Formulário de Referência FINPAR PARTICIPAÇÕES S/A Versão : Declaração e Identificação dos responsáveis 1

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1 Índice 1. Responsáveis pelo formulário Declaração e Identificação dos responsáveis 1 2. Auditores independentes 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Outras informações relevantes 4 3. Informações financ. selecionadas Informações Financeiras Medições não contábeis Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Política de destinação dos resultados Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Nível de endividamento Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Outras informações relevantes Fatores de risco Descrição dos fatores de risco Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Processos sigilosos relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Outras contingências relevantes Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados Risco de mercado Descrição dos principais riscos de mercado 32

2 Índice Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Alterações significativas nos principais riscos de mercado Outras informações relevantes Histórico do emissor 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Breve histórico Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Outras informações relevantes Atividades do emissor Descrição das atividades do emissor e suas controladas Informações sobre segmentos operacionais Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Receitas relevantes provenientes do exterior Efeitos da regulação estrangeira nas atividades Relações de longo prazo relevantes Outras informações relevantes Grupo econômico Descrição do Grupo Econômico Organograma do Grupo Econômico Operações de reestruturação Outras informações relevantes Ativos relevantes Bens do ativo não-circulante relevantes - outros Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados 70

3 Índice Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Outras informações relevantes Comentários dos diretores Condições financeiras e patrimoniais gerais Resultado operacional e financeiro Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor Políticas contábeis críticas Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Plano de negócios Outros fatores com influência relevante Projeções Projeções divulgadas e premissas Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas Assembleia e administração Descrição da estrutura administrativa Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/ Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores 116

4 Índice Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Outras informações relevantes Remuneração dos administradores Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e conselheiros fiscais - por órgão Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Outras informações relevantes Recursos humanos Descrição dos recursos humanos Alterações relevantes - Recursos humanos Descrição da política de remuneração dos empregados 145

5 Índice Descrição das relações entre o emissor e sindicatos Controle 15.1 / Posição acionária Distribuição de capital Organograma dos acionistas Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor Outras informações relevantes Transações partes relacionadas Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes relacionadas Informações sobre as transações com partes relacionadas Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado Capital social Informações sobre o capital social Aumentos do capital social Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações Informações sobre reduções do capital social Outras informações relevantes Valores mobiliários Direitos das ações Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no estatuto Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados Descrição dos outros valores mobiliários emitidos Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação 168

6 Índice Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros Outras informações relevantes Planos de recompra/tesouraria Informações sobre planos de recompra de ações do emissor Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício social Outras informações relevantes Política de negociação Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários Outras informações relevantes Política de divulgação Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante indicando o canal ou canais de comunicação utilizado(s) para sua disseminação e os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca de informações relevantes não divulgadas Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações Outras informações relevantes Negócios extraordinários Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos negócios do emissor Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas atividades operacionais Outras informações relevantes 187

7 1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Paulo José de Lima Diretor de Relações com Investidores Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Luiz Eduardo Franco de Abreu Diretor Presidente Os diretores acima qualificados, declaram que: a. reviram o formulário de referência b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a 19 c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos PÁGINA: 1 de 187

8 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Possui auditor? SIM Código CVM Tipo auditor Nome/Razão social Nacional HLV AUDITORES - SOCIEDADE SIMPLES CPF/CNPJ / Período de prestação de serviço 22/11/2012 a 03/04/2013 Descrição do serviço contratado Montante total da remuneração dos auditores independentes segregado por serviço Justificativa da substituição Prestação de Serviços de Auditoria lndependente sobre as Demonstrações Contábeis da NSG FINPAR S.A. Auditoria das Demonstralções Financeiras - R$ 1.500,00 Auditoria dos ITRs - R$ 500,00/anual Auditoria das Demonstrações Financeiras Anuais - R$ 1.900,00/anual Auditoria e emissão do Parecer dos Formulários de Informações Trimestrais - ITRs - R$ 600,00 NA Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância da justificativa do emissor Nome responsável técnico HORACIO LEITE PEREIRA 22/11/2012 a 03/04/ NA Período de prestação de serviço CPF Endereço Rua México, nº 11, Sala 401, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP , Telefone (21) , Fax (21) , PÁGINA: 2 de 187

9 Possui auditor? SIM Código CVM Tipo auditor Nome/Razão social Nacional HORWATH BENDORAYTES, AIZENMAN & CIA CPF/CNPJ / Período de prestação de serviço 04/04/2013 Descrição do serviço contratado Montante total da remuneração dos auditores independentes segregado por serviço Justificativa da substituição Prestação de Serviços de Auditoria lndependente sobre as Demonstrações Contábeis da Companhia; e Serviço de Due Diligence. No exercício social de 2013 foram pagos os seguintes valores para os auditores independentes: Auditoria contábil: R$20.505,08 e Due Diligence: R$45.000,00 Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância da justificativa do emissor Nome responsável técnico JOSE BENDORAYTES FILHO 04/04/ Período de prestação de serviço CPF Endereço AVENIDA DAS AMERICAS N.º 4200, BL 4, GR 206, BARRA DA TIJUCA, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, CEP , Telefone (21) , Fax (21) , PÁGINA: 3 de 187

10 2.3 - Outras informações relevantes 2.3. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes Não existem outras informações relevantes a serem divulgadas. PÁGINA: 4 de 187

11 3.1 - Informações Financeiras - Consolidado Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos (Reais) Exercício social (31/12/2013) Exercício social (31/12/2012) Patrimônio Líquido , ,49 Ativo Total , ,72 Resultado Bruto , ,94 Resultado Líquido , ,19 Número de Ações, Ex-Tesouraria (Unidades) Valor Patrimonial de Ação (Reais Unidade) , , , , Resultado Líquido por Ação -0, , PÁGINA: 5 de 187

12 3.2 - Medições não contábeis 3.2. Caso o emissor tenha divulgado, no decorrer do último exercício social, ou deseje divulgar neste formulário medições não contábeis, como Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ou Lajir (lucro antes de juros e imposto de renda), o emissor deve: a. informar o valor das medições não contábeis b. fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas c. explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações Não foram divulgadas medições não contábeis, bem como a Companhia não tem intenção de divulgar. PÁGINA: 6 de 187

13 3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras 3.3. Identificar e comentar qualquer evento subsequente às últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício social que as altere substancialmente Evento subsequente às Demonstrações Financeiras de encerramento do exercício social de 2013: Em 12 de abril de 2014 foi aprovado pelo Banco Central do Brasil o aumento de capital da Companhia Investida, NSG CAPITAL SERVIÇOS FINANCEIROS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., no montante de R$ ,00 (nove milhões, novecentos e quarenta e oito mil reais). PÁGINA: 7 de 187

14 3.4 - Política de destinação dos resultados 3.4. Descrever a política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais, indicando: Exercício Social a. regras sobre retenção de lucros Em conformidade com a Lei n 6.404/1976, a competência para deliberar sobre retenção de lucros é dos acionistas reunidos em Assembleia Geral Ordinária. Quando existente, a Reserva Estatutária terá a finalidade de reforço de capital de giro e investimento, de curto e longo prazo, e o seu total não poderá exceder o valor do capital social. b. regras sobre distribuição de dividendos Do lucro líquido do exercício, obtido após as deduções legais, destinar-se-á: I.) II.) III.) 5% (cinco por cento) para constituição da reserva legal, até atingir o limite de 20% (vinte por cento) do capital social; 10% (dez por cento) do lucro líquido ajustado na forma dos incisos II e III do artigo 202 da Lei 6.404/76, conforme alterada, serão destinados ao pagamento de dividendo obrigatório a todos os acionistas; e o saldo obtido após deduções de que tratam os incisos I e II acima, por proposta da Administração, será destinado à formação de reservas e/ou pagamento de dividendos adicionais. c. Periodicidade das distribuições de dividendos Como regra geral, os acionistas terão direito a receber dividendos anualmente calculados na forma descrita no item 3.4.b acima. Adicionalmente, a Companhia poderá, por deliberação da Diretoria: I.) II.) III.) determinar o levantamento de balanços semestrais, trimestrais ou em períodos menores, observadas as prescrições legais aplicáveis; aprovar a distribuição de dividendos intercalares ou intermediários, a partir dos lucros apurados nos balanços indicados no inciso anterior, inclusive como antecipação total ou parcial do dividendo obrigatório do exercício em curso, observadas as disposições legais; e pagar juros sobre o capital próprio imputando o montante dos juros pagos ou creditados ao valor do dividendo obrigatório. PÁGINA: 8 de 187

15 3.4 - Política de destinação dos resultados d. Eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial aplicável ao emissor, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais De acordo com o 4º do artigo 202 da Lei nº 6.404/76, o dividendo previsto no referido artigo não será obrigatório no exercício social em que os órgãos da administração informarem à Assembléia Geral Ordinária ser ele incompatível com a situação financeira da companhia. O conselho fiscal, se em funcionamento, deverá dar parecer sobre essa informação e, na companhia aberta, seus administradores encaminharão à Comissão de Valores Mobiliários, dentro de 5 (cinco) dias da realização da assembléia geral, exposição justificativa da informação transmitida à assembleia. PÁGINA: 9 de 187

16 3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido (Reais) Exercício social 31/12/2013 Exercício social 31/12/2012 Lucro líquido ajustado , ,75 Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado 0, , Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor 0, , Dividendo distribuído total 0, ,41 Lucro líquido retido 0, ,49 Data da aprovação da retenção 30/04/2013 Lucro líquido retido Montante Pagamento dividendo Montante Pagamento dividendo Ordinária 0,00 Outros Ordinária ,41 30/04/2013 PÁGINA: 10 de 187

17 3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas 3.6. Informar se, nos 3 últimos exercícios sociais, foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios sociais anteriores A Companhia foi constituída em , sendo que o seu primeiro exercício social foi encerrado em , não tendo havido declaração de dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios anteriores. No exercício social de 2013 também não foram declarados dividendos a conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios anteriores. PÁGINA: 11 de 187

18 3.7 - Nível de endividamento Exercício Social Montante total da dívida, de qualquer natureza Tipo de índice Índice de endividamento 31/12/ ,30 Índice de Endividamento 0, Descrição e motivo da utilização de outro índice PÁGINA: 12 de 187

19 3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Exercício social (31/12/2013) Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Quirografárias ,30 0,00 0,00 0, ,30 Total ,30 0,00 0,00 0, ,30 Observação PÁGINA: 13 de 187

20 3.9 - Outras informações relevantes 3.9. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes. Não há outras informações relevantes a serem divulgadas. PÁGINA: 14 de 187

21 4.1 - Descrição dos fatores de risco 4.1. Descrever fatores de risco que possam influenciar a decisão de investimento, em especial, aqueles relacionados: Os resultados da Finpar dependem diretamente das operações, atividades e resultados das suas controladas, a NSG Capital Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A.. Como a Finpar é uma sociedade de participações (holding), os riscos que podem influenciar a decisão de investimento em seus valores mobiliários são essencialmente decorrentes dos riscos a que estão expostas suas controladas. Os investidores e potenciais investidores da Finpar deverão ler com atenção e integralmente os fatores de risco indicados neste formulário de referência. Os negócios, os resultados das operações e a situação financeira das controladas da Finpar, por consequência, os resultados e a situação financeira da Finpar, poderão ser afetados de forma adversa se quaisquer dos riscos mencionados neste formulário de referência se materializar e, em tal hipótese, os preços de negociação dos valores mobiliários da Finpar poderão cair, ocasionando perda pelo investidor de parte ou de todo seu investimento. Os riscos descritos neste item não são os únicos enfrentados ou relacionados ao investimento em valores mobiliários da Finpar. Esses são os riscos considerados como relevantes pela Finpar na data deste Formulário de Referência. Pode haver riscos adicionais que atualmente a Finpar considera irrelevantes ou desconhece que, caso se materializarem, produzam efeitos semelhantes aos descritos abaixo. a. ao emissor A Finpar é uma companhia cujos resultados dependem dos resultados das suas controladas. Os resultados da Finpar dependem diretamente das operações, atividades e resultados das suas controladas, a NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A.. A capacidade de a Finpar cumprir com suas obrigações financeiras e de pagar dividendos aos seus acionistas, inclusive sob a forma de juros sobre o capital próprio, depende da distribuição dos lucros das suas controladas. Não há garantia de que haverá distribuição de lucros à Finpar ou que os lucros distribuídos serão suficientes para o PÁGINA: 15 de 187

22 4.1 - Descrição dos fatores de risco cumprimento das obrigações financeiras da Finpar e para o eventual pagamento de dividendos aos seus acionistas. Dificuldades na implementação dos planos estratégicos de expansão da empresa controlada pela Finpar podem afetar os resultados dessa empresa e, por consequência, da FINPAR. A FINPAR, diretamente ou por meio das suas controladas, está exposta aos efeitos das turbulências e volatilidades nos mercados financeiros globais e na economia brasileira. A partir do final de 2007, grandes instituições financeiras - inclusive alguns dos maiores bancos comerciais e bancos de investimentos - e seguradoras globais, passaram por dificuldades significativas, especialmente devido à falta de liquidez e depreciação dos ativos financeiros. Estas dificuldades restringiram a capacidade de grandes instituições financeiras globais continuarem realizando operações de empréstimo e causaram prejuízos. Além disso, as inadimplências e as dúvidas sobre a solvência de certas instituições financeiras e do setor de serviços financeiros têm levado, de forma geral, a problemas de liquidez do mercado como um todo e podem também levar a prejuízos, inadimplência ou falência de outras instituições. A FINPAR, diretamente ou por meio das suas controladas, está exposta à turbulências e volatilidade dos mercados financeiros globais em virtude dos seus efeitos sobre o ambiente econômico e financeiro do Brasil, tais como o desaquecimento da economia, o aumento na taxa de desemprego, a redução no poder aquisitivo dos consumidores e a falta de disponibilidade de crédito. A crise financeira global teve consequências significativas para o Brasil, incluindo volatilidade no valor das ações, em juros e no mercado de crédito, uma desaceleração econômica geral e taxas de câmbio voláteis que podem, direta ou indiretamente, afetar de forma adversa e relevante o preço de mercado de títulos brasileiros e terem um efeito adverso relevante nos negócios, nos resultados operacionais e na situação financeira das controladas da FINPAR e, por consequência, nos resultados e na situação financeira da FINPAR. Além disso, falhas institucionais e as turbulências do mercado financeiro poderiam restringir o acesso da FINPAR e suas controladas ao mercado de capitais. PÁGINA: 16 de 187

23 4.1 - Descrição dos fatores de risco A continuidade ou a piora da turbulência ou da volatilidade nos mercados financeiros globais poderiam levar a outros efeitos adversos no ambiente econômico e financeiro do Brasil, o que poderia ter um efeito adverso relevante na FINPAR. As políticas, procedimentos e métodos de gestão de riscos de mercado, crédito e operacional das controladas podem não ser totalmente eficazes para atenuar a exposição da FINPAR a riscos não identificados ou imprevistos. Os métodos, procedimentos e políticas de gerenciamento de riscos de mercado, crédito e operacional das controladas da FINPAR, inclusive as suas ferramentas de modelos estatísticos, tais como o Value at Risk (VAR), o teste de estresse e as análises de sensibilidade, podem não ser totalmente eficazes na mitigação ao risco da FINPAR em todos os ambientes do mercado econômico ou contra todos os tipos de riscos, inclusive os riscos que a FINPAR ou suas controladas não conseguem identificar ou prever. Alguns dos instrumentos e medições qualitativos para o gerenciamento de risco são baseados em observações do comportamento histórico do mercado. As controladas da FINPAR aplicam ferramentas estatísticas, entre outras, a estas observações para quantificarem seus riscos de exposição. Estas ferramentas e medições qualitativas podem não prever todo tipo de exposições de risco futuro. Estas exposições ao risco poderiam, por exemplo, ser decorrentes de fatores que as controladas não previram ou avaliaram corretamente em seus modelos estatísticos. Isso limitaria a capacidade dessas sociedades de administrar seus riscos. As perdas das controladas, portanto, poderiam ser significativamente maiores do que as indicadas pela análise histórica. Além disso, a modelagem quantitativa utilizada por essas sociedades não leva em consideração todos os riscos. A abordagem qualitativa para a gestão destes riscos pode se revelar insuficiente, expondo a FINPAR a perdas inesperadas significativas. Se os clientes existentes ou potenciais acreditarem que a gestão de risco da FINPAR ou das suas controladas é inadequada, podem realizar seus negócios em outra instituição. Isso poderia prejudicar a reputação da FINPAR e das suas controladas, bem como as suas receitas e lucros. Além disso, os negócios das controladas dependem da capacidade de processar um grande número de transações de forma segura, eficiente e precisa. Pessoas despreparadas, sistemas e procedimentos de controles internos inadequados ou falhos, falhas de sistemas de informação ou de eventos externos que interrompam as operações normais do negócio podem resultar em prejuízos. A FINPAR também enfrenta o risco PÁGINA: 17 de 187

24 4.1 - Descrição dos fatores de risco de que a estrutura dos controles e procedimentos das suas controladas para mitigação de risco operacional se revelem inadequadas ou sejam contornáveis. Acidentes relacionados às instalações físicas das controladas podem ter efeito substancialmente adverso sobre os resultados dessa controlada, com reflexos, em menor grau, nos resultados da FINPAR. Uma falha ou defeito dos nossos sistemas operacionais e de segurança poderiam ocasionar a interrupção temporária em nossos negócios, aumentando nossos custos e causando prejuízos. Embora as controladas tenham controles de segurança da informação de alto desempenho, investimentos contínuos em infraestrutura e gerenciamento de crises e operações, os sistemas de negócios, financeiro, contábil, de processamento de dados ou outros sistemas e instalações operacionais podem parar de funcionar adequadamente por um tempo limitado ou ficar temporariamente indisponíveis ou fora de serviço devido a uma série de fatores, inclusive eventos que estão inteira ou parcialmente fora de nosso controle, dentre os quais: falta de energia e interrupção dos serviços de telecomunicações; quebras, falhas nos sistemas ou outros eventos que afetem terceiros com os quais fazemos negócios ou que facilitam nossas atividades de negócios, inclusive bolsas, câmaras de compensação, intermediários financeiros ou prestadores de serviços; eventos causados por problemas locais ou de maior abrangência de natureza política ou social e ataques cibernéticos. Interrupções e falhas temporárias da infraestrutura física ou de sistemas operacionais que fornecem suporte aos negócios das controladas e clientes, ou ataques cibernéticos poderiam causar desgastes com o cliente, multas regulatórias, sanções ou intervenção, reembolso ou outros custos de indenização. b. a seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle O acionista controlador tem o poder de eleger o Conselho de Administração da companhia, e dessa forma, direcionar os negócios da FINPAR. O acionista controlador tem o poder de controlar a Companhia e todas as suas subsidiárias, e seus interesses podem entrar em conflito com os interesses de outros acionistas. O acionista controlador da Companhia tem poderes para, entre outras deliberações, eleger a maioria dos membros do Conselho de Administração e, exceto por situações específicas previstas em lei e observada a disciplina do conflito de PÁGINA: 18 de 187

25 4.1 - Descrição dos fatores de risco interesses no exercício do direito de voto, determinar o resultado de qualquer deliberação que exija aprovação de acionistas, tais como nas reorganizações societárias, alienações, parcerias e época do pagamento de quaisquer benefícios futuros, observadas as exigências de pagamento do dividendo obrigatório, impostas pela Lei das Sociedades por Ações. O acionista controlador da Companhia poderá ter interesse em realizar aquisições, alienações, parcerias, buscar financiamentos ou outras operações que poderão estar em conflito com os interesses dos demais acionistas da Companhia e, mesmo em tais casos, o interesse do acionista controlador da Companhia poderá prevalecer. c. a seus acionistas A relativa volatilidade e ausência de liquidez dos mercados brasileiros de títulos e valores mobiliários podem limitar, de forma relevante, a capacidade de os investidores da FINPAR venderem suas ações de emissão da FINPAR pelo preço e na época em que desejarem. O investimento em títulos negociados em mercados emergentes envolve com frequência um risco maior que o investimento em títulos de emissores nos Estados Unidos da América ou em outros países, sendo que esses investimentos são geralmente considerados de natureza mais especulativa. O mercado brasileiro de títulos e valores mobiliários é significativamente menor, menos líquido, mais concentrado e pode ser mais volátil do que os principais mercados nos Estados Unidos da América ou em outros países. Existe também concentração significativamente maior no mercado brasileiro, de títulos e valores mobiliários em comparação aos principais mercados de títulos e valores mobiliários, como os Estados Unidos da América ou em outros países. Desse modo, a capacidade de o investidor vender as ações de nossa emissão ao preço e no tempo desejado pode ser substancialmente limitada. Podemos não pagar dividendos ou juros sobre o capital próprio aos acionistas titulares de nossas ações. O pagamento de dividendos aos nossos acionistas não é obrigatório em exercícios em que nosso Conselho de Administração determine que a distribuição de dividendos é incompatível com a situação financeira naquele momento. De acordo com seu estatuto social, a Companhia deve pagar aos seus acionistas 10% do seu lucro líquido anual ajustado sob a forma de dividendo obrigatório. O lucro líquido pode ser capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou então retido, PÁGINA: 19 de 187

26 4.1 - Descrição dos fatores de risco conforme previsto na Lei n 6.404/76, podendo não ser disponibilizado para pagamento de dividendos. A Companhia pode não pagar dividendos aos seus acionistas em qualquer exercício social se os administradores manifestarem, e se a assembleia geral de acionistas da Companhia assim aprovar, se tal pagamento for desaconselhável diante da situação financeira da Companhia. É possível que a FINPAR precise aumentar o seu capital social no futuro, o que poderá diluir a participação acionária. É possível que a FINPAR precise obter recursos adicionais no futuro para executar sua estratégia de crescimento. Nesse sentido, a FINPAR Pode precisar aumentar seu capital social por meio de uma ou mais ofertas subsequentes de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações. A oferta de quantidade significativa de ações da Finpar, que pode não prever o direito de preferência aos então acionistas da FINPAR, nos termos do artigo 172 da Lei das Sociedades por Ações, poderá afetar adversamente o preço de mercado das ações da FINPAR E diluir a participação dos acionistas no capital social da FINPAR. d. a suas controladas e coligadas Como a FINPAR é uma sociedade de participações (holding), os fatores de risco que podem influenciar a decisão de investimento em seus valores mobiliários são essencialmente decorrentes dos riscos a que estão expostas suas controladas, nesse caso a NSG Capital Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e a NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. Desse modo, os fatores de risco relacionados às controladas, que a Companhia considera que podem influenciar a decisão de investimento nos valores mobiliários da Companhia, estão descritos nas alíneas (a) a (c) e (e) a (i) deste item 4.1. e. a seus fornecedores A FINPAR, por ser sociedade de participações (holding), não está exposta diretamente a riscos relacionados com fornecedores que possam influenciar a decisão de investimento em seus valores mobiliários. No entanto, as suas controladas, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e a NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A, atuam no mercado financeiro e estão expostas à riscos relacionados a seus respectivos fornecedores de produtos e serviços tecnológicos ligados à área financeira. PÁGINA: 20 de 187

27 4.1 - Descrição dos fatores de risco f. a seus clientes A FINPAR, por ser sociedade de participações, não está exposta diretamente a riscos relacionados com seus clientes, que possam influenciar a decisão de investimento nos valores mobiliários da FINPAR. No entanto, a sua controlada, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A., atua no mercado financeiro e está exposta a riscos relacionados a seus respectivos clientes (composto, em sua maioria, por investidores do setor público). g. aos setores da economia nos quais o emissor atue A FINPAR, por ser sociedade de participações, não atua diretamente em um determinado setor da economia. No entanto, as suas controladas, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e a NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A, atuam principalmente no setor financeiro e estão expostas aos riscos descritos nas alíneas (a) a (c) e (e) a (i) deste item 4.1. O governo brasileiro exerceu, e continua a exercer, influência sobre a economia brasileira. Essa influência, bem como as condições políticas e econômicas brasileiras, podem afetar adversamente os negócios, a situação financeira e os resultados da FINPAR e das suas controladas. O governo brasileiro frequentemente intervém na economia brasileira e realiza mudanças em suas políticas e regulamentações. As medidas tomadas pelo governo brasileiro já envolveram, no passado, entre outras, aumentos nas taxas de juros, mudanças na política fiscal, controle de preços, controles de limite de capital e restrições a determinadas importações e, antes da implantação do atual regime de câmbio flutuante, desvalorizações da moeda. Os negócios, situação financeira e resultados da FINPAR e das suas controladas poderão ser adversamente afetados de modo relevante por mudanças nas políticas ou nas regulamentações que envolvem ou afetam fatores, tais como: -taxas de juros; -exigências de capital; -liquidez dos mercados de capital financeiro e de crédito; -crescimento da economia, inflação e volatilidade cambial; -políticas fiscais e regulatórias; -aumentos nas taxas de desemprego, reduções nos salários e níveis de renda e outros fatores que influenciam a capacidade de nossos clientes de cumprirem suas obrigações conosco; e -outros desdobramentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos no Brasil e no exterior que afetem o Brasil. Adicionalmente, mudanças no governo podem resultar em mudanças nas políticas governamentais, as quais podem afetar a Companhia. A incerteza sobre a implementação de mudanças nas políticas ou regulamentações pelo governo brasileiro no futuro pode contribuir para aumentar a volatilidade nos mercados de valores mobiliários brasileiros e em títulos de emissores brasileiros, que por sua vez pode ter um efeito relevante adverso sobre a Companhia. PÁGINA: 21 de 187

28 4.1 - Descrição dos fatores de risco A inflação e a oscilações nas taxas de juros podem ter um efeito adverso relevante nos negócios, situação financeira e resultados da controlada, e por consequência, na situação financeira e resultados da FINPAR. A inflação e as oscilações nas taxas de juros geraram no passado efeitos adversos relevantes na economia brasileira. Embora o governo brasileiro tenha conseguido manter a inflação em níveis próximos à meta desde a introdução das metas de inflação em 1999, não se pode assegurar que tais níveis continuarão a ser mantidos. A inflação, em especial aumentos repentinos, normalmente causa perda de poder aquisitivo. Além disso, períodos prolongados de alta inflação provocam distorções na alocação de recursos. De 2004 a 2011, a média anual de inflação foi de 5,4%. No ano de 2012 foi de 5,8% e a inflação estimada pelo Focus Relatório de Mercado para 2013 é de 5,8%. As medidas para combater as taxas de inflação historicamente elevadas incluíram política monetária rígida, com altas taxas de juros, resultando em restrições de crédito e liquidez de curto prazo. Entre 2005 e 2011, a taxa básica de juros estabelecida pelo Banco Central, que é a taxa de juros adotada como referência para remunerar os detentores de títulos e valores mobiliários emitidos pelo governo brasileiro e negociados através do Sistema Especial de Liquidação e Custódia, ou taxa SELIC, variou entre 19,75% ao ano e 8,75% ao ano. Expectativas de mercado sobre possíveis ações futuras do governo na economia, ou sua intervenção no mercado de câmbio e os efeitos do desaquecimento dos mercados financeiros globais geraram e continuam a gerar oscilações nas taxas de juros. Adicionalmente, se o Brasil registrar oscilações nas taxas de inflação no futuro, os custos e margens líquidas das controladas da FINPAR podem ser afetadas adversamente, e as medidas governamentais para combater a inflação podem incluir política monetária restritiva, com taxas de juros elevadas, que podem prejudicar os negócios da controlada da Companhia. Aumentos na taxa SELIC podem afetar adversamente a FINPAR ou suas controladas, reduzindo a demanda por crédito, reduzindo a demanda pelos produtos e serviços ofertados pelas controladas da FINPAR, aumentando os custos de suas reservas e aumentando o risco de inadimplência de clientes. De forma inversa, reduções na taxa SELIC também podem afetar a Companhia adversamente e de modo relevante, reduzindo ganhos advindos de ativos remunerados por juros e, como conseqüência, as margens das controladas da FINPAR. Em 2012, a taxa SELIC (final de período) atingiu 7,25%, o menor patamar da série histórica. A instabilidade na taxa de câmbio pode afetar adversamente a economia brasileira, os negócios, a situação financeira e os resultados das controladas da FINPAR e, por consequência, a situação financeira e os resultados da FINPAR. A moeda brasileira flutua em relação ao dólar dos Estados Unidos da América e outras moedas estrangeiras. No passado, o governo brasileiro implementou diversos planos econômicos e adotou uma série de regimes de taxa de câmbio, incluindo desvalorizações repentinas e minidesvalorizações periódicas, nas quais a frequência dos ajustes variava de diária a mensal, sistemas de taxa de câmbio flutuante e taxas de câmbio vinculadas a controles de câmbio. Desde 1999, o Brasil adota o sistema de câmbio flutuante, por meio do qual o Banco Central faz intervenções na compra ou venda de moedas estrangeiras. De tempos em tempos, a taxa de câmbio entre o Real e o dólar dos Estados Unidos da América e outras moedas varia de forma significativa. Por exemplo, o Real desvalorizou-se 15,7%, 34,3% e 24,2% em relação ao dólar dos Estados Unidos da América em 2001, 2002 e 2008, respectivamente, e valorizou-se 22,3%, 8,8%, 13,4%, 9,5%, 20,7%, 34,2% e 4,5% em relação ao dólar dos Estados Unidos da América em 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009 e 2010, respectivamente. Em 2011, o Real desvalorizou-se 11,2% em relação ao dólar dos Estados Unidos da PÁGINA: 22 de 187

29 4.1 - Descrição dos fatores de risco América, passando de uma taxa de câmbio de R$1,67 por US$1,00 em 31 de dezembro de 2010 para uma taxa de câmbio de R$1,88 por US$1,00 em 31 de dezembro de A taxa de câmbio média do dólar em 2011 foi de R$1,67 por U$$ 1,00, em comparação com uma taxa de câmbio média do real em relação ao dólar de R$1,76 por US$1,00 em Em 2012, o dólar apresentou acentuada valorização em relação ao real, sendo que na última semana de novembro, a taxa de câmbio estava em torno de R$2,10 por US$ 1,00. Os desdobramentos e a percepção de risco de outros países podem afetar adversamente a economia brasileira e o preço de mercado dos valores mobiliários brasileiros. As condições econômicas e de mercado em outros países, incluindo os Estados Unidos da América, os países da União Europeia e os países de mercados emergentes, podem afetar em graus variados o valor de mercado dos títulos de emissores brasileiros. Embora as condições econômicas nesses países possam divergir de forma significativa das condições econômicas no Brasil, as reações dos investidores aos desdobramentos nesses outros países podem ter um efeito adverso relevante no valor de mercado dos títulos de emissores brasileiros, na disponibilidade de crédito no Brasil e na quantidade de investimentos estrangeiros no Brasil. O ambiente cada vez mais competitivo e as recentes consolidações de mercado podem afetar adversamente a FINPAR e suas controladas. O mercado de serviços financeiros brasileiros é altamente competitivo. A concorrência aumentou como resultado das consolidações recentes entre as instituições financeiras no Brasil e como resultado da nova regulamentação editada pelo Conselho Monetário Nacional, que facilita a transferência, pelos clientes, de seus negócios de uma instituição financeira para outra. O aumento da concorrência pode afetar adversamente a FINPAR, caso limite a capacidade das suas controladas de aumentar a base de clientes e de expandir suas operações. h. à regulação dos setores em que o emissor atue A FINPAR, por ser sociedade de participações, não atua diretamente em um determinado setor da economia objeto de regulação. No entanto, as suas controladas, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e a NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A, atuam no setor financeiro e estão expostas aos riscos descritos nas alíneas (a) a (c) e (e) a (i) deste item 4.1. Alterações na lei ou regulamentação aplicáveis podem ter um efeito adverso nos negócios da controlada. A FINPAR, por ser sociedade de participações, não atua diretamente em um determinado setor da economia objeto de regulamentação própria. No entanto, as suas controladas, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A, atuam no setor financeiro e podem ter seus resultados influenciados por alterações na lei e regulamentação aplicáveis. PÁGINA: 23 de 187

30 4.1 - Descrição dos fatores de risco A estrutura regulatória para companhias de seguro e instituições financeiras brasileiras, incluindo bancos, corretoras, empresas de leasing está em constante evolução. Parte dos negócios da controlada da Companhia que não está sujeita à regulação governamental pode tornar-se regulada e, atualmente, existem várias propostas de mudanças na legislação aplicável em trâmite no Congresso Nacional. As turbulências e a volatilidade no mercado financeiro global, que resultaram em graves problemas de liquidez em diversos bancos estrangeiros, podem motivar o governo brasileiro a alterar leis e regulamentações aplicáveis a instituições financeiras brasileiras, baseado nesses acontecimentos no exterior, afetando, assim, as atividades da controlada da FINPAR. Alterações na regulamentação tributária podem afetar adversamente os resultados da FINPAR. Para sustentar suas políticas fiscais, o governo brasileiro regularmente promove reformas no regime tributário. Tais reformas incluem a criação de novos tributos, mudança na base de cálculo ou nas alíquotas de tributação, incluindo as taxas aplicáveis ao mercado financeiro onde atuam as controladas da Companhia e, ocasionalmente, a criação de tributos temporários. Essas mudanças, no entanto, podem reduzir o volume das operações, aumentar os custos ou limitar a rentabilidade da Companhia e das suas controladas. O Congresso Nacional pode vir a discutir uma ampla reforma tributária para melhorar a alocação de recursos econômicos, como proposto pelo poder executivo do Governo Federal. Significativas reformas tributárias vêm sendo discutidas nos últimos anos, mas não podemos prever se tais reformas serão implantadas no futuro. O efeito dessas mudanças, se promulgadas, e quaisquer outras que decorram da promulgação de outras reformas tributárias não pode ser quantificado. i. aos países estrangeiros onde o emissor atue A FINPAR e suas controladas, NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A e NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., não atuam em países estrangeiros, não sendo impactadas por este fator de risco. PÁGINA: 24 de 187

31 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco 4.2. Em relação a cada um dos riscos acima mencionados, caso relevantes, comentar sobre eventuais expectativas de redução ou aumento na exposição do emissor a tais riscos A FINPAR monitora constantemente o cenário macroeconômico e setorial no qual as suas controladas atuam, mediante o acompanhamento dos principais indicadores financeiros e de desempenho, podendo eventuais mudanças significativas neste cenário impactar a avaliação acerca dos riscos descritos anteriormente. No presente momento, a Companhia não possui expectativas de redução ou aumento dos riscos apresentados no item 4.1 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 25 de 187

32 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes 4.3. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais em que o emissor ou suas controladas sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros: (i) que não estejam sob sigilo, e (ii) que sejam relevantes para os negócios do emissor ou de suas controladas, indicando: a. Juízo b. Instância c. data de instauração d. partes no processo e. valores, bens ou direitos envolvidos f. principais fatos g. se a chance de perda é: i. provável ii. possível iii. remota h. análise do impacto em caso de perda do processo i. valor provisionado, se houver provisão Até a data deste Formulário de Referência, a Companhia e suas Controladas não são partes em quaisquer processos judiciais, administrativos ou arbitrais. PÁGINA: 26 de 187

33 4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores 4.4. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais, que não estejam sob sigilo, em que o emissor ou suas controladas sejam parte e cujas partes contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores do emissor ou de suas controladas, informando: a. Juízo b. Instância c. data de instauração d. partes no processo e. valores, bens ou direitos envolvidos f. principais fatos g. se a chance de perda é: i. provável ii. possível iii. remota h. análise do impacto em caso de perda do processo i. valor provisionado, se houver provisão Até a data deste Formulário de Referência, não há processos judiciais, administrativos ou arbitrais, que não estejam sob sigilo, em que o emissor ou suas controladas sejam parte e cujas partes contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou excontroladores ou investidores do emissor ou de suas controladas. PÁGINA: 27 de 187

34 4.5 - Processos sigilosos relevantes 4.5. Em relação aos processos sigilosos relevantes em que o emissor ou suas controladas sejam parte e que não tenham sido divulgados nos itens 4.3 e 4.4 acima, analisar o impacto em caso de perda e informar os valores envolvidos Item não aplicável, tendo em vista que a Companhia e suas Controladas não são partes em quaisquer processos judiciais, administrativos ou arbitrais. PÁGINA: 28 de 187

35 4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto 4.6. Descrever os processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, baseados em fatos e causas jurídicas semelhantes, que não estejam sob sigilo e que em conjunto sejam relevantes, em que o emissor ou suas controladas sejam parte, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros, e indicando: a. valores envolvidos b. valor provisionado, se houver c. prática do emissor ou de sua controlada que causou tal contingência Item não aplicável, tendo em vista que a Companhia e suas Controladas não são partes em quaisquer processos judiciais, administrativos ou arbitrais. PÁGINA: 29 de 187

36 4.7 - Outras contingências relevantes 4.7. Descrever outras contingências relevantes não abrangidas pelos itens anteriores Atualmente, a Companhia não possui quaisquer contingências relevantes. PÁGINA: 30 de 187

37 4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados 4.8. Em relação às regras do país de origem do emissor estrangeiro e às regras do país no qual os valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, se diferente do país de origem, identificar: a. restrições impostas ao exercício de direitos políticos e econômicos b. restrições à circulação e transferência dos valores mobiliários c. hipóteses de cancelamento de registro d. outras questões do interesse dos investidores Item não aplicável, uma vez que a Companhia possui sede no Brasil e seus valores mobiliários não estão custodiados em outro país. PÁGINA: 31 de 187

38 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado 5. Riscos de mercado 5.1. Descrever, quantitativa e qualitativamente, os principais riscos de mercado a que o emissor está exposto, inclusive em relação a riscos cambiais e a taxas de juros A FINPAR, diretamente ou por meio das suas controladas, está exposta aos efeitos das turbulências e volatilidades nos mercados financeiros globais e na economia brasileira, bem como medidas e/ou políticas governamentais. Risco de Crédito O risco de crédito é a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas obrigações financeiras nos termos pactuados. O caixa da Companhia, a partir das suas controladas NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e NSG Positiva CCTVM S.A., é investido em títulos de renda fixa soberanos ou em depósitos bancários, apresentando baixo risco de crédito. Risco Cambial O risco cambial está relacionado ao efeito de mudanças nas taxas de câmbio no valor dos ativos e passivos sensíveis à taxa de câmbio. A exposição ao risco a moedas estrangeiras é originada em operações de ativos e passivos que a Companhia, através de suas controladas, realiza com o mercado. A Companhia, através das suas controladas, realiza a administração de fundos de private equity e crédito privado que detêm participação em companhias que operam no Brasil. Sendo assim, a receita da Companhia oriunda dos fundos de private equity e crédito privado podem ser afetadas caso as companhias investidas possuam descasamento cambial relevante em suas operações (ex: receitas em Dólares e despesas em Reais). Risco de Liquidez O risco de liquidez representa a possibilidade de descasamento entre os vencimentos de nossos ativos e passivos, o que pode resultar em nossa incapacidade de cumprir com nossas obrigações nos prazos estabelecidos. Levando-se em consideração que os ativos sofrem restrições de liquidez, a identificação dos momentos nos quais a companhia poderá ter problemas dessa natureza é fundamental para a antecipação de planos de contingência, que tem como objetivo manter o bom funcionamento do negócio. Para administrar a liquidez do caixa, são estabelecidos premissas de desembolsos e recebimentos futuros, com base em modelos estatísticos e econômico-financeiros, que são acompanhados pela área de risco. Nossa política geral é manter níveis de liquidez adequados para garantir que possamos cumprir com nossas obrigações presentes e futuras e aproveitar oportunidades comerciais à medida que surgirem. Por tal razão, os ativos da Companhia, através das suas controladas, estão aplicados, em sua grande maioria, em investimentos de liquidez imediata, reduzindo a exposição da Companhia à risco de liquidez. Risco de Taxas de Juros Os investimentos da Companhia, através das suas controladas, em títulos de renda fixa soberanos e depósitos bancários estão sujeitos a riscos de taxas de juros que podem afetar negativamente seus valores de mercado. Adicionalmente, os ativos sob administração nos fundos de investimento da Companhia estão atrelados, direta ou indiretamente, a variações das taxas de juros da economia (Ex: Selic) e a índices de preços (Ex: IPCA). PÁGINA: 32 de 187

39 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado 5.2. Descrever a política de gerenciamento de riscos de mercado adotada pelo emissor, seus objetivos, estratégias e instrumentos, indicando: a. riscos para os quais se busca proteção. A Companhia, através das suas controladas, apresenta o modelo de gestão integrado de riscos para atendimento às necessidades de inclusão do risco na análise, execução e controle do desenvolvimento corporativo, cujas estratégias e instrumentos são aplicáveis de acordo com o tipo de risco identificado: (i) Risco de Mercado: o objetivo da política de gerenciamento do risco de mercado é monitorar e mensurar os riscos de mercados de cada uma das carteiras administradas diariamente através do cálculo do Value at Risk - VaR delta-normal (paramétrico). No cálculo, é utilizada a média aritmética dos retornos contínuos, com um nível de confiança de 97,5%. É também utilizada metodologia não paramétrica, através do cálculo do VaR histórico. Além disso, são realizados testes de estresse nos fatores primitivos de risco dos fundos, utilizando como referência os cenários de estresse da BM&FBOVESPA. Uma vez efetuados referidos cálculos, a gestora avalia se o risco está compatível com o perfil do investimento sob análise e emite relatório para a diretoria com as suas conclusões. (ii) Risco Operacional: o objetivo da política de gerenciamento do risco operacional é monitorar suas atividades e sistemas de informações financeiras, operacionais e gerenciais referente a todas as sociedades do grupo. O processo de gestão de riscos é desenvolvido em três etapas: - Identificação: Nesta primeira etapa, os riscos são identificados e classificados. Ato contínuo, são mapeados os atuais controles aplicáveis a tal processo, e identificados controles que, se existentes, poderiam mitigar os fatores de risco identificados. Por fim, verifica-se se o novo controle foi implementado e se é eficaz. - Avaliação: Nesta etapa avalia-se o impacto e probabilidade da ocorrência do risco identificado, com o objetivo de definir mais precisamente a estratégia de gerenciamento do risco específico. - Monitoramento e Reporte: Por fim, nesta etapa, são emitidos relatórios de controle, que são sujeitos à revisão do diretor responsável e, em seguida, ao diretor presidente e ao comitê de riscos globais, que devem se manifestar expressamente acerca das ações a serem implementadas para a correção tempestiva das deficiências apontadas. (iii) Risco de Crédito/Contraparte/Concentração: o objetivo da política de gerenciamento do risco de crédito/contraparte/concentração é monitorar e mensurar os riscos de crédito, contraparte e concentração das carteiras administradas através de um criterioso processo de análise de risco de crédito, contraparte e a concentração das carteiras dos fundos geridas pela controlada da Companhia, nos termos das políticas internas. Como exemplo, cite-se a necessidade de avaliação do grau de risco (investment grade) para a realização de operações. As técnicas e instrumentos adotados para atingir os objetivos da análise e a aderência às políticas de crédito são, basicamente, os seguintes: PÁGINA: 33 de 187

40 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado - Risco de Crédito: A análise do risco de crédito das operações caracteriza-se pela criação de modelos de projeção de resultados das empresas envolvidas, de forma a serem verificados a saúde financeira e a capacidade de pagamento das empresas para a referida operação. Tais modelos de projeção são baseados nos resultados históricos das empresas (balanços auditados dos três últimos exercícios), estimativas macroeconômicas e em metodologias consagradas para a projeção de resultados futuros. Os resultados encontrados a partir do modelo de projeção são sintetizados, junto com outras informações a respeito do emissor do papel e das garantias ofertadas, em uma nota técnica, a qual é submetida para a aprovação ou negação por parte do comitê de investimentos do fundo ou da Gestora do Grupo. Uma vez terminada a primeira etapa de análise de crédito interna, são contratadas agências de rating para verificação dos riscos envolvidos na operação (visão externa), cuja nota mínima deverá enquadrar a operação na classificação investment grade. - Risco de Contraparte: aplica-se às contrapartes as regras e procedimentos definidos na norma NR- DC-SUP Gestão de Risco Operacional e na NR-DC-NEG Cadastro de Prestadores de Serviços para Fundos de Investimento: (a) necessidade de cadastro prévio da empresa junto à área de cadastro da controlada da Companhia; (b) verificação da situação cadastral de crédito da empresa junto à fontes conhecidas (SPC e Serasa); (c) verificação qualitativa das certificações, prêmios de qualidade e grau de informatização dos processos da empresa; (d) verificação do nível de governança adotado (conselho de administração, diretorias, etc.); (f) consulta ao Sistema de Central de Riscos do Banco Central do Brasil (neste caso, sempre previamente autorizado pelo cliente) e (g) realização de uma due diligence interna e/ou terceirizada (escritório de advocacia de renome), para verificação de toda situação societária, trabalhista, cível, ambiental, entre outros, da empresa. - Concentração: A controlada da Companhia, na qualidade de administradora de fundos de investimento, supervisiona o cumprimento, pelo gestor, das políticas de concentração de ativos estabelecidas no regulamento de cada fundo e aplica os seguintes instrumentos. A gestora do grupo possui, em sua política de crédito, limites de concentração por: (a) setor econômico; (b) região geográfica; e (c) prazo médio da operação (duration). Ademais, também verificado os limites por sacado (exposição global de até 40%) e por emissor (exposição global de até 40%). Tais limites são sempre verificados pela controlada da Companhia por ocasião da liquidação das operações. (iv) Risco de Liquidez: Primeiramente, cumpre ressaltar que os fundos atualmente administrados pela controlada da Companhia não possuem histórico de pedidos de resgate, o que impossibilita a projeção de resgates futuros, seja por serem fundos fechados e ou fundos de longo prazo (na maioria com 84 meses de carência). Por esses motivos, a gestão de liquidez fica resumida aos recursos destinados a pagamento de despesas dos fundos, aí incluindo as taxas de administração. Dessa forma, apesar de adotar uma norma específica para a gestão de liquidez, esta não tem sido utilizada, devido às características de longo prazo dos fundos administrados pela controlada da Companhia mencionados anteriormente. Não obstante, devido ao fato de se estar estruturando fundos com perfis de prazos menores, alguns até de curto prazo (entre 30 e 90 dias de carência), a controlada da Companhia está em processo de contratação e/ou aquisição de sistemas e ferramentas de gerenciamento de riscos, incluindo aí o gerenciamento de liquidez. b. estratégia de proteção patrimonial (hedge) A Companhia aplica seus recursos excedentes em instrumentos de renda fixa pós-fixados, não gerando exposição relevante a riscos de mercado. PÁGINA: 34 de 187

41 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado c. instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge) Não aplicável. d. parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos A Companhia utiliza o cálculo de VaR paramétrico com 97,5% de confiança, e testes de estresse nos ativos (quando aplicável) para gerenciar seus riscos. e. se o emissor opera instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial (hedge) e quais são esses objetivos Não aplicável. f. estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos A gestão de riscos é um processo conduzido pela controlada da Companhia, por meio de sua estrutura organizacional, que busca identificar fatores em potencial capazes de afetar o desempenho das carteiras por ela administradas. Tal processo visa administrar os riscos de modo a mantê-los compatíveis com o apetite a risco dos fundos administrados por ela e possibilitar o cumprimento dos objetivos organizacionais. Para tanto, a controlada da Companhia adota a metodologia desenvolvida pelo Committee of Sponsoring Organizations of thetreadway Commission (COSO) como instrumento de monitoramento e mensuração permanente dos riscos, e estabelece os procedimentos definidos nesta metodologia por meio da norma NR-DC-SUP Gestão de Riscos Operacionais, considerando os seguintes componentes definidos na figura abaixo. PÁGINA: 35 de 187

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