PROPOSTA CONJUNTA IEFP- CASES PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO

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1 PROPOSTA CONJUNTA IEFP- CASES PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO CONSIDERANDO: A Portaria n^ 985/2009, de 4 de Setembro, criou o Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE), a promover e a executar pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.; O PAECPE destina-se a apoiar a criação de empresas de pequena dimensão com fins lucrativos, que originem a criação de emprego e contribuam para a dinamização das economias locais e a apoiar a criação do próprio emprego por beneficiários das prestações de desemprego, mediante, designadamente, concessão de crédito com garantia e bonificação de taxa de juro por instituições bancárias no quadro de instrumentos de acesso ao crédito; Os instrumentos de acesso ao crédito contemplam duas tipologias de operações de crédito, a saber, MICROINVEST, para operações de crédito até e financiamento de projectos de investimento até esse montante, e INVEST+, para operações de crédito de montante superior a e até , para financiamento de projectos de investimento superior a e até ; A Resolução do Conselho de Ministros n5 16/2010, de 4 de Fevereiro, criou, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Social (PADES), o Programa Nacional de Microcrédito (adiante designado PNMC), atribuindo à Cooperativa António Sérgio Para a Economia Social (CASES) a respectiva coordenação e acompanhamento, em articulação com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) e a Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGTF); O PNMC, nos termos da Resolução, é "destinado a fomentar a criação de emprego e o empreendedorismo entre as populações com maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho (...)" e determina-se que os apoios a conceder " (...) se consubstanciam na facilitação do acesso ao crédito e na prestação de apoio técnico à criação e consolidação dos projectos empresariais"; A Resolução estabelece que "o crédito ao investimento é concedido pelas instituições de crédito ou pelas sociedades financeiras de microcrédito, (...) beneficiando de bonificação de taxa de juro e de garantia no quadro do sistema de garantia mútua" e determina que a operacionalização do programa nacional de microcrédito assente " (...) na celebração de protocolos com as instituições de crédito e com as sociedades financeiras de microcrédito, bem como com a intervenção descentralizada das entidades que integram o sector social, ao nível da identificação dos públicos-alvo e do acompanhamento dos projectos". Página l de 5

2 PROPOSTA CONJUNTA: Tendo presentes os considerandos anteriores, o IEFP e a CASES propõem-se reforçar e alargar o âmbito dos apoios a conceder no quadro das operações de crédito previstas no PAECPE - MICROINVEST -, de forma a assegurar o desenvolvimento do PNMC como instrumento de criação e manutenção de auto-emprego sustentável optimizando, em simultâneo, a utilização dos meios e instrumentos disponíveis para promover o acesso ao crédito de baixo valor a conceder a micro empreendedores. O PNMC tem como objectivo central estruturar e lançar um plano de incentivo e apoio à criação e manutenção do auto emprego que tomará a designação de Plano de Apoio ao Auto Emprego. Assim, Página 2 de 5

3 Compete ao IEFP: l - Colocar ao serviço do PNMC a Linha de Crédito MICROINVEST, no montante global de que assumirá as seguintes características: Montante global da linha Montante de investimento total por projecto Montante de financiamento Desembolso Prazo do desembolso Prazo do reembolso Período de carência Reestruturação Taxa de juro Juros a cargo do beneficiário Bonificação da taxa de juro (a cargo do IEFP) Garantia mútua Comissão de garantia (a cargo do IEFP) Bonificação da comissão de garantia Contragarantia (Fundo de Contragarantia Mútuo) Regra de minimis <= <= % com a assinatura do contrato + 25% + 25%, mediante apresentação de documentos de despesa comprovativos da aplicação dos valores anteriormente utilizados Prazo máximo de 6 meses após a assinatura do contrato 84 Meses (24 de carência + 60 de amortizações - mensais e constantes), sem prejuízo da possibilidade de amortização antecipada, total ou parcial, sem custos 24 meses (de capital) Os períodos de carência são prorrogáveis por 12 meses Euribor + Spread 2,5 % Euribor 30 dias + 0,25%, com uma taxa mínima de 1,5% e máxima de 3,5%, que são liquidados mensal e postecipadamente No ls ano é total, nos 2e e 3.8 anos é igual à diferença entre a taxa de juro e o juro suportado pelo beneficiário. Nos anos seguintes é igual à parte que excede o valor de 3,5 %. 75 % do capital em dívida, até ao limite da garantia emitida para o Banco e até 30 % do valor do crédito efectivamente contratado pelo Banco 0,75%, ao ano, calculada sobre o valor da garantia utilizada no período Integral (com Imposto do Selo), sendo esse valor liquidado semestral e postecipadamente 95% Estão sujeitos à regra de minimis, quer em termos de montantes de apoio quer em termos de actividades elegíveis: A garantia prestada pela SGM; A bonificação de juros; A bonificação da comissão de garantia. 2 - Assegurar a gestão das relações com a Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua (SPGM) e com as instituições financeiras subscritoras do protocolo celebrado entre o IEFP e os doze bancos aderentes ao financiamento da linha, efectuando, em ligação com a CASES, as diligências para as necessárias adaptações nesse protocolo de forma a garantir a sua aplicabilidade; 3 - Assegurar a conclusão, nos termos do procedimento de contratação adoptado, da credenciação das entidades privadas sem fins lucrativos ou autarquias locais que disponham de serviços de apoio ao empreendedorismo, que prestarão apoio técnico à criação e consolidação dos projectos que obtenham financiamento, no quadro das operações de crédito MICROINVEST, passando pelo acompanhamento/orientação durante a vida do projecto, suportando os respectivos encargos financeiros; Página 3 de 5

4 \ 4 - Apoiar a organização e financiamento de acções de formação em sala destinadas aos interlocutores designados pelas entidades credenciadas, no sentido de os capacitar para intervir de forma adequada e eficaz na relação com os potenciais micro empreendedores; 5 - Coordenar a intervenção das entidades credenciadas e acompanhar, em conjunto com a CASES, os projectos no terreno; 6 - Receber e validar, definitivamente, o reporte periódico da actividade das entidades credenciadas, na sequência da validação preliminar da CASES, quando aplicável, nos termos e condições a definir. Compete à CASES: Coordenar, conforme os termos da Resolução do Conselho de Ministros n9 16/2010, o PNMC e, nesse âmbito: 1 - Definir, em conjunto com o IEFP, o plano de intervenção / operacionalização do PNMC e acompanhar no terreno os processos e o relacionamento entre os elementos da Rede; 2 - Conceber e acompanhar o processo de formação dos interlocutores indicados pelas entidades credenciadas; 3 - Receber e validar, provisoriamente, o reporte periódico, da actividade das entidades credenciadas pelo IEFP, na sequência de encaminhamento dos processos por parte do IEFP, nos termos e condições a definir na Portaria adiante mencionada; 4 - Avaliar a elegibilidade e validar os projectos, no âmbito do PNMC, dos microempreendedores e encaminhá-los para as instituições financeiras aderentes à linha de crédito. 5 - Definir e desenvolver a estratégia de comunicação e criar materiais de comunicação e acções de divulgação do PNMC; 0 IEFP e a CASES propõem-se: 1 - PORTARIA n2 985/2009: Elaborar uma proposta de alteração da Portaria em epígrafe no que respeita ao público-alvo, às Condições e Requisitos de Acesso e às Modalidades de Apoio, no prazo de 30 dias; 2-PÚBLICO-ALVO: São destinatários deste Programa, todos aqueles que, tendo maiores dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e estejam em risco de exclusão social, estejam desempregados ou sem trabalhar e tenham uma ideia de negócio viável e perfil de empreendedores, que formulem e apresentem projectos viáveis para criar e consolidar postos de trabalho sustentáveis. Página 4 de 5

5 3-METODOLOGIA: As entidades privadas sem fins lucrativos ou autarquias locais que disponham de serviços de apoio ao empreendedorismo, credenciadas pelo IEFP, implantadas no terreno, serão os interlocutores e intervenientes directos no PNMC. Pelo seu contacto privilegiado com as populações e pelo conhecimento, no terreno, das suas especificidades e particularidades, estas entidades serão as que melhor poderão contribuir para o sucesso do PNMC. Caberá a essas entidades detectar as oportunidades de negócio, identificar os potenciais micro empreendedores, ajudar na construção do "dossier de negócio", bem como acompanhar todo o projecto até ao final do prazo do financiamento. Para tal, após concepção do modelo a implementar, o IEFP e a CASES darão formação específica sobre o modelo e os procedimentos a adoptar, estando presentes e intervindo em todas as fases do PNMC. O IEFP e a CASES acompanharão, a todo o tempo, a implementação do projecto no terreno, adequando a sua intervenção a cada fase do programa, e a cada região, de acordo com as necessidades verificadas. 4 - DELIMITAÇÃO TERRITORIAL: Para além da intervenção prevista para os desempregados, no quadro do PAECPE, os apoios aos restantes públicos terão início segundo um calendário a acordar entre as parte, a partir de 2 de Janeiro de 2011, abrangendo todo o território nacional. 5-MEIOS FINANCEIROS: Serão utilizados os recursos já consignados, ou a consignar, nos orçamentos dos signatários. Lisboa, 25 de Outubro de 2010 xt IEFP / CASES O Presidente do Conselho Directivo Francisco Madelino José Realinho de Matos C A Direcção Eduardo Graça Patrícia Boura Página 5 de 5

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