2. CONTABILIDADE NACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2. CONTABILIDADE NACIONAL"

Transcrição

1 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura formal para os nossos modelos macroteóricos. A segunda razão para estudar contabilidade nacional é o conhecimento de uns quantos números que ajudam à caracterização da economia. 2. Este estudo começa pela medição básica do produto produto interno bruto ou PIB. O PIB é o valor de todos os serviços e bens finais produzidos no país num determinado período de tempo (normalmente 1 ano). As estatísticas do PIB permitem avaliar se a economia está em contracção ou expansão, se necessita de um impulso, se deve ser travada ou se há ameaça de uma grave recessão ou inflação. Quando os economistas querem determinar o nível de desenvolvimento económico de um país analisam o PIB per capita. E o avanço na teoria macroeconómica seria impossível sem o PIB e outras medidas do rendimento nacional, as quais possibilitam lidar com as questões macroeconómicas centrais, como o crescimento económico, a relação entre actividade económica e desemprego e a quantificação e as causas da inflação. 3. Numa economia produz-se, efectua-se despesa e distribui-se rendimentos. A estas três actividades correspondem as três ópticas de medição do produto: óptica da produção, óptica da despesa e óptica do rendimento Óptica da Produção 1. Vamos admitir que, com critérios contabilísticos adequados, é possível medir em unidades monetárias a produção de cada uma das entidades produtivas de um dado país. A questão coloca-se: como medir a produção total desse país? Uma primeira resposta, intuitiva, será a de dizer que basta somar as produções de todas as unidades produtivas, o que é possível, já que estão avaliadas em unidades monetárias. Esta não seria, contudo, uma boa medida para a produção do país. Somar o valor da produção de todas as entidades produtivas significa duplicar o valor das matérias-primas e dos produtos intermédios produzidos e que são utilizados na produção de outros bens e serviços. Estas duplicações tornam a soma das produções um mau indicador da produção global de um país. A contabilização dupla é evitada pela introdução do valor acrescentado bruto (VAB). O VAB de um produtor é igual ao valor das suas vendas líquido do valor dos produtos e

2 serviços consumidos na produção, aos quais chamamos de consumos intermédios. O PIB é, assim, a soma dos VAB de todas as entidades de produção que residem no país. 2. Na produção interna, isto é, realizada dentro das fronteiras do país, são utilizados alguns factores de produção propriedade de não residentes, ao passo que factores de produção de residentes são utilizados no estrangeiro. Se ao produto interno adicionarmos os rendimentos transferidos para o nosso país de factores de produção que os residentes possuem no estrangeiro e subtrairmos os rendimentos transferidos para fora do país, de factores de produção de não residentes, obtemos o produto nacional. Note que o que distingue o produto nacional do interno é o critério da residência e não o da nacionalidade. 3. Durante o processo produtivo, o capital utilizado na produção desgasta-se ou, mais tecnicamente, deprecia-se. À redução do valor do capital chama-se amortização. Se a produto bruto subtrairmos as amortizações, obtemos o produto líquido. 4. O produto, nacional ou interno, bruto ou líquido, pode ainda ser valorizado a custo de factores ou a preços de mercado. O produto a custo de factores inclui apenas a remuneração dos factores de produção. O produto a preços de mercado é igual ao produto a custo de factores acrescidos dos impostos indirectos e diminuído dos subsídios Óptica da Despesa 1. A despesa interna é a que é feita em bens e serviços finais produzidos internamente. Classifica-se do seguinte modo: privado. É a despesa nos produtos consumidos e pagos directamente pelos residentes. Isto inclui tudo, mesmo as despesas do consumidor com bens duradouros. público. É a despesa feita pelo Sector Público Administrativo em compras de bens e serviços; exclui a despesa em transferências. Investimento bruto. Investimento significa aumento do stock físico de capital. Bruto no sentido em que a depreciação não se encontra deduzida. Assim, o investimento bruto iguala a soma do investimento líquido com as amortizações; ou a soma da formação bruta de capital fixo com a variação de stocks. Exportações. É a despesa feita pelos não residentes em bens e serviços vendidos por residentes. 2. Não se deve confundir a despesa interna com procura interna, que é despesa feita pelos residentes quer em produtos internos quer em importados. A procura interna é, portanto, a soma do consumo privado, do consumo público e do investimento bruto. As exportações constituem procura externa. A soma da procura interna e da procura externa é a procura

3 global. Parte desta procura total é satisfeita por importações e não por bens e serviços produzidos internamente. A despesa interna é, portanto, igual à procura global subtraída das importações. 3. Como a despesa interna é a despesa feita em bens e serviços produzidos internamente, abrangendo os bens produzidos e não vendidos, que se incluem no investimento, a despesa interna coincide com o PIB. Mais exactamente, com o PIB pm, uma vez que as componentes da despesa são valorizadas ao preço de venda ao utilizador final, que já inclui os impostos indirectos líquidos de subsídios. 4. Se à despesa interna adicionarmos os rendimentos líquidos do exterior, obtemos a despesa nacional. Que é, logicamente, igual ao PNB pm Óptica do Rendimento 1. Para se poder realizar, a actividade produtiva necessita de factores, cujos detentores são remunerados pela sua utilização. A remuneração do trabalho inclui não apenas o salário, mas também as contribuições sociais; o capital é remunerado através de juros, lucros e rendas; estas últimas remuneram também o factor terra. Somando estes rendimentos obtém-se o rendimento interno. 2. A diferença entre as vendas e os consumos intermédios do produtor é o seu VAB. Deste, uma parte destina-se a suportar as amortizações e o resto a pagar salários, contribuições, juros e rendas; o remanescente é lucro. Ou seja, o VAB subtraído das amortizações divide-se em rendimentos de diversas categorias. A soma dos rendimentos gerados no país é portanto igual à soma dos VABs subtraídos das amortizações. Ou seja, o rendimento interno é igual ao produto interno líquido. Mais exactamente, ao PIL cf na medida em que o VAB é valorizado a custo de factores. 3. Somando a estes rendimentos os rendimentos líquidos do exterior, calculamos o rendimento nacional que é, obviamente, igual ao PNL cf PREÇOS CORRENTES E PREÇOS CONSTANTES 1. O PIB, tal como as outras grandezas macroeconómicas, pode ser valorizado a preços correntes ou a preços constantes. O PIB é valorizado a preços correntes (PIB nominal) quando os bens e serviços produzidos em cada ano são valorizados a preços desse ano; é valorizado a preços constantes (PIB real) quando os bens e serviços produzidos nos diferentes anos são valorizados a preços de um mesmo ano.

4 A série do PIB a preços constantes permite avaliar a variação real do produto, ou seja, a variação das quantidades de bens e serviços produzidos. Pelo contrário, a série do PIB a preços correntes permite apenas avaliar a variação nominal, que é o resultado das variações das quantidades e dos preços. 2. Os índices do nível geral de preços, como o deflator do PIB ou o índice de preços no consumidor, são médias ponderadas dos índices dos preços dos bens e serviços individuais. Os ponderadores são as quantidades. Como normalmente as quantidades dos diferentes bens e serviços do ano base são diferentes das do ano corrente, obtêm-se índices diferentes consoante os ponderadores sejam umas ou outras. O índice de preços de Paasche, P P, obtém-se com os ponderadores do ano corrente (q indica quantidade, p preço, c corrente e b base): P P = p p c b q c q c O índice de preços de Laspeyres, P L, obtém-se com os ponderadores do ano base: P L = p p c b q q b b 2.1. O deflator do PIB é um índice de Paasche: obtém-se dividindo as quantidades do ano corrente valorizadas a preços do ano corrente pelas mesmas quantidades valorizadas ao preço do ano base. Este deflator indica, portanto, a variação do nível de preços entre o ano base e o ano corrente Outro índice de preços usado frequentemente para avaliar a inflação é o índice de preços no consumidor (IPC), calculado mensalmente, a partir dos preços dos bens e serviços dum cabaz que se pretende representativo do consumo da família média. A composição do cabaz é determinada por inquérito às despesas dos consumidores e só é actualizada de anos a anos. Portanto, o IPC é um índice de Laspeyres; os ponderadores dos preços são as quantidades do ano base As variações do deflator do PIB e do IPC geralmente não coincidem. Isto sucede não tanto por o primeiro ser um índice de Paasche e o segundo de Laspeyres, mas devido a outra diferença dos ponderadores: o deflator do PIB é um índice de preços dos bens e serviços produzidos no país, enquanto o IPC é um índice dos preços dos bens e serviços de um cabaz de consumo, o qual inclui produtos não produzidos internamente e exclui bens produzidos internamente mas não consumidos O CIRCUITO ECONÓMICO 1. Os fluxos de rendimento e despesa formam um circuito passível de ser representado diagramaticamente. 2. Hipóteses simplificadoras:

5 Não existem impostos indirectos nem subsídios. As amortizações são nulas. Não existem rendimentos pagos ao ou recebidos do resto do mundo. Toda a produção é realizada pelas empresas, incluindo a destinada a consumo público. Apenas as famílias pagam impostos e as empresas distribuem todos os seus lucros, de modo que todo o rendimento é recebido pelas famílias, ainda que depois tenham de pagar impostos. Apenas as empresas realizam exportações ou importações. Apenas as famílias recebem do ou enviam transferências para o resto do mundo. 3. Da primeira hipótese decorre que os agregados a preços de mercado coincidem com os agregados a custos de factores. Da segunda que os agregados brutos coincidem com os líquidos. Da terceira que o produto nacional é igual ao produto interno e o rendimento nacional igual ao rendimento interno. Conjugando tudo, vem que: PIB cf PIB pm PNB cf PNB pm PIL cf PIL pm PNL cf PNL pm DI DN RI RN Y Portanto: Y C + G + I + X M ou Y C + G + I + NX, que é a identidade da contabilidade nacional mais importante. Das 5ª e 7ª hipóteses resulta que: Y Y T + Trf + Trf d G X. Como o que não é consumido é poupado, temos que: S Y C. d Economia Fechada sem Estado 1. Consideremos uma economia sem relações com o exterior e sem Estado. As empresas produzem bens e serviços de consumo utilizando factores de produção fornecidos pelas famílias. Por estes factores de produção, as famílias recebem salários, juros, lucros e rendas. Este rendimento é utilizado para comprar a produção das empresas. A figura 1 ilustra esta economia. Os fluxos monetários representam-se a tracejado; os fluxos de bens e serviços a cheio. Fig. 1 Economia fechada sem Estado I Factores de produção Famílias Empresas Bens e serviços de consumo

6 2. Consideremos agora igualmente uma economia fechada e sem Estado mas que produz bens de consumo e de investimento (figura 2). As empresas de tipo C produzem bens de consumo e as empresas de tipo I produzem bens de investimento. Nesta economia, parte do rendimento é poupado e canalizado, através dos mercados financeiros, para as empresas que com ele financiam o seu investimento. Portanto, numa economia fechada sem Estado tem-se sempre a igualdade entre poupança e investimento: Y C + I I Y C e S Yd C Y C, logo I S Fig. 2 Economia fechada sem Estado II Factores de produção Famílias Empresas C Empresas I Investimento Poupança Bens e serviços de consumo Financiamento Bens de investimento Mercados financeiros Economia Fechada com Estado 1. Consideremos uma economia fechada onde existe Estado. O Estado cobra impostos às famílias, realiza transferências para as mesmas e efectua compras às empresas. Nesta economia, o rendimento disponível é Y d Y T Trf. Havendo Estado, existe um saldo orçamental dado por SO T G Trf. A poupança é canalizada pelos mercados financeiros para financiar o investimento das empresas e o défice orçamental (DO, o simétrico do saldo orçamental). A igualdade entre a poupança e a soma do investimento e do défice orçamental verifica-se sempre numa economia fechada: ( Y + Trf T) C [( C + I + G) + Trf T] C I + G + Trf T I DO S Yd C + No caso do Estado ter um orçamento superavitário, a identidade anterior terá uma interpretação intuitiva: o Estado tem receitas superiores às despesas, pelo que gera uma poupança no montante SO; podemos, então, dizer que a poupança total soma da poupança privada com a poupança do Estado iguala o investimento: S = I + DO S = I SO S + SO = I A figura 3 representa esta economia. Nela omitimos os fluxos de bens e serviços, mantendo apenas os fluxos monetários. O fluxo de investimento não está, igualmente, ilustrado, já que não se fez a distinção entre empresas de bens de consumo e as de bens de investimento; no entanto, surge o financiamento do investimento.

7 Fig. 3 Economia fechada com Estado Transferências Impostos Famílias Empresas Estado Inv. Poupança Mercados financeiros Défice orçamental Economia Aberta com Estado 1. Consideremos uma economia aberta com Estado. Com a abertura da economia, as empresas passam a importar e exportar bens e serviços; e as famílias passam a receber e a efectuar transferências do e para o exterior. O saldo da balança de transacções correntes é a diferença entre os recebimentos correntes do exterior e os pagamentos correntes ao exterior, ou seja: BTC = X M + Trf. Se o saldo for negativo, o exterior faz uma poupança nas suas trocas com esta economia. Esta poupança externa, juntamente com a poupança das famílias, financia o investimento e o défice orçamental. Se a balança de transacções correntes for superavitária, é o nosso país quem financia o exterior. A igualdade entre a soma da poupança externa e da poupança interna e a soma do investimento e do défice orçamental verifica-se sempre: S Y I + d C ( Y + TrfG + TrfX T) C [( C + I + G + X M) + TrfG + TrfX T] ( G + Trf T) + ( X M + Trf ) I + DO + BTC S BTC I + DO X X C A figura 4 representa esta economia, omitindo os fluxos de bens e serviços e mantendo apenas os fluxos monetários. Fig. 4 Economia aberta com Estado Transferências Transferências Impostos Estado Famílias Empresas Inv. Importações Exportações BTC Exterior Poupança Mercados financeiros Défice orçamental

8 Bibliografia Recomendada: DORNBUSCH, capítulo 2. SAMUELSON, capítulo 21. SANTOS, pp Exercícios Relacionados: 1º Caderno prático, exercícios 20 43

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL

CONTABILIDADE NACIONAL CONTABILIDADE NACIONAL 1) Conceitos Básicos O que é a CN? A contabilidade nacional é uma técnica que tem por objectivo medir a atividade económica de um país nas suas diversas vertentes. Funciona como

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08

MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08 MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08 CAP. 2 A MEDIÇÃO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA --- EXERCÍCIOS 1. EXERCÍCIOS DAS AULAS 1.1. Contas Nacionais Considere o Quadro 1, com os principais agregados

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

Circuito Económico e Contabilidade Nacional

Circuito Económico e Contabilidade Nacional Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio.

Leia mais

Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal:

Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal: Exercício - II.1 Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal: (valores em milhões de contos) PIB 1986 a preços correntes 4418,8 PIB 1987 a preços de 1986 4608,1 PIB 1987 a preços correntes

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE 1.Discuta a diferença entre os seguintes conceitos? (a) Produto Interno Bruto - Produto Interno Líquido; (b) Produto Nacional

Leia mais

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado Macroeconomia Faculdade de Direito UNL 2008/09 José A. Ferreira Machado 1. As principais grandezas macroeconómicas e a sua medição Medição do rendimento nacional, do nível geral de preços e da taxa de

Leia mais

CAPITULO 9 CONTABILIDADE NACIONAL

CAPITULO 9 CONTABILIDADE NACIONAL CAPITULO 9 CONTABILIDADE NACIONAL O estudo da Macroeconomia exige o conhecimento do significado de diversas variáveis, atais como o consumo, o investimento, as exportações, as importações, o produto, etc.,

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA I Licenciaturas: Economia, Gestão 1º A/1º S CADERNO 2 Actividade Económica, Produção

Leia mais

Agregados macroeconômicos:

Agregados macroeconômicos: 2.1 Introdução Agregados macroeconômicos: Contabilidade social Capítulo II Macroeconomia: ramo da teoria econômica que estuda a determinação e o comportamento dos agregados nacionais. a parte relativa

Leia mais

Receitas provenientes da venda da produção. Estado (Administrações Públicas)

Receitas provenientes da venda da produção. Estado (Administrações Públicas) MACROECONOMIA I LEC201 2006/07 Licenciatura em Economia - Faculdade de Economia da Universidade do Porto CAP. 2 A MEDIÇÃO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA 2.1 Definições: agentes, operações, fluxos e stocks Agentes

Leia mais

2) Identifique na lista abaixo que transação ou atividade não seria computada nos cálculos das contas nacionais e do PIB:

2) Identifique na lista abaixo que transação ou atividade não seria computada nos cálculos das contas nacionais e do PIB: Cap 2 1) Considere que numa economia em determinado ano ocorreu uma severa epidemia, que ocasionou um aumento na demanda de serviços médico-hospitalares e por medicamentos. Considerando todo o resto constante,

Leia mais

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE I - Ao receber o Enunciado da Prova escreva seu nome e número do documento de identificação. II - Ao entregar a Prova, depois de resolvida,

Leia mais

Notas de Aula: Macroeconomia I Introdução à Contabilidade Nacional

Notas de Aula: Macroeconomia I Introdução à Contabilidade Nacional Notas de Aula: Macroeconomia I Introdução à Contabilidade Nacional Victor Gomes Universidade Católica de Brasília victor@pos.ucb.br 6 de março de 2003 1 Introdução Como em outras ciências, os economistas

Leia mais

Prof. Esp. Fábio T. Lobato 1

Prof. Esp. Fábio T. Lobato 1 - Prof. Fábio Tavares Lobato a Dois Setores Sem Formação de Capital a Dois Setores Com Formação de Capital a Três Setores: O Setor Público a Quatro Setores: O Setor Externo 1 2 Contas Básicas: - Produto

Leia mais

Não são considerados bens produzidos em período anterior, apenas a remuneração do vendedor (que é remuneração a um serviço corrente)

Não são considerados bens produzidos em período anterior, apenas a remuneração do vendedor (que é remuneração a um serviço corrente) Macroeconomia Contabilidade Nacional VASCONCELLOS, M. A. S. Economia micro e macro. 3ª ed. São Paulo: Atlas. 2002. Capítulo 9: Contabilidade social Tópicos para Discussão Principais Agregados Macroeconômicos

Leia mais

Macroeconomia. Economia

Macroeconomia. Economia Macroeconomia Economia Fluxo de renda Comecemos então com o modelo simples de fluxo circular de renda. Bens e serviços vendidos Mercado de Bens e serviços Bens e serviços comprados Receita Despesa Empresas

Leia mais

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens)

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens) 4.1. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte: - As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS ECO-02215 CONTABILIDADE SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS ECO-02215 CONTABILIDADE SOCIAL IDENTIFICAÇÃO Disciplina: ECO-02215 Contabilidade Social Carga horária: 4 horas/aula semanais Créditos: 04 Turmas: A e B Professor: Carlos Henrique Horn 1. Introdução ao estudo da Contabilidade Social

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIAL: CONCEITOS, INSTRUMENTOS E AVALIAÇÃO. Profa.: Enimar J. Wendhausen

CONTABILIDADE SOCIAL: CONCEITOS, INSTRUMENTOS E AVALIAÇÃO. Profa.: Enimar J. Wendhausen CONTABILIDADE SOCIAL: CONCEITOS, INSTRUMENTOS E AVALIAÇÃO Profa.: Enimar J. Wendhausen TEORIA MACROECONÔMICA A partir da teoria macroeconômica foram empregados esforços para a construção de um sistema

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 11 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Economia. Contabilidade Social. Introdução. Prof.Carlos Nemer j20@momentus.com.br 1. Sumário. Contabilidade Social. Capítulo 12:

Economia. Contabilidade Social. Introdução. Prof.Carlos Nemer j20@momentus.com.br 1. Sumário. Contabilidade Social. Capítulo 12: Economia Carlos Nemer 3ª Ed. Contabilidade Social Capítulo 12: Contabilidade Social Poli-UFRJ Copyright 2005. Direitos Autorais reservados ao Prof.Carlos NEMER Parte III-2-Slide 1 de 54/2005.1 Sumário

Leia mais

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia Prof.: Antonio Carlos Assumpção Contabilidade Nacional Balanço de Pagamentos Sistema Monetário 26- Considere a seguinte equação: Y = C + I + G

Leia mais

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA OU GRANDE ECONOMIA ABERTA Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O modelo IS/LM, na sua versão mais simples, descreve, formalizando analítica e

Leia mais

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.12.2010 COM(2010) 774 final Anexo A/Capítulo 08 ANEXO A à Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo ao Sistema europeu de contas nacionais

Leia mais

Para evitar dupla contagem não são contabilizados os bens intermediários. Valor Agregado = VA = VBP Cons. Intermediário PN = ΣVA

Para evitar dupla contagem não são contabilizados os bens intermediários. Valor Agregado = VA = VBP Cons. Intermediário PN = ΣVA I - CONTAS NACIONAIS 1.1 Produto Agregado = Demanda Agregada = Renda Agregada (valor da produção) = (despesa com produto) = (W+L+J+A). 1.2 Renda Nacional: Somatório de todos os rendimento recebidos pelas

Leia mais

Questão 1 O que é Fluxo Circular da Renda? O que são fluxos reais e fluxos monetários? Desenhe um e pense sobre como isso resume a economia real.

Questão 1 O que é Fluxo Circular da Renda? O que são fluxos reais e fluxos monetários? Desenhe um e pense sobre como isso resume a economia real. Faculdade de Economia UFF Monitoria 3 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Professor: Claudio M. Considera Monitor: Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

Tabela 2 - Economia Nacional - Contas de produção, renda e capital - 2003-2007

Tabela 2 - Economia Nacional - Contas de produção, renda e capital - 2003-2007 (continua) Produção 2 992 739 1 522 125 Consumo intermediário Impostos sobre produtos 229 673 Subsídios aos produtos (-) 339 2003 1 699 948 Produto Interno Bruto Produto interno bruto 1 699 948 671 872

Leia mais

Lista 08 Balanço de Pagamentos Essa lista está valendo até dois pontos para quem resolver a última questão.

Lista 08 Balanço de Pagamentos Essa lista está valendo até dois pontos para quem resolver a última questão. Faculdade de Economia Lista 08 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento Presencial: Quartas, 16h às 18h, Sala 21.

Leia mais

A procura agregada de bens e serviços: a função IS

A procura agregada de bens e serviços: a função IS A procura agregada de bens e serviços: a função IS Orçamento, saldo orçamental e dívida pública Francisco Camões Fevereiro 2014 1 Orçamento Saldo orçamental Dívida pública Orçamento Saldos orçamentais

Leia mais

Macroeconomia. 4. Medição da atividade económica. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial

Macroeconomia. 4. Medição da atividade económica. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Macroeconomia 4. Medição da atividade económica Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Introdução O Produto Componentes da Procura Índices de Preços

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Exercícios Resolvidos sobre: II A Representação da Economia e a Contabilidade Nacional

Exercícios Resolvidos sobre: II A Representação da Economia e a Contabilidade Nacional Exercícios Resolvidos sobre: II A Representação da Economia e a Contabilidade Nacional Contabilidade Nacional Questão 6 O nosso objectivo é conhecer o valor da produção da economia ou PIB. Se as empresas

Leia mais

preta. Não telemóveis

preta. Não telemóveis Provas de Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 Anos Candidatura de 2012 Exame de Economia Tempo para realização da prova: 2 horas Tolerância: 30 minutos Material admitido: O examinando apenas pode

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º ou 12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

23/07/15. A atividade econômica. Referências. Referências. Mensuração

23/07/15. A atividade econômica. Referências. Referências. Mensuração 1 A atividade econômica Mensuração 2 Referências BACHA, Carlos José Caetano. Macroeconomia aplicada à análise da Economia Brasileira. São Paulo: Edusp, 2004 Ver capítulo 3 3 Referências PAULANI, Leda Maria;

Leia mais

Economia 2º Período. Fundamentos de Macroeconomia (Aula-V) 19/10/2014. Fundamentos de Macroeconomia. Fundamentos de Macroeconomia. Prof.

Economia 2º Período. Fundamentos de Macroeconomia (Aula-V) 19/10/2014. Fundamentos de Macroeconomia. Fundamentos de Macroeconomia. Prof. (Aula-V) 19/10/2014 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Economia 2º Período Noções de Contabilidade Nacional e Cálculo do PIB Professor : Johnny Luiz Grando Johnny@unochapeco.edu.br 5. Noções

Leia mais

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da

Leia mais

Prova Escrita de Economia A

Prova Escrita de Economia A EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/Época Especial 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Contas dos Sectores Institucionais

Contas dos Sectores Institucionais Contas dos Sectores Institucionais Plano de Apresentação Enquadramento Sectorização da economia Composição, fontes de informação básica e tratamento Principais resultados Perspectivas Enquadramento O Quadro

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 07

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 07 DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010 Nota Metodológica nº 07 As Famílias no Sistema de Contas Nacionais (versão para informação

Leia mais

De acordo com a definição dada pela OCDE,

De acordo com a definição dada pela OCDE, Contabilidade Nacional: território geográfico, unidades residentes e operações económicas De acordo com a definição dada pela OCDE, A Contabilidade Nacional é uma técnica que se propõe apresentar sob uma

Leia mais

A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1

A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1 A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1 A BANCA PAGA METADE DA TAXA DE IRC, AS REMUNERAÇÕES DOS TRABALHADORES REPRESENTAM APENAS

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Solange Honorato Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 E 3. Noções de Economia e Finanças pg 26 5 a 7 questões 3.1 Conceitos Básicos de Economia 3.2 Conceitos Básicos de

Leia mais

Portugal Enquadramento Económico

Portugal Enquadramento Económico Portugal Enquadramento Económico Fonte: INE PIB e Procura Interna em Volume (Tvh) em % do PIB 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Formação bruta de capital fixo (total economia) FBCF excepto Construção FBCF Construção

Leia mais

CURSO LIVRE DE ECONOMIA

CURSO LIVRE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia CURSO LIVRE DE ECONOMIA Contabilidade Nacional Exercícios 1. Indique se as seguintes afirmações são verdadeiras ou falsas, justificando os casos

Leia mais

CORREÇÃO GRUPO I As questões que se seguem são de escolha múltipla. Das quatro respostas (A a D), apenas uma está correta. Assinala-a. 1.

CORREÇÃO GRUPO I As questões que se seguem são de escolha múltipla. Das quatro respostas (A a D), apenas uma está correta. Assinala-a. 1. CORREÇÃO GRUPO I As questões que se seguem são de escolha múltipla. Das quatro respostas (A a D), apenas uma está correta. Assinala-a. 1. O fornecimento de bens e serviços não mercantis (não comercializáveis)

Leia mais

Produto Vendas Custo da matéria-prima

Produto Vendas Custo da matéria-prima Conceitos básicos de economia A economia pode ser subdividida em dois grandes segmentos: - Macroeconomia: trata da evolução da economia como um todo, analisando a determinação, comportamento e relações

Leia mais

Macroeconomia: Noções Básicas

Macroeconomia: Noções Básicas Macroeconomia: Noções Básicas Macroeconomia ORLANDO GOMES Fevereiro de 2012 Macroeconomia: Noções Básicas Macroeconomia 1. O Estudo da Macroeconomia As decisões que todos os dias todos nós tomamos têm

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA DISCIPLINA: ANÁLISE MACROECONÔMICA PROF. RAFAEL TIECHER CUSINATO LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 2: Agregados Macroeconômicos

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 2: Agregados Macroeconômicos Aula 2: Agregados Macroeconômicos Macroeconomia As identidades macroeconômicas básicas, o sistema de Contas Nacionais, as Contas Nacionais no Brasil. Gilmar Ferreira Abril 2010 Fluxo Circular da Renda

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

Conta Corrente do Governo

Conta Corrente do Governo Faculdade de Economia UFF Lista 07 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento Presencial: Quartas, 16h às 18h, Sala

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Produção de bens e serviços de saúde A origem dos bens e serviços ofertados em qualquer setor da economia (oferta ou recursos) pode ser a produção no próprio país ou a importação.

Leia mais

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR 1 I - Macroeconomia e Contabilidade Social 1. Introdução: A Economia como a Ciência da Escassez Um dos princípios fundamentais da Economia é a chamada lei da escassez, segundo a qual as necessidades humanas

Leia mais

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Economia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 712/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais

Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais 3.1. Aspectos conceptuais - antecipação do futuro, informação e expectativas racionais 3.2. A restrição orçamental intertemporal das famílias 3.3. Teoria

Leia mais

TEORIA MACROECONÔMICA II ECO1217. Aula 14 Professores: Márcio Gomes Pinto Garcia Dionísio Dias Carneiro 27/04/2006. Conteúdo

TEORIA MACROECONÔMICA II ECO1217. Aula 14 Professores: Márcio Gomes Pinto Garcia Dionísio Dias Carneiro 27/04/2006. Conteúdo TEORIA MACROECONÔMICA II ECO7 Aula 4 Professores: Márcio Gomes Pinto Garcia Dionísio Dias Carneiro 7/04/006 Conteúdo Poupança e Investimento na Economia Aberta a Conta Consolidada de Capital do Sistema

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Demonstração de Fluxos de Caixa Demonstração de Fluxos de Caixa Conceitos gerais Métodos directo e indirecto Análise de uma DFC - Contabilidade Financeira II 2008/

Leia mais

LISTA 3A. 4) As diversas medidas do produto: interno/nacional, bruto/líquido, a custo de fatores/a preços de mercado ANOTAÇÕES

LISTA 3A. 4) As diversas medidas do produto: interno/nacional, bruto/líquido, a custo de fatores/a preços de mercado ANOTAÇÕES LISTA 3A Conceitos importantes: 1) Definição de produto 2) Fluxo circular da renda 3) As três óticas de mensuração: as óticas da produção, da renda e da despesa 4) As diversas medidas do produto: interno/nacional,

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 2º CADERNO DE EXERCÍCIOS Estudo dos Ciclos Económicos 1. O MERCADO DO PRODUTO 1.1. Modelo Simples

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época NOVA SCHOOL OF BUSINESS AND ECONOMICS INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época Ana Balcão Reis 28 de Junho de 2012 Inácia Pimentel João Miguel Silva Duração Total: 2h15m I ( 9 val) Nos exercícios seguintes

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo

Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo Capítulo 4 Moeda e mercado cambial Objectivos do capítulo Perceber o papel das taxas de câmbio no comércio internacional. Como são determinadas as taxas de câmbio de equilíbrio no mercado internacional

Leia mais

Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração

Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração Prof. Tatiele Lacerda Curso de administração Vamos estudar a política fiscal: nessa visão ela é mais influente para o atingimento do pleno emprego, sem inflação Modelo keynesiano básico: preocupa-se mais

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL

CONTABILIDADE NACIONAL UNIDADE 2 CONTABILIDADE NACIONAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Ao finalizar esta Unidade você deverá ser capaz de: Reconhecer as contas nacionais; Avaliar como se determina a medição do produto

Leia mais

Balanço de Pagamentos

Balanço de Pagamentos Alicia Ruiz Olalde Balanço de Pagamentos No balanço de pagamentos, são registradas todas as transações econômicas que o país realiza com o resto do mundo, num determinado período de tempo. O Balanço de

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS Planificação Anual Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência Direcção Regional de Educação do Centro Equipa de Apoio às Escolas - Leiria ANO LECTIVO - 2010/ 2011 ÁREA DISCIPLINAR DE ECONOMIA E

Leia mais

Contabilidade Social Carmen Feijó [et al.] 4ª edição

Contabilidade Social Carmen Feijó [et al.] 4ª edição Contabilidade Social Carmen Feijó [et al.] 4ª edição CAPÍTULO 5 BALANÇO DE PAGAMENTOS Professor Rodrigo Nobre Fernandez Pelotas 2015 2 Introdução O balanço de pagamentos é o registro contábil de todas

Leia mais

GABARITO ECONOMIA - PEN

GABARITO ECONOMIA - PEN GABARITO ECONOMIA - PEN CAPITULO 1 A ESSENCIA DO PROBLEMA ECONOMICO Ciência econômica é o estudo da alocação dos recursos produtivos escassos para organizar da melhor maneira as condições de vida em uma

Leia mais

Glossário Termos técnicos utilizados

Glossário Termos técnicos utilizados BALANÇA COMERCIAL BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BENS DE CAPITAL BENS DE CONSUMO (DURÁVEIS/NÃO DURÁVEIS) BENS INTERMEDIÁRIOS CAPACIDADE INSTALADA Apresentação do valor das exportações e importações de

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011 Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 211 Banco de Portugal divulga Contas Nacionais Financeiras para 21 O Banco de Portugal divulga hoje no Boletim Estatístico e no BPstat Estatísticas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO V Objectivo Análise do Risco Operacional e Financeiro Grau de Alavanca Operacional Grau de Alavanca Financeiro Grau de Alavanca Combinado O Efeito Alavanca Financeiro RISCO E ANÁLISE

Leia mais

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP Construção do Modelo IS-LM-BP Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo IS-LM MODELO IS-LM: mostra

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA712/C/11 Págs. Duração

Leia mais

ASSUNTOS: Orçamentos parciais Orçamentos globais Resultados obtidos indirectamente dos orçamentos Análise de indicadores

ASSUNTOS: Orçamentos parciais Orçamentos globais Resultados obtidos indirectamente dos orçamentos Análise de indicadores BLOCO 6 ASSUNTOS: Orçamentos parciais Orçamentos globais Resultados obtidos indirectamente dos orçamentos Análise de indicadores PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Considere o orçamento parcial da actividade trigo

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Teoria Macroeconômica I

Teoria Macroeconômica I Teoria Macroeconômica I Prof. Anderson Litaiff Prof. Salomão Neves Teoria Macroeconômica I - Prof. Anderson Litaiff/ Prof. Salomão Neves 1 2 Conteúdo Programático 2ª Avaliação Noções básicas de macroeconomia

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Análise de Investimentos com base em Orçamentos Anuais. Algumas Noções sobre os Resultados de Exploração.

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Análise de Investimentos com base em Orçamentos Anuais. Algumas Noções sobre os Resultados de Exploração. Análise de Projectos ESAPL / IPVC Análise de Investimentos com base em Orçamentos Anuais. Algumas Noções sobre os Resultados de Exploração. Orçamentos a Utilizar na Análise de Investimentos A avaliação

Leia mais

TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS

TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS TIPOS DE AVALIAÇÃO DE PROJECTOS Ao olharmos só para uma árvore podemos ignorar a floresta OBJECTIVOS Distinguir e caracterizar cada um dos diferentes tipos de avaliação de projectos Enquadrar cada tipo

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Apresentação e Capítulo I I A ou ou Interna como Instrumento de de Gestão Apresentação Objectivos da disciplina Programa Metodologia / Método de Estudo Avaliação Bibliografia -2-

Leia mais

ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h. Grupo I (5 valores)

ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h. Grupo I (5 valores) UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h Grupo I (5 valores) Para cada uma das seguintes

Leia mais

Introdução à Economia PROGRAMA

Introdução à Economia PROGRAMA UNIVERSIDADE LUSÍADA DE ANGOLA Curso de Gestão de Recursos Humanos PROGRAMA Ano lectivo: Semestre: Regente: 2009 2º Dra. Sandrina Berthault Moreira Ano Curricular: Carga horária: Aulas: 2º ano (diurno)

Leia mais

Metodologia de compilação das contas nacionais

Metodologia de compilação das contas nacionais Metodologia de compilação das contas nacionais A referência metodológica das Contas Nacionais de Cabo Verde é o Sistema de Contas Nacionais (SCN) das Nações Unidas de 1968. O Produto Interno Bruto (PIB)

Leia mais

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÃO POPULAR DE PAÇO DE ARCOS Rua Carlos Bonvalot, Nº 4 Paço de Arcos Contribuinte nº 501 238 840 NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE:

Leia mais

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia Macroeconomia Balanço de Pagamento 1. Cesgranrio ANP 2008 Especialista em Regulação) Quando um país tem um deficit no balanço comercial do seu balanço de pagamentos, pode-se afirmar que a) as exportações

Leia mais