revista portuguesa de ciências do desporto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "revista portuguesa de ciências do desporto"

Transcrição

1 A RPCD está indexada no SportDISCUS e no Latindex revista portuguesa de ciências do desporto Volume 4 Nº 2 Setembro 2004 (suplemento)

2

3 Revista Portuguesa de Ciências do Desporto Publicação semestral da Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto Vol. 4, Nº 2, Setembro 2004 (suplemento), ISSN Dep. Legal /01 Director Jorge O. Bento Editor António T. Marques Corpo editorial Amândio Graça António Manuel Fonseca Eunice Lebre João Paulo Vilas-Boas Jorge Mota José Alberto Duarte José Alberto Moura e Castro José Maia José Pedro Sarmento Júlio Garganta Olga Vasconcelos Ovídio Costa Rui Garcia Design gráfico e paginação Armando Vilas Boas Capa Fotografia de Armando Vilas Boas [www.avbdesign.com] Impressão e acabamento Multitema [www.multitema.pt] Assinatura Anual Portugal e Europa: 25 Euros, Brasil e PALOP: 30 Euros (USD 30) outros países: 35 Euros (USD 35) Preço deste número Portugal e Europa: 20 Euros, Brasil e PALOP: 20 Euros (USD 20) outros países: 25 Euros (USD 25) Tiragem 1000 exemplares Copyright A reprodução de artigos, gráficos ou fotografias só é permitida com autorização escrita do Director. Endereço para correspondência Revista Portuguesa de Ciências do Desporto Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto Rua Dr. Plácido Costa, Porto Portugal Tel: Fax: A RPCD está indexada no SPORTDiscus e no LATINDEX Sistema regional de informação em linha para revistas científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal. Consultores Adroaldo Gaya (Universidade Federal Rio Grande Sul) Alberto Amadio (Universidade São Paulo) Alfredo Faria Júnior (Universidade Estado Rio Janeiro) Almir Liberato Silva (Universidade do Amazonas) Ana Maria Duarte (Universidade do Porto) Anthony Sargeant (Universidade Manchester) Antônio Carlos Guimarães (Universidade Fed. Rio Grande Sul) António da Paula Brito (Universidade Técnica Lisboa) António Prista (Universidade Pedagógica Moçambique) Apolônio do Carmo (Universidade Federal Uberlândia) Carlos Carvalho (Instituto Superior da Maia) Carlos Neto (Universidade Técnica Lisboa) Cláudio Gil Araújo (Universidade Federal Rio Janeiro) Dartagnan P. Guedes (Universidade Estadual Londrina) Duarte Freitas (Universidade da Madeira) Eckhard Meinberg (Universidade Desporto Colónia) Eduardo Archetti (Universidade de Oslo) Eduardo Kokubun (Universidade Estadual Paulista, Rio Claro) Francisco Camiña Fernandez (INEF Galiza) Francisco Carreiro da Costa (Universidade Técnica Lisboa) Francisco Martins Silva (Universidade Federal Paraíba) Gaston Beunen (Universidade Católica Lovaina) Glória Balagué (Universidade Chicago) Go Tani (Universidade São Paulo) Gustavo Pires (Universidade Técnica Lisboa) Hans-Joachim Appell (Universidade Desporto Colónia) Helena Santa Clara (Universidade Técnica Lisboa) Hermínio Barreto (Universidade Técnica Lisboa) Hugo Lovisolo (Universidade Gama Filho) Jaime Sampaio (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) Ian Franks (Universidade de British Columbia) Jan Cabri (Universidade Técnica de Lisboa) Jean Francis Gréhaigne (Universidade de Besançon) Jens Bangsbo (Universidade de Copenhaga) João Abrantes (Universidade Técnica Lisboa) José Borges Gouveia (Universidade de Aveiro) José Gomes Pereira (Universidade Técnica Lisboa) José Luis Soidán (Universidade de Vigo) José Manuel Constantino (Universidade Lusófona) José Vasconcelos Raposo (Universidade Trás-os-Montes Alto Douro) Juarez Nascimento (Universidade Federal Santa Catarina) Jürgen Weineck (Universidade Erlangen) Lamartine Pereira da Costa (Universidade Gama Filho) Luís Sardinha (Universidade Técnica Lisboa) Manoel Costa (Universidade de Pernambuco) Manuel Patrício (Universidade de Évora) Markus Nahas (Universidade Federal Santa Catarina) Margarida Matos (Universidade Técnica Lisboa) Maria José Mosquera González (INEF Galiza) Mauricio Murad (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Michael Sagiv (Instituto Wingate, Israel) Pablo Greco (Universidade Federal de Minas Gerais) Paula Mota (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) Paulo Farinatti (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Paulo Machado (Universidade Minho) Pilar Sánchez (Universidade Múrcia) Robert Brustad (Universidade Northern Colorado) Robert Malina (Universidade Estado Michigan) Sidónio Serpa (Universidade Técnica Lisboa) Valdir Barbanti (Universidade São Paulo) Víctor Matsudo (CELAFISCS) Víctor da Fonseca (Universidade Técnica Lisboa) Víctor Lopes (Instituto Politécnico Bragança) Wojtek Chodzko-Zajko (Universidade Illinois Urbana-Champaign)

4 Revista Portuguesa de Ciências do Desporto Vol. 4, Nº 2, Setembro 2004 (suplemento) ISSN Dep. Legal / GRUPOS DE INTERESSE Oradores convidados ESTUDOS Aspectos sócio-culturais do Desporto e da actividade física Psicologia do Desporto e da actividade física Aprendizagem e controlo motor Pedagogia do Desporto e da educação física Observação e análise do jogo Treino desportivo Aspectos biológicos do Desporto e do exercício Biomecânica do Desporto e da actividade física Actividade física e saúde Organização e gestão do Desporto Desporto e actividade física adaptada 357 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS TÉCNICO-PROFISSIONAIS 387 ÍNDICE DE AUTORES A RPCD tem o apoio da FCT Programa Operacional Ciência, Tecnologia, Inovação do Quadro Comunitário de Apoio III. APOIOS

5 Nota editorial Identidade e missão Jorge Olímpio Bento Vinde à terra do vinho, deuses novos! Vinde, porque é de mosto O sorriso dos deuses e dos povos Quando a verdade lhes deslumbra o rosto. Miguel Torga Eis-nos reunidos de novo em congresso, como romeiros gratificados pela conclusão de uma longa caminhada. Viemos das quatro partidas do Mundo, mais uma que é a do nosso permanente sonho de aventura. Partimos, faz tempo, da diversidade e da diferença, movidos pela consciência de que temos um firme traço de união. Mas afinal quem somos? Como nos vemos e definimos? Não o sabemos dizer inequivocamente, embora sintamos vivamente aquilo que nos perfaz por dentro e por fora, na alma e naquilo que dela se revela. É verdade que os povos não têm uma natureza própria que lhes seja dada geneticamente. Mas imaginam que a têm e no esforço dessa imaginação projectam e concretizam traços de carácter, sentimentos, pré-disposições, atitudes e maneiras de ser e de realizar a existência que tendem a colar-se a eles como uma segunda pele, como uma verdadeira natureza. Ademais cada língua condiciona à sua maneira, revela pontos de vista ou perspectivas peculiares sobre a realidade; instala de um modo distinto na vida; determina, com as suas dilatações ou contracções e estreitamentos, o sentido das coisas. Viver numa língua dá, pois, condições e possibilidades que o viver noutra não dá. O mesmo se passa connosco. Certamente não temos uma natureza genética que nos diferencie de outros povos. Porém julgamos que a temos; imaginamo-nos entretecidos pela saudade que a lonjura da distância transforma em tristeza doce e em alegria dolorosa. Vemo-nos crescer e multiplicar pela dimensão do afecto. É assim que o desejo e o virtual se tornam reais e foi assim que ficaram pelo Mundo marcas da nossa idiossincrasia que são constantes, permanentes e indeléveis em todos os que se expressam na nossa língua e se identificam com o imaginário que nela mora. Por isso o nosso conceito de Pátria não é geográfico; é sentimental e cultural; é abrangente e não excludente. O que Fernando Pessoa formulou de modo magistral: a minha Pátria é a Língua Portuguesa. Sim, quando penso em Pátria descortino e avivo um conjunto de sentimentos e crenças, de rotinas e comportamentos, de aptidões e inclinações, de amores e paixões, de qualidades e fragilidades, de debilidades e virtudes que nos são comuns. Nesta conformidade, quase sem darmos por isso e por ser natural, torcemos conjuntamente por todos os Países que falam o português, somos solidários com os seus problemas e dores, exultamos com as suas realizações e alegrias e desejamos para eles um presente de esperança que anuncie a vinda de um radioso futuro. E retribuímos uns aos outros a cem por um, como ficou sobejamente demonstrado na recente EUROCOPA. Mais, servimo-nos exemplarmente dela para dizermos uns aos outros que reparemos nisso e que não desbaratemos o maior e mais genuíno dos patrimónios que nos ligam e comprometem: o do coração e dos afectos. É este imaginário que nos constrói e nos dá uma pele sensível, eriçada e real. É ele que nos aconchega uns aos outros, quando nos vemos e ouvimos no estrangeiro. Foi esse mesmo que me percorreu como

6 um calafrio de comoção, quando, há alguns anos, vi no aeroporto de Hong-Kong um avião da VARIG; foi ele que me empurrou para o balcão dessa companhia, na ânsia de partilhar um sentimento e uma pertença comuns. Somos da lusofonia, pelas emoções profundas e incontidas, pelas paixões ardentes e excessivas, pelos gostos e sabores exibidos, pelos vícios e prazeres não escondidos, pelas comidas e pelos vinhos da abundância, pelo Sebastianismo do fado e da esperança, pela religião da nossa bem-aventurança, pelas promessas e votos da nossa gratidão e confiança, pela música e poesia da nossa sublimidade e herança. Temos Fátima como altar da fé e penitência da nossa peregrinação e errância e o Maracaná e o Estádio do Dragão como catedrais sublimes do futebol da nossa magia e infância. Esta singularidade que a temos e muito prezamos não a queremos presa no próximo e familiar; queremos vê-la levantada como um padrão nos roteiros universais da existência. Porque, disse-o bem António Sérgio,...só é profundamente português o que for como tal um cidadão do mundo. Para onde vamos? A pergunta não tem resposta, porque carecemos dela a todo o tempo, para nos mantermos e justificarmos como vivos. É por ela que estamos aqui e agora; para formular novas mensagens e plantar mais naus a haver. Inspirados em Pessoa fazemos nossa a exigência de António Sérgio: Fadados à sina de transpor limites, tivemos um carácter universalista pela nossa acção no mundo físico: está na índole da nossa história que o tenhamos também no mundo moral. Convoco-vos, caros congressistas e muito prezados colegas e queridos amigos, para nos sentarmos à volta de mesas de fraternidade. Sejamos generosos! Discutamos tanto quanto é nossa obrigação e mister. Renovemos conceitos, pontos de vista, conhecimentos, projectos e soluções, ideais, utopias e ilusões, sabendo que há tantas coisas quantas as formas de as imaginar, ver e dizer. Renovemos aquilo que nos determina, para assim nos renovarmos a nós. E não descuremos a renovação do modo simbólico e real de comermos o pão do nosso sustento e de bebermos o vinho da nossa inspiração. Eu vos saúdo e digo bem-vindos! Vós sois uma constelação de embaixadores e mensageiros, de sacerdotes e senadores, de oráculos e profetas. Partilhemos a palavra e a vida. E façamos o milagre da harmonia e da multiplicação.

7

8

9 COMISSÃO CIENTÍFICA PRESIDENTE DO CONGRESSO Alfredo Faria Junior COMISSÃO ORGANIZADORA Jorge Bento (Presidente) Fernando Tavares Manuel António Janeira José Pedro Sarmento Eunice Lebre Leandro Massada Paulo Cunha e Silva Zélia Matos Teresa Isabel Lacerda Rui Faria André Oliveira Europa António Marques (Universidade do Porto, Presidente) Adília Silva (Universidade do Porto) António Manuel Fonseca (Universidade do Porto) Carlos A. Fontes Ribeiro (Universidade de Coimbra) Carlos Carvalho (Instituto Superior da Maia) Carlos Neto (Universidade Técnica de Lisboa) Francisco Alves (Universidade Técnica de Lisboa) Francisco Carreiro da Costa (Universidade Técnica de Lisboa) Gustavo Pires (Universidade Técnica de Lisboa) João Paulo Vilas-Boas (Universidade do Porto) Jorge Mota (Universidade do Porto) Jorge Proença (Universidade Lusófona) José Alberto Duarte (Universidade do Porto) José Maia (Universidade do Porto) José Oliveira (Universidade do Porto) José Soares (Universidade do Porto) Júlio Garganta (Universidade do Porto) Luís Sardinha (Universidade Técnica de Lisboa) Luís Sena Lino (Universidade da Madeira) Peter Vogelaere (Universidade de Évora) Rui Garcia (Universidade do Porto) Víctor Lopes (Instituto Politécnico de Bragança) Brasil Go Tani (Universidade de São Paulo, Vice-Presidente) Adroaldo Gaya (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) Eduardo Kokubun (Universidade Estadual Paulista) Francisco Martins da Silva (Universidade Federal da Paraíba) Vera Costa (Universidade Gama Filho) Wagner Moreira (UNIMEP) África António Prista (Universidade Pedagógica/Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique, Vice-Presidente) Albertino Damasceno (Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique)

10 Saudação Alfredo Gomes de Faria Junior Na qualidade de presidente do 10º Congresso de Ciências do Desporto e Educação Física dos Países de Língua Portuguesa tenho a honra de saudar os colegas e amigos vindos dos diversos continentes, representando os vários países de expressão portuguesa. A presença de tantos profissionais neste Congresso confirma, uma vez mais, a importância que hoje se atribui aos contatos científicos. Este fato retrata também o vigor de uma colaboração cada vez mais estreita entre os pesquisadores, bem como um intercâmbio cada vez maior entre os especialistas das diferentes áreas das Ciências do Desporto no mundo lusófono. O tema, Os Desafios da Renovação, instiga e incita a mudar ou modificar para melhor. Machado de Assis, por exemplo, provocava: se não tens força, nem originalidade para renovar um assunto gasto, melhor é que cales e te retires. A força a que Machado se refere, pode, no nosso caso, significar justamente o vigor da colaboração e a estreiteza do nosso intercâmbio. Tenho esperança que este evento vá além do intercâmbio entre cientistas, mas que também possa contribuir para abrir novos horizontes na convivência internacional, em um mundo de paz, calcados no compromisso com a cooperação para o desenvolvimento dos povos, uma das tarefas pendentes mais importante e urgente na agenda internacional. Gostaria de destacar o afinco que a Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto vem há vários meses dedicando à preparação do Congresso. Finalmente, desejo a todos uma estadia fraterna, agradável e proveitosa tanto na troca de informações, quanto na esfera dos contatos humanos. E que, quando retornem a seus países levem as boas recordações desta cidade que forjou no passado a reputação de uma metrópole soberana e invencível, que certamente guardará no futuro: Porto Cidade Invicta.

11 Os desafios da renovação António Marques Go Tani António Prista Quinze anos volvidos sobre o início deste projecto comum, uma breve reflexão sobre o tema do congresso. A hora é de desafios. Na educação, na ciência, na cultura Ante, como diz C. F. Alves, a fragmentação e o estilhaço do séc. XX - O autismo modernista, a despersonalização gerada pela guerra, o movimento convulsivo do mundo, a celeridade da informação, o cruzamento das disciplinas e influências, a decadência da academia e do dogma, a valorização da futilidade e da trivialidade como forma de arte, o kitsch ideológico, a bagagem perdida do classicismo. Uma comunidade que não se sabe pensar não merece existir. Quem somos, o que queremos? Integramos a comunidade lusófona. Povos cultural e etnicamente diversos que, por nascimento ou adopção, partilham uma língua. Que não se revêem nas palavras - País quietinho - em que Pascoaes define o Portugal do seu tempo. Que sabem ter de prepararse para problemas de um outro tipo, numa sociedade mais aberta, mais complexa. As ideias que nos animam rejeitam a mediocridade. Não vão a reboque da sociedade, reproduzindo o seu pior. Aspiram a formar os jovens para um sociedade melhor, mais preparada, mais exigente. A maior riqueza que temos é a nossa diversidade. E a santa liberdade. Foi com elas e através delas que chegámos até aqui. É por isso imperativo resistir a esta tendência crescente para nos tornar todos iguais, formatados. Muitas coisas que nos impõem, que nos procuram impor, não nos servem. Só nos resta recusá-las, firmemente. Sem contudo confundir o que a todos aproveita - as boas práticas dos outros, a sua experiência, os seus modelos - com aquilo que nos empobrece, nos apouca. O monolitismo na cultura, nas ideias, não vai a par com a liberdade. Fere a nossa dignidade. Atenta contra o que perfaz a nossa identidade colectiva. É preciso resistir, prepararmo-nos para o fazer. Numa comunidade forte. Construir uma comunidade é defender o que nos aproxima e nos distingue dos outros e de nós mesmos. Sem isso seremos apenas mais uma sociedade à medida e à imagem de outras, de outros interesses que não os nossos. Incaracterística, burocrática, amorfa, sem capacidade para enfrentar os problemas do seu tempo. Cada vez mais iguais, menos humanos, seremos todos mais pobres. Que legado deixaremos aos vindouros? Na encruzilhada em que estamos, as opções que se nos apresentam não obrigam a uma escolha entre a ciência e a tecnologia que nos chegam dos mais fortes, e as tradições e idiossincrasias que fazem a nossa diferença. Porque existem outras escolhas Entre a inovação e a tradição, a tecnocracia e os valores. Entre o ter e o ser. Como recusar a ciência e a tecnologia se integram a cultura do Homem? Que edificámos pela inteligência e pela linguagem e nos diferencia das outras espécies na natureza. Foi graças a ela e pela educação que superámos a nossa condição animal. Por isso devemos apostar na educação e na ciência, fazer delas prioridades. Nos anos de história da humanidade, primeiro as técnicas primitivas e as tecnologias artesanais e depois a máquina a vapor, os computadores, a automação e a robótica, foram instrumentos de progresso e de humanização.

12 Que, também o sabemos, podem ser postos ao serviço de outros fins, menos nobres. Por isso, devemos ter presente as palavras de António Damásio: A filosofia é o princípio de todas as ciências e foi, durante séculos, todas as ciências. Hoje não pode nem deve competir com as disciplinas científicas; mas pode e deve contribuir para o rigor e clareza dos conceitos de que a ciência faz uso. Ou seja, a filosofia continua a desempenhar um papel central na cultura. Precisamos de afirmar capacidades, competências e, deixem-nos também dizê-lo, ter elites. Sem complexos. Mas não basta. É preciso aproximarmo-nos dos níveis de educação e de desenvolvimento científico dos países mais evoluídos. Empurrar para trás das costas, este estigma, este atraso colectivo, esta eterna condição de povos sub-desenvolvidos. E a nossa história, tradições, cultura? perguntarse-á. Imprescindíveis, insubstituíveis, por certo. Mas sem conhecimento, sem saber, sem ciência, sem educação onde poderemos chegar? Hoje, como em nenhum outro tempo, a cultura, a ciência, a educação e a formação são domínios decisivos. Cruzamento de disciplinas, de influências? Permeabilidade às ideias, aos saberes de outras áreas científicas? Projectos que nos são caros, pois claro! Mas não sejamos diletantes. Como cruzar conhecimentos se deles não se dispõe? Como refere Nuno Crato, há instituições e pedagogias que descobriram as vantagens do diálogos de disciplinas, mas esqueceram-se das próprias disciplinas. No ensino cumpre passar uma ideia: é importante investigar, conhecer. A ciência e a educação devem ser as prioridades. Só com elas haverá futuro para o futuro. Por isso, temos, nas universidades, uma particular responsabilidade: legar às gerações mais jovens melhores condições de educação, de ciência e de cultura. E não tenhamos reservas em aprender com todos, nem pruridos de aprender com os países mais evoluídos, mesmo se deles não gostamos. Não é por acaso que nos países mais desenvolvidos da América do Norte e da Europa se multiplicam hoje iniciativas originais. Como a constituição do Espaço Europeu da Educação e da Ciência, com a promoção sistemática de projectos e programas que visam a mobilidade estudantil e de professores, a criação de redes universitárias e de instituições de investigação científica, a formação de recursos humanos e a cooperação cultural. E temos de repensar os métodos. Como nos diz Masahita Fujita, professor da Universidade de Tóquio - O ensino é bom no Japão, mas aprender é diferente de inovar. Memorizar e escolher a resposta certa não treina o cérebro para a inovação. Nas universidades japonesas os alunos estão calados e o professor tem sempre razão. Mas quando dei aulas nos EUA mal abria a boca havia logo mãos no ar com perguntas. Hoje, muitos cientistas europeus e de outros continentes, em número preocupante, voltam a cruzar o oceano, não resistindo ao apelo das universidades americanas. Onde encontram o estímulo e o ambiente para o estudo e para o ensino. Se há coisas boas na América são as suas universidades. Assim o pensa também Eduardo Marçal Grilo - quem quiser impor-se no contexto internacional terá de desenvolver e consolidar um sistema universitário com capacidade para formar quadros e elites comparáveis às que hoje são produzidas pelas universidades norte-americanas. Tomemos o exemplo de Harvard. De todos bem conhecida, pelo seu imenso prestígio. Quando Harvard fala o mundo da educação escuta, diz Nuno Crato. É com este divulgador de ciência que terminamos, respigando, com a devida vénia, fragmentos de um texto de uma das suas últimas crónicas num semanário português. E Harvard declarou que vai mudar os seus programas de estudo. É a transformação mais completa que opera nos últimos 30 anos. Para o observador europeu, há várias coisas que espantam em todo o processo. A universidade vai mudar radicalmente os seus programas sem pedir autorização a nenhum ministério. Os obreiros dessa transformação são os professores, com apoio na experiência dos alunos. Não há qualquer preocupação de alinhamento com outras instituições, nem em estabelecer critérios uniformes com os de outras universidades. Mas o mais interessante é o conteúdo das transformações curriculares e o novo papel dado à ciência. Nos fins do século XIX, Harvard, tal como outras universidades anglo-saxónicas, respondeu de maneira singular ao aumento da especialização profissional: reduziu a especialização do seu currículo e obrigou todos os estudantes a tirarem cadeiras em áreas diversas das ciências e das humanidades. Ainda hoje todos os estudantes do Harvard College são obrigados a incluir cadeiras de ciências e humanidades no seu currículo. Com a nova reforma, que se prevê posta em prática em 2007, pretende-se uma especialização ainda

13 menor. O que está em causa não é a capacidade de falar genericamente sobre todos os temas, mas de conhecer alguns com razoável profundidade. Assim, por exemplo, os requisitos multiculturais passam a consistir na obrigatoriedade de conhecer em pormenor aspectos de uma cultura diferente, com semestres passados no estrangeiro, no fim dos quais os estudantes serão examinados. O mesmo se passa no cruzamento de disciplinas, que se pretende seja alcançado pela prática aprofundada de algumas delas. Os futuros cientistas não irão tirar cadeiras de diálogos artísticos, mas sim aprender a tocar flauta, estudar história de arte ou ler Petrarca. Tal como os futuros literatos não irão dissertar sobre a desconstrução do texto científico, mas sim ter práticas da laboratório, conhecer reagentes, osciloscópios e díodos. Ao sair do Harvard College qualquer estudante deve ser capaz de perceber as notícias e os artigos expositivos de revistas como a Science e a Nature. Não se pode aceitar a ideia de que alguns estudantes são incapazes de aprender ciência, tal como não se pode aceitar a ideia de que outros são incapazes de aprender matérias das humanidades e das ciências sociais. A reforma de Harvard é um manifesto a favor da unidade da cultura e em prol da cultura científica. (Nuno Crato. Harvard. Expresso nº1653, Única, 3 Julho 2004, pág. 83).

14

15 GRUPOS DE INTERESSE Oradores convidados

16

17 GRUPOS DE INTERESSE A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES CONCEPTUAIS E METODOLÓGICAS. Rodrigues, David Departamento de Educação Especial e Reabilitação, Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa, Portugal. 1. A escola e a diferença O desenvolvimento no século XIX na Europa da escola universal, laica e obrigatória é um movimento internacional que, pelo menos ao nível das suas intenções, procurou dar à totalidade da população uma base comum de instrumentos de cultura que permitisse aplanar as grandes diferenças sócio-culturais dos alunos. A escola universal seria assim como que um elemento compensatório que, dando a todos os alunos um conjunto de conhecimentos comuns, lhes permitiria com mais equidade o acesso à competição de onde sobressairiam os melhores. O certo é que, pensada para ser solução de um problema, a escola - que hoje designaríamos por escola pública - foi-se tornando parte do problema que tinha por objectivo resolver. Criada para dar educação básica a todos e à qual todos deveriam ter acesso, a escola pública tradicional desenvolveu práticas e valores que progressivamente contribuíram para acentuar as diferenças entre os alunos e que colocaram precocemente fora da corrida da aquisição de competência largos estratos da população escolar. Assim, o insucesso escolar, o abandono da escola, os problemas de disciplina, a rigidez dos currículos, etc., fizeram com que a escola, que deveria integrar e acolher todos, fosse, ela própria, um instrumento de selecção que, em muitos casos, acentuava as diferenças culturais e de características e capacidades pessoais de que os alunos eram portadores (Rodrigues, 2001). Os valores das escolas especiais estão embebidos dos valores da escola tradicional. São duas faces de uma mesma moeda. A escola tradicional constitui-se, como dissemos, para homogeneizar o capital cultural de todos os alunos para, desta forma, cumprir o seu desiderato de igualdade de oportunidades. Porém, não era previsto que os alunos com qualquer necessidade especial de educação, originada por exemplo por uma deficiência, fossem integrados nela, dado que a escola procurava a homogeneidade nos conteúdos mas também nos alunos. É neste contexto que surgem as escolas especiais, organizadas maioritariamente por categorias de deficiência, com a convicção de que agrupando os alunos com a mesma categoria e as mesmas características se poderia aspirar a desenvolver um ensino homogéneo, segundo o modelo da escola tradicional. Por isso, a concepção da escola tradicional e homogénea remete para a criação das escolas especiais: elas são, como dissemos, dois aspectos do mesmo tipo de valores. Várias correntes de opinião sobre a educação de alunos com necessidades educativas especiais influenciaram a disseminação do modelo de integração escolar. De entre estas correntes de opinião, actualmente com um valor meramente histórico, salientaríamos: a) educação no meio menos restritivo possível, inicialmente esboçada nos Estados Unidos por Lilly (1970) ao defender que a educação de alunos com deficiências deveria ser realizada na escola regular, através da criação de envolvimentos diferenciados na sala de aula ; b) a Lei Pública dos Estados Unidos, obrigando à educação de todas as crianças no meio menos restritivo possível ; c) a perspectiva não-categorial enunciada por Smith e Neisworth (1975), ao desvalorizar as categorias como pressuposto educacional; d) o conceito de normalização desenvolvido por Nirjke (1978), indicando o desiderato de proporcionar às pessoas com necessidades especiais condições em tudo semelhantes às que não têm esse tipo de necessidades; e) o conceito e modelo de apoio subjacente de necessidades educativas especiais, avançado pelo relatório Warnock (Reino Unido) em 1978, que situa no currículo e não na colocação especializada a ênfase na educação de alunos com deficiências. O modelo da escola integrativa desenvolveu-se rapidamente em Portugal, não tendo sido estranhas a este rápido desenvolvimento as condições de inovação e reestruturação que se verificaram a seguir à revolução de 25 de Abril de A título indicativo, no fim de 1997, 75% de alunos com dificuldades recebiam a sua educação na escola regular, o que significava alunos apoiados por cerca de 6200 professores (Costa e Rodrigues, 1998). As percentagens de alunos com NEE educados nas escolas regulares no final de 2001, de acordo com dados fornecidos pelo Ministério da Educação, apontam para 93%. O modelo da escola integrativa contém, no entanto, algumas contradições que se foram tornando mais evidentes ao longo da sua implantação. Criaram-se notoriamente dois tipos de alunos nas escolas públicas: os alunos com necessidades educativas normais e os alunos com necessidades educativas especiais. Ora este entendimento dicotómico da diferença criava situações de desigualdade ostensiva: os alunos que tinham uma deficiência identificada tinham direito a um atendimento personalizado e condições especiais de acesso ao currículo e ao sucesso escolar; pelo contrário, os alunos sem uma deficiência identificada (mesmo que com dificuldades específicas de aprendizagem, problemas de comportamento, insucesso escolar, oriundos de minorias étnicas, etc.) não encontravam apoio, permanecendo esquecidos e muitas vezes marginalizados (Rodrigues, 2000). Assim, a escola integrativa, apesar de ter proporcionado a entrada na escola tradicional de alunos com necessidades especiais, fica francamente aquém do objectivo de universalidade, conseguindo quando muito resultados na integração de alunos com alguns tipos de deficiência. Talvez uma das causas mais determinantes desta insuficiência seja a escola integrativa terse preocupado exaustivamente com o apoio ao aluno (com a intervenção com o aluno) e não ter cuidado a intervenção com o professor e com a escola no seu todo. A proclamação da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) é uma verdadeira magna carta da mudança de paradigma da escola integrativa para a educação inclusiva. Toda a declaração aponta para um novo entendimento do papel da escola regular na educação de alunos com NEE. Seleccionaríamos, a título de exemplo, esta passagem do ponto 2: As escolas regulares seguindo esta orientação inclusiva, constituem os meios mais capazes para combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos(...) (UNESCO, 1994). O conceito de educação inclusiva pode ser definido como o desenvolvimento de uma educação apropriada e de alta qualidade para alunos com necessidades especiais na escola regular (Hegarty, 1994). Este conceito é simultaneamente muito simples e muito radical. A sua radicalidade situa-se na educação apropriada e de alta qualidade e nos alunos com necessidades educativas especiais. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 2004, vol. 4, nº 2 (suplemento) [15 102] 15

A Educação Física perante a Educação Inclusiva: reflexões conceptuais e metodológicas

A Educação Física perante a Educação Inclusiva: reflexões conceptuais e metodológicas A Educação Física perante a Educação Inclusiva: reflexões conceptuais e metodológicas David Rodrigues Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Motriciadde Humana Departamento de Educação Especial e

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES CONCEPTUAIS E METODOLÓGICAS

A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES CONCEPTUAIS E METODOLÓGICAS ARTIGOS DE REVISÃO A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES CONCEPTUAIS E METODOLÓGICAS PHYSICAL EDUCATION IN RELATION TO THE INCLUSIVE EDUCATION: CONCEPTUAL AND METHODOLOGICAL REFLECTIONS

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010 INVESTIR NO FUTURO UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL Janeiro de 2010 UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL No seu programa, o Governo

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE O I Seminário Internacional de Educação Superior na Comunidade de Países de Língua

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,

Leia mais

Discurso de Sua Excelência o Presidente da República

Discurso de Sua Excelência o Presidente da República Continuarei a percorrer o País, de Norte a Sul, a apelar à união de esforços, a levar uma palavra de esperança e a mostrar bons exemplos de resposta à crise. Discurso de Sua Excelência o Presidente da

Leia mais

Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais.

Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais. CONCLUSÕES DO III CONGRESSO APRESENTAÇÃO DOS RELATORES Por fora podemos ser diferentes, mas por dentro somos todos iguais. Tomás, 9 anos Projecto Intervir em Marvila na EB1 Dr. João dos Santos Painel 1

Leia mais

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Conferência "Compromisso Cívico para a Inclusão" Santarém, 14 de Abril

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

Prefácio Prefácio Ao fim de uma década de seminários de investigação dedicados à apresentação de trabalhos empíricos e teóricos e à análise de temas específicos de educação matemática como a resolução

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS

Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS Iolanda Évora Avanços e retrocessos na área da saúde mental dos imigrantes em Portugal: a perspectiva do GIS Apresentado no 9º Encontro de Saúde Mental de Cascais a 14 de Novembro de 2008 O CEsA não confirma

Leia mais

Declaração de Salamanca 20 anos depois

Declaração de Salamanca 20 anos depois Declaração de Salamanca 20 anos depois Inclusão de Alunos com NEE Mito ou Realidade? Prof. Doutora Helena Mesquita hmesquita@ipcb.pt Revisitar a Declaração de Salamanca 1) DECLARAÇÃO DE SALAMANCA Junho

Leia mais

ILUSTRES PARTICIPANTES DO FÓRUM EM CIÊNCIAS

ILUSTRES PARTICIPANTES DO FÓRUM EM CIÊNCIAS DISCURSO PRONUNCIADO POR SUA EXCELÊNCIA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA, NA SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO FÓRUM EM CIÊNCIAS DO DESPORTO APLICADAS AO FUTEBOL Luanda, 29 de Agosto

Leia mais

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA Patrocinada e reconhecida pela Comissão Europeia no âmbito dos programas Sócrates. Integração social e educacional de pessoas com deficiência através da actividade

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 ÍNDICE Introdução 1. Princípios orientadores do Plano Plurianual. Desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens, equidade e coesão social. Conhecimento, inovação e cultura

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO O Capítulo 36 da Agenda 21 decorrente da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, declara que a educação possui um papel fundamental na promoção do desenvolvimento

Leia mais

CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL

CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL CPLP VII REUNIÃO DE MINISTROS DA EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Luanda, 30 de Março de 2012 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros da Educação, ou os seus representantes, de Angola, Brasil,

Leia mais

Ser Voluntário. Ser Solidário.

Ser Voluntário. Ser Solidário. Ser Voluntário. Ser Solidário. Dia Nacional da Cáritas 2011 Colóquio «Ser Voluntário. Ser Solidário». Santarém, 2011/03/26 Intervenção do Secretário Executivo do CNE, João Teixeira. (Adaptada para apresentação

Leia mais

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal

Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Histórico de Medalhas e Modalidades Paralímpicas - Portugal Igualdade, Inclusão & Excelência Desportiva Departamento Técnico, Fevereiro de Índice Introdução... Medalhas... Gráficos de Medalhas... Atletas

Leia mais

A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras

A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras Este breve texto é uma proposta de reflexão acerca de algumas das questões que, em meu entender, merecem destaque na situação actual do desenvolvimento

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*)

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) 1 Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) Este trabalho prende-se com o estudo que fizemos na formação na área das Competências Interpessoais, sendo que o grande objectivo é o de sermos capazes, nas nossas

Leia mais

A Educação Artística na Escola do Século XXI

A Educação Artística na Escola do Século XXI A Educação Artística na Escola do Século XXI Teresa André teresa.andre@sapo.pt Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Caldas da Rainha, 1 de Junho de 2009 1. A pós-modernidade provocou

Leia mais

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros

Valores Educacionais. Aula 4 Respeito pelos Outros Valores Educacionais Aula 4 Respeito pelos Outros Objetivos 1 Apresentar o valor Respeito pelos Outros. 2 Indicar possibilidades de aplicação pedagógica do valor Respeito pelos Outros. Introdução Esta

Leia mais

Escola para todos - Uma utopia tangível? Maria Filomena Ventura

Escola para todos - Uma utopia tangível? Maria Filomena Ventura 1 Escola para todos - Uma utopia tangível? Maria Filomena Ventura O conceito de Escola para Todos, ou Escola Inclusiva, surge no âmbito da Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais em

Leia mais

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos?

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Apresentação do Debate Nacional Sobre a Educação Assembleia da República, 22 de Maio de 2006 Júlio Pedrosa de Jesus, Presidente do Conselho Nacional de

Leia mais

Campeonato de Portugal Cross Longo. Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa

Campeonato de Portugal Cross Longo. Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa Campeonato de Portugal Cross Longo Atletas à procura de qualificação para o Campeonato da Europa No próximo dia 10 de Fevereiro, Gouveia vai receber o "Campeonato de Portugal Cross Longo. A prova terá

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa No próximo dia 12 de Junho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O PETI e o Escritório da OIT Organização Internacional do Trabalho em

Leia mais

Comunicação à 1ª secção

Comunicação à 1ª secção Comunicação à 1ª secção Denomina-se Ordem dos Advogados a associação pública representativa dos licenciados em Direito que, em conformidade com os preceitos deste Estatuto e demais disposições legais aplicáveis,

Leia mais

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos

OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche. Maria Teresa de Matos OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE O Projecto Pedagógico na Creche Maria Teresa de Matos Projecto Pedagógico de Sala Creche Princípios Orientadores Projecto Pedagógico de Sala * Projecto Curricular

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM DESAFIO PARA A IGUALDADE E AUTONOMIA CENTRO CULTURAL DE BELÉM 3 DE DEZEMBRO DE 2009 MARIA GUIDA DE FREITAS FARIA 1 AGRADEÇO

Leia mais

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO MARKETING SOCIAL DESENVOLVIDO PELA CÁRITAS EM PARCERIA COM A IPI CONSULTING NETWORK PORTUGAL As virtualidades da interação entre a economia social e o empreendedorismo

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO Grupo Parlamentar Projecto de Lei N.º 52/IX ALTERA A LEI DE BASES DO SISTEMA EDUCATIVO O chamado processo de Bolonha não é, por essência, negativo, particularmente se for adoptado numa óptica de estímulo

Leia mais

SESSÃO DE ABERTURA DA XVII ASSEMBLEIA GERAL DO CONSELHO MUNDIAL DAS CASAS DOS AÇORES

SESSÃO DE ABERTURA DA XVII ASSEMBLEIA GERAL DO CONSELHO MUNDIAL DAS CASAS DOS AÇORES SESSÃO DE ABERTURA DA XVII ASSEMBLEIA GERAL DO CONSELHO MUNDIAL DAS CASAS DOS AÇORES Hilmar, Califórnia, 29 de Agosto de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro Começo

Leia mais

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade P o r M a r g a r i d a S a r a i v a, J o r g e C a s a s N o v a s, J o s é R o b e r t o e E l i z a b e t h R e i s Um ano lectivo após o arranque

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação...

Leia mais

PROJECTOS NACIONAIS A IMPLEMENTAR NO TRIÉNIO 2013-2015

PROJECTOS NACIONAIS A IMPLEMENTAR NO TRIÉNIO 2013-2015 PROJECTOS NACIONAIS A IMPLEMENTAR NO TRIÉNIO 2013-2015 1/10 PROJECTO 1 - Curso de Preparação para a Parentalidade Adoptiva Depois de tudo te amarei Como se fosse sempre antes Como se de tanto esperar Sem

Leia mais

Universidades. Já há mais. superioresem Portugal que são dados. de 170 cursos. só em inglês ATUALPÁGS.4ES

Universidades. Já há mais. superioresem Portugal que são dados. de 170 cursos. só em inglês ATUALPÁGS.4ES Universidades Já há mais de 170 cursos superioresem Portugal que são dados só em inglês ATUALPÁGS.4ES Universidades portuguesas já têm mais de 1 70 cursos em inglês Internacionalização. Atrair novos estudantes

Leia mais

Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops

Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops Workshop1 Voluntariado na área social e humanitária nacional Dinamizadores: Vo.U Associação de Voluntariado Universitário

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

EDITAL Nº 21/10. Regulamento

EDITAL Nº 21/10. Regulamento MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 21/10 Regulamento - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna público que, por deliberação deste órgão

Leia mais

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO,

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO, C 172/8 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.5.2015 Conclusões do Conselho sobre a maximização do papel do desporto de base no desenvolvimento de competências transversais, especialmente entre os jovens

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil O Projeto Pedagógico na Educação Infantil Renata Lopes de Almeida Rodrigues (UERJ) A cada ano letivo a história se repete: a busca por um tema norteador do trabalho em sala de aula durante o ano o tema

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

27% das empresas prevê aumento dos postos de trabalho

27% das empresas prevê aumento dos postos de trabalho Análise da Michael Page sobre Recursos Humanos 27% das empresas prevê aumento dos postos de trabalho Manter a motivação das equipas é o principal desafio das empresas portuguesas, sendo apontado por 42%

Leia mais

VOLUNTARIADO E CIDADANIA

VOLUNTARIADO E CIDADANIA VOLUNTARIADO E CIDADANIA Voluntariado e cidadania Por Maria José Ritta Presidente da Comissão Nacional do Ano Internacional do Voluntário (2001) Existe em Portugal um número crescente de mulheres e de

Leia mais

Federação Portuguesa de Canoagem

Federação Portuguesa de Canoagem Federação Portuguesa de Canoagem Eleições Ciclo Olímpico 2012 a 2016 Carlos Cunha de Sousa Este documento serve para apresentar a todos, as linhas orientadoras para o mandato que me proponho fazer enquanto

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais Edilson José de Carvalho¹ Jarbas de Holanda Beltrão² 1 Pedagogo e Especialista em Educação

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade No passado dia 15 de Novembro, a Share Associação para a Partilha de Conhecimento e a Faculdade de Ciências da Universidade de

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando o seu compromisso com a plena realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais proclamadas na Declaração

Leia mais

A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO

A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO (Nota: Esta Comunicação foi amputada, de forma Subtil, de cerca 700 caracteres por imposição da organização

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Apoio à Preparação de Voluntários de Leitura Um projeto de cidadania Missão Potenciar o desenvolvimento de uma rede nacional de volutariado na área da promoção da leitura. Objectivos centrais Apoiar iniciativas;

Leia mais

as quais permitem desenvolver novos saberes e potenciar a sua utilização e difusão.

as quais permitem desenvolver novos saberes e potenciar a sua utilização e difusão. 2011- O contributo do QREN para a competitividade e a coesão da região centro Intervenção do senhor Reitor, Prof. Doutor Manuel Assunção Centro Cultural da Gafanha da Nazaré Rua Prior Guerra 14 de Dezembro

Leia mais

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU Programas de MESTRADO Online MBA Master in Business Administration Mestrado em Direcção de Empresas Mestrado em Direcção de Marketing e Vendas Mestrado em Direcção Financeira Mestrado em Comércio Internacional

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

METAS CURRICULARES Missão Sobre as metas curriculares

METAS CURRICULARES Missão Sobre as metas curriculares METAS CURRICULARES Missão As metas curriculares estabelecem aquilo que pode ser considerado como a aprendizagem essencial a realizar pelos alunos, em cada um dos anos de escolaridade ou ciclos do ensino

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP) INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago na abertura da Sessão pública de apresentação das actividades do Conselho Europeu de Investigação (ERC) 3 de Julho 2007

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII OBRIGA À DIVULGAÇÃO, POR ESCOLA E POR DISCIPLINA, DOS RESULTADOS DOS EXAMES DO 12.º ANO DE ESCOLARIDADE, BEM COMO DE OUTRA INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR QUE POSSIBILITE O CONHECIMENTO

Leia mais

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos 1.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos 18 a 21 abril 2012 Luísa Ribeiro Trigo*,

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

Escolas de Pentatlo Moderno

Escolas de Pentatlo Moderno Escolas de Pentatlo Moderno ÍNDICE O que é o franchising PENTAKID? 3 Serviços PENTAKID 5 Marketing 6 Recursos Humanos 7 Financiamento 8 Processo de aquisição 9 Ficha técnica 10 Carta de resposta 11 2 O

Leia mais

O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA

O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA GRAD. EDUARDO RUMENIG SOUZA Mestrando em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo e Professor da Rede Pública Municipal

Leia mais

Portugal está quase lá ENTREVISTA

Portugal está quase lá ENTREVISTA Pág: 12 Área: 19,00 x 26,00 cm² Corte: 1 de 6 ENTREVISTA DeF Portugal está quase lá Não somos os melhores na produtividade, na riqueza, na organização empresarial, na capacidade de confiarmos uns nos outros,

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP) INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

Leia mais

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Geografia A * Análise de Notícias Natureza das notícias: socio-económica Localização temporal: actualidade Localização espacial: Europa Jornal: Expresso Data de edição:

Leia mais

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo

Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Proposta de Alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo Parecer da Federação Académica do Porto A participação de Portugal na subscrição da Declaração de Bolonha em Junho de 1999 gerou para o Estado

Leia mais

1 Introdução. definido como aquele que conhece um conjunto de factos linguísticos.

1 Introdução. definido como aquele que conhece um conjunto de factos linguísticos. Capítulo I 19 20 21 1 Introdução 1.1. Motivos que conduziram ao estudo Ser um matemático já não se define como aquele que conhece um conjunto de factos matemáticos, da mesma forma que ser poeta não é definido

Leia mais

Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1

Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1 Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1 Dos contributos dos diferentes intervenientes do evento

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais