UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA

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1 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA Íris Iana Botelho Fernandes Kaline Cajueiro de Vasconcelos Leila Liani Lopes da Silva ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA SEGUNDO O QUESTIONÁRIO SF- 36 NOS FUNCIONÁRIOS DA GERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL (GAN) DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARA BELÉM - PA 2009

2 2 Íris Iana Botelho Fernandes Kaline Cajueiro de Vasconcelos Leila Liani Lopes da Silva ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA SEGUNDO O QUESTIONÁRIO SF-36 NOS FUNCIONÁRIOS DA GERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL (GAN) DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade da Amazônia, como requisito para obtenção do grau de Bacharel em Fisioterapia sob orientação da Profª Msc. Lucieny Pontes. BELÉM - PA 2009

3 3 Íris Iana Botelho Fernandes Kaline Cajueiro de Vasconcelos Leila Liani Lopes da Silva ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA SEGUNDO O QUESTIONÁRIO SF-36 NOS FUNCIONÁRIOS DA GERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL (GAN) DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade da Amazônia, como requisito para obtenção do grau de Bacharel em Fisioterapia sob orientação da Profª Msc. Lucieny Pontes. Banca Examinadora Prof. Msc. Lucieny Pontes Orientador - UNAMA Avaliador 2 Avaliador 3 Apresentado em: / / Conceito: BELÉM - PA 2009

4 4 F363a Fernandes, Iris Iana Botelho A análise da qualidade de vida segundo o questionário SF-36 nos funcionários da gerência de assistência nutricional (GAN) da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará / Iris Iana Botelho Fernandes, Kaline Cajueiro de Vasconcelos, Leila Liani Lopes da Silva Belém, f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Universidade da Amazônia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Curso de Fisioterapia, Orientador: Prof. Msc. Ft. Lucieny Pontes.

5 5 Aos meus pais, Ivaldo e Rose Mary Fernandes, por todo o empenho e dedicação que tiveram comigo por toda a minha vida até hoje, contribuindo na realização desse sonho. Íris Fernandes. Aos meus pais com todo meu amor e carinho, pela oportunidade, apoio e incentivo que me foram passados. Kaline Vasconcelos. A Deus e aos meus pais, pela intensa luta para me ofertar o melhor e por me apoiarem sempre e serem, sobretudo, amigos para sempre. Leila Lopes.

6 6 AGRADECIMENTOS A Deus por estar sempre presente na minha vida, iluminando o meu caminho, me fazendo uma pessoa abençoada. Aos meus pais, Ivaldo e Rose Mary Fernandes, por todo o investimento e patrocínio, que apesar de muito esforço e persistência me proporcionaram alcançar meu sonho, a minha realização. Ao meu irmão, Ian Fábio, que sempre se fez presente e disposto a segurar minha mão com força e dignidade. A minha Avó materna Haidê Vilhena, agradeço seu empenho e dedicação. Aos meus tios Emanuel Jorge e Sandra Vilhena, que contribuíram para essa conquista. As amigas e companheiras de todos os dias e horas, Kaline Vasconcelos e Leila Lopes, que constituiu esse trio, cúmplice de todos os acontecimentos e hoje vencedoras na realização desse sonho. A todos os amigos que sempre torceram e oraram para o alcance desse sucesso. A todos os professores que contribuíram para minha formação. A nossa professora-orientadora Lucieny da Silva Pontes, por disponibilizar seu tempo e dedicar-se de forma íntegra na orientação desse trabalho. As Nutricionistas Ciléia e Terezinha Borges e a Psicóloga Vanderlúcia da Silva Ponte, por nos conceber de maneira direta e indireta seus conhecimentos e experiências profissionais. Aos Funcionários, que colaboraram para a execução dessa pesquisa. A todos aqueles que colaboraram na realização dessa conquista, expresso os meus sinceros agradecimentos. Íris Fernandes

7 7 A Deus que, em sua infinita grandeza e amor, guiou-me e proporcionou-me caminhos maravilhosos, aprendizados necessários, deu-me força, saúde, coragem, vontade, fé e tudo que preciso em minha vida. Aos meus Pais, Nilceles Vasconcelos e Jailma Neves, minha fonte de amor, presentes, mesmo estando distantes; um grande homem que me ensina a cada dia a lutar quando encontramos grandes obstáculos sendo humilde, acima de tudo; e uma mulher maravilhosa que é meu amparo, minha amada, minha alegria de viver. Obrigada por tanta dedicação e por estarem sempre ao meu lado. A minha querida irmã Kellen Vasconcelos, minha pretinha amada que está sempre ao meu lado, minha companheira, amiga e fonte de estresse. Aos meus familiares, àqueles que me apóiam, que torcem pela minha felicidade, especialmente ao meu avô Raimundo de Nazaré, um homem sábio e muito amável. Ao meu amor Enildo, que me compreende, me dá amor, força e carinho. A todas as minhas amigas, que levantam meu astral, especialmente a dupla Leila Lopes e Íris Fernandes, amadas e eternas companheiras. A nossa Professora-orientadora Lucieny da Silva Pontes, pelo incentivo, simpatia, presteza, no auxílio às atividades e discussões sobre o andamento e normatização deste trabalho. Ao reitor Édson Franco, ao coordenador Wagner Muniz e a todos os professores que contribuíram para minha formação. A todos os colaboradores, funcionários da FSCMP que se dispuseram a nos ajudar em nossa pesquisa, em especial as Nutricionistas Cileia e Terezinha Borges e a Psicóloga Vanderlúcia da Silva Ponte, que se mostraram sempre dispostas e empenhadas em nos dar suporte. Kaline Vasconcelos.

8 8 A Deus fonte de luz e sabedoria, pela força e coragem concedidas a mim, estando comigo em toda a trajetória, por todos os momentos de alegrias e tristezas, pelo crescimento pessoal que estes quatro anos me proporcionaram e por realizar este sonho e por cumprir com sua promessa. Realmente ele é Fiel! Aos meus pais Carlos e Ivone Silva, por acreditarem e se sacrificarem tanto por mim, por sempre estarem ao meu lado, nos altos e baixos da vida, que me apoiaram nos meus dias difíceis, que me deram carinho, atenção e educação necessária para que me tornasse a pessoa que sou hoje. Aos meus avós Benedita, Catarina, Antonio e Milton, que tanto oraram e me apoiaram. Aos meus irmãos Leonardo e Luciany, que sempre estiveram na torcida. As minhas amigas, companheiras, confidentes e quase irmãs Iris e Kaline. Aos amigos de perto ou de longe que de alguma forma torceram por mim. Agradeço também, as pessoas especiais que entraram em minha vida, especialmente a Johab Quadros. Aos pacientes que convivi durante esses quatro anos, pelo amor e carinho. Ao reitor Édson Franco, ao coordenador Wagner Muniz. Aos mestres um obrigado gigantesco pela dedicação, pelas palavras verdadeiras em especial nossa professora-orientadora Lucieny da Silva Pontes. Aos colabores da FSCMP especialmente as Nutricionistas Ciléia, Terezinha e a Psicóloga Vanderlúcia da SilvaPonte. Leila Lopes

9 9 A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original. Albert Einstein

10 10 RESUMO Introdução: a preocupação com a qualidade de vida dos trabalhadores da saúde tem sido um foco constante de atenção. Em particular, o setor da Gerência de Assistência Nutricional da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, que é um setor que lida com produção de alimentos, divisões de nutrição e dietética vem sendo citado por seu alto índice de absenteísmo e pedidos de relotações. Fatores relacionados à organização do trabalho como ritmo e esforço de trabalho intenso, horários prolongados e sobrecarga de trabalho, pressão em função dos horários, movimentos repetitivos, parecem interferir podendo repercutir negativamente na saúde e na qualidade de vida desses trabalhadores. Objetivos: analisar a qualidade de vida segundo o questionário SF-36 nos funcionários da gerência de assistência nutricional da FSCMP. Materiais e Método: Este estudo caracteriza-se por ser do tipo observacional e transversal. Realizado com 62 funcionários da Gerência de Assistência Nutricional da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Sendo o questionário SF-36 o instrumento de avaliação, a pesquisa foi realizada no período de 02 a 20 de setembro de Resultados: foram encontrados para o domínio estado geral de saúde a média de 58,2, dor 62,9, vitalidade 71,9, aspectos físicos 72,2, capacidade funcional 72,3, aspectos emocionais 74,7, aspectos sociais 77,6 e para saúde mental 81,0 pontos. Conclusões: Os funcionários da gerência de assistência nutricional são adultos jovens, faixa etária prevalente entre anos, sendo a maioria do sexo feminino e apresentam uma boa qualidade de vida segundo o questionário SF-36. Palavras-chave: qualidade de vida. saúde. gerência de assistência nutricional. questionário genérico de avaliação SF-36.

11 11 ABSTRACT Introduction: the concern with the quality of life of health workers has been a constant focus of attention. In particular, the section of the Department of Nutritional Assistance Foundation of Santa Casa de Misericordia do Para, which is a sector that deals with food production, division of nutrition and dietetics has been cited for its high rate of absenteeism and applications relotações. Factors related to work organization and pace and effort of hard work, long hours and heavy workload, pressure according to the schedules, repetitive movements, may appear to interfere negatively impact the health and quality of life of these workers. Objectives: To analyze the quality of life according to the SF-36 employees in management of nutritional care FSCMP. Materials and Methods: This study characterizes for being an observational and transversal. Conducted with 62 officials of Department of Nutritional Assistance Foundation of Santa Casa de Misericordia do Para As the SF-36 assessment instrument, the survey was conducted in the period of 02 to 20 September Results were found in the area general health averaged 58.2, 62.9 pain, vitality 71.9, 72.2 physical, functional capacity, 72.3, 74.7 emotional aspects, social aspects, 77, 6 and mental health 81.0 points. Conclusions: The staff management for nutritional care are young adults, prevalent age group between years, mostly female and have a good quality of life according to SF-36. Keywords: quality of life. health. Nutritional management assistance. generic questionnaire SF-36 assessment.

12 12 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Valores referentes ao sexo da amostra 43 Tabela 2 - Valores referentes à idade (em anos) da amostra 44 Tabela 3 - Valores referentes ao tempo de serviço (em anos) da amostra 44 Tabela 4 - Aspectos quantitativos da avaliação da qualidade de vida (SF-36), n=62 45 Tabela 5 - Mediana, Primeiro Quartil (1Q) e terceiro Quartil (3Q) dos domínios da qualidade de vida ( SF-36), conforme o Sexo do funcionário: feminino (n=44), masculino (n=18) 47 Tabela 6 - Mediana, Primeiro Quartil (1Q) e terceiro Quartil (3Q) dos domínios da qualidade de vida ( SF-36), conforme as Faixas Etárias: Até 30 anos (n=10), Entre 30 e 40 anos (29) e Maior que 40 anos (n=23) Tabela 7 - Mediana, Primeiro Quartil e Terceiro Quartil, dos domínios da qualidade de vida (SF-36), conforme o Tempo de Serviço: Menos que 3 anos (n=28), Entre 3 e 6 anos (n=14) e Mais que 6 anos (n=20) Tabela 8 - Média e mediana dos domínios que compõem a qualidade de vida (SF-36) conforme o nível educacional do profissional (Nutricionistas e Agente de artes práticas), n=

13 13 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Mediana e desvio interquartílico (1º quartil ao 3º quartil) da avaliação da qualidade de vida (SF-36), n=62 46 Figura 2: Mediana, Primeiro Quartil e Terceiro Quartil, dos domínios da qualidade de vida (SF-36), conforme o Sexo: feminino (n=44), masculino (n=18) 48 Figura 3: Mediana, primeiro Quartil e terceiro Quartil, dos domínios da qualidade de vida ( SF-36), conforme as Faixas Etárias: Até 30 anos (n=10), Entre 30 e 40 anos (29) e Maior que 40 anos (n=23) Figura 4: Mediana, Primeiro Quartil e Terceiro Quartil, dos domínios da qualidade de vida (SF-36), conforme o Tempo de Serviço: Menos que 3 anos (n=28), Entre 3 e 6 anos (n=14) e Mais que 6 anos (n=20) 50 52

14 14 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AEPS CID DORT FSCMP GAN GST LER MS OMS QV QVRS QVT RGPS3 SEAD SF-36 SUS UAN Anuário Estatístico da Previdência Social Código Internacional de Doenças Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará Gerência de Assistência Nutricional Gerência de Saúde do Trabalhador Lesões por Esforço Repetitivo Ministério da Saúde Organização Mundial de Saúde Qualidade de Vida Qualidade de Vida Relacionada à Saúde Qualidade de Vida no Trabalho Regime Geral de Previdência Social Secretária de Estado de Administração Questionário Medical Outcomes Study 36- Item short- Form Health Survey Sistema Único de Saúde Unidade de Assistência Nutricional

15 15 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 16 2 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVO ESPECÍFICO 20 3 REFERENCIAL TEÓRICO SAÚDE DO TRABALHADOR TRABALHADORES DA SAÚDE UNIDADE DE ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL (UAN) NO AMBIENTE HOSPITALAR QUALIDADE DE VIDA 34 4 MATERIAIS E MÉTODOS 37 5 RESULTADOS 43 6 DISCUSSÃO 54 7 CONCLUSÕES 59 REFERÊNCIAS 60 APÊNDICE A - Aceite do Orientador 67 APÊNDICE B - Aceite do Co-orientador 68 APÊNDICE C - Carta de aceite 69 APÊNDICE D - Carta do CEP 70 ANEXO A - Termo de consentimento livre e esclarecimento 71 ANEXO B - Ficha de identificação 72 ANEXO C - Versão Brasileira do Questionário de Qualidade de Vida SF ANEXO D População alvo do estudo 77

16 16 1 INTRODUÇÃO Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde é definida como estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente pela ausência de doença ou enfermidade. Atualmente, o conceito tornou-se mais abrangente e passou a ser denominado qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) (POMPEU; MENESES, 2008). A QVRS refere-se à percepção que o indivíduo possui em relação à sua doença e seus efeitos na própria vida, incluindo a satisfação pessoal associada ao seu bem estar físico, funcional, emocional e social (LANA et al, 2007). O conceito de qualidade de vida (QV) é bastante complexo e, em geral, saúde é aceita como parte essencial desta, que engloba um conceito multidimensional que reflete a avaliação subjetiva de satisfação pessoal em relação ao bem-estar físico, funcional, emocional e social (POMPEU; MENESES, 2008). A qualidade de vida (QV) é definida por Goulart e Sampaio (2004), como a maneira pela qual o indivíduo interage (com sua individualidade e subjetividade) com o mundo externo; portanto, a maneira como o sujeito é influenciado e como influencia o meio. Desta afirmativa, tem-se a qualidade de vida como o equilíbrio entre as forças internas e externas. Vários autores fazem distinção entre a qualidade de vida dentro e fora do trabalho. Enquanto a qualidade de vida diz respeito a assuntos relacionados à saúde, educação, moradia, entre outros, que não são de responsabilidade imediata da empresa, a qualidade de vida no trabalho diz respeito a assuntos relacionados diretamente com o ambiente de trabalho. Mendes e Leite (2004), defendem que a qualidade de vida no trabalho é aquela relacionada somente ao trabalho, sendo que a satisfação no trabalho mantém relação direta com a qualidade de vida fora e dentro do trabalho. Assim, é que os funcionários que tem uma vida familiar insatisfatória e satisfatória no trabalho são mais receptivos e menos exigentes em seus critérios para receber a satisfação. Segundo Sucesso (2002), qualidade de vida no trabalho diz respeito à renda capaz de satisfazer as expectativas pessoais e sociais; ao orgulho pelo trabalho realizado; à vida emocional satisfatória; à auto-estima; à imagem da empresa/instituição junto à opinião pública; ao equilíbrio entre trabalho e lazer; aos horários e condições sensatos de trabalho; às oportunidades e perspectivas de carreira; à possibilidade de uso do potencial; ao respeito aos direitos; e à justiça nas recompensas.

17 17 Nas últimas décadas, desfechos como a qualidade de vida relacionada à saúde, capacidade funcional, escalas de dor, e satisfação têm sido enfatizados por possibilitarem a análise da situação de saúde e as manifestações da doença na vida do indivíduo em sua própria perspectiva (subjetividade), completando os dados clínicos e objetivos (LOPES; CICONELLI; REIS, 2007). Para Damas (2004), a qualidade de vida do profissional da saúde sofre interferências importantes devido à organização no processo de trabalho, ambiência e relações inter e intrapessoais. Diariamente, são expostos a dor, doença e morte para quem essas experiências não são mais conceitos abstratos, mas sim, realidades comuns. O trabalho em saúde impõe aos profissionais da área uma rotina carregada de alto grau de tensão que envolve toda a equipe. Inúmeras pessoas transitando e conversando, sons agudos, intermitentes e variados, queixas constantes, ansiedade, tristeza, dor, morte e longas jornadas de trabalho constituem o cotidiano da maioria desses profissionais (REMEN, 1993). Como conseqüência, foram desenvolvidos e publicados uma variedade de instrumentos, questionários e escalas que abordam esse tipo de variável, já que o exame objetivo é um indicador escasso para avaliação dos aspectos funcionais, sociais e emocionais (LOPES; CICONELLI; REIS, 2007). Os instrumentos classificados como genéricos quantificam a percepção do indivíduo sobre seu estado geral de saúde. Sua desvantagem é o fato de que podem não detectar mudanças em aspectos específicos. Apesar disso, eles são suficientemente precisos para as análises de grupos sobre aspectos geral da saúde. A maioria deles tem mais de um domínio e discrimina funções físicas, emocionais e sociais (LOPES; CICONELLI; REIS, 2007). O questionário Medical Outcomes Study 36- Item short- Form Health Survey (SF-36), é um instrumento genérico, utilizado para avaliar de forma ampla e completa o termo qualidade de vida. A avaliação de qualidade de vida é feita basicamente pela administração de instrumentos ou questionários que, em sua grande maioria, foram formulados na língua inglesa, direcionados para a utilização na população que fala esse idioma. Portanto, para que possa ser utilizado em outro idioma devem seguir-se normas pré-estabelecidas na literatura para sua tradução e, posteriormente, suas propriedades de medida devem ser demonstradas num contexto cultural específico (MATHIAS; FIFER; PATRICK, 1994), (GUILLEMIN, 1995). A escolha desse instrumento fundamentou- se na necessidade de termos uma cópia traduzida para língua portuguesa, um questionário de avaliação genérica de saúde, bem

18 18 desenhado, cujas propriedades de medida, como reprodutibilidade, validade e suscetibilidade a alterações, já tivessem sido demonstradas em outros trabalhos. Durante a construção do processo de trabalho é importante compreender a operacionalidade desse processo e o quão satisfeito está o trabalhador com as relações de trabalho, com a sua participação nesse processo e quão realizada está dentro desse contexto. Partindo desse principio, talvez se encontre respostas para o alto índice de absenteísmo e solicitações de relotações em alguns setores da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP). Na área específica de Gerência e Assistência Nutricional (GAN) da FSCMP tem como característica a prestação diária, ininterrupta e contínua de serviços, sob rigorosos padrões de qualidade, independente do número de funcionários presentes no dia. Assim, a falta de um elemento da equipe gera atrasos e sobrecarregam os trabalhadores presentes, a situação torna-se crítica se houver várias ausências no dia e/ou se essas ausências não forem momentâneas. A questão do absenteísmo nesses serviços é um dos principais problemas que afeta não só a eficácia, mas principalmente o atendimento prestado aos pacientes. De acordo com os dados estatísticos da Gerência de Saúde do Trabalhador (GST), dentre os funcionários da Santa Casa de Misericórdia do Pará na GAN foram constatados 22% dos pedidos de relotação e 40% do índice de absenteísmo. Por se tratar de um setor que lida com produção de alimentos, as divisões de nutrição e dietética dos hospitais oferecem muitos riscos à saúde e condições inadequadas de trabalho aos funcionários, ocasionando problemas principalmente relacionados com o desconforto ambiental dos setores e os riscos de acidente, pelos mesmos lidarem com equipamentos elétricos, utensílios e instrumentos cortantes, condições estas que reduzem a qualidade do trabalho e diminuem a produtividade (SANT ANA et al., 1994). Silva (2008), afirma que na cozinha hospitalar o conforto e a estética deverão ser observados, visando despertar no funcionário orgulho pelo local de trabalho, estímulo e satisfação. A ambiência do trabalho é considerada como o conjunto de elementos envolventes que condicionam as atividades administrativas operacionais e determinam, em grande parte, a qualidade e a quantidade de trabalho produzido, e existem vários fatores que interferem diretamente na produção como: iluminação, ventilação, temperatura, umidade, sonorização, cor, configuração geométrica e piso. Tendo em vista o alto índice de relotação e de absenteísmo da GAN, se faz necessário investigar quais os fatores que geram esse quadro, com a finalidade de identificar os nós

19 19 críticos nesse setor e investigar como se encontra a qualidade de vida desses trabalhadores segundo o questionário SF-36. Baseando-se na política de Humanização do SUS que focaliza a atenção ao servidor e usuários, terá inicio essa pesquisa que faz parte de um projeto maior denominado Projeto Ciranda: cuidar de quem cuida, direcionado a atender as demandas do servidor da FSCMP. Desse modo, será investigada a qualidade de vida dos funcionários da GAN.

20 20 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Analisar a qualidade de vida segundo o questionário SF-36 nos funcionários da gerência de assistência nutricional da FSCMP. 2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO verificar as diferenças entre sexo e idade; identificar a qualidade de vida de acordo com a profissão e tempo de serviço; analisar a vitalidade e o estado de saúde em que o trabalhador se encontra; verificar as limitações por aspectos físicos da dor; identificar aspectos da saúde mental; identificar aspectos sociais; formar um banco de dados na área de prevenção e tratamento das doenças do trabalhador.

21 21 3 REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 SAÚDE DO TRABALHADOR A saúde do trabalhador constitui uma área da Saúde Pública que tem como objeto de estudo e intervenção as relações entre o trabalho e a saúde. Tem como objetivo a promoção e a proteção da saúde do trabalhador, por meio do desenvolvimento de ações de vigilância dos riscos presentes nos ambientes e condições de trabalho, dos agravos à saúde do trabalhador e a organização e prestação da assistência aos trabalhadores, compreendendo procedimentos de diagnóstico, tratamento e reabilitação de forma integrada, no Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2001). Entre os determinantes da saúde do trabalhador estão compreendidos os condicionantes sociais, econômicos, tecnológicos e organizacionais responsáveis pelas condições de vida e os fatores de risco ocupacionais físicos, químicos, biológicos, mecânicos e aqueles decorrentes da organização laboral presentes nos processos de trabalho. Assim, as ações de saúde do trabalhador têm como foco as mudanças nos processos de trabalho que contemplem as relações saúde-trabalho em toda a sua complexidade, por meio de uma atuação multiprofissional, interdisciplinar e intersetorial (BRASIL, 2001). As condições de trabalho implicam não só nas condições ambientais e nos riscos específicos no trabalho dos grupos de trabalhadores. Daí a necessidade da introdução da subjetividade dos mesmos refletindo a representação de seu modo específico de trabalhar, desgastar-se, incluindo neste contexto a saúde mental e o estresse. A saúde do trabalhador é, portanto, a área de conhecimento, de aplicação técnica e política na saúde que dá conta das relações entre trabalho e saúde. Araújo et al. (2003), afirmam que a teoria do estresse fundamenta-se na avaliação de como o organismo responde às demandas do ambiente externo, sendo o estresse produzido em situações em que as demandas excedem as capacidades individuais de responder a esses estímulos. Heloani e Capitão (2003), afirmam que atualmente, existe uma pressão constante contra a grande massa de trabalhadores existente em quase todo o mundo, uma ameaça com objetivo certeiro no qual faz com que milhares de pessoas sintam-se sobressaltadas, pois a

22 22 única ferramenta de que dispõe, sua força de trabalho, esse princípio de realidade adentra e fere o psiquismo humano e atinge a saúde mental de várias pessoas. Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2001) as relações entre trabalho e saúde do trabalhador conformam um mosaico, coexistindo múltiplas situações de trabalho caracterizadas por diferentes estágios de incorporação tecnológica, diferentes formas de organização e gestão, relações e formas de contrato de trabalho, que se refletem sobre o viver, o adoecer e o morrer dos trabalhadores. A adoção de novas tecnologias e métodos gerenciais facilitam a intensificação do trabalho que, aliada à instabilidade no emprego, modificam o perfil de adoecimento e sofrimento dos trabalhadores, expressando-se, entre outros, pelo aumento da prevalência de doenças relacionadas ao trabalho, como as lesões por esforços repetitivos (LER), também denominadas de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). Assim, caracterizam o surgimento de novas formas de adoecimento, como o estresse e a fadiga física e mental e outras manifestações de sofrimento relacionadas ao trabalho. Configuram, portanto, situações que exigem mais pesquisas e conhecimento para que se possam traçar propostas coerentes e efetivas de intervenção. De modo esquemático, pode-se dizer que o perfil de morbimortalidade dos trabalhadores caracteriza-se pela coexistência de agravos que têm relação direta com condições de trabalho específicas, como os acidentes de trabalho típicos e as doenças profissionais; as doenças relacionadas ao trabalho, que têm sua freqüência, surgimento e/ou gravidade modificadas pelo trabalho e doenças comuns ao conjunto da população, que não guardam relação etiológica com o trabalho. Os trabalhadores compartilham os perfis de adoecimento e morte da população em geral, em função de sua idade, gênero, grupo social ou inserção em um grupo específico de risco. Além disso, os trabalhadores podem adoecer ou morrer por causas relacionadas ao trabalho, como conseqüência da profissão que exercem ou exerceram, ou pelas condições adversas em que seu trabalho é ou foi realizado. Assim, o perfil de adoecimento e morte dos trabalhadores resultará da amalgamação desses fatores, que podem ser sintetizados em quatro grupos de causas (MENDES; DIAS, 1999): doenças comuns, aparentemente sem qualquer relação com o trabalho; doenças comuns (crônico-degenerativas, infecciosas, neoplásicas, traumáticas, dentre outros). Eventualmente modificadas no aumento da freqüência de sua ocorrência ou na precocidade de seu surgimento em trabalhadores, sob determinadas condições de trabalho. A hipertensão arterial em motoristas de ônibus urbanos, nas grandes cidades, exemplifica esta possibilidade;

23 23 doenças comuns que têm o espectro de sua etiologia ampliado ou tornado mais complexo pelo trabalho. A asma brônquica, a dermatite de contato alérgica, a perda auditiva induzida pelo ruído (ocupacional), doenças músculo-esqueléticas e alguns transtornos mentais exemplificam esta possibilidade, na qual, em decorrência do trabalho, somam-se (efeito aditivo) ou multiplicam-se (efeito sinérgico) as condições provocadoras ou desencadeadoras destes quadros nosológicos; agravos à saúde específicos, tipificados pelos acidentes do trabalho e pelas doenças profissionais. As condições ergonômicas do ambiente de trabalho em que muitas vezes os trabalhadores são submetidos levam a um alto índice de acidente de trabalho. O acidente de trabalho pode ser definido como o evento súbito ocorrido no exercício de atividade laboral, independentemente da situação empregatícia e previdenciária do trabalhador acidentado, e que acarreta dano à saúde, potencial ou imediato, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que causa direta ou indiretamente a morte, a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho (BRASIL, 2001). Segundo o Ministério da Previdência Social (BRASIL, 1999), o acidente de trabalho ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, com o segurado empregado, trabalhador avulso, médico residente, bem como com o segurado especial, no exercício de suas atividades, provocando lesão corporal ou perturbação funcional causando a morte, a perda ou redução, temporária ou permanente, da capacidade para o trabalho. Atualmente existe uma preocupação com os dados divulgados sobre acidentes de trabalho ocorridos no Brasil. De acordo com dados disponíveis no Anuário Estatístico da Previdência Social - AEPS, no ano de 2004 foram registrados acidentes de trabalho no Brasil, quantidade que representa cerca de 1,9% do total de trabalhadores do setor privado inscritos no Regime Geral de Previdência Social RGPS3. Em outras palavras, de cada trabalhadores brasileiros, cerca de 18,9 sofreram algum tipo de acidente de trabalho (BRASIL, 2006). Entretanto, vale chamar atenção para a evolução pouco previsível das taxas de crescimento do número de acidentes de trabalho entre os anos estudados. Este fenômeno possivelmente está atrelado à subnotificação de registros, que pode provocar distorções na percepção quanto à evolução dos registros de acidentes de trabalho (BRASIL, 2006). Em relação à idade, observa-se claramente uma concentração de casos entre os trabalhadores mais jovens com idade entre 20 e 29 anos. Esta situação pode estar relacionado, em alguma medida, à pouca experiência profissional e/ou à insuficiência de

24 24 qualificação adequada para o exercício das atividades. Vale mencionar que, de acordo com os dados do AEPS 2004, os pés, as mãos e a cabeça concentram os locais do corpo mais atingidos pelos acidentes de trabalho registrados. Os ferimentos - segundo os códigos da Classificação Internacional de Doenças CID - mais freqüentes são, em ordem decrescente, ferimento do punho e da mão, fratura do punho e da mão e trauma superficial do punho e da mão (BRASIL, 2006). Do total de acidentes registrados em 2004, a exemplo do que ocorreu em todos os demais anos da série histórica analisada, a maior parte cerca de 81,0% do total ou corresponde a acidentes típicos, ou seja, a eventos ocorridos durante o exercício da atividade profissional. Em relação à localização geográfica, a Região Norte ficou com a quantidade de acidentes de trabalho (3,9%) (BRASIL, 2006). Com relação à aposentadoria que é um benefício concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados pela perícia médica da previdência social incapacitados para exercer suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento. Não tem direito à aposentadoria por invalidez quem, ao se filiar à previdência social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade. A aposentadoria por idade é um direito aos trabalhadores urbanos do sexo masculino a partir dos 65 anos e do sexo feminino a partir dos 60 anos de idade (BRASIL, 2009). Quanto à aposentadoria por tempo de contribuição pode ser integral ou proporcional. Para ter direito à aposentadoria integral, o trabalhador homem deve comprovar pelo menos 35 anos de contribuição e a trabalhadora mulher, 30 anos. Para requerer a aposentadoria proporcional, o trabalhador tem que combinar dois requisitos: tempo de contribuição e idade mínima. Os homens podem requerer aposentadoria proporcional aos 53 anos de idade e 30 anos de contribuição, mais um adicional de 40% sobre o tempo que faltava em 16 de dezembro de 1998 para completar 30 anos de contribuição. As mulheres têm direito à proporcional aos 48 anos de idade e 25 de contribuição, mais um adicional de 40% sobre o tempo que faltava em 16 de dezembro de 1998 para completar 25 anos de contribuição (BRASIL, 2009). Existem variadas maneiras de atuar sobre estas realidades no sentido de prevenir e identificar sua ocorrência, e reparar seus resultados, por isso hoje existe uma preocupação do Sistema Único de Saúde (SUS) em formular políticas que assistam o trabalhador da saúde, em decorrência disto, foi instituída pelo Ministério da Saúde em 2003, a Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS (HumanizaSUS) foi formulada a partir da sistematização de experiências do chamado SUS que dá certo. Ela reconhece que Estados,

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