Transferências de. Registro de Preços. Perguntas e respostas. Controladoria-Geral da União - CGU Secretaria Federal de Controle Interno

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1 Controladoria-Geral da União - CGU Secretaria Federal de Controle Interno Transferências de Recursos Sistema da União de Registro de Preços Perguntas e respostas Perguntas e respostas Edição revisada Controladoria-Geral da União - CGU Secretaria Federal de Controle Interno

2 Transferências de Recursos da União Perguntas e respostas Controladoria-Geral da União Brasília, 2013 com atualização da versão eletrônica em fevereiro de 2014

3 CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO CGU SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro Brasília-DF Jorge Hage Sobrinho Ministro De Estado Chefe Da Controladoria-Geral Da União Carlos Higino Ribeiro de Alencar Secretário-Executivo Da Controladoria-Geral Da União Valdir Agapito Teixeira Secretário Federal de Controle Interno José Eduardo Romão Ouvidor-Geral da União Waldir João Ferreira da Silva Júnior Corregedor-Geral da União Sérgio Nogueira Seabra Secretário de Prevenção da Corrupção e Informações Estratégicas Coordenação dos Trabalhos Eveline Martins Brito Ronald da Silva Balbe Elaboração Ana Lúcia Carvalho Jardim Ferreira Delberson Faria Jardim Janice de Almeida Menezes dos Santos Equipe de Revisão Adriano Augusto de Souza Bernardo Alvarenga Spadinger Marcus Vinicius de Azevedo Braga Nádia Araújo Rodrigues Patricia Alvares de Azevedo Oliveira Renor Antonio Antunes Ribeiro Rosemary Zucareli Inocêncio Waldeir Machado da Silva Tiragem: 5000 exemplares Capa e editoração: Ascom/CGU Disponível no sítio Permitida a reprodução parcial ou total desde que indicada a fonte.

4 Apresentação Na busca pelo fortalecimento da gestão pública federal, a Controladoria-Geral da União vem aprimorando o monitoramento sobre a implementação de programas e ações governamentais executados por meio da transferência de recursos financeiros dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. Em muitas situações, verifica-se que a falta de pessoal devidamente capacitado constitui um fator de alto risco na condução das transferências de recursos federais aos Municípios, Estados e Distrito Federal. Assim, procurou-se apresentar respostas às dúvidas e fragilidades levantadas acerca do tema, de modo a constituir-se numa fonte de consulta rápida e simplificada para apoio aos gestores e servidores da Administração Pública Federal. Para tanto, as questões estão agrupadas da seguinte forma: Parte I Disposições iniciais: questões abordando os principais conceitos, a legislação que regulamenta a matéria, os instrumentos, os atores envolvidos no processo e o sistema mantido pelos órgãos da administração pública para gerenciamento das transferências de recursos da União realizadas por meio de convênio, contrato de repasse e termo de cooperação; Parte II Formalização e Celebração: questões envolvendo as etapas de apresentação das propostas, a aprovação do Planos de Trabalho, o chamamento público, o cadastramento e o credenciamento dos interessados, a documentação e as condições exigidas para a formalização e celebração dos termos de convênios ou contratos de repasse, a avaliação da qualificação técnica e capacidade operacional dos proponentes e a publicidade dos convênios e contratos de repasse firmados com a Administração Pública Federal; Parte III Execução e Liberação de Recursos: questões relativas às etapas de implementação do objeto do convênio ou contrato de repasse, envolvendo a aquisição dos bens e/ou a contratação de serviços, com o respectivo procedimento licitatório, a forma e as condições exigidas para a movimentação e a liberação dos recursos a serem aplicados pelo convenente ou contratado;

5 Partes IV e V Acompanhamento e Fiscalização: questões acerca da etapa de monitoramento do objeto conveniado ou contratado, na qual devem ser fiscalizados: o cumprimento dos cronogramas de execução e desembolso dos planos de trabalho, os prazos de vigência e de prestações de contas dos recursos aplicados e possíveis irregularidades na implementação do plano de trabalho, com destaque especial para obras e serviços de engenharia de pequeno valor; Parte VI - Prestação de Contas: questões acerca da apresentação da documentação que comprova a realização do objeto conveniado ou contratado, a restituição dos saldos financeiros remanescentes e a destinação dos bens remanescentes adquiridos por força do convênio ou contrato de repasse; Parte VII Disposições Finais: questões que abordam o tratamento a ser dispensado quando a execução do convênio ou contrato de repasse ocorrer de forma irregular, resultando na denúncia e rescisão do instrumento e consequente processo de tomada de contas especial (TCE), em razão da falta de providências de regularização e/ou restituição dos valores à União. Cabe salientar que o material ora proposto foi elaborado a partir da legislação que regulamenta a matéria, em especial a Instrução Normativa STN nº 01/1997, o Decreto n 6.170, de e a Portaria Interministerial nº 507, de (em substituição à Portaria Interministerial n 127, de ) e ilustrado com exemplos hipotéticos e jurisprudência adquirida em caso concreto, sem pretensão de esgotar o assunto, haja vista a sua abrangência e necessidade de constante atualização. A CGU tem a expectativa de que esta publicação possa ser utilizada em suporte a todos que trabalham com a operacionalização de transferências de recursos da União celebradas pela Administração Pública Federal com órgãos e entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos.

6 Índice das Perguntas e Respostas Parte I - Disposições iniciais O que são transferências de recursos da União? 2. Qual a legislação atual que as regem? 3. É possível haver algum outro ato normativo interno que discipline o tema? 4. Quais são os tipos de transferências de recursos da União tratados nesta cartilha? 5. Existem outros tipos de transferências de recursos da União não disciplinados pelo Decreto nº 6.170/2007 e pela Portaria Interministerial nº 507/2011? 6. Quais os instrumentos utilizados na execução de transferências de recursos da União regulamentadas pela Portaria Interministerial nº 507/2011 e quais as características de cada um deles? 7. Quais os atores envolvidos no processo de transferências de recursos da União por meio de convênio ou contrato de repasse? 8. O repasse fundo a fundo pode ser considerado contrato de repasse? 9. Há um sistema específico onde devem ser registradas as transferências de recursos da União realizadas por meio de convênio, contrato de repasse e termo de cooperação? Parte II - Da formalização e celebração Quando é obrigatória a existência de interveniente para a celebração de convênio ou contrato de repasse? 11. É possível celebrar um convênio ou contrato de repasse com um consórcio público?

7 12. É obrigatório o prévio chamamento público para a celebração de um convênio ou contrato de repasse? 13. Como deverá ser feito o chamamento público? 14. Quais são as etapas da celebração do convênio ou contrato de repasse? 15. Quais são as condições para a celebração de convênio e contrato de repasse? 16. Há alternativa para o caso de não ser possível obter a certidão de propriedade do imóvel de que trata a pergunta anterior? 17. É preciso realizar o credenciamento do interessado em apresentar proposta de trabalho? 18. O que o interessado deve informar na proposta de trabalho? 19. Após a análise da proposta de trabalho, quais procedimentos deverão ser realizados pelo órgão ou entidade da Administração Pública? 20. O que deverá ser feito pelo proponente no caso de aceitação da proposta de trabalho? 21. O que deve conter o Plano de Trabalho? 22. Podem ser cadastradas no SICONV propostas de trabalho com o valor inferior a R$ ,00? 23. Como deverá ser feita a análise do Plano de Trabalho pelo órgão repassador? 24. Como deve ser avaliada a qualificação técnica e capacidade operacional de uma entidade conveniada? 25. Onde deve ser feito o cadastramento dos órgãos ou entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos recebedores de recursos da União por meio de convênio ou contrato de repasse? 26. Quais os documentos exigidos para o cadastramento? 27. De que forma devem ser elaboradas as declarações exigidas pelos incisos III e IV, art. 18

8 Portaria Interministerial n 127/2008 (substituída pela PI nº 507/2011)? 28. De que forma os Estados e Municípios comprovarão que os recursos, bens ou serviços relativos à contrapartida proposta estão devidamente assegurados? 29. Como deverá ser calculada a contrapartida? 30. Como deverá ser depositada a contrapartida? 31. Quais as condições exigidas dos convenentes ou contratados para a celebração de convênio e contrato de repasse? 32. Como se dará a formalização do convênio ou contrato de repasse? 33. Quais cláusulas deverão compor o instrumento firmado? 34. O que são o projeto básico e o termo de referência? 35. Em qual etapa deve ser elaborado o projeto básico ou termo de referência? Eles são obrigatórios para celebração de convênio ou contrato de repasse? 36. Quando deve ser encaminhado o projeto básico ou termo de referência? 37. O projeto básico ou termo de referência se submetem à apreciação do concedente? O que ocorre se apresentarem problemas ou vícios? 38. É possível celebrar convênio com entidades privadas que tenham como dirigente agente político da Administração Pública? 39. O que se entende pelo termo dirigente, inserto no inciso II do art. 10 da Portaria Interministerial n 507/2011? 40. Há a possibilidade de celebração de convênio e contrato de repasse entre órgãos e entidades da Administração Pública Federal? 41. É possível a celebração de convênio e contrato de repasse com pessoas físicas?

9 42. É permitida a celebração de convênio e contrato de repasse com previsão de recursos externos? 43. A celebração de um novo convênio ou contrato de repasse pode ocorrer com um convênio em andamento? 44. O objeto do convênio ou contrato de repasse deve estar relacionado ao objeto social do convenente? 45. A quem cabe analisar e assinar o termo de convênio ou contrato de repasse a ser celebrado? 46. É necessária a publicação do convênio ou contrato de repasse por parte do concedente ou contratante? 47. É necessária a publicação do convênio ou contrato de repasse por parte do convenente ou contratado? 48. É necessário que seja elaborado Termo Aditivo ao convênio para alterar dados do convenente, com fundamento em dispositivo legal? Parte III - Da execução e liberação dos recursos Quais são as vedações para os contratos oriundos da execução do objeto conveniado? 50. De que forma o convenente ou contratado deverá dar divulgação da execução do contrato? 51. No que se refere à aquisição de bens e contratação de serviços com recursos de convênio ou contrato de repasse, é preciso algum tipo de procedimento licitatório? 52. As transferências de recursos da União, dispensadas de licitação, efetuadas pela Instituições de Ensino Superior às suas fundações de apoio podem ser consideradas contratos ou devem ser inseridas no SICONV como convênio e obedecer todo o regramento específico? 53. Como e quando ocorrerá a liberação de recursos conveniados? Quais são as condições exigidas? 54. Como se dará o gerenciamento dos recursos?

10 55. Como devem ser mantidos os recursos do convênio ou contrato de repasse? 56. Os recursos ficarão bloqueados? 57. A movimentação e o uso dos recursos serão realizados ou registrados no SICONV? 58. Quais as informações relativas ao pagamento devem ser incluídas no SICONV? 59. É possível fazer pagamento a quem não possua conta bancária? Parte IV - Do acompanhamento e fiscalização Quem é responsável pelo acompanhamento da execução do objeto do convênio ou contrato de repasse? 61. O que deve ser analisado por ocasião do acompanhamento e fiscalização dos instrumentos? 62. O concedente ou contratante podem alegar não ter condições de acompanhar a realização do objeto pactuado? 63. O convenente ou contratado tem também obrigação de acompanhar a execução do convênio ou contrato de repasse? 64. As informações referentes à execução podem ser acessadas pelos órgãos e entidades públicas concedentes ou contratantes? 65. Que medidas devem ser tomadas quando da verificação de irregularidades durante o acompanhamento ou fiscalização do objeto? 66. As ações de acompanhamento poderão ser delegadas? 67. Além do concedente, quem mais fiscaliza os instrumentos de transferências de recursos da União? 68. Com a edição da Portaria Interministerial nº 507/2011, os convênios que foram celebrados sob a égide da IN/STN nº 01/97 e da Portaria Interministerial nº 127/2008 podem ter os seus prazos de vigências prorrogados?

11 Parte V - Do acompanhamento e fiscalização de obras e serviços de engenharia de pequeno valor O que são considerados obras e serviços de engenharia de pequeno valor? 70. Qual o instrumento para formalização da execução desse tipo de obra/serviço? 71. Como se realizará o procedimento simplificado de contratação? 72. O que deverá ser feito no caso de irregularidade ou falta de cumprimento das condições estabelecidas pelo contrato de repasse desse tipo de obras e serviços? Parte VI - Da prestação de contas Todos os órgãos e entidades que receberem recursos de transferências de recursos da União terão de prestar contas? 74. Qual o prazo para prestação de contas de convênio ou contrato de repasse firmado com a Administração Pública Federal? 75. Do que será composta a prestação de contas? 76. O que ocorre caso o concedente ou contratante não receba a prestação de contas no prazo estipulado? 77. Se o convênio ou contrato de repasse for do governo anterior, o atual governante deverá prestar contas? 78. Os saldos financeiros remanescentes deverão ser devolvidos pelo convenente quando da prestação de contas? 79. O que deve ser feito com os bens remanescentes adquiridos por força da execução do convênio ou contrato de repasse? 80. É preciso dar baixa no SICONV quando do recebimento das prestações de contas? 81. A quem cabe a análise e aprovação da prestação de contas?

12 82. Quando e como se realiza essa análise e aprovação? 83. Como proceder no caso da não aprovação da prestação de contas? 84. Qual o interstício mínimo que deve a documentação do convênio ser guardada pelos responsáveis? Parte VII Disposições finais: denúncia, rescisão e processo de tomada de contas especial Quando e de que forma poderá ocorrer a denúncia e rescisão de convênio ou contrato de repasse? 86. A quem o concedente deverá encaminhar denúncia de irregularidades na execução de convênio ou contrato de repasse? 87. Como ficarão os valores financeiros do convênio ou contrato de repasse denunciado que for rescindido ou extinto? 88. Quais são os motivos que ensejam a rescisão do convênio ou contrato de repasse? 89. O que é Tomada de Contas Especial (TCE)? 90. Quando deve ser instaurada a TCE para convênio ou contrato de repasse rescindido por irregularidade? 91. A quem cabe a responsabilidade da instauração de TCE? 92. O que ensejará a TCE? 93. De que forma o convenente ou contratado arrolado será comunicado sobre o resultado da TCE? 94. Em quais situações o registro da inadimplência do convenente ou contratado no SICONV poderá ser retirado?

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14 Transferências de Recursos da União Parte I - Disposições iniciais 1. O que são transferências de recursos da União? As transferências de recursos da União são instrumentos celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal com órgãos ou entidades públicas (administração estadual, distrital, municipal) ou privadas sem fins lucrativos para a execução de programas, projetos e atividades de interesse recíproco que envolvam a transferência de recursos financeiros oriundos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. 2. Qual a legislação atual que as regem? Os convênios celebrados sob a vigência da Instrução Normativa STN nº 01/1997 e que ainda estiverem vigentes poderão ser prorrogados desde que atendam as exigências desse normativo. Já as transferências de recursos da União realizadas a partir de são regulamentadas pelo Decreto n 6.170, de e pela Portaria Interministerial n 127, de Atualmente a Portaria Interministerial nº 507, de 28/11/2011 constitui, juntamente com Decreto supra, a legislação reguladora das transferências de recursos da União firmadas a partir de , com exceção dos arts. 77 a 79 que entraram em vigor na data da publicação da citada Portaria. 3. É possível haver algum outro ato normativo interno que discipline o tema? Sim. Alguns órgãos editam seus próprios atos normativos internos para disciplinar pontos específicos da celebração, acompanhamento, fiscalização e a prestação de contas de convênios, contratos de repasse, termos de cooperação e termos de parceria celebrados no âmbito do órgão e de suas entidades vinculadas. O Ministério da Justiça, por exemplo, editou, com base na legislação federal vigente, a Portaria nº 458, de 12 de abril de 2011, tratando do tema. 13

15 Perguntas e respostas - Parte I Além disso, considerando o estabelecido no art. 13 do Decreto-Lei nº 200/67, o primeiro controle a ser executado na execução das transferências de recursos federais é o denominado controle interno administrativo ou primário, entendido como sendo o conjunto de atividades, planos, rotinas, métodos e procedimentos interligados, estabelecidos para assegurar que os objetivos das unidades e entidades da administração pública sejam alcançados, de forma confiável e concreta, evidenciando eventuais desvios ao longo da gestão até à consecução dos objetivos fixados pelo Poder Público. Este controle é atribuído ao gestor, que deve estabelecer mecanismos para garantir que os objetivos da sua Unidade sejam atingidos. 4. Quais são os tipos de transferências de recursos da União tratados nesta cartilha? a) Transferências Voluntárias: são os recursos financeiros repassados pela União aos Estados, Distrito Federal e Municípios em decorrência da celebração de convênios, acordos, ajustes ou outros instrumentos similares cuja finalidade é a realização de obras e/ou serviços de interesse comum e coincidente às três esferas do Governo ou, conforme definido no art. 25 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF), a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde. Os dois instrumentos utilizados para a operacionalização das transferências voluntárias são o convênio e o contrato de repasse. b) Transferências de Recursos a Entidades sem Fins Lucrativos: recursos financeiros repassados pela União a entidades sem fins lucrativos em decorrência da celebração de convênios, acordos, ajustes ou outros instrumentos similares cuja finalidade é a realização de obras e/ou serviços de interesse comum. Vale ressaltar que, em que pese o art. 25 da Lei Complementar nº 101/2000 excluir esta modalidade do conceito de transferência voluntária, todas as regras são igualmente exigidas. 14

16 Transferências de Recursos da União 5. Existem outros tipos de transferências de recursos da União não disciplinados pelo Decreto nº 6.170/2007 e pela Portaria Interministerial nº 507/2011? Sim. Não se aplicam às exigências da Portaria Interministerial nº 507/2011: a) os convênios: cuja execução não envolva a transferência de recursos entre os partícipes; destinados à execução descentralizada de programas federais de atendimento direto ao público, nas áreas de assistência social, médica e educacional, ressalvados os convênios em que for prevista a antecipação de recursos; que tenham por objeto a delegação de competência ou a autorização a órgãos ou entidades de outras esferas de governo para a execução de atribuições determinadas em lei, regulamento ou regimento interno, com geração de receita compartilhada; homologados pelo Congresso Nacional ou autorizados pelo Senado Federal naquilo em que as disposições dos tratados, acordos e convenções internacionais, específicas, conflitarem com esta Portaria, quando os recursos envolvidos forem integralmente oriundos de fonte externa de financiamento. b) as transferências celebradas no âmbito: do Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas, instituído pela Lei nº 9.807, de 13 de julho de 1999, e regulamentado pelos Decretos nº 3.518, de 20 de junho de 2000, nº 6.044, de 12 de fevereiro de 2007, e nº 6.231, de 11 de outubro de 2007; do Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE, instituído pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001; do Programa Dinheiro Direto na Escola - PDDE, instituído pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001; do Programa Nacional de Apoio do Transporte Escolar - PNATE, instituído pela Lei nº , de 9 de junho de 2004; do Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento de Jovens e 15

17 Perguntas e respostas - Parte I Adultos, instituído pela Lei nº , de 9 de junho de 2004; do Programa Brasil Alfabetizado, instituído pela Lei nº , de 9 de junho de 2004; do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, instituído pela Lei nº , de 10 de junho de c) os contratos de gestão celebrados com Organizações Sociais - OS, na forma estabelecida pela Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998; d) as transferências a que se referem: a Lei nº , de 2 de dezembro de 2004; o art. 3º da Lei n 8.142, de 28 de dezembro de 1990; os arts. 29 e 30 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993; a Lei nº , de 1º de dezembro de e) outros casos em que lei específica discipline de forma diversa a transferência de recursos para execução de programas em parceria do Governo Federal com governos estaduais, municipais e do Distrito Federal ou entidade privada sem fins lucrativos, tais como as automáticas ou fundo a fundo; f) as transferências formalizadas sob a abrangência da Lei nº 9.807, de 13 de julho de 1999, e dos Decretos nº 3.518, de 20 de junho de 2000, nº de 12 de fevereiro de 2007 e nº 6.231, de 11 de outubro de 2007; g) as transferências para execução de ações no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, regulamentadas pela Lei nº , de 26 de novembro de 2007, exceto o disposto no Capítulo I do Título I da Portaria nº 507/2011; h) as transferências constitucionais: relativas à parcela das receitas federais arrecadadas pela União e repassada aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Cabe ao Tesouro Nacional, em cumprimento aos dispositivos constitucionais, efetuar as transferências desses recursos aos entes federados, nos prazos legalmente estabelecidos. Dentre as principais transferências previstas na Constituição da União para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, destacam-se: 16

18 Transferências de Recursos da União Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal FPE; Fundo de Participação dos Municípios FPM; Fundo de Compensação pela Exportação de Produtos Industrializados FPEX; Fundo de Manutenção e de Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério FUNDEF; Imposto sobre Operações Financeiras Ouro IOF-Ouro; Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR. 6. Quais os instrumentos utilizados na execução de transferências de recursos da União regulamentadas pela Portaria Interministerial nº 507/2011 e quais as características de cada um deles? a) Contrato de repasse é o instrumento administrativo por meio do qual a transferência dos recursos financeiros se processa por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal, atuando como mandatário da União; b) Convênio é o acordo ou ajuste que disciplina a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e tem como partícipe, de um lado, órgão ou entidade da administração pública federal, direta ou indireta, e, de outro lado, órgão ou entidade da administração pública estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, ou ainda, entidades privadas sem fins lucrativos, visando à execução de programa de governo, envolvendo a realização de projeto, atividade, serviço, aquisição de bens ou evento de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação; c) Termo de cooperação: instrumento por meio do qual é ajustada a transferência de crédito de órgão ou entidade da Administração Pública Federal para outro órgão federal da mesma natureza ou autarquia, fundação pública ou empresa estatal dependente; d) Termo de parceria é o instrumento jurídico previsto na Lei 9.790, de 23 de março de 1999, para transferência de recursos para Organizações Sociais de Interesse Público (OSCIPs); e) Contrato de prestação de serviços (CPS) é o instrumento jurídico que regula a prestação de serviços realizada pela mandatária da União a favor do concedente, que deve conter 17

19 Perguntas e respostas - Parte I as atribuições delegadas, as limitações do mandato e a forma de remuneração pelos serviços; f) Contrato administrativo de execução ou fornecimento (CTEF) é o instrumento jurídico que disciplina a execução de obra, fornecimento de bem ou serviço, regulado pela Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e demais normas pertinentes à matéria, tendo como contratante o ente que figura como convenente. 7. Quais os atores envolvidos no processo de transferências de recursos da União por meio de convênio ou contrato de repasse? a) Proponente: órgão ou entidade pública ou privada sem fins lucrativos credenciada que manifeste, por meio de proposta de trabalho, interesse em firmar qualquer dos instrumentos regulados pela Portaria que regulamenta as transferências de recursos da União, tendo como responsável e representante a pessoa física que responde pelo órgão ou entidade privada sem fins lucrativos, ou seja, o dirigente máximo; b) Concedente: órgão da administração pública federal direta ou indireta, responsável pela transferência dos recursos financeiros ou pela descentralização dos créditos orçamentários destinados à execução do objeto do convênio; c) Contratante: órgão ou entidade da administração pública direta e indireta da União que pactua a execução de programa, projeto, atividade ou evento, por intermédio de instituição financeira federal (mandatária) mediante a celebração de contrato de repasse; d) Convenente: órgão ou entidade da administração pública direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com o qual a administração federal pactua a execução de programa, projeto/atividade ou evento mediante a celebração de convênio; e) Contratado: órgão ou entidade da administração pública direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com a qual a administração federal pactua a execução de contrato de repasse; f) Interveniente: órgão da administração pública direta e indireta de qualquer esfera de governo, ou entidade privada que participa do convênio para manifestar consentimento ou assumir obrigações em nome próprio. Em todos os casos de celebração de contrato 18

20 Transferências de Recursos da União de repasse, o banco oficial será o interveniente no repasse dos recursos federais; g) Unidade executora: órgão ou entidade da administração pública, das esferas estadual, distrital ou municipal, sobre o qual pode recair a responsabilidade pela execução dos objetos definidos nos instrumentos de transferências voluntárias, a critério do convenente, desde que aprovado previamente pelo concedente, devendo ser considerado como partícipe no instrumento; h) Consórcio público: pessoa jurídica formada exclusivamente por entes da Federação para a realização de objetivos de interesse comum, em qualquer área. Podem ser constituídos em forma de associação pública ou pessoa jurídica de direito privado, na forma da Lei , de 6 de abril de 2005; i) Mandatária da União: instituições e agências financeiras controladas pela União que celebram e operacionalizam, em nome da União, os instrumentos jurídicos de transferência de recursos aos convenentes; j) Órgãos de controle: instituições vinculadas aos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que possuem designação constitucional para orientar, auditar, fiscalizar e acompanhar a execução dos programas, projetos e atividades de governo nos aspectos de legalidade, economicidade e eficiência. 8. O repasse fundo a fundo pode ser considerado contrato de repasse? Não. O contrato de repasse é o instrumento administrativo por meio do qual a transferência dos recursos financeiros se processa por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal, que é responsável também pelo acompanhamento do convênio, atuando como mandatário da União. O repasse na modalidade fundo a fundo se dá pela transferência de recursos federais que não se enquadram como convênio, mas necessitam de prestação de contas do ente recebedor, em especial na área social e encontram-se disciplinadas conforme o disposto no Decreto nº 7.507, de 27 de junho de 2011: Art. 1º Este Decreto disciplina a movimentação financeira dos recursos transferidos por órgãos e entidades da administração pública federal aos Estados, Distrito Federal e Municípios, em 19

21 Perguntas e respostas - Parte I decorrência das seguintes Leis: I - Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990; II - Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990; III - Lei nº , de 9 de junho de 2004; IV - Lei nº , de 20 de junho de 2007; V - Lei nº , de 10 de junho de 2008; e VI - Lei nº , de 16 de junho de Há um sistema específico onde devem ser registradas as transferências de recursos da União realizadas por meio de convênio, contrato de repasse e termo de cooperação? Sim. O Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SICONV foi criado em 1º de agosto de 2008 com o objetivo de dar maior transparência e publicidade às ações desenvolvidas por meio desses instrumentos. Pode ser acessado através do endereço eletrônico: Todos os atos referentes à celebração, execução, acompanhamento e fiscalização dos termos de parceria celebrados deverão ser realizados ou registrados em módulo específico do sistema SICONV. 20

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