Locação e fretamento: a distinção necessária

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1 ANO 6 Nº 70 fevereiro - março 2007 Legislação Locação e fretamento: a distinção necessária A A direção do Transfretur está motivando uma discussão importante sobre empresas que contém em sua razão social o termo locação, mas na prática caracterizam-se classicamente como empresas de transporte de passageiros e acabam por burlar a legislação, atuando no segmento de fretamento. O assunto é bastante delicado porque há minúcias que diferenciam as atividades. As características tanto de uma atividade como outra esbarram em divergências por vezes sutis e o motivo pelo qual empresas passam a atuar de maneira irregular no serviço de fretamento está relacionado principalmente à fuga das legislações que regulam o transporte de passageiros, e à própria responsabilidade que o fretamento de pessoas possui perante o Código Civil e o Código Nacional de Trânsito. E a locação, não. O serviço de locação prima eminentemente pelo aluguel do bem. Se um veículo é locado e junto com ele um motorista, não há configuração em fretamento. E se uma van for alugada junto com o motorista? A questão aí passa a ser de outra natureza, por exemplo: havendo contratação também do motorista, em veículo de porte igual ou superior a van, quantas pessoas transportadas caracterizam a atividade de fretamento? Depende da quantidade de pessoas ou da freqüência do transporte? O debate deve se dar de maneira organizada entre órgãos reguladores e fiscalizadores. Segundo o Presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis Página 2 Apresentação de Pesquisa Página (Abla), José Adriano Donzelli, nosso negócio é locação de bens móveis, ou seja, ceder o uso de um bem por um período a terceiros em vista de uma remuneração. (Veja matéria na página 4). Característica da locação - A assessora jurídica da Fresp e do Transfretur, Regina Rocha, comenta a dimensão legal do assunto ao esclarecer didaticamente as diferenças entre as atividades: A entrega do veículo pelo locador ao locatário para usá-lo livremente é condição indispensável para a caracterização da locação. De posse do veículo, o locatário tem total liberdade, ou seja, vai para onde quiser, na hora que quiser, escolhe o percurso que melhor lhe agrada, sem se preocupar com nada, afinal ele tem a posse do veículo por aquele período previsto no contrato. Ele se autodetermina em relação ao bem, sua vontade é completamente soberana. Assim, o objeto do contrato é a coisa locada, e não o seu aproveitamento ou satisfação de utilidade. A característica da locação é o regresso da coisa locada para o seu dono, ao passo que o serviço fica pertencendo a quem pagou, não sendo possível sua restituição. As agências reguladoras, segundo apurou o Transfretur, variam na compreensão e ciência sobre o assunto. Por sua vez, a diretoria do sindicato visa abrir o debate e promover ações conjuntas de maneira a colaborar na fiscalização para evitar que outra modalidade de clandestino insira-se no segmento prejudicando as empresas que atuam conforme a legislação, recolhendo inclusive os tributos pertinentes à atividade. Confira matérias nas páginas 4 e 5. Página Fretamento 4 e Locação 5 Aspectos Jurídicos e Financeiros

2 Imagem Fresp divulga pesquisa sobre imagem do fretamento N No dia 28 de fevereiro, cerca de 70 pessoas, entre empresários e representantes dos órgãos regulamentadores, participaram da apresentação do resultado da pesquisa quantitativa promovida pela Fresp junto a distintos públicos usuários ou não do serviço de fretamento. Valeska Peres e Rogério Belda, ambos da ANTP, que delineou as diretrizes da pesquisa, assistiram à apresentação e comentaram o resultado promissor para o setor. A pesquisa foi realizada pela Foco Estratégico entre maio e junho passado. O Presidente-executivo do Transfretur, Jorge Miguel dos Santos, adiantou que sem o trabalho e o envolvimento da ANTP na pesquisa não teríamos chegado até a Foco Estratégico. O nosso passo agora é intensificar a absorção de carros. Rogério Belda foi enfático ao afirmar que o governo não tem que fiscalizar a operação, mas fazer com que os empresários garantam a segurança e as regras do trânsito. Já o Presidente da Fresp, Maurício Marques Garcias foi enfático ao admitir: Estamos tímidos; oferecemos maior segurança, bem-estar e muitas empresas e setores nem sabem que nós existimos. Nosso cliente está lá fora ávido por um produto de qualidade. Consistência - Ao explicar o resultado da pesquisa qualitativa e o aproveitamento de seus resultados, Rosa Moisés, que coordenou a pesquisa pela Foco Estratégico, disse que a o método qualitativo mede as percepções, impressões e sensações dos usuários do fretamento, e que tais percepções tiveram uma homogeneidade bastante grande, fato que confere maior credibilidade ainda à pesquisa. Foram aferidos quatro grupos, que representam: os usuários, o setor executivo, o contratante (gerente de RH, por exemplo) e o não-contratante (gerente de RH, também). Mesmo o último grupo, não contratante, teve uma percepção muito boa dos benefícios que o serviço de fretamento pode trazer. O usuário se atém a sua condição sem analisar outros quesitos, já o executivo tem a preocupação com a gestão do serviço; o contratante, em geral não usuário, preocupa-se com os benefícios para a empresa em termos de produtividade. E finalmente, o não-contratante tem uma visão mais crítica sobre parar em locais inapropriados. A assessora jurídica da Fresp e do Transfretur, Regina Rocha perguntou sobre a validade da pesquisa, que, de acordo com Rosa Moisés, tem vida longa; a menos que aconteçam mudanças significativas no setor ou na política urbana. Valeska Peres ressaltou que é importante reforçar o porquê da parceria Fresp-ANTP. Os transportes se complementam, deve haver uma racionalização. O transportar sem qualidade não pode mais ser aceito. Temos de prestigiar o Grupo de Trabalho, através de redes integradas em que o transporte por fretamento esteja presente. E finalizou: Antes dos antagonismos, a cooperação. 2

3 Série Conte sua História O Novos Caminhos trará sempre um breve histórico da trajetória das companhias mais tradicionais até as mais jovens, tendo por base a ordem de registro da empresa na entidade desde sua fundação, em Editorial DD esde 1969 a Gracimar está no mercado de fretamento, sobretudo, o fretamento contínuo. A empresa, situada na Vila Sônia São Paulo, capital, tinha apenas 11 anos e 12 ônibus, quando em 1979 foi comprada pelos irmãos Waldir, Walter e Wilson Bellati que à época já administravam a Turismo Rodrigues, e portanto, a partir desta experiência puderam multiplicar em muito o patrimônio da irmã caçula a tal ponto que atualmente a empresa possui 170 veículos. Aos poucos a sede de 600 m² deu lugar a uma espaçosa garagem com todos os equipamentos deseja- dos e hoje a sede própria tem uma estrutura de 8500m² no PERFIL Fundada em 1969 Nº de carros: 170 (ônibus, microônibus e vans) Nº de funcionários: 210 (motoristas, manutenção e administração) Receita: 99% contínuo e 1% eventual Idade Média da Frota: 8 anos Tipo de ônibus: Marcopolo / Busscar e Mercedes- Benz e Chassi: Volkswagen, Volvo e Mercedes-Benz. Gracimar continua na batalha município de Taboão da Serra. De acordo com o Gerente Geral, Sérgio Nestal, a Gracimar foi criando relacionamentos diferenciados com os clientes. Até porque também os clientes, segundo Nestal, sofrem mutações de ordem estrutural e econômica. Logo, temos de trabalhar em cima da particularidade de cada um. Quanto às dificuldades, Sérgio destaca: as inúmeras mudanças que ocorreram em nossa política econômica, estabelecendo-se com isso um constante clima de insegurança, inibindo investimentos mais relevantes e conseqüentemente, comprometendo índices de crescimentos. Para o Diretor, Waldir Bellati, a evolução dos preços dos insumos, principalmente no óleo diesel nos últimos anos, fez-nos repensar toda a nossa logísti- ca de operações, resultando, inclusive, na interrupção de vários contratos que sem possibilidade de repassar esses aumentos tornaram-se inviáveis. Para Waldir, é determinante estar sempre atento às mudanças no mercado, na evolução dos custos, em novas tecnologias, para se obter um crescimento sustentável. 3 DIVULGAÇÃO Rotina de incertezas Dizem que a criatividade dos brasileiros é incomparável, fazendo com que o mesmo tenha a capacidade de se adaptar a situações mais adversas possíveis, sobrevivendo a ambientes hostis e com seu famoso jeitinho atingir os seus objetivos que em outras culturas seria um processo inimaginável. Acredito que temos que dar um basta nesta situação, pois, não é possível continuar convivendo com tantas incertezas. Não bastasse termos que conviver com uma carga tributária totalmente incompatível com a nossa realidade, ainda somos surpreendidos por certas medidas de organismos que regulamentam a nossa atividade e que não contribuem em nada para a sobrevivência da nossa categoria. Em paralelo a isso, o nível das dificuldades, seja para ampliarmos o nosso roll de clientes ou para renegociarmos os nossos contratos, está cada vez mais complicado, pois, normalmente nos deparamos com o famoso BUDGET dos clientes, que são norteados por situações que não refletem as nossas necessidades. E o nosso BUDGET, ou melhor seria dizer: BUNGT? Acho que seria mais apropriado já que a rotina de incertezas compromete e muito a possibilidade de termos um planejamento de médio e longo prazo, levando-nos sistematicamente a administrar problemas de curtíssimo prazo, justamente para evitar o famigerado BUNGT. Enfim, aproveito a oportunidade para parabenizar o Sr. Claudinei Brogliato - que apesar de todas as dificuldades, conseguiu elevar a representatividade do nosso segmento -, e desejar à nova diretoria sucesso, em todos os seus objetivos, que sem dúvida contribuirá de forma relevante aos anseios da categoria. Waldir Bellati é Diretor da Gracimar Transportes e Turismo Ltda.

4 Diferenciação Locação e fretamento: a distinção necessária O Novos O Caminhos buscou ouvir representantes de órgãos reguladores, bem como, o presidente, da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, José Adriano Donzelli (Abla) - veja matéria abaixo - para saber deles a opinião sobre qual conduta os empresários de fretamento devem adotar em rel ação a mais este problema. O Secretário Adjunto de Transportes, da Secretaria Municipal de São Paulo, Eduardo Wagner, que respondeu prontamente ao fax enviado pelo Novos Caminhos afirmou que: causa estranheza a suposta constatação da existência no mercado de empresas que têm em sua razão social o caráter de locação, conforme alega o Transfretur, não tendo a Pasta conhecimento desta situação, bem como, não procede o DTP com este tipo de cadastramento para a modalidade. Exatamente, as empresas que possuem o termo locação na razão social não estão no perfil atendido pelo DTP, por isso, diz-se que burlam a legislação. Não se trata de erro na emissão do Termo de Autorização, mas sim de ausência de fiscalização. Infelizmente, até o fechamento da edição a EMTU não respondeu oficialmente as perguntas. Abla apóia Transfretur Novos Caminhos - Como a ABLA interpreta a ação de empresas que atuam no transporte de pessoas se passando por locadoras de veículos? Estas operações podem ser consideradas como locação? José Adriano Donzelli - Para nós da ABLA, estas empresas não são locadoras de carros, uma vez que não há em nosso portifólio de atuação o transporte de passageiros. Nosso negócio é locação de bens móveis, ou seja, ceder o uso de um bem por um período a terceiros em vista de uma remuneração, e se há empresas que se transvestem de locadoras e assim o fazem não podem e não devem ser reconhecidas e tratadas como locadoras. NC - Uma afirmação comum no setor de transporte é que não existe locação de veículos com motorista, e que se houver passaria a ser uma prestação de serviços. É possível alugar veículos com motorista? Como funciona este mercado? JAD - Esta não é uma afirmação comum no setor, até porque é uma prática comum se alugar um carro com motorista, mas como um serviço agregado à locação, permitindo maior comodidade ao usuário, portanto, é um serviço individualizado, não voltado a transporte de passageiros, esporádico e não regular, que tem sua atuação mais voltada ao atendimento de executivos. Como se formou a Abla A Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla) foi fundada em 1977 e é a entidade que representa os empresários do setor de locação de veículos. Atualmente a Abla conta, nacionalmente, com locadoras associadas que perfazem uma frota de 224 mil veículos. Os dados são de A atividade de locação se desenvolveu com Adalberto Camargo a partir de 1956, motivada, sobretudo, segundo a própria Abla, pelo Plano de Metas de Juscelino Kubitesck, que impulsionou principalmente a instalação de montadores automobilísticas no país. Para se associar a Abla: A Empresa deve atuar com exclusividade no Setor de Locação de Automóveis. Da mesma forma, no objeto social e no cartão do CNPJ devem constar apenas a atividade de Locação de Automóveis; e ser empresa regularmente constituída e atuante há no mínimo doze meses, entre outras exigências. Confira brevíssima entrevista com o Presidente da entidade, José Adriano Donzelli. Artesp já apreende novos clandestinos A Artesp, em nome do Diretor de Logística, Sr. Marco Antônio Assalve, respondeu aos questionamentos do Transfretur, enviados por fax. Novos Caminhos - O Transfretur averiguou que há no mercado de fretamento de passageiros empresas que atuam de maneira irregular, pois, têm em sua razão social o caráter de locação, mas funcionam na prática tal qual qualquer empresa de fretamento. A ARTESP tem ciência da existência destas empresas? Marco Antônio Assalve - Sim, a ARTESP tem conhecimento da existência destas empresas. Para inibir e restringir a atuação das mesmas ela fiscaliza e apreende quando constata a irregularidade cometida pelas locadoras no transporte coletivo intermunicipal de passageiros. NC - Há alguma possibilidade do Transfretur, da FRESP, enfim, do segmento de fretamento colaborar na restrição da atuação de tais empresas? MAA - Sim, o Transfretur e a FRESP podem colaborar divulgando a ação da ARTESP, no combate as irregularidades cometidas pelas locadoras no transporte irregular coletivo de passageiros, pois o transporte somente é autorizado as empresas devidamente registradas junto à ARTESP e que atendam ao Decreto nº /89. Não há legislação que discipline o transporte coletivo por locadora. NC - Atualmente, as empresas de locação que atuam como empresas de fretamento estão se espraiando, o que é possível fazer para restringir? MAA - Continuar com a fiscalização intensiva para coibir este transporte irregular. 4

5 ICF Locar bens difere de prestar serviços N Locação de Veículos x Transporte de Pessoas Não é de hoje que o setor de transporte tem se deparado com uma novidade circulando pelas ruas e rodovias do país. São veículos de transporte coletivo microônibus (inclua-se também as vans) e até ônibus, com placa cinza e até vermelha, intitulados locadoras de veículos. Nada de mais se fosse realmente uma simples locação de veículo, como ocorre com os automóveis, onde o sujeito faz a locação por período, com quilometragem livre ou com franquia. A entrega do veículo pelo locador ao locatário para usá-lo livremente é condição indispensável para a caracterização da locação. De posse do veículo, o locatário tem total liberdade, ou seja, vai para onde quiser, na hora que quiser, escolhe o percurso que melhor lhe agrada, sem se preocupar com nada, afinal ele tem a posse do veículo por aquele período previsto no contrato. Ele se autodetermina em relação ao bem, sua vontade é completamente soberana. Assim, o objeto do contrato é a coisa locada, e não o seu aproveitamento ou satisfação de utilidade. A característica da locação é o regresso da coisa locada para o seu dono, ao passo que o serviço fica pertencendo a quem pagou, não sendo possível sua restituição. Não há como confundir um contrato de locação de bens com outro cujo objeto é a prestação de serviços, mesmo que este envolva o uso de bens para cumprir suas finalidades. O objeto, neste caso, é a realização de um serviço; não a locação. Serviço é uma obrigação de fazer, ou seja, de levar pessoas de um ponto a outro no caso de transporte e não uma obrigação de dar um bem para outrem, como na locação. No contrato de transporte a pessoa paga para ser levada de um ponto a outro, portanto, não basta entregar o veículo nas mãos do contratante, é preciso realizar o transporte nos moldes do contrato. A pergunta que se faz é porque essas pessoas estariam fazendo isso. A resposta resume-se num vasto leque de vantagens. A primeira e mais atrativa é a questão de não ter que se submeter a nenhum dos muitos poderes concedentes, é circular livremente sem lenço e quase sem documento. Não precisar se preocupar com a quantidade, idade ou especificações dos veículos da frota, inspeção veicular, pintura e um incontável número de adesivos, documentos e sinalizações obrigatórias, treinamento do condutor, pagamento de taxas. Enfim, todos os procedimentos burocráticos a que são submetidas todas as empresas de transportes. Sabemos que a ausência de regulamentação é um sério risco, uma porta aberta para a desarticulação completa do setor o que pode causar incontáveis prejuízos a sociedade como um todo, usuária ou não desse tipo de transporte. Há também a questão tributária. Já decidiu o Supremo Tribunal Federal - STF (RE-AgR ) que sobre a locação de veículos não incide o Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), de competência do município. Também não há ICMS e as locadoras ainda podem ser optantes pelo SIMPLES. Não é preciso criar nenhuma lei para isso, basta fiscalizar e é isso que precisamos e esperamos dos poderes concedentes, das secretarias de fazenda e dos sindicatos profissionais, para não estender a lista de entes que têm o poder para fazer alguma coisa. Regina Rocha é assessora jurídica da Fresp e do Transfretur Evasão fiscal é conseqüência O Operação de transporte disfarçada de locação de veículo além de ser clandestina gera evasão fiscal aos cofres públicos. É certo que o principal objetivo dos que operam transporte de passageiros disfarçados por locadora de veículos é fugir da regulamentação vigente que obviamente não teriam como cumprir. O poder público regulamenta a atividade, mas assim o faz, por que é co-responsável pelo transporte de pessoas. Desta forma, limita a atuação no transporte de passageiros àqueles que reúnem condições técnicas, econômicas e legais para fazê-lo. Esta, portanto, é a primeira motivação para se disfarçar como locadora de veículo, mas em conseqüência o que acontece é uma evasão fiscal. Se a operação de transporte se restringir ao território municipal o ISSQN não é recolhido, se o transporte for intermunicipal o que não é recolhido é o ICMS. Isso se dá pelo fato que na locação de veículos não há incidência dos dois impostos. Assim, já que a operação está disfarçada de locação, por lógica, não se recolhem os impostos. E não há remendo: recolher impostos numa operação disfarçada delataria o próprio disfarce. Desta forma, cometem-se duas irregularidades: fogem da regulamentação operando clandestinamente o transporte de pessoas e sonegam impostos. Se não bastassem tais irregularidades, estes operadores praticam concorrência ruinosa e desleal. Enquanto as empresas regularizadas têm que se submeter a uma série de exigências inclusive de capital social mínimo, seguro de passageiros, registro de empregados, área exclusiva para manutenção de veículos, controle ambiental de emissão de poluentes e de resíduos, entre outros tantos que incontestavelmente geram custos e despesas adicionais, ainda recolhem os impostos devidos. Uma empresa que opera disfarçada como locadora de veículo, somente considerando o não recolhimento de impostos pode fazer um preço pelo menos 5,3% menor, se o transporte for municipal; e 13,6% menor se for intermunicipal. Se considerar os demais custos da ilegalidade a diferença pode ultrapassar os 35%. Pode-se dizer que com estes números, aparentemente, ganham os contratantes, mas perde a sociedade que paga pela infra-estrutura, pela desorganização urbana e pela desestruturação econômica. Como evitar ou minimizar isso? Não há outra ação se não a fiscalização dos órgãos reguladores e das secretarias da fazenda dos municípios e dos Estados. E esta fiscalização tem que ocorrer no campo, não atrás das mesas dos gabinetes ou através de decretos, portarias que nunca são cumpridos pelos ilegais, mas que agregam mais exigências e custos aos legais que não podem se eximir da sua responsabilidade. Jorge Miguel dos Santos é Diretor-executivo do Transfretur 5

6 ICF Mês Primeiros meses de 2007 apresentam deflação Standard E/S Standard 3T Luxo E/S Luxo 3T Super Luxo Microônibus Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Dez ,41-0,02 188,08-0,03 196,20-0,01 191,46-0,02 194,83-0,02 132,94-0,01 Jan ,48 0,03 188,20 0,06 196,25 0,03 191,56 0,05 194,91 0,04 132,98 0,03 Fev ,48 0,00 188,18-0,01 196,25 0,00 191,54-0,01 194,90-0,01 132,98 0,00 Mar ,54 0,03 188,27 0,05 196,30 0,02 191,61 0,04 194,96 0,03 133,03 0,04 Abr ,60 0,03 188,38 0,06 196,35 0,02 191,71 0,05 195,03 0,04 133,07 0,03 Mai ,74 1,60 191,49 1,65 199,01 1,35 194,30 1,35 197,58 1,30 135,69 1,97 Jun ,55-0,10 191,18-0,17 199,02 0,01 194,32 0,01 197,36-0,11 135,61-0,06 Jul ,61 0,54 191,82 0,33 200,24 0,61 195,16 0,43 198,62 0,64 136,32 0,53 Ago ,54-0,04 191,69-0,07 200,17-0,03 195,05-0,05 198,54-0,04 136,28-0,03 Set ,63 0,05 191,73 0,02 200,29 0,06 195,12 0,04 198,66 0,06 136,34 0,05 Out ,72 0,04 191,86 0,07 200,36 0,03 195,23 0,06 198,74 0,04 136,38 0,03 Nov ,76 0,02 191,94 0,04 200,39 0,01 195,29 0,03 198,80 0,03 136,42 0,03 Dez ,98 0,11 191,98 0,02 200,67 0,14 195,42 0,06 199,06 0,13 136,57 0,11 Jan ,91-0,03 191,90-0,04 200,62-0,03 195,35-0,03 199,01-0,03 136,51-0,04 Fev ,84-0,04 191,63-0,14 200,61-0,01 195,17-0,10 198,91-0,05 136,49-0,01 Notas Turismo receptivo Como o fretamento pode aproveitar o fato do Brasil ter sido eleito o 5º melhor destino para 2007 segundo divulgação de um jornal norte-americano, o Miami Herald. A pesquisa foi realizada com jornalistas e diz respeito a preferência do próprio estadunidenese. À frente do Brasil, estão em ordem: China, o próprio Estados Unidos, Marrocos e a vizinha, Argentina. Duas revistas, a Travel Weekly, que incluiu o Brasil no TOP dos destinos turísticos para 2007, prêmio semelhante ao concedido pela Condé Nast Traveler, premiaram o país. O Rio de Janeiro aparece especialmente pelo carnaval e pelo Pan 2007 e São Paulo pela fama de cidade gastronômica. Mituo no momento em que recebe certificado de cadastro da então prefeita Marta Suplicy, em maio de 2004 Falecimento Faleceu no dia 26 de março, o empresário Mituo Horikawa, da Mitur Turismo, vítima de uma parada cardíaca. Fundador da empresa em 1981, Mituo tinha vários problemas de saúde, que não o impediram de construir uma empresa sólida com um patrimônio de 50 ônibus. Estradas As estradas administradas pela Intervias não registraram nenhum acidente com vítima fatal entre 29 de dezembro de 2006 e 1º de janeiro de Houve 16 acidentes sendo que oito pessoas sofreram acidentes sem gravidade. A maior parte das chamadas ao 0800 se deveu à solicitação de socorro mecânico (31,9%), pedido de orientação (24,3%), e pedido de apoio ao Centro de Controle Operacional (17,5%). Aéreo Não é novidade que, apesar do caos de final de ano nos aeroportos brasileiros, as empresas aéreas vêm conquistando o gosto e o bolso do brasileiro. Recentemente, uma das grandes companhias enviou um release com o texto bastante explícito: companhia oferece tarifas reduzidas para vários destinos, alinhando seus preços aos cobrados nos ônibus executivos. É a hora e a vez do fretamento mostrar seus diferenciais. Expediente Novos Caminhos é o órgão de divulgação do Transfretur Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo e Região - e da Associtur - Associação dos Transportadores de Turistas, Industriários, Colegiais e Similares do Estado de São Paulo. Cartas, dúvidas e sugestões: Rua Marquês de Itú, 95-1 andar cjs. A/B - CEP Tel.: (0xx11) s: - Jorge Miguel dos Santos - Diretor-executivo Diretoria: Silvio Valdemar Tamelini, Claudinei Brogliato, Marcelo Laurindo Félix, José Parada Garcia, José Boiko, Jerônimo Ardito, Ricardo Luiz Gatti Moroni, José Martinho, Eidi Shiguio, Iutaka Soyama Editoração e produção: Stilo Arte Jornalista Responsável: Gislene Bosnich - MTB Tiragem: 2000 exemplares

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