Fatores restritivos de pessoas deficientes na alocação de competências produtivas a conjuntos de tarefas organizacionais

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1 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 Fatores restrtvos de pessoas defcentes na alocação de competêncas produtvas a conjuntos de tarefas organzaconas Lucano Nadler Lns (UFPE) Fernando Menezes Campello de Souza (UFPE) Gertrudes Coelho Nadler Lns (UFPE) Resumo Este artgo apresenta como as lmtações de pessoas defcentes podem ser ncorporadas em modelos que agregem o conceto de competênca para o trabalho. Em prmero lugar é feta uma nterpretação do conceto de defcênca a partr do sgnfcado de competênca. Em seguda é mostrado como a seleção de competêncas é conduzda de forma a tornar possível a realzação das tarefas exstentes na organzação. Também é realzada uma comparação entre o processo de desenvolvmento de uma competênca e um crcuto elétrco RC, com a fnaldade de estabelecer uma analoga entre os dos sstemas. Procede-se ao fnal a uma análse do sstema dnâmco não lnear para o caso de duas competêncas, o que permte determnar as condções de equlíbro do sstema. Estas condções mpõe um lmte máxmo na vontade, a varável de entrada do modelo, para que os pontos de equlíbro apresentem coordenadas postvas. Palavras-chave: Competênca, Defcênca, Produção.. Introdução A nserção de pessoas dtas defcentes em postos de trabalhos é uma preocupação sempre emergente, produzndo mutas vezes legslações que mponham sobre empregadores cotas para admssão deste contngente ou estabelecendo ncentvos para as empresas as ncluírem no seu quadro de pessoal (Barbosa Flho, 00). Entretanto, a defcênca não raro é encarada de forma preconcetuosa, especalmente no Brasl (Macel, 000), ao dentfcar uma pessoa que não atenda aos padrões normas da socedade como ncapaz de realzar algum trabalho. Por normaldade de uma característca entenda-se de uma manera geral aquela que não se afasta sgnfcatvamente de uma ocorrênca mas comum na população como um todo. Este desvo dos padrões normas é vsto como uma nadequação completa para a ocupação de um cargo (Macel, 000). Alguns fatos, entretanto, contradzem esta hpótese, por envolver stuações onde se observa um destacado sucesso profssonal de alguns defcentes. Outro argumento levantado para que a contratação de defcentes não aconteça está assocada à perda de autonoma destes, o que mplcara, dependendo da defcênca, em um acompanhamento constante de tas profssonas (Macel, 000). Quando a atvdade requstar ou estver centrada apenas em um ndvíduo, a ndependênca das ações com as de outras pessoas torna-se pratcamente uma mposção, o que não necessaramente é verdade para análses envolvendo grupos organzaconas. O que se pretende neste artgo é estabelecer uma assocação entre concetos lgados a pessoas defcentes e os modelos que tratam quanttatvamente da competênca para uma tarefa, mostrando como as defcêncas podem e devem ser ncorporadas. O ntuto é o de mostrar que a defcênca pode ser tratada como uma gradação de competênca ou mesmo uma nadequação desta para uma tarefa específca. Este processo permtrá que sstemátcas desenvolvdas para medção das competêncas (Squera, 00) possam também ser usadas em benefíco de estudos sobre nclusão de defcentes em ambentes de trabalho. Busca-se ENEGEP 005 ABEPRO 4857

2 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 centrar apenas na análse sobre um ndvíduo em relação a um trabalho a ser realzado, exclundo possíves nterações entre grupos de trabalho (Pnder, 984). Entender como as defcêncas afetam o desenvolvmento de competêncas em um sstema produtvo envolve necessaramente um modelo dnâmco que represente os mecansmos nfluentes sobre este processo, prncpalmente os motvaconas (Bergamn, 997; Guastello, 987; Mtchell 98; Van Geert, 998). Espera-se representar um sstema que requste múltplas competêncas, dentre as quas exstam fatores lmtantes, o que certamente permtrá avalar polítcas adequadas de alocação de tarefas em dversos postos de trabalho. O fator vontade para a tarefa, apesar de sofrer uma realmentação decorrente da ação tomada (Lns, 004), será consderado como entrada do sstema, permtndo avalar o mpacto do desenvolvmento de competênca em bases também motvaconas (Pnder, 984). A defcênca como uma competênca na produção Como bem nvestgado por Locke (965) e Terborg (977), a competênca é um fator determnante do desempenho no trabalho. Para Lns (004) uma competênca produtva está relaconada à nteração atva do ser humano com o ambente, ou melhor, com os meos que o mesmo detém para realzar esta nteração. A adequação do corpo com o ambente é o que determnará as formas possíves de nfluênca por parte do ndvíduo. As competêncas são seleconadas quanto à melhor alternatva frente a uma ação a ser tomada no ambente. Quanto mas bem ajustado o ndvíduo estver ao ambente, mas competente ele se tornará por ser capaz de realzar um menor esforço na obtenção das recompensas provenentes da ação. Anda segundo Lns (004), o desenvolvmento de competêncas é uma confluênca do conjunto de competêncas para uma stuação de exja um nível mínmo de energa necessáro nas nterações com o meo crcundante. Devdo às dferentes estruturas ambentas, o desenvolvmento das competêncas se manfestará de forma dstnta conforme a confguração dos demas elementos nfluentes. Uma defcênca, neste contexto, sera o oposto do sgnfcado da competênca conforme exposto. Por sso, deve ser apenas reconhecda quando estão envolvdas tanto a tarefa como os meos para realzá-la, nunca separadamente. Uma mesma defcênca sera apenas confrmada para algumas atvdades, mas não para todas. O mportante é dentfcar o conjunto mínmo de competêncas exgdas por cada tarefa, para então avalar quas realmente se classfcam como defcêncas. No caso em que A defnção de competênca é sufcentemente abrangente para não apenas englobar o conceto de defcênca do corpo humano, mas também lmtações extra-corpóreas, por ter sdo baseada também na estrutura do ambente com o qual se nterage. Por exemplo, pessoas com lmtações de natureza físca ou pscológca, seram tratadas gualmente das que tenham restrções orçamentáras ou herárqucas. Mesmo que exstam normas que estabeleçam um agrupamento dos tpos de defcêncas exstentes (Barbosa Flho, 00), dstnguem-se para os fns deste artgo a segunte classfcação das defcêncas com base na competênca: Defcênca Inexstente: neste caso, tanto a competênca pode ser desenvolvda, como ela pode ser usada em qualquer tarefa que a requera; Defcênca Lmtante: restrnge em algum grau a ntensdade com que a ação é realzada, mas não necessaramente mpede que determnada competênca possa ser utlzada em alguma tarefa que a requera. Este é um caso em que a competênca não possu uma dnâmca de desenvolvmento, permanecendo constante durante todo o tempo; Defcênca Incapactante: equvalente à falta de competênca que mpede a completa ENEGEP 005 ABEPRO 4858

3 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 realzação de um determnado conjunto de tarefas. A condção para uma competênca se enquadre nesta categora é a de que exsta uma tarefa em que a competênca possa ser usada; Defcênca Plena: a competênca não pode ser usada em nenhuma tarefa que a requera, devdo ao ndvíduo não dspor de meos para realzá-la. Mesmo a defcênca plena não mpede que o ndvíduo exerça algum tpo de atvdade, contato que a mesma não exja a competênca defcente. A capacdade de um ndvíduo em realzar algum tpo de trabalho é descrta por um vetor real de competêncas. A característca vetoral da competênca é o fator que permte a compensação da defcênca, a nexstênca ou restrção de uma competênca, por alguma outra habldade ou conhecmento dsponível no vetor. Cada ndvíduo possu um conjunto de competêncas que podem ser atvadas em subgrupos, não necessaramente requerendo a totaldade das competêncas smultaneamente. A defcênca só é completamente estabelecda quando competênca e ação estverem sendo comparadas. A falta de uma competênca só pode ser ndcada como defcênca quando contraposta com a tarefa relaconada 3. O processo de alocação de competêncas Cabe como parte da escolha ndvdual seleconar dentre as competêncas que lhe são dsponíves as que serão efetvamente aconadas para cumprr com um trabalho. As característcas do trabalho a ser realzado, entretanto, restrngem a dversdade das alternatvas, ou mesmo não requer que determnada competênca seja utlzada, como exposto na Fgura. O objetvo é conectar cada tarefa a um conjunto mínmo de competêncas necessáras. FLUXO DA RECOMPENSA C = C C M C m obstáculos P P M Pn = T ( D) FLUXO DA VONTADE Fgura As competêncas como camnhos para a transposção de barreras entre o ndvíduo e a realzação de tarefas A fgura não possblta captar o arranjo seral das competêncas em relação a uma tarefa específca, ou seja, todas as competêncas necessáras à condução de uma tarefa devem estar, sem exceções, prontamente dsponíves. As competêncas relaconadas não formam opções de escolhas, dentre as quas um subgrupo vablzara a concretzação da tarefa. É possível também que as competêncas dsponíves não sejam sufcentes para dar níco à tarefa devdo à complexdade própra da ação exgr váras competêncas agndo smultaneamente. A falta de uma competênca dentre o conjunto mínmo exgdo não poderá ser suprda pela presença das demas. ENEGEP 005 ABEPRO 4859

4 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 A vontade orenta a atenção da pessoa para o vetor T do trabalho a ser realzado, mas a competênca é fator que realmente permte a concretzação das ações. O trabalho é um conjunto ou vetor de tarefas, consderando que estas são fetas de forma ordenada. Os obstáculos consttuem elementos de resstênca nterpostos entre as competêncas e as tarefas, que deverão ser superados para que a energa armazenada em termos da vontade seja descarregada. O valor do trabalho T decorre dele ser o menor agregado de ações capaz de fornecer uma recompensa ao ndvíduo. Cada trabalho pode ser subdvddo em atvdades coordenadas menores, consttundo um conjunto de pequenas tarefas a serem executadas ordenadamente. Em Lns et al. (004), quando se tratar de um contexto organzaconal, tas ações são varáves chamadas de Produção. A Produção, mas do que ser uma varável que representa as ações envolvdas na tarefa, representa o esforço nstantâneo despenddo durante a execução da tarefa específca. Proporcona, portanto, uma medda do desgaste ou tensão envolvda, dependente também do nível de competênca (Lns et al., 004). Para o caso de múltplas competêncas serem requerdas por uma ação, a função de produção (Chang, 98) pode ser desenvolvda, sabendo que a ação é função do trabalho e da competênca para realzá-lo: P = f [ T, C] = f [ T ( D), C] = f ( D, C) = h D C () T A função de produção desta forma anda se assemelha ao desempenho proposto por Vroom (964) como decorrente da motvação e competênca para o trabalho. A tabela da fgura permte dentfcar o sgnfcado das varáves Produção e Competênca atuando em regões de valores não só postvos como também nulos e negatvos. Varável (X) Valor Negatvo (X<0) Valor Negatvo (X=0) Valor Postvo (X>0) P (Produção) Contra-produção Improdução Produção C (Competênca) Falsa competênca Incompetênca Competênca Fonte: Lns (004) Tabela Interpretação das faxas de valores das varáves do modelo Será usada como auxílo à representação das relações entre competêncas de um ndvíduo e as tarefas de um trabalho a segunte matrz de relaconamentos competênca tarefa: B = [ b ], b {0,} () n m j j Se a competênca C se relacona com a tarefa T j, então b j =, assumndo valor b j = 0 caso contráro. Os elementos nulos desta matrz dentfcam a exstênca de uma defcênca ncapactante entre a respectva competênca e tarefa. 4. Analoga com crcuto elétrco RC O método de comparar o sstema regulando as ações humanas nas organzações com modelos de outras áreas do conhecmento, neste caso com crcutos elétrcos, permte transpor mutas vezes característcas bem estudas desta últma para os fenômenos comportamentas. O modelo a ser apresentado, entretanto, servrá mas como um auxílo à sucessão de processos desencadeados por um estímulo externo. O equvalente elétrco do processo comportamental nterno a uma pessoa é estabelecdo por meo de uma analoga com um crcuto elétrco RC (Johnson et al., 994), como representado pela seqüênca da fgura. O trabalho T é representado por uma forma de energa térmca capaz de crcular lvremente pelo ambente em volta do ndvíduo. A energa térmca que se encontra dspersa no meo crcundante produz uma sensação de calor no ndvíduo, j j ENEGEP 005 ABEPRO 4860

5 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 equvalente à recompensa H. Esta energa térmca é tanto convertda em energa elétrca pelo termogerador G, como também acaba por se transformar novamente em energa térmca através da dsspação do calor no resstor R. A energa, enquanto no estado elétrco, é ndcada em termos da vontade D, equvalente à corrente elétrca. Este processo não é nstantâneo devdo ao retardo provocado pelo capactor C, que acumulará energa antes de envá-la ao resstor R. S S T G D + C D R T Fgura As competêncas na transposção de barreras entre o ndvíduo e a realzação de tarefas As chaves S e S solam os crcutos de forma permtr que os dos processos, de acumulação e dsspação de energa, não sofram mútua nfluênca. A seleção da chave S é feta por um sstema autônomo, sob o qual o ndvíduo não tem controle. A chave S, por sua vez, é aconada por um sstema não autônomo, que exge a partcpação conscente do ndvíduo para atvá-la. A escolha do fechamento da chave resume o processo decsóro sobre alternatvas de um curso de ação. Pode-se magnar cada elemento do sstema modelado como um vetor, ndcando neste caso exstrem múltplos tens de cada componente comportamental, possvelmente segundo uma dsposção físca em paralelo. O prncpal problema com o esquema da fgura é ndcação da competênca como elemento acumulador de energa, ou melhor, um capactor, não correspondendo à descrção estabelecda para o presente modelo do sgnfcado da competênca. Tem-se também que a chave não restrnge nem estmula a crculação de energa pelo crcuto em dstntos níves de ntensdade. Mesmo assm, a chave S encontra-se ntmamente lgada ao capactor C, cujo conjunto de característcas formado por ambos smultaneamente consegue atender melhor à defnção do que seja competênca: um elo tanto de nterlgação como de ponderação entre o ndvíduo e a ação. 5. Um modelo para uma matrz de relaconamentos bdmensonal A stuação modelada corresponde a uma únca vontade D apenas dreconada para a obtenção de uma determnada recompensa H, também exclusva. Exste um trabalho T formado por duas tarefas P e P que proporconam a recompensa almejada, se Cada tarefa demanda pelo menos uma dentre duas competêncas C e C para serem executadas, conforme a matrz de relaconamentos tarefa-competênca: 0 B = (3) As ações produtvas, segundo a matrz ndcada, correspondem, portanto, a: P = hccd P = hcd (4) ENEGEP 005 ABEPRO 486

6 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 onde o parâmetro h é postvo não nulo, e ndcam a coragem para realzar cada uma das ações. Pode ser observada a exstênca da defcênca ncapactante entre C e P, por não permtr o uso da competênca C como complemento a C para a realzação da produção P como constatado em P. O sstema do desenvolvmento de competêncas que ncorpora também estas duas ações é expresso por um par de duas equações dferencas não-lneares homogêneas: C& = cc + bd + jp (5) C& = cc + bd + jp + jp onde todos os parâmetros c, b, j são também postvos não nulos. O ponto em cma da varável ndca a dervada desta em relação ao tempo. Cada parâmetro permte dentfcar os processos correlatos que afetam o desenvolvmento da competênca, conforme apresentado na Tabela. A varável D, mesmo consttundo uma varável de entrada no sstema, é assumda constante durante todo o decorrer do tempo, contanto que D > 0. Por este ponto de vsta, a vontade, em prncípo uma varável de entrada do sstema, assemelha-se a um smples parâmetro, tornando ambas as equações dferencas em não homogêneas. Parâmetro Denomnação Sgnfcado h Coragem Acetação dos rscos percebdos quanto à execução de uma ação, rendendo-se ao ímpeto gerado pela vontade. c Atrofamento Tendênca à perda progressva de uma competênca b Autodesenvolvmento Aprmoramento da competênca por meos dstntos à prátca da ação recompensadora j Aprendzado prátco Aprmoramento da competênca por meo da prátca da ação recompensadora Fonte: Lns (004); Penna (00) Tabela Interpretação dos parâmetros do modelo. Fazendo a substtução dos valores da produção em cada tarefa pela expressão em termos das competêncas e vontade, é possível determnar as condções de equlíbro das competêncas, que consste em resolver o sstema de equações: C& = 0 cc + bd + jhc C D = 0 (6) C& = 0 cc + bd + jhc C D + jhc D = 0 Resolvendo a prmera equação, chega-se a: C = bd /( c jhc D), (7) onde C c / jhd. Para que C > 0, deve-se ter: 0 < D < c / jhc (8) Portanto, só exste uma faxa de valores possível para D se C > 0. Resolvendo a segunda equação do sstema de equações das condções de equlíbro, chega-se a: C = [ c( c jhd) ± ]/ jhd( c jhd), (9) onde: = [ c( c jhd)] 4 jhbcd, (0) ENEGEP 005 ABEPRO 486

7 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 ou seja, exstem dos pontos de equlíbro. O valor de C em função apenas de D e dos parâmetros substtuído na expressão dec permte determnar o valor deste últmo também como função apenas de D e dos parâmetros. C = jhbd ( c jhd) /[ jhcd( c jhd) m ] () Mesmo sabendo que < c( c jhd), para que se tenha 0, dos casos são possíves: a) Se D < c / jh, então se deve ter D ' c / jh ; b) Se D > c / jh, então se deve ter D ' c / jh, onde D ' = D[ + + 6b / jh]/ > D. O caso b) sempre se verfca para a dada condção, ao contráro o caso a) em que apenas para alguns valores de D a condção é atendda. Com sso, vê-se que é possível encontrar faxas de valores para D tal que o sstema permanece em equlíbro em uma regão de competêncas postvas. Por ser a varável vontade D sempre postva não nula, não há, no equlíbro, como o sstema que atende às condções acma se encontrar em contra-produção. 6. Conclusões Mostrou-se como o conceto de competênca de Lns (004) pode ajudar a ncorporação em modelos quanttatvos de fatores restrtvos provocados por defcêncas. A nterpretação de dferentes tpos de defcêncas em termos dos possíves usos da competênca para uma ou mas tarefas e do desenvolvmento de uma competênca específca permtu uma descrção de como as dversas competêncas são alocadas a váras tarefas presentes. Como auxílo à compreensão dos processos e etapas envolvdos, um crcuto elétrco tpo RC fo esquematzado e nterpretado à luz dos mecansmos comportamentas. A avalação do modelo dnâmco de desenvolvmento de duas competêncas, que ncorpora uma stuação de defcênca, mostrou como o nível de motvação nfluenca o equlíbro do trabalhador. Assm como no caso para uma competênca, o modelo apresentado mpõe uma restrção na faxa de valores da vontade de forma que as coordenadas de equlíbro das varáves sejam postvas. Pelo fato de se tratar de uma abordagem ndvdual, não foram tratados os aspectos envolvdos nas stuações que envolvam um grupo de trabalhadores, dentre os quas exstam pessoas com algum tpo de defcênca. Também se faz necessáro anda desenvolver meddas de desempenho relatvas a cada competênca (Squera, 000), defcente e não defcente, que permta a perfeta alocação de ndvíduos a postos de trabalhos. Referêncas BARBOSA FILHO, A.N. (00) - Segurança do trabalho & gestão ambental. Edtora Atlas. São Paulo. BERGAMINI, C. W. (997) - Motvação nas organzações. 4 ed. Edtora Atlas. São Paulo. CHIANG, A. (98) - Matemátca para economstas. McGraw-Hll do Brasl e Unversdade de São Paulo. São Paulo. GUASTELLO, S. J. (987) - A butterfly catastrophe model of motvaton n organzatons: academc performance. Journal of Appled Psychology. Vol. 7, p JOHNSON, D.E., HILBURN, J.L., JOHNSON, J.R. (994) Fundamentos de análse de crcutos elétrcos. Prentce-Hall do Brasl. Ro de Janero. LINS, L. N. (004) - Modelagem dnâmca de processos reguladores do comportamento humano nas organzações. Tese de doutorado apresentada à UFPE. Recfe. ENEGEP 005 ABEPRO 4863

8 XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasl, 9 out a 0 de nov de 005 LINS, L.N., SOUZA, F.M.C., LINS, G.C.N. (004) - Mecansmos dnâmcos envolvdos no desenvolvmento de competêncas produtvas. Anas de resumos XVII ENEGEP. Floranópols. p.89. LOCKE, E. A. (965) - Interacton of ablty and motvaton n performance. Perceptual and Motor Sklls. Vol., p MACIEL, M.R.C. (000) - Portadores de defcênca: a questão da nclusão socal. São Paulo Perspec. Vol.4, n., p MITCHELL, T. R. (98) - Motvaton: new dretons for theory, research and practce. Academy of Management Revew. Vol., p PENNA, A. G. (00) Introdução à aprendzagem e memóra. Imago. Ro de Janero. PINDER, C. C. (984) - Work motvaton: theory, ssues, and applcatons. Scott, Foresman and Company. USA. SIQUEIRA, M. M. M.(00) - Meddas do comportamento organzaconal. Estudos de Pscologa. Vol. 7, n. especal, p.-8. TERBORG, J. R. (977) - Valdaton and extenson of an ndvdual dfferences model of work performance. Organzatonal Behavor and Human Performance. Vol. 8, p VROOM, V. H. (964) - Work and motvaton. Kreger. USA. VAN GEERT, P. (998) - We almost had a great future behnd us: the contrbutons of non-lnear dynamcs to developmental-scence-n-the-makng. Developmental Scence, Vol., n., p ENEGEP 005 ABEPRO 4864

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