Analysing sociolinguistic variation, de autoria de Sali Tagliamonte (University

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1 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , ANALYSING SOCIOLINGUISTIC VARIATION, SALI TAGLIAMONTE (2006) Por Humberto Soares da Silva Analysing sociolinguistic variation, de autoria de Sali Tagliamonte (University of Toronto), que pesquisa variação e mudança no Inglês, vem a suprir grande lacuna existente na bibliografia sobre a metodologia da Sociolinguística. Conforme a própria autora afirma no prefácio, os conhecimentos sobre a metodologia aplicada nessa corrente teórica, em grande parte, são passados boca a boca de professores a alunos, de orientadores a orientandos ou entre pesquisadores da área. Ainda que exista vasta literatura sobre Sociolinguística, as informações metodológicas são apresentadas de forma fragmentada, considerando que não havia, anteriormente, uma obra única que apresentasse o tema por completo. Esse livro, que apresenta, no todo, a metodologia, incorporando as mudanças sofridas ao longo da evolução da teoria, e mostra o passo a passo do processo, é uma referência importante para quem pretende estudar ou já faz estudos em Sociolinguística. Embora apresente, também, alguns conceitos e pressupostos teóricos, o tema da obra é o processo metodológico de análise, suas etapas e sua aplicação prática, não havendo, portanto, maior ênfase em questões teóricas, tanto da Linguística quanto da Matemática, que servem de base para o desenvolvimento de tal metodologia e o justificam. O livro é organizado em 12 capítulos, que, em 262 páginas, apresentam as etapas de uma análise de regra variável exatamente na ordem em que elas devem ser executadas. Não há agrupamento de capítulos em unidades, mas é possível dividi-los em quatro tópicos: um referente à coleta de dados, outro relacionado às hipóteses que orientam o estabelecimento dos grupos de fatores, um terceiro sobre a realização da análise de regra variável e uma última parte referente à interpretação dos resultados obtidos através dessa análise. Todo o texto é escrito em linguagem didática, que facilita a compreensão por estudantes e demais interessados que têm o Inglês como língua instrumental. Essa facilidade é intensificada pela ordem em que os conteúdos são

2 322 Silva, Humberto Soares da. Analysing sociolinguistic variation, salitagliamonte (2006) apresentados, não só na sequenciação dos capítulos, mas também na ordenação de suas seções e subseções. Ao longo do texto há quadros destacados com dicas sobre o procedimento metodológico e outros com notas explicativas sobre problemas que possam surgir em determinadas etapas do processo e suas possíveis soluções, sendo a maioria delas testemunhos da autora acerca da sua experiência acadêmica e de pesquisa. Na introdução, são apresentados, brevemente, conceitos que são necessários para a compreensão dos capítulos que vêm em seguida, começando pela apresentação do que é uma análise variável, incluindo um contraponto entre erro e variação. A área do conhecimento relevante para a obra é definida seguindo uma ordem lógica, indo do mais abrangente para o mais específico: começa pela definição de Linguística e, passando pela de Sociolinguística, chega à conceituação de Sociolinguística Variacionista. Em seguida, são apresentados conceitos específicos desta, em blocos curtos, com não mais de quatro parágrafos, com destaque para a heterogeneidade ordenada e a mudança. Após a introdução, numerada com 1, vem o capítulo 2, que trata da constituição do corpus de análise, que nem sempre é explicada com detalhes nos capítulos metodológicos de trabalhos em Sociolinguística Variacionista. Entre outras coisas, o capítulo mostra detalhadamente como selecionar informantes, em uma comunidade de fala, que formem um conjunto representativo desta em termos socioeconômicos, o que é resumido com um checklist que apresenta seis etapas para o processo, além de todas as etapas necessárias para uma estratificação produtiva desses indivíduos. Trabalhos são descritos para servir de exemplo ilustrativo dessa etapa do procedimento, tendo destaque o projeto African Nova Scotian English. O final do capítulo 2 fornece informações sobre a ética a ser observada na gravação da fala para a pesquisa e algumas dicas de como abordar um possível informante para que se consiga fazer a entrevista, o que está diretamente relacionado com o assunto do capítulo 3, que trata da entrevista sociolinguística em si. Esse capítulo inicia com orientações sobre que perguntas devem ser feitas, de acordo com características diversas do entrevistado, e sobre como a entrevista deve ser conduzida para que ele fale o máximo possível e da forma mais natural possível. A maioria das recomendações é baseada em Labov, que também elaborou uma maneira de testar a qualidade da gravação feita e a sua validade para os estudos da variação.

3 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , A etapa seguinte à gravação das entrevistas é a transcrição das mesmas para a constituição da amostra de análise, assunto do capítulo 4, que começa apresentando a lista de documentos que a compõem, a saber: mídias gravadas, documentos de autorização dos informantes, arquivos de transcrição, arquivo de normas de transcrição, documento com informações sobre os informantes e os entrevistadores e sobre as condições de cada entrevista, e arquivos de análise. Tagliamonte chama a atenção para a importância de se estabelecer uma conexão entre todos esses arquivos, por exemplo, numerando todas as fitas com entrevistas gravadas e inserindo, em todos os arquivos digitados sobre cada entrevista, o número correspondente. A transcrição, que é a etapa mais demorada do trabalho, segundo a autora, pode ser feita de diferentes maneiras, e a escolha de uma (ou mais) delas depende dos objetivos do trabalho e do tipo de análise pretendido, sem perder de vista que o trabalho de transcrição pressupõe um equilíbrio: ela deve ser detalhada o suficiente para permitir uma análise eficaz e, ao mesmo tempo, simples o suficiente para que a transcrição e a posterior leitura sejam favorecidas. Ainda no capítulo 4, é enfatizado que nada deve ser alterado durante a transcrição de uma entrevista sociolinguística. A maior parte deste capítulo é dedicada a apresentar, detalhadamente e com muitos exemplos, a maneira como a transcrição deve ser feita, destacando-se algumas convenções e representações específicas que devem ser usadas para indicar determinados fenômenos, como apagamentos, pausas e hesitações. O quarto capítulo e a primeira parte do livro terminam com a apresentação de algumas ferramentas, disponibilizadas por programas de computador, de aplicação útil em arquivos de transcrição, como a que extrai do texto todas as ocorrências de uma determinada palavra, indicando parte do contexto anterior e posterior de cada uma. O capítulo 5 trata da variável linguística, começando pela definição desse conceito, que varia de autor para autor, chegando a ser complexa em algumas obras, mas é bastante simplificada por Labov: duas ou mais maneiras de dizer a mesma coisa. Com base nisso, a autora relembra uma discussão existente na Sociolinguística sobre a variação na morfossintaxe, campo em que formas variáveis não seriam maneiras diferentes de dizer a mesma coisa, como ocorre nos fenômenos fonético-fonológicos, e menciona a solução para esse problema, que é a inclusão da equivalência de função no sentido da expressão a mesma coisa. O texto segue com os passos necessários para a identificação

4 324 Silva, Humberto Soares da. Analysing sociolinguistic variation, salitagliamonte (2006) de uma variável linguística e chama a atenção para o fato de que de nada adianta, para uma análise variável, coletar somente dados de uma das variantes e calcular sua distribuição: é necessário contabilizar as ocorrências e as nãoocorrências para calcular as suas proporções. O capítulo segue com informações sobre como identificar se um fenômeno variável é ou não efeito de uma mudança na língua. Com a transcrição de apenas três minutos de uma amostra de fala como exemplo, a autora mostra como é fácil encontrar diversos fenômenos variáveis, de diferentes níveis, em qualquer amostra, e, depois, apresenta os critérios em que um pesquisador deve basear-se para escolher o fenômeno variável que vai investigar, dando exemplos de fenômenos e explicando os prós e contras de se estudar cada um deles. Depois de escolhido o fenômeno, deve-se determinar o envelope da variação, identificando os contextos que não serão contabilizados, baseandose nos conceitos de categórico, quase categórico e variável, e, segundo a autora, deve-se excluir dados ambíguos ou confusos. O capítulo 6 começa tratando das estratégias de extração de dados da amostra, que são diferentes dependendo do tipo de variável (fonológica, morfossintática ou discursiva) que se pretende analisar. O passo seguinte é a definição de grupos de fatores, linguísticos e sociais, e seus fatores, que, segundo a autora, devem basear-se nas hipóteses que o pesquisador tem sobre condicionamentos que atuem na variável dependente, o que pode ter inspiração em estudos anteriores, em gramáticas, no senso comum e/ou em observações pessoais. O final do capítulo apresenta a maneira como se deve criar um sistema de codificação para os dados, o que é ilustrado com exemplos de esquemas relativos a estudos sobre a realização, no Inglês, dos fonemas /t/ e /d/ finais e do morfema -ly. O capítulo 7 é dividido em duas partes, sendo a primeira mais teórica e a segunda, mais relacionada à prática. Começa, portanto, apresentando a história do desenvolvimento da sistematização da regra variável apresentada por Labov na década de 60, passando pelos modelos matemáticos ora utilizados e mostrando os problemas que surgiam de tais análises, até chegar ao lançamento da ferramenta mais usada hoje em dia, o programa Goldvarb. Essa parte do capítulo contém definições essenciais para sua compreensão, como as noções de hipótese nula e log likelihood, e breves explicações sobre o tratamento matemático que é dado à variação, que podem ser complementadas pelo leitor, já que várias referências a obras sobre o assunto são citadas em cada parte do texto.

5 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , Após, brevemente, revelar os critérios que essa ferramenta utiliza para decidir que variáveis são relevantes e o quão relevantes são, a segunda parte dá uma visão geral da manipulação dos dados através do software, mostrando como se devem ler os arquivos de resultados numéricos gerados pelo Goldvarb, as células iniciais de frequências e porcentagens, os cruzamentos e os pesos relativos da análise de regra variável. Além disso, a autora explica, detalhadamente, as duas etapas da análise de regra variável (step-up e step-down), mostra como identificar a melhor rodada de resultados, além de esclarecer como os resultados refletem os condicionamentos de cada fator. Destaca que, embora muitos pesquisadores considerem os pesos relativos próximos a 1 como favorecedores, os próximos a 0 como desfavorecedores e os valores mais próximos a 0,5 como neutros ou intermediários, a análise deve ser feita por comparação: como o próprio nome indica, não se trata de pesos probabilísticos, como nos modelos anteriores, mas de pesos relativos, ou seja, o favorecimento ou desfavorecimento da variável em estudo por um fator é identificado pela comparação entre os pesos relativos dos fatores de um mesmo grupo de fatores e pela diferença ou distância entre esses mesmos pesos. Após essa visão geral, o capítulo seguinte, em cada uma de suas seções, descreve com detalhes os arquivos que devem ser criados antes da efetuação da análise de regra variável. A autora mostra como elaborar os arquivos de dados e de condições e como obter os de células e de resultados, além de mostrar como eles devem ser lidos. O texto é detalhado e didático, mostrando, passo a passo, cada etapa e dando informações sobre codificação e recodificação, localização e solução de erros, exclusão e inclusão de grupos de fatores etc., tudo acompanhado de exemplos que reproduzem a tela do computador, o que ajuda o leitor a entender melhor o processo e, inclusive, permite praticar a metodologia à medida que vai lendo. Exemplificando com um estudo da autora sobre o apagamento do /t/ e do /d/ finais, o capítulo 9 ensina como obter os primeiros resultados de frequências, como ler esses resultados e como eles indicam as decisões que devem ser tomadas para as rodadas seguintes, que devem ser inseridas no arquivo de condições. Mostra, ainda, em que situações se deve fazer um cruzamento de grupos de fatores ou uma combinação de dois grupos em um só, tudo isso acompanhado de exemplos e da descrição do procedimento no Goldvarb. No final do capítulo, a autora explica como elaborar tabelas informativas, para

6 326 Silva, Humberto Soares da. Analysing sociolinguistic variation, salitagliamonte (2006) inserir no texto do trabalho, a partir do arquivo de resultados percentuais, chamando a atenção para os elementos que, essencialmente, devem aparecer. Em seguida, o capítulo 10 trata da chamada análise de regra variável, que pode ser feita com variáveis dependentes de duas ou três variantes. Tagliamonte salienta que análises com três valores de aplicação só são possíveis numa versão anterior do programa, o Varbrul 3, mas o capítulo mostra os procedimentos do Goldvarb para uma análise binária, que é, segundo a autora, aplicada na maioria dos estudos de variação. Essa análise pode ser feita de duas maneiras: one-step e step-up/step-down. A primeira gera resultados com frequências e pesos, além de um valor denominado erro para cada combinação de fatores, que indica o que deve ser alterado nas condições para que o valor do log likelihood fique mais próximo de zero, o que representa uma maior confiabilidade para os resultados. Esse tipo de análise não calcula pesos relativos nem o valor da significância estatística; por isso, realizar a análise do tipo step-up/step-down é quase um padrão entre os sociolinguistas. O texto contém a reprodução de uma tela inteira de análise binária gerada pelo Goldvarb, que é devidamente descrita e explicada. A autora mostra, com base no arquivo da análise de regra variável, como o programa seleciona a melhor rodada de resultados, baseado nos valores de significância e log likelihood, e de que maneira os números podem revelar se a análise é boa ou ruim neste caso, cruzamentos entre grupos de fatores podem revelar o que pode ser feito para melhorá-la. O capítulo seguinte introduz a última parte da obra, relacionada à interpretação dos resultados obtidos através da ferramenta da informática. Citando Poplack & Tagliamonte (2001), são listadas três evidências que servem para atestar a validade das hipóteses anteriormente formuladas: a significância estatística de cada grupo de fatores, sua força relativa e a hierarquia de restrição dos fatores de um grupo. A significância, calculada pelo Goldvarb, identifica, dentre os grupos de fatores analisados, aqueles que têm atuação na seleção de uma ou outra variante, que são os grupos que apresentam esse valor menor ou igual a 0,05; a hierarquia de fatores é a ordem de atuação de cada fator de uma variável independente, que mostra semelhanças e diferenças entre variedades em comparação e pode até revelar a existência de universais linguísticos; a força relativa, que é a diferença aritmética entre o maior e o menor pesos relativos de um grupo de fatores e indica quais grupos têm atuação mais forte ou mais fraca na regra variável, pode revelar diferenças e semelhanças entre variedades

7 Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p , estudadas ou a evolução de uma mudança em um estudo diacrônico. Uma comparação entre variedades linguísticas considerando esses três aspectos também permite a identificação, num estudo de mudança, das variedades em que esta esteja mais ou menos avançada. A segunda parte do capítulo 11 traz informações sobre como reportar os resultados obtidos e as interpretações decorrentes disso em uma apresentação ou artigo, por exemplo. Primeiro, mostra como deve ser apresentada uma tabela de resultados da análise de regra variável, citando todos os elementos que devem ser informados nela. E termina mostrando, sempre com exemplos de rodadas do Goldvarb, onde encontrar os pesos relativos (de grupos significantes e nãosignificantes) a ser apresentados, o valor de significância e do log likelihood etc. Por fim, o último capítulo traz as perguntas que devem ser respondidas depois de feita toda a análise, para a apresentação oral ou escrita do que foi encontrado. O capítulo 12 mostra como todas as informações do estudo devem ser organizadas e a maneira de apresentar as conclusões decorrentes do estudo, que podem incluir sugestões para pesquisas futuras. O texto é concluído com estratégias para a elaboração de uma apresentação oral e de um texto que divulgue o trabalho feito. Ao longo da obra, há 12 exercícios, um ao final de cada capítulo e referente a cada etapa da execução do trabalho. Começam pela identificação de fenômenos variáveis em corpora, exercício proposto na introdução, e pelo planejamento do estudo, proposto no capítulo seguinte, e, passando por práticas relacionadas a entrevistas, transcrição, codificação, e todas as funcionalidades do Goldvarb, terminam abordando a elaboração de uma apresentação do trabalho, tema dos dois últimos exercícios. Como é afirmado no capítulo final, fazendo todos os exercícios o leitor terá feito um estudo variacionista completo. Além dos abundantes exemplos, que ilustram cada etapa metodológica apresentada, colaboram para um melhor entendimento durante a leitura as mini-introduções, em forma de tópicos dentro de um quadro, que, no início de cada capítulo, sintetizam o que será tratado, e os resumos que aparecem no final de todos os capítulos (e também no interior dos maiores), que retomam tudo o que foi abordado naquela parte do texto. Além disso, sempre que descreve um procedimento mais complicado, que é feito várias etapas, estas são listadas em um checklist numerado, que o leitor poderá consultar sempre que precisar realizar tal procedimento novamente.

8 328 Silva, Humberto Soares da. Analysing sociolinguistic variation, salitagliamonte (2006) O livro foi escrito para um público já familiarizado com os pressupostos da Sociolinguística Variacionista, que não são explicados com detalhes, mas revisados nos momentos em que isso se faz necessário. Há, entretanto, nas últimas páginas do livro, um glossário com as definições dos termos técnicos utilizados no texto. E muitas referências são citadas, permitindo ao leitor encontrar todas essas informações teóricas, de forma mais completa, em outras fontes. Recebido em 17/06/2009 Aprovado em 24/08/2009

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