacionais dos meios INEM (incluindo CODU) [Nº de novos cursos de recertificação propostos] % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 15 postos de trabalho para o Departamento de Formação em Emergência Médica (DFEM) e Gabinete de Certificação e Acreditação (GCA), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: DFEM / GCA Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Dirigente Intermédio 2º grau Enfermeiro Técnico Superior Assistente Técnico TE Departamento de Gestão de Recursos Humanos O Departamento de Gestão de Recursos Humanos (DGRH) é a Unidade de apoio responsável na definição e implementação de uma política de gestão de recursos humanos, assegurando a gestão previsional dos recursos humanos do INEM, através de adequados instrumentos de planeamento e controlo de gestão. Página 86 de 160

88 A este Departamento compete: Gerir o sistema de carreiras e de avaliação de desempenho dos trabalhadores do INEM. Organizar e assegurar a gestão administrativa dos recursos humanos do INEM incluindo o controlo de assiduidade, as férias e o processamento de remunerações. Promover o cumprimento dos regulamentos internos e demais legislação aplicável à gestão dos recursos humanos, garantindo a sua coordenação e harmonização global. Assegurar as atividades inerentes ao recrutamento, seleção e acolhimento dos trabalhadores. Identificar as necessidades de formação e de desenvolvimento de competências dos trabalhadores. É ao DGRH que compete propor ao Conselho Diretivo a política de recursos humanos a adotar no INEM. A sua atividade centra-se no recrutamento, seleção e acolhimento do pessoal, bem como na gestão do sistema de carreiras, de avaliação de desempenho e na gestão da formação e desenvolvimento dos colaboradores. Para, a gestão de Recursos Humanos tem como principais objetivos: Aumentar o nível das competências profissionais dos trabalhadores do INEM. Apresentar proposta de criação de carreira Médica no mapa de pessoal do INEM.. O Mapa de Pessoal é um instrumento indispensável ao Departamento de Recursos Humanos, porquanto permite analisar as disponibilidades para novos recrutamentos quer estes se realizem através de procedimentos concursais quer através das modalidades de mobilidade ou ainda por cedências de interesse público. Assim, entre diversas outras atividades, o DGRH, organiza e acompanha, os processos de recrutamento/seleção e elabora os posteriores contratos, as situações de mobilidade interna na categoria e intercarreiras, as cedências de interesse público, e ainda a avaliação e desempenho dos trabalhadores do INEM. O que acima se refere a propósito de recrutamento e seleção é já uma decorrência de uma das principais atribuições do DGRH, qual seja: a de assegurar a gestão previsional dos recursos humanos no INEM, I.P. através de adequados instrumentos de planeamento e controlo de gestão. Página 87 de 160

89 Assim, em foi já autorizada a abertura de concurso que possibilita ao INEM o recrutamento de 85 novos Técnicos de Emergência (TE) e 70 novos Assistentes Técnicos com funções de Operador de Telecomunicações de Emergência (TOTE). Foi ainda formulado pedido de autorização para celebração de contrato a termo resolutivo incerto com 25 TE, que resultaram dos candidatos aprovados mas que excederam os lugares disponíveis no último concurso para recrutamento destes profissionais. Maior detalhe desta atividade já foi apresentada no Capítulo 12.2 Recursos Humanos Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do DGRH, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área de gestão dos Recursos Humanos do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Departamento de Gestão Recursos Humanos Objetivos Operacionais Eficácia 40% OOp1: Aumentar o nível das competências profissionais dos trabalhadores do INEM (OE 7) 30% Número de Reuniões de Planeamento do desenvolvimento 1 de RH, efetuadas com o dirigente de cada serviço do INEM % OOp2: Aperfeiçoar o indicador trabalho suplementar previsto/realizado (OE2+OE5+OE10) 30% N.º de apuramentos de indicadores de gestão que relacionam 2 trabalho suplementar previsto e realizado % OOp3: Consolidar as carreiras Especiais existentes e criar a Carreira ainda não revista (OE3+OE7) 40% Apresentar proposta de integração e desenvolvimento da 3 carreira Médica INEM (mês) % Eficiência 40% OOp4: Melhoria de procedimentos de Recursos Humanos (OE5+OE 9) 20% Página 88 de 160

90 4 Número médio de dias dos Procedimentos Concursais Comuns abertos e concluídos, durante o ano de (desde % a PUB em DR até à ultima ata do júri) OOp5: Redução do défice dos Recursos Humanos (OE2+OE10) 10% Apresentar uma proposta para redução do défice dos 5 Recursos Humanos (Mês) % Qualidade 20% OOp6: Dar continuidade e consolidar os processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de 100% qualidade (OE5+OE9) % De Cumprimento de standards (DGRH) de acreditação do 6 programa do CODU e Meios 0, % Quanto ao DGRH, a proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 18 postos de trabalho para o Departamento de Gestão de Recursos Humanos (DGRH) onde se inclui o Gabinete de Planeamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos (GPDRH), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais. DGRH / GPDRH Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Coordenador Técnico Assistente Técnico Página 89 de 160

91 16.4 Departamento de Gestão Financeira É o Departamento de Gestão Financeira (DGF) a quem compete assegurar a definição e implementar a política financeira e orçamental do INEM. Neste sentido, ao DGF, compete: Organizar, elaborar e manter atualizados os registos contabilísticos. Efetuar a gestão das receitas, emitir ordens de pagamento e assegurar a conferência de faturas. Elaborar a conta de gerência e controlar o orçamento de tesouraria. Proceder à cobrança de receitas e ao pagamento de despesas. Elaborar relatórios financeiros periódicos. Desenvolver todas as ações de gestão económico--financeira que se mostrem necessárias ou que lhe forem determinadas pelo conselho diretivo. De acordo com a Lei n.º 82-A/2014 de 31 de dezembro, qua aprova as Grandes Opções do Plano para, importa prosseguir o ajustamento para assegurar a sustentabilidade das finanças públicas, reforçar a estabilidade financeira e aprofundar a transformação estrutural, de forma a consolidar os progressos alcançados e reforçar as bases da economia portuguesa. Nesta perspetiva, a política financeira e orçamental do INEM, num contexto de pós-paef, procura acompanhar os desígnios da manutenção do controlo da execução orçamental no sentido de contribuir para a o ajustamento conducente à sustentabilidade das finanças públicas. Neste contexto, o INEM tem desenvolvido a sua atividade procurando sempre a utilização racional dos serviços e o controlo de despesa. Estes resultados têm sido possíveis devido à redução de custos, destacando-se uma redução nas despesas com horas extraordinárias e nos fornecimentos e serviços externos, rendas de edifícios, comunicações, entre outros. O objetivo para será o de dar continuidade a esta tendência para dar cumprimento ao controlo da despesa. A concretização destes resultados tem sido conseguida em simultâneo com um aumento da atividade expressa ao longo do presente Plano de Atividades que apresenta, em cada um das suas atividades, não só a previsão para mas também os resultados dos anos anteriores. Página 90 de 160

92 Assegurar a sustentabilidade económica e financeira do INEM bem como reforço o capital que permita fazer face a eventuais reduções de receitas e/ou a necessidades acrescidas de investimento em novos meios, continuarão a ser são objetivos para. Maior detalhe desta atividade já foi apresentada no Capítulo 12.1 Recursos Financeiros. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do DGF, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área de apoio jurídico do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Departamento de Gestão Financeira Objetivos Operacionais Eficácia 40% OP1: Garantir a preparação e execução orçamental adequadas ao suporte da atividade do INEM (OE2+OE10) : 100% Número de dias de antecipação face à data limite para 1 apresentação à tutela do Orçamento do INEM, elaborado % segundo regras definidas 2 Número de dias de antecipação face à data limite para apresentação ao Tribunal de Contas da Conta de Gerência do % INEM, elaborada segundo regras definidas 3 Disponibilizar relatórios mensais, até ao dia 20 do mês seguinte, do acompanhamento económico-financeiro e % orçamental 4 N.º Alterações Orçamentais % Eficiência 40% OP2: Concretizar o Plano de ação para a sustentabilidade financeira do INEM (OE10) : 100% Fornecer a execução financeira, mensal, dos meios 5 integrados, até ao dia 15 do mês seguinte (Dias) % 6 Apresentar a análise das Dimensões / Centros de Custo em % Página 91 de 160

93 articulação com o GPCG, referente ao ano 2014 (Mês) 7 Apresentar a análise dos custos suportados pelo acionamento dos N`INEMs, em articulação com GPCG, levando em conta % despesa paga / nº saídas 8 Apresentar os contributos visando a racionalização e otimização de imóveis % Qualidade 20% OP3: Continuar e consolidar os processos de certificação / acreditação nas unidades orgânicas do INEM (OE2+OE5+OE9) : 50% % de implementação das recomendações das auditorias feitas 9 ao INEM, aplicáveis ao DGF 80% 5% 95% 100% OP4: Participação em processos de Gestão (OE5+OE9) : 50% Cumprimento do standard (DGF) de acreditação do programa 10 do CODU e Meios (Mês) % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 21 postos de trabalho para o Departamento de Gestão Financeira (DGF) e para o Gabinete a ele associado de Gestão Orçamental e de Investimentos (GGOI), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 92 de 160

94 DGF/GGOI Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Técnico de Informática Coordenador Técnico Assistente Técnico Assistente Operacional Gabinete de Logística e Operações A principal função do Gabinete de Logística e Operações (GLO) é a de assegurar a gestão, manutenção e conservação das instalações e equipamentos do INEM bem como garantir a gestão da frota do INEM, garantindo a respetiva operacionalidade, substituição, avaliação e alienação, e manter atualizado um sistema de informação relativo à utilização das viaturas. A esta Unidade compete ainda: Preparar e manter os meios operacionais de emergência e equipamentos, de acordo com as especificações clínicas definidas pelo DEM. Organizar e manter atualizado, em articulação com os restantes serviços competentes, o cadastro dos imóveis integrados no património do INEM, ou por estes utilizados. Estabelecer, com os serviços utilizadores, circuitos adequados de distribuição interna, reposição e devolução de artigos de consumo. Articular e aferir, com o serviço de gestão de compras, uma correta política de reaprovisionamento. Página 93 de 160

95 Organizar e manter os processos de armazenagem, assegurando o funcionamento dos armazéns avançados. Definir os critérios e requisitos necessários ao exercício da atividade de transporte de doentes, incluindo os dos respetivos veículos, e proceder ao licenciamento desta atividade e dos veículos a ela afetos. Divulgar informação sobre os requisitos das viaturas, equipamentos e instalações do INEM, e realizar auditorias de acompanhamento do cumprimento das normas e regulamentos na matéria. Proceder às necessárias vistorias de conformidade das viaturas e equipamento de transporte de doentes urgentes/emergentes e conceder a respetiva certificação. Fiscalizar a atividade de transporte de doentes, sem prejuízo da competência sancionatória atribuída a outros organismos. Participar na definição de normas e procedimentos na área da prevenção e segurança das instalações e da prevenção de acidentes de viação. Realizar registo de incidentes e sinistros e apuramento de responsabilidades. Para, o GLO prevê dar continuidade à sustentabilidade financeira dos recursos logísticos (viaturas) do INEM, através da implementação em pleno do plano de redução de custos para a gestão de frota do INEM definido em 2014, otimizando, desta forma, os recursos da sua atividade core. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GLO, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área logística (viaturas) do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete de Logística e Operações Objetivos Operacionais Eficácia 50% OP1: Otimizar a gestão de recursos imobiliários e logísticos (OE2+OE10) 50% Obtenção de descontos preferenciais, para 1 concessionários e oficinas de 2ª linha para mão-de-obra e peças (%) % Página 94 de 160

96 2 Apresentar contributos para a racionalização e otimização de utilização % dos imóveis (mês) OP2: Melhorar o tratamento da informação da Gestão de Frota, através da 50% utilização de Sistemas de Informação (OE5+OE9+OE10) Apresentação ao CD de documento descritivo das melhorias a implementar na 3 aplicação informática de controlo e % manutenção de cadastro de viaturas (mês) 4 Construção e implementação de aplicação informática de controlo e manutenção dos processos para concessão de alvarás e % certificados de vistorias (mês) Eficiência 35% OP3: Contribuir para a melhoria do desempenho económico e financeiro 100% do INEM (OE2+OE10) % de processos para concessão de alvarás 5 instruídos em menos de 10 dias úteis % 6 % de processos para concessão de certificados de vistoria instruídos em menos % de 10 dias úteis Qualidade 15% OP7: Dar continuidade aos processos de acreditação/certificação 100% (OE1+OE2+OE9+OE10) Apresentar proposta de Plano de 7 manutenção preventiva dos equipamentos % (mês) 8 % de Standards cumpridos do programa de acreditação do CODU e Meios % Página 95 de 160

97 A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 17 postos de trabalho para o Gabinete de Logística e Operações (GLO), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GLO Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional TE Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação É o Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação (GSTI) que assegurar a implementação dos sistemas de informação do INEM e define os interfaces com outros sistemas de informação internos e externos. A este Gabinete compete: Colaborar com os demais serviços na realização de testes das aplicações, definir normas de documentação e garantir o desempenho, a segurança e a confidencialidade da informação. Definir o modelo lógico e físico das bases de dados e assegurar a sua administração e otimização e normalização de procedimentos. Página 96 de 160

98 Elaborar as especificações técnicas, acompanhar o desenvolvimento, a implementação, o teste e a manutenção das aplicações adquiridas externamente. Apoiar a implementação das aplicações, quer a nível de atualização do software, quer a nível de formação. Controlar e otimizar a infraestrutura de processamento e redes instaladas. Gerir os suportes informáticos; h) Definir normas e standards e prestar apoio técnico na utilização de hardware e software. Garantir a manutenção, o desempenho e as condições de segurança dos produtos instalados e respetiva segurança, dando suporte à exploração e verificando o cumprimento de normas técnicas. Assegurar as atividades de gestão documental associada, expediente e arquivo. Planear, promover e implementar redes de telecomunicações de emergência. O principal objetivo para desta Unidade de Apoio é o de assegurar a eficiência na utilização dos recursos disponíveis, através do desenvolvimento do Projeto de reestruturação da infraestrutura do CODU de Lisboa, Renovação do parque informático e Implementação de uma plataforma de monotorização da infraestrutura de rede, servidores e aplicações do INEM. Para, o GSTI prevê, ainda, dar continuidade à implementação nos Meios de Emergência Médica com Sistema de Registo Clinico Eletrónico. Durante o ano de será ainda dada especial atenção à otimização de mecanismos/ferramentas tecnológicas, através da criação de um Sistema de Informação inovador que permita sustentabilizar as operações e realizar o controlo de gestão com mais rigor. Ainda durante o ano de e dando cumprimento ao objetivo estratégico definido - implementar os instrumentos de Gestão da Qualidade, de modo a promover a garantir a segurança aos cidadãos está previsto dar início ao processo de Certificação NPEN ISO 9001 da área dos Sistemas e Tecnologias de Informação, dando continuidade aos processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de qualidade Página 97 de 160

99 Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GSTI, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área das tecnologias e sistemas de informação do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação Objetivos Operacionais Eficácia 50% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam 60% assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) Número de intervenções realizadas com o objetivo de 1 implementar melhorias no Registo Clinico Eletrónico % OOp2: Implementar uma plataforma eletrónica eficaz conducente à eliminação dos circuitos em papel 40% (OE7+OE9) % de Meios de Emergência Médica com Sistema de Registo 2 Clinico Eletrónico % Eficiência 30% OOp3: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE2+OE9+OE10) 50% 2014 Projeto de reestruturação da infraestrutura do CODU de 3 Lisboa (Mês) % 4 Renovação do parque informático (PC superiores a 6 anos) do backoffice (Mês) % 5 Implementação de uma plataforma de monotorização da infraestrutura de rede, servidores e aplicações do INEM % (Mês) OOp4: Desenvolver projetos parceria Internacionais (OE1+OE6+OE 9) 50% 6 Desenvolver a aplicação de Gestão de eventos de risco e sua % Página 98 de 160

100 integração no projeto Geritrans (Mês) Qualidade 20% OOp5: Dar continuidade e consolidar os processos de certificação nas áreas de suporte, pelas normas de qualidade (OE5+OE7+OE9) Implementar a 1º fase do Processo de certificação do GSTI 7 (Mês) % % De Cumprimento de standards (GSTI) de acreditação do 8 programa do CODU e Meios 50% 0% 100% 50% 100% A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 21 postos de trabalho para o Gabinete de Sistemas e Tecnologias de Informação (GSTI), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GSTI Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Especialista em Informática Técnico de Informática Assistente Técnico Encarregado Operacional Assistente Operacional ATE Página 99 de 160

101 16.7 Gabinete de Gestão de Compras e Contratação Pública É o Gabinete de Gestão de Compras e Contratação Pública (GGCCP), que assegura as aquisições de todos os bens, serviços e empreitadas necessárias ao funcionamento do INEM, desenvolvendo os adequados procedimentos de contratação pública. A esta unidade de apoio compete ainda: Participar e implementar na elaboração de políticas e estratégias de compras para as diversas categorias de bens e serviços. Identificar, de forma sistemática, as oportunidades de redução de custos e assegurar a sua implementação. Garantir, em articulação com as áreas de gestão de stocks e de armazéns, uma correta política de reaprovisionamento. Assegurar, em articulação com o GJ, o registo e arquivo dos originais dos contratos geradores de responsabilidades ou direitos de natureza patrimonial ou financeira. Gerir o património imobiliário e mobiliário pertencente ao INEM, bem como dos bens do Estado que lhe estão afetos. Para, e por forma a otimizar a gestão de recursos imobiliários, garantido a sua sustentabilidade financeira, este Gabinete tem como principais objetivos Apresentação de propostas para dar continuidade da implementação do plano de redução de custos para a racionalização e otimização de imóveis. Assegurar a compilação e tratamento dos dados estatísticos da atividade do CODU, através do controlo dos registos eletrónicos designadamente dos Postos de Emergência Médica. Contribuir para a melhoria do desempenho económico-financeiro do INEM, desenvolvendo todos os esforços para a conclusão atempada procedimento interno aquisitivos. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GGCCP, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área Gestão de Compras e Contratação Pública do INEM. Cada objetivo Página 100 de 160

102 operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete de Gestão de Compras e Contratação Pública Objetivos Operacionais Eficácia 40% OP1: Assegurar a compilação e tratamento dos dados estatísticos da atividade do 50% CODU (OE2+OE6+OE9+OE10) % de Posto PEM que procedem ao envio eletrónico de 1 informação no Portal do SIEM % OP2: Assegurar a compilação e tratamento dentro dos prazos estipulados pelo CD 50% (OE2+OE9+OE10) Apresentar um documento com contributos visando a 2 implementação de um plano de redução de custos para a % gestão de frota do INEM (Mês) 3 Apresentar um documento com contributos visando a racionalização e otimização de imóveis (Mês) % Eficiência 40% OP3: Contribuir para a melhoria do desempenho económico-financeiro do INEM 50% (OE10) Conclusão do procedimento interno aquisitivos de 4 ambulâncias e VMER (Mês) % OP4: Contribuir para a realização dos objetivos do QUAR do INEM (OE1+OE2) 50% Número de procedimentos submetidos à concorrência em 5 plataformas eletrónicas de contratação % 6 % de prémios de saída processados em menos de 30 dias úteis % Qualidade 20% OP5: Promover a qualidade do atendimento aos utentes e disponibilizando 100% Página 101 de 160

103 informação sobre a atividade do INEM (OE1+OE2+OE5) 7 Nº de auditorias internas a processos de gestão % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 14 postos de trabalho para o Gabinete de Gestão e Contratação Pública (GGCCP), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GGCCP Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Coordenador Técnico Assistente Técnico Assistente Operacional Gabinete Jurídico O Gabinete Jurídico (GJ) do INEM, enquanto Unidade de Apoio à Gestão, tem como competência: Participar na análise e preparação de projetos de diplomas legais e de regulamentos no domínio da atividade do INEM. Assessorar juridicamente o conselho diretivo e as unidades orgânicas do INEM. Assegurar resposta no âmbito dos processos graciosos. Instruir processos, nomeadamente, disciplinares. Página 102 de 160

104 Propor a instauração e preparar a instrução dos processos relativos à aplicação do direito de mera ordenação social da competência do INEM. Assegurar o patrocínio judicial nos processos em que o INEM, seja parte. Responder a pedidos de acesso a dados e documentos administrativos. Emitir certidões sobre processos que lhe estão confiados. Para o GJ propõe se garantir padrões elevados de qualidade e operacionalidade no apoio jurídico prestado e apoiar tecnicamente o Conselho Diretivo na emissão de pareceres e informações jurídicas com vista a tomada de decisão, mantendo nível de excelência desejável, assim como otimizar os circuitos dos processos para conseguir ganhos de eficácia e eficiência na sua conclusão/apoio a decisão. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GJ, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área de apoio jurídico do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete Jurídico Objetivos Operacionais Eficácia 40% OP1: Assegurar a preparação de projetos de diplomas legais no âmbito da atividade do INEM (OE2+OE7+OE9) 40% 1 N.º de diplomas propostos ao CD % OP2: Regularizar contencioso de mera ordenação social por infração ao Regulamento do Transporte de 40% Doentes (OE1+OE2) 2 % De processos contraordenações instaurados % OP3: Melhorar a resposta na elaboração de protocolos (OE2+OE9) 20% % na elaboração de protocolos ( média 2 dias elaboração da 3 minuta) % Eficiência 30% Página 103 de 160

105 OP4: Assegurar a emissão de pareceres nas diversas áreas (OE2+OE9) 30% % de processos com emissão de parecer dos classificados com 4 tal % OP5: Melhorar a resposta aos pedidos de informação de acessos a dados (ADA) (OE1+OE2+OE9) 40% % de respostas de pedidos de informação de Acesso a dados 5 (ADA), prazo legal 15 dias úteis % OP6: Consolidar as características especiais existentes e criar a carreira ainda não revista (OE3+OE7) 30% Apresentar proposta de integração e desenvolvimento da 6 carreira Médica INEM (mês) % Qualidade 30% OP7: Participar nos processos de Gestão (OE2+OE6) 50% N.º Participações do Gabinete Jurídico na elaboração de 7 propostas de processos de gestão % OP8: Promover a desmaterialização de documentos e de processos com vista à simplificação de 50% procedimentos e à consequente diminuição de custos associados aos mesmos (OE1+OE2+OE9+OE10) % Processos em matéria de acesso a dados emitidos por via 8 eletrónica/fax % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 9 postos de trabalho para o Gabinete Jurídico (GJ), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 104 de 160

106 GJ Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Assistente Técnico Gabinete de Qualidade A qualidade é uma área fundamental de qualquer instituição, devendo ser entendido como um instrumento de gestão indispensável no apoio à decisão e na procura sistemática da excelência. É o Gabinete de Qualidade (GQ) do INEM que assegura o apoio ao conselho diretivo na definição da política da qualidade, garantindo a difusão da mesma e promovendo o cumprimento das disposições legais e regulamentares aplicáveis. São igualmente competências deste Gabinete: Proceder ao acompanhamento e análise da evolução do desempenho dos serviços, em função dos indicadores e padrões da qualidade definidos. Garantir a informação sobre os resultados da monitorização dos indicadores definidos; e preparar e realizar auditorias internas e acompanhar as auditorias externas no âmbito dos processos de qualidade. Promover o desenvolvimento e efetuar o acompanhamento das ações preventivas e corretivas necessárias ao cumprimento dos referenciais normativos em vigor e dos objetivos estabelecidos. Página 105 de 160

107 Promover a realização de estudos de avaliação da satisfação de utentes, colaboradores e parceiros do SIEM. Divulgar e controlar a documentação produzida no âmbito do sistema de gestão da qualidade. Fornecer apoio e suporte técnico à conceção e concretização de projetos de gestão e melhoria contínua da qualidade desenvolvidos por colaboradores, unidades orgânicas do INEM e de parceiros do SIEM. Acompanhar e apoiar os processos de acreditação e certificação a que o INEM entenda. Promover a política de gestão de risco. Participar na implementação, monitorização e avaliação do programa de gestão de risco em todas as suas vertentes. Recorde-se que a atividade do CODU foi, em 2012, objeto de um processo de Acreditação, segundo o Modelo Nacional e Oficial de Acreditação do Ministério da Saúde, tendo sido atribuído ao INEM a Certificação de Qualidade de Nível Avançado atribuído pelo Comité de Certificação da Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucia (ACSA), da Consejeria de Salud y Bienestar Social. Este processo envolve globalmente toda a organização ao nível operacional mas também ao nível das áreas de suporte, através da criação de grupos de trabalho, com o objetivo de identificarem áreas de melhoria nos procedimentos. Estas melhorias são implementadas e avaliadas em relação à sua eficácia, numa lógica de melhoria contínua. No início de 2014 foi estabelecido um plano onde foram distribuídas as tarefas pelos grupos de trabalho e realizadas reuniões de acompanhamento para verificar a evolução das atividades e realizar a sua revisão quando necessário. Foram elaboradas listas de verificação para as auditorias ao nível documental, visitas ao CODU, visita aos meios e visita à Farmácia e Armazéns. Ainda durante o ano de 2014 serão iniciadas as auditorias internas que servirão para preparar as visitas de avaliação externa da DGS / ACSA decorreram em novembro de E, no final do ano serão trabalhadas as melhorias identificadas no relatório da avaliação de acompanhamento da ACSA e serão realizadas novas auditorias internas com a mesma metodologia. Com os resultados identificados e com a avaliação das atividades do grupo de trabalho da Acreditação será estabelecido o plano para. Página 106 de 160

108 Em, com o suporte das atividades realizadas em 2014 e os respetivos resultados serão integrados novos standards no plano para serem trabalhados, com o objetivo de começar a preparar o nível ótimo no programa de Acreditação do INEM, dando continuidade e consolidando o processo de Acreditação. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GQ, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área dos Processos da Qualidade do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete Da Qualidade Objetivos Operacionais Eficácia 40% Op1: Dar continuidade e consolidar os processos de Certificação nas áreas de suporte, pelas normas de 50% qualidade (OE1+OE2+OE5+OE7+OE9) N.º de fases concluídas do processo de certificação pela 1 norma da qualidade da área de tecnologias e sistemas de % informação. Op2: Dar continuidade e consolidar o processo de Acreditação CODU e Meios (OE1+OE2+OE5+OE7) 50% % Standards cumpridos do programa de acreditação do 2 CODU e Meios 50% 10% 70% 100% Eficiência 40% Op3: Monitorizar o Plano Estratégico do INEM 2014/2016 (OE1+OE2+OE10) 50% Elaboração de relatório em articulação com o GPCG (nº de 3 vezes por ano) % Op4: Cumprir Programa de auditorias 2014 (OE2+OE5+OE7+OE9) 50% % de auditorias realizadas (n.º de realizadas / n.º de 4 previstas) % Página 107 de 160

109 5 % de implementação das medidas corretivas das não conformidades que surjam no âmbito dos processos % certificados Qualidade 20% OP5: Promover a qualidade dos processos no INEM (OE1+OE2+OE5) 100% Nº médio mensal de questionários aplicados para avaliação 6 da satisfação dos utentes % 7 Nº de questionários aplicados para avaliação da satisfação dos trabalhadores no ano % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 6 postos de trabalho para o Gabinete de Qualidade (GQ), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GQ Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Médico Enfermeiro Técnico Superior Assistente Técnico Página 108 de 160

110 16.10 Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão O planeamento e controlo de gestão assume uma crescente relevância na gestão da atividade do INEM sendo a principal função do Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão (GPCG), garantir uma visão integrada do INEM em articulação com os seus objetivos estratégicos. É a este Gabinete que compete: Proceder à recolha, tratamento e sistematização da informação de gestão e da atividade. Implementar indicadores de gestão e de atividade, nomeadamente nas componentes de acesso e produção, qualidade assistencial, económico -financeira, satisfação dos utentes e recursos humanos. Gerir, em articulação com DGRH, o sistema de avaliação de desempenho, em todas as suas vertentes. Coordenar a preparação da proposta do Quadro de Avaliação e Responsabilização e do plano de atividades e acompanhar a sua execução. Elaborar relatórios, mapas e outros documentos de análise da gestão e de atividade, designadamente o relatório anual de atividades, bem como o relatório de gestão, em articulação com as unidades do INEM envolvidas e monitorizar a informação neles contidas. Promover a coerência e adequação dos sistemas de informação de apoio à gestão em articulação com o GSTI e respetivos utilizadores. Promover a monitorização dos indicadores de atividade, em articulação com as restantes unidades; Identificar oportunidades de financiamento externo para comparticipação de despesas e preparar e acompanhar as respetivas candidaturas a financiamento. Elaborar estudos que, no âmbito da análise de gestão e de atividade, lhe sejam solicitados pelo conselho diretivo. A área do planeamento e controlo de gestão assume uma crescente relevância na gestão do INEM por forma a garantir uma visão integrada em articulação com os seus objetivos estratégicos. Página 109 de 160

111 O planeamento adequado e o controlo dos processos de Gestão reveste-se de grande utilidade para assegurar a tomada de decisão e avaliar a performance da atividade do INEM. Esta atividade será desenvolvida através da definição de instrumentos eficazes de gestão, adoção de soluções que endereçam problemas específicos de determinadas áreas de atividade do INEM e desenvolvimento adequado de sistemas de acompanhamento das atividades. O principal objetivo para o ano de será acompanhar e implementar processos de melhoria dos Sistema de Informação através da articulação entre as ferramentas informáticas, por forma a criar um sistema de monitorização útil e fiável das atividades chave do INEM. Este Gabinete continuará a participar em processos de gestão, elaboração de estudos da atividade do INEM com vista à tomada de decisões e otimização dos circuitos dos processos para conseguir ganhos de eficácia e eficiência. Em será dada especial atenção aos processos de monitorização que se concretizem em ações para a sustentabilidade financeira do INEM. Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GPCG, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área do planeamento e controlo de gestão do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão Objetivos Operacionais Eficácia 50% OP1: Assegurar a compilação e tratamento dos dados estatísticos da atividade do CODU 50% (OE2+OE9) Disponibilizar informação sobre a estatística mensal da 1 atividade operacional, até ao último dia do mês seguinte (N.º) % Página 110 de 160

112 2 Realizar avaliações / estudos periódicos sobre o desempenho do CODU (N.º) % OP2: Assegurar a compilação e tratamento dentro dos prazos estipulados pelo CD (OE2) 50% % de Relatórios / Planos elaborados a pedidos do CD 3 entregues dentro do prazo estipulado % 4 % de respostas a pedidos pontuais do CD respondidos dentro do prazo estipulado % Eficiência 35% OP3: Contribuir para a melhoria do desempenho económico-financeiro do INEM (OE2) 40% Tratar os dados relativos ao pagamento de horas extra, horas de qualidade, prestações de serviço, ajudas de custo e 5 pagamentos a formadores até ao último dia do mês seguinte após a receção dos dados (N.º) % OP4: Contribuir para a realização dos objetivos do QUAR do INEM (OE1+OE2) 40% 6 Monitorizar os indicadores do QUAR INEM (N.º) % OP5: Monitorizar o Plano Estratégico do INEM 2014/2016 (OE1+OE2+OE10) 10% Elaboração de relatório em articulação com o Gabinete de 7 Qualidade (nº de vezes por ano) % OP6: Concretizar o Plano de ação para a sustentabilidade financeira do INEM em 10% articulação com a DGF (OE2+OE10) Apresentar a análise das Dimensões / Centros de Custo em 8 articulação com o DGF, referente ao ano 2014 (Mês) % 9 Apresentar a análise dos custos suportados pelo acionamento dos N`INEMs, em articulação com o DGF, levando em conta despesa paga / nº saídas % Página 111 de 160

113 Qualidade 15% OP7: Participação em processos de Gestão (OE2+OE6) 100% N.º Participações do GPCG na elaboração de propostas de 10 processos de gestão % 11 Cumprimento do standard (GPCG) de acreditação do programa do CODU e Meios (Mês) % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 5 postos de trabalho para o Gabinete de Planeamento e Controlo de Gestão (GPCG), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GPCG Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Assistente Técnico Gabinete de Marketing e Comunicação A implementação dos planos de marketing e de comunicação é da responsabilidade do Gabinete de Marketing e Comunicação (GMC) que é a Unidade de apoio à Gestão responsável por assegurar a atividade de assessoria mediática e de divulgação da atividade do Instituto. É a este Gabinete que compete: Monitorizar e difundir internamente as notícias sobre a atividade do INEM. Página 112 de 160

114 Assegurar a gestão dos meios de comunicação com o exterior, nomeadamente o sítio na Internet, o correio electrónico, meios de comunicação newmedia e publicações. Assegurar a gestão das reclamações, controlando o processo desde a entrada da reclamação até à respetiva resposta e suas eventuais implicações disciplinares. Garantir a organização e o acompanhamento de visitas guiadas aos núcleos operacionais do INEM. Garantir o funcionamento do Centro de Documentação do Instituto. Definir e planear a estratégia a adotar pelo INEM no domínio do marketing e promover a comunicação, interna e externa do INEM, contribuindo assim para a consolidação e manutenção da imagem da instituição. Ao nível da comunicação, em, o GMC continuará a desenvolver iniciativas no sentido de promover a correta divulgação da sua atividade, contribuindo para: Maior esclarecimento dos utentes dos serviços do INEM Maior esclarecimento dos profissionais de saúde Maior esclarecimento dos restantes parceiros do INEM Maior motivação dos profissionais A estratégia de comunicação a seguir tem como objetivo dar visibilidade a projetos e concretizações junto da opinião pública e dos mass-media porquanto tal contribui para a credibilização do INEM, para a recolha de apoios e de goodwill da opinião pública e para a melhoria qualitativa da imagem do setor da saúde e da área da emergência médica. Para além disso, importará assegurar a análise das reclamações apresentadas pelos utentes do INEM, a audição dos serviços envolvidos e a prestação de resposta em tempo útil. Será também competência do GMC a gestão das reclamações apresentadas pelas entidades do Sistema Integrado de Emergência Médica. A manutenção do programa de visitas guiadas aos núcleos operacionais do INEM será outro dos eixos estratégicos, dado que visa fomentar a adequada utilização por parte do público dos serviços e meios de emergência médica pré-hospitalares, fator para o sucesso da atividade desenvolvida pelo Instituto. Página 113 de 160

115 Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR do GMC, com identificação dos objetivos operacionais propostos para na área de marketing e comunicação do INEM. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Gabinete de Marketing Comunicação objetivos Operacionais Eficácia 35% OP1: Assegurar um serviço de assessoria mediática para os órgãos do INEM - OE1 + OE9 50% % de respostas aos pedidos dos órgãos de comunicação social 1 até ao 1º dia útil seguinte ao da receção % 2 % de resumo de imprensa enviado diariamente, por correio eletrónico, até às 10 horas % OP2: Divulgar a atividade do INEM - OE1 + OE9 50% 3 N.º de comunicados de imprensa propostos % 4 Edição de uma newsletter em formato digital (n.º de exemplares) % 5 Divulgação de resultados de projeto de parceria internacional - Geritrans (mês) % Eficiência 35% OP3: Utilização das redes sociais e new media enquanto ferramenta de divulgação da atividade do INEM - 50% OE1 + OE6 + OE9 N.º de novos conteúdos na página institucional do INEM no 6 Facebook e Twitter % 7 N.º de novos conteúdos na página institucional do INEM no Instagram % OP4: Melhorar a disponibilização de conteúdos do INEM na Internet - OE1 + OE6 + OE9 50% 8 Colocação on-line de vídeos no INEM TV (N.º) % Página 114 de 160

116 9 Inserção de novos conteúdos no menu última hora do site na Internet (N.º) % Qualidade 30% OP5: Melhorar o empowerment do cidadão, divulgando indicadores de desempenho e informação que o 15% capacite a participar ativamente na gestão da sua saúde - OE2 + OE5 + OE6 N.º de associações representativas de utentes e de cidadãos 10 consultadas e que participem na definição de estratégias de % melhoria de desempenho do INEM OP6: Promover a qualidade do atendimento aos utentes melhorando a resposta às reclamações e 85% disponibilizando informação sobre a atividade do INEM - OE2 + OE5 11 % de respostas às reclamações no prazo de 15 dias úteis % Apresentação de relatórios trimestrais sobre as reclamações 12 recebidas no INEM: utentes + SIEM (n.º de relatórios) % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 5 postos de trabalho para o Gabinete de Marketing e Comunicação (GMC), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GMC Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Técnico Superior Assistente Técnico Página 115 de 160

117 Página 116 de 160

118 16.12 Delegações Regionais O INEM dispõe três serviços territorialmente desconcentrados, designados por Delegações Regionais. Com efeito, a nova Lei Orgânica do INEM 4 veio alterar as áreas territoriais de atuação dos serviços desconcentrados passando as Delegações Regionais reduzidas de quatro para três, concretamente a Delegação Regional de Lisboa e a de Faro passaram a ser uma única - a Delegação Regional do Sul que passou a englobar a região de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Sul. São as Delegações Regionais do INEM que asseguram a gestão operacional, na respetiva área geográfica, dos processos relativos ao atendimento e assistência a doentes urgentes/emergentes, bem como, à operacionalidade dos meios humanos, financeiros e materiais que lhe estão afetos, competindo -lhes, em articulação com as restantes unidades orgânicas: Gerir os meios sediados em entidades externas, garantindo o cumprimento dos compromissos entre o INEM e aquelas entidades. Assegurar e gerir o funcionamento local das atividades de formação, de apoio psicológico e intervenção em crise, de orientação de doentes urgentes, da logística, de telecomunicações e de informática. Assegurar a gestão dos recursos humanos, financeiros e materiais que lhe estão afetos. Ao nível da gestão operacional, as Delegações Regionais, em cada uma das suas áreas de intervenção, preveem desenvolver em, um conjunto de iniciativas no sentido de garantir a gestão da sua atividade com maior qualidade nos serviços prestados. Enunciam-se as referidas iniciativas: Dando cumprimento a umas das linhas estratégias do INEM - Prosseguir a implementação e qualificação da emergência médica pré-hospitalar, no sentido de melhorar a resposta do Sistema Integrado de Emergência Médica - em, as Delegações Regionais centrar-se-ão na execução do Plano da Rede de Meios de Emergência Médica, que prevê a abertura de mais cinco AEM, cinco MEM e 15 Ambulâncias de Socorro sedeadas em Postos de Emergência Médica. 4 De acordo com o DL n.º 34/2012, de 14 de Fevereiro, o INEM dispõem de 3 serviços territorialmente desconcentrados, designados por Delegações Regionais: DR do Norte (NUTS do Norte), DR do Centro (NUTS do Centro) e DR Sul (NUTS Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve) Página 117 de 160

119 Dando continuidade ao objetivo de melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permita assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados, em será dada especial atenção à melhoria da gestão do seu funcionamento, através de novos processos de monitorização e avaliação da sua atividade bem como de propostas de melhoria das ferramentas informáticas. Será igualmente um ano de novas iniciativas no que respeita a parcerias para gestão otimizada de recursos, por forma a garantir a sustentabilidade financeira do INEM, promovendo igualmente a do SIEM. No que respeita à gestão da Qualidade, e na sequência do processo de Acreditação obtido em 2012, numa perspetiva da melhorar o desempenho do CODU Nacional, as Delegações Regionais, preveem, ainda, ao longo do ano de dar continuidade à implementação das melhorias identificadas neste processo. O ano de será igualmente dedicado à melhorar das qualificações dos profissionais de emergência médica do INEM. Através da formação de novos operacionais abrangidos por formação SIV/SAV e TAE. Página 118 de 160

120 Delegação Regional do Norte Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR da DRN, com identificação dos objetivos operacionais propostos para. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Delegação Regional do Norte Objetivos Operacionais EFICÁCIA 45% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam 45% assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) % de acionamentos de ambulâncias SIV e SBV com tempo de 1.1 resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 19 minutos 1.2 % de acionamentos de ambulâncias SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 15 minutos, em situações graves OOp2: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo em 20% crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE8) 2.1 N.º de elementos formados em ações de mass training SBV % OOp3: Adotar Estratégias organizativas designadas por Vias Verdes (OE2+OE3+OE4+OE9) 35% Número de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes (%) % Número de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com % encaminhamento através das Vias Verdes (%) Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Sépsis (mês) % Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Trauma (mês) % Página 119 de 160

121 EFICIÊNCIA 35% OOp4: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada 60% às características e necessidades das diferentes regiões do País (OE2+OE3+OE7+OE9) - 60% % de execução anual do Plano de Rede de meios de 4.1 Emergência Médica, aprovado pela Tutela (15 PEM + 5 AEM % 5 MEM) Oop5: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE3) 40% Obter aprovação de um Plano de otimização de recursos e 5.1 infraestruturas dos CODU (mês) % QUALIDADE 20% OOp6: Promover a qualidade do atendimento aos utentes. (OE2+OE3+OE7+OE9) - 100% 100% 6.1 % de respostas às reclamações no prazo de 15 dias úteis % % de Standards cumpridos do programa de acreditação do 6.2 CODU e Meios % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 135 postos de trabalho para a Delegação Regional do Norte (DRN), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 120 de 160

122 DRN Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Médico Enfermeiro Técnico Superior Assistente Técnico TE ATE E um total de 412 postos de trabalho para o Gabinete de Coordenação Regional do SIEM do Norte, distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GCRSN Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Enfermeiro TE Página 121 de 160

123 Delegação Regional do Centro Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR da DRC, com identificação dos objetivos operacionais propostos para. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço: Delegação Regional do Centro Objetivos Operacionais EFICÁCIA 45% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam 45% assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) % de acionamentos de ambulâncias SIV e SBV com tempo de 1.1 resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 19 minutos 1.2 % de acionamentos de ambulâncias SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 15 minutos, em situações graves OOp2: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo em 20% crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE8) 2.1 N.º de elementos formados em ações de mass training SBV % OOp3: Adotar Estratégias organizativas designadas por Vias Verdes (OE2+OE3+OE4+OE9) 35% Número de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes (%) % Número de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com % encaminhamento através das Vias Verdes (%) Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Sépsis (mês) % Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Trauma (mês) % Página 122 de 160

124 EFICIÊNCIA 35% OOp4: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada 60% às características e necessidades das diferentes regiões do País (OE2+OE3+OE7+OE9) - 60% % de execução anual do Plano de Rede de meios de 4.1 Emergência Médica, aprovado pela Tutela (15 PEM + 5 AEM % 5 MEM) Oop5: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE3) 40% Obter aprovação de um Plano de otimização de recursos e 5.1 infraestruturas dos CODU (mês) % QUALIDADE 20% OOp6: Promover a qualidade do atendimento aos utentes. (OE2+OE3+OE7+OE9) - 100% 100% 6.1 % de respostas às reclamações no prazo de 15 dias úteis % % de Standards cumpridos do programa de acreditação do 6.2 CODU e Meios % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 95 postos de trabalho para a Delegação Regional do Centro (DRC), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 123 de 160

125 E um total de 220 postos de trabalho para o Gabinete de Coordenação Regional do SIEM do Centro, distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 124 de 160

126 Delegação Regional do Sul Apresenta-se no Quadro abaixo o QUAR da DRS, com identificação dos objetivos operacionais propostos para. Cada objetivo operacional está associado a um ou mais objetivos estratégicos apresentados no Plano Estratégico 2014/2016. Serviço : Delegação Regional do Sul Objetivos Operacionais EFICÁCIA 45% OOp1: Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam 45% assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados (OE2+OE3+OE7+OE9) % de acionamentos de ambulâncias SIV e SBV com tempo de 1.1 resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 19 minutos 1.2 % de acionamentos de ambulâncias SBV com tempo de resposta, desde o acionamento à chegada ao local, em tempo % a 15 minutos, em situações graves OOp2: Otimizar e ampliar a rede de formação em emergência médica certificada pelo INEM, permitindo em 20% crescimento exponencial do número de pessoas formadas e uma maior sustentabilidade do SIEM (OE8) 2.1 N.º de elementos formados em ações de mass training SBV % OOp3: Adotar Estratégias organizativas designadas por Vias Verdes (OE2+OE3+OE4+OE9) 35% Número de admissões de doentes em Unidades de AVC com encaminhamento através das Vias Verdes (%) % Número de admissões de doentes com EAM com supra desnivelamento do segmento ST admitidos com % encaminhamento através das Vias Verdes (%) Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Sépsis (mês) % Apresentar uma proposta de registo informático para a Via verde da Trauma (mês) % Página 125 de 160

127 EFICIÊNCIA 35% OOp4: Dar continuidade à implementação no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada 60% às características e necessidades das diferentes regiões do País (OE2+OE3+OE7+OE9) - 60% % de execução anual do Plano de Rede de meios de 4.1 Emergência Médica, aprovado pela Tutela (15 PEM + 5 AEM % 5 MEM) OOp5: Melhorar a atividade dos meios aéreos de emergência médica (OE2+OE3+OE7+OE9) 20% Otimizar a Rede dos Helicópteros, reduzindo o dispositivo de para 4 helicópteros (mês) % Oop6: Assegurar a eficiência dos recursos disponíveis (OE3) 20% Obter aprovação de um Plano de otimização de recursos e 6.1 infraestruturas dos CODU (mês) % QUALIDADE 20% OOp7: Promover a qualidade do atendimento aos utentes (OE2+OE3+OE7+OE9) - 100% 60% 7.1 % de respostas às reclamações no prazo de 15 dias úteis % % de Standards cumpridos do programa de acreditação do 7.2 CODU e Meios % OOp8: Desenvolver projetos de Parceria Internacionais (OE6+OE9) 40% 8.1 Apresentação de resultados de projeto de parceria internacional - Geritrans (mês) % A proposta de Quadro de Pessoal do INEM para identifica um total de 148 postos de trabalho para a Delegação Regional do Sul (DRS), distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: Página 126 de 160

128 DRS Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 1º grau Médico Técnico Superior Coordenador Técnico Assistente Técnico Assistente Operacional TE ATE E um total de 474 postos de trabalho para o Gabinete de Coordenação Regional do SIEM do Sul, distribuídos pelas seguintes categorias profissionais: GCRSS Carreira / Cargo PT Aprovado MP PT Ocupados (31/01/) Desvio Dirigente Intermédio 2º grau Médico Enfermeiro TE Página 127 de 160

129 17 Outras atividades e projetos transversais 17.1 Ambiente, Segurança e Higiene no Trabalho Com o objetivo de garantir condições de trabalho capazes de promover um adequado um nível de saúde dos colaboradores e trabalhadores, o INEM desenvolve a sua atividade promovendo o Ambiente, Segurança e Higiene no Trabalho (onde se inclui a Medicina no Trabalho), constituindo, desta forma garantia da prevenção de riscos profissionais e contribuindo para o aumento da competitividade com diminuição da sinistralidade. Em termos de Ambiente, o INEM dará continuidade ao Plano de, nas vertentes: Política Ambiental Manual de Gestão Ambiental Processos Chave Procedimentos de Gestão Instruções de Trabalho Modelos, para registo da atividade desenvolvida Registos na plataforma SIRAPA Agência Portuguesa do Ambiente Realização de auditorias Quanto à Segurança e Higiene no Trabalho pretende que no ano de assente num conjunto de atividades conducentes a assegurar a manutenção de condições de trabalho que garantam a segurança e promovam a saúde dos trabalhadores, combatendo, dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, e minimizando as condições inseguras do ambiente de trabalho, promovendo a adoção de boas práticas de trabalho e de medidas preventivas pelos trabalhadores. durante o ano de, será dada continuidade a atividades como: Auditoria técnica aos edifícios do INEM (Delegações Regionais e Sede), com o objetivo de identificar perigos e avaliar os riscos das atividades desenvolvidas. Página 128 de 160

130 Auditorias aos meios para identificação de perigos, caracterização e avaliação dos riscos das atividades desenvolvidas em ambulância, mota de emergência e helicóptero. Identificação das necessidades de formação e informação em matéria da SHT. Quanto à Medicina no trabalho, em, serão realizadas consultas de rotina aos funcionários do INEM, incluindo os novos colaboradores e será dada continuidade ao registo dos acidentes de trabalho para controlo e tratamento estatístico dos dados. Página 129 de 160

131 18 Conclusões O INEM apresentou ao longo do Presente Plano de Atividades para o ano, as ações que consubstanciam as linhas estratégicas definidas: responder a todas as situações de emergência médica com profissionalismo, competência e rapidez, reforçar a rede de parcerias do INEM com outras entidades e garantir a sustentabilidade financeira do Instituto, otimizando a afetação dos recursos físicos e financeiros. A aposta para centrar-se-á na procura sistemática de ganhos de eficácia e de eficiência na prossecução da sua Missão e das suas atribuições, designadamente através das seguintes iniciativas: Reajustar a oferta da rede de meios de emergência médica, implementando no terreno uma rede nacional de veículos de emergência, adaptada às características/necessidades das diferentes regiões do País. Melhorar o desempenho dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que permitam assegurar maior rapidez na assistência e maior qualidade nos serviços prestados. Consolidar as Carreiras Especiais existentes. Formar/Acreditar na área da emergência médica e ampliar a rede de centros certificados para a formação em emergência médica. Manter a qualidade, no que tem a ver com os processos de acreditação / certificação dos Serviços do INEM. Promover uma cultura de cidadania através da disseminação da atividade do INEM e disponibilização aos utentes de mais informação. E, ainda, a melhorar a eficiência e eficácia dos tempos de resposta, através de um melhor aproveitamento dos Sistemas de Tecnologias de Informação, nomeadamente através da implementação de uma plataforma eletrónica eficaz conducente à eliminação dos circuitos em papel. Página 130 de 160

132 Em suma, apresenta-se o planeamento das atividades previstas para : Dar continuidade ao Despacho n.º 10109/2014, 6/08 (que veio revogar o Despacho n.º 13794/2012, de 24/10), sobre os meios de emergência médica pré-hospitalar do INEM, nomeadamente no que respeita à dispersão geográfica das Ambulâncias de Socorro constituídas por Postos de Emergência Médica. Os anteriores Despachos da Tutela vieram consagrar como meios de emergência médica préhospitalar do INEM as AEM, os MEM, as Ambulâncias SIV, as Ambulâncias TIP e as VMER. Face à evolução do modelo de emergência médica, tornou-se premente atualizar a legislação definidora e os meios existentes, contemplando as UMIPE, o SHEM e o TrDC. Dar continuidade à monitorização da atividade do transporte inter-hospitalar pediátrico, para dar cumprimento ao despacho (Despacho n.º 4651/2013, de 03/04) que regulamenta toda a atividade relacionada com este tipo de transporte. Implementar o Serviço de Transporte regional do Doente Crítico (TrDC) que assegure o transporte secundário (inter-hospitalar) do doente adulto agudo, apoiando as unidades do SNS que necessitem, em complementaridade e articulação com os meios decorrentes das unidades do SNS, nomeadamente dos Serviços de Urgência e Unidades de Cuidados Intensivos. Reorganizar a atividade de apoio psicológico em Emergência, de forma a que o mesmo possa ser prestado com mais qualidade. Reorganizar a atividade relativa a situações de intoxicação por forma a obter maior eficiência no serviço prestado. Proceder ao acompanhando e monitorizando sistemático dos projetos implementados, por forma a rentabilizar a sua atuação, reforçar a sua participação e melhorar a eficiência da sua gestão e operação. Implementar o Plano da Rede de meios de emergência pré-hospitalar para continuando a apostar na melhoria contínua, nomeadamente da acessibilidade, eficácia, eficiência e qualidade do SIEM, num modelo consistente e sustentável. O INEM procurará diminuir as sobreposições locais ineficientes de meios semelhantes, melhoria da cobertura do socorro em zonas carenciadas, reforço da rede SIV, reforço da participação dos Bombeiros Voluntários do SIEM, entre outras. Continuar a aumentar a capacidade de atuação através da implementação de sistemas de apoio à navegação e registo clínico eletrónico num maior número de viaturas, com todas as vantagens Página 131 de 160

133 destas aplicações em termos de eficácia, rapidez, controlo clínico, integração da informação e qualidade de cuidados já largamente demonstrados. Acompanhar as propostas de melhoria relativas à implementação dos Fluxos de Triagem nos CODU, fundamental para todo o sucesso do sistema integrado de emergência médica e garante necessário da sua qualidade e segurança. Dar continuidade na utilização do DAE, apostando na formação, melhorando desta forma a capacidade de resposta do sistema e a probabilidade teórica de sobrevivência. Manter a motivação e aperfeiçoamento das competências dos profissionais, diferenciando os Técnicos de Emergência, no sentido de os dotar da formação necessária para a prestação adequada de cuidados de saúde de emergência e de desenvolver a sua carreira profissional continua. Dar cumprimento ao Despacho n.º 9958/2014, de 1/08 sobre as competências dos TE do INEM e que vem clarificar o âmbito das competências e conteúdo funcional dos TE do INEM como Técnicos de Emergência atuando em ambiente pré-hospitalar. Os TE do INEM passaram a ser designados como Técnicos de Emergência, num passo largo tendente à criação da carreira de Técnico de Emergência pré-hospitalar. Ampliar a rede de centros de formação em Emergência Médica certificada pelo INEM, bem como capacitar e acreditar unidades de formação nas Administrações Regionais de Saúde e nas Unidades de Saúde, entre outros. Pretende-se disseminar esta competência ao maior número possível de profissionais de saúde, em específico, e de cidadãos, em geral, aumentando o seu empowerment e, por tal facto, a sua capacidade de intervenção em situações de emergência e ainda a sua competência na gestão da sua saúde. Implementar o Plano de Formação, desenvolvendo ações de formação em várias áreas. Incorporar em alguns dos produtos pedagógicos novas tecnologias e metodologias avançadas de formação na área da saúde, nomeadamente através do recurso a simulação de alta-fidelidade. Identificar oportunidades de financiamento externo para comparticipação de despesas. Dar continuidade à tendência do controlo da despesa. Página 132 de 160

134 Aumentar a eficácia da emergência médica e dotá-la de melhorias que permitam atingir os objetivos que lhe estão cometidos, sempre numa ótica da redução da otimização custo/benefício, promovendo a gestão com foco no cliente e na qualidade dos serviços de sistemas e tecnologias da informação. Dar continuidade à implementação de uma estratégia de compras centrada na procura das melhores condições de mercado, bem como na promoção da concorrência entre fornecedores, de forma a reduzir custos de aquisição e gerar poupanças. Continuar a consolidar o processo de Acreditação CODU/Meios, através da monitorização e avaliação sistemáticas das melhorias implementadas e de novas melhorias. Continuar a consolidar os processos de Certificação ISO 9001 Acompanhar e implementar de processos de melhoria dos Sistema de Informação através da articulação entre as ferramentas informáticas, por forma a criar um sistema de monitorização útil e fiável das atividades chave do INEM. Dar continuidade à melhoria da transparência da informação em saúde. Estabelecer novas parcerias para gestão otimizada de recursos. Estabelecer programas de cooperação internacional Otimizar a gestão de recursos imobiliários e logísticos Dar cumprimento ao Despacho n.º 10319/2014, de 11/08 e 11226/2014, de 5/09, que vem determinar a estrutura do Sistema Integrado de Emergência Médica ao nível da responsabilidade hospitalar e sua interface com o pré-hospitalar, bem como ao nível das responsabilidades dos Serviços de Urgência Dar cumprimento ao Despacho n.º 11226/2014, de 5/09, relativo à implementação de processos que promovam a informatização clinica dos Serviços de Urgência Página 133 de 160

135 19 Considerações Finais O INEM, enquanto organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, adotará em, em cada uma das suas áreas de atuação, as medidas conducentes ao cumprimento das estratégias definidas em diversos documentos orientadores. São eles o Programa do Governo e às orientações do Plano Nacional de Saúde 2012/2016, bem como as opções estratégias tomadas pelo Ministro da Saúde, espelhadas na Carta de Missão para o período de 2014/2018 e, ainda, as necessidades identificadas, no que toca ao objetivo estratégico de desenvolvimento da emergência médica pré-hospitalar. O atual Conselho Diretivo do INEM está ciente dos obstáculos futuros que é necessário enfrentar, num tempo de contínuos constrangimentos e crescentes dificuldades, inscritos numa conjuntura reconhecidamente difícil. Ainda assim, será um ano marcado pelo início de uma nova etapa, de novas iniciativas inovadoras e pelo desenvolvimento e implementação das mesmas, sempre numa ótica de resposta com eficácia, a qualquer hora, a situações de emergência médica. O INEM procurará sempre, através do acompanhamento e monitorização da atividade, suportado no ciclo de desenvolvimento, focar-se na melhoria contínua, com vista ao aperfeiçoamento do sistema de emergência médica. Com efeito, considerando a Qualidade como um processo contínuo, sistemático e incremental, o INEM procurará fazer a ligação entre o que é necessário fazer, a forma como deve ser feito, os recursos adequados e os resultados que se pretendem alcançar, procurando rever o desempenho da organização e identificando oportunidades de melhoria. O INEM pautará as suas atividades por rigorosos critérios de afetação dos recursos ao nível das diversas componentes da despesa, através de estreita monitorização da execução orçamental ao longo do ano, bem como da implementação de mecanismos que permitam otimizar o valor das suas fontes de financiamento, designadamente através de fundos comunitários. Será priorizada uma política de redução de custos operacionais que permita assegurar a sustentabilidade económica e financeira do INEM e gerar poupança, fundamental para novos investimentos e absolutamente necessária para continuar a garantir o direito à proteção da saúde. Página 134 de 160

136 20 Anexos 20.1 Mapa de Pessoal do INEM Página 135 de 160

137 20.2 Mapa de Pessoal dos Serviços Centrais do INEM

138 Página 137 de 160

139 Página 138 de 160

140 Página 139 de 160

141 20.3 Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Norte do INEM Página 140 de 160

142 20.4 Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Centro do INEM Página 141 de 160

143 20.5 Mapa de Pessoal da Delegação Regional do Sul do INEM Página 142 de 160

144 20.6 Detalhe dos acionamentos HELI HELI Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte Macedo de Cavaleiros Bragança n.a. n.a. 0,88 0,68 0,89 0,94 0,86 0,92 0,94 Centro St.ª Comba Dão Guarda n.a. n.a. 0,98 0,97 0,99 0,82 0,58 0,58 0,49 Sul - Lisboa Beja Beja n.a. n.a. n.a. n.a. 0,28 0,19 0,21 0,16 0,13 Lisboa Lisboa 0,87 0,83 0,51 0,70 0,73 0,66 0,55 0,54 0,50 Ponte Sor Portalegre n.a. n.a. n.a. n.a. 0,02 0,00 0,00 0,00 0,01 Sul - Faro Loulé Faro n.a. n.a. 0,45 0,57 0,49 0,28 0,30 0,24 0,18

145 20.7 Detalhe dos acionamentos VMER VMER Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte Hosp Sta Maria da Feira Aveiro 5,2 5,0 4,5 4,7 6,3 9,0 8,0 8,7 9,3 Centro Hospitalar Médio Ave (Famalicão) Braga n.a. 3,9 3,3 3,2 4,0 5,6 4,8 5,3 5,7 H Santa Maria Maior - Barcelos Braga 3,0 3,2 2,5 2,6 3,5 4,9 3,9 4,4 4,6 Hospital de Guimarães Braga 5,1 5,0 4,1 4,0 5,4 6,8 6,1 6,3 6,6 Hospital de Braga Braga 6,1 5,5 4,9 4,2 6,2 8,7 7,9 8,1 8,5 Hospital Distrital de Bragança Bragança 1,9 2,0 1,6 1,3 1,9 2,3 2,3 2,2 2,3 C. H. Vila Nova de Gaia Porto 6,3 5,8 5,1 5,0 7,8 9,9 8,7 9,5 10,1 Hosp Padre Américo - Vale do Sousa Porto 4,1 3,8 3,7 4,2 6,1 9,0 8,3 9,2 10,1 Hosp Pedro Hispano - US Matosinhos Porto 4,6 3,4 2,6 3,2 6,2 7,4 7,0 7,6 8,2 Hospital de Santo António - Porto Porto 4,5 4,6 4,0 4,1 6,8 9,1 8,4 9,3 10,1 Hospital de São João - Porto Porto 9,0 9,3 8,2 7,9 9,6 11,7 10,6 11,0 11,4 Centro Hosp Alto Minho - Viana Castelo Viana do Castelo 4,9 4,6 3,7 3,4 4,0 4,9 4,4 4,2 4,2 Ct Hosp Vila Real/ da Régua Vila Real 3,9 3,8 3,0 3,1 4,0 5,3 4,7 4,9 5,1 Hosp Distrital de Chaves Vila Real 1,8 1,6 1,3 1,6 2,3 3,0 2,7 3,0 3,2 Centro Hosp Inf D Pedro - Aveiro Aveiro 5,7 5,1 4,5 5,4 6,6 7,7 6,7 7,4 7,8 Hospital Amato Lusitano - Castelo Branco Castelo Branco 2,6 2,3 2,0 2,4 2,7 3,4 3,4 3,4 3,6 Hospital da Covilhã Castelo Branco 3,2 2,3 1,8 2,0 2,5 3,2 3,3 3,0 3,1 CHC - Coimbra Coimbra 5,7 4,6 3,8 4,7 5,7 6,8 6,2 6,5 6,8 Hospital Figueira Foz Coimbra 3,7 3,0 2,7 2,9 3,3 4,4 3,6 3,8 3,9 HUC - Coimbra Coimbra 6,9 5,9 5,0 5,7 6,8 8,2 7,2 7,6 7,8 Hosp Sousa Martins - Guarda Guarda 2,7 2,3 1,9 1,9 2,7 3,2 3,5 3,3 3,5 Ct Hosp Caldas da Rainha Leiria 4,0 3,3 2,9 3,6 4,2 5,5 4,7 5,2 5,4 Hosp Santo André - Leiria Leiria 5,6 4,5 4,0 4,6 6,2 7,8 7,0 7,5 8,0 Hosp S Teotónio - Viseu Viseu 5,7 4,7 4,0 4,6 5,5 7,2 6,0 6,5 6,8 Sul - Lisboa Centro Hospitalar do Baixo Alentejo - Beja Beja 2,8 2,4 2,3 2,6 3,7 4,9 3,7 4,5 4,8 Hospital do Espírito Santo - Évora Évora 3,5 2,7 2,3 2,8 3,6 3,7 4,3 4,1 4,3 Centro Hospitalar de Cascais Lisboa 5,0 4,0 4,1 5,0 8,7 11,0 9,7 11,4 12,6 Centro Hospitalar de Torres Vedras (CHTV)) Lisboa n.a. 2,1 2,0 1,7 3,8 5,4 4,6 5,8 6,5 Hospital de Loures Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. 8,9 9,3 9,9 10,4 10,9 Hospital de Santa Maria - Lisboa Lisboa 7,0 5,6 5,9 6,8 11,7 14,3 11,9 14,5 15,8 Hospital de São José Lisboa 5,5 4,6 4,9 6,3 12,1 15,3 13,1 16,2 18,0 Hospital Reynaldo dos Santos - Vila Franca Lisboa 3,6 2,7 2,3 2,7 5,1 7,1 6,7 7,3 8,0 Hospital S Francisco Xavier - Lisboa Lisboa 7,8 6,2 6,2 7,3 12,0 15,2 12,6 15,0 16,4 Hospital Dr Jose M Grande - Portalegre Portalegre 1,4 1,2 1,1 1,6 2,3 3,0 2,6 3,1 3,4 Centro Hospitalar do Médio Tejo - Abrantes Santarém 3,4 2,4 2,3 3,0 3,8 4,2 3,9 4,2 4,5 Hospital Distrital Santarém Santarém 4,9 3,7 3,7 4,5 6,2 7,4 6,3 7,2 7,7 Hospital Litoral Alentejano (Santiago do Cacém) Setúbal n.a. 1,6 1,7 2,3 3,2 3,9 3,4 4,4 4,8 Hospital de São Bernardo - Setúbal Setúbal 3,5 2,6 2,4 3,1 5,2 8,2 7,4 8,3 9,2 Hospital Garcia da Orta (Almada) Setúbal 5,0 4,5 3,2 3,7 5,9 8,1 9,6 9,1 10,0 Sul - Faro Centro de Saúde de Albufeira Faro 3,8 2,7 2,9 2,9 3,0 3,8 3,6 3,5 3,6 Hospital Barlavento Algarvio (Portimão) Faro 4,2 3,5 3,8 3,9 4,4 5,4 4,4 4,9 5,1 Hospital Distrital de Faro Faro 6,4 4,4 4,4 4,5 6,0 6,6 5,5 5,9 6,0 Página 144 de 160

146 20.8 Detalhe dos acionamentos Ambulâncias SIV SIV Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte Arouca Aveiro n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,0 1,2 1,4 1,7 Fafe Braga 1,9 2,3 2,3 2,2 2,7 3,3 3,2 3,5 3,7 Foz Côa Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 1,5 1,3 1,3 1,2 0,6 Mirandela Bragança 4,4 5,0 4,2 3,9 3,3 3,0 0,0 0,8 0,2 Mogadouro Bragança n.a. n.a. n.a. n.a. 1,1 1,1 2,9 3,4 7,8 Amarante Porto 3,4 3,9 3,6 3,5 3,5 3,9 1,2 2,3 2,1 Porto (Gondomar) Porto 3,1 3,5 3,4 3,9 4,9 6,0 3,6 5,2 5,4 Santo Tirso Porto 3,2 3,8 2,9 3,1 3,4 4,3 5,5 5,0 5,3 Vila do Conde/Póvoa Varzim Porto 2,4 3,0 2,7 3,1 3,4 4,6 4,0 4,6 4,9 Arcos de Valdevez Viana do Castelo 3,8 5,0 4,7 4,8 3,2 2,5 4,7 3,5 3,4 Valongo Porto n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 4,8 4,9 4,9 Melgaço Viana do Castelo 1,3 1,5 1,6 1,5 1,2 1,0 2,3 1,7 1,8 Ponte de Lima Viana do Castelo 5,4 6,0 5,0 5,1 3,7 3,0 0,8 1,1 0,4 Valença Viana do Castelo 1,7 2,2 2,4 2,6 2,1 2,0 2,6 2,5 2,5 Montalegre Vila Real 1,3 1,6 1,4 1,3 0,9 0,9 1,9 1,3 1,3 Cinfães Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 0,7 0,8 0,1 Lamego Viseu 3,9 4,3 3,5 3,5 3,4 3,5 1,7 2,2 1,9 Cinfães Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 3,4 4,9 6,5 Moimenta da Beira Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,7 1,8 1,9 2,0 Centro Águeda Aveiro n.a. n.a. n.a. n.a. 3,7 4,0 3,7 3,7 3,8 Arganil Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. 1,7 1,9 1,9 1,8 1,9 Cantanhede / Mira Coimbra 3,4 3,0 3,1 4,4 3,5 2,9 2,7 3,0 2,9 Seia Guarda 1,9 1,9 1,8 2,7 2,2 1,9 2,0 2,1 2,2 Ansião Leiria n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,0 n.a. n.a. Peniche Leiria 2,5 2,7 2,5 3,6 2,2 1,7 1,4 1,6 1,4 Pombal Leiria 3,7 3,5 3,3 4,8 3,5 3,0 3,0 3,1 3,0 Tondela Viseu 2,1 2,0 2,2 3,4 3,6 3,4 2,9 3,7 4,0 * - SIV Avelar entrou em funcionamento a 31/dez/2014. Sul - Lisboa Castro Verde Beja n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,9 2,1 2,3 2,5 Moura Beja 2,3 2,4 2,3 1,8 1,6 1,7 1,8 1,5 1,3 Odemira Beja 2,6 2,4 2,3 1,6 1,4 1,4 1,5 1,0 0,7 Estremoz Évora 2,0 1,8 1,6 1,4 1,7 2,1 1,9 1,8 1,8 Elvas Portalegre 2,2 2,4 2,3 1,6 1,3 1,6 1,8 1,4 1,3 Ponte Sôr Portalegre n.a. n.a. n.a. 0,8 1,1 1,5 1,5 1,9 2,1 Tomar Santarém n.a. n.a. n.a. n.a. 3,6 4,3 3,8 4,2 4,3 Torres Novas Santarém n.a. n.a. n.a. n.a. 3,9 4,9 4,4 4,9 5,1 Sul - Faro Lagos Faro 2,6 2,3 2,5 2,6 2,8 2,8 2,7 2,8 2,9 Loulé Faro n.a. 2,9 4,2 3,7 3,7 3,7 3,8 3,9 4,0 Tavira Faro 2,5 2,3 2,4 2,4 2,2 2,5 2,5 2,4 2,4 Vila Real St. António Faro n.a. 1,5 2,0 2,0 2,2 2,4 2,4 2,7 2,8 Página 145 de 160

147 20.9 Detalhe dos acionamentos AEM AEM Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte Espinho Aveiro 4,9 4,8 4,3 4,2 4,7 5,8 6,5 6,0 6,3 Ovar Aveiro 4,0 4,2 3,8 3,8 4,1 4,7 5,6 5,2 5,5 Braga Braga 11,7 11,4 9,1 8,5 8,7 10,4 9,8 8,8 8,5 Braga 2 Braga n.a. n.a. n.a. n.a. 6,7 7,6 6,9 7,2 7,3 Guimarães Braga n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 7,9 7,9 7,9 7,9 Gaia 1 Porto 8,1 7,9 6,7 6,4 7,9 9,6 10,2 9,7 10,0 Gaia 2 Porto 6,2 5,3 4,2 3,2 3,3 3,9 4,1 2,8 2,5 Maia 1 Porto 6,4 6,1 6,4 5,1 6,2 7,5 7,2 7,1 7,3 Matosinhos 1 Porto 7,4 5,4 4,7 5,7 6,7 8,6 10,2 9,3 9,9 Porto 1 Porto 13,0 13,2 11,7 10,6 11,6 13,1 13,6 12,6 12,7 Porto 2 Porto 11,2 11,5 10,2 9,4 9,4 11,5 11,6 10,7 10,7 Porto 3 Porto 10,0 10,3 9,1 8,6 10,0 11,4 11,0 10,9 11,1 Porto 4 Porto 6,3 5,3 4,4 5,9 8,7 7,0 9,7 9,3 10,0 Porto 5 Porto 8,3 7,5 6,3 3,6 2,8 6,6 7,9 5,2 5,0 Porto 6 Porto 13,0 13,3 12,3 10,8 11,8 14,1 13,5 13,1 13,2 Rio Tinto 1 Porto 8,4 9,0 8,4 8,4 9,2 11,0 11,0 11,2 11,6 Viana do Castelo Viana do Castelo n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 8,9 7,9 7,0 6,0 Chaves Vila Real 5,7 6,0 5,3 5,2 5,5 5,9 5,5 5,5 5,5 Centro Anadia Aveiro 4,3 4,0 3,8 4,4 4,7 5,0 4,9 5,1 5,3 Aveiro* Aveiro n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Estarreja* Aveiro 2,4 2,4 2,4 2,6 2,9 3,2 3,3 3,5 3,6 Covilhã* Castelo Branco n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Fundão Castelo Branco 4,0 3,8 3,9 4,4 4,8 5,0 5,1 5,3 5,6 Coimbra 1 Coimbra 10,7 9,6 9,0 9,8 10,3 11,3 10,4 10,7 10,8 Coimbra 2 Coimbra 9,8 9,1 8,5 9,3 9,8 10,3 8,9 9,5 9,6 Coimbra 3 Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 8,0 7,6 7,1 6,6 Figueira da Foz Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. 3,6 1,6 0,6 1,4 0,4 Leiria Leiria 7,0 6,1 6,0 6,8 6,9 6,9 7,0 7,0 7,1 Viseu Viseu 10,1 9,6 9,0 8,2 8,7 8,4 7,3 7,1 6,7 Viseu 2 Viseu n.a. n.a. 6,7 7,6 8,0 7,8 7,2 7,8 8,0 Viseu 3 Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 5,9 5,9 5,9 5,8 Página 146 de 160

148 AEM Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Sul - Lisboa Lisboa 1 Lisboa 12,4 10,7 10,2 12,4 13,4 13,9 13,0 13,9 14,3 Lisboa 2 Lisboa 12,3 10,6 10,2 12,6 14,0 14,0 12,7 14,0 14,4 Lisboa 3 Lisboa 11,4 10,4 10,3 11,6 13,4 14,3 12,2 13,9 14,3 Lisboa 4 Lisboa 10,8 9,3 9,4 11,0 11,9 12,3 11,7 12,5 12,9 Lisboa 5 Lisboa 2,4 2,3 3,2 3,9 4,3 4,3 4,3 5,1 5,4 Lisboa 6 Lisboa 16,9 12,9 10,2 9,2 10,2 11,1 12,3 9,3 8,7 Lisboa 7 Lisboa 11,0 10,4 9,9 9,1 9,6 9,0 8,3 8,0 7,6 Lisboa 8 Lisboa 12,2 10,9 10,3 12,5 14,6 14,0 12,9 14,3 14,7 Lisboa 9 Lisboa 12,0 10,8 10,4 12,8 14,6 13,8 12,8 14,3 14,8 Lisboa 10 Lisboa 7,2 8,9 12,9 10,6 10,8 10,3 9,6 11,2 11,5 Lisboa 11 Lisboa 9,2 8,4 8,2 10,0 13,0 12,7 12,4 13,8 14,6 Lisboa 12 Lisboa 12,5 11,1 10,0 8,8 9,4 9,4 8,4 7,6 7,0 Lisboa 13 Lisboa 10,2 9,6 9,3 9,7 9,3 9,8 9,0 9,1 9,0 Lisboa 14 Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 8,5 8,3 8,0 7,7 Lisboa 15 Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 8,9 8,8 8,6 8,5 Amadora 1 Lisboa 10,6 8,3 8,2 9,2 11,0 11,7 10,9 11,5 11,9 Sacavém Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 7,0 6,6 6,3 5,9 Almada Setúbal n.a. n.a. n.a. n.a. 7,6 7,7 8,0 8,1 8,2 Seixal Setúbal n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 7,0 6,9 6,8 6,8 Setúbal 1 Setúbal 8,9 8,4 8,6 8,8 9,9 10,5 11,3 11,3 11,7 Setúbal 2 Setúbal 6,7 5,6 4,4 5,9 7,1 7,7 8,2 8,1 8,5 Sul - Faro Faro 1 Faro 8,7 7,0 6,6 5,5 6,5 6,9 10,1 7,9 8,0 Quarteira Faro 5,2 4,0 3,3 5,4 7,3 8,1 8,7 9,2 10,0 Olhão Faro 6,6 6,2 5,5 5,9 7,3 8,5 8,9 8,9 9,4 Portimão Faro 4,9 6,3 5,7 6,3 7,3 8,2 9,1 9,4 10,1 Alcantarilha Faro 2,4 3,1 3,1 3,5 4,6 5,6 6,2 6,6 7,3 Página 147 de 160

149 20.10 Detalhe dos acionamentos - Ambulâncias TIP TIP Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte TIP Porto Porto 0,8 0,8 0,9 1,2 1,2 1,5 1,1 1,5 1,6 Centro TIP Coimbra Coimbra 0,7 0,6 0,8 0,7 0,6 0,6 0,7 0,6 0,6 Sul - Lisboa TIP Lisboa Lisboa 1,5 1,6 2,1 2,2 1,7 1,7 1,4 1,7 1,6 Sul - Faro TIP Faro Faro n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,1 0,1 0,1 INEM TIP 1,0 3,1 1,3 1,4 1,2 1,3 0,8 1,0 1,1 Página 148 de 160

150 20.11 Detalhe dos acionamentos MEM Motociclos Distrito Média Diária - Accionamentos P P2016 Norte Moto Porto Porto 3,6 2,6 2,8 2,8 2,8 3,0 4,8 3,9 4,0 Moto Matosinhos Porto n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,6 3,7 5,8 7,9 Moto Braga Braga n.a. n.a. n.a. 1,2 1,4 1,1 2,7 2,6 3,1 Centro Moto Coimbra Coimbra n.a. n.a. n.a. 1,2 1,4 2,3 2,8 3,3 3,9 Sul - Lisboa Moto Cascais Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,0 4,3 7,6 10,8 Moto Lisboa Lisboa 3,7 3,5 1,5 2,6 2,3 3,1 2,0 2,0 1,8 Moto Setúbal Setúbal n.a. n.a. n.a. n.a. 1,1 0,7 1,9 2,1 2,5 Sul - Faro Moto Faro Faro n.a. n.a. n.a. 1,1 1,4 1,6 3,0 3,3 3,8 Página 149 de 160

151 20.12 Detalhe dos acionamentos PEM Média Diária - Acionamentos PEM Distrito P P2016 Norte BV Castelo de Paiva Aveiro 1,5 2,7 3,3 3,1 4,3 4,4 4,6 5,4 5,8 BV Feira Aveiro 7,4 7,4 6,3 6,0 7,3 8,5 9,7 9,0 9,3 BV Lourosa Aveiro 6,0 5,0 6,8 5,9 6,5 8,7 9,9 9,7 10,3 BV Oliveira de Azemeis Aveiro 10,3 10,5 9,3 8,6 10,3 11,9 12,5 11,9 12,3 BV Ovar Aveiro 2,9 3,4 2,8 2,4 2,8 2,8 3,8 3,2 3,2 BV S João da Madeira Aveiro 6,4 6,4 5,3 4,7 5,9 6,4 6,8 6,3 6,4 BV Vale de Cambra Aveiro 0,8 0,8 4,3 4,3 4,7 5,3 5,8 7,2 8,1 BV Amares Braga 3,8 4,1 4,0 3,8 3,8 4,5 4,4 4,4 4,5 BV Barcelinhos Braga 7,5 6,5 5,9 6,0 6,9 8,2 9,3 8,6 8,9 BV Barcelos Braga 11,1 11,1 9,0 7,8 9,4 10,7 9,9 9,3 9,2 BV Braga (2 amb) Braga 13,3 14,8 16,3 9,0 7,6 7,3 7,9 5,2 3,8 BV Cabeceiras de Basto Braga 0,3 0,8 0,6 0,9 2,7 3,0 3,3 3,8 4,4 BV Celorico de Basto Braga 1,2 1,2 1,2 1,3 2,4 3,2 3,9 4,0 4,4 BV Esposende Braga 3,2 3,5 2,7 2,4 2,6 3,0 3,1 2,7 2,6 BV Fafe Braga 8,6 8,9 7,2 5,9 7,3 9,1 10,3 9,0 9,2 BV Famalicenses Braga 10,5 9,3 8,3 7,3 9,6 11,5 11,4 10,9 11,2 BV Guimarães Braga 17,4 17,7 15,7 14,3 16,0 16,6 12,5 13,4 12,8 BV Póvoa Lanhoso Braga 5,3 5,3 4,8 5,0 6,1 6,6 7,2 7,1 7,5 BV Terras de Bouro Braga 1,2 1,2 1,3 1,3 1,6 2,0 2,1 2,2 2,3 BV V N Famalicão Braga 11,9 12,2 10,5 9,5 10,4 11,1 11,7 10,6 10,5 BV Viatodos Braga 5,0 5,4 4,9 4,0 4,9 5,4 5,2 5,1 5,1 BV Vieira do Minho Braga 1,5 1,4 1,3 1,8 2,6 3,1 3,1 3,5 3,8 BV Vila Verde Braga 4,6 5,9 6,4 6,7 7,8 9,7 10,8 11,3 12,3 BV Vizela Braga 6,0 5,7 5,6 5,5 6,4 7,5 8,2 8,0 8,4 CBS Braga (2 amb) Braga 7,7 7,4 7,4 6,3 6,0 6,2 9,7 7,6 7,7 BV Alfândega da Fé Bragança 0,9 0,9 0,7 0,8 1,3 1,1 1,4 1,3 1,4 BV Bragança (2 amb) Bragança 7,2 7,8 6,8 6,7 7,2 8,6 8,9 8,6 8,8 BV Carrezeda de Ansiães Bragança 1,9 1,6 1,4 1,3 1,7 1,7 1,9 1,7 1,7 BV Freixo de Espada à Cinta Bragança 0,5 0,4 0,4 0,5 0,6 0,6 0,7 0,7 0,8 BV Macedo de Cavaleiros Bragança 3,3 3,4 2,8 2,6 2,9 3,1 3,6 3,2 3,2 BV Miranda do Douro Bragança 0,5 0,2 0,2 0,3 0,5 1,1 1,1 1,1 1,2 BV Mirandela Bragança 1,9 2,1 2,2 1,8 3,6 6,4 6,7 7,0 7,9 BV Mogadouro Bragança n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 0,0 n.d. n.d. BV Moncorvo Bragança 1,2 0,6 0,4 0,4 1,0 2,1 2,2 2,1 2,3 BV Vila Flor Bragança 1,6 1,6 1,4 1,5 1,9 2,2 2,0 2,2 2,3 BV Vimioso Bragança 1,0 1,2 1,1 0,9 1,0 1,1 1,3 1,2 1,2 BV Vinhais Bragança 1,9 1,7 1,4 1,5 1,7 2,0 2,1 2,0 2,0 BV V Nova Foz Coa* Guarda n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 0,0 n.d. n.d. BV Aguda Porto 7,7 8,9 7,8 7,0 8,0 9,5 10,5 9,9 10,3 BV Amarante Porto 2,0 2,6 2,8 2,2 4,9 8,9 9,8 10,2 11,6 BV Areosa Porto 5,1 7,0 7,4 5,6 7,1 9,1 10,5 10,3 11,0 BV Avintes Porto 3,6 4,0 3,4 3,0 3,3 4,2 6,0 5,0 5,3 BV Baião Porto 1,3 2,0 2,2 1,9 2,4 2,6 2,9 3,1 3,3 BV Baltar Porto 3,1 3,6 3,4 3,0 3,6 4,4 4,4 4,5 4,7 BV Carvalhos Porto 8,6 8,4 6,9 6,9 8,9 9,3 9,5 9,3 9,5 BV Coimbrões Porto 8,6 10,5 10,6 11,0 12,1 13,4 13,8 14,7 15,5 BV Ermesinde Porto 12,5 12,7 11,0 10,0 11,3 12,4 14,1 12,7 12,8 BV Gondomar Porto 8,1 8,9 7,5 7,2 8,2 7,9 12,6 10,3 10,8 BV Leça do Balio Porto 3,9 4,5 4,5 3,8 5,3 7,2 7,6 7,7 8,4 BV Lixa Porto 1,7 1,9 2,0 3,3 4,5 5,0 5,2 6,1 6,8 BV Lousada Porto 6,5 6,2 6,5 5,8 7,0 8,3 9,1 8,8 9,3 BV Marco de Canaveses Porto 3,8 4,4 4,0 4,8 6,3 8,3 8,4 9,1 10,0 Página 150 de 160

152 PEM Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte BV Melres Porto 1,5 2,0 1,5 1,5 2,0 2,1 2,1 2,2 2,2 BV Moreira da Maia Porto 9,6 9,9 8,8 7,7 11,1 11,8 13,0 12,6 13,2 BV Paços de Ferreira Porto n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 6,4 5,9 5,4 4,9 BV Paredes Porto 4,2 4,8 4,5 4,4 4,9 5,2 5,6 5,6 5,8 BV Penafiel Porto 7,4 8,0 6,8 6,7 7,5 9,1 9,6 9,2 9,6 BV Porto Porto 1,3 1,5 4,8 5,2 6,5 6,9 6,3 8,6 9,6 BV Portuenses Porto 9,6 10,3 8,4 7,2 8,7 8,7 9,7 8,6 8,5 BV Póvoa do Varzim Porto 11,3 10,9 4,6 8,8 9,7 12,0 12,7 11,6 12,0 BV Rebordosa Porto 3,4 3,3 2,8 2,9 3,4 3,7 3,8 3,7 3,8 BV Santa Marinha do Zezere Porto 2,0 1,9 2,3 1,6 1,9 2,4 2,3 2,2 2,3 BV Santo Tirso Porto 3,4 4,0 3,5 2,9 4,1 6,0 4,6 5,3 5,5 BV Trofa Porto 6,7 7,1 5,9 5,8 6,5 8,4 8,7 8,3 8,6 BV Valadares Porto 7,2 7,5 5,8 5,9 7,0 8,3 9,1 8,5 8,8 BV Valongo Porto 9,0 9,8 8,7 7,9 9,4 10,3 11,3 10,7 11,0 BV Vila do Conde Porto 10,8 12,3 10,8 9,4 10,9 13,9 15,4 14,3 14,9 CBS Gaia Porto 5,3 6,0 5,2 5,4 6,3 6,2 6,4 6,5 6,7 BV Arcos de Valdevez Viana do Castelo 4,1 3,7 3,0 2,4 3,9 6,2 6,8 6,3 6,8 BV Caminha Viana do Castelo 2,5 2,6 2,2 1,9 2,0 2,3 2,7 2,3 2,3 BV Melgaço Viana do Castelo 0,7 0,4 0,5 0,4 1,4 2,0 2,0 2,2 2,5 BV Monção Viana do Castelo n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 4,3 3,6 2,9 2,2 BV Paredes de Coura Viana do Castelo 0,2 1,0 1,7 1,4 2,2 2,9 3,1 3,6 4,1 BV Ponte da Barca Viana do Castelo n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 5,2 5,3 5,4 5,5 BV Ponte de Lima Viana do Castelo 7,5 6,6 5,7 4,8 7,6 10,1 10,3 10,0 10,6 BV Valença Viana do Castelo 2,2 1,6 2,0 1,7 2,7 3,9 4,5 4,4 4,8 BV Viana do Castelo Viana do Castelo 11,9 11,2 9,6 9,0 9,0 9,2 6,2 6,3 5,6 BV Alijó Vila Real 0,8 0,8 0,6 0,5 1,5 1,8 1,9 2,1 2,3 BV Chaves Vila Real 2,3 2,6 2,3 2,0 3,2 2,6 3,2 3,1 3,3 BV Mesão Frio Vila Real 1,4 1,6 1,4 1,4 1,7 1,8 1,7 1,8 1,8 BV Mondim de Basto* Vila Real n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 0,0 n.d. n.d. BV Montalegre Vila Real 0,5 0,6 0,6 0,5 1,2 1,9 1,9 2,1 2,4 BV Murça Vila Real 1,5 1,8 1,7 1,5 1,8 2,3 2,1 2,3 2,4 BV da Régua Vila Real 3,5 3,8 3,5 2,9 5,3 4,7 5,2 5,3 5,6 BV Valpaços Vila Real 2,9 3,0 2,8 2,8 3,1 3,6 4,0 3,8 4,0 BV Vila Pouca de Aguiar Vila Real 2,7 2,4 1,8 2,3 2,5 2,9 3,1 3,0 3,1 BV Vila Real - Cruz Branca Vila Real 3,9 4,4 4,9 4,4 3,8 4,8 5,6 5,2 5,4 BV Vila Real - Cruz Verde (2 amb) Vila Real 6,9 6,6 5,1 5,0 6,4 6,6 6,6 6,3 6,3 BV Cinfães Viseu 2,1 2,0 1,8 1,6 1,7 2,5 2,6 2,4 2,5 BV Lamego Viseu 5,2 4,2 3,6 3,5 5,1 6,5 7,2 6,8 7,2 BV Moimenta da Beira Viseu 2,2 2,6 2,2 2,1 2,3 2,7 2,7 2,7 2,7 BV Resende* Viseu n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. n.d. 0,0 n.d. n.d. BV S. João da Pesqueira Viseu 0,2 1,2 0,6 0,9 1,3 1,6 1,9 2,1 2,3 Página 151 de 160

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156 20.13 Detalhe dos acionamentos Postos Reserva RES Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte BV Arouca Aveiro n.a. n.a. n.a. n.a. 0,5 0,6 1,3 1,7 2,1 BV Arrifana Aveiro 2,2 2,3 2,4 2,7 3,8 4,7 5,3 5,6 6,1 BV Esmoriz Aveiro 4,2 4,5 3,8 3,3 4,1 5,1 6,0 5,4 5,7 BV Espinhenses Aveiro 1,4 1,2 1,1 1,2 1,6 1,7 2,0 1,9 2,0 BV Espinho Aveiro 3,5 3,7 3,0 2,7 3,4 3,3 3,3 3,2 3,1 BV Fajões Aveiro 4,0 4,3 3,3 3,1 3,7 4,3 4,1 3,9 4,0 CVP Sanguedo (Feira) Aveiro 1,2 1,2 2,2 2,2 2,5 2,8 3,0 3,4 3,7 BV Caldas Taipas Braga 5,8 5,5 4,6 4,3 5,3 6,3 7,1 6,5 6,7 BV Fão - Esposende Braga n.a. n.a. n.a. n.a. 2,0 1,9 2,2 2,3 2,4 BV Riba D Ave Braga n.a. 4,7 2,6 4,5 5,5 5,4 5,8 6,2 6,6 CVP Aldreu Braga 0,8 1,6 1,8 1,3 1,9 2,3 2,1 2,4 2,6 CVP Amares Braga 3,3 3,4 3,3 3,2 3,1 3,2 3,5 3,3 3,3 CVP Arco Baúlhe Braga n.a. n.a. n.a. n.a. 0,2 0,5 0,5 0,7 0,8 CVP Campo Braga 0,1 0,3 0,9 0,6 0,7 0,4 0,5 0,7 0,7 CVP Gandarela de Basto Braga 0,1 0,2 0,2 0,2 0,4 0,7 0,8 0,8 1,0 CVP Geres Braga 0,6 0,6 0,8 0,8 0,8 0,8 0,7 0,8 0,9 CVP Macieira de Rates Braga 2,1 2,3 1,8 1,8 2,1 2,0 2,4 2,1 2,1 CVP Marinhas Braga 0,7 0,8 0,8 0,7 0,8 0,6 0,8 0,8 0,8 CVP Ribeirão Braga 3,4 3,2 2,3 2,4 2,5 2,6 2,3 2,1 1,9 CVP Rio Caldo Braga 0,3 0,3 0,3 0,7 0,9 0,9 0,9 1,1 1,3 CVP Salamonde Braga 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 CVP Serafão Braga 0,4 0,5 0,7 0,6 0,7 0,6 0,9 0,9 1,0 CVP Terras Bouro Braga 0,2 0,3 0,4 0,4 0,3 0,2 0,1 0,2 0,2 BV Izeda Bragança 1,0 0,9 0,8 0,8 1,0 0,8 0,8 0,8 0,8 BV Mogadouro (c/ amb) Bragança n.a. n.a. n.a. 1,2 1,4 1,5 1,6 1,8 1,8 BV Sendim Bragança 0,9 0,8 0,5 0,6 0,6 0,8 0,9 0,7 0,7 BV Torre Dona Chama Bragança 1,0 1,1 1,0 0,8 1,0 1,0 1,1 1,0 1,0 BV V Nova Foz Coa (c/ amb) Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,4 1,5 1,5 1,6 BV Meda Guarda 0,3 0,4 0,4 0,4 1,1 1,0 1,1 1,3 1,5 CVP Côa Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 0,4 0,1 0,4 0,4 0,4 BSB Porto Porto n.a. n.a. n.a. 0,1 0,7 0,3 0,2 0,3 0,2 BV Cête Porto n.a. n.a. n.a. n.a. 2,0 2,0 2,2 2,2 2,2 BV Crestuma Porto 2,1 2,2 2,2 2,0 2,3 2,4 2,8 2,7 2,8 BV Entre Rios Porto 2,2 2,3 2,4 2,6 3,4 3,8 4,0 4,3 4,6 BV Felgueiras Porto 3,9 5,0 4,8 4,6 5,9 6,6 7,1 7,4 7,9 BV Freamunde Porto 1,5 2,5 2,8 3,2 4,2 4,6 4,7 5,5 6,0 BV Leixões Porto n.a. n.a. n.a. n.a. 4,8 4,2 3,7 3,1 2,6 BV Lordelo Porto n.a. n.a. n.a. n.a. 3,0 3,2 3,4 3,6 3,9 BV Matosinhos e Leça Porto n.a. n.a. n.a. n.a. 2,6 2,8 3,7 4,2 4,8 BV Paço Sousa Porto 0,7 0,9 1,1 1,9 3,3 3,8 3,4 4,5 5,1 BV Pedrouços Porto 2,4 2,8 2,7 2,5 3,3 3,8 4,7 4,6 4,9 BV S M Infesta Porto 4,8 6,7 5,0 4,2 4,5 6,3 8,3 7,0 7,3 BV S Pedro da Cova Porto n.a. 4,1 4,1 4,1 5,0 5,7 6,4 6,7 7,2 BV Tirsenses Porto 3,6 3,5 3,3 2,8 3,4 4,1 6,3 5,2 5,5 BV Valbom Porto 4,1 4,5 4,1 3,9 4,6 5,5 6,0 5,8 6,1 BV Vila das Aves Porto 6,6 6,5 5,6 4,9 5,9 6,9 7,3 6,7 6,8 BV Vila Meã Porto 2,9 3,0 2,6 2,8 3,6 3,8 3,6 3,9 4,0 CVP Amarante Porto n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,3 0,1 0,0 0,1 CVP Frazão Porto 1,7 1,6 1,4 1,2 1,6 1,7 2,3 1,9 2,0 CVP Maia Porto 1,6 2,5 1,3 4,3 4,8 4,0 4,8 5,6 6,2 CVP Marco de Canaveses Porto n.a. n.a. 0,2 0,6 1,2 1,3 1,2 1,7 2,0 Página 155 de 160

157 RES Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Norte CVP Núcleo Vilar (Vila do Conde) Porto 4,7 4,8 4,4 3,9 3,7 4,3 4,8 4,2 4,1 CVP Porto Porto 3,0 5,3 4,9 5,5 6,9 4,9 4,6 5,9 6,1 CVP Sobreira Porto 0,9 1,1 0,8 0,9 1,1 0,8 0,9 0,9 0,9 CVP Vilela - Paredes Porto 3,0 3,2 2,5 2,4 2,9 3,2 3,0 2,9 2,9 BV V Nova Cerveira Viana do Castelo 2,3 2,5 2,3 2,0 2,3 2,5 2,9 2,6 2,7 BV Vila Praia de Âncora Viana do Castelo n.a. n.a. n.a. 2,0 2,1 2,2 2,3 2,5 2,6 CVP S Romão do Neiva Viana do Castelo 4,5 4,8 4,1 4,1 3,7 3,6 3,9 3,4 3,2 CVP Viana Castelo Viana do Castelo 0,4 0,6 0,8 0,7 1,6 0,8 0,6 1,1 1,2 BV Boticas Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,9 1,0 1,0 1,1 BV Favaios Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. 0,6 0,6 0,7 0,7 0,7 BV Flavienses Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,9 1,2 1,6 1,9 BV Pinhão Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 BV Sabrosa Vila Real 0,5 0,6 0,5 0,6 0,2 0,8 1,5 1,1 1,2 BV Safins Douro Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,6 0,9 1,1 1,3 BV Salto Vila Real n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,9 1,0 1,0 1,1 BV Armamar Viseu 0,6 0,4 0,4 0,4 0,6 0,9 1,0 1,0 1,1 BV Ervedosa do Douro Viseu 0,2 0,2 0,2 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 1,1 BV Penedono Viseu 1,0 0,6 0,9 0,8 0,9 1,1 1,0 1,0 1,1 BV Sernancelhe Viseu 0,9 1,1 1,1 1,0 1,4 1,3 1,4 1,5 1,6 BV Tabuaço Viseu n.a. 0,8 0,9 0,9 1,1 1,3 1,6 1,6 1,8 BV Tarouca Viseu 2,3 2,3 2,1 1,9 2,2 2,2 2,4 2,3 2,3 Centro BV Estarreja Aveiro 6,8 5,7 4,6 4,3 5,2 5,1 5,7 4,8 4,6 BV Murtosa Aveiro 3,7 3,6 3,0 2,7 3,0 3,1 3,4 2,9 2,9 BV Pampilhosa do Botão Aveiro n.a. n.a. n.a. n.a. 2,8 3,1 3,2 3,4 3,6 CVP Águeda Aveiro 0,1 0,1 0,1 0,1 0,2 0,1 0,0 0,1 0,1 BV Vila de Rei Castelo Branco n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 1,9 1,9 2,0 2,0 BV Cernache Bonjardim Castelo Branco 1,9 1,7 1,6 1,7 1,7 2,1 2,0 1,9 2,0 BV Brasfemes Coimbra 2,7 2,7 2,2 2,2 2,4 2,5 2,6 2,4 2,4 BV Coimbra Coimbra 0,6 0,6 0,5 0,2 0,3 1,0 0,6 0,6 0,6 BV Coja Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. 1,6 2,1 1,9 2,2 2,3 BV Lagares da Beira Coimbra 1,8 1,5 1,2 1,1 1,2 1,3 1,3 1,1 1,0 BV Pampilhosa da Serra Coimbra 0,9 0,8 0,8 1,1 1,2 1,3 1,3 1,4 1,5 BV V. N. Oliveirinha Coimbra 1,5 1,1 0,8 1,0 1,2 1,5 1,3 1,3 1,3 CVP Atoug. Borda do Campo Coimbra 0,1 0,1 0,1 0,1 0,5 0,5 0,6 0,7 0,8 CVP Carapinheira Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. 1,1 1,4 2,2 2,7 3,3 CVP Carvalhais Lavos Coimbra 0,7 0,9 1,0 1,0 1,2 1,3 0,9 1,2 1,3 CVP Coimbra (Delegação) Coimbra 6,1 6,5 5,9 4,5 5,0 6,1 5,8 5,3 5,2 CVP Figueira da Foz Coimbra n.a. n.a. n.a. n.a. 2,0 2,3 2,7 3,1 3,5 CVP Pereira do Campo Coimbra 2,5 2,7 2,3 2,5 3,0 3,4 2,1 2,8 2,8 CVP Quiaios Coimbra 0,1 0,3 0,6 0,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 CVP Vilar Formoso Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 1,4 1,4 1,4 1,5 1,5 BV Folgosinho Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 BV Gonçalo Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 0,4 0,5 0,5 0,6 0,7 BV Loriga Guarda n.a. 0,9 0,8 0,7 0,9 0,9 0,9 0,9 0,9 BV S. Romão Guarda 1,7 1,7 1,5 1,2 1,6 1,9 2,0 1,8 1,9 BV Famalicão da Serra Guarda 0,4 0,3 0,2 0,2 0,2 0,3 0,2 0,2 0,2 BV Melo Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 BV Vila Franca das Naves Guarda n.a. n.a. n.a. n.a. 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 BV Alvaiázere Leiria 1,7 1,7 1,5 1,6 1,7 2,1 1,9 2,0 2,0 Página 156 de 160

158 RES Distrito Média Diária - Acionamentos P P2016 Centro BV Benedita Leiria 3,8 4,2 3,7 3,6 3,9 4,3 4,4 4,3 4,4 BV Castanheira Pera Leiria 1,2 1,3 1,0 1,0 1,1 1,3 1,2 1,2 1,2 BV Juncal Leiria 1,4 1,2 1,2 1,2 1,2 1,4 1,5 1,4 1,4 BV Maceira-Lis Leiria 3,9 3,9 3,1 2,9 3,7 4,1 3,8 3,7 3,7 BV Mira Daire Leiria 1,5 1,5 1,3 1,2 1,3 1,4 1,7 1,5 1,5 BV Ortigosa Leiria 3,0 3,4 3,4 3,3 3,8 3,9 3,8 4,1 4,2 BV Pataias Leiria 2,5 2,4 2,1 2,0 2,4 2,4 2,6 2,4 2,5 BV Pedrógão Grande Leiria 1,0 1,1 1,0 1,0 1,2 1,4 1,4 1,5 1,6 BV S. Martinho Porto Leiria 2,3 2,5 2,0 2,0 2,1 2,4 2,4 2,3 2,3 BV Vieira de Leiria Leiria n.a. n.a. n.a. 2,3 2,9 2,8 3,2 3,4 3,4 BV Carregal Sal Viseu 2,3 2,3 2,1 1,7 2,0 2,3 2,2 2,0 2,0 BV Farejinhas Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,0 0,1 0,2 0,3 BV Nelas Viseu 2,0 2,1 1,9 2,0 2,1 2,2 2,3 2,3 2,3 BV Oliveira de Frades Viseu 2,5 2,4 2,1 2,0 2,0 2,3 2,2 2,1 2,0 BV S Pedro Sul Viseu 2,2 2,1 1,7 1,5 1,3 1,9 2,1 1,7 1,6 BV S. P. S. Pedro Sul Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. 1,7 1,9 2,0 2,3 2,5 BV Santa Cruz da Trapa Viseu 0,2 0,2 0,2 0,4 0,6 0,6 0,7 0,8 0,9 BV Vale Besteiros Viseu 2,8 2,7 2,3 2,1 2,5 3,2 3,4 3,1 3,2 BV Vila Nova de Paiva Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. 1,0 1,2 1,5 1,7 2,0 BV Penalva do Castelo Viseu 2,2 2,4 2,4 2,0 2,6 3,1 3,2 3,2 3,3 BV Canas de Senhorim Viseu 2,0 1,9 1,6 1,6 1,9 2,3 2,4 2,3 2,4 BV Cabanas Viriato Viseu 1,1 1,0 1,1 1,0 1,2 1,3 1,2 1,3 1,3 CVP Oliveira do Conde Viseu n.a. n.a. n.a. n.a. 0,6 0,6 0,6 0,6 0,6 Sul - Lisboa BV Alvito Beja 1,0 0,9 0,8 0,8 0,9 1,1 1,3 1,2 1,2 BV Barrancos Beja n.a. n.a. 0,2 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,6 BV Castro Verde Beja 1,5 1,3 1,4 1,4 1,6 2,0 2,5 2,4 2,5 BV Vidigueira Beja 1,5 1,4 1,3 1,5 1,8 1,9 2,5 2,4 2,5 BV Cuba Beja 0,7 0,4 0,4 0,3 0,5 0,8 1,2 1,0 1,1 BV Vila Nova de Mil Fontes Beja 0,8 0,9 0,7 0,8 1,1 1,7 1,9 1,9 2,1 CVP Castro Verde Beja 0,2 0,2 0,3 0,3 0,4 0,3 0,3 0,3 0,4 CVP Safara Beja n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,1 0,1 0,1 0,2 BV Alandroal Évora n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,1 1,1 1,1 1,1 BV Mourão Évora n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 0,9 0,9 0,9 0,8 BV Portel Évora n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 2,0 2,2 3,5 BV Redondo Évora n.a. n.a. 0,4 0,9 1,5 1,7 1,8 2,4 3,5 BV Viana do Alentejo Évora n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 1,9 2,0 2,1 BV Vila Viçosa Évora n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 1,6 1,7 1,7 1,8 BV Alhandra Lisboa 1,0 0,9 0,8 1,1 2,8 3,7 3,6 4,2 4,8 BV Azambuja Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. 1,8 3,0 3,6 4,6 5,5 BV Caneças Lisboa n.a. n.a. 1,2 2,6 3,6 4,0 4,7 5,7 6,6 BV Camarate Lisboa 5,6 4,7 5,0 5,3 6,6 7,3 8,0 8,1 8,6 BV Carcavelos Lisboa 5,3 4,8 5,0 5,8 7,2 9,2 11,2 11,0 12,0 BV Castanheira do Ribatejo Lisboa 1,1 0,9 0,9 0,9 1,2 1,3 1,6 1,5 1,6 BV Colares Lisboa n.a. n.a. n.a. n.a. 1,7 2,1 2,6 3,0 3,5 BV Ericeira Lisboa 1,3 1,3 1,2 1,4 2,5 4,2 4,8 4,9 5,5 Página 157 de 160

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