A IMPORTÂNCIA NO APRENDIZADO DA ESCRITA E DA LEITURA: UM OLHAR MAIS CUIDADOSO PARA OS DISLÉXICOS

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1 A IMPORTÂNCIA NO APRENDIZADO DA ESCRITA E DA LEITURA: UM OLHAR MAIS CUIDADOSO PARA OS DISLÉXICOS Polyana Lucena Camargo de Almeida (G-UEL) Viviane Boneto Pinheiro (G-UEL) Prof.Dr.Joaquim Carvalho da Silva (Orientador-UEL) Introdução O desenvolvimento textual do trabalho A importância no aprendizado da escrita e da leitura: um olhar mais cuidadoso para os disléxicos aborda as características dos disléxicos durante a aprendizagem da leitura e escrita, os indícios comportamentais para uma avaliação definitiva e as mudanças no direcionamento das aulas pelos educadores para a alfabetização dos disléxicos. A dislexia é definida como um distúrbio neurológico, de origem congênita, relacionado à aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, condição sócioeconômica ou baixa inteligência. Acomete crianças ou adultos com potencial intelectual normal, sem déficit sensorial, com suposta instrução educacional apropriada, mas que não conseguem adquirir ou desempenhar satisfatoriamente a habilidade para a leitura e a escrita. De acordo com as estatísticas disponíveis, de dez a quinze por cento da população mundial sofre de dislexia: entre três e quatro estudantes em uma classe de trinta. No Brasil, dados da Associação Brasileira de Dislexia (ABD) indicam que, em média, quarenta por cento dos casos diagnosticados na faixa mais crítica, entre dez e doze anos, são de

2 grau severo, quarenta por cento de nível moderado e vinte por cento considerado de estágio leve. Esses índices apontam para a complexidade do transtorno, já que envolvem a prática da ação de escrever, ler e entender a linguagem de comunicação mundial. Cuidado e atenção são requisitos básicos para a compreensão sobre as delimitações constituintes das dificuldades apresentadas sobre o assunto. A Leitura A aprendizagem de habilidades tão complexas quanto ler e escrever depende de uma série de fatores que, funcionando de maneira integrada, torna possível tal aquisição pela criança. Entre os fatores de maior importância, pode-se citar a capacidade de usar a linguagem e de conhecer suas características, a inteligência, as condições afetivas, o interesse e a motivação para novas aprendizagens, assim como a qualidade da formação escolar. A alteração em algum destes aspectos pode influenciar no processo de desenvolvimento. Pode-se dizer que a leitura corresponde a um ato de compreensão, ou seja, a busca do significado do texto, da mesma forma que se procura extrair significado da linguagem falada. Para que a leitura seja possível, há necessidade de se compreender os símbolos ou letras e a significação por eles representada. De acordo com a ideia de que a leitura implica compreensão, uma criança que seja somente capaz de decodificar, simplesmente pronunciar as palavras sem alcançar o entendimento das ideias nelas contidas não pode ser considerada como alguém que realmente lê. O ato de leitura, portanto, ultrapassa a simples pronúncia, mesmo correta das palavras, envolvendo algumas capacidades: a compreensão do papel da escrita enquanto um sistema de representação da linguagem oral e seus usos sociais; a compreensão de como a escrita é organizada, bem como a

3 formação das sentenças e a estruturação geral do texto. Crianças com problemas quanto ao domínio da leitura podem apresentar uma série de dificuldades não desenvolvendo tais capacidades. A Escrita A escrita é uma forma de representação da linguagem oral e, como tal, escrever também diz respeito a um ato de significar, de representar ideias, conceitos ou sentimentos por meio de símbolos de ordem gráfica. A escrita não se limita a ser uma simples transcrição do falado, possui características próprias que precisam ser compreendidas pelo indivíduo que aprende a escrever. Para tanto, algumas habilidades tem de ser desenvolvidas, tais como: a compreensão da escrita como um modo de representação da linguagem oral; o conhecimento das letras e o valor sonoro das mesmas; o reconhecimento do sistema ortográfico da língua; a compreensão de que existe uma variação entre o modo de falar e o modo de escrever, entre outras. Se por um lado encontramos crianças que já apresentam tais habilidades para construção de narrativas, observa-se, por outro, um número expressivo delas que não consegue, tão facilmente, fazer uso do sistema da escrita. Percebe-se, muitas vezes, quando se lê o texto de um disléxico a falta de conhecimento das relações entre letras e sons; falta de compreensão ou domínio do sistema ortográfico; dificuldade para organizar o texto espacialmente e para empregar a pontuação; dificuldade na construção da narrativa. Observa-se uma variedade muito grande de dificuldades relativas à escrita; muitas crianças apresentam problemas principalmente de ordem ortográfica, enquanto outras possuem limitações significativas na maioria dos aspectos que envolvem a técnica da escrita.

4 Manifestações de alterações disléxicas no aprendizado da leitura e escrita É importante que os pais e professores fiquem atentos aos primeiros sinais de dificuldade de aprendizagem, leitura e escrita, que podem estar relacionados ao distúrbio da dislexia, como: dificuldade de soletração; alteração no ritmo da leitura; confusão entre letras; sílabas ou palavras com diferenças sutis de grafia - a-o, c-o, e-c, f-t, h-n, i-j, m-n, v-u, etc.; confusão entre letras, sílabas ou palavras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço - b-d, b-p, b-q, d-p, d-q, n-u, w-m, a-e; pular linha, retroceder para a linha anterior e perder a linha ao ler; excessivas fixações do olho na linha; problemas de compreensão; incapacidade de perceber as formas das palavras como um todo, procura adivinhar a palavra a partir das primeiras letras; leitura monótona e lenta; pontuação pode não ser respeitada; entre outros. Sinais de Alerta da Dislexia Não é possível avaliar com segurança se o aluno é disléxico antes da primeira série do Ensino Fundamental. Porém, se ele manifestar alguns dos sintomas a seguir, deve ser observado com atenção para um futuro diagnóstico: imaturidade no trato com outras crianças; fraco desenvolvimento da coordenação motora; dificuldade em montar quebracabeças; falta de interesse por livros; etc. Já a partir da primeira série, se a criança apresentar alguns dos problemas abaixo, é necessário avaliá-la em conjunto com outros professores e o coordenador pedagógico e, se necessário, sugerir aos pais o encaminhamento a um especialista: dificuldade na leitura e na escrita; dificuldade em manusear mapas e dicionários; dificuldade em matemática, desenho geométrico e em decorar sequências; desatenção, desorganização

5 geral e atrasos na entrega de tarefas; problemas de conduta - timidez excessiva e depressão. Como Facilitar o Cotidiano do Disléxico Temos que refletir tanto sobre as atitudes, as expectativas e as crenças que outros grupos étnicos, outras classes sociais ou outros grupos de idade tem sobre a escrita (...) (GNERRE, 1991). Essa ideia expressa o modo como se deve interpretar a posição de cada indivíduo perante a concepção de leitura e escrita. No caso dos disléxicos, tem-se que respeitar suas teorias referentes a essas práticas e adaptá-las à realidade da alfabetização. Mudanças quanto ao comportamento dos alfabetizadores nas salas de aulas e a introdução de uma nova postura para o auxílio desses alunos permitirão um convívio harmônico e satisfatório para ambas as partes. São várias as alternativas disponíveis para que o estudante com dislexia possa acompanhar a turma e demonstrar o que aprendeu de forma tranquila e eficiente: usar vários recursos de apoio para apresentar a lição à classe, além do quadro-negro, como projetor de slides, retroprojetor, vídeos e outros recursos multimídia; evitar dar instruções orais e escritas ao mesmo tempo; autorizar o uso de tabuadas, calculadoras simples, rascunhos e dicionários durante as atividades e avaliações; aumentar o limite de tempo para atividades escritas; ler enunciados em voz alta e verificar se todos entenderam o que está sendo pedido; etc. Conclusão O conhecimento das perturbações na assimilação da leitura e escrita e a compreensão de seu surgimento fazem com que educadores

6 conduzam o melhor modo de auxiliar as dificuldades de uma criança ou adulto portador do distúrbio. O comportamento de alfabetizadores pode ser adaptado em função da presença de um aluno disléxico. A postura do educador não pode se concretizar em um pré-julgamento das limitações de um alfabetizando. A organização e a adaptação de professores e estudantes devem ser mútuas; o primeiro auxiliando e motivando para a realização das tarefas escolares e o segundo aplicando as forças na superação de suas distinções. Referências GNERRE, Maurizio. Linguagem, Escrita e Poder. São Paulo: Editora Martins Fontes, REVISTA ESCOLA, edição 60, dezembro, ZORZI, Jaime Luiz. Dislexia e outros distúrbios da leitura-escrita, acessado em 13/06/09, 13h40. acessado em 19/06/09, 14h10.

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