Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC)

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1 Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) Superintendência de Serviços Públicos (SPB) Gerência-Geral de Outorga, Acompanhamento e Controle das Obrigações Contratuais (PBOA) Gerência de Outorga de Serviços (PBOAO) José Roberto Pereira Neder (61)

2 HISTÓRICO: Evolução do Setor de Telecom 1962: Código Brasileiro de Telecomunicações:(Lei nº 4117/62); - Cria o CONTEL e o Fundo Nacional das Telecomunicações. 1965: Embratel; 1967: Ministério das Comunicações(Decreto-Lei nº 200/1967); 1972: Telebrás:(Lei nº 5.792/1972); 1995: Emenda Constitucional nº 8: altera a Constituição;(Compete a União explorar o serviço de telecom. mediante concessão, permissão ou autorização) 1996:LeiMínima -Leiº9.295: (Abriuomercadodetelefoniamóvel-BandaB); 1997: Lei Geral das Telecomunicações (LGT)- Lei nº 9.472; -CriaaAnatel; - Reorganiza os serviços de telecomunicações; regimes público e privado; - Faz a reestruturação e desestatização das empresas de telecomunicações; - Institui o Plano Geral de Outorgas(PGO)- Decreto nº2.534/ : Privatização do Sistema Telebrás.

3 Lei Geral de Telecomunicações (LGT) Classificação: Quanto à abrangência dos interesses que atendem: Quanto ao regime jurídico de prestação: Coletivo Restrito Públicos Privados -O STFC é o único serviço de telecomunicações prestado concomitantemente nos regimes público e privado: - Regime Público: Contratos de Concessão - Regime Privado: Termos de Autorização

4 eplano Geral de Outorgas (PGO) eart. 188 da LGT edecreto nº 2.534, de 2 de abril de 1998 RR AP REGIÃO I REGIÃO II AC AM RO PA MT TO MA PI BA CE RN PB PE SE AL DF REGIÃO III MS GO SP MG RJ ES REGIÃO IV PR SC RS

5 Regime Público (STFC) Obrigações: - De Universalização: objetivam possibilitar o acesso de qualquer pessoa ou instituição de interesse público a serviço de telecomunicações, independentemente de sua localização e condição socioeconômica, bem como as destinadas a permitir a utilização das telecomunicações em serviços essenciais de interesse público. - De Continuidade: objetivam possibilitar aos usuários dos serviços sua fruição de forma ininterrupta, sem paralisações injustificadas, devendo os serviços estar à disposição dos usuários, em condições adequadas de uso.

6 Regime Público Concessionárias do STFC Telemar (Oi)- Região I: Modalidades Local e Longa Distância Nacional; Brasil Telecom (Oi)- Região II: Modalidades Local e Longa Distância Nacional; Telesp - Região III: Modalidades Local e Longa Distância Nacional; CTBC - Setores: Modalidades Local e Longa Distância Nacional; Sercomtel - Setor: Modalidades Local e Longa Distância Nacional; Embratel - Região IV: Modalidade Longa Distância Nacional e Internacional.

7 Regime Privado Espelhos Vesper -Regiões I e III: Modalidades Locale LDN; GVT -Região II: Modalidades Locale LDN; Intelig - Região IV: Modalidade LDN; Espelhinhos - Municípios: Modalidades Local e LDN.

8 Regime Privado Projeto Espelhinhos LICITAÇÕES REALIZADAS: * 001 a 009/2000/SPB (julho a dezembro de 2000) ÁREA DE PRESTAÇÃO: * Municípios sem previsão de Atendimento pelas espelhos TOTAL DE EMPRESAS AUTORIZADAS: * 22

9 Regime Público Contratos de Concessão

10 Regime Público: Contratos de Concessão -O prazo máximo da concessão será de vinte anos, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período, desde que a concessionária tenha cumprido as condições da concessão e manifeste expresso interesse na prorrogação, pelo menos, trinta meses antesde sua expiração. * (Art. 99 LGT) -A concessão, cujo objeto será determinado em função do plano geral de outorgas, será feita a título gratuito, com termo final fixado para o dia 31 de dezembro de 2005, assegurado o direito à prorrogação única por vinte anos, a título oneroso. * (Art. 207, 1º -LGT)

11 Regime Privado Termo de Autorização

12 Regulamento para Expedição de Autorização: Resolução nº 283/2001 -Não haverá limite ao número de autorizações de serviço, salvo em caso de impossibilidade técnica ou, excepcionalmente, quando o excesso de competidores puder comprometer a prestação de uma modalidade de serviço de interesse coletivo. * (Art LGT). -O descumprimento de condições ou de compromissos assumidos, associados à autorização, sujeitará a prestadora às sanções de multa, suspensão temporária ou caducidade. * (Art LGT).

13 Regulamento para Expedição de Autorização: Resolução nº 283/ A autorização para prestar o STFC terá prazo indeterminado; -Autorizaçãodo STFC conferida a título oneroso, nos termos a serem estabelecidos por ato específico da Anatel; -Não haverá limite ao número de autorizações de STFC; -É vedadaa uma mesma prestadora, a prestação de uma mesma modalidadede STFC, por meio de mais de uma autorização, em uma mesma área geográfica de prestação de serviço.

14 Regulamento para Expedição de Autorização: Resolução nº 283/2001 Das Áreas de Prestação: - As áreas de prestação que constituem objeto da autorização são as equivalentes às: *RegiõesI,IIeIIIdoPGO;e * Áreas de numeração identificadas no Plano Geral de Códigos Nacionais(PGCN).

15 Plano Geral de Códigos Nacionais (PGCN) SETOR UF SETOR UF 1 RJ 18 SC 2; 3 MG 19, 20 PR 4 ES 21; 22 MS 5 BA 23 MT 6 SE 24; 25 TO/GO 7 AL 26 DF 8 PE 27 RO 9 PB 28 AC 10 RN 29; RS 11 CE 31; 33 SP 12 PI 13 MA 14 PA 15 AP 16 AM 17 RO

16 Planos de Numeração: Finalidade N 12 N 11 N 10 N 9 N 8 + N 7 N 6 N 5 + N 4 N3 N 2 N 1 C N C ó d i g o d e A c e s s o d e U s u á r i o C C = 5 5 N ú m e r o N a c i o n a l d o A s s i n a n t e N ú m e r o I n t e r n a c i o n a l d o A s s i n a n t e - Identificação unívoca do usuário; - Identificação de serviços; - Correta tarifação da chamada; - Correto encaminhamento(estabelecimento da chamada)

17 Planos de Numeração: Código de Acesso de Usuário Indicador de Serviço -Primeiro dígito do Código de Acesso de Usuário : N8 N7 N6 N5 + N4 N3 N2 N1 N8 = 6; 7; 8; 9: indicam serviços móveis; N8 = 2; 3; 4: indicam serviços fixos; N8 = 5: Uso compartilhado entre serviços fixos e móveis. -Via de regra, o originador paga pela chamada. -Com procedimento de marcação diferenciado, pode-se realizar chamada a cobrar, tarifa compartilhada, etc.

18 Planos de Numeração: Premissas - Na estruturação do Plano de Numeração do STFC, são premissas básicas: * o comprimento uniforme epadronizado, em âmbito nacional, dos Recursos de Numeração; * o procedimento de Marcação uniforme epadronizado, em todo o território nacional; * a capacidade para que o usuário possa selecionar, a cada chamada, a prestadora do serviço nas modalidades LDN ou LDI; * o uso de Códigos Nacionais identificando áreas geográficas específicas do território nacional;

19 Continuação: Planos de Numeração: Premissas * o uso de códigos específicos epadronizados, em todo o território nacional, para serviços de utilidade pública, incluindo os de emergência: (3 DÍGITOS) * o uso de códigos específicos epadronizados, em todo o território nacional, para aplicações independentes da localização geográfica:(0300; 0500; 0800) * o uso de prefixos específicos para identificar uma modalidade de serviço ou uma facilidade associada à comunicação; e * a capacidade para introduçãoda Portabilidade de Códigos de Acesso.

20 Outorgas: Situação Atual TOTAL DE EMPRESAS: - Regime Público (Concessão): 6 - Regime Privado (Autorização*): 126 => 56 em operação comercial. *Set/2011

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