POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

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1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Dispõe acerca de normas referentes à segurança da informação no âmbito da CILL Informática S/A. Goiânia-Go, novembro de 2015

2 Política de Segurança da Informação CILL Informática S/A Organização fictícia para o desenvolvimento do documento. Refere-se ao "Projeto Integrador" do segundo semestre de Faculdade de Tecnologia Senac. Segurança da Informação Modulo IV Equipe de Elaboração Cássio Alves Itallo Leandro Honorato Lucas Luzini Luiz Davi Goiânia, 05 de dezembro de 2015.

3 Sumário 1. INTRODUÇÃO APLICAÇÃO OBJETIVOS E PRINCÍPIOS São objetivos desta política: São princípios desta política: RESPONSABILIDADES DIRETRIZES Tratamento da informação Controle de acesso Correio Eletrônico Backups e replicações Monitoramento Uso da internet Softwares Desempenho e qualidade Gestão de Riscos Tratamento de Incidentes PENALIDADES DIVULGAÇÃO E ACESSO DIPOSIÇÕES FINAIS NORMAS COMPLEMENTARES E INSTRUÇÕES NORMATIVAS APROVAÇÃO

4 1. INTRODUÇÃO. A Segurança da Informação dedica-se à proteção de qualquer tipo de informação, de forma a garantir a continuidade dos negócios, minimizando os danos de acidentes que vier a ocorrer, e maximizando o retorno dos investimentos e as oportunidades de atuação de uma instituição. Este documento, a Política de Segurança da Informação (PSI), é o documento formal que orienta e estabelece as normas corporativas para a proteção dos ativos de informação, substituindo a voz da direção e presidência. 2. APLICAÇÃO. Os objetivos e diretrizes estabelecidos nesta Política de Segurança da Informação serão aplicados em toda a organização; deverão ser observados por todos servidores, colaboradores, fornecedores, prestadores de serviço, presidentes e diretores, e se aplicam à informação em qualquer meio ou suporte. Este documento, informa a cada envolvido, de que os ambientes, sistemas, recursos computacionais, e a rede informatizada do órgão, poderão ser monitorados e gravados, com ou sem prévia divulgação, conforme previsto na legislação brasileira. Este documento será tratado como PSI, sigla de "Política de Segurança da Informação". 4

5 3. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS. Esta política visa prover instruções, normas, diretrizes e controles, com a intenção de preservar a informação, no âmbito dos pilares da segurança da informação, sendo elas: integridade, confidencialidade e disponibilidade, referente a qualquer ativo da informação produzida e manipulada por qualquer integrante da organização, e tornando-se então, propriedade da empresa São objetivos desta política: A. Estabelecer diretrizes para que esteja disponível, em maior período possível, os recursos de informação, serviços de redes de dados, estações de trabalho, internet, telecomunicação, e qualquer outros sistemas fornecido pela organização como ferramenta. B. Apoiar a implantação das iniciativas relativas à segurança da informação. C. Possibilitar a criação de controles e promover a otimização dos recursos em tecnologia, contribuindo com a minimização dos riscos associados. D. Ter o poder supremo, no que diz respeito as normas descrita deste documento, sem exceções mesmo que seja diretores e presidentes, com o consentimento dos mesmos, para garantir que todos os controles e diretrizes citados, executem sua eficácia prevista São princípios desta política: A. Toda informação produzida ou recebida pelos servidores, colaboradores, fornecedores e prestadores de serviço, pertence à CILL Informática S/A. B. Todos os recursos de informação devem ser projetados para que seu uso seja consciente e responsável, obedecendo o objetivo para o qual foi disponibilizado cada recurso, e de forma alguma, serem utilizados para outros fins. 5

6 C. Poderá ser distribuído diferentes privilégios associados a cada perfil no campo da organização, referente aos acessos aos recursos e dados. Tal operação só será permitida quando necessária para a execução de atividades operacionais sob sua responsabilidade. D. Todo o acesso a redes e sistemas do órgão deverá ser feito, preferencialmente, por meio de login de acesso único, pessoal e intransferível. E. A CILL Informática S/A, pode utilizar tecnologias e ferramentas para monitorar e controlar o conteúdo e o acesso a quaisquer tipos de informação. F. Cada usuário é responsável pela segurança das informações daquelas que estão sob sua responsabilidade. G. Deverá constar em todos os contratos com a CILL Informática S/A, cláusulas de obediência às normas da PSI. H. Esta PSI será implantada, e descreverá procedimentos específicos, obrigatórios a todos os usuários, independente do nível hierárquico, função, ou vinculo com a organização. 4. RESPONSABILIDADES hierárquicos: São de responsabilidades de todos os usuários de todos os níveis A. Promover a segurança de suas credenciais de acesso e de seus dados. B. Manter suas credenciais de acesso para si, e de forma alguma, divulgá-las a terceiros. 6

7 C. Seguir, de forma colaborativa, as orientações fornecidas pelos setores competentes em relação ao uso dos recursos computacionais. D. Utilizar de forma ética, e consciente os recursos computacionais, não utilizando os mesmos para fins que não condizem com a organização. E. Manter-se atualizado em relação a PSI, a medida que for divulgado as novas versões. F. Buscar sanar todas as duvidas referentes a PSI, com os setores responsáveis. 5. DIRETRIZES Todos os sub-tópicos desta sessão, convém possuir uma norma complementar, detalhando as Diretrizes específicas e procedimentos próprios de controles Tratamento da informação. A. Documentos imprescindíveis para as atividades e processos organizacionais, deverão ser salvos indispensavelmente em locais de redes, garantindo assim, suas copias diárias, fornecidos pelos sistemas de backups implantado. Arquivos salvos localmente, não terão garantia de backup, e em caso de falha no disco local, será de responsabilidade do usuário a perda dos dados. As exceções devem ser informado urgentemente e documentado ao setor de TI, para prover formas alternativas de assegurar tais dados. 7

8 B. Arquivos pessoais não pertinentes às atividades organizacionais, não deverão ser copiados para as unidades de rede, pois tais sobrecarregarão o armazenamento no servidor. Caso seja identificado, serão excluídos definitivamente sem prévio aviso Controle de acesso. A. O controle de acesso deverá considerar os menores privilégios possíveis, em uma medida que não comprometa a funcionalidade dos sistemas e recursos. B. A criação e administração de contas será realizada de acordo com o procedimento específico para a criação de conta única e intransferível para todo e qualquer usuário. Contas com perfil de administrador somente serão criadas para usuários cadastrados para execução de tarefas específicas na administração de ativos de informação. C. O acesso à rede corporativa deve dar-se de forma a permitir o rastreamento e a identificação do usuário D. As práticas de segurança deverão contemplar procedimentos de acesso físico 5.3. Correio Eletrônico. A. O correio eletrônico ( ), é um ferramenta crucial e obrigatório para todos os colaboradores da CILL Informática S/A. B. O correio eletrônico deve ser usado unicamente para as atividades pertinentes à organização. 8

9 5.4. Backups e replicações. A. O serviços de backup devem ser realizado por softwares, de forma automática, a ser realizado fora do horário de expediente, em um período em que outros sistemas automatizados estejam em repouso. B. A verificação das copias e mídias, deverá ser realizada, objetivando a segurança e a integridade dos dados. C. Copias de HD para HD, devem ser destinadas a um local fora do sistema operacional original, e para outro HD em casos de virtualizações. Sempre que for possível, encaminhar para um local físico em outro endereço. D. A execução de rotinas de backup e restauração, deverá ser rigidamente controlada e documentada. E. Sistema com bando de dados, devem ter, indispensavelmente, uma replicação com o menor intervalo de tempo possível, afim de manter a continuidade do serviço, em caso de falha do servidor principal Monitoramento. A. Implantar sistemas de monitoramento para o maior numero possível dos ativos, e periféricos do parque. B. Analisar os dados obtidos, afim de identificar períodos de falhas e picos, qualidade de sinais, desempenho, acessos efetuados por usuários específicos, softwares instalados, quaisquer alterações na rede, entre outros. C. Instalar sistemas de proteção, preventivos e detectáveis. 9

10 D. Desinstalar, a qualquer tempo, mediante ou não a prévio aviso, qualquer software ou hardware que represente riscos, ou esteja em desconformidade com a PSI Uso da internet. A. Implantar sistema de bloqueios de endereços, liberando somente o essencial para as atividades do setor e do perfil do usuário. B. Qualquer informação que seja acessada, transmitida, recebida ou produzida na internet, está sujeita a divulgação, monitoramento e auditoria Softwares A. Utilizar de preferência, softwares conceituados no mercado, afim de garantir a segurança de acesso. B. Qualquer sistema desenvolvido para a CILL Informática S/A, deverá contemplar níveis de segurança, como validação de dados de entrada, SQL injection, segurança em logins, criptografia, hash em arquivos de backup, entre outros. C. Usar níveis de segurança máxima em sistemas operacionais, permitindo o acesso somente à recursos essenciais para os sistemas configurados no mesmo. 10

11 Está disponível uma instrução normativa complementar referente aos controles para hardening dos sistemas operacionais. Está disponível uma norma complementar referente a desenvolvimento de software seguro. 5.8 Desempenho e qualidade. Convém utilizar meios e sistemas que proporcionam melhorias em desempenhos, como controle de banda, prioridades, QOS e outros, sempre que possível. Está disponível uma instrução normativa complementar referente aos controles para QOS Gestão de Riscos. A Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Comunicações é o conjunto de processos que permitem identificar e implementar as medidas de proteção necessárias para minimizar ou eliminar os riscos a que estão sujeitos os seus ativos de informação, e equilibrá-los com os custos operacionais e financeiros envolvidos. Deverão considerar, prioritariamente, os objetivos estratégicos, os processos, os requisitos, além de estarem alinhadas a esta PSI. Esse processo deverá ser contínuo. 11

12 5.10. Tratamento de Incidentes. Tratamento de Incidentes, é o serviço que consiste em receber, filtrar, classificar e responder às solicitações e alertas e realizar as análises dos incidentes de segurança, procurando extrair informações que permitam impedir a continuidade da ação maliciosa e também a identificação de tendências. A. Todos os incidentes notificados ou detectados deverão ser registrados, com a finalidade de assegurar registro histórico das atividades e ações desenvolvidas. B. O tratamento da informação deverá ser realizado de forma a viabilizar e assegurar disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade da informação. C. Havendo indícios de ilícitos criminais, a Equipe Técnica de Segurança da Informação tem como dever, sem prejuízo de suas demais atribuições, acionar as autoridades policiais competentes para a adoção dos procedimentos legais julgados necessários, observar os procedimentos para preservação das evidências. 6. PENALIDADES O descumprimento ou inobservância de quaisquer regras ou diretrizes definidas nesse instrumento e em suas normas complementares constituem falta grave, e será respondido com a aplicação de todas as medidas cabíveis. Os dispositivos de identificação e senhas protegem a identidade do colaborador usuário, evitando e prevenindo que uma pessoa se faça passar por outra. Portanto, o usuário vinculado a tais dispositivos identificadores será responsável pelo seu uso correto perante a instituição, sendo que o uso dos dispositivos e/ou senhas de identificação de outra pessoa viola as regras de segurança e poderá resultar na aplicação de medidas penais. 12

13 7. DIVULGAÇÃO E ACESSO Os documentos integrantes da estrutura normativa de gestão de segurança da informação deverão ser divulgados a qualquer indivíduo com vinculo à organização, e também publicadas na Intranet corporativa, de maneira que seu conteúdo possa ser consultado a qualquer momento. 8. DIPOSIÇÕES FINAIS Para a uniformização da informação organizacional, esta Política de Segurança da Informação deverá ser comunicada a todos os gestores, servidores, colaboradores e prestadores, a fim de que seja cumprida. O não cumprimento dos requisitos previstos nesta política, nas normas complementares e nos procedimentos de Segurança da Informação acarretará violação às regras internas da instituição e sujeitará o usuário às medidas administrativas e legais cabíveis. 9. NORMAS COMPLEMENTARES E INSTRUÇÕES NORMATIVAS. IN - C - HSO - Instrução Normativa - Controle - Hardening dos Sistemas Operacionais IN - C - QOS - Instrução Normativa - Controle - QOS NC PDSS - Norma Complementar - Política de Desenvolvimento de Software Seguro 13

14 10. APROVAÇÃO. A Direção se compromete, que está de acordo com todos os tópicos abordados neste documento, e em todos os seus documentos complementares. Direção DATA ASSINATURA Direção DATA ASSINATURA Direção DATA ASSINATURA 14

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