cao bem como a conducao de macicos florestais homogeneos e efetuada ba

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1 NTERFACE RECEBMENTO DE MADERA X PRODUcAO DE POLPA ESTABELECMENTO DE RELACOES PRATCAS SOBRE NDCES DE QUALDADE Carlos Albero Busnardo Sergio Menochelli Jorge Vieira Gonzaga Renao Alfonso Rosirolla Riocell S A Gua ba RS Brasil o nrodulao Aualmene a moderna silviculura brasileira ern propiciado uma profunda aleracao conceiual na uilizacao inegral da biomassa flo resal A abordagem moderna de domesicacao dos macicos floresais alla do ao fao dos mesmos esarem localizados na faixa ecologica do globo er resre onde os processos biologicos sao mais inensos ern conribu do para que sens veis elevacoes na produividade global sejam verificadas Obermos vanagens qualiaivas dessa siuacao e fundamenal para que nos sa compeiividade seja consolidada haja visa a crescene elevacao do cuso de aquisicao de erras e implanacao de povoamenos floresaiseco logicamene adapados Para a paricular siuacao nacional a implana cao bem como a conducao de macicos floresais homogeneos e efeuada ba sicamene objeivando a producao de madeira para producao de celulose e geracao de energia Empresas produoras de celulose necessiam de enor mes quanidades de madeira para suas aividades de conversao Tradicio nalmene 0 abasecimeno de madeira era inegralmene baseado na uili zacao de oras com diameros m nimos a superiores seis cen meros nao se cogiando no passado a uilizacao inensiva de oras de menores dia meros Aualme e aleracoes no padrao de recebimeno de madeira em sido adoadas por empresas do genero conribuindo des sa forma para um incremeno do percenual relaive de madeira fina No enano 0 supri meno adicional de madeira fina nao pode em absoluo ser desprezado de vendo se esabelecer uma convivencia harmonica Em adicao doravane a proporcao relaiva de madeira fina endera a aumenar haja visa a ui lizacao de floresas que se enconram em segundo e erceiro ciclos de ro acao Como desvanagens do incremeno de uilizacao de madeirasmais f nas pode se ciar a elevacao dos cusos de ranspore maior producao de serragem relacao ao volume de madeira empilhada bem como diminuicao da relacao volume solido de madeira em com n idos reflexos sobre 0 con sumo espec fico de madeira para producao de uma onelada de celulose A adequada quanificacao do volume solido de madeira associa do ao esabelecimeno de relacoes oriundas de aividades de conversao revese se de imporancia capial haja visa denre ouros 0 dimensio nameno de areas para esocagem de madeira na forma de oras ou cava cos dimensionameno das necessidades de ranspore para aingimeno dos objeivos de producao de celulose bem como fornecer esimaivas confia veis acerca do consumo espec fico de madeira para producao de uma one Trabalho apresenado no Congresso Anual de Celulose e Papel da ABTCP realizado em Sao Paulo SP Brasil de 0 a 4 de novembro de 1989

2 lada de celulose A uiliza ao indisina de valores de faor de empilh meno validos para odas as especies floresais independenemene da coe sidera ao de suas paricularidades ais como comprimeno das oras vari abilidade diamerica e formas de manuseio da madeira empilhameno manu al empilhameno mecanico ou reempilhameno mecanico pode compromeer seriamene odas as proje oes efeuadas Denro desse enfoque realizou se 0 presene esudo com 0 ob jeivo de apresenar rela oes praicas de grande significancia para 0 es abelecimeno de ndices de qualidade na inerface recebimeno madeira x produ ao de polpa Procedimenos maemaicos expedios para avalia ao do faor de empilhameno espec ficos para cada especie floresal em condi oes de oal aleaoridade de recebimeno bem como para esimaiva do v lume selido de madeira foram esabelecidos a parir de analises de regre sac linear mulipla e sele ao sepwise de variaveis independenes facil mene mensuraveis Abordagens comparaivas com procedimenos radicionais de avalia ao esabelecimeno de rela oes praicas envolvendo as varia veis mensuradas bem como discussoes dealhadas acerca dos dados obidos sac apresenadas 1 Maerial o maerial uilizado para a realiza ao do presene esudo con sisiu inicialmene de caminhoes carregados de madeira e perencene aos grandes grupos saligna ereicornis e mearnsii As madeiras de saligna e ereicornis era basicamene provenienes de planios pre prios segundo ciclo de roa ao ao pas so que 0 suprimeno de madeira de A mearnsii era proveniene de planios comerciais de erceiros primei ro ciclo de roa ao Denro do enfoque da pol ica floresal da empresa o agrupameno de especies que apresenam similaridade de caracer sicas frene a deslignifica ao kraf e praica correne razao pela qual nao foram efeuadas disin oes paricularizadas denro de urn mesmo grande po gr 1 1 Caraceriza ao do maerial Raja visa 0 paricular enfoque do esudo relaivo denre ouros a previsao do consumo espec fico de madeira para produ ao de onelada de polpa branqueada e depurada seca ao ar uma araves do esabele cimeno de rela oes expedias obidas araves de parameros analisados na inerface recebimeno de madeira x deslignifica ao kraf odos os ca minhoes a serem analis ados deveriam apresenar odas as informa oes per inenes a carga ransporada Denre as informa oes dispon veis foram selecionadas COmo as de maior significancia as seguines especies pro cedencia idade volume e peso ransporados comprimeno da ora e em po de apes core paramero esse de grande significancia para a opera ao indusrial Araves deses dados hisogramas de disribui ao de ma deira por idade e empo de apes core foram efeuados cujas respecivas represena oes graficas referenes a oalidade do maerial uilizado p dem ser visualizadas nas Figuras 1 e Meodologia e resulados 1 Deermina oes efeuadas Apes as mensura oes efeuadas em cada carga os caminhoes eram encaminhados a se ao de picagem ocasiao em que eram efeuadas amosra gens represenaivas dos cavacos as quais eram uilizadas para deer mina oes de eor de secos densidade basica e grau de compaca ao dens

3 dade a granel A deermina ao da densidade basica foi efeuada pelo me odo da balan a hidrosaica e 0 grau de compaca ao pela uiliza ao de recipienes com volumes padronizados em conformidade com meodologia es peclficas Araves deses resulados anallicos procedia se a deermin oes dos respecivos valores para peso seeo volume real solido de madei ra e volume de cavacos araves dos quais rela oes de significancia po diam ser obidos Valores individualizados por carga amosrada bem como respecivos valores medias e demais medidas de dispersao pariculariza dos para os grandes grupos analisados podem ser visualizadosnosquadros 1 e Faor de depreciacao o faer de deprecia aoj expresso em ermos percenuais foi es abelecido objeivando fornecer indica oes relaivas a homogeneidade dia meral da carga ao lunge da area laeral do caminhao A respeciva expre saa maemaica pade ser esabelecida conforme segue FD NTT NTR NTT x 100 onde FD NTT NTR faor de deprecia ao numero de oras eorico no caminhao numero de oras real no caminhao o numero de oras eorico foi esabelecido a parir da exra polacao do numero media de oras deerminadas em gabarios de 1 x 1m ra a area laeral do caminhao considerando se oal homogeneidade Por sua vez 0 numero de oras real no caminhao foi deerminado pela conagem de oalidades das oras exisenes no mesmo Valores negaivos para 0 f or indicam a presenc a de uma maiar heerogenei dade 11a carga haja visa a presen a de uma maior quanidade de oras de menores dlameros Valores individualizados e demais medidas de dispersao podemservisualizados nos Quadros e 3 Esabelecimeno da relacao volume de madeira empilhada s pelo volu me de madeira real solido m3 o esabelecimeno da rela ao enre 0 volume de madeira empi lhada e 0 correspondene volume real solido rela ao essa denominada de faor de empilhameno e de exrema significancia economica e indusrial po is apresena uma rela ao inversa com 0 volume real solido ransporado para urn mesmo volume de madeira empilhada Haja visa a muliplicidade dos dados dispon veis 0 esabelecimeno da presene rela ao foi obi da araves de res procedimenos disinos conforme segue pa 3 1 Procedimeno radicional A deermina ao pelo procedimeno radicional foi efeuadame dindo se inicialmene odas as oras de madeira compreendidas em uma area delimiada por urn gabario com as dimensoes 1 x 1m Para cada caminhao foram uilizados res gabarios area laeral do mesmo Araves dos respecivos disribuldos aleaoriamene ao on go da diameros individuais d erminava se as respecivas areas basais represenadas unicamene por ma deira paramero esse que muliplicado pelo comprimeno da ora dispon vel para carla carga ransporada fornecia 0 correspondene volume real solido de madeira 0 volume de madeira empilhada por sua vez foi esa belecido pela muliplica ao das dimensoes do gabario consanes duran e odo 0 per10do de realizacao do esudo 0 esabelecimeno da rela ao foi a seguir obida pela razao enre 0 volume de madeira empilhada e 0 correspondene volume real solido

4 DSTRBUCAO POR DADE FGURA lo 40 so DADE ANOS ZZJ E aaogna E e Ucoml am O m DSTRBUCAO POR TEMPO DE APOS CORTE 315 FGURA o l1O ZZJ E allgna TEMPO APOS CORTE DAS E arwucomla E8883 maamall

5 QUAORO V lorl individualizadol e ledidal elailical Dara os paraeros anlli ados E5pecie EUCllypul slliqna a x c oaa as Qaa o cac a cc f Volule P 5eD Consi 6rau 10lnlid No ediolno oal de DrasOeDreci Volule Volu e 1d ira ladlira lldeirl olpac bllil orlll 1 1 ilo lol ald 1 ClvlCO AHOSTRA i kg l g ca3 19abariol real aorico X a3 a SO m U m S SO b z l m a m l l c ac m ccla al l l l l l l l Hldia pad C vir Hod Hedian b V ax i V lin Apl S g Q c D Q BUAORO Yalore indi igu liz do5 e didas eslaillicas para 05 paraaerol anali adol E pocio Eucalvpu ler icornis u a a c c f volu PesJ ec Consil 1 6rau 10lnaidldlNo aadiolno oal de loraolpreci Voluae Volual 111 llllloadeir la aeir loadeira coeplc balica lorlll 1 1 ac o lal dlcavacol A OSTRA s 1 kgll g cl3 Qabariol real eorico X 13 a3 f b R D e m l l adil l pid C var l 8 43 Hoda ldiana V X V ain Alp c am c

6 DUAORO Yllorll individullizldol didll lillll lrl 01 plrl rol nllilldol Espei Alcil rnlii Yolul P O lconlil 1 ar U OlnlidldlNG lediolna oll dl orolpr ci 1 YoUl Yolul 1 llld irl ld irl lld irl oplc bllil 1 orlll 1 1 lo 1101 dlclvco MOSTRA 1 1 kgll alc3 gablriol rill horico e ldil D pld C vr llodl ldilnl Y ll Y lin Aa aa 3 Uilizacao de dados caracer sicos da carga Araves dese procedimeno a relacao volume de madeira s m3 foi esabelecida a parir dos dados individuais relaivos a cada carga ana lisada por inermedio da deerminacao inicial do volume solido de made ra paramero esse calculado por inermedio do peso seco ransporado e correspondene valor de densidade basica Por sua vez por inermedio da mensuracao do volume de madeira empilhada ransporada por ocasiao do r cebimeno na fabrica a relacao era perfeiamene deerminada 3 3 Esimaiva araves de modelagem maemaica Em conformidade com os procedimenos aneriormene relaados a correa avaliacao da relacao enre 0 volume de madeira empilhada e 0 correspondene volume real solido e uma operacao basane rabalhosa e muias vezes demorada haja visa a naureza mulifuncional das variaveis influenes Pelo expos o objeivando simplificacao do procedimeno ex perimenal 0 que acarreara agilizacao na avaliacao 0 faor de empilha meno foi esimado adequadamene araves de modelagem maemaica em con formidade com exequibilidade comprovada em rabalho anerior dos auores Para al especial aencao foi concenrada inicialmene em modelos mae maicos para esimaiva do diamero medio das oras aravesdevariaveis facilmene mensuraveis e esabelecidos a parir de analises de regres SaD linear mulipla e regressao pelo processo sepwise A relacao de ca da paricular modelo para as especies analisadas foi efeuada a parir

7 das esimaivas dos coeficienes para cada variavel independene erro pa dao dos coeficienes valor de nlvel de significancia para cada valor de erro padrao da esimaiva coeficiene de correla ao R e coefici ene de deermina9ao ajusado Os respecivos modelos se1ecionados para esimaiva do diame ro medio das oras e faor de empilhameno para cada especie podem ser visualizados conforme segue Eucalypus saligna DM DMAX O DMN NT R R ajusado 94 7 FE DMAX DM NT R R ajusado Eucalypus ereicornis DM DMAX 0 77l0l DMN NT R R ajusado 96 FE NT DMAX DM DMAX R R ajusado Acacia mearnsii DM DMN NT R R ajusado fe DMN DM NT onde DM esimaiva do diamero medio das aras cm FE esimaiva do faor de empilhameno DMAX diamero maxima da ora no gabario cm DMN diamero Dlnimo da ora no gabario cm Nos Quadros V V e V enconram se apresenados os valores individualizados por carga amosrada bem como respecivos valores me dios e demais medidas de dispersao respecivamene paricularizados pa ra os grandes grupos ana1isados Nas Figuras 3 e 4 podem ser visualiza dos respecivamene os hisogramas para faor de empilhameno e varia bi1idade diamerica em classes de frequencias re1aivas obidas a par ir dos dados individuais dos gabarios analisados Em adi9ao na Figu ro 5 as esimaivas para 0 faor de empilhameno em camparacae com os dados originais san

8 FGURA 3 Hisogramas relaivos a disribui ao do faor de empilhame o em classes de frequencias relaivas

9 FGURA 4 Hisogramas relaivos a disribui ao diamerica em classes de frequencias relaivas Eucalypus saligna DO DAME1fO ODSEflVADO om Eucalypus ereicornis DO DO 100 DO US la a DANBTfO OBS VADO Dm Acacia rnearnsii ado ado ODD ODD DO o a Z DAMETfO O EfV O

10 0 FGURA 5 Represena oes graficas comparaivas enre os fa ores de empilhameno deerminados e esimados Eucalypus saligna 7 l l l DS1 ERWHADO MU O TOfA8 MMfTO Eucalypus ereicornis anmado l 7 l sa 7 0 NUNfO TOfA D Eo DCf1DMlHADO P a unmado Acacia mearnsil o D l 7 J D D l 0 70 eo 110 NUNMO TO D1RM1NADO P a latmado

11 QUADfO V Valor ndlvldualizldol li ldol dldl llllll plrl al f laeo 1 pralell nallaadal Elp i Eualypul lal19na R laeao volu adira s 3lVD 101 d 3 R 3 elv 3 d RlllD ConsulO spellied 1 3 V 1 3 ld 3 V OSTRA 161blrlo C lnbd Eli ldd C lnblo ElildD Ca lnhld Esi add ad AD brlnqlad brlnq za a s ldi D pld C var llodl ldina V lax V ln Alpl f am ca D DUADRO V VDrl indi ldullizldd ell ldd didll lllslell plrl rllacda prlill nllllldll Espeeie Euealypul erileornil a 1 R llao volu dlrl 31VD 101 d 3 R 13 lv 3 ldl R llld ConlU1O p eilied clv ld av AfOSTRA 181blriD ClinblD Eli ldd C lnhd Ell ldd C lnhd EsiadD s d AD branqlad branql 1 f j bl l ac l ca l cc lldia D pld C vir llodl ldllnl V V in Alp

12 QUADRD V Valorel individoalizadol esiladol ledida esaisic s par as relaco s pr ic s n lisadas Especi Ac cia farnlii s R caa vola d ir s 3Val sal d 3 R 3 c v 13 dl R 1 c o CansolO specifico cav id cav 1 OSTRA 18 b rio C inhao Esi da Ca inhao Eli da C inh o Esl ado d AD br nqlad br nql lo q l a al c l clc c a c cc c asl ldia i D pad C v r liad ldien V V lin Apl Q a Q c a a ga 4 Esimaiva do volume solido de madeira radicional A deerminacao do volume solido de madeira pelo procedimeno envolve basicamene a deerminacao da razao enre 0 peso se co de madeira ransporada e 0 correspondene valor de densidade basica para a madeira em analise Embora as analises para deerminacao de consis encia e densidade basica para os cavacos amosrados quando da operacao de picagem sejam de facil execucao as mesmas demandam grande inervalo de empo para sua conclusao pois envolvem a deerminacao do peso seco apos secagem em esufa No caso paricular quando da deerminacao de den sidade basica 0 inervalo de empo necessario para a efeiva secagem e incremenado haja visa a sauracao parcial sofrida pelo maerial duran e 0 desenvolvimeno analfico Pelo exposo objeivando simplificacao do procedimeno experimenal associado a agilizacao na avaliacao opou se por avaliar 0 volume solido de madeira araves da esimaiva do faor de empilhameno previamene esabelecido por modelagem maemaica prio para cada especie V SOL VT FE onde por inermedio da seguine expressao geral e pr V SOL volume solido de madeira m3 VT volume ransporado pela carga s FE esimaiva do faor de empilhameno Valores individualizados por especie e unidade de carga amos rada bem Como valores medios e demais medidas de dispersao relaivos aos dados globais obidos por caminhao em comparacao comoscorresponden es esimados por modelagem maemaica enconram se apresenados nos Qua dros V V e V Em adicao na Figura 6 as represenacoes graficas das

13 esimaiva para 0 volume solido de madeira em comparacao com as corres podenes obidas pelo procedimeno radicional sac apresenadas 5 Esabelecimeno das relacoes enre volume de cavacos e volume de ma deira o volume de cavacos correspondene a cada unidadeamosralfoi facilmene deerminado pela razao enre o peso ransporado pelo grau de compacacao densidade a granel apresenado pelos cavacos amosrado Ara yes da previa deerminacao do volume solido de madeira obido por qual quer dos procedimenos experimenais disponiveis bem como do volume de madeira ransporada as correspondenes relacoes podemser facilmene o idas Valores individualizados bem como medios e demais medidas de dis persao enconram se sumarizados nos Quadros V V e V Nas Figuras 7 e 8 podem ser visualizadas as respecivas represenacoes graficas para as relacoes enre 0 volume de cavacos pelo volume de madeira expresso nas formas solido ou empilhado em classes de frequencias esabelecidas 6 Esabelecimeno do consumo especifico de madeira e cavacos para pr ducao de uma onelada de celulose branqueada depurada seca ao ar Para 0 adequado esabelecimeno do consumo especifico para a producao de uma onelada de celulose branqueada depurada seca ao ar in dependene da forma de expressao desenvolveu se inicialmeneummemorial descriivo de calculos objeivando uma adequada comparacao com os cor respondenes valores verificados quando da siuacao indusrial Para al levou se em considera ao 0 correspondene ear de rejeiosapresenadope la polpa marrom na saida do digesor associado as perdas na depuracao e lavagem rendimeno no processo de branqueameno avaliado araves de b lancos massicos bem como os respecivos volumes solidos de madeira con sumidos A uilizacao dos correspondenes valores para rendimeno depura do foi esabelecida a parir de deslignificacoes efeuadas em escala la boraorial objeivando a obencao de um valor de numero kappa proximo a 15 5 Tais valores caracerisicos para cada especie forammanidos cons anes durane iodo 0 desenvolvimeno Os valores de densidade basicaui lizados eram os relaivos a cada paricular carga analisada A correspon em m3 cavacos onelada polpa bran dene expressao do consumo especifico queada depurada seca ao ar foi facilmene deerminada endo em visa 0 esabelecimeno de relacao previa envolvendo volume de cavacos e volume de madeira Valores individualizados bem como valores mediosedemais me didas de dispersao enconram se apresenados nos Quadros V V e V

14 FGURA 6 Represena oes graficas comparaivas enre os volumes reais solidos deerminados e esimados Eucalypus saligna 30 i l 7 3 D D D HU NO TOMa TO vowd 1a MNADO VOLU nmaco Eucalypus ereicarnis 30 i 7 l 3 0 D a a a 7 VOUJJll DlE fklwlnado NU O TO QAMllUTO Acacia rnearnsii vowxstlmado 30 8 i l D j 0 7 eo a VOLUME DK fw MNADO NUUEfO TOfAS QAMlTO vowe5nmjqo

15 FGURA 7 Hisogramas relaivos ii disribuicao da relacao volume de cavacos m3 volume solido de madeira m3 EucaJ YP ua 11 n 15 4 u C 3 J ll l a 0 a s 3 3 a EACAO VOL CAV m3 VO SO MAO ml Euc 1yp ua r 1carn U C J ll l 0 a RELACAO VOL CAV m3 VOL SOLMAD m3 Ao 01 m rn U C J ll l 0 a AELACAO VOL CAV m31 VDL SOLMAC ms

16

17 3 Discussao dos resulados A analise da Figura relaiva a disribui ao por idade pa ra as madeiras analisadas nos revela para 0 genero Eucalypus grande gru po saligna predominancia de enquadrameno na faixa de 7 a 8 anos se guidos por valores percenuais nas faixas de 8 a 9 anos e 6 a 7 anos Pe quena uiliza ao de madeira jovem foi observada conforme aesam os mals baixos valores na faixa de 5 a 6 anos Enreano para 0 grande grupo E ereicornis a disribui ao por idade foi bem mais heerogenea A uili za ao de madeira com idade superior a dez anos e pronunciada chegando a aingir praicamene 50 do oal consumido para a especie no per odo Tal siua ao e reflexo da aquisi ao de madeira provenienes de planios de erceiros Para essa especie madeiras com idades inferiores a 7 anos nao foram verificadas Ja para a madeira de Acacia mearnsii merece des aque a homogeneidade de idade quando do abae R laivamene ao empo de apos core para odas as especies analisadas nao foi deecada a presen a de madeiras com empos de apos core inferiores a 45 dias De uma maneira geral odas as especies ca racerizaram se por apresenarem elevados empos de esocagem mais no damene para a madeira de Acacia mearnsii Nese paricular aspeco a de fini ao de uma poliica floresal e indusrial relaiva a uiliza ao de madeiras com periodos prolongados de esocagem esa sendo exensivamene debaida na empresa pois conforme demonsraram RATNEKS e alii 1989 o comporameno das especies frene a deslignifica ao kraf quando aba idas em periodos de inverno ou verao e diferenciada A analise conjuna dos dados relaivos a mensura ao global das oras nos evidencia que a variabilidade diamerica em classes de fre quencias relaivas e basane heerogenea apresenando fun oes de dis ribui oes posiivamene desviadas A especie saligna caracerizou se por apresenar os mais elevados valores para diamero medio l cm sen do que menores valores foram observados para amadeira de A mearnsii 9 4cm Relaiva similaridade enre os hisogramas foi verificada enre as espe cies E saligna e E ereicornis mesmo levando se em considera ao a dife ren a de idade enre as especies Para odas as especies elevada propoe ao relaiva de madeiras com diameros na faixa de 6 a 8 anos foi verifi cada Diameros minimos da ordem de 5cm foram verificados paraas res especies sendo que a especie E saligna foi caracerizada por apresenar variabilidade diameral mais elevada A observancia de oras de pequenos diameros e jusificada pela aleracao no padrao de recebimeno da madei ra associada a subjeividade quando do procedimeno de mensura ao Ape sar das vanagens qualiaivas da ado ao de ais praicas a uiliza ao de oras de menores diameros ende a acarrear eleva oes no faor de e pilhameno e conribuir para uma perda na qualidade final dos cavacos haja visa a forma ao mais inensa de lascas Teses de significancia e re os valores medios para diamero efeuados ao nivel de 95 de proba bilidade indicaram diferen as significaivas enre as especies analisa das Em conformidade com os dados apresenados nos Quadros ll e 0 faor de deprecia ao expresso percenualmene pela razao enre a diferen a enre 0 numero eorico e numero real de oras pelo numero e rico de oras e alamene dependene do numero medio de oras por gaba rio A elevacao do numero medio de oras por gabario por sua vez en conra se inimamene associada com a diminui ao do diamero das oras conforme demonsrado em rabalho anerior dos auores Valores negaivos para 0 faor de deprecia ao indicam uma maior heerogeneidade na disri buicao diamerica da carga com observancia de maior presen ade oras fi nas em derimeno da rela ao volume solido volume esereo de madeira A especie saligna foi caracerizada por apresenar uma maior variabilida

18 de para 0 paramero em concordancia direa com a variabilidade verifica da nas classes diamerais quando da mensuracao dos gabarios A despeio da praicidade do procedimeno a aplicacao regular permie esabelecer ndices quaniaivos relacionados a variabilidade diameral e geomeria da carga mesmo apos sucessivas manipulacoes De uma maneira geral obj iva se uma disribuicao mais homogenea poss vel do diamerodasoras na carga minimizando dessa forma os espacos vazios com consequene incre meno do volume solido de madeira Nas ocasioes em que acenuada disper sao de diameros for observada apos rapida analise visual da area lae ral do caminhao para 0 esabelecimeno de um faor de empilhameno que mais adequadamene represene 0 comporameno da carga a uilizacao de um maior numero de gabarios deve ser efeuada De uma maneira geral ambas as especies analisadas apresen ram elevados eores de secos para as madeiras quando do recebimeno mais noadamene para Acacia mearnsii Tal comporameno ja era esperado ha ja visa a observancia de recebimeno de madeiras com elevados inerva los de empo de apos core A definicao de um empo de apos core ideal para ambas as especies deve ser adequadamene efeuada pois deve levar em consideracao as pariculares ransformacoes sofridas pelos exraivos da madeira quando da esocagem associada a velocidade de impregnacao dos cavacos e comporameno frene a deslignificacao kraf Teses de signi ficancia enre os valores medios efeuados a 95 de probabilidade indi caram diferencas significaivas para 0 paramero A especie E saligna ca racerizou se por apresenar os menores valores para densidade basica grau de compacacao e peso seco ransporado e em consequencia valores mais elevados para volume solido de madeira e cavacos A variabilidade verif cada enre os dados individuais enconra se associada a presenca de E grandis no grande grupo considerado com reconhecidos valoresinferiores para os parameros Diferencas significaivas enre os valores medios quan do analisadas pelo ese de Scheffe a 95 de probabilidade foram veri i cadas para os parameros densidade basica grau de compacacao e volume de cavacos Para volume de madeira nao foram observadas diferencas sig nificaivas enre as especies ereicornis e mearnsii Os respecivos valores individualizados obidos para 0 faor de empilhameno expressos pela relacao s m3 conforme apresenados nos Quadros V V e V evidenciam plena concordancia quando da uilizacao dos res procedimenos uilizados para avaliacao e sao alamene dependenes do numero de oras por gabario bem como dos correspondenes valores ma ximos e m nimos verificados A observancia de oras de pequenos diameros acarrea subsanciais elevacoes no faor de empilhameno global ae pro ximos a 0 conforme verificado para a madeira de A mearnsii Tal siua cao indica que a madeira fina realmene conribui com 0 volume da pilha nao ficando oalmene disfarcada enre os espacos formados pelas oras de maiores diameros conforme cosuma ser afirmado Menores valores para 0 paramero foram observados para E saligna sendo que a madeira de Acacia mearnsii caracerizou se pela apresenacao dos mais elevados valores Tal siuacao ja era esperada haja visa os mais elevados valores para dia mero medio observados para E saligna em conra parida com os menores valores verificados para A mearnsii Os dados obidos esao concordanes com os obidos por FOELKEL e alii 1978 e BUSNARDO e alii 1988 os quais relaaram que a elevacao na classe diameral das oras acarrea em consequencia direa elevacao na relacao m3 solido esereo Teses de significancia efeuados enre os valores medios ob idos quando da uilizacao dos res procedimenos nao revelaram diferen cas significaivas podendo por sua vez serem usados indisinamene L1 geira endencia de elevacao da relacao ms solido esereo foi verificada quando da uilizacao do volume solido de madeira calculado para a carga

19 araves da relacao enre os correspondenes valores para peso seco e de sidade basica Por sua vez diferencas significaivas enre as especies foram deecadas quando da aplicacao do ese de Scheffe a 95 de pro babilidade Respecivas represenacoes graficas para 0 faor de empilha meno obidas araves do procedimeno de mensuracao da oalidade das o ras dos gabarios conforme apresenadas na Figura 3 evidenciam difere cas basane acenuadas relacionadas com a variabilidade em classes dia merais denre ouros faores Experimenos efeuados por TORQUATO S d com planacoes comerciais de Eucalypus com idades enre 5 e 7 anos demonsraram que 0 faor de empilhameno e dependene do comprimenodas oras bem como do meodo de empilhameno Para comprimenos de orasna faixa de 1 30 a 0m 0 faor de empilhameno apresenou umarelacao di rea com 0 incremeno do comprimeno bem como era incremenado quando uma pilha de madeira empilhada mecanicamene e reempilhada mecanicame e Tais consideracoes nao sao frequenemenes levadas em consideracao nas avaliacoes podendo compromeer os resulados obidos Conforme pode ser observado pela Figura 5 relaiva as repre cor senacoes graficas para 0 faor de empilhameno quando comparado aos respondenes obidos nos gabarios os modelos maemaicos selecionados a despeio dos mais baixos valores para 0 coeficiene de deerminacao ajus ado sad apropriados para a esimaiva do paramero mesmo considerando se grande ampliude de variacao Para al para a esimaiva do faor de empilhameno deve se inicialmene proceder a esimaiva do diamero me dio das oras procedimeno esse facilmene efeuado a parir da uiliza cao de variaveis independenes facilmene mensuraveis mo Para ambos os delos selecionados a variavel independene numero de orasfl au 0 seu re cproco foi a de maior influencia As variaveis diamero maxima e diam ro mnimo de menor influencia relaiva foram manidas nos modelos pois apresenaram represenaividade conforme comprovado pelos valores numericos verificados para 0 erro padrao valor de nvel de signifi cancia para cada valor de e coeficiene da deerminacao ajusado Procedimeno idenico uilizado para a esimaiva do volume solido de madeira conforme represenacoes graficas mosradas na Figura 6 indica que esse paramero pode ser avaliado com adequada precisao ara yes da esimaiva inicial do faor de empilhameno por inermedio da u lizacao de variaveis facilmene mensuraveis agilizando sobreruaneira a avaliacao quando do recebimeno de madeira Araves da uilizacao dese procedimeno nao ha a necessidade de se proceder a deerminacao do eor de secos e densidade basica com consequene agilizacao na em lssao dos re sulados Em ermos esasicos para ambas as especies analisadas nao foram observadas diferencas significaivas enre as diferencas dos pares de medias enre os dois procedimenos quando da uilizacao do ese pareado Em ermos praicos 0 esabelecimeno das relacoes exisen es enre 0 volume de cavacos gerado quando da picagem de um volume de um mero cubico ou de urn esereo de madeira perruie um adequado dimen sionameno da area de esocagem de cavacos para aendimeno das necess dades da empresa relaivamene ao aingimeno de um deerminado volume de producao 0 volume de cavacos e alamene correlacionado com 0 grau de compacacao r zao pela qual poder se a esperar comporamenos dis inos para as relacoes para as diferenes especies 0 volume solido de madeira por sua vez ambem e alamene influenciado pelos respecivos valores verificados para densidade basica caracersicos para as dif renes especies A madeira de A mearnsii foi caracerizada por apresen ar os mais elevados valores para a relacao m cavacos m madeira bem como os menores valores quando da expressao da relacao para esereo de madeira haja visa a observancia de elevados valores de volume de madei

20 ra empilhada nas car gas ransporadas Similaridade enre os valores me dios para a rela ao m3 cavacos m3 madeira foram verificados enre as es pecies E saligna e E ereicornis Teses de significancia enre os vale res medios indicara que nao ha diferen as significaivas enre as rela oe enre as especies de Eucalypus ocorrendo 0 oposo quando da compara ao com a madeira de Acacia mearnsii Respecivas represena oes graficas pa ra rela ao m3cavacos m madeira conforme mosradas na Figura 7 indicam que as madeiras do genero Eucalypus apresenam urn comporameno similar sen do 0 oposo 0 verificado para 0 genero Acacia Apesar de odo 0 esfor o nao foi possivel 0 esabelecimeno de urn modele maemaico que represen asse com adequada precisao 0 comporameno generalizado d s dados denciando a naureza mulifuncional das variaveis envolvidas neira geral evi De uma ma os dados permiem verificar 0 esabelecimeno de uma relai va correla ao inversa enre 0 faor de empilhameno e a relacao m3 cava cos esereo de madeira Relaivamene ao consumo especifico de madeira ou cavacos pa ra a produ ao de uma onelada de celulose branqueada e depurada seca ao ar as especies analisadas apresenaram disinos comporamenos A espe cie saligna apresenou valores mais elevados para ambas as rela oes sen do que a madeira de A mearnsii foi caracerizada por apresenar os meno res siuacoes essas ja esperadas haja visa a ineracao enre os para meros rendimeno depurado e densidade basica Em rela ao ao consumo es pecifico de madeira de saligna a uiliza ao das especies de erei cornis e mearnsii proporcionam economias de madeira respecivamene de e para a produ ao de uma onelada de celulose branqueada se ca ao ar Teses de significancia indicaram que ao nivel de 95 de proba bilidade ambas as rela oes sac esaisicamene disinas para as espe cies analisadas 0 esabelecimeno de uma relacao inversa enre 0 faor de empilhameno e 0 consumo especifico de madeira pode ser verificada 4 Conclusao ouras De uma maneira geral as seguines conclusoes 0 pr esene esudo permiiu oher denre A variabilidade diamerica para as especies analisadas ern classes de frequencias relaivas e basane heerogeneas apresenando fun oes ipicas de disribui oes posiivamene desviadas 0 faor de deprecia ao e alamene dependene do numero m dio de oras por gabario e apresena comporameno disino para cada especie floresal Observancia de valores negaivos para 0 paramero evi denciam maior heerogeneidade diamerica com presen a acenuada de o ras finas ra em derimeno da rela ao volume solido volume esereo de madei Ambos os procedimenos uilizados para avalia ao do faor de empilhameno demonsraram eficacia podendo doravane seremuilizados indisinamene Sempre que possivel a op ao devera recair sobre a uili za ao dos modelos maemaicos selecionados para as diferenes especies pois permiem uma avalia ao expedia e precisa do fa or de empilhameno em condi oes de oal aleaoridade de recebimeno dos caminhoes A avalia ao do faor de empilhameno e alamene dependen e do numero de aras par gabario bem como dos respecivos diameros ma ximos minimos e medios esimados para cada paricular gabario analisa do Para agiliza ao da informa ao a uiliza ao de abelas praicas espe cificas para cada especie floresal sera de inesimavel valor 0 volume solido de madeira pode ser perfeiamene esimado com precisao araves da esimaiva inicial do faor de empilhameno efe

21 uada a parir da uiliza ao de variaveis independenes facilmene mensu raveis Araves do procedimeno proposo deermina oes dos respecivos eores de secos e densidade basica podem ser dispensadas 0 volume de cavacos e alamene correlacionado com 0 de compaca ao razao pela qual poder se a esperar comporamenos inos para as rela oes para as diferenes especies grau dis Relaivamene a rela ao m3cavacos m3madeira especiesdoge nero Eucalypus apresenaram urn comporameno similar sendo 0 oposo 0 verificado para a madeira de Acacia mearnsii Relaiva correla ao inversa foi observada enre 0 faor de empilhameno e a rela ao m3cavaco esereo de madeira Nao foi poss vel 0 esabelecimeno de modelos que represenassem com precisao suficiene 0 comporameno dos dados quando da oben ao das rela oes apresenadas maemaicos generalizado Relaivamene ao consumo espec fico de madeira para produ ao de uma onelada de celulose branqueada e depurada pecies analisadas apresenaram comporamenos disinos seca ao ar as es verificando se em adi ao 0 esabelecimeno de relacoes inversas com os respecivos fa ores de empilhameno 0 esabelecimeno das rela oes praicas envolvendo 0 volu me de cavacos permie um adequado dimensionameno da area de esocagem e ranspore de madeira para aendimeno das necessidades de producao maivas do consumo espec Aplica oes dos procedimenos proposos permiirao que esi celulose possam ser melhor quanificadas fico de madeira para produ ao de umaonelada d 5 Lieraura ciada BUSNARDO C A e alii Avalia ao do faor de empilhameno para e pecies floresais uma abordagem praica para conrole da qualida de da madeira n CONGRESSO ANUAL DA ABCP 1 Sao Paulo Tra balhos ecnicos Sao Paulo ABCP 1988 p 17 a 147 FOELKEL C E B alii Verifica ao acerca da influencia do dia mero das oras de eucalipo sobre alguns dos parameros de mensu racao da madeira e sobre a qualidade de celulose kraf n CON GRESSO ANUAL DA ABCP 11 Sao Paulo Trabalhos ecnicos Sao Paulo ABCP 1978 p 115 a 119 TORQUATO M C Faor de empilhameno di ao da madeira empilhada S n p mplica oes ecnicas na me Agradecimenos Agradecemos a colaboracao e enusiasmo demonsrado pelas senho rias Alessandra Bezerra Susee da Silva Sanvido Lia eresinha Arend de Chong Rosane dos Sanos Dias pelas mensuracoes e demais deermina oes anal icas e aos funcionarios do DEMADE pelo apoio recebidoduran e 0 desenvolvimeno experimenal