PROGRAMA DE SINDICALIZAÇÃO DO SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS DE SÃO PAULO

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1 PROGRAMA DE SINDICALIZAÇÃO DO SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS DE SÃO PAULO Brasil 2006

2 O desafio de sindicalizar e manter as sindicalizações consiste em preservar credibilidade junto aos trabalhadores. Sendo assim, só alcança os objetivos o sindicato que for digno desse compromisso com a categoria. Não podemos colocar o peso da globalização sobre o ombro do trabalhador e sim fortalecê-lo mantendo seus direitos, assegurando conquistas e combatendo a exploração para que haja um trabalho decente e humano de igualdade e oportunidade para todos Ricardo Patah, presidente 2

3 ÍNDICE Apresentação 4 História 4 Diretoria 6 Estrutura Organizacional 9 Unidades 9 Estrutura Organizacional 10 Presidência 10 Estratégias de Sindicalização 11 Sindicalização 12 Sindicato onde o Comerciário está 12 Ação Sindical: Atos em Frente as Lojas 13 Comunicação Direta com os Comerciários 14 Sindicato/Dieese 17 Consultoria e Auditoria Externa Trevisan 19 Cursos e Encontros para os Funcionários 19 Modernização Tecnológica 21 Call Center 24 Por Dentro do Sindicato 25 Nova Sede do Centro da Cidade 25 Departamentos do Sindicato 27 Serviços Adicionais 32 Subsedes 34 Ambulatório Médico/Odontológico 36 Moradia Conjunto Habitacional 38 Lazer 39 Colônia de Férias na Praia Grande 39 Clube de Campo em Cotia 40 Responsabilidade Social 41 Atuação Política 45 Atuação Internacional 46 Mapa do Sindicalismo 48 Desafios para os Sindicatos 50 3

4 APRESENTAÇÃO HISTÓRIA Em 16 de junho de 1940 existiam duas entidades representantes da categoria: Sindicato dos Comerciários de São Paulo e Sindicato União dos Comerciários. Fizeram a fusão no mesmo ano e passou a chamar Sindicato dos Comerciários de São Paulo. O Sindicato foi fundado em 15 de maio de 1941, quando teve o reconhecimento como entidade sindical. Com o novo Estatuto em 2003, teve o seu nome modificado de Sindicato dos Empregados no Comércio de São Paulo para Sindicato dos Comerciários de São Paulo. O Sindicato sempre foi comandado por dirigentes da situação, ou seja, as novas diretorias sempre foram apoiadas pelos diretores e presidentes que estavam no exercício do mandato e filiados à Central Força Sindical. Hoje, estamos com o 13º presidente da entidade, sendo que alguns foram reeleitos várias vezes, chegando a ter 20 anos de mandato. Galeria dos Presidentes 1942 / Sylvio de Oliveira Dorta 1944 / Alcides Dias Tavares 1946 / Alcides Dias Tavares 1948 / Amedeu Danilo Munhoz 1950 / Amedeu Danilo Munhoz 1952 / Paulo T. da Silva Braga 1954 / Rui Barbosa 1956 / Valentim Bonomo 1958 / Sylvio de Vasconcellos 1962 / Mario Gessullo 1970 / Sylvio de Vasconcellos 1989 / Rubens Romano 11 de julho de 2003 / no mandato - Ricardo Patah São mais de 40 anos de um Sindicato que traz na sua história conquistas e realizações, fortalecendo cada vez mais a classe comerciária, principalmente por acompanhar as evoluções de quatro décadas, modernizando sua estrutura e, de forma dinâmica, oferecendo serviços que vêm ao encontro das necessidades da categoria. 4

5 O Sindicato hoje não luta somente pelos direitos trabalhistas e negociações salariais, mas também pelo trabalho decente com saúde e segurança, acesso ao ensino, moradia, lazer e muito mais. A evolução do Sindicato está conectada ao dia-a-dia dos 430 mil comerciários na base que exigem um sindicato dinâmico e atuante, tendo 350 funcionários sempre fazendo o melhor para a categoria. 5

6 DIRETORIA ( ) PRESIDENTE RICARDO PATAH 1º VICE-PRESIDENTE RUBENS ROMANO 2º VICE-PRESIDENTE JOSÉ GONZAGA DA CRUZ SECRETÁRIO-GERAL EDSON RAMOS TESOUREIRO ANTONIO CARLOS DUARTE DIRETOR DO JURÍDICO ANTONIO EVANILDO RABELO CABRAL DIRETOR SOCIAL SALVADOR ASTONE DIRETOR DE PATRIMÔNIO JULIO NICOLAU DIRETORA DA MULHER, ESPORTE, CULTURA E LAZER CLEONICE CAETANO SOUZA CONSELHO FISCAL EFETIVOS AVELINO GARCIA FILHO GINO VACARO DOMINGOS SERRALVO MORENO DELEGADOS FEDERATIVOS SYVIO DE VASCONCELLOS NILDO NOGUEIRA SUPLENTES DE DIRETORIA ADRIANA MACHADO APARECIDO TADEU PLAÇA JOSIMAR ANDRADE DE ASSIS LUIZ ANDRÉ POCCINELLI LUIZ HAMILTON DE SOUZA MANUEL CORREIA MARCOS AFONSO DE OLIVEIRA 6

7 NEILDO FRANCISCO DE ASSIS SUZANA CRISTINA RIBEIRO DE CARVALHO SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL JOSÉ LUIZ AMORIM GERALDO FRANCISCO DA SILVA WILSON MOURA DA SILVA SUPLENTES DE DELEGADOS FEDERATIVOS EDUARDO KARAM JOSÉ ROZALINO DE OLIVEIRA 7

8 8 Sindicato dos Comerciários de São Paulo

9 9 Sindicato dos Comerciários de São Paulo

10 ESTRATÉGIAS DE SINDICALIZAÇÃO Os requisitos necessários para qualquer instituição são: representatividade, legitimidade e democracia. O Sindicato é um prestador de serviços e, quanto mais perto ele está do trabalhador, conquista mais credibilidade e, conseqüentemente, mais associados. O Sindicato mudou. Seu perfil hoje é totalmente diferente daquele que existia. Foram feitas modificações para adaptação da nova ordem econômica, social e sindical. A entidade está aderindo novas regras de comportamento para estar inserida na lei sindical, que é fruto da negociação entre empregados e patrões. É o maior sindicato da categoria da América Latina, com 430 mil comerciários na base. Uma das principais estratégias do Sindicato na atual gestão é aumentar a sua representatividade junto a sua base, e os resultados estão sendo satisfatórios, pois, no início da atual gestão, havia 10 mil associados e, hoje, há 40 mil. 10

11 SINDICALIZAÇÃO O Sindicato contratou 15 militantes e 80 sindicalizadores (também chamados de amarelinhos, devido à cor das camisetas que eles usam para trabalhar na sindicalização) que fazem parte do programa de sindicalização, com o objetivo de cumprir um dos requisitos mais importantes a representatividade para que o Sindicato tenha um número maior de sócios efetivos na base. Os sindicalizadores recebem treinamento e são divididos em equipes para visitarem os comerciários e divulgarem o Sindicato como se fosse um produto no mercado. Eles mostram aos comerciários o que é o Sindicato. Depois de conhecerem os serviços, aqueles que desejarem podem se tornar sócios da entidade. Para facilitar o trabalho dos amarelinhos no cadastramento dos associados, utilizam-se palms (computadores de mão) para cadastrar os sócios no próprio local de trabalho. Esse investimento na sindicalização trouxe ao Sindicato um acréscimo de 40 mil associados em um curto espaço de tempo. SINDICATO ONDE O COMERCIÁRIO ESTÁ A diretoria do Sindicato percorre norte, sul, leste, oeste e centro da cidade de São Paulo, informando aos comerciários em seu local de trabalho por meio do caminhãozinho de som e materiais impressos, como folhetos, jornais etc. O Sindicato sai às ruas incentivando a sindicalização, falando dos benefícios de ser associado, e os comerciários se aproximam tirando suas dúvidas e, principalmente, sentindo a presença do Sindicato e conhecendo seus diretores. Uma forma de estar onde o comerciário está, levando confiança e credibilidade na resolução dos problemas e necessidades da categoria. 11

12 AÇÃO SINDICAL: ATOS EM FRENTE ÀS LOJAS No Sindicato, não há denúncia sem solução. As empresas que cometem irregularidades são pressionadas, fiscalizadas e autuadas até a resolução do problema. Representantes do Sindicato estão sempre de prontidão para percorrer lojas, supermercados e shoppings e realizar a mobilização nos locais de trabalho dos comerciários. Quando os patrões resistem em negociar com o Sindicato um acordo para liquidar as irregularidades que foram denunciadas pelos próprios funcionários da empresa, o departamento jurídico da entidade realiza manifestações em frente ao estabelecimento. Esse procedimento faz parte da atual gestão do Sindicato, que chega a realizar um ou mais atos semanalmente face ao número de denúncias. Com faixas e caminhão de som, os militantes do Sindicato realizam a ação sindical na porta das lojas que desrespeitam a Convenção Coletiva de Trabalho e os direitos trabalhistas da categoria. Esse é o sindicalismo atuante que promove a cidadania plena do trabalhador e a sua participação direta nas ações da entidade. As ações têm o objetivo de atender denúncias e regularizar a situação dos comerciários. As irregularidades mais comuns nas empresas são: falta de registro em carteira; não pagamento das horas-extras; atraso de salários; não fornecimento de valerefeição e vale-transporte; não depósito do FGTS; falta de higiene e segurança na empresa, entre outras. 12

13 COMUNICAÇÃO DIRETA COM OS COMERCIÁRIOS Com as novas tecnologias implantadas na área da comunicação na sociedade, a informação se tornou uma ferramenta imprescindível entre o Sindicato e a categoria. Para comunicar aos comerciários, o Sindicato investe em folhetos, jornais, revistas, programa de TV e na internet. Além disso, a importância do Sindicato é destacada na mídia em geral devido às ações que desenvolve em vários setores do comércio. Verificou-se crescimento, nessa gestão, de 80% de notícias publicadas nos veículos de comunicação da cidade e do País. Todos esses veículos de comunicação servem como material fundamental nas ações sindicais, levando o comerciário a se sindicalizar por conhecer de perto o que o Sindicato faz em benefício da categoria. REVISTA VOZ COMERCIÁRIA A entidade mantém a Revista Voz Comerciária, com 70 mil exemplares, que leva trimestralmente aos comerciários informações sobre diversos assuntos não só ligados ao mundo sindical, mas também sobre economia, saúde, comportamento, entretenimento, entre outros. É confeccionada de forma mais elaborada com cerca de 48 páginas cada edição. FOLHETOS Os folhetos são utilizados para esclarecer de forma rápida a categoria sobre acontecimentos realizados pelo Sindicato, como, por exemplo, atos, mobilizações, ações sindicais, campanhas salariais, assembléias etc. 13

14 JORNAL VOZ COMERCIÁRIA O Sindicato publica 140 mil jornais por quinzena. O Jornal Voz Comerciária é distribuído aos trabalhadores nas lojas e demais locais de trabalho. Tem o intuito de levar a notícia rapidamente aos comerciários, por isso possui quatro páginas. SITE Também foi criado o site do Sindicato na Internet (www.comerciarios.org.br) que, em dois anos, está com cerca de 800 mil acessos. No site há notícias sobre o Sindicato, além de ter o Estatuto e as Convenções Coletivas de Trabalho na íntegra. ASSESSORIA DE IMPRENSA São feitos contatos diretos com a mídia impressa, radiofônica, televisiva e online por meio de press-releases sobre as realizações do Sindicato e tudo que diz respeito à classe comerciária. O Sindicato também é procurado pelos jornalistas tanto pelo nosso trabalho de assessoria de imprensa quanto pelas necessidades deles falarem com a entidade. Essa reciprocidade se dá devido aos serviços prestados em defesa do comerciário que se tornam matérias na mídia quase que diariamente, passando a ser mais uma forma de informar a categoria. 14

15 PROGRAMA NA TV IDÉIAS EM DEBATE O Sindicato, desde março de 2005, apresenta seu próprio programa semanalmente, chamado Idéias em Debate. Todas as sextas-feiras (das 20h às 20h30), reprise nas quintas-feiras (das 21h às 21h30) e aos domingos (das 18h às 18h30 horas) no Canal Comunitário (NET Canal 9 e TVA 72 ou 99). No programa são realizadas entrevistas com personalidades de diversas áreas referentes aos interesses dos comerciários. Também há reportagens sobre o Sindicato e suas ações. EVENTOS São ministrados no Sindicato Seminários, Encontros, Palestras sobre assuntos relacionados à economia, política, sindicalismo, história, cidadania, saúde etc, para informar e esclarecer aos comerciários e à sociedade em geral sobre assuntos específicos, como Reforma Tributária, Lei de Falências, Desarmamento- Brasil Sem Armas etc. Um dos momentos marcantes do Sindicato foi prestar homenagem ao jornalista Vladimir Herzog (Vlado) que foi assassinado pela ditadura em Um fato que marcou a história, pois foi o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo que denunciou o assassinato de Vlado e desmascarou o governo sobre a farsa de ser suicídio. Foi do Sindicato que partiu o grito contra o regime repressor. A palestra foi realizada por Audálio Dantas, então presidente do Sindicato dos Jornalistas, uma referência para a democracia e o sindicalismo. 15

16 SINDICATO/DIEESE A subseção DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio- Econômicos) do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, firmada em 2003, tem como função desenvolver atividades de pesquisa, assessoria e educação nos temas relacionados ao mundo do trabalho e que se ajustam aos desafios que a realidade coloca para a organização dos trabalhadores comerciários. Além disso, a subseção realiza trabalhos técnicos específicos para a categoria, tais como estudos salariais, desempenho do setor, entre outros, além de assessorar as negociações coletivas. O DIEESE também realiza palestras e debates sobre os temas da conjuntura ou do cotidiano sindical e participa de congressos e reuniões técnicas. A última pesquisa realizada no ano de 2005 foi a primeira durante a história do Sindicato que traçou o Perfil do Comerciário. O estudo traz resultados sobre o salário, escolaridade, informalidade, jornada de trabalho, o que o comerciário pensa do Sindicato, como vivem, o que eles esperam do Sindicato, entre outros temas. Essa pesquisa foi realizada com uma amostragem de comerciários que foram entrevistados em suas residências para que não houvesse nenhuma interferência do ambiente de trabalho. Os resultados da pesquisa trazem subsídios para reflexão e comprometimento com mudanças referentes às necessidades da categoria. Além desta pesquisa, o DIEESE também realizou outros estudos para o Sindicato de grande importância para a ação sindical como, por exemplo, estudos setoriais, conjunturais, gênero e raça, entre outros. Com o DIEESE, o Sindicato alcançou a essência da categoria, podendo trabalhar com fatos que antes eram desconhecidos pela entidade. 16

17 PESQUISAS SINDICATO/DIEESE 1 - Divulgação 08/07/2003 A Situação do Comércio e dos Trabalhadores do Setor 2 - Divulgação 16/09/2003 O Ranking dos supermercados: Internaciolização e Concentração 3 - Divulgação 16/12/2003 Comerciários perdem mais de 40% da renda desde Divulgação 14/07/2004 Comércio Varejista de Material de Construção e os Trabalhadores 5 - Divulgação 28/07/2005 Primeiros indicadores da Pesquisa de Perfil dos Comerciários do Município de São Paulo (Renda, Jornada, Trabalho aos Domingos e Feriados) 6 - Divulgação 19/12/2005 Pesquisa, Formação e Planejamento das Estratégias e Ações Sindicais dos Comerciários do Município de São Paulo 17

18 CONSULTORIA E AUDITORIA EXTERNA TREVISAN A entidade contratou a Trevisan Consultores para ajudar na reestruturação do Sindicato. O objetivo é realizar um programa de ação em todos os níveis de atuação no Sindicato, principalmente nas áreas administrativa e tecnológica. Esse estudo ocorrerá de forma transparente e dessa maneira poderemos implantar no Sindicato metodologias que irão beneficiar os serviços prestados aos comerciários. A Trevisan é uma das maiores empresas de auditoria, consultoria e educação da América do Sul e a maior genuinamente brasileira. Nela trabalham profissionais com experiência local e internacional, garantindo os serviços de consultoria estratégica ao Sindicato. CURSOS E ENCONTROS PARA OS FUNCIONÁRIOS A informatização nos departamentos do Sindicato, principalmente no atendimento ao sócio e no departamento jurídico, levou o Sindicato a realizar cursos internos na entidade para capacitar os funcionários a lidarem com os programas e os equipamentos. Além disso, são realizados Encontros e Congressos para integração dos funcionários, aprimoramento de informações etc. Confira algumas atividades realizadas pelo Sindicato: Sindicalização: _ Curso para Formação de Sindicalizadores. Os sindicalizadores receberam o treinamento em 4 encontros com programação de 8 horas, realizados em hotéis; _ Curso para Formação de Militantes sindicais; _ Curso de Reciclagem de Sindicalizadores enfocando vendas, motivação, ética e workshop com duração de três dias; _ Encontros semanais com grupos de Sindicalizadores para aferição dos procedimentos e desempenho dos grupos; _ Expressão Verbal para militantes e sindicalizadores. 18

19 Encontros: _ I e II Encontros dos Colaboradores do Sindicato com palestras e exposições para os mais de 300 funcionários. Foram realizados em 2004 e em _ I e II Encontro dos Dentistas _ I Encontro dos Médicos Informática: _ Curso de Formulação e Especialização em Sistema RM para funcionários que operam o Sistema Software de Gestão. _ Curso básico do Pacote Office para 36 funcionários no SENAC. _ Curso Windows e Excel Avançado _ Curso de Especialização em Sistemas _ Saúde e Segurança do Trabalhador: _ Curso de PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário para funcionários dos departamentos Jurídico e Saúde e Segurança do Trabalho. Atendimento: _ Curso Qualidade no Atendimento _ Treinamento e reciclagem dos sistemas referentes ao atendimento ao sócio; _ Curso de Excelência no Atendimento direcionados a médicos, dentistas e atendentes com programação de 6 módulos de 16 horas, envolvendo 160 pessoas. _ Técnicas de Chefia e Liderança para supervisores e líderes. Jurídico: _ Curso de Legislação Trabalhista aos funcionários do Jurídico, ministrado pelo Núcleo Mascaro com duração de 1 mês, para 20 advogados. _ Legislação Previdenciária e Salarial Departamento Pessoal: _ Curso de Especialização em Procedimentos e Legislação para funcionários do Departamento Pessoal 19

20 MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA Está vinculada com a capacitação das pessoas que irão instrumentalizar os equipamentos. Temos hoje por volta de 170 computadores e pretendemos chegar a 200 até maio. Estamos com 8 servidores e 2 no-breaks, conforme desenho abaixo: 20

21 SERVIDOR WINDOWS 2003 (JURÍDICO) -Sistema Themis -Andamento de todos os processos abertos no Sindicato -Permite que o trabalhador consulte o andamento do processo via telefone. -Cálculo dos processos, controle dos honorários e quantidade de processos por advogado. -Configuração (Pentium 4 de 2.67 ghz de 512MB de memória e HD de 36GB) 21

22 ARQUITETURA DE CONEXÃO O Sindicato está interligado com 9 subsedes via frame-relay (conexão Embratel). E mais 2 unidades via vpn (conexão telefônica). 22

23 CALL CENTER A entidade está implantando um call center para a comunicação telefônica entre o comerciário e o Sindicato ser eficaz tanto no atendimento quanto nas informações e transferência para os departamentos de forma rápida e objetiva. Os operadores serão treinados e preparados para um ótimo atendimento. Hoje, o atendimento telefônico é feito por 6 pessoas para agendamento de consultas médicas e odontológicas. Foram contratados deficientes físicos para que tenham oportunidade no mercado de trabalho. Em breve, pretende-se chegar a 24 operadores para agilizar ainda mais esse contato imediato com os comerciários. SISTEMA DE ATENDIMENTO CALL CENTER 23

24 POR DENTRO DO SINDICATO NOVA SEDE NO CENTRO DA CIDADE Em 10 de janeiro de 2005, um incêndio atingiu o prédio onde está localizada a sede do Sindicato (Rua Formosa, 367-4º andar) prejudicando o atendimento à categoria. Os órgãos técnicos e legais determinaram que, por questões de segurança, o edifício teria de ser interditado. O Sindicato, de forma precária, transferiu o atendimento às subsedes da entidade. Devido à demora na liberação do prédio, surgiu a oportunidade de o Sindicato adquirir uma nova sede com mais espaço e na mesma rua da sede antiga. E, no dia 2 de abril deste ano, o Sindicato adquiriu, em leilão do Bradesco, a futura sede da entidade (Rua Formosa, 409). O prédio, no Vale do Anhangabaú (ao lado da antiga sede), tem onze pavimentos e m 2 de área construída. A nova sede, já em reforma, vai centralizar os departamentos e serviços, dando mais agilidade no atendimento aos trabalhadores. A futura sede terá uma estrutura moderna, a fim de servir com eficiência associados e dependentes. Além das atividades sindicais e dos serviços à categoria, o Sindicato pretende, também, criar um centro de lazer e cultura do comerciário, integrando-se à agenda cultural da cidade, com eventos e exposições no horário do almoço e final da tarde. Também haverá um cybercafé e 16 computadores com acesso à internet. No último andar haverá uma sala de descompressão para os funcionários, onde poderão relaxar na hora do almoço com uma bela vista panorâmica da cidade. As obras já estão avançadas, e a inauguração será realizada no dia 21 de maio deste ano. 24

25 O QUE VAI FUNCIONAR EM CADA ANDAR NA NOVA SEDE Térreo/1º andar - Funcionará a recepção. O amplo espaço, que já foi utilizado pela categoria para a realização do ato pelo desarmamento e na assembléia da campanha salarial, será o local de eventos, para apresentações culturais, exposições e do cybercafe (16 computadores com acesso à internet), além do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). 2º andar - Será a sala para encontros, reuniões e assembléias. 3º andar - Homologação com atendimento individualizado em que o trabalhador é atendido em sala separada do patrão, para que não sofra nenhuma intimidação na hora de homologar. 4º andar - Departamento Jurídico e de PLR ocuparão todo o andar com uma equipe de advogados. 5º andar - Este andar ficará destinado ao atendimento médico e odontológico com diversas especialidades. Além disso, terá um laboratório de análises clínicas para a realização de exames. 6º andar - Teremos o Núcleo dos Aposentados, o Departamento da Mulher, Saúde e Segurança do Trabalhador e o Call Center com 24 posições de atendimento. 7º andar - Os departamentos de Ação Sindical e Sindicalização ficarão instalados neste andar com amplas salas. Além disso, ficarão também o Centro de Processamento de Dados e o Departamento Pessoal. 8º andar - O setor administrativo do Sindicato ficará instalado neste andar. 9º andar - Ficarão o Conselho Diretor, a Secretaria-Geral e o Conselho Fiscal. Neste andar terá uma sala de conferência para coletivas e encontros. 10º andar - Será o andar da Presidência, a assessoria de imprensa e o DIEESE. 11º andar - A cozinha e a chamada sala de descompressão, onde os funcionários poderão ter a hora de almoço e do café com uma bela vista panorâmica da cidade. 25

26 DEPARTAMENTOS DO SINDICATO JURÍDICO O Sindicato tem como principal função a defesa dos direitos e interesses da categoria. Dessa forma, é necessário um departamento jurídico forte, combativo e com profissionais qualificados na sua área de atuação. Totalmente informatizado, o jurídico conta com 31 advogados que oferecem ao associado orientação, assistência e promovem ações trabalhistas, acompanhando-as até o término do processo. Negocia Acordos Coletivos de Trabalho que prevêem e asseguram benefícios e direitos aos trabalhadores. Sendo assim, as propostas são votadas pelos comerciários de forma democrática em assembléias, e o acordo coletivo é encaminhado à Delegacia Regional do Trabalho (DRT) quando há aprovação da maioria. Outra função importante do jurídico é atender as denúncias feitas pelos comerciários que estão sendo lesados por maus patrões, através do Call Center ou Diante da denúncia, o jurídico convoca a empresa para comparecer ao Sindicato ou realiza audiência de mesa redonda na DRT. Caso seja necessário, solicita fiscalização na empresa por auditores fiscais do trabalho para a solução do conflito. O Sindicato implantou o Disque Processos, uma central de atendimento ao jurídico para informar aos comerciários o andamento dos processos que tramitam na Justiça do Trabalho. Basta ligar e fornecer o número da pasta que consta no protocolo e seguir as instruções da gravação telefônica. O jurídico também deu início aos atendimentos na área familiar e realiza pedidos de pensão alimentar, separação, divórcio, entre outros. O Departamento Jurídico do Sindicato está dividido em: Individual: Para reclamações e audiências trabalhistas; processos no Fórum; impulsos processuais; esclarecimentos ao trabalhador sobre seus 26

27 direitos; análise de contrato de trabalho firmados; solução via Câmara de Conciliação Prévia (Cintec); solução extrajudicial junto à empresa. Cível: Propositura e/ou defesa de ações no âmbito de família e sucessões; orienta e promove reunião entre as partes; realiza audiências. Coletivo: Colhe denúncias dos comerciários sobre irregularidades cometidas pelas empresas; convoca as empresas denunciadas para solução dos problemas; realiza assembléias, acordos e audiências junto à DRT. Falência: Habilitação de créditos trabalhistas; acompanhamento dos estágios do processo no Fórum; impulsos processuais; esclarecimentos ao trabalhador sobre seus direitos e acompanhamento das empresas falidas no Fórum. 27

28 SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR O departamento realiza fiscalização em conjunto com os órgãos públicos para identificar irregularidades no ambiente de trabalho e formular propostas com o objetivo de eliminar as causas de acidentes e doenças ocupacionais que provocam danos à integridade física e mental. Por outro lado, os comerciários que identificam riscos para a sua saúde e segurança no ambiente de trabalho podem procurar o departamento, o qual tomará as devidas providências para sanar os problemas. Os comerciários vítimas de acidentes ou doenças ocupacionais têm nesse departamento o atendimento adequado para o encaminhamento à assistência da saúde do trabalhador. Os comerciários no desenvolvimento das suas atividades realizam esforços físico, visual e mental, acompanhados de movimentos repetitivos que ocasionam uma das doenças mais comuns no comércio - as Lesões por Esforços Repetitivos (LER), podendo levar à invalidez. O departamento possui o Disque Trabalho Decente que recebe denúncias de comerciários (não é necessário se identificar) de irregularidades que afetam a saúde e a segurança no trabalho. ACESSO AO ENSINO Qualificação profissional é fundamental para o trabalhador. Por isso, o Sindicato firmou parcerias com universidades, promovendo o acesso ao ensino superior. Esses convênios dão aos associados e aos filhos com mais de 18 anos descontos de 10% a 40%. A formação superior hoje conta muito na hora de uma promoção na empresa ou vaga de emprego. Trabalhador qualificado tem mais chances de enfrentar os desafios do mercado de trabalho e vencer o desemprego. Os associados e dependentes têm descontos em mais de 50 universidades. 28

29 PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E/OU RESULTADOS (PLR) Quem não recebe Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) deve reivindicar o seu pagamento junto a sua empresa porque o benefício é garantido pela Constituição. Hoje ela é regulamentada pela Lei nº , de 19 de dezembro de 2000, que convalidou a Medida Provisória assinada pelo então presidente Itamar Franco, em Até o momento, o Sindicato assinou mais de acordos de PLR beneficiando 70 mil trabalhadores que tiveram um aumento na sua remuneração. Isso aquece a economia, as empresas aumentam seus lucros e o governo amplia sua arrecadação. O objetivo é fazer com que o trabalhador participe de forma efetiva dos lucros da empresa, sendo que a participação do Sindicato é obrigatória na formação do acordo. A Participação nos Resultados é uma forma de estimular os trabalhadores pelos benefícios, e as empresas, pelo aumento da produção. É como se fosse um 14º salário, só que sem os descontos dos encargos sociais. Muitas empresas ainda resistem a pagar, mas os empresários precisam entender que a participação nos lucros ou resultados é um incentivo ao trabalhador e está diretamente vinculada à produção e metas atingidas pela empresa, que trará benefícios para todos. DEPARTAMENTO DA MULHER No Sindicato existe um departamento específico para tratar dos assuntos relacionados à mulher. São realizadas campanhas referentes ao trabalho, saúde e bem-estar das comerciárias. Segundo o departamento, as denúncias mais freqüentes são de mulheres que sofrem assédio moral no trabalho como, por exemplo, maus tratos, humilhação, entre outras situações. No Sindicato, encontram orientações de como tomar as providências necessárias. O Departamento da Mulher luta contra a discriminação não só das mulheres, mas também dos negros e deficientes, para que seus direitos sejam respeitados. 29

30 NÚCLEO DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS Criado em 1980 especialmente para orientar e fortalecer os interesses dos aposentados e pensionistas, o Núcleo atende companheiras e companheiros no próprio Sindicato. Sempre atento aos problemas relacionados à Previdência Social, faz prevalecer os direitos de cidadania destes que trabalharam arduamente na categoria, além de lutar para que os mesmos direitos vigorem para os comerciários que irão se aposentar. O Núcleo participa de conquistas para melhores condições de vida, para resgatar perdas e preservar a dignidade da classe, participando de campanhas, atos e congressos referentes aos aposentados e pensionistas em São Paulo, outros Estados e, principalmente, no Congresso Nacional, em Brasília, sempre em prol dos direitos da categoria. Os aposentados e pensionistas terão um local amplo específico para eles no Sindicato para que possam conversar, ler e assistir à televisão. Um ambiente confortável digno para os aposentados. APOSENTADORIA Os associados que solicitam a aposentadoria no Sindicato recebem instruções sobre os documentos necessários, os quais são encaminhados pela entidade ao INSS. O Sindicato acompanha o processo até a obtenção da aposentadoria. Brevemente, a entidade irá instalar o sistema Prisma, o qual possibilitará o comerciário obter a aposentadoria no próprio Sindicato. 30

31 SERVIÇOS ADICIONAIS EMPRÉSTIMO COM DESCONTO EM FOLHA O Sindicato assinou acordo de empréstimo com desconto em folha de pagamento com diversos bancos. O contrato beneficia todos os comerciários da base do Sindicato de acordo com as regras estipuladas entre as partes e de acordo com a Medida Provisória 130 e Decreto 4840/03. Com esse convênio, os comerciários têm a oportunidade de liquidar suas dívidas, limpar o nome na praça ou realizar com o empréstimo compras à vista pagando juros mais baixos do que os praticados no mercado. O comerciário tem o dinheiro na sua conta e pode pagar em até 36 meses. Essa é uma prestação de serviço aos comerciários associados e não associados ao Sindicato. SEGURO DE VIDA O comerciário associado passou a ter mais um benefício. O Sindicato firmou convênio com a seguradora Costa & Parra, oferecendo gratuitamente aos associado, com mensalidade em dia seguro de acidentes pessoais e de vida. Seguro é um serviço comum nos países desenvolvidos, onde se pratica a cobertura social. O comerciário também merece essa proteção, e é isso que o Sindicato está propiciando. O trabalhador afastado por motivo de saúde receberá da seguradora R$ 6,00 por dia de afastamento durante um mês, totalizando R$ 180,00. Caso de invalidez permanente ou falecimento, indenização de R$ 3.000,00. 31

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