Racahout DELANQRENIER

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1 DE [UNHO DE mm A KSTACAO -n..l. iiiinl.. lllk-rnrlii XXX ANNO N. II lll FADINHA ' Ni LVSAO ) 0 mç fi bem recebid pr D. Firmina, min. despertass enhra nenhuma nuga cilial a n pens trabalh de assis* rerma. E, realmente, nunca huve enfern id nem ante. A mi durante muits dias di;is terrveis um caracter de excessiva gravidad rante lng temp, l tdinha, que estava cm td crp, invadid pela mednha erupçã, teve a existência pr um li. inimára cmpletamente, e era pr só pi habit que repetia fatigad estribilh N5 ú nada... nã" Im d,. Entrei dads triumpharani." mal, e Fadinha ficu ha, cmpletamente ba, depis de estai suspensa entre a vida ea mru-. sfigurada. \ mça mais bnita d i de Janeir transfrmara-se num mnstr. Aquelle rst entumccij" e esburacad nâ cnservava nada, abslutamente nad i «lebre de uti is, a direit de ser vend que amr d Remigi, lnge de enfraquecer. i martyri. + < >-< >< >-< >+ +< > -< >--X + NINON DELENCLOS ' escarnecia da ruga, que Jamais us macular-lhe a epi- *** denue. J passava ds BO anns e naervava-se Jvem a I qella, atirand sempre s pedaçada aua certidã de bap- ' usiim que rasgava ti cara d Temp, uja fice embta VH- A se abre sua encantadra phyainmia, sem que nunca deixasse a menr traç. «Muit perde da!»via-sebrív i a ili/t-r velh rabugent, cme a rapsa de Lafn- I taine dizia dai uvas. Kate segred, que a celebre e egsta * faceiraiamaia cnfiarã quem quei que fsse da pessas daqella épca, descbri- I'r. Lecute entre as flhai v de nm vlume de l.'h,.< A Buasy-Kabuün, que fés par te da biblitbecade Vltairee é actulmente prpriedade exclusiva «l-i PARFUMERIE V NINON, MAISOK LÜCONTB, RUI dv rsepu mbrm,sl*\p I Eeta cas ti çft das asas eli n Dmede l ERITABLE EAÜ DE NINON, u-rime»? as receitas que d'eua prvém, pi exempl,» IHVFT DE.NX0N ' pó de rr especial e refrigerante ; T_,e Savn Crôme fie HSTinn V especial para rat que limpa perfeitamente epi-! derme mais delicada aem alteral-a. LAIT DE NINON V queda alvura deslumbrante a pescç e as hmbr A Entre a prduets cnhecids e apreciads da PA.RFU I MERIE NINON CODUm-Se UA POUDftE OAPILLfS A que faz. vltar CM cabells brancs A cr natural f existe em 'J. cres ; V S am -7 a aai S O t J U C I l - I K r i H que augmenta, engrssa e brune as pestanas e a super ^ lesm temp que dá macidade mi lhar i f LA PATE ET LA POUDRE MANODERMALE DE NINON V para finara, alvará brilhante daa mfts, etc, ele. CDÍ«-O eil?ii- e Terlflcir name di c ia* e eiider-jç «bra y rul para evitar as mtlaçoa e falaiqc-àçôa,.< >-< >-<-> + + < >x < >< >-+ Perfumaria extrafina L.T. PIVER PARIS Crylpsis d Japã Evitar as Imitações * Falsificações Le Trcfle Incarnat Perfume d Mita Esiris Scntcur des Frairies Vilettes de Parme Dentiricis Ma-Tcha PO. PAfcTA I ( I.IXIll ^ A m.k-. cmquant insensvel as bns sentiments, nl disfarçar a admiraçl e prazer que mç lhe causu mi.lia cm que lhe pediu filha em casament,dizend... havia um bstácul á nssa felicidade cr.i a frmsura de Fadinha -igra, que esse bstácul ' receu, esper que a ara, nã sc ppnha a. que ei. seu mand. Reallxu-se casament. >. Firmina, desprvida sempre sens mral, i levia ser aprveitad recid pel primeir niv; Remigi, prém, le fazer cm que restituissem a ; A ei mne eftectuu-se, cm tda i simplicidade, na matriz d Engenh-Nv. Um ann depis d casament. Fadinha estava utra ta, nã -la bniteza irradiante c espectaculs d-.- utr'ra, mas, emfim, cm um semblante agradável, basta par regal ds lhs enamrads d esps. Remig a td mment dizia que i achava mais bella assim, e que s signaes das bexigas lhe.lavam até certa graça, que d'antcs lhe faltava. Minha mulher nfi é bella que me inquiete n que mc repugne. V que Tsse! quem fei ama, lhe parece, i ra assim que eu a desejava. 0 COSO e que fram ambs muit felizes. Ainda vivem. Remigi é actualmente um ali funecinari, pae di rleitamentc educads. I.Alexandre, que teve sempre a prtecçã d cunhad, fi a Amaznas prcurar frtuna e lá ficu, <> n talent da E. SEXTET 35, Rue du 4-Septembre, 35, RARIS I %\ m \\\\\\ HSiM-ifliBttSi BJÊÜQ?^üMERIE ÍKQTlQiJc g MAO DE PAPA J * d ;,.", ;S' i " Pá.**; «les Prélats, que embranquece, tliat, ansetina a ejiderm, impedu e dcslriu aa fneiraa i rachai, de peq-jt-naa UM NARIZ PICADO cm Travs'rni a re'-*;perar s*ja branrura pnvntli*! 3 avias cúrca liaaa pr mei d A iili -KlIms, prdnct sem igual muit cntrfuii. CUIÜAUO COM AS CONTRA FACÇÕES <? P.ra ser bella* encantar tds-* lhes leva-se servir du l-'leur <Ie P-flie pó l anz Mi m fpjctb exti-a. JU POUCOS CABELLOS Ka7'.mBc cnwerecerrads empregii Itxtrait Capillatre des Beneaicttns d Mnt-Majella,,-.* i«ml i iip-sle q-ie cai un e n,',- Iiq'l0ln l.rirr..s. E.SEMET,llaii»uaurr.35.H.4.4-SeSteT^'-P.P}>-'S + NÀO ARRANQUEM MAIS { «O-l -Idi" -! "-ül te*;! IS. [-'" is brin yt-\~ <* 4 cm \Ettxtr úenitnce *«. Bènst*'f Uns i ta- Mnt-Majetta. j *E.SENET,Adii«iirii eg r.35.r.^ ',-S-. <. i\%^^^^-^^^^v>.l- a,^*l^ V a -^^a,^^*»,^*^^' s ' a»^* i ',^^^^ CALLIFLORE FLOR DE BELLEZA Pós adherentes e invisveis ' ii iças n nv md prque se fim] estes pós eimmiiiicnm u rst uniu muravilhsa e delicailn b) lleza e deixam um perfume rte exqui>ita suavidade. Mein 'ls brancs, de ntável pureza, lia utrs de quatr matizes ditterentes, Ltuchel e lisa, i iii.il> pallid silé a mais clrid. Pderá pis. cada Ihev a eòr que mais lhe cnvenha a rst. PATE AGNEL Amygdalina e Glycerina Este excellente Csmétic branquea e amada a pei e.presei va-ad Cieir. Irritações c Cmichóes trnand-a aueliudada; pel que respeita as mãs, dá slidez e transparência ás nu/ms. AGNEL, Fabricante de Perfumes, 6, Avenue de l'opéra, Paris. mais ricsrfeparit famlia-' frmu-se e arrasta melanclicamente pr e i a sua medicridade c seu pergaminh. O nutr filh Firmlna ainda hje é a \. ellia falleecu ha lõ anns. sem deixar sau ninguém, c se s leitri lade cm saber d paradeir ds demais figurantes desta verdica histria, cntarei (pie O harão de Mrena também mn sem ttt aprveita I que mandu bi..le ter adquiri I EncilhamentO, uma riqueza que -- amigs calculavam em. cnts ile réis, perdeu tud c fez-se utra vez bhemi. vivend, cm d'antcs, de expedientes. Está velh i beber. VERSÃO { In]i Vil! n ir) lias minhas hras.tranquillas «.'insiste suprem. Renuvar cé frms.ias tuas negras pupillas. Nada me pôde causar Tã grande ventura, flr, (."rn tepid calr Que mc vem d teu lhar. -Mai r< U. Bi I «RO BRAGA. Racahut DELANQRENIER Aliment Cmplet agradável, leve e facilmente assimilável O verdadeir RACAHOUT I ds ÁRABES Delangrcnier é Melhr aliment das Qrianças desde a idade de - à S mezes, e principalmente n perid d desmamar. pambbmé recmmendadásraà-squand dã de mamar, as cnvalescentes, a., anêmics, as velhs; em resum, tds ns que precisam de fniricantes. ir.i marcj verdadeira I>II.AN<ÍRI;NIÍR-PARIS encntrad em tdas as PHARMACIAS HOUBIGANT PERFUMISTA da RAINHA dinglatebra e da CORTE da RÜSSIA AGUA HOUBIGANT AGUA.Ic TOUCADOR Ryl Hubigant. AGUA dc COLÔNIA Ini EXTRACTOS PARA..ENÇOS Vi..,,. I.l.ale Ryal Hubigant, Peau. 6 pbiò*. Mskari. ris blanc, Le Parfum Impérinl, Mikn, M i.. l i Reine '"'l' rial l;.i,. I ibs blanc. Ill.r I.lan. '. I il' i Glxinia, J.i-i.nu. l pague, Cuii Girnée, Crydalis, Buln. Oi Sunrl.. II SABONETES 0.li.l Fugèr» R; ile, Uil de Tliu.l, PÓS OPHELIA. Talismã,, de POS PEAU OESPAGNE. LOÇÃO VEGETAL, m. PÓS ROYAL HOUBIGANT. t,,,, PERFUMARIA ESPECIAL MOSKARI

2 9 DE JUXIIO DE llllll A ESTADÃO («npplcnicnt litterari) XXX ANNO N

3 ! ". HE JUNHO DE 00 Secçã Musical da A ESTAÇÃO Cnfrm avisams as nsss prezads assignantes e lltres na A Estaçã de 3 de Mai prum passad, tems prazer d fl-rer lhs cm presente numer a bnita plka. para pian Nnúra ; esprarus que á tds agradará. A REDACÇÀO. HKMilOlK I.O.MUAKUTS N dia II d crrente cmpletaram-se j anns que desappareceu, ferid pela m rle. grande amip- sauds chefe, cuj nme serve de epigraphe a estas linhas e figura ainda na tableta desia casa cme, um labar de estimul e de hnra. Cada ann que crre sbre tã dlrs lut, lnce de apagar, avigra e frtalece em nsss crações a memória sagrada di fundadr da Eaiacã, ein cuj exempl prcurams ainda hje a nrma qur. ns cnduz na árdua tarefa de cnservar e accrescenlar a sua i.bra. HE.RIQU8 LstBAERTS é um nme que vale uma divisa. A. LAVIGNASSE Fu.n & C. i5 de Junh de in,. Recrdações A' MINHA TERRA Minha terra i alem, banha se ufana n.s águas d Uniguay. Vgae, vgae p'ra sul, passac alem d Prata, subi as azuladas c serena-; águas d fams Uruguay, e lá en- A ESTAÇÃO (Hnpplmcnt litterari) cntrarcis asentinella avançada da defezn pátria a bella Uruina! Pedaç da legendária terra ds Farraps, ella representa a praça dc guerra da vanguarda daquelle trrã querid, vigiand sempre a mesm temp as duas republicas d Prata Uruguay e Argentina! Situada peticamente sbre uma verdejante cllina. ella assenta gracisa á bira das tranquillas águas que desusand mans e brand, vã heijnr-lhc a praia. Lá hriznte é sempre vast, dilata-se, té nde a vista alcança i Suas nites dc luar têm meig encant serenas e pratrazem á alma um bem estar estranh, cmtemplaüv, que arrebata!.. A cidade frmada quasi que cm quadrad, apresenta as suas lindas e largas mas parallelas desafgadamente as caminhantes. Pis lá naquelle recant d Ri Grande fi meti berç nativ que agra estu- revend cm saudade, cm s lhs da imaginaçã que nem distancias nem temp s cegar pdem! O terra d meu berç, d'aqui d'estas paragens tã lngiquas uve minhas vzes que te leva vent; uve e as escuta ai lenta me nte. si lira ds dc nstálgics queixumes disperss pel ar, feits saudades!. J I ' Ri; 27 r. - 9OI. A JLr azul A il'»r azul pendia murcha e agra Eil-a utra vez erguida Na hastea. a srrir, ch-irsa e fresca e bella. Que nume. cm arma e a cr. a vida Lhe dr.u. de nv? A aurra? A brisa? O rvulh? A luz? Nã! I' ii aquella Pallida nympha. cuj lhar chrs Na flr pusara, ha puc; da saphira D'esse lhar, na d cálice lrs, Uma lagrima tremula cahira.. R. CORRÊA (Das "Libellulas») XXX ANNO N. II DUAS EPOCHAS Amava-a muit, e a pérfida srria Zmband desse amr immaculad. Que n'alma d peta enamrad Era um cnfrt á sua dòr smbria. Cm a lamina pungente da irnia, Ou cuspind um ultraje meditad, l.he trturava. ad De myriadcs dc seitas de agnia. Prém temp passa. Mrre amr h pnel.-t; aquelle affect pur, ardente, ' resta se a sl mrtfer da dr. N emtant ella mudu. Ama- agra Mas elle desse amr zmba cntente, Emquant trme -ella sluça e chra. m 03C.\U l/a I.VA. Cnservaçã d peixe Na llllanda c na AUemanha empregam-se, para cnservar peixe as precauções seguintes Sangra-se peixe lg depis de pescar. < urtasellie a artéria que cnduz Sangue as gueixas, arrancam se lhe estas e depis lava se e raspa se-lhe muit bem a pelle para lhe tirar td humr viscs que a cbre. Está demnstrad que sangue c este humr sã s dus principaes agentes que determinam a crrupçã da carne d peixe. Assim tratad peixe ficará cm uma carne branca e sabrsa que sc cnserva duas vezes mais temp que a ds peixes que nã hajam, sid sangrads e lavads. E* a esta preparaçã que s arenques dc Empdem devem a reputaçã de > ir a gsam entre s {^astrônms. Cm estas precauções pde-se cnservar peixe em bm estad durante muit >s dias Mas send calid clima n nrte, d Mrazil, s resultads só serã prveitss ns Estads dc S- Paul, Paraná, Santa Catharina, c Ri Grande d Sul Famlia de &ea rasteirs.

4 IS DF. JUNHO DE 9 4 KST««.»<> anpplrmnc» Iltlrrurl] ^Crrespndência G) ~%jjtt' Muita titrii('à As assign&ntfs de publicações estrangiras tã smente, tems pra/er de avisar que sffrerã grande abatiment pr causadas melhras d cambi, as assignaturas de Jrnaes, Revistas, Gazetas e lllustraces,etc,,etc. Pede sr tda a clareza n nme das pessas que se dirigirem 6 nssa casa pr crresp lencia, assim cm indicar pr exten ->. lugar.». residência nme d K-tad. Os pedids de infrmações devem vir sempre acmpanhads d um sell d 200 réis paraa devida respsta. A. Lavignasse Filh >\ C. -^CHRONIQUETA-H- Ri, t de Junh de 9OI. A nssa capital tem Lid ultimamente festas mais bem'- valha a mens a esta ppulaçã melancólica e desalentada, que sffre privações de tda. espécie, apanhar metade d que pediam ns rmans panem et eircences. De tndiis as festas que tôm havid, falarei de duas a da inauguraçã d bust ãt G mçalvi Dias, n Public, e a da in mgura< i d Clmy-Club, n Parque Flumin O bust d La fi mdelad pr Bernardelli, a tant é dizer que é dign d cantr ds fy subira*. O artista fi presentead pela clônia maranhense cm bnit annel, qne lhe entregu a gentil senhrii Aarictinha Brit, lll ha d fallcid AugjulBrt, Bau-. llftbradr da Estai 3 >. recitar! l 5 si verss, que publicams pr terem ahid desfigurads ia flhas diárias que s inseriram A RODOLPHO BERS IRDELL O' Mestre illustre, cnsente. enha, mida te, Trazer-t um pbre pi alhs 'l" a» trrã, A quem a hspitalidade Dei M frmsa cidade NS destruiu a saudade D seu dce Maranhã. Mais, muit mais th 'i-. sem que utrs interesses. Nbre Rdlph, tivesses Além da sai iafaçã,.. Lss r n brnze adust Este tetns bust D nss cantr august D lillm d Maranhã, Tu arrancas te da srgilla, Inerte, fria, ira nqn illa, Aquelle lhar que scinl illa i hei de fg e paia Pr ii disputad. Mrte, Parece > j a 'I" Srte Dizer Su brav, su frte, Su filh d Maranhã ' Mas, - ' mdest presente, Que.eim" razer, cntente, tf), fi prpsltalmeate, Fj meditada intençã, I.. -,,i - ambs (nem Prvcai ei, nem prtei ts) Ambs grandes -9 Tu i- " nss Maranhã. temais, é nssa esperança Ver, cm penhr de alliança, Cmtig sempre a lembrança Que é dada de cra l Elle, d fund daa vagas, Pede eu lá das a Itas plag Que este annel n ded tragas E aqui dentr Maranhã. Os uli ini"s verss sã, cm se vè. brigads a certa mmica; dizend Elle», a rccltadra apntu para brnca, - as palavras «aqui dutr*, cfleu. muzinha. craçã d arl ista. Uma bella festa, uma Blemnidade, que, aliás, aaa Leve ilt- tlemne, pr lhe nã haver faltad, felizmente, cunh ppular, eminentemente ppular que lhe cn vinha. I- lá ficu n P-üla, num vee tllt il deliciu jardim, agasalhadn entr-n n arvre l, n ui. da t, in crer que Ounçnlvcs Dlfl - u pnta que lenh as hnras d PasBi Public que breve nte Castr Vives e utrs lhe irã fnzer cmpanhia, E des md, m d irdi m le ui il* ^ j parisiense Hzerain d Luxcinb iurg us-.;,p r. A inauguraçã d Clmy-Club fi também ivel. iralmnie ns leitras i cnhece Parque Fluminense, grand tabelciment da praça Duque de Caxias, que pderia ser denminad Paras dai crian- i.- leciment. a ar livre juru club, destinad exclusiva nte - divertira i" a - quenada. Imagina duzentas e minas crianças ú slta num ],... permetr, disputand nm - ir ns c /allinb de. ni. nas bicyctetas, ns balões press, nas cadirnhaa que deslis ini uniu arame, nas n lanbas russas, etc, Fram tres hras de uma alegria infinita, de umn felicidade absluta e cmpleta, que cmmunicavn as velhs alguma cusá da própria intauiilidade ds reis ds ta Parabéns a Clmy-Club que, divertind aa crianças, tnd-as, estabelecend entre ellas a cnvivem ia. a unia affect mutu, vem - mplesmente desempenhar, sem parecer, uma alta missã scial. A qninzana - mais. muit mais. cm fss pbr-s rei igi t I exem ['" de u n B id em duell pr demasias d linguagem, de um - septuagnnari que se suicidu, atirand-s num pç; mas a falta 'i" espaç me briga a deitar aq pnt lin.tl, registrand falleciment, em Paris.d intelligente escriptr brasileir barã dc SanfAnna Ne ELOV, O IIERÓ&. n* "» *» * * m*- THEATROS Ri, 0 de junh de.0. Depis d vaudeville intitula-l Cardly 8 Cmpanhia, A i iial nà se pde tratar n'um periódic destinad principalmente ás senhras, a cmpanhia dramati d actr Christian de Suza, deu, n Apll, a cmedia Blanehttte, de Brietuc, muit bem vertida pel nss clle^a cie imprensa ã Luz. A peça nã bstante ser um ds maires suecesss d theatr livre, de Paris, u pr iss mesm, nã agradu á nssa platéa, que, pels muds, esperava alguma cisa cmpletamente nva, c esbarru cm uma cmedia que se parece cm muitas utras. Trata-se de mstrar que uma rapariga, filha de taverneirs, nã deve aspirar a utra pi siçã na sciedade senã a de taverneira, que nã ns parece rasavcl nem aceitad. Cnhecems utras peças de Brteux mais lógicas e mais acceitaveis d que Blanchette, que, aliás, prprcinu a I.ucilia Simões ensej de patentear, ainda uma vez, seu incntestável talent dramátic. A cmpanhia dà hje seu ultim espectacul e parte para S. Paul, deixand Apll a cmpanhia de peretas d emprezari Suza Basts, que hje mesm chega, devend estrear sr- amanhã. Os artistas que trabalham n Lucinda puzeram em scena, sem resultad, Am da meia nite, e mesm acnteceu as d Recrei cm Remrs viv e s Sins de t.rnevilu. Se as peças nvas nã attraem public a theatr, que farã as velhas? X. V. /.. & Recnstltulnte geral d Systama nervs Neurasthena. m #,<>* # & ***** Debilidade geral. Anemia.Phsphaturla Enxaquecas. Geral CHASSAING & O. Paris, 6, Avnue Victria. XXX ANNON. II.<-><--> <-->* -> < >0< > < ><->n 0 DEÍTARIÜM DIROID0 PECO CIRURGIÃO DENTISTA PAUL, A7/-/A } / ;/ Dl PARIZ amuír " '*' ni ' ' para ' p - ritdifl CONSULTAS ORA.TI ITAS Extrseçõea de dente- * u razes 2SO00 Ae-ãthesialcal eih eeainau nervanlna) 2*000,, ds dentes Ihturar [vulg ch bar) a platina,, Dalte, "-- tificial, ei mi at, isnan I LAUREADO COM DISTINCÇUES PELA FACULDADE DE MEDICINA, adptada pet " l'l/\ l IRIÜ.M j la, t. ua ida ' ' fim de fa,.ira. fllnna, et Obturar a ur (vulg chumbar)!- 0 H. Rei ;l de int[ini.- tratamete ii"- eansei de dentes mrts (cntand s parte a btaraçã da rôa d im )..., Detadnraa devuleanite,i eja qual fr numer 5S0OG iili-m.-fia <t<.tt< chapesd em ur de lei, eja qual fr numer. 0*000 Dentadura de ur de lei, cada dente»eja i uai fr ' nu rem lüfcu [dem, sem hapa, sem gramps u ch I sem mnlii,.. afamad -,»x ui ii pn cada i)'-ni.'s < riia de -de lei LIIIratidi 25*300 Dentes.i plvl (de accrd - Rdeis ipie apresentarems ns nisa cliente») 0$, -J-J 3'J$ e t t + t PRESTAÇÕES Finalmente, devlve-se a imprtância da trtbalh ra prtheticns que P'>r qualquer tiv nha a gst ilu cliente. L2 RUA DOS OURIVES L2 das 7 hras da manhã às S da nite NOVAS PUBLICAÇÕES MUSICAES 2 it- t^a «^5 t^s -r- ç^s c^v5 t-^a S^ÍNJO GruQ-is est&beleciraente de Pians e Musicss DS E. B E V I L A C Q U A Sc C "Valsas Amr feliz, pr J. Christ Les cheveux blnds, pr Leray.... Si. \'alsa-bstn. pr H. Ramenti '»'» "» Sevilla 0. valsa Bastn» >-... Ceclia, pr J. Pint t$ i$ i$ isn Illusões, j.r < I. Capitani, Fantástica, pr A. M. M. Guimarães.. i$5 Arminda, valsa pr I". Nazareth... if Plkas Guapa, pr C. Bnafus i*5 I lancems, pr C. Bnafus.. % Tangs ette pr E. Nazareth ig Cacique» >»,. ij5 Tnrmia, grande tang caracu-rislic p E, Nazareth ZSJOO Tang Jjca (Viuva Clackl pr Csta Júnir Mazurkas Que bnita! pr C. Bnafus La vezzsa» «a Saudades tuas! pôr A. M. M (iumarães i' SclittisctL, Fa.s deciuatre Victria, pr J. Caminha...' Os namrads, pr C. Bnafus Miss, pi Auréli)Cavalcanti. i$5c Mystis, pr J. Mrit Fernandes.... verénce, nva dança figurada {rm explicações).' Álbum tç, cntenda 3 danças Grande srtiment de nvidades para e cant, bandlins etc. REMETTE SE CATÁLOGOS GRÁTIS A QUEM PEOIR Ri fie Janeir Rua tis Ourives 43 S. Paul (casa filial) Ltua s. Bent ) i-.\ C^J Ç^-i Í^S Ç^i O C~v5 *LS\, O (TO Ç^S t^o ts* l S 2?. HEM0RRHAGIAS HEMOHhttulUAS VAHIZES PHLEBI7ES - VARICOCELES-METBtTES FfBROMAS - CONGESTÕES C Tuic e Sedlifs A Cura rápida Tiictüir. 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5 DE JUNHO DE tp;n A. CASACA. Aluiu S. Carls e, desde que acnte. tda a gente se julga mais ei, é utra cisa senfi uni s nhde vaidade individual. Tal julga se bell, gentil, distinet. Ia dizei lhe que s uirs pensam a seu um carrapat a andar! Aqueirutr tem a illusã,!e.pie. nã send sympathic e que, principalme ite, imais nm dizer as dama p lantes. Chamem lhe tl, prque é,c nascença, e verã I nta. AUumadama presume se nan plus ultra da bellesa-sbretud depis de pintada.. lábis de cral, suas faces leite e rsa. seus negrs supercilis.seus braçs dc jaspe chegam deante, espelh, a dar-lhe a impressã tle serem realmente verdadeirs. Tda a gente rs engulirá, julga ella. Entra em S. Carls, espalha arma de suas finas tintas, deixa cabir sbre a platéa um lhar altiv de Camburgnac victris, e lag tda a gente cmeça a pensar que a. reli i lin.la dama acaba de checar d tintureir- Outra, de cert, deverá existir, recnhece ter segred de saber cnversar ns intervalls. Enfia missangas dc espirit, alimenta dialg, e cultiva.,'. Devem passar-se na sua presença uns mments dehciss. Mas, á sabida d camarle, vcem dizend s que.iram em visila. Ivtii cada vez mais seccante Ha um códig de civilidade ; nã ha nem pôde haver, de elegância. E, a falta de princpis e preceit s que regulem a mat ia, cada qual seu md. vae phantasiand ser elegante a.v,, e. ; rei le, nã sc esluda. nã se chega a ser distinet pr tircini - cm na vida militar. Se se nã nasceu fadad para ser, atliuge se ridcul,a caricatura, Ser u nã ser eis a questã. U Maneei Brwn, de sbrecasaca preta e calças a hussard, mctt.a num chlnell tdas as casacas d seu temp. Que, diga se a verdade, as casacas estã send ns espectacul is uma cnvençã carência de distincçi pessal. üs grandes.iilellitiilide para disfarçar a S. Carls, que deixaram lenda, jamais vestiram casaca para ir a theatr nem marque* de Nua, nem Vaz de Carvalh, nem s cuirs de igual ctaçã. Fiavam de si mesms, d seu bm ar, d seu aprum crrecl, para se i.nprem as espectadres e as artistas. Agra, cada um que deseja ser elegante - pel mens parecel--carrcga a mã ns trunfs casaca, mncul, flr. E ahi vae elle, ahi entra elle, ahi lha elle parecend dizer urti et chi ^ u um hmem distmet- Pis fizeram-se cm mens jg, e assentaram vasa s '...-s d'uir temp. A casaca era entã a ultima palavra da slemnidade na vida scai. Para chegar â presença Deus, na mesa da cmmunhã, n lausperc, - Endcnças e na viagem da eternidade, era, nd,p. n savcl veiiül a. ara Rescrvavase,,ara as ua.r lestas d an, ; O.actre C n " a l '''-. rr.n* - SO'-. Só um, dag-ndeaquetlvem., mel era Tass.., ha utr.- *lam, pr t, A E-4TAVAO (-nipplement litterari).i alada viv bm velh que tantas vezes me tem repelid ist. Vinham actres estrangeirs, irmadi em bridades, i ia ma c tade Inha vltava theatr sem gran l, enthu liasms. Entã, minha senhra, vssa magestade gstu? Nã desbanca meu lass, respndia a rainha. Em ncuasra. D. Maria II nesta fé de rainha prtugueza que nã havia actr mais distinet, em parte alguma, d que seu nss Tass. Nem huve. Estu a vel-, distinet de casaca u sern ella,. mente, prque era sempre distinet. Sua tilittt habitual era dc pret, sbrecasaca e calçi mais estreita d <pie larga, chapé alt muil lustri, bta de pliment, palchi alvadi >, luva cr de garrafa. Perguntava-se na rua, a vel " Quem é este hmem. «Uma vez, send eu estudante, fi a Psrta c m- panhia d Theair Nrmal, que era nesse temp um viveir de celebridades, masculinas e femininas. Havia Tass, Sants Pitrra,,, Rsa pai, Sargedas, Thedric, a Manueli Rei, a Emilia Adelaide e nã sti quem mais..mas nã cia precis mais ninguém. O public d Prt, puc habituad a theatr de declamarã, ficu cm estntead, n primeir mment, deante da sbriedade artstica d Tass. Nã cmi>rehendeu, nem gstu muit. X ;,m ia Prt, nde eu fiz as minhas primeiras armas jrnalsticas, atiraram me, talvez para experimentar-me, á árdua tarefa de escrever uma nticia sbre a estréa da cmpanhia. Vim did ile enthusiasm pel Tass e pel Sants, que depis fram meus ami,; s emquant viveram. Disse n jrnal, cm aquella exuberância de eslyl cm que s nvs cstumam dizer tud. Mas li [uei dlrsamente surprehendid que tds s utrs jrnaes punham restricçõ s n seu applaus a Tass. II, ]-. ficaria cnti ate. i Ima vez di se me t lamill Eud'antes, quand nâ entendi que estava lend, julgava que tl era eu. E agra? perguntei. Agra julg que tl é que escreveu. Adptci este principi, e tenh me dad bern cm elle ainda nã me falhu. a também eu ficaria capacitad de ser unicq que desde lg dissera tda a verdade a respeit d Tass. Mas naquelle temp nã me acnteceu iss. Pr vlta das duas hras da tarde d dia seguinte estava dn d jrnal, Antôni Rdrigues da Cruz Cutinh. b.,m burguez da rua ds Caldeireirs, sentad á banca da r, dacçã. Eu trabalhava a seu lad, abafand n desgst dc ter errad a respeit d Tass. Ouviram-se ranger umas btas na escada, bali a nada assu, a, prta um hmem alt, desempenad, ieyaltll alvadi. Cruz Cutinh, que nã era hmem de lheatrs, nà cnheceu. Ficu perplex, sem saber se estava faltand a um prini ipe u a um actr. _ Venh aqui, disse Tass, agradecer as pala vras amáveis que este j rnal me dirigiu h,.' mais que nem ldss jrnaes d Pr.. me, cm Igual benevlen D > >-' Pdei «peitar a mü. a iau< ti da nticia. Cruz Cutinh, mais rep ist da primeira >ui Vqui eslá ai.ctr da nti. pass sacudiu a, perava encntrai um creança. Du me,,-m cm,. mç... E, suspendend tamenlefell.maii ANNO XXX N. II brancs de Cruz Culinh, acerescentu gentilmente -... Quand elles trabalham a Lad d O.pie, cert. que Tass, cm elle me cntu mais tarde, tinha passad um dia muit abncidj.r causa das criticas ds jrnaes. Erasensibilissim dsdurczas de qualquer nticia a seu respeit. Crria s btequins, pegava n jrnal que maldir.farçadamente metlia na algibeira, di. zend cai cs seus btões, ifum mnólg muit ln. lim E' inens um. Pis Tass, apezar dc se chamar Jaquim Jsé que é tud que ha de mais pili em nmes li um grande actr, tã cmplet - que ate sabia vestir uma casaca. Hje tda a gente presume saber vestil-a e deitar a elegância, que cada um julga ter, nas nites de S. Carls. Na manhã seguinte lá vã crrend para empreg, para a repartiçã u para escrptri, sem que da casaca da véspera fique a menr recrdaçã para elles u par;, s utrs. S. Carls um invern de casaca ; mais nada. Nem s grandes cantres, nem s grandes li cs, nem s randespartids d'utrs temps. A casaca, apenas. E é tã puc! Se alé a vestem s criades prr cnvençã.. ALBERTO PIMENTI L. DOLOROSA Eil s que abi vem vagarsamente pela trtusa estrada que alveja as pucs P e, a mntanha fra. Rsts curiss espreitam pelas prtas e pelas janellas ds c cm UTI ar de testa. Sã já cnhecids na aldeia elle é um pbre céic da edade. Cm ann s, quand infern chega, elle traz um ç i sl) um velh e remendad a inlvldavel cmpanheira d'aquella velhice infeliz, ainda é a mesma e vem tda hranquii v ''"' cahind ha dias ; ti ndad e limp... instrume n * l, Is artistas vem chrand ns seus mair grit de dr, mair rsári de irluguez tem inventad-,, I T, Que dulciisima musica aquella... Umas vezes, mansa, cm uma n, [enua la rezada em, ; utras cm desmrnar de um castell de illusões, musica que entra ni alma e fica cm as reminiscencias de uma peregrina ballaja que seuvi quand n'ella tud eram rsas a flrir sb luar dce nstálgic dc um snh encantad... Põe-me lagrimas ns lhs essa musica, e e cm sentida magua que lembr que este heróic pv. que escreveu s Lusiadas declina n túmul chrand seu Fad, Triste destin este * 0 par vem andand, estrada abaix. T.!. prtas risnhamente se lhe abrem neste maguad dia uu" vagamente, ns traz a lembrança dessas tardes irlandezas cm seu sl pallid a lluminar s melanchlics lags, em,,i.int i, nas cllmas, s rel,.,ir s I astam e as pastras-ingenuas cm uma snata desse dce scandinav Gncg-cantam cn lernecedras( ançõesde amr... Tdas as punas que se lhe abrem num tern beij faz r ' m l " C a SUa d,, luz. ' anta a infelicidade de um pae e (leum.,, rellas num temp que ja vae,. - -ilzcm pucs se reuniam il lareira a lembrar uma meiga criança a que, tradicinalmente davam dce n une de Jesus. X Param â minha peta, kquelles d.s entes attrahem-me. Ha muit ja num velh e pergaminhs e asnueila tcante rar a lh.perkrt.h..inum, F! T?e«S

6 . DE JINHO DE IWI A ESTAÇÃO (mipplement litterari) ANNO XXX M. lt partilhasse da felicidade daquelle lar. Mas que, de p/essa, cm dizem as paginas bblicas, tud dcsaera cm a vag fum! deumswh e -i sua felicidade juntamente cm ;i su i audsa cmp sumira n'uma sepultura que ainda hje exi te numa aldeia ignirada e distante.. que, para ei niecei tda aquella desgraça fazend-se acmpanhar da filha que era ainda pequenina errava de terra em terra a ctirar um bem perdidque nunca mais, h I nunca mais I... >rnaria a achar... E par mun unid pt causa d > fri que faz peste creusculejar de Dezembr, já vae.... E anciã, cm uns tristes presugi s na imnte, diz adeus a tds, as bns velhs, ás creanças e a sant velhinh d prl r -adeus que é uma bençã.... pela estrada abaix, num lacrims i adeus, faz cm que a sua velha rabeca ns diga quanta a felicidade de um bem perdid que sc prcura sem nunca se encntrar,.. m %0p~*i*\O * *mm- tic ilhrts A ventura verdadeii a Vive i smbra hspitaleira Da casinha de sapè, I ] "->, -.d s VARKLL\. O cimmendadr Guilherme de Maced enrique* ei ra n) cmmeiciu de assucar e aguardente e. cm tds s medcres um dia apatacads, imagineu que tinha rei na barriga. Suas tres filhas, medianamente instrudas, seduziam, na verdade, s rapazes, mais pr sua frmsura e mcidade d que pela sua frtuna; mas s pretendentes, na mairia estudantes e empregads d cmmerci, eram repellids pel velh cm as aranhas pela vassur-i de uma ba dna de casa. Amélia, a mais velha, agradu a um engenheir frmad, filh de fazendeir paulista, casu-se lg e cmmendadr nã discutiu despezas. Fez tud cm lux e explendr. Amélia e seu marid fram habitar uma bella chácara n Andarahy. Thedra, a mais franzina e a mais elegante das tres irmãs subjugu un medic muit bnit de rst, muit crrect de vestuári e em muit bm principi de cnica. F<. i habitar Cittetc e viver a mais ruidsa das existências. Só seu enxval custu na Ntre-Dame dez cnts de réis, que c nnmendadr pagu à vista. Helena tinha ficad só e send a mais frmsa das tres nã i se p le queixar da srte. I i pretendida pr um advgad, dutr de bórla e capèll; depis pr um cm. me teia nte de fazendas pr atacad, depis pr um estudante de medicina; e finalmente pr um guarda livrs hnrai.', raridade bem precisa. A tds recusu, fazend desesper de seu pae. Entã, cm tds s diabs lhe dizia cmmcndadr, queres mrrer tia i Nàj amas ninguém n mund? E' prque eu am alguém jue tenh recusad a esses disse a frmsa mrena. Amas! A quem? A um perári, meu pae. E cm sei que desgst, prefir scffrer. Um perári, tu! Nem me trnes a fallar. niss! Duas lagrimas respnderam á sentença e Helena retiru se para meditar na slidã dc sua alcva. II Oue me quer senhr? <Juem é senhr? perguntava cmmendadr dias depis a um imprtun visitante. Sr. cmmendadr! Eu venh pedir a \. Ex. a mã de sua filha Helena. Su um pbre perári mas pess' garantir-lhe que muit dignamente... Tu... tá... tal Nàu perca temp... punha se já na rua... V. Ex. nã tem razã em insultar me... Estu em minha casa ; nau tenh que lhe dar satisfações! III Algum temp depis era cmmendadr citad para dar as razões prque se ppunha a casament da filha ; e vend que n> terren judicial n ida ale ui rana a seufavr, cedeu. Está bem, filha desnaturada, Queres ser fehz a preç da felicidade dc teu pae. Seja. Segue teu desun Quand a desgraça ea entarem árta d teu lar, lembra-te bem d sffnment que me causas agra, ü que tens a esperar. A grsseria ds cstumes, pã negi, a filharada mu marid na taberna,*syphihs a d< ;graça emiin- Mas vae vae. une askim quizeste! ^ sua riqueza paia evitai i d cmmendadura murmuraçes. Maa furis cm tal ca lament para a Eurpa im t de «ai em!'.mí, alguns anqi de vida mundana em cmpleta liberdade, I'ura quem a já fã pae fica sempre existind n craçã uma fibra amrsa, ainda que a brutalidade, cra durada da Ignrância, tenha ex tine tu tds s seus sentiments delicad. N fim de um qüinqüêni, cmmendadr sentiu cansaç prduzid pel > gs Intelllgente e teve i i Almeida Garrei chamu a saudade. Vltu pis a Ki de Janeir a prcurar as suas duas filhas bedi Na chácara d Andarahy nã encntru Amélia, a linda Amélia, mas aspectr de Amélia, llvida, de lhs encvads e cheis de Lagrimas.!' leu marid? Nã estu dente ; sffr, Meu marid abandnu-me pr uma cantra italiana. Deve estar agra em Fliençü. Rapaziad i! atreveu se a dizer cm mi ndadr mas sahiu amargurad vead verdadeira de nde elle suspeitara perpetua ventura.! ' i prcurar a Thedra, a elegante, Nã a encntru. Abandnara lar nde deixara d>is filhs e fugira para Paris cm um medic, seu amante. O cmmendadr ficu estupefact. As suas duas filhas! Tã bem casadas! Tã desgraçadas Iautil era prcurar a terceira a desgraça, cm certeza, já devia tela clhid em suas redes. Cmiud, arrastad pr descnhecid impuls, fi prcurai a. Helena mrava cm uma casinha de prta e janella, cm uma rua de u;n ds arrabaldes lngnqus A apprximar-se d) prédi JUIU numer lhe haviam dcslgnad > vi um jacdimsinh lindamente tratad i e uvtu um tque de tlauta. Nà; aqui n.u pôde ser, disse elle. Mas a exacudãu d numer prtestava. Chegu-se mais e bateu. A flauta calu-se, O flautista vei abrir trazend ainda instru ment na mã. Im Lampeã de kersene cm a sua luz frte esclarecia esta scena; Helena tinha uuid a sei rstinhu mren de uma p tpuda tilinha que sugava cm valentia s elementá da vidad vantan ) a perninha cheia ae vincs ns tecids grds para p >der agarrar pé cm a mã que lhe licava livre. AJ pé, um fil seu, de tres anns de idade, sentad em uma cadeiriuha alta, garatujava cm um lápis -azia s retrats (U Um dia sltand alegres risudinhas que Lhe faziam mus funias as c vinhas das aces. Diante de si tinha Helena abert Paulu c Virgnia esse eteriiu pema de amr put. Mveis pbres e usseiads As /am á jala um aspect tie repus e d< felicidade que era de immediata app.eln O cmmendadr, já rid pel remrs e cnvencid d'aquella real ventura traduzida nessa paz respeitsa que só pde reinar nde existem crações amein, ajelhu n limiar. Perdã, minha Helena Ü perári e sua espsa ajudaram-n' a levantarse, abraçaram n', beijaram-n' em ambas as laces, fizeram-n sentarem uma cadeira epuzeramlhe n*s braç a a netinha e entre s jelhs lur net. Chrand pela primeira vez sinceramente prque seu craçã estava chei de maguas, sluçu abraçad as nets, recebend a mais prveitsa liçã para s seus precnceits sciaes. i-, [i a custa de muits beiis c caricias que elle deixu pr fira de murmurar n'aqueile pbre ninh de amr e de ventura Perdã, minha Helena! A. A v.iuh. Nitcry, iqi. Parabula Havia um hmem a quem uma dlrsa chaga, que tinha em uma das suas pernas, trazia em grande tristeza e desgst da vida. E tal era estad d*cssa chaga que elle nem já a ccaltava á vista ds utrs, Havia taiiilie.n um miserável e humilde cã abandnad, que pr sn demasiad mans e destttuid tle garb e elegância, ninguém acclhia, antes ids Lliatn quand elle ai um. samentese apprximava a fferecei seu carlnh. l'.n dia ern que hmem chagad expunha a ar a sua chaga, acnteceu appr ximar*se d'elle pbre cã, e cm a sua habitual humildade amrsa, cm que se lhe ffereceu para Lhe Lambi i a ferida, Nã ignrand que a saliva d. s clles tem yirtude curativa de ulceras rebeldes a tratament thi tic. hmem deixu que miserável cã lhe limpasse a chaga cm a huuüdade da sua lngua i idsa. Sentind-se refregerad na sua c im a mã ura recnh ir.idal,.-,, a vei Fe assim acarlci tdn, chei de (fratldsn redbru de ba vntade na lim a uu ti era ai "" L de u m ' ' O grande alivi que chagad recebeu dn I mal, temara tlerante pira cm e,. de sei emfim curad, i nsenti i lad, e al igava para ; sc nã ausentasse. 0 desventurad anlmalej, crend ter, afinal, encntrad uma creatura bndsa que. cmpadecida da sua humildade, acc«lhia e utilisava m ba vntade cad vez mais grat e amr. ÍO lhe limpava a ferid i. sentind-se feliz pr lhe prestar bm serviç de lh'a curar. E a tant chegu amr que sentiu pel seuaff*- idr, que a chaga desappareceu sb slicit tratament da Lngua caridsa d pbre cã. M is nem pr Iss seu amr pel hmem a quem tinha curad era mens cmmvid e slicit. E se!, n3, tinha ferida para lhe Limpar, mstrava lhe seu lambend lhe s sapats. Vend se, pis, cmpletamente libert d ma que entristecia, desgstava da vida, i entã a ex-chagad desnecessária, e ate impertinente a amrsa slicitude d miserável cã, e, pr us. para sc desembaraçar d enfad que ella Ihi tru a repellil- cm a mesma perna que lhe havia curad. Em vã indits animal, a ver-se assim escurraçad, se punha a respeitsa distancia da perna curada, que já repf lha. a lhar lacrims para dn d'essa cm a supplicar-lhe a caridade dc deixar apprximar-se-lhe. Esta elqüência amrsa d bemfeitr irracinal, ainda m;us irritava a ingratidã d beneficiad racinal, que, nã pdend já alcançar cm a perna beneficiada, buscava cm a mã desagradecida uma pedra para lhe arremeçar! E mser e desventurad animalej vlveu á sua fatdica cndiçã de cã abandnad e repellid! A justiça inevitável da Mrte, prém, tã cmpassivu, atinai, se mstru para cm desafrtunad bemfeitr, cm Implacável para cm afrtunad ingrat. E quand a cnsciência dvste despertu da lea material d seu passament para ver á luz da Verdade eterna a realidade das cisas da vida terrena, sua cnsciência vi cadáver enregelad dimisercã desdbrar se cm uma alva pmba de nveas azas que abriu vô levand n bic cõr de rza um galhlnh de liveira e fi largar sbre a cva de um cemitéri, n fund da qual também via seu crp ap drecid, e cuj craçã se desdbrara em um negr e mednh mrceg, que esvaçava na treva esp» > peit que ietinha ima úla de que nã pdia escapar-sel E fi immens seu hrrr a cntemplar esse sinistr prduet sbrevivente d seu craçã ingrat. VlCTOB A- YlElOA. MOLDES Tems a satisfaçã de cmmunicar as nssas genti assignantes e LeiJ ra de nss silenci, cntinu cm nss serviç de mldes tant d. ualquer utr jrnal, para esta cidade e para interir da Republica. lia uns bns trinta anns tems as nci desse serviç, cnand sempre a percia dc verdadeiras artistas em matéria de crtes, Agra mesm as senhras a quem cnfiams esse trabalh, sã das mais habilitadas mestras n assumpt, n qual nã temem cnfrnt, Nunca recebems reclamações cntra serviç da casa e cm ufania pdems assegurar qu bilitad ', - se que tenhams recei de que ns venham dar lii; apur e bm gst, nem na radicidade di çs Para presente numer fferecems N, 3- Cstume cm jaqueta curta, S.iia Jaqueta ijso N. i Vestid guarnecid cs*xá renda ( ruipure, Sais Os recads sã recebid- L flha, bem cm, a imprtância que deve acmpanhar pedid. qi.u **} eguir-sm. ráts par ru CUUü a i»rii iu a*