Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ"

Transcrição

1 Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

2 Introdução No Brasil, não existe qualquer tipo de regulamentação do setor. As iniciativas estão limitadas a algumas operadoras, sendo muito fragmentadas e heterogêneas, existindo uma grande variabilidade na forma de oferecer o benefício, e desta forma, nos controles de custo e de fraude.

3 Modalidades de benefícios farmacêuticos pode ser subdividido em 3 tipos, que depende do tamanho da seguradora, do número de vidas seguradas, de sua abrangência geográfica, entre outras variáveis

4 Farmácias próprias Operam dentro do serviço de saúde, ou através do mail order para a distribuição dos medicamentos. As farmácias próprias permitem maior controle de custo, qualidade e serviço, por parte das operadoras( no mesmo local da consulta, ou, sob estreita supervisão das operadoras).

5 Farmácias contratadas operadora pode contratar uma rede de farmácias independentes. O reembolso é negociado entre a operadora e a rede, por medicamento dispensado, ou por usuário por mês (custo capitado).

6 PBM s Pharmacy Benefit Management Companies são empresas independentes que gerenciam o programa para grande parte das segurados nos EUA, desonerando estas operadoras de toda a operação do programa.

7 PBM s Pelo fato de operar a nível nacional, as PBM s elas têm grande poder de negociação com a indústria farmacêutica e com as redes de farmácias, podendo conseguir preços mais competitivos. Estas empresas criam e gerenciam os formulários, negociam contratos com as indústrias farmacêuticas, negociam com as redes de farmácias, processam os pedidos de medicamentos e reembolsam as farmácias. Também são responsáveis por grande parte dos PBF nos EUA

8 PBM s Cenário atual nos EUA Apresentaram um crescimento vertiginoso nos EUA, no início da década de 90 O princípio do surgimento das PBM s se baseou na simplificação do gerenciamento das doenças e redução dos custos através da negociação com as farmácias e com a indústria farmacêutica Vem sofrendo grandes transformações nos últimos anos no mercado americano

9 PBM s Cenário atual nos EUA Cerca de 90% da receita das PBM s decorre dos descontos obtidos com as redes e/ou indústria farmacêutica e menos de 1% do gerenciamento do programa propriamente dito. Este fato é um grande incentivador para que as operadoras passem a administrar os benefícios farmacêuticos internamente Os produtos oferecidos pelas PBM s têm se transformado em commodities, não havendo grande diferenças entre as mesmas.

10 Escolha do modelo de benefício farmacêutico A seguradora deve dispor de informações detalhadas de sua população segurada, que incluem: Prevalência de doenças que mais impactam sobre o sistema de saúde, sobretudo sobre o consumo de medicamentos Utilização histórica de medicamentos por parte dos segurados Dados sobre gastos com medicamentos na população segurada (inclui a utilização e o preço médio dos medicamentos utilizados)

11 Escolha do modelo de benefício farmacêutico O perfil da população segurada : faixa etária, poder aquisitivo, nível de escolaridade, sexo, entre outros. O perfil do médico credenciado, seus hábitos prescricionais, o uso de medicamentos genéricos X de marca e o perfil de pacientes exercem grande influência sobre os custos com medicamentos e conseqüentemente sobre os benefícios farmacêuticos.

12 Escolha do modelo de benefício farmacêutico O co-pagamento, pode comprometer o uso adequado e a adesão dos pacientes ao tratamento, sobretudo das doenças crônicas e aumentar a sinistralidade decorrente de complicações de doenças que poderiam ser evitadas se o tratamento fosse seguido rigorosamente.

13 Medidas de controle de controle de custo Se baseia em duas variáveis fundamentais: Compartilhando os gastos com o segurado, através de várias formas de co-pagamento Transferência de risco para o médico prescritor, através da

14 Medidas de controle de controle de custo Se baseia em duas variáveis fundamentais: Compartilhando os gastos com o segurado, através de várias formas de co-pagamento Transferência de risco para o médico prescritor, através da capitação do benefício farmacêutico

15 Limite ao benefício farmacêutico A operadora estabelece um limite anual de gastos de medicamentos por usuário. Diferentemente da capitação, assim que um usuário atinge um determinado limite, qualquer gasto com medicamento é por conta do mesmo.

16 Co-pagamento A seguradora paga um valor fixo por cada medicamento. Esta forma de controle de custo visa compartilhar o custo da prescrição da operadora para o usuário, coibindo a utilização de medicamentos desncessariamente. Mesmo nos EUA existe um estímulo, por parte das operadoras, à utilização de medicamentos genéricos, ou seja, a operadora paga mais, quando se utiliza um medicamento genérico.

17 Co-seguro É uma modalidade similar ao co-pagamento na qual o os consumidores pagam uma percentagem fixa, ao invés de um valor fixo, para as drogas dos formulários

18 Análise da relação custo-efetividade Apesar dos inibidores da bomba de prótons serem significativamente mais caros que os antagonistas H2, para o tratamento da doença ulcerosa, eles apresentam eficácia muito maior e podem apresentar uma relação custo efetividade superior.

19 Política de descontos Outra forma importante de redução dos custos do benéfico farmacêutico é uma política forte de descontos. Quanto mais fechada for a lista maiores serão os descontos.

20 Benefício Farmacêutico Brasil - Cenário Diferentemente custos das internações em que os riscos são diluídos por todos os beneficiários, no benefício farmacêutico, a maioria dos usuários pode utilizar os medicamentos, distorcendo, desta forma o princípio do seguro, podendo levar a grande impacto financeiro sobre as operadoras. (Kaye T, 2002)

21 Benefício Farmacêutico Brasil - Cenário No Brasil ainda existe grande margem para aquisição de descontos por parte das operadoras, com os distribuidores e com o varejo. Atualmente de cada R$ 100,00 pagos pelo consumidor pelo medicamento, a parcela da indústria é de R$ 42,60; o varejo fica com R$ 30,00; R$ 12,60 com o distribuidor; R$ 10,30 para ICMS; R$ 2,10 para PIS/COFINS; R$ 1,00 para frete e R$ 1,40 é custo de financiamento de vendas. ( ABIFARMA, 2000).

22 Benefício Farmacêutico Algumas experiências no Brasil As seguradoras que oferecem benefícios farmacêuticos através de farmácias próprias têm possibilidade de obter grande redução do custo, que depende em grande parte da parcelas dos distribuidores e do varejo. Por outro lado, as PBM s que operarem em parcerias com grandes distribuidores têm condição de negociar grandes descontos com a indústria e com o varejo.

23 Benefício Farmacêutico Algumas experiências no Brasil De uma maneira geral, as empresas que operam na forma de pré-pagamento estão mais inclinadas a oferecer programas de benefício farmacêutico. Além disso, a volatilidade da carteira continuava sendo muito grande, desestimulando muito as operadoras a oferecem qualquer tipo de programa de prevenção cujos benefícios só seriam percebidos muito tempo depois.

24 AMIL - Assistência Médica Internacional LTDA Esta empresa serve como modelo de seguradora que opera com farmácias próprias. Trata-se de uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil. Apesar da abrangência nacional, possui forte atuação no Rio de Janeiro e São Paulo.

25 AMIL - Assistência Médica Internacional LTDA Atualmente cerca de 50% dos planos são de pessoa jurídica (planos oferecidos pelas empresas) e 50% de pessoa física. As empresas são contratadas, na maioria das vezes, na forma de pré-pagamento, o que é um incentivo a criação de programas visando a redução das internações, através de programas que incluem o gerenciamento das doenças crônicas até a oferta de medicamentos (Famalife);

26 AMIL - Assistência Médica Internacional LTDA Utilizam várias formas de BNF: 50% de desconto (co-seguro) nos medicamentos da lista; limite de 3 unidades por receita/mês; e existe uma carência de 30 dias para usuários dos planos individuais;

27 CAPESESP A CAPESESP é uma caixa de pecúlio, assistência e previdência dos funcionários públicos federais do Ministério da Saúde, operando como uma autogestão. Esta operadora é um exemplo de seguradora que utiliza uma PBM (Prevsaúde) para a adminstração do benefício farmacêutico, utilizado diversas formas de co-pagamento ( co-pagamento, coseguro e limite anual por beneficiário).

28 CAPESESP Conta aproximadamente com 210 mil vidas, entre titulares e beneficiários, concentrados na região Nordeste (principalmente Bahia). A base de dados da empresa inclui, além do cadastro dos beneficiários, os dados clínicos e epidemiológicos, sendo possível avaliar os desfechos de todas as iniciativas tomadas por esta operadora.

29 CAPESESP O programa de gerenciamento de doenças foi iniciado com um piloto de abril 99 a junho de 2000, contemplando aproximadamente 4100 pacientes, operacionalizado através da PREVSAÚDE, com utilização de formulário restrito de medicamentos; O programa foi redirecionado para um nº menor de doenças crônicas (sete), com exclusão de dislipidemia e epilepsia

30 FIOPREV Pelo fato de ser uma entidade de previdência privada, a FioPrev estaria impedida de vender medicamentos para os segurados; O sistema de informação é ainda precário e a base de dados atual só inclui os dados cadastrais dos pacientes, não havendo qualquer informação epidemiológica ou clínica, o que dificulta o gerenciamento dos casos.

31 FIOPREV Há cerca de 5 anos, foi criado um projeto que oferecia o benefício famacêutico baseado nas internações que mais impactos produzia sobre os custos. Houve grande impacto sobre os custos e o programa foi descontinuado

32 UNIMED - BH Não existe nenhum programa de benefício farmacêutico estruturado. Estão tentando viabilizar a compra dos medicamentos diretamente dos laboratórios. Não possuem uma base de dados adequada, o que dificulta a implementação deste tipo de programa

33 MEDIAL SAÚDE Atualmente, a MEDIAL é a 3ª maior medicina de grupo do mercado, com cerca de vidas, operando predominantemente no estado de São Paulo. A base de dados da empresa inclui o cadastro dos beneficiários, dados demográficos e alguns dados ambulatoriais. Esta base está sendo substituída por uma mais robusta, no sentido de melhorar o sistema de informações da operadora.

34 MEDIAL SAÚDE Não oferecem atualmente, nenhum programa de benefício farmacêutico. Em 1998, criaram um programa denominado Viva Bem, que incluía a oferta de medicamentos - 100% de todos os medicamentos, inclusive os que dispensam receita médica. Este programa não teve boa aceitação dos usuários, pois a contrapartida à oferta de medicamentos era a restrição ao acesso à rede de prestadores de serviço, na época, não percebida como vantagem pelos consumidores.

35 MEDIAL SAÚDE Atualmente eles oferecem programas de descontos em farmácias credenciadas, repassando somente os descontos oferecidos pelas indústrias e pela rede. A empresa estimula a utilização de genéricos a nível ambulatorial.

36 CONCLUSÕES A implementação do benefício farmacêutico envolve inúmeras variáveis que incluem as características das seguradoras, dos segurados e dos médicos prestadores. Existem inúmeras ferramentas de controle de custo que visam maior envolvimento dos segurados na escolha do medicamento e dos médicos nos custos envolvidos. Estas ferramentas incluem diversas formas de co-pagamento, que podem ser utilizadas por uma mesma operadora.

37 CONCLUSÕES De um modo geral, pode-se afirmar que todas as operadoras, de uma forma ou de outra, apresentam grande expectativa quanto a uma provável regulamentação do benefício farmacêutico pela ANS.

38 CONCLUSÕES Já se identificam algumas iniciativas isoladas de implementação de programas de BNF no Brasil. Existem algumas limitações, como a precariedade das informações clínico e epidemiológicas na base de dados da maioria das empresas.

39 CONCLUSÕES Já estão se consolidando algumas empresas responsáveis pelo gerenciamento do benefício farmacêutico (PBM s) no Brasil. Estas empresas apresentam diversas funções, criando os formulários, negociando contratos com as indústrias farmacêuticas, com as redes de farmácias, processando os pedidos de medicamentos e reembolsando as farmácias.

40 CONCLUSÕES A maior barreira apontada ao início de um PBF está na indefinição do seu custo. Em outros termos, praticamente ninguém sabe quanto será gasto e qual o retorno que se poderá ter, seja financeiro ou no conjunto da saúde de seus usuários. Nas empresas cujas as carterias são na forma de pré-pagamento, existe maior interesse de reduzir os custos de internação do que naquelas cujo o sistema é de pós-pagamento.

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Painel: Como construir programas de acesso aos medicamentos Dirceu Barbano Diretor São Paulo, 07 de junho de 2010. Acesso a medicamentos: definição...relação

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM CONCEITO, DESCRIÇÃO E ASPECTOS CONTRATUAIS CASTRO PEIXOTO ADVOCACIA PBM - Pharmaceutical Benefit Management Conceito, descrição e aspectos contratuais 1. PBM Conceito

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais No segundo trimestre de 2010, o número de beneficiários de planos de saúde cresceu 1,9%, totalizando 44.012.558

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas TEMA 4 DO PRÉ CONGRESSO CONBRASS 2012 Atualização na formatação de preços dos procedimentos por pacote e tabelas de diárias compactadas - Dra.Giuseppina Pellegrini "A vida não se abala com a nossa ignorância,

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde.

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde. Seguros para a Cobertura de Medicamentos Principais Desafios e Experiências 1. Contexto 2 No Brasil: 38,8 milhões de brasileiros (20% da população) utilizam medicamentos contínuos; desses, 12,4 milhões

Leia mais

Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012

Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012 Hot topics em benefício saúde / Entendendo os melhores desempenhos Cesar Lopes e Raquel Bressan 03 de maio de 2012 2012 Towers Watson. Todos os direitos reservados. 29ª Pesquisa de Benefícios Towers Watson

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos

Leia mais

1º Seminário de Melhores Práticas

1º Seminário de Melhores Práticas 1º Seminário de Melhores Práticas SESI /DR/ACRE Painel 3 Educação e Saúde SESISAÚDE Programa de Saúde do Trabalhador Aparecida Ribeiro Tagliari Costa Sumário O Programa SESISAUDE foi implantado no ano

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Constituição de 1988 Implantação do SUS Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Dezembro/ 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar. Arthur Barrionuevo arthur.barrionuevo@fgv.

Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar. Arthur Barrionuevo arthur.barrionuevo@fgv. Poder de Mercado e Eficiência em Fusões & Aquisições nos Setores de Saúde Suplementar arthur.barrionuevo@fgv.br Objetivo: Investigar quais os fatores devem ser levados em conta para a análise das eficiências

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 265, DE 19 DE AGOSTO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 265, DE 19 DE AGOSTO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 265, DE 19 DE AGOSTO DE 2011 Dispõe sobre a concessão de bonificação aos beneficiários de planos privados de assistência à saúde pela participação em programas para Promoção

Leia mais

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS Este aditivo é parte integrante do Seguro Saúde contratado pelo Estipulante abaixo indicado, bem como de suas Condições Gerais. Número

Leia mais

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Lima, Perú 27 noviembre de 2007 Sistema Único de Saúde - SUS Estabelecido

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar - NACISS 29ª Edição Agosto de 214 SUMÁRIO EXECUTIVO Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (Mar/14): 5.722.522; Taxa

Leia mais

Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos)

Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos) Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos) Dispõe sobre a criação do Programa de Medicamentos ao Trabalhador-PMT, em complemento aos programas de saúde assistencial ou ocupacional. O Congresso

Leia mais

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Maceió -Setembro/2013 HISTÓRICO PORTARIA GM/MS nº 3.916/98 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESTABELECEU DIRETRIZES

Leia mais

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Consultoria Técnica para a Gestão da Sinistralidade Suporte para Organização das Auditorias Operadora Consultoria Técnica em OPME Auditorias,

Leia mais

Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar. Leandro Fonseca Diretor Adjunto de Normas e Habilitação de Operadoras - DIOPE

Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar. Leandro Fonseca Diretor Adjunto de Normas e Habilitação de Operadoras - DIOPE Seminário Anual de Saúde 2013 Sustentabilidade dos programas de saúde: desafios e oportunidades Leandro Fonseca ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar 16 de maio de 2013 2013 Towers Watson. Todos os

Leia mais

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de 1 www.santahelenasuade.com.brmecanismos de Regulação 2 A CONTRATADA colocará à disposição dos beneficiários do Plano Privado de Assistência à Saúde, a que alude o Contrato, para a cobertura assistencial

Leia mais

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 SETEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 SETEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Instruções para o preenchimento do Formulário 3

Instruções para o preenchimento do Formulário 3 Instruções para o preenchimento do Formulário 3 O Formulário 3 tem como finalidade a requisição para Inscrição ou Reativação de um estabelecimento no CRF-SP. A imagem foi dividida de acordo com o esquema

Leia mais

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER?

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? FIQUE ATENTO! A operadora é obrigada a divulgar os planos de saúde que comercializa em sua página na internet. 1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? Individual ou Familiar

Leia mais

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora

Leia mais

I Jornada Científica Outubro de 2012. Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica.

I Jornada Científica Outubro de 2012. Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica. I Jornada Científica Outubro de 2012 Planos de saúde no Brasil: Uma análise da regulação econômica. Doutorando do PPED/IE/UFRJ: Rodrigo Mendes Leal (RMendesleal@gmail.com) Orientadora: Dra. Maria Lucia

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB.

ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB. ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB.ORG/EVALUATION ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998

REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998 REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998 Dezembro, 2011 Mauricio Ceschin Diretor-Presidente Art. 30 da Lei nº 9.656/98 Art. 30. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam

Leia mais

Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria Farmacêutica no Brasil.

Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria Farmacêutica no Brasil. Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria O fortalecimento do pagador institucional de medicamentos, seja ele público ou privado, estabelece uma nova dinâmica nos negócios da indústria,

Leia mais

Cadastro Único e Programa Bolsa Família

Cadastro Único e Programa Bolsa Família Cadastro Único e Programa Bolsa Família Letícia Bartholo Secretária Adjunta Abril de 2014 A Secretaria A Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) é responsável pela gestão, em nível nacional,

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172

Mercado de Saúde no Brasil. Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro residecoadm.hu@ufjf.edu.br 40095172 Constituição de 1988 Implantação do SUS Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

Avaliação Atuarial de Banco de Dados

Avaliação Atuarial de Banco de Dados Avaliação Atuarial de Banco de Dados ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA - SP São José dos Pinhais, 12 de Junho de 2007. Índice 1. Introdução---------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Inovação, Tecnologia e Operações Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Experiência publica e empresarial em Espanha Eduardo Figueiredo Pensar Global e Agir Local para a Excelência do Varejo

Leia mais

Regulaçã. ção o Atuarial dos Planos de Saúde. Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT

Regulaçã. ção o Atuarial dos Planos de Saúde. Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT Regulaçã ção o Atuarial dos Planos de Saúde Rosana Neves Gerente Gerente de Regulação Atuarial de Produtos - GERAT Gerência-Geral Geral Econômico-Financeiro dos Produtos GGEFP/DIPRO Regulação do Setor

Leia mais

PROPOSTA DE ADESÃO À PORTABILIDADE DE CARÊNCIAS (TODOS OS CAMPOS DEVERÃO SER PREENCHIDOS) Nº da Proposta:

PROPOSTA DE ADESÃO À PORTABILIDADE DE CARÊNCIAS (TODOS OS CAMPOS DEVERÃO SER PREENCHIDOS) Nº da Proposta: I. Dados do Proponente: 1. 1/5 4. 2. 5. do Responsável Legal (se o proponente for incapaz) 3. CPF 6. Endereço para Correspondência 7. N 8. Complemento 9. Bairro 10. CEP 11. Cidade 12.UF 13. Telefone 1

Leia mais

O conceito de assistência à saúde...

O conceito de assistência à saúde... Prof. Humberto Medrado hmedrado@ventureconsultoria.com.br O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde

Leia mais

Financiamento da saúde

Financiamento da saúde Financiamento da saúde Sessão de debates temáticos no Senado Federal Senado Federal 19 de setembro de 2013 O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL Federação Nacional de Saúde Suplementar COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL Audiência Pública sobre a Mobilidade com Portabilidade (Consulta Pública ANS nº 29/2008) 19/11/08 Solange Beatriz Palheiro

Leia mais

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev Manual Explicativo Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev 1. MANUAL EXPLICATIVO... 4 2. A APOSENTADORIA E VOCÊ... 4 3. PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: O que é isso?... 4 4. BOTICÁRIO

Leia mais

Assistência Farmacêutica

Assistência Farmacêutica Assistência Farmacêutica Farm. Marco Aurélio Pereira Coordenação Geral Gestão / Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE/MS) Secretaria DE Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos Ministério

Leia mais

Estratégias e Oportunidade para um Novo Modelo de Reajuste

Estratégias e Oportunidade para um Novo Modelo de Reajuste Estratégias e Oportunidade para um Novo Modelo de Reajuste Vigência das Resoluções Resolução Data De Publicação Vigência Índice autorizado Manifestação do Ministério da Fazenda Metodologia RDC 29/00 26/6/2000

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

Mercado de planos odontológicos Cenário para a América Latina. Marcos Novais Economista do Sistema Abramge/Sinamge/Sinog

Mercado de planos odontológicos Cenário para a América Latina. Marcos Novais Economista do Sistema Abramge/Sinamge/Sinog Mercado de planos odontológicos Cenário para a América Latina Marcos Novais Economista do Sistema Abramge/Sinamge/Sinog Objetivo Análise de forma ainda superficial sobre a organização do sistema de saúde

Leia mais

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Francine Leite Apresentação Este trabalho introduz o tema Envelhecimento

Leia mais

Agenda. Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras. Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens

Agenda. Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras. Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens ANS Set 2011 Agenda Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens como vc proporia esse beneficio Como se operacionalizar (lista

Leia mais

Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde. Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde:

Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde. Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde: Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde: Pergunta: O Plano de Saúde dos Correios mudou? A PostalSaúde é um novo Plano? Resposta: Não. O Plano

Leia mais

Sumário Executivo. Amanda Reis. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Sumário Executivo. Amanda Reis. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Comparativo entre o rendimento médio dos beneficiários de planos de saúde individuais e da população não coberta por planos de saúde regional e por faixa etária Amanda Reis Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

POLÍTICA BRASILEIRA DE AIDS PRINCIPAIS RESULTADOS E AVANÇOS 1994 2002

POLÍTICA BRASILEIRA DE AIDS PRINCIPAIS RESULTADOS E AVANÇOS 1994 2002 POLÍTICA BRASILEIRA DE AIDS PRINCIPAIS RESULTADOS E AVANÇOS 1994 2002 PREVENÇÃO ASSISTÊNCIA E TRATAMENTO DIREITOS HUMANOS COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DESAFIOS PREVENÇÃO Mais de 30 campanhas de massa para

Leia mais

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Marina Guimarães Lima, Cristiane Olinda Coradi Departamento de Farmácia Social da Faculdade de Farmácia

Leia mais

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico

Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Assistência Suplementar à Saúde no Brasil Segmento Odontológico Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo Sinog Março / 2011 Press Kit para Imprensa Sinog Sindicato Nacional das Empresas

Leia mais

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP 1 Um pouquinho de teoria Cobertura e acesso universais são essenciais mas não suficientes Valor: patient health

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

para que seus clientes continuem se tratando com os seus medicamentos.

para que seus clientes continuem se tratando com os seus medicamentos. Bruna De Vivo Gerente da Unidade de Negócios Farma A epharma CUIDA para que seus clientes continuem se tratando com os seus medicamentos. Mais do que completo, COMPLETAMENTE INDISPENSÁVEL. Prêmio Suppliers

Leia mais

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO IBDESS Fevereiro/2010 Fausto Pereira dos Santos Diretor-Presidente Vínculos a planos privados de assistência à saúde e registros no cadastro: Brasil (2000 2009) (milhões)

Leia mais

Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira

Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira A Transição O Cenário Atual O Futuro Pelos (Des) caminhos da medicina assistencial brasileira Criação da Primeira Santa Casa de Misericórdia no

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Ministério da Saúde ANS Resolução Normativa RN Nº. 279, de 24.11.2011: Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU Nº. 20 e

Leia mais

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt Sustentabilidade em saúde Dr. Reynaldo A. Brandt Definição Sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. É suprir as necessidades da geração

Leia mais

Plano Brasil de Saúdepara os Servidores em Educação. Modelo de Assistência à Saúde

Plano Brasil de Saúdepara os Servidores em Educação. Modelo de Assistência à Saúde Plano Brasil de Saúdepara os Servidores em Educação Modelo de Assistência à Saúde Acordo de Parceria MEC e Aliança Administradora A Aliança Administradora firmou Acordo de Parceria com o Ministério da

Leia mais

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Agência Nacional de Vigilância Sanitária Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos Gerência de Investigação

Leia mais

ASSISTÊNCIA À SUPLEMENTAR DO SERVIDOR

ASSISTÊNCIA À SUPLEMENTAR DO SERVIDOR ASSISTÊNCIA À SAÚDE SUPLEMENTAR DO SERVIDOR AMPARO LEGAL Lei 8.112/90 (RJU) Art. 230 A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família compreende assistência médica, m hospitalar, odontológica,

Leia mais

SulAmérica Odonto Empresarial

SulAmérica Odonto Empresarial SulAmérica Odonto Empresarial O sorriso dos seus colaboradores está em nossos planos. A partir de 100 vidas sulamerica.com.br Sobre a SulAmérica A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, com 116

Leia mais

Conheça as mudanças do seu plano de saúde!

Conheça as mudanças do seu plano de saúde! Conheça as mudanças do seu plano de saúde! Mudanças no seu plano de saúde Novas Resoluções Contrato Bradesco Data de renovação de contrato: 01/09/2011 Condições de sinistralidade: 70% do prêmio pago Tipos

Leia mais

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo

Leia mais

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90

Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Cesar Vieira cesarvieira@globo.com Reunião do CA/IBEDESS 12 de julho de 2011 Principais Conteúdos Organização do SUS Planejamento da

Leia mais

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria Rio de Janeiro, Maio de 2008 Alfredo de Almeida Cardoso Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras ANS Boa Tarde!

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU nºs 20 e 21, de 7 de

Leia mais

MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR. Tania Moreira Grillo Pedrosa

MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR. Tania Moreira Grillo Pedrosa MENSURANDO OS CUSTOS EM SAÚDE CENÁRIO ATUAL E PERSPECTIVAS NO ÂMBITO PÚBLICO E SUPLEMENTAR Tania Moreira Grillo Pedrosa SISTEMA DE SAÚDE CENÁRIO MACROECONÔMICO BRASILEIRO Indicadores Econômicos Brasil

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

RH 2020: Valor e Inovação. Rediscutindo os modelos financeiros existentes. René Ballo. 7 de maio de 2015, São Paulo

RH 2020: Valor e Inovação. Rediscutindo os modelos financeiros existentes. René Ballo. 7 de maio de 2015, São Paulo RH 2020: Valor e Inovação Rediscutindo os modelos financeiros existentes René Ballo 7 de maio de 2015, São Paulo Avanços da medicina e de medicamentos Ampliação do rol de procedimentos Envelhecimento da

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE Samuel Kilsztajn* Dorivaldo Francisco da Silva** Marcelo Bozzini da Câmara** Vanessa Setsuko Ferreira** RESUMO: O

Leia mais

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Cobertura assistencial Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Agência Nacional de Saúde Suplementar Marcos Regulatórios Lei 9656, de 03/06/1998 Dispõe sobre a regulamentação dos planos e seguros

Leia mais

O que é ERP e suas vantagens

O que é ERP e suas vantagens Sistema 8Box ERP O que é ERP e suas vantagens Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e

Leia mais

5. O Plano do funcionário sofrerá reajuste?

5. O Plano do funcionário sofrerá reajuste? PERGUNTAS E RESPOSTAS REAJUSTE ANUAL E DENÚNCIA DE CONVÊNIOS E MENSALIDADES REAJUSTADAS JULHO DE 2014 REAJUSTE ANUAL 1. O que é um reajuste anual e qual é sua base legal? O reajuste anual é um mecanismo

Leia mais

1. Ambiente e Arranjos Institucionais 2. Regulação Econômico-Prudencial 3. Características do Mercado Produto Demanda Oferta (padrão de competição)

1. Ambiente e Arranjos Institucionais 2. Regulação Econômico-Prudencial 3. Características do Mercado Produto Demanda Oferta (padrão de competição) Dez anos de regulamentação A necessidade de uma reforma institucional na saúde suplementar do Brasil por Denise Alves Baptista APRESENTAÇÃO Dez anos de regulamentação A necessidade de uma reforma institucional

Leia mais

Comentários. Programa saúde da família

Comentários. Programa saúde da família Comentários levantamento suplementar de saúde da Pesquisa Nacional por O Amostra de Domicílios PNAD 2008 trouxe informações detalhadas sobre a saúde da população residente em domicílios particulares no

Leia mais

Guia Básico de Processos Corporativos do Sistema Indústria

Guia Básico de Processos Corporativos do Sistema Indústria Guia Básico de Processos Corporativos do Sistema Indústria 1ª Versão 1 Guia Básico de Processos Corporativos do Sistema Indústria PROCESSO GESTÃO DE BENEFÍCIOS 1ª Versão 2 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO 2 - VISÃO

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

A LEI 9.656/98 E O CDC

A LEI 9.656/98 E O CDC A LEI 9.656/98 E O CDC Daniela Maria Paludo 1 A Lei 9656/98 foi elaborada a partir de inúmeras discussões entre entidades de defesa do consumidor, representantes dos planos de seguro saúde, corporações

Leia mais

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto.

Termo de uso genérico para designar qualquer grau de UNIMED Singular, Federação/ Central e Confederação, individualmente ou no conjunto. 1- INTERCÂMBIO A negociação entre as UNIMEDS do País, que geram relações operacionais específicas e normatizadas para atendimento de usuários na área de ação de uma cooperativa ou contratados por outra

Leia mais

692.903 518.590 385.512 246.617 126.965 53.171. Fonte: Empresas Associadas Pró Genéricos

692.903 518.590 385.512 246.617 126.965 53.171. Fonte: Empresas Associadas Pró Genéricos Geração de impostos Valores Acumulados em R$ (000) 692.903 518.590 385.512 246.617 53.171 126.965 1999 2000 2001 2002 2003 2004 Estaduais Federais Fonte: Empresas Associadas Pró Genéricos Geração de empregos

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar Nota Acompanhamento do Carno Informação da Saú Suplementar 1. Informações Gerais Em 2009, após um semestre quase estagnação, o número planos saú cresceu 4,9%. Essa é uma taxa muito expressiva consirando

Leia mais

Análise CADERNOS DE SEGURO. Seguro e doença preexistente. Lauro Vieira de Faria

Análise CADERNOS DE SEGURO. Seguro e doença preexistente. Lauro Vieira de Faria 16 Seguro e doença preexistente Lauro Vieira de Faria Um dos temas mais polêmicos no mercado de seguros são as limitações e até recusas de cobertura decorrentes das chamadas doenças preexistentes. Em diversos

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PACOTE LIGHT DO CARTÃO UNICOCARD PERSONAL MASTERCARD

CONDIÇÕES GERAIS DO PACOTE LIGHT DO CARTÃO UNICOCARD PERSONAL MASTERCARD CONDIÇÕES GERAIS DO PACOTE LIGHT DO CARTÃO UNICOCARD PERSONAL MASTERCARD Este Regulamento aplica-se aos serviços do Pacote Light do cartão Unidocard Personal MasterCard oferecidos pela Atual Tecnologia

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar Nota de Acompanhamento do Caderno de Informação da Saúde Suplementar 1. Informações Gerais Pelo quarto ano consecutivo, a ANS apresenta dados de crescimento do número de beneficiários do setor acima de

Leia mais

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados.

Quadrado duplo = Entidade Externa/Origem ou destino de Dados. DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) é uma das principais ferramentas utilizadas no projeto de sistemas de informação. O DFD é um diagrama gráfico, baseado apenas em quatro símbolos,

Leia mais

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

Nº 186. Novembro de 2015 Qual a relação entre a fragilidade da política pública de saúde e o sobrelucro das mineradoras na Amazônia?

Nº 186. Novembro de 2015 Qual a relação entre a fragilidade da política pública de saúde e o sobrelucro das mineradoras na Amazônia? Nº 186. Novembro de 2015 Qual a relação entre a fragilidade da política pública de saúde e o sobrelucro das mineradoras na Amazônia? Por Grazielle David, assessora política do Inesc Introdução A mineração

Leia mais