XVI CAMPEONATO BRASILEIRO JUVENIL DE NATAÇÃO DE INVERNO TROFÉU Dr. ARTHUR SAMPAIO CAREPA REGULAMENTO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES CAPÍTULO II

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1 XVI CAMPEONATO BRASILEIRO JUVENIL DE NATAÇÃO DE INVERNO TROFÉU Dr. ARTHUR SAMPAIO CAREPA REGULAMENTO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º - Pelas Associações de Federações filiadas à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, será realizado, anualmente, o CAMPEONATO BRASILEIRO JUVENIL DE NATAÇÃO DE INVERNO, de acordo com o presente Regulamento e com as regras da FINA. Art. 2º - O Campeonato integrará o Calendário Nacional da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA e será realizado, preferentemente, nos meses de junho e julho, colaborando assim na difusão e apuro técnico da natação do País. Art. 3º - A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, delegará à Federação indicada para sede, a organização do Campeonato Brasileiro Juvenil de Natação de Inverno, desde que a mesma preencha os requisitos exigidos pelo presente Regulamento. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO Art. 4º - Este Campeonato será realizado preferencialmente em piscina de 25 metros e aquecida. As piscinas deverão ter o mínimo de 8 (oito) raias, devendo a Associação Sede reunir condições técnicas necessárias para promover este Campeonato de Inverno, inclusive arquibancadas de dimensões suficientes para a acomodação dos atletas e do público, piscina de aquecimento, além de iluminação adequada. Art. 5º - A critério da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, quando houver necessidade de ser feita uma avaliação técnica para a formação de uma seleção brasileira de natação, poderão participar quaisquer nadadores, mesmo em estágio, não incluídos na disputa do Campeonato, sem influência, entretanto na classificação oficial. 1º - Poderão, igualmente, participar das disputas do Campeonato, nadadores estrangeiros convidados, sem influência, porém na classificação oficial. 2º - Serão respeitadas, prioritariamente, as posições das oito (8) raias principais da última série das provas do programa, quando ocorrerem as situações constantes no presente Artigo. Pág.1

2 Art. 6º - A Federação Organizadora, deverá apresentar à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, uma declaração se responsabilizando pelas condições exigidas no Art. 4º, como também ficarão ao seu encargo os equipamentos indispensáveis para os trabalhos de secretaria. Art. 7º - Dois (02) meses antes da data fixada para a realização do Campeonato, a Federação Organizadora deverá remeter à CBDA uma lista de hotéis em que conste a tabela de preços, para conhecimento das Associações participantes. ÚNICO - A programação do Campeonato e a relação será remetida pela CBDA para as Federações filiadas, que ficarão com a responsabilidade de encaminhar às Associações a elas vinculadas. Art. 8º - Não haverá eliminatórias e a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos irá preparar o programa de prova, de acordo, com os mapas de inscrição enviados pelas Associações participantes e previamente confeccionados pela Federação de origem e que deverão ter os tempos constantes nos respectivos históricos dos atletas e revezamentos na CBDA. ÚNICO - As provas serão, efetivadas, em horários fixados pela CBDA, podendo ser modificados, caso sejam propostos e aprovados no Congresso de Abertura. Art. 9º - Os nadadores participantes poderão disputar as provas individuais em que estiverem classificados e, também, as provas de revezamento, com limite de três (03) provas individuais nas quatro (04) etapas, sendo que no máximo duas provas individuais por etapa. Art. 10º - No intuito de garantir a participação de todos os nadadores inscritos neste Campeonato, fica instituída uma multa para cada deserção de prova, multiplicando-se por quatro (04) quando for revezamento, que será estipulada através da Tabela de Taxas da CBDA para os eventos por ela dirigidos. Por se tratar de campeonato somente com finais, sem eliminatórias, as multas correspondem as taxas previstas no regimento de taxas, das eliminatórias. 1º- - O pagamento dessa multa, decorrente das deserções verificadas, deverá ser efetuado, impreterivelmente antes do início da etapa seguinte, e assim sucessivamente, até a última etapa da competição, quando esse pagamento deverá ser efetuado imediatamente após as finais desse último dia. 2º- - Caso as multas decorrentes das deserções não sejam pagas até o final da competição, a CBDA enviará à Federação do clube devedor, o valor da multa a ser paga, que deverá ser efetuada imediatamente, antes de qualquer competição oficial do calendário da Confederação, sem o qual, não serão aceitas novas inscrições para o campeonato seguinte. 3º- - Quando o atleta for desclassificado pelo Arbitro Geral por má conduta, o seu clube terá que pagar multa como se o nadador não tivesse comparecido e não poderá nadar nenhuma prova naquela etapa, inclusive revezamento. 4º- - Todos os cortes deverão ser comunicados através do ou via fax (21) , à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, até 72hs (Setenta e Duas horas) antes do início do Congresso de Abertura. Após esse prazo, toda retirada de atletas e revezamentos estará sujeito a cobrança de multa. 5º- - O nadador só poderá ser retirado da prova sem pagar multa, por motivo de doença, devidamente comprovada por atestado médico, ficando estabelecido que o atleta deixará de participar de outra prova, inclusive revezamento, naquele dia. Pág.2

3 Art. 11º - As Associações inscritas neste Campeonato, que por qualquer motivo, não possam comparecer, deverão enviar até 72hs (Setenta e Duas horas) antes do início do Congresso de Abertura, um fax ou citados no 4º acima, à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, comunicando as razões que provocaram a desistência. DAS INSCRIÇÕES E ÍNDICES CAPÍTULO III Art. 12º - O é aberto a nadadores da classe JUVENIL, inscritos em suas Associações, devidamente registrados nas suas Federações e que por ocasião da inscrição, satisfaçam a todas as exigências em vigor emanadas da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos -CBDA, inclusive as Normas de Transferência de atletas dos Desportos Aquáticos. Art. 13º - Os nadadores que não estiverem munidos de seu documento de identidade e devidamente cadastrados na CBDA no exercício do ano em curso, não tomarão parte do Campeonato. Art. 14º - Pela Diretoria Técnica da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, serão organizados e distribuidos, anualmente, índices de participação para todas as provas individuais, não havendo índices de participação para as provas de revezamento. Os índices técnicos serão baseados nos resultados dos quatro últimos anos e prevalecerão por duas temporadas. 1º - Os índices só poderão ser considerados quando obtidos em piscinas de 25 e 50 metros de extensão e em competições oficiais controladas pelas Federações filiadas, que serão responsáveis pela exatidão e veracidade dos tempos apurados. Os resultados oficiais aqui referidos, constantes das competições dos calendários oficiais apresentados no início da temporada, deverão ser enviadas à CBDA, até dez (10) dias após a data de realização das respectivas competições. Caso não seja remetido à CBDA antes do término do prazo da entrada das inscrições, isto é, vinte (20) dias antes, os tempos não serão considerados e os atletas excluídos das provas. 2º - Não será considerado nenhum resultado técnico conseguido em tentativas isoladas, com a finalidade de obtenção de índices e ainda como extra, em participação paralela ou integrante das competições oficiais, com exceção dos nadadores que estiverem cumprindo estágio e para as aberturas de revezamentos devidamente acompanhadas das fitas eletrônicas comprobatórias em provas realizadas e constantes de competições oficiais e das passagens parciais impressas em fitas eletrônicas comprobatórias. 3º - Serão considerados os resultados obtidos em todas as competições nacionais ou internacionais, patrocinadas por entidades filiadas à FINA, eliminatórias ou verificações técnicas organizadas pela CBDA, realizadas em piscinas de 25 e 50m de extensão, no período previsto no parágrafo 4º a seguir. As competições estudantis não terão seus resultados validados para efeito de índice de participação. 4º - De acordo com a Regra da FINA SW , os melhores tempos dos nadadores dos doze (12) meses anteriores a data final da inscrição na competição, serão válidos para efeito de índice de participação. Pág.3

4 5º - Não haverá conversão de tempos de 25 metros para 50 metros e vice-versa. Art. 15º - Os atletas que não confirmarem os índices de participação durante o Campeonato, não pontuarão para os seus clubes. Art. 16º - Poderão ser inscritos nas provas individuais, até quatro (04) nadadores masculinos Juvenis 1 e quatro (04) Juvenis 2, e quatro (04) femininos Juvenis 1 e quatro(04) Juvenis 2, que tenham atingido os índices e que constem do mapa de inscrição apresentado, nas condições estabelecidas no Art. 18. No caso de haver inscrição de mais de quatro (4) nadadores juvenis 1 ou 2 em uma prova, serão excluídas as demais inscrições, obedecendo-se a ordem sequêncial de cima para baixo, com prioridade para o mapa de inscrição de metragem da piscina em que será realizada a competição. 1º - Cada Associação participante poderá inscrever uma (01) equipe nas provas de revezamento, não havendo índices de participação, prevalecendo para efeito de balizamento os tempos fornecidos pelas respectivas Federações., à CBDA, até 21 dias antes do encerramento das inscrições. O revezamento será único, podendo nadar Juvenis 1 e 2 para formarem o revezamento. 2º - Os revezamentos deverão ser confirmados pelos clubes participantes, com a entrega das fichas de nado preenchidas com os nomes dos atletas e números dos códigos de registro na CBDA, até o término do aquecimento, antes do início das provas. Após a entrega das fichas de nado, não será permitido alterar a sequência nem substituir nadador, excetuando-se os casos do 3º do presente artigo. 3º - De acordo com a regra da FINA SW 10.12, As substituições nos revezamentos após a entrega das fichas de nado, só poderão ser realizadas em caso de documento de emergência médica. Ficará a critério da direção da CBDA a indicação do médico responsável na competição. Art. 17º - Para a classificação dos nadadores participantes do Campeonato, será observado o critério adotado pela CBDA, de acordo com o Boletim já expedido, especificando as classes e anos de nascimento dos atletas. Art. 18º - As Associações participantes enviarão à Federação a que estejam vinculadas seus mapas de inscrição, acompanhados do respectivo pagamento, com cheque nominativo à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, vinte (20) dias antes da data fixada para o início do Campeonato, que é o Congresso de Abertura. Nos mapas de inscrição, as associações preencherão com o nome completo do atleta, data de nascimento, código na CBDA e as provas que o nadador irá nadar, colocando apenas um X na coluna da prova, respeitando a seqüência do Programa de provas do Campeonato. A Federação, de posse do mapa da sua Associação, irá conferir o valor do cheque nominal com o número de caídas n água, e lançará as inscrições no CBDA SYSTEM MÓDULO PISCINA. Os melhores tempos serão lançados automaticamente pelo sistema, de acordo com as provas solicitadas pelas associações. Caso o atleta não possua índice de participação, a Federação deverá corta-lo do Campeonato, comunicando imediatamente a sua associação filiada. As Federações, após receberem as inscrição dos seus filiados, deverão enviar uma cópia do mapa de inscrição à CBDA, com os respectivos cheques nominativos e exportar as inscrições via CBDASystem até quinze (15) dias antes do início do Campeonato. Após este prazo final de quinze dias, as inscrições não serão mais aceitas, bem como as inscrições que chegarem à CBDA sem os cheques respectivos ou comprovante de depósito em conta corrente da Confederação. Pág.4

5 1º - Somente serão aceitos os mapas de inscrição gerados pelo CBDA SYSTEM MÓDULO PISCINA. 2º - As Federações que enviarem os mapas de inscrição dos seus clubes filiados sem os respectivos tempos de revezamentos ou que a Federação não tenha remetido à CBDA os resultados das competições estaduais que constem no Calendário para a conferência dos tempos, serão considerados os mais lentos e balizados nas piores séries e raias. CAPÍTULO IV DAS PROVAS, CONTAGEM DE PONTOS E PRÊMIOS Art. 19º - O programa de provas destes Campeonatos anexo a este Regulamento, será disputado em três (03) dias, com quatro (04) etapas. Art. 20º - Caso seja efetuada erradamente, pela Associação, inscrição de um nadador em mais de duas provas individuais na mesma etapa, será cortado da terceira, quarta prova etc..., permanecendo a 1ª e 2ª prova do programa. Se houver inscrição errada em mais de três (3) provas individuais no Campeonato, prevalecerão as três (3) primeiras provas do programa, cortando-se as demais. Art. 21º - A contagem de pontos será feita após a disputa de cada prova individual do programa, sendo atribuídos pontos para o Juvenil I e Juvenil II, separadamente, que serão somados para a contagem geral. Os revezamentos terão a sua contagem de pontos somados somente na pontuação geral. a) Provas Individuais 9, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e 1 pontos para os 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º lugares respectivamente. b) Provas Revezamentos Contagem em dobro para as oito (08) colocações a que se referem as alíneas anteriores. Art. 22º - Bonificação de Pontos É instituída a bonificação de pontos para a quebra de recordes individuais e de revezamentos, somente para o 1º tempo da prova, sendo seguinte a pontuação: - Recorde de Campeonato - 10 pontos - Recorde Brasileiro - 20 pontos - Recorde Sulamericano - 40 pontos Em casos de empate na 1ª colocação com obtenção de recordes, os pontos da bonificação serão divididos pelas Associações dos nadadores vencedores. Quando for igualado o tempo do recorde, o mesmo será homologado, mas, não será válido para efeito de bonificação de pontos. Os recordes estabelecidos em abertura de revezamento não serão válidos para efeito de bonificação de pontos. Pág.5

6 CAPÍTULO V DOS TÍTULOS Art. 23º - Ao final da competição serão declarados vencedores, os clubes que obtiverem o maior número de pontos, separadamente, na classe Juvenil I e na classe Juvenil II em provas individuais e na classificação geral, somando-se a pontuação das duas classes e a pontuação das provas de revezamentos. Em caso de empate, será vencedor o que houver conseguido o maior número de primeiros lugares; persistindo o empate, será adotado o mesmo critério para as colocações seguintes, até o desempate. DOS PRÊMIOS CAPÍTULO VI Art. 24º - A Federação Organizadora oferecerá: a) Um (1) Troféu ou Taça para o Clube Campeão, Vice Campeão e 3º colocado no Juvenil I (provas individuais). b) Um (1) Troféu ou Taça para o Clube Campeão, Vice Campeão e 3º colocado no Juvenil II (provas individuais). c) Um (1) Troféu ou Taça para o Clube Campeão Brasileiro Juvenil (soma da pontuação do Juvenil I, Juvenil II e dos revezamentos). d) Dois (2) Troféus para os Clubes colocados em 2º e 3º lugares na soma total de pontos (soma da pontuação do Juvenil I, Juvenil II e dos revezamentos). e) Índices Técnicos para as duas classes e categorias, num total de quatro (4) troféus. Serão oferecidas ainda, medalhas de vermeil, prata e bronze, para os nadadores classificados, respectivamente, em 1º, 2º e 3º lugares em cada prova. ÚNICO - Todos os prêmios deverão ser apresentados na sessão de abertura do Congresso. Art. 25º - Os índices técnicos serão sempre calculados percentualmente em relação à tabela em vigor para a temporada em curso, organizada pela Diretoria Técnica da CBDA. Não serão válidos os tempos obtidos em aberturas de revezamentos. ÚNICO - É obrigatória a presença do atleta na cerimônia de premiação quando chamado, devidamente uniformizado, sendo passível de punição caso assim não o faça, cabendo à autoridade designada pela CBDA, as devidas providências. DA DIREÇÃO CAPÍTULO VII Art. 26º - A competição está jurisdicionada à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, com a estreita colaboração da Federação Organizadora e das autoridades locais. Art. 27º - O Árbitro e o Juiz de Partida serão escalados pela CBDA e os demais membros do quadro de arbitragem serão indicadas pela Federação Pág.6

7 Organizadora, com prévio conhecimento e aprovação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Art. 28º - Os casos omissos serão resolvidos no Congresso, obedecendo-se sempre às Leis da FINA, com exceção dos casos disciplinares e administrativos, que serão julgados pela autoridade designada pela CBDA, que aplicará as punições de acordo com a Instrução Normativa n.º 01/2001 de 15 de janeiro de DOS CONGRESSOS CAPÍTULO VIII Art. 29º - Antes da competição, os representantes devidamente credenciados pelas Associações participantes, deverão reunir-se no Congresso, sob a presidência de dirigente da Federação Organizadora e com a presença de um membro da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, para tratarem de assuntos relacionados com o Troféu e, eventualmente, com a Natação Brasileira. ÚNICO - Desse Congresso, somente participará com direito a voto um (01) representante de cada Associação, desde que credenciados para tal fim, devendo constar do respectivo mandado os poderes alusivos a investidura. Os Presidentes dos clubes e proprietários de Escolas de Natação e Academias, deverão apresentar as suas credenciais. Art. 30º - A Federação Organizadora promoverá, paralelamente, um Congresso eminentemente técnico, cujas propostas ou resoluções apresentadas e subscritas pela maioria dos técnicos congressistas, um (01) por Associação, deverão ser encaminhadas ao representante da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA. 1º - Este Congresso Técnico deverá contar sempre com a presença de um (01) representante da Federação Organizadora e um (01) representante da CBDA. 2º - A Federação Organizadora dará conhecimento, por ocasião do Congresso de abertura, do local onde será realizado o Congresso Técnico, já com o horário devidamente fixado, podendo ser realizado logo após o término do Congresso de Abertura. Art. 31º - As propostas de que trata o Artigo anterior, que modifiquem o atual Regulamento, serão levadas à apreciação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, que as referendará ou não, comunicando às Federações filiadas, pelo menos, seis (06) meses antes das datas marcadas para a sua próxima disputa. Art. 32º - No Congresso será comunicado o nome da autoridade designada pela CBDA para em caráter sumário, aplicar as penas previstas na Instrução Normativa nº 01/2001 de 15 de janeiro de Art. 33º - No final da competição serão homologados os resultados finais e proclamados o Campeão, Vice-Campeão e Terceiro colocado, Juvenil I, o Campeão, Vice- Campeão e Terceiro colocado, Juvenil II e o Campeão, Vice-Campeão e Terceiro colocado geral, bem como os quatro (04) melhores índices técnicos. Art. 34º - A ata do Congresso deverá ser lavrada pelo secretário da mesa diretiva e as folhas rubricadas pelo presidente, devendo ser enviadas cópias da ata às Federações, até (10) dez dias após o encerramento do Campeonato. Pág.7

8 CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 35º - As despesas de transporte, hospedagem e alimentação, serão de inteira responsabilidade das Associações participantes. Art. 36º - A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - CBDA, poderá sempre que julgar necessário, alterar o presente Regulamento. Art. 37º - Revogam-se as disposições em contrário. Pág.8

9 VENCEDORES DO CAMPEONATO BRASILEIRO JUVENIL DE NATAÇÃO DE INVERNO TROFÉU Dr. ARTHUR SAMPAIO CAREPA ANO CLUBE CAMPEÃO LOCAL I 1992 CLUBE TUBARÃO/GO VITÓRIA/ES II 1993 CLUBE PORTUGUÊS DO RECIFE/PE RECIFE/PE III 1994 FLUMINENSE F.C./RJ SALVADOR/BA IV 1995 C.R. FLAMENGO/RJ MACEIÓ/AL V 1996 S.C. CORINTHIANS PAULISTA/SP SÃO LUIZ/MA VI 1997 FLUMINENSE F.C./RJ FORTALEZA/CE VII 1998 FLUMINENSE F.C./RJ SALVADOR/BA VIII 1999 MINAS T. C./MG SÃO PAULO/SP IX 2000 C.R. FLAMENGO/RJ RIO DE JANEIRO/RJ X 2001 MINAS T. C./MG FORTALEZA/CE XI 2002 MINAS T. C./MG NATAL/RN XII 2003 E.C. PINHEIROS/SP RIO DE JANEIRO/RJ XIII 2004 MINAS T. C./MG BRASÍLIA/DF XIV 2005 MINAS T. C./MG BELÉM/PA XV 2006 MINAS T.C./MG SÃO LUIZ/MA XVI 2007 RIO DE JANEIRO/RJ Pág.9

10 CAMPEONATO BRASILEIRO JUVENIL DE NATAÇÃO DE INVERNO PROGRAMA DE PROVAS TROFÉU Dr. ARTHUR SAMPAIO CAREPA 1a. ETAPA - 6a. FEIRA (TARDE) 2a. ETAPA - SÁBADO (MANHÃ) m LIVRE FEMININO JUVENIL m COSTAS FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m COSTAS FEMININO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m COSTAS MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m COSTAS MASCULINO JUVENIL m MEDLEY FEMININO JUVENIL m BORBOLETA FEMININO JUVENIL m MEDLEY FEMININO JUVENIL m BORBOLETA FEMININO JUVENIL m MEDLEY MASCULINO JUVENIL m BORBOLETA MASCULINO JUVENIL m MEDLEY MASCULINO JUVENIL m BORBOLETA MASCULINO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m MEDLEY FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m MEDLEY FEMININO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m MEDLEY MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m MEDLEY MASCULINO JUVENIL X50 m LIVRE FEMININO JUVENIL 27 4x100 m LIVRE FEMININO JUVENIL 14 4X50 m LIVRE MASCULINO JUVENIL 28 4x100 m LIVRE MASCULINO JUVENIL 3a. ETAPA - SÁBADO (TARDE) 4a. ETAPA - DOMINGO (MANHÃ) m LIVRE FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m PEITO FEMININO JUVENIL m BORBOLETA FEMININO JUVENIL m PEITO FEMININO JUVENIL m BORBOLETA FEMININO JUVENIL m PEITO MASCULINO JUVENIL m BORBOLETA MASCULINO JUVENIL m PEITO MASCULINO JUVENIL m BORBOLETA MASCULINO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m COSTAS FEMININO JUVENIL m LIVRE FEMININO JUVENIL m COSTAS FEMININO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m COSTAS MASCULINO JUVENIL m LIVRE MASCULINO JUVENIL m COSTAS MASCULINO JUVENIL m PEITO FEMININO JUVENIL m PEITO FEMININO JUVENIL m PEITO MASCULINO JUVENIL m PEITO MASCULINO JUVENIL x100 m MEDLEY FEMININO JUVENIL 58 4x100 m MEDLEY MASCULINO JUVENIL Pág.10

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