ESTRATÉGIAS NARRATIVAS PARA UMA ESCRITA ACADÊMICA APROPRIADA E EDUCATIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTRATÉGIAS NARRATIVAS PARA UMA ESCRITA ACADÊMICA APROPRIADA E EDUCATIVA"

Transcrição

1 ESTRATÉGIAS NARRATIVAS PARA UMA ESCRITA ACADÊMICA APROPRIADA E EDUCATIVA Rodrigo Viana Sales 1 Resumo: Neste artigo, almejo realizar uma reflexão sobre a relação do sujeito de produção do conhecimento acadêmico, e as estratégias narrativas que vem sendo escolhidas para publicação de seus trabalhos. Busco também, pensar como essas estratégias podem vir a enrijecer ou realizar aberturas para os conhecimentos produzidos, como elas podem se tornar pilares importantes na reforma do pensamento enfatizada por Morin, necessária para atender as demandas cognitivas cada vez mais múltiplas da sociedade atual, tecendo conhecimentos com uma ciência cada vez mais portadora de sensibilidades, menos fragmentada, mais humana, uma ciência complexa. Com isto, procuro demonstrar como uma estratégia narrativa apropriada pode contribuir para a educação, na medida em que ela provoca uma práxis educativa que promove o interconhecimento, reconhecimento e autoconhecimento. Palavras-Chave: Ciência complexa.conhecimento. Educação. Estratégia narrativa. Entendo que o sujeito é ator e autor de sua trajetória e ao mesmo tempo, em sua multiplicidade, é produto/produtor de sua sociedade, e por isso carrega consigo as marcas da sua sociedade, história, época e cultura. A partir deste pressuposto, compartilho a idéia de que as narrativas de experiências pessoais fazem parte de uma contingência criativa na produção do conhecimento e consequentemente, transbordam os limites da produção acadêmica de maneira ocultada ou assumida. No primeiro caso, são camufladas pelo tratamento (de forma consciente ou inconsciente) e descrição das informações. São maquiadas e fragmentadas, regidas pelo paradigma da ciência moderna. No segundo, o pesquisador tenta se despir do modus operandi da ciência cartesiana, e busca superar o mito da assepsia científica. Ele se coloca de maneira consciente no contexto de seu trabalho, evidenciando suas limitações e possibilitando uma práxis educativa na medida em que ele se insere na sua problemática e reflete sobre toda trajetória que o levou até a sua pesquisa. Pois assim como enfatizou Lévi-Strauss (ao realizar uma reflexão sobre o papel do pesquisador): [...] meu pensamento é ele próprio um objeto. Sendo deste mundo, participa da mesma natureza que ele (LÉVI-STRAUSS, 1996, p. 54). 1 Graduado em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2009.2). Orientação da professora Dra. Dalcy da Silva Cruz.

2 2 A neutralidade e assepsia na ciência já foram estruturas elementares e fundamentais na pesquisa, argumentação e publicação científica. Este modelo se solidificou a partir do projeto de ciência idealizado por René Descartes em que o conhecimento deveria passar por um exame detalhado para avaliar sua racionalidade e justificação, ser fragmentado em tantas partes quanto fossem necessárias para a facilitação da compreensão e classificado de maneira precisa (RODRIGUES, ). Esse rigor metodológico possibilitou transformações pontuais de caráter revolucionário, para aquele momento histórico, na forma de produzir e consumir conhecimento na época, com grandes reminiscências até hoje, o que possibilitou uma ruptura entre o conhecimento científico e o conhecimento das humanidades, conseqüentemente: [...] supervalorizando o conhecimento científico, promovendo fragmentações entre as distintas ciências, baseados, sobretudo, nas ciências puras e repugnando outros saberes [...] (SALES, 2009, p. 26), blindando e hierarquizando a ciência cartesiana sobre outras formas do conhecimento humano. Com isto, adicionado aos influentes modelos do pensamento racional como, por exemplo, o positivismo, os produtores do conhecimento da ciência moderna se tornaram cada vez mais rigorosos quanto à necessidade de realizar um maior distanciamento/coisificação do objeto, exigindo uma neutralidade/imparcialidade do pesquisador, uma objetividade científica degeneradora da possibilidade de uma dialógica entre formas distintas de produção do conhecimento. A imparcialidade passou a ser confundida com impessoalidade, o que provou uma produção acadêmica narrada na terceira pessoa do singular ou na primeira pessoa do plural, como se assim fosse possível retirar as humanidades 3 dos autores. Produzindo consequentemente, uma literatura que separa radicalmente o sujeito do objeto. Caracterizando na publicação de trabalhos uma apropriação de uma narrativa indutiva e/ou consensual, que se auto-promove com um caráter de verdade pautado pela convenção impressa na sua própria narração. Assim quando o pesquisador em seu trabalho realiza a conjugação verbal na terceira pessoa do singular no presente do indicativo: percebe-se, notase, observa-se, o pesquisador isenta-se da responsabilidade de sua narração, transferindo-a a um personagem que habita o interior do texto, como se houvesse uma entidade prosopopêica 2 Documento eletrônico não paginado. 3 Aqui o termo humanidades significa toda gama de valores adquiridos pelo fenômeno da cultura.

3 3 que personifica-se na escritura dando-lhe uma autonomia que é indutiva e coercitiva ao leitor. Ou mesmo quando o autor fala: verificamos, entendemos, concluímos, ou qualquer outra conjugação de verbo 4 na primeira pessoa do plural, ele torna consensual e idôneo o entendimento a ser explanado a posteriori em sua narrativa. O que supostamente, de maneira consciente ou inconsciente, isenta o cientista dos posicionamentos e resultados adotados em seu próprio trabalho, bem como vai de encontro ao preceito de refutabilidade ou falseabilidade da ciência, visto que é narrado como verdade coletiva, como diria Popper: [...] o alvo do cientista não é descobrir uma certeza absoluta, mas descobrir teorias cada vez melhores, capazes de ser submetidas a testes cada vez mais severos. Mas, isto significa que essas teorias devem ser mostradas falsas: é pela verificação de sua falsidade que a ciência progride [...]. (POPPER, 1975, p. 332) A narrativa científica na terceira pessoa do singular, e na primeira pessoa do plural talvez se justifique pelo fato que a produção acadêmica nunca é feita a duas mãos, pois sempre é embasada em trabalhos, ideologias, teses, teorias anteriores. Porém, até mesmo no processo de aprendizagem, reflexão, e apropriação do conhecimento a relação do indivíduo com o conhecimento produzido é subjetivizada pelo próprio sujeito. Por isto, é apropriada, interpretada e resignificada de maneira particular. Sendo assim, a referência bibliográfica contemplaria a inspiração, co-autoria, ou o embasamento teórico do trabalho e conseqüentemente o pesquisador poderia, com humildade se expor enquanto produtor reflexivo, reconstrutor sobre alicerces de conhecimento embasadores, assumindo todos os riscos ao imprimir sua reflexão pessoal construída na primeira pessoa do singular. Uma narrativa apropriada permitiria simbológico-empiricamente a desvalorização do mito da neutralidade científica, pois, embora hoje em dia muitos cientistas refutem a idéia de neutralidade na ciência, acabam por reiterar essa idéia na hora que produzem às narrativas dos seus trabalhos. Enquanto no caso de uma escrita apropriada, na primeira pessoa do singular, o autor se posicionaria frente a sua problematização, tendo conhecimento que sua relação com o saber é inacabada, subjetivizada e resignificada para, a partir disto, produzir um novo conhecimento, agora assumido narrativamente por quem o produz. O que certamente corroboraria de maneira coerente com o principio de falseabilidade desenvolvido por Popper, endossando a idéia que a produção acadêmica é datada, parcial, subjetivizada e por isso deve ser falseada, para progressão da própria ciência. E colaboraria também para superar o que constatou Carvalho quando afirmou que: É fato incomum que intelectuais falem de si. Escondem suas identidades e seus duplos por meio da suposta assepsia de conceitos e teorias 4 Palavra que designa ação, estado, qualidade, ou existência (FERREIRA, 2000, p. 707).

4 4 (CARVALHO, 2003, p.99), com isso é importante transpor as assepsias e produzir um conhecimento cada vez mais hibrido e ousado. Como toda produção humana, a ciência é um produto histórico regido pelas demandas e ideologias de um determinado período, é apenas uma das ferramentas de interpretação e explicação da realidade. Numa visão mais marxista poderia se argumentar que é determinada pelos interesses das classes dominantes. Contudo, é fato que a produção de Descartes, Bacon e tantos outros fundadores e homologadores da ciência moderna, foi muito importante para transformar a visão de uma sociedade instaurada no teocentrismo, e com isto, resignificar seus valores. Todavia, a característica principal da sociedade moderna, como demonstrou Foucault 5, foi à busca pela unidade, através de mecanismos reguladores e coercitivos que objetivavam a domestificação dos indivíduos, por isso a modernidade se caracterizou monogâmica, monoteísta, (de) família mononuclear, com valores machistas, patriarcais, eurocêntricos, heterossexuais, e com certeza a ciência foi o modelo único escolhido para explicação do real (SALES, 2009, p. 27). Será que esses valores que estiveram no seio da produção acadêmica da modernidade ainda atendem as necessidades múltiplas dos dias atuais? Se a ciência é realmente datada e uma tentativa concreta de atender as inquietações cognitivas e demandas de sua sociedade, bem como em outros modelos de explicação do real, ela assim como a sociedade, é dinâmica e por isso, não podemos reproduzir os mesmos moldes de uma ciência ultrapassada para uma sociedade transformada. É importante se abrir um parêntese aqui para compartilhar uma inquietação relacionada às citações produzidas cotidianamente nos trabalhos científicos, tendo em vista que na narrativa de vários autores, antes de evocar o pensamento de um terceiro, refere-se a ele com o verbo conjugado no presente, ou seja, é narrado da seguinte maneira: A terceira pessoa (o autor) pensa, diz, ressalta, afirma e assim por diante; entretanto, assim como nosso pensamento, o pensamento dele (terceiro) também é passível de transformação, com isso, talvez seja mais conveniente conjugar este verbo no pretérito, visto que os pensamentos, idéias, indivíduos, sociedades, estão em constante mudança. Assim, acredito que se promove um maior respeito à possibilidade de mudança do pensamento do autor citado. Diferente da Modernidade, na sociedade dita Pós-moderna os indivíduos pertencem a uma multiplicidade de grupos primários fundados na afinidade, que são a marca do espírito pós-moderno (MAFFESOLI, 1996, p.100), ou seja, a característica principal do espírito da 5 Reflexão realizada a partir da leitura do livro: A Microfísica do Poder (2001).

5 5 Contemporaneidade é a multiplicidade. Neste sentido, a produção científica necessita se aproximar de métodos que busquem dar conta do caráter multifacetado da dos dias atuais. Para isso, é necessário produzir uma ciência que desconheça fronteiras disciplinares e dialogue com as desordens da realidade, nutrida de pulsões e paixões, embebecida de humanidades e conectiva a outras formas de leitura do real. É preciso produzir um conhecimento ético, dialogal e transversal, que possibilite a desconstrução e reconstrução da forma de produzir conhecimento, reformando o pensamento, como sugeriu Morin. Uma ciência aberta e conectiva, como refletiu Carvalho: A prática da conectividade e da transversalidade exige que a razão se abra, o pensamento se reforme, a criatividade se desencadeie, o medo do erro se erradique, a revolta se explicite, a auto-ética contamine o eu e o outro (CARVALHO, 2003, p.101). É com esse espírito que falo de uma necessidade emergente que tem de ser assumida pelos produtores do conhecimento, em especial, aos acadêmicos. A escolha de optar por uma forma mais ousada de produzir e narrar o conhecimento. Acredito que as demandas cognitivas atuais exigem que a produção do saber se instaure cada vez mais transgressora, visto que o paradigma cartesiano não contempla as explicações mais apropriadas para o nosso tempo. É nesse momento que se faz necessário que o conhecimento acadêmico seja contaminado pela natureza apaixonada da produção de uma ciência aberta para manter uma dialógica com o conhecimento das humanidades. Buscando alcançar o que estar além do racional, do superficial e vá de encontro a uma lógica do sensível. Assim como afirmou Lévi-Strauss desencantado com a cultura ocidental: A humanidade instala-se na monocultura; prepara-se para produzir civilização em massa, como beterraba (1996, p. 35), o que é conseqüência do vigente processo de globalização. Ele atentou para o que vai além das aparências primeiras das coisas, por isso se declarou amante da geologia e psicanálise, pois ambas buscam ultrapassar a superfície confusa da experiência (ALMEIDA, p.366). A terceira amante seria o marxismo, pois para Marx, os fatos empíricos por si só são desprovidos de sentido (MARX, apud.almeida, p.366), é necessário um olhar mais rigoroso impresso por um modelo de explicação que possibilite articular o sensível e o racional. Almeida em seu artigo Claude Lévi-Strauss e três lições de uma ciência primeira, observou que para este autor a ciência deve estar próxima de uma lógica do sensível,

6 6 consequentemente, os levistrussianos problematizam o estatuto hegemônico da cultura cientifica e explicitam estilos outros de pensar o mundo e sistematizar saberes e experiências vividas (ALMEIDA, 2008,p.369), perseguindo informações encontradas além das evidências da superficialidade. Objetivando um aprofundamento sob as camadas das informações que já estão postas. Assim Lévi-Strauss realizou uma busca pela essência da problematização a ser discutida, a procura pelas estruturas elementares da problemática analisada. Um exemplo disso são as três amantes descritas por ele mesmo no livro Tristes Trópicos (1996, p. 54 a 56), as três formas de compreensão das realidades (da sociedade, do sujeito e do meio) necessitam essencialmente de transpor as informações superficiais de seus estudos para obter um resultado mais aprofundado sobre suas possíveis leituras: Com base nos ensinamentos das suas três amantes dirá Lévi-Strauss: a compreensão consiste na transformação de um tipo de realidade em outra ; a verdadeira realidade nunca é a mais óbvia ; e, em todos os três casos (geologia, psicanálise, marxismo) põe-se o mesmo problema: o das relações entre o sensível e o racional; e o objetivo que se pretende atingir é sempre o mesmo: uma espécie de supra-racionalismo que visa à integração do primeiro no segundo sem sacrifício de nenhuma de suas propriedades (LÉVI-STRAUSS apud ALMEIDA, 2008, p.366). Aqui não existe consistência na assertiva que o pensamento racional é opositor ao sensível, além disso, ambas as formas de interpretar o real são compreendidas dialogicamente como complementares e antagônicas, pois comportam em si a une-dualidade característica do comportamento humano. Assim como afirmou Carvalho quando observou que: A sensibilidade não se opõe à inteligibilidade, ou aos ditames da razão. Caminham juntas, penetrando corpo, estabelecem conexões, reorganizam o real por meio dos cinco sentidos. Um sexto sentido, a imaginação criadora, se junta a eles para colocar ordem na casa, nutrir a vida, produzir uma harmonia interior, essa sim à verdadeira condição de sabedoria (CARVALHO, 2008, p.302). São estes sentidos que funcionam como receptores das informações e linguagens do mundo, e a produção acadêmica é um dos resultados da percepção lapidada, trabalhada e resignificada do pesquisador em relação ao seu trabalho. Morin escreveu que: A percepção é uma tradução, mas as próprias palavras são, igualmente, traduções de traduções e de reconstruções, discursos, teorias do mesmo. [...] todo conhecimento é tradução e reconstrução (MORIN, 2002, p. 80). Almeida evidenciou que o conhecimento é o tratamento das informações (seleção, articulação e imputação de significados) que se metamorfoseiam (2010, p. 70 a 72). Sendo assim, a

7 7 produção científica é uma tradução impressa de maneira personalizada, por isto, não cabe ser narrada como convenção coletiva. De acordo com Boaventura de Souza Santos: o conhecimento é interconhecimento, é reconhecimento, é auto-conhecimento (SANTOS, 2006, p.157). A escrita de maneira apropriada possibilita o desenvolvimento de uma estratégia reflexiva que por si só, já promove um novo tratamento nas informações disponíveis. Ela é uma pratica educativa produto/produtora, construtor/desconstrutora de inquietações que podem levar ao conhecimento e a valorização do interconhecimento na medida em que é dialógica com os vários elementos observados, bem como, com a dimensão da própria vida do pesquisador, possibilitando também um reconhecimento retro-alimentado entre autor/autor, autor/obra, informações/sensibilidades, emoções/racionalidades, subjetividade/objetividade e afastamento/aproximação e, consequentemente, ao realizar essa flutuação cognitiva o narrador possibilita desenvolver um auto-conhecimento, consciente de que este é de alguma maneira, carimbado em sua obra.. Para finalizar este artigo tomo de empréstimo as palavras de Montaigne para que sirvam de base à reflexão do leitor, que nesse momento, está resignificando a sua própria maneira as reflexões deste artigo: [...] assim, leitor, sou eu mesmo a matéria do meu livro (MONTAIGNE apud BIRCHAL, 2007, p.123).

8 8 REFERENCIAS: ALMEIDA, Maria da Conceição de. Claude Lévi-Strauss e três lições de uma ciência primeira. IN: Cronos: Narradores do Sensível / Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN, v.9, n. 2 (jul./ dez.2008) Natal (RN): EDUFRN Complexidade, Saberes Científicos, Saberes da Tradição. São Paulo: Livraria da Física, CARVALHO, Edgard de Assis. Enigmas da Cultura. São Paulo, Cortez, (Coleção Questões de Nossa Época; v.99).. A paixão pelo entendimento: Claude Lévi-Strauss e a universalidade da cultura. IN: Cronos: Narradores do Sensível / Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN, v.9, n. 2 (jul./ dez.2008) Natal (RN): EDUFRN FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. MiniAurélio Século XXI Escolar: O minidicionário da língua portuguesa. Coord de edição: Margarida dos Anjos, Marina Baird Ferreira. 4 ed. ver.ampliada. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, FOUCAULT, A Microfísica do poder. 23 ed. Tradução: Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos/ Claude Lévi-Strass; tradução Rosa Freire d Aguiar.-São Paulo: Companhia das Letras,1996. MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. Petrópolis: Vozes, MORIN, Edgar. Educação e Complexidade: os sete saberes e outros ensaios / Edgar Morin; Maria da Conceição de Almeida, Edgard da Assis de Carvalho, (orgs). São Paulo: Cortez,2002. POPPER, K. R. Conhecimento objetivo. São Paulo: Editora da universidade de São Paulo, 1975.

9 9 RODRIGUES, Thiago. Descartes, uma síntese da modernidade. Disponível em: <http://edsongil.wordpress.com/2007/10/26/descartes-uma-sintese-da-modernidade/>, Consultado em: 01 dez SALES, Rodrigo Viana. Dos fuxicos aos espelhos: Por uma articulação de saberes da raiz até as pontas. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal, f. Monografia (Graduação em Ciências Sociais). SANTOS, Boaventura de Souza. A ecologia dos saberes. In:. A gramática do tempo: pra uma nova cultura política. São Paulo: Cortez, (Coleção para um novo senso comum; V.4) p

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO

A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO 0 A PEDAGOGIA DA FRATERNIDADE ECOLÓGICA: ENSINAR A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO (1)Prof. Dr. Samir Cristino de Souza (IFRN) (2) Prof a. Dr a. Maria da Conceição Xavier de Almeida (UFRN) RESUMO A Pedagogia da

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo (SILVA, Jansen Felipe; HOFFMAN, Jussara; ESTABAN, Maria Teresa. Porto Alegre: Mediação. 2003). André Luiz da

Leia mais

A FRAGMENTAÇÃO DO PENSAMENTO LINEAR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CARTOGRÁFICO NO ENSINO FUNDAMENTAL. Paulo Roberto Abreu

A FRAGMENTAÇÃO DO PENSAMENTO LINEAR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CARTOGRÁFICO NO ENSINO FUNDAMENTAL. Paulo Roberto Abreu A FRAGMENTAÇÃO DO PENSAMENTO LINEAR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CARTOGRÁFICO NO ENSINO FUNDAMENTAL Paulo Roberto Abreu Antonio Carlos Castrogiovanni RESUMO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO

Leia mais

Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração: Potencial e Desafios

Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração: Potencial e Desafios Disponível em http:// RAC, Curitiba, v. 15, n. 4, pp. 761-765, Jul./Ago. 2011 Documentos e Debates: Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração:

Leia mais

A CULTURA VISUAL E O MEIO AMBIENTE COMO COMPONENTES TRANVERSALIZANTES PARA A AÇÃO EDUCATIVA

A CULTURA VISUAL E O MEIO AMBIENTE COMO COMPONENTES TRANVERSALIZANTES PARA A AÇÃO EDUCATIVA A CULTURA VISUAL E O MEIO AMBIENTE COMO COMPONENTES TRANVERSALIZANTES PARA A AÇÃO EDUCATIVA Mariana Garcia Barbosa 1 Elisete Medianeira Tomazetti 2 Resumo: A pesquisa foi realizada em escola da rede estadual

Leia mais

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com

GOULART *, Nelson PUCPR nelsongoulart@hotmail.com O EDUCADOR FILÓSOFO: DE COMO SAVIANI E MORAN DEMONSTRAM QUE A FILOSOFIA É A LIGAÇÃO NECESSÁRIA ENTRE AS DIVERSAS DISCIPLINAS, HUMANIZANDO E SENDO PONTE ENTRE O DENTRO E O FORA, ENTRE O SINGULAR E O COMPLEXO

Leia mais

A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível?

A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível? A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível? Michelle CAVALLI 1 RESUMO: O presente artigo pretende discutir sobre as reflexões referentes à polêmica que permeia

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Reflexividade docente: Portfólio reflexivo. Formação inicial de professores 1 INTRODUÇÃO

PALAVRAS-CHAVE: Reflexividade docente: Portfólio reflexivo. Formação inicial de professores 1 INTRODUÇÃO O PORTFÓLIO COMO PROMOTOR DE REFLEXIVIDADE NO ESTÁGIO DE PEDAGOGIA RAUSCH, Rita Buzzi Rausch FURB rausch@furb.br Eixo: Formação de Professores/ n.10 Agência Financiadora: Sem financiamento RESUMO Compreendendo

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO PEDAGOGO 01. Um pedagogo que tem como pressuposto, em sua prática pedagógica, a concepção de que o aluno é o centro do processo e que cabe ao professor se esforçar para despertar-lhe a atenção e a curiosidade,

Leia mais

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL

DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL DOS ESTUDOS DE GÊNERO ÀS TEORIAS QUEER: DESDOBRAMENTOS DO FEMINISMO E DO MOVIMENTO LGBT NA PSICOLOGIA SOCIAL Profª Drª Juliana Perucchi Universidade Federal de Juiz de Fora Desde os primeiros estudos que

Leia mais

O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA

O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA O FORDISMO ACADÊMICO NA EDUCAÇÃO FÍSICA GRAD. EDUARDO RUMENIG SOUZA Mestrando em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo e Professor da Rede Pública Municipal

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD.

FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD. FILOSOFIA A DISTÂNCIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DE UM CURSO DE FILOSOFIA NA MODALIDADE EAD. Márcia Marques Damasceno Mestrado em Ética e Filosofia Política pela UFC Tutora à Distância

Leia mais

IDENTIDADE HUMANA: UNIDADE E DIVERSIDADE ENQUANTO DESAFIOS PARA UMA EDUCAÇÃO PLANETÁRIA

IDENTIDADE HUMANA: UNIDADE E DIVERSIDADE ENQUANTO DESAFIOS PARA UMA EDUCAÇÃO PLANETÁRIA IDENTIDADE HUMANA: UNIDADE E DIVERSIDADE ENQUANTO DESAFIOS PARA UMA EDUCAÇÃO PLANETÁRIA Celso José Martinazzo Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ Resumo: Este estudo

Leia mais

A METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM POR PROJETOS E A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO SUPERIOR

A METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM POR PROJETOS E A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO SUPERIOR A METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM POR PROJETOS E A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO SUPERIOR Gisele Mugnol Santos (PUCPR) Jayme Ferreira Bueno (PUCPR) RESUMO Este pôster expõe os principais tópicos de uma pesquisa

Leia mais

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA Maria do Socorro da Cunha Pontifícia Universidade Católica do Paraná Resumo: A presente texto tem, como objetivo, tecer considerações

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda RESUMO: este texto tem por objetivo compreender a importância da

Leia mais

Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem

Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem Revista Linguasagem 15 Edição / www.letras.ufscar.br/linguasagem A FRAGMENTAÇÃO E O REDUCIONISMO DO SABER: A DESESTRUTURAÇÃO DO CIENTISTA CRÍTICO E REFLEXIVO Lafity dos Santos Silva 1 Como definirmos o

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

EDUCAR EDUCANDO-SE PARA PRESERVAR O PLANETA

EDUCAR EDUCANDO-SE PARA PRESERVAR O PLANETA EDUCAR EDUCANDO-SE PARA PRESERVAR O PLANETA Maria do Socorro de Sousa Ofinartes Centro de vivência, estudo e pesquisa educativa Ana Cláudia Gouveia de Sousa Ofinartes Centro de vivência, estudo e pesquisa

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

NAVEGAR É MAIS QUE PRECISO: O RIGOR NAS PESQUISAS QUALITATIVAS

NAVEGAR É MAIS QUE PRECISO: O RIGOR NAS PESQUISAS QUALITATIVAS NAVEGAR É MAIS QUE PRECISO: O RIGOR NAS PESQUISAS QUALITATIVAS ALCIDES LEÃO SANTOS JÚNIOR 146 PIMENTEL, Álamo Gonçalves; GALEFFI, Dante; MACÊDO, Roberto Sidnei. UM RIGOR OUTRO: a questão da qualidade na

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Motivação para aprender línguas

Motivação para aprender línguas RESENHA: QUERER É PODER? MOTIVAÇÃO, IDENTIDADE E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Gisele da Cruz Rosa 1 O artigo Querer é poder? Motivação, identidade e aprendizagem de língua estrangeira, escrito por

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS 1 EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima UEG e UFG Juliana Guimarães Faria UFG SABER VI Ensinar a compreensão 5. Educação para uma cidadania planetária

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Pesquisa e método científicos

Pesquisa e método científicos Pesquisa e método científicos Cláudia Dias e Denise Fernandes Brasília, março 2000. Resumo Apresenta conceitos de ciência, pesquisa e método científicos e traça paralelos entre conhecimento científico

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR Celso José Martinazzo Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ Resumo: Neste estudo investigamos a importância

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS 1 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima Universidade Estadual de Goiás e Universidade Federal de Goiás Juliana Guimarães

Leia mais

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO Elizabeth Christina Rodrigues Bittencourt, EE Rui Bloem e EE Alberto Levy. exrbittencourt@yahoo.com.br Introdução Nos

Leia mais

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria como requisito parcial para a seleção de ingresso

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

Fundamentação Teórica

Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas 1 Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas, embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, implicam a construção de conhecimento, com autonomia,

Leia mais

Formação do Bacharel em Turismo e pesquisa Interdiscicplinar

Formação do Bacharel em Turismo e pesquisa Interdiscicplinar 10 e 11 de setembro de 2004 Formação do Bacharel em Turismo e pesquisa Interdiscicplinar Ada de Freitas Maneti Dencker 1 Marília Gomes dos Reis Ansarah 2 Resumo: Este artigo discute as variáveis objetivas

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Estudos filosóficos em educação I - JP0003 PROFESSOR: Dr. Lúcio Jorge Hammes I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60 (4 créditos) II EMENTA Aborda os pressupostos

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUALDE PONTA GROSSA CURSO DE MEDICINA RE-SIGNIFICANDO E TRANSFORMANDO A PRÁTICA DOCENTE

UNIVERSIDADE ESTADUALDE PONTA GROSSA CURSO DE MEDICINA RE-SIGNIFICANDO E TRANSFORMANDO A PRÁTICA DOCENTE UNIVERSIDADE ESTADUALDE PONTA GROSSA CURSO DE MEDICINA RE-SIGNIFICANDO E TRANSFORMANDO A PRÁTICA DOCENTE Proposta de trabalho pedagógico envolvendo professores, professores médicos na construção do Conhecimento

Leia mais

1. O pensamento marxista e o contexto contemporâneo

1. O pensamento marxista e o contexto contemporâneo Prof. Dr. Elydio dos Santos Neto AS CONTRIBUIÇÕES DE ANTONIO GRAMSCI PARA COMPREENDER A ESCOLA E O PROFESSOR NA ESTRUTURA DA SOCIEDADE CAPITALISTA 1. O pensamento marxista e o contexto contemporâneo No

Leia mais

Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho

Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho RESUMO Rosa Maria Viana (Universidade Salgado Oliveira/rosamviana@yahoo.com.br) Cirlena Procópio (Universidade Salgado Oliveira/cprocopio@brturbo.com.br)

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA UMA ABORDAGEM FREIRIANA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CARVALHO, Jaciara FE/USP jsacarvalho@gmail.com RESUMO Este trabalho apresenta a tese 1 brasileira Educação Cidadã a Distância: aportes de uma perspectiva

Leia mais

How To. Introdução. Volume 3 - Número 3 Dezembro 2010 SBC HORIZONTES 26

How To. Introdução. Volume 3 - Número 3 Dezembro 2010 SBC HORIZONTES 26 Como planejar uma Pesquisa Científica Sugestões para o desenvolvimento de uma pesquisa científica Jane Aparecida Buzzi Pereira Neves, janeabp@gmail.com, Faculdades Expoente, Curitiba, PR. Luiz Antônio

Leia mais

Cabeça bem feita x cabeça cheia

Cabeça bem feita x cabeça cheia Cabeça bem feita x cabeça cheia O que diferencia os gênios das pessoas medianas não é o volume de conhecimentos que têm, mas sim a sua qualidade. Há pessoas que têm muita cultura, títulos e cargos, representando

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Escola Cidade/Campo; APP- sindicato;

Palavras-chave: Formação de professores; Escola Cidade/Campo; APP- sindicato; 1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES DAS ESCOLAS DAS CIDADES/CAMPO: A CONTRIBUIÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE MARINGÁ PR (APP-SINDICATO) Rozenilda Luz Oliveira de Matos 1 Maria Edi da Silva Comilo 2 Resumo

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO OLIVEIRA, Luiz Antonio Coordenador/Orientador ARAÚJO, Roberta Negrão de Orientadora O artigo tem como objetivo apresentar o Projeto

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1

A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1 80 A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE PROFISSIONAL NO ESTÁGIO DE REGÊNCIA DE INGLÊS 1 Raquel Gamero 2 Vera Lúcia Lopes Cristovão 3 RESUMO: Desenvolvido em um contexto de prática de ensino, no qual o modelo adotado

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES Resumo O texto em questão é parte da pesquisa em desenvolvimento (mestrado) que tem como objetivo

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

INTERATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 1.2 Conteúdo:

INTERATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 1.2 Conteúdo: Aula 1.2 Conteúdo: FILOSOFIA: Outras formas de pensar 1. Filosofia e Mitologia: O conhecimento tradicional indígena 2. Filosofia e Religião 3. Filosofia e senso comum 2 Habilidades: Perceber outros tipos

Leia mais

RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização

RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização 1 RESUMO: O presente trabalho narra a vivência de estudantes de pos graduação na disciplina Interdisciplinaridade e Educação no curso de especialização em Docência do Ensino Superior. Tal trajetória consistiu

Leia mais

O PROFESSOR E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

O PROFESSOR E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO O PROFESSOR E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NOVAES *, Bárbara Winiarski Diesel - UTFPR/FACEAR barbaradiesel@yahoo.com.br Resumo Este artigo busca objetivar uma reflexão sobre a relação do professor e a produção

Leia mais

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS

O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS 1 O HÁBITO DE LEITURA DOS UNIVERSITÁRIOS Introdução Raema Almeida Borges (UEPB) Visando observar como está sendo a leitura dos professores em formação, que auxiliarão os novos leitores, a turma de Português

Leia mais

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão.

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão. A MÚSICA NA SOCIALIZAÇÃO DAS MENINAS DE SINHÁ GIL, Thais Nogueira UFMG thaisgil@terra.com.br GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03 Agência Financiadora: CAPES O que acontece quando os sujeitos excluídos

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ESCOLHA DO TEMA - Seja cauteloso na escolha do tema a ser investigado. Opte por um tema inserido no conteúdo programático da disciplina pela qual teve a maior aptidão

Leia mais

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Ana Paula Loureiro Cunha, PUCPR Eliani de Souza Arruda, PUCPR Marilda Aparecida Behrens,

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento

Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida O uso da tecnologia de informação e comunicação TIC - na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA: UMA PROPOSTA INTERVENTIVA GRUPAL COM PAIS DE ALUNOS

A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA: UMA PROPOSTA INTERVENTIVA GRUPAL COM PAIS DE ALUNOS A IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA: UMA PROPOSTA INTERVENTIVA GRUPAL COM PAIS DE ALUNOS Daniela de Figueiredo Ribeiro Uni-FACEF Centro Universitário de Franca Alguns autores (Sigolo

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA,

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, Maria Jacqueline Girão Soares. jaclima@centroin.com.br GT: Educação Ambiental / n. 22 Introdução Entre professores

Leia mais

É necessário (re)ler Ferdinand de Saussure nos manuscritos originais. Entrevista de Laurent Wolf com Simon BOUQUET

É necessário (re)ler Ferdinand de Saussure nos manuscritos originais. Entrevista de Laurent Wolf com Simon BOUQUET É necessário (re)ler Ferdinand de Saussure nos manuscritos originais Entrevista de Laurent Wolf com Simon BOUQUET Nessa entrevista Simon Bouquet fala da importância de se retornar aos escritos originais

Leia mais

12 Guia prático de história oral

12 Guia prático de história oral parte i Fundamentos 12 Guia prático de história oral 1. TEMA Ao longo dos últimos anos, muitas abordagens se somam à chamada história oral, termo, contudo pouco explicado e confundido com gravações de

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

Mudança gera transformação? Mudar equivale a transformar?

Mudança gera transformação? Mudar equivale a transformar? Mudança gera transformação? Mudar equivale a transformar? Seminário Síntese de Adequações/Inovações no Estudo Doutrinário Espírita Federação Espírita Brasileira Janeiro/2015 JESUS Conhecereis a Verdade

Leia mais

Palavras-chave: Ensino Superior. Formação Docente. Estágio de Docência.

Palavras-chave: Ensino Superior. Formação Docente. Estágio de Docência. ESTÁGIO DE DOCÊNCIA: TEMPO E ESPAÇO DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Costa, Daiene de Cássia Souza Resumo Este artigo apresenta parte de discussão teórica de dissertação de mestrado

Leia mais

a escola e o mundo do trabalho XVII colóquio afirse secção portuguesa

a escola e o mundo do trabalho XVII colóquio afirse secção portuguesa SCHLESENE, Anita Helena (anita.helena@libero.it) FERREIRA, Naura Syria Carapeto (nauraf@uol.com.br) Faculdade de Ciências Humanas, Letras e Artes no PPGE Universidade Tuiuti do Paraná/Brasil 1. Introdução

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS E PORTADOR DE DIPLOMA DE GRADUAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE - 2016 ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO 1 Conteúdos conceituais ANEXO VI CURSO DE PSICOLOGIA 1º PERÍODO CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO PSICOLÓGICO Definição dos conceitos de conhecimento científico e de senso comum; Estudo do processo de obtenção

Leia mais

A ÉTICA DO CUIDADO E DA SOLIDARIEDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR: AO ANDAR SE FAZ O CAMINHO

A ÉTICA DO CUIDADO E DA SOLIDARIEDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR: AO ANDAR SE FAZ O CAMINHO A ÉTICA DO CUIDADO E DA SOLIDARIEDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR: AO ANDAR SE FAZ O CAMINHO Angela Ariadne Hofmann - UNISINOS RESUMO - A ética do cuidado e da solidariedade é o tema que apresento numa reflexão

Leia mais

DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES 1

DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES 1 DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES 1 RESUMO Valéria Pall ORIANI 2 Apresentam-se, neste artigo, resultados de pesquisa desenvolvida para o trabalho de conclusão de curso Pedagogia.

Leia mais

CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. Palavras-Chave: Currículo, Escolas democráticas, Multiculturalismo, Formação de professores.

CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. Palavras-Chave: Currículo, Escolas democráticas, Multiculturalismo, Formação de professores. CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES Sérgio Donizeti Mariotini (Faculdades Integradas FAFIBE) Resumo: O presente artigo levanta reflexões sobre a formação do currículo no Brasil a partir da influência

Leia mais

A importância de ler Paulo Freire

A importância de ler Paulo Freire A importância de ler Paulo Freire Rodrigo da Costa Araújo - rodricoara@uol.com.br I. PRIMEIRAS PALAVRAS Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) o educador brasileiro que via como tarefa intrínseca da educação

Leia mais

Ensinando por projetos transdisciplinares

Ensinando por projetos transdisciplinares Ensinando por projetos transdisciplinares Romildo Nogueira (UFRPE) ran.pe@terra.com.br Maria Cilene Freire de Menezes (UFRPE) pgensino@ufrpe.br Ana Maria dos Anjos Carneiro Leão (UFRPE) amanjos2001@yahoo.com.br

Leia mais

CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria no 3.355 de 05/12/02 DOU de 06/12/02 Componente Curricular: Filosofia

CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria no 3.355 de 05/12/02 DOU de 06/12/02 Componente Curricular: Filosofia CURSO DE DIREITO Autorizado pela Portaria no 3.355 de 05/12/02 DOU de 06/12/02 Componente Curricular: Filosofia Código: DIR-112 Pré-requisito: Filosofia Geral Período Letivo: 2013.2 Professor: Ana Paula

Leia mais

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes Imagens de professores e alunos Andréa Becker Narvaes Inicio este texto sem certeza de poder concluí-lo de imediato e no intuito de, ao apresentá-lo no evento, poder ouvir coisas que contribuam para continuidade

Leia mais

220 D.E.L.T.A., 25:1

220 D.E.L.T.A., 25:1 220 D.E.L.T.A., 25:1 ROCHA, Cláudia H. e Edcleia A. BASSO (orgs.). 2007. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades: reflexões para professores e formadores. São Carlos, SP: Claraluz.

Leia mais

Entre a expressão e a intenção: possibilidades de construção narrativa através da transcriação em história oral

Entre a expressão e a intenção: possibilidades de construção narrativa através da transcriação em história oral Entre a expressão e a intenção: possibilidades de construção narrativa através da transcriação em história oral Marcela Boni Evangelista Mestre em História Social Departamento de História - USP Núcleo

Leia mais