UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ BRUNO WANDERLEY FARIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ BRUNO WANDERLEY FARIAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ BRUNO WANDERLEY FARIAS ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS: Um Estudo de Caso na Empresa DVA Automóveis S.A Biguaçu 2007

2 BRUNO WANDERLEY FARIAS ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS: Um Estudo de Caso na Empresa DVA Automóveis S.A Trabalho de Conclusão de Estágio apresentado ao Curso de Administração do Centro de Ciências Sociais Aplicadas - Gestão como requisito para obtenção do Título de Bacharel em Administração. Professor(a) Orientador(a): Alexandre Magalhães, Msc Biguaçu 2007

3 BRUNO WANDERLEY FARIAS ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS: Um Estudo de Caso na Empresa DVA Automóveis S.A Este Trabalho de Conclusão de Estágio foi considerado adequado para a obtenção do título de Bacharel em Administração e aprovado pelo Curso de Administração, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação de Biguaçu. Área de Concentração: Marketing Estratégico Biguaçu, 27 de novembro de Prof. M.Sc. Alexandre Magalhães UNIVALI - CE de Biguaçu Orientador Prof. M.Sc. Rogério Raul da Silva UNIVALI - CE de Biguaçu Prof. M.Sc. Elpídio Lenzi UNIVALI - CE de Biguaçu

4 Dedico este Trabalho de Conclusão de Estágio aos meus pais, avós, amigos e a todas as pessoas que acreditam em mim e me apoiaram nos momentos difíceis da vida acadêmica.

5 AGRADECIMENTOS À Universidade do Vale do Itajaí. Ao orientador Prof. Alexandre Magalhães, pelo acompanhamento pontual e competente. Aos colegas de turma Marcelo, Renan e Thyago, pela amizade e companheirismo demonstrados durante todo o Curso. Aos professores Sônia Regina Lamego e João Carlos Carneiro pelo incentivo demonstrado.

6 Não venda o bife, venda o chiado do bife. Autor Desconhecido

7 RESUMO FARIAS, Bruno Wanderley. Análise das Estratégias de Marketing: Um estudo de caso da empresa DVA Automóveis S.A f. Trabalho de Conclusão de Estágio (Graduação em Administração) - Universidade do Vale do Itajaí, Biguaçu, O setor automotivo vem apresentando, atualmente, quebra de recordes em volume de vendas devido ao aquecimento da economia e facilitação dos créditos. Tal oportunidade reflete na empresa DVA Automóveis S/A que comercializa automóveis importados de luxo. Este estudo de caso visa identificar e analisar de modo qualitativo as estratégias em seu composto mercadológico, utilizando ferramentas como modelo das 5forças de Porter adaptado por Zaccarelli e modelo SWOT adaptado por Rocha. Ao final, faz-se uma análise dos pontos em comum das duas ferramentas de análise e propõe mais estudos de caráter estratégico. Palavras chave: análise; estratégia; marketing.

8 ABSTRACT The automotive industry is showing breaking the record in sales volume because of the heating of the economy and facilitation of the claims. This opportunity reflects the company DVA Automóveis S/A which markets imported luxury cars. This case aims to identify and analyze the strategies in quality mode of the market mix, using tools such as model of 5-forces of Porter adapted by Zaccarelli and SWOT model adapted by Rocha. At the end, it is an analysis the points in common of the two tools and proposing more studies of strategic character. Key-Words: analyze; strategy; marketing.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1-4Ps do composto de marketing...27 Figura 2 Ordem dos níveis de produto Figura 3 Fluxo de valor agregado Figura 4 As cinco Forças de Porter Figura 5 Relação da análise externa e análise interna da SWOT Figura 6 Matriz SWOT da empresa DVA Automóveis...79 Figura 7 Percentagens das correlações da matriz SWOT...80 Quadro 1 Níveis do Produto Quadro 2 Classes dos produtos de consumo...31 Quadro 3 Classes dos produtos industriais...33 Quadro 4 Objetivos de preços possíveis...37 Quadro 5 Tipos de projetos, métodos e técnicas...49 Quadro 6 Portifólio de produtos da marca Mercedes Benz...53 Quadro 7 Portifólio do produtos da marca Chrysler...55 Quadro 8 Manutenção preventiva...57 Quadro 9 Classificação das Instituições varejistas...58 Quadro 10 Barreira de entrada...61 Quadro 11 Barreira de saída...62 Quadro 12 Rivalidade...63 Quadro 13 Produtos/Serviços substitutos...64 Quadro 14 Poder das negociações...65 Quadro 15 Síntese da análise da qualidade do negócio...66 Quadro 16 Análise do ambiente externo: oportunidades...67

10 Quadro 17 Análise do ambiente externo: ameaças...68 Quadro 18 Análise do ambiente externo: Priorização das oportunidades...70 Quadro 19 Análise do ambiente externo: Priorização das ameaças...73 Quadro 20 Análise do ambiente interno: fatores chaves de sucesso e variáveis críticas...75 Quadro 21 Análise do ambiente interno: pontos fortes e pontos fraco...77 Quadro 22 Níveis de Produtos da Empresa DVA Automóveis...82

11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS DCBR Daimler Chrysler do Brasil IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MB Mercedes Benz FENABRAVE Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos JUSTIFICATIVA CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ORIENTAÇÃO DE MARKETING, PRODUÇÃO, PRODUTO E VENDAS CONCEITOS CENTRAIS DE MARKETING ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING Produto Praça Preço Promoção ANÁLISE Análise Estrutural e Modelo de Porter PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO CONTROLE METODOLOGIA DELINEAMENTO DA PESQUISA DELIMITAÇÃO DO TRABALHO APLICABILIDADE ESTUDO DE CASO Produto Praça Preço Promoção ANÁLISE Análise do ambiente externo Barreiras de Entrada Barreiras de Saída Rivalidade Produtos/Serviços Substitutos Poder de Negociação Síntese da Análise da Qualidade do Negócio Análise SWOT...66

13 4.2.3 Análise das estratégias de Marketing Produto Praça Preço Promoção ANÁLISE DOS PONTOS EM COMUM DAS DUAS FERRAMENTAS SLUTILIZADAS CONSIDERAÇÕES FINAIS...86 REFERÊNCIAS...87

14 14 1 INTRODUÇÃO O setor automobilístico abrange a comercialização no atacado e varejo de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus, moto e implementos rodoviários. No Brasil, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores - Fenabrave afirma que o setor automotivo teve resultado positivo no início do ano de 2007 que se comparado com 2006, o segmento de automóveis e comerciais leves registrou um crescimento de 15,54% no volume de vendas. Este foi o melhor resultado desde 1997 nesta categoria. No quadrimestre de 2007, as vendas cresceram em relação ao período anterior, apesar da retração do mês de abril de 2007 em relação a março do mesmo ano. O carro-chefe do setor, automóveis e comerciais leves deve superar 2 milhões de unidades em 2007, de acordo com projeções feitas pela Fenabrave. Com isso, deve superar o volume histórico de 1997, quando atingiram 1,8 milhão de veículos. O grupo Daimler Chrysler do Brasil por sua vez também registrou elevados índices de participação de mercado em As metas corporativas foram atingidas no ano de As vendas de veículos da marca Mercedes Benz aumentaram em 10% e os veículos da marca do grupo Chrysler aumentaram 30%. A DVA Automóveis S/A, é a concessionária autorizada na venda de veículos das marcas Mercedes Benz e Chrysler, que abrange as marcas Jeep e Dodge, além da própria Chrysler. Estruturada com sua matriz em São José e filial em Blumenau, possui um planejamento mercadológico baseado nas ações de sua franqueadora, o grupo DCBR.. Portanto, como o setor está em expansão e o grupo Daimler Chrysler possui grande participação de mercado, a necessidade de se ter informações precisas é indisponível, tanto no âmbito geral e nacional, quanto no âmbito específico e regional para tomadas de decisões eficazes. Contudo, levando em consideração as especificidades e peculiaridades regionais, a DVA Automóveis possui de forma limitada pelo grande acúmulo de tarefas de seus diretores, uma análise do ambiente externo e suas oportunidades e ameaças. Desta forma, norteia-se o trabalho com a seguinte questão: Será que as estratégias

15 15 competitivas, focadas em ações mercadológicas, da empresa DVA Veículos são eficazes?

16 OBJETIVOS Objetivo Geral Analisar as estratégias competitivas no âmbito mercadológico para a Empresa DVA Automóveis no período de Agosto de 2006 a Novembro de Objetivos Específicos Identificar o composto mercadológico; Analisar o composto mercadológico; Analisar as estratégias competitivas baseadas no modelo das 5 forças competitivas; Analisar as estratégias da empresa baseadas no modelo SWOT. 1.2 JUSTIFICATIVA O presente trabalho visa identificar e analisar a estratégia de Marketing da empresa DVA Automóveis S/A. Esta análise objetiva melhorias de performance das funções de marketing, adotar e/ou adaptar métodos e técnicas para mensurar os resultados das ações mercadológicas, identificar oportunidades e ameaças. Reveste-se de importância pela relevância do assunto. Analisar o sistema mercadológico da organização é verificar acertos e inconsistências e propor, se possível e passível de indicadores de concorrência, alterações, correções em curto, médio e longo prazo dado à urgência e tendência de agravamento do problema. No mundo acadêmico, o trabalho torna-se importante, pois grande parte dos trabalhos de conclusão de estágio relacionados com o marketing visam criar planejamentos estratégicos. Contudo, tão importante quanto criar, é analisar o que já existe e, se possível, avaliar e propor sugestões. Acredita-se que para um administrador recém formado, ao almejar um cargo relacionado com marketing em organizações de médio e grande porte, a mesma já possua um plano em ação e caberá ao mesmo analisar, avaliar e sugerir mudanças no seu grau de importância.

17 17 Para o acadêmico, o trabalho tem uma elevada importância, pois, estagiar numa organização e analisar suas estratégias de marketing, pode ser um grande diferencial para um cargo efetivo na organização. Numa visão mais abrangente e audaciosa, este trabalho pode ser o passo inicial para ações em consultoria empresarial, ganhando experiência nas áreas que este aborda. O dispêndio de recursos financeiros é baixo, pois o acadêmico já realiza atividades na própria organização e possui uma rede de contatos. 1.3 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO A Empresa foi fundada em 30 de Setembro de 1972 sob a denominação de DVA Distribuidora de Veículos Auto Diesel Ltda. Contudo, iniciou suas atividades somente em 01 de Novembro de 1972 na cidade de Florianópolis e transferiu sua sede social no ano seguinte para o endereço, Rodovia BR-101, km 205 em Barreiros no município de São José SC. Inicialmente a empresa operava somente com comércio de veículos, peças e oficina mecânica, como concessinária da Mercedes-Benz do Brasil S.A, atual DaimlerChrysler do Brasil Ltda. No ano de 1996, a empresa adquiriu a totalidade das cotas sociais da firma AutoStern Comércio de Veículos e Peças Ltda., credenciada na época para revenda dos automóveis importados Mercedes-Benz. Posteriormente mudou a denominação social para DVA Automóveis Ltda. Em 1999, teve início da comercialização do automóvel Classe A e, para ampliar sua particpação no mercado, a DVA Automóveis inaugurou sua nova sede às margens da BR 101, Km 205 no bairro Floresta, São josé com quase 8 mil metros quadrados, uma das maiores de todo Brasil. Em setembro de 2001 foi inaugurada uma filial em Blumenau para atender o mercado regional. Ainda no mês de Setembro, após o fechamento da concessionária Chrysler, a DVA Automóveis assumiu o atendimento de pós-venda dos veículos Chrysler, Dodge e Jeep e. em março de 2001, passou a comercializá-los. E passou a revender automóveis importados das marcas Mercedes-Benz, Chrysler, Dodger e Jeep. A DVA Automóveis tem sede em São José SC e filial em Blumenau SC

18 18 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este capítulo aborda os conceitos relevantes a respeito de marketing, administração mercadológica, compostos de marketing, análise, planejamento, implementação e controle. Cabe ressaltar, que o foco do trabalho está direcionado a análise. 2.1 ORIENTAÇÕES DE MARKETING, PRODUÇÃO, PRODUTO E VENDAS A importância do Marketing variou muito ao longo do tempo. Sua história pode ser dividida em eras, de acordo com Boone e Kurtz (1998) ou orientações, de acordo com Churchill (2005) e Kotler e Armstrong (2003). A era da produção surgiu no final do século XIX e início do século XX, quando grande parte das empresas davam ênfase à produção de mercadorias de qualidade e então procuravam quem às comprasse. Essa atitude baseava-se no conceito de que um produto bom (definidos em termos de qualidade física) se vendia por si próprio (BOONE E KURTZ, 1998, p.07). Os autores relatam, ainda, que esta filosofia configurou-se bastante usual pelas empresas ao longo do tempo devido, principalmente, à Frederick W. Taylor, cujo livro Princípios da Administração foi fortemente aceito e obteve vários seguidores. Taylor dava ênfase à eficiência do processo de produção devido a forte demanda existente. Após, a linha de produção em massa de Henry Ford exemplificava esta orientação. Assim dizia, eles [clientes] podem comprar o carro da cor que quiserem, contanto que seja preto (apud BOONE E KURTZ, 1998, p.08). Churchill (2005) afirma que a orientação para produção é uma filosofia de negócios que enfatiza a produção e entrega de produtos, ou seja, centra-se nos produtos e em como fabricá-los com eficiência. O autor relata, ainda, que a pressuposição desta orientação é de que se os produtos forem melhores os clientes irão comprá-los (CHURCHILL, 2005, p.06), na qual o papel do marketing na visão desta orientação é entregar produtos em locais onde possam ser comprados. Já Kotler e Armstrong (2003) afirmam que essa filosofia baseia-se em que os consumidores preferem os produtos acessíveis e produzidos em larga escala.

19 19 Levitt (1990) alerta para a existência da miopia do marketing na orientação voltada para o produto, na qual as empresas estão num ciclo ilusório em que oscilam entre a expansão percebida e o declínio não percebido por elas. Assim, o autor define quatro condições que usualmente garantem este ciclo, a crença de que o crescimento é assegurado por uma população em expansão e mais afluente; a crença de que não existe um substituto competitivo para o principal produto da empresa; o excesso de fé na produção em massa e nas vantagens do rápido declínio do custo unitário com o aumento da produção; e a preocupação com um produto que se preste à experimentação científica cuidadosamente controlada, ao aperfeiçoamento e à redução dos custos de produção. Com a utilização em massa da orientação da produção e produto, empresas de países altamente industrializadas se sofisticaram a produção cresceu de modo que os fabricantes começassem a enfatizar mais as forças de vendas para encontrar compradores para seus produtos, pois a oferta começava a equiparar-se com a demanda. (BOONE E KURTZ, 1998, p.22). Segundo os mesmos autores: uma empresa voltada para vendas pressupunha que os consumidores não iriam adquirir mercadorias e serviços que não julgassem essenciais, que a tarefa do pessoal de vendas e propaganda seria justamente superar essa resistência e convencê-los a comprar. A partir de então, as empresas tentavam fazer com que toda a massa produzida fosse absorvida pelos compradores. Os autores completam afirmando que apesar do surgimento do departamento de marketing ter acontecido na era das vendas, sua tendência era ser subordinado às áreas de produção, financeira e engenharia. E muitos executivos responsáveis pelo marketing eram chamados de gerentes de vendas. Corroborando, Churchill (2005) define a orientação para vendas como a concentração das atividades de marketing na venda dos produtos e serviços disponíveis. Kotler e Armstrong (2003) completam observando que os consumidores não comprarão uma quantidade satisfatória de produtos da empresa a menos que ela venda em larga escala e realize promoções. Durante e Grande Depressão da década de 30 e após, a renda pessoal e a demanda caíram abruptamente, conferindo ao marketing um papel mais importante (BOONE E KURTZ, 1998). Com isso e de acordo com os mesmos, a

20 20 organizações para sobreviverem precisariam realizar análise mais atenciosa dos mercados que destinassem seus produtos e serviços. Assim nascia a era do marketing, que foi interrompida pela eclosão da Segunda Guerra Mundial e seus racionamentos e escassez de mercadorias de consumo. Conforme Churchill (2005), a orientação para marketing depende da compreensão das necessidades e desejos dos clientes e construir produtos e serviços para satisfazê-los, e de acordo com Kotler e Armstrong (2003) o alcance das metas organizacionais depende da determinação das necessidades e desejos dos mercados-alvo e da entrega da satisfação desejada com mais eficiência que os concorrentes. 2.2 CONCEITOS CENTRAIS DE MARKETING Marketing vem sendo definido por diversos autores e se atualizando, conforme poderá ser observando mais adiante. Muitos estudiosos são unânimes em dizer que o senso comum deturpou a definição de marketing. Cides (1997) afirma que a palavra marketing tem muitas definições e, sendo assim, corre o risco de não ser levada muito a sério. Boone e Kurtz (1998) completam que a maioria das pessoas tende a vincular marketing à venda devido à contínua exposição à propaganda e à venda pessoal. Para tentar padronizar a terminologia, a American Marketing Association AMA definia marketing como o desempenho das atividades de negócios que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou utilizador (COBRA, 1997a, p.23). Esta definição implicava também que o marketing começava no final do pátio de embarque de mercadorias do produtor, enfatizando o fluxo de mercadorias e serviços já produzidos (BOONE & KUTRZ, 1998, p. 6). Contudo esta definição não abordava o papel fundamental do marketing em analisar as necessidades e anseios do cliente e dirigir seu fluxo de informações para que o produto ou serviço atenda as expectativas do comprador ou utilizador (BOONE & KUTRZ, 1998). A evolução da definição veio quando a Ohio State University definiu marketing como processo na sociedade pelo qual a estrutura da demanda para bens econômicos e serviços é antecipada ou abrangida e satisfeita através da concepção, promoção, troca e distribuição física de bens e serviços (COBRA, 1997a, p.23).

21 21 Corroborando com esta definição, David Luck, em seu artigo no Journal of marketing, afirmou que o marketing deveria limitar-se às atividades que resultam em transações de mercado. (apud COBRA, 1997a). Contrapondo, Kotler e Levy sugerem que a cruz de marketing liga-se a uma idéia de troca antes da tese da transação de mercado (apud COBRA, 1997a, p.23), argumentando que o conceito deveria ser mais abrangente, de modo a incluir o setor sem fins lucrativos da sociedade (BOONE e KURTZ,1998). Atualmente, Kotler e Armstrong (2003) afirmam que o marketing gira em torno de satisfazer o cliente, e não em efetuar uma compra, como entendido antigamente. Segundo os mesmos, o marketing inicia-se antes mesmo da empresa ter determinado o produto [...] e continua por toda a vida do produto (2003, p.03), ou seja, quando se inicia antes mesmo da empresa ter determinado o produto, o marketing serve para avaliar as necessidades, quantificar a extensão e intensidade e verificar se há uma oportunidade lucrativa. Já ao continuar por toda a vida do produto, o marketing serve para buscar novos clientes e manter os clientes atuais com ações que vão desde a melhoria do desempenho e do apelo do produto até o aprendizado a partir dos resultados de suas vendas e do gerenciamento contínuo de seu desempenho (KOTLER E ARMSTRONG, 2003). Sendo assim, os autores definem marketing como um processo administrativo e social pelo qual indivíduos e grupo obtêm o que necessitam e desejam, por meio da criação, oferta de produtos e valor com os outros (KOTLER E ARMSTRONG, 2003, p.03). Cobra (1997b) afirma que marketing é sentir o mercado e, nele, buscar desenvolver e aperfeiçoar produtos e serviços que satisfaçam necessidades específicas. Ao contrário, Cides (1997) tem uma definição mais econômica, no qual sua definição é o conjunto das atividades que fazer com que sua empresa venda mais com maior lucratividade, ressaltando que o marketing não é o objetivo da empresa. É apenas um meio para chegar aos verdadeiros objetivos que são vender mais com maior lucratividade (CIDES, 1997, p.11). Percebe-se que seu conceito baseia-se somente em lucratividade, mas não em satisfazer as necessidades, como afirmou Cobra. Boone e Kurtz (1998) definem o conceito como uma orientação total da empresa para o consumidor, com o objetivo de obter sucesso de longo prazo. Os autores explanam que todas as áreas da organização deveriam priorizar a

22 22 avaliação dos desejos e necessidades do consumidor e, após, sua satisfação. No conceito, a expressão obter sucesso de longo prazo subtendesse, conforme Boone e Kurtz (1998), que como a continuidade da empresa é fato no conceito, a orientação total da empresa para o consumidor levará a sobrevivência da organização, ou seja, maiores lucros a longo prazo do que filosofias gerenciais voltadas a curto prazo. O conceito de Marketing é uma filosofia contemporânea que visa o crescimento dinâmico de uma organização (BOONE E KURTZ, 1998, p.10), isto é, a orientação total da empresa para o consumidor faz com que a empresa, com todas as áreas harmonizadas num objetivo a longo prazo, cresça dinamicamente e consiga sobreviver em seu mercado. De acordo com Boone e Kurtz (1998), a corrente contrária à abrangência das empresas sem fins lucrativos no conceito do marketing poderia ser responsável por mudanças e desordens sociais indesejáveis. Mesmo assim, o conceito foi adotado por várias instituições sem fins lucrativos como as Forças armadas Canadense, que utilizavam propagandas para recrutar voluntários; a Cruz Vermelha e Crescente Vermelha que realizavam pesquisas mercadológicas para ajudar instituições carentes na busca de doadores. O marketing é uma ferramenta com aplicação que vai além da comercialização de produtos e serviços. Kotler e Armstrong (2003) afirmam que os promotores de marketing procuram abranger entidades que podem ser promovidas como organizações pessoas, lugares e idéias. O marketing organizacional, como define o autor, consiste em atividades desenvolvidas para criar, manter ou mudar as atitudes e o comportamento de consumidores-alvo em relação a uma organização (KOTLER E ARMSTRONG, 2003, p. 209), ou seja, as empresas comerciais patrocinam campanhas de relações públicas ou propagandas corporativas para se promover, dar maior imagem a sua marca. Kotler e Armstrong (2003) afirmam, ainda, que o marketing de pessoas refere-se a atividades realizadas com o intuito de promover a criação, manutenção ou mudanças de atitudes e comportamento em relação a uma determinada pessoa ou grupo de pessoas. Presidentes, médicos, advogados, financistas e arquitetos fazem marketing de si para solidificar sua reputação, conseguir apoio e expandir seus negócios, como exemplificam Kotler e Armstrong (2003).

23 23 Já o marketing de lugar tenta atrair o público-alvo para um determinado local, conforme Boone e Kurtz (1998). Kotler e Armstrong (2003) afirmam que o marketing de lugar envolve atividades realizadas para criar, manter ou modificar atitudes e comportamentos em relação a determinados lugares. Sob a luz de Boone e Kurtz (1998), o marketing de causa é uma tendência crescente, pois se refere à identificação e ao marketing de uma causa, questão ou idéia social de um determinado público. Kotler e Armstrong (2003) preferem utilizar a expressão marketing social e a definem como a criação e a implementação de ações que procuram alavancar a aceitação de uma idéia, causa ou prática social dentro de grupos-alvo. Churchill (2005, p.04) afirma que necessidades são as coisas necessárias para sua sobrevivência. Os autores enfatizam a ligação entre necessidade e sobrevivência. Conforme Kotler e Armstrong (2003), o conceito básico de marketing é o das necessidades humanas, que resultam de privações humanas. As necessidades humanas dividem-se em: Necessidades físicas básicas de alimentação, vestuário, abrigo e segurança; Necessidades sociais de bens e afeto; Necessidades individuais de conhecimento e auto-expressão. Para Kotler e Armstrong (2003), desejos são a forma que as necessidades humanas assumem quando são particularizadas por determinada cultura e personalidade individual. Churchill (2005) afirma que os desejos incluem bens e serviços específicos para satisfazer necessidades e outros adicionais que vão além da sobrevivência. Kotler e Armstrong (2003, p.04) exemplificam o conceito do seguinte modo, um norte-americano precisa comer, mas deseja hambúrguer, batatas fritas e refrigerante. Assim, as pessoas têm desejos praticamente ilimitados, contudo possuem recursos finitos. Elas optam por investir seu dinheiro em produtos que lhes ofereçam o máximo possível de valor e satisfação. Conforme Kotler e Armstrong (2003), demandas são desejos apoiados pelo poder de compra. De acordo com os mesmos autores, existem as demandas:

24 24 Derivada uma demanda industrial e surge da demanda por bens de consumo; Inelástica ocorre quando a sua demanda total por inúmeros produtos industriais não é muito afetada por mudanças de preço; Oscilante ocorre quando muitos bens e serviços industriais tendem a variar em maior rapidez e quantidade que a demanda por bens de serviços e consumo. Sua proporção é de um para vinte, ou seja, um aumento de apenas 10 por cento na demanda de consumo resulta em aumento [...] de 200 por cento na demanda industrial (KOTLER E ARMSTRONG, 2003, p. 151). Valor para o cliente é a diferença entre o que ele ganha adquirindo e utilizando um produto e o que gasta para fazer a aquisição (KOTLER E ARMSTRONG, 2003), ou seja, é a diferença entre as percepções do cliente quanto aos benefícios e quanto aos custos de compra e uso de produtos e serviços (CHURCHILL, 2005). Em geral, segundo Kotler e Armstrong (2003), os clientes agem de acordo com valor percebido, pois eles não julgam os valores e os custos do produto de maneira precisa ou objetiva. Churchill (2005) conceitua tipos de benefícios que o cliente pode na compra e uso de produtos e serviços. Benefícios Funcionais benefícios tangíveis recebidos em bens e serviços como usar chinelos Rider, pois proporcionam conforto ou comer uma feijoada para saciar a fome; Benefícios Sociais respostas positivas que os clientes recebem de outras pessoas por comprar e usar determinados produtos e serviços como quando os clientes procuram status ao comprar uma Mercedes; Benefícios Experimentais o prazer sensorial que os clientes obtêm com produtos e serviços como o receber uma massagem ou como ir assistir ao vivo um jogo de futebol.

25 25 O autor ainda conceitua quatro tipos de custos que se pode tentar reduzir: Custo Monetário que reflete na quantidade de dinheiro que os clientes pagam para receber produtos e serviços; Custos Temporais que são o tempo gasto comprando um produto ou serviço; Custos Psicológicos, que são a energia e a tensão mentais envolvidas em fazer compras e aceitar os riscos dos produtos; custos comportamentais que reflete na energia física que os clientes despendem para comprar produtos e serviços; Custos de Transação ou custos de compra que é a combinação de custos temporais, psicológicos e comportamentais. Kotler e Armstrong (2003) afirmam que a satisfação do cliente é a intensidade que o cliente percebe o desempenho do produto em relação as suas expectativas anteriores. Se o desempenho for abaixo de suas expectativas, ocorrerá a insatisfação, se corresponder, ele ficará satisfeito. Contudo se o desempenho exceder suas expectativas, o cliente ficará maravilhado. 2.3 ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING Para colocar em prática os conceitos vistos anteriormente, é imprescindível gerenciar os esforços da organização a fim de criar estratégias para que o produto crie valor e satisfaça a necessidade de seu público-alvo. Churchill (2005) conceitua administração de Marketing como o processo de estabelecer metas de marketing para uma organização, bem como planejar, implementar e controlar as estratégias. Kotler e Armstrong (2003, p.28) definem como a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas desenvolvidos para criar, construir e manter trocas benéficas com compradoresalvo para que sejam alcançados os objetivos organizacionais e complementam afirmando que a administração de marketing envolve a administração da demanda, que por sua vez, envolve administração dos relacionamentos com os clientes. Em administração de marketing, a empresa deve fazer o planejamento baseada em seu mercado-alvo como afirma Kotler (1995). E, no seu

26 26 planejamento, as estratégias de marketing devem ser transformadas em programas de marketing, conforme o mesmo autor. Nesse sentido, é necessário ferramentas para que a empresa atinja seus objetivos de marketing no mercadoalvo. Essas ferramentas, Kotler (1995) denomina compostos de marketing. Um modelo existente de composto de marketing foi adotado por Richers (2000) denomina-se 4As e procura atender a necessidade de entrosamento dinâmico entre as áreas, concebendo marketing como um conjunto de tarefas ou funções que precisam ser coordenadas para que se possam realizar as tarefas operacionais de maneira seqüencial e a custos controláveis (RICHERS, 2000, p.152). O autor acredita que a perspectiva gerencial apresenta uma fraqueza: as tarefas são departamentalizadas De acordo com Richers (2000), essa forma operacional está prestes a dar lugar a processos que são conduzidos por equipes de trabalhos, em que cada elo da equipe pode realizar diversas funções e tarefas, sempre atendendo o desejo específico de um cliente da empresa, enfatizando que esta abordagem requer um sistema integrado de marketing. Isto é, uma perspectiva sistêmica. A idéia subjacente ao sistema 4As, explica o Richers (2000), é que o marketing não deve ser concebido como um conjunto de funções desconexas, que é muito comum nas práticas do marketing. O sistema deve ser entendido e utilizado como um conjunto contínuo e sistêmico, em que haja o entrosamento dos indivíduos da equipe e entre equipes e a intercambialidade de seus elementos. Também é de suma importância, conclui o autor, que o fluxo das idéias contíguas e a noção de que as tarefas devem adaptar-se continuamente às expectativas do mercado, quando ocorre a manipulação dos insumos de composto de marketing. O sistema 4As é definido por análise, adaptação, ativação e avaliação (RICHERS, 2000). Em termos estruturais, os 4As podem ser classificados em dois grupos, os que possuem funções de apoio e são a Análise e Avaliação e os que possuem funções de linha, que são Adaptação e Ativação, no qual estes são exercidos por pessoas e equipes de produção e vendas a partir de metas preestabelecidas. De acordo com Richers (2000) a combinação dos elementos adaptação e ativação é denominada de composto de marketing ou marketing mix. Selecionar e dosar os instrumentos no composto de marketing disponíveis de forma racional e

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Prof. Me. Dennys Eduardo Rossetto. Objetivos da Aula 1. O composto de marketing. 2. Administração do P

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING ESTRATÉGICO O conceito de marketing é uma abordagem do negócio. HOOLEY; SAUNDERS, 1996 Esta afirmação lembra que todos na organização devem se ocupar do marketing. O conceito de marketing não

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO MRKETING DESENVOLVIMENTO HUMNO MRKETING rte de conquistar e manter clientes. DESENVOLVIMENTO HUMNO É a ciência e a arte de conquistar e manter clientes e desenvolver relacionamentos lucrativos entre eles.

Leia mais

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING Sumário Parte um Conceitos e tarefas da administração de marketing CAPITULO I MARKETING PARA 0 SÉCULO XXI A importância do marketing O escopo do marketing 0 que é marketing? Troca e transações A que se

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

AULA 4 Marketing de Serviços

AULA 4 Marketing de Serviços AULA 4 Marketing de Serviços Mercado Conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço. Trata-se de um sistema amplo e complexo, que envolve: FORNECEDORES CONCORRENTES CLIENTES

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01 MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1 Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc sc. Slide 01 O QUE O MARKETING NÃO É? MARKETING NÃO É PROPAGANDA. MARKETING NÃO É VENDAS. MARKETING NÃO É MERAMENTE

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING PROGRAMA PRIMEIRA EMPRESA INOVADORA PRIME GESTÃO MERCADOLÓGICA 2009 REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING Todo comprador poderá adquirir o seu automóvel da cor que desejar, desde que seja preto.

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas Introdução e Noções de Mercados Compreendendo o processo de Marketing ADMINISTRAÇÃO - Produtos - Serviços - Mercados - Processos MARKETING COMUNICAÇÃO - Propaganda Marketing é uma filosofia de negócio

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Professor: Tiago Tripodi

Professor: Tiago Tripodi Professor: Tiago Tripodi Quando temos uma situação em que acontece o processo de troca, envolvendo desejo e necessidade de se obter um bem ou serviço, neste momento se realiza uma ação de marketing As

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br Fazendo a diferença no Ponto de Venda EBOOK Sumário Revisão O que é Trade Marketing? Entenda o Comportamento de Compra do Consumidor O que é Merchandising? Revisão Para entender sobre Trade Marketing devemos

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

Comunicação Integrada de marketing.

Comunicação Integrada de marketing. Comunicação Integrada de marketing. - COMPOSTO DE COMUNICAÇÃO - 4 A s - 4 C s Comunicação: é a transmissão de uma mensagem de um emissor para um receptor, de modo que ambos a entendam da mesma maneira.

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO RECURSOS HUMANOS FINANCEIRO VENDAS PRODUÇÃO DEPARTAMENTO MERCADOLÓGICO Introduzir no mercado os produtos ou serviços finais de uma organização, para que sejam adquiridos por outras organizações ou por

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente

Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente AULA 2 Marketing Marketing cria ou satisfaz necessidades e desejos??? Argumente Para Peter Drucker, um dos principais pensadores da administração: O objetivo do marketing é tornar a venda supérflua. É

Leia mais

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes Capítulo 16 e administração de comunicações integradas de marketing Objetivos Aprender quais são as principais etapas no desenvolvimento de um programa eficaz de comunicações integradas de marketing. Entender

Leia mais

APOSTILA 01 DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS GESTÃO DE MARCAS. Atributos do Produto. Marca. Embalagem (Rótulo) Serviços de Apoio ED.

APOSTILA 01 DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS GESTÃO DE MARCAS. Atributos do Produto. Marca. Embalagem (Rótulo) Serviços de Apoio ED. Disciplina Professor (a) Série Turma ED. EMPREENDEDORA EDUARDO LIMA 1 a B / C Aluno(a) III BIMESTRE APOSTILA 01 DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS GESTÃO DE MARCAS IDÉIA DE PRODUTO O que é o produto Feiticeira?

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao 1 Composto de marketing é um conjunto de instrumentos geradores de ações para direcionar a demanda de produtos e realização

Leia mais

Como Atrair Clientes

Como Atrair Clientes COMO ATRAIR CLIENTES QUESTÕES BÁSICAS Quem são os meus clientes? Quantos sãos? Onde estão? Como fazer para falar com eles? DEFINIÇÃO SEGMENTO DE MERCADO Significa um grupo de consumidores com necessidades

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

Plano de marketing Um roteiro para a ação

Plano de marketing Um roteiro para a ação Plano de marketing Um roteiro para a ação 1. Planejar, planejar, planejar 2. Planejamento de marketing e plano de marketing 3. Processo de elaboração e roteiro do plano de marketing 4. Detalhamento do

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Orientação das Empresas. Prof. Amaral

Orientação das Empresas. Prof. Amaral Orientação das Empresas Prof. Amaral Marketing é A ciência que faz as pessoas gastarem o que não têm com aquilo que elas não precisam. Autor Desconhecido Hierarquia das Necessidades Auto-Satisfação Auto

Leia mais

Desenvolvimento do Mix de Marketing

Desenvolvimento do Mix de Marketing Desenvolvimento do Mix de Marketing Mix de Marketing O composto de marketing é conhecido no escopo mercadológico como os 4Ps denominados por Jeronme Mc Carthy como: product, price, place e promotion. Na

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 DO MARKETING À COMUNICAÇÃO Conceitualmente, Marketing é definido por Kotler

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de Metas das Comunicações de Marketing: Criação de consciência informar os mercados sobre produtos, marcas, lojas ou organizações. Formação de imagens positivas desenvolver avaliações positivas nas mentes

Leia mais

Administração da Produção. Administração da Produção. Administração da Produção. Administração da Produção

Administração da Produção. Administração da Produção. Administração da Produção. Administração da Produção Apresentação Professor e alunos. Contextualização Quais os objetivos da disciplina: Apresentar os fundamentos da Administração de. O que se espera da disciplina: Realizar estudos de técnicas e instrumentos

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

Módulo 6. O Produto. 6.1. Conceito de produto

Módulo 6. O Produto. 6.1. Conceito de produto Módulo 6. O Produto Para os consumidores a existência de uma multiplicidade de produtos expostos no mercado, cheio de características e adicionais, é de encher os olhos. A livre concorrência possibilita

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Página 1 de 6 MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados: 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas

Leia mais

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos.

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. 2015 Manual de Parceiro de Educação Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. Prêmios Reais, a Partir de Agora Bem-vindo ao Intel Technology Provider O Intel Technology Provider é um programa

Leia mais

Administrando os canais de distribuição (aula 2)

Administrando os canais de distribuição (aula 2) 13 Aula 2/5/2008 Administrando os canais de distribuição (aula 2) 1 Objetivos da aula Explicar como os profissionais de marketing usam canais tradicionais e alternativos. Discutir princípios para selecionar

Leia mais

MARKETING II. Comunicação Integrada de Marketing

MARKETING II. Comunicação Integrada de Marketing CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO MARKETING II Comunicação Integrada de Marketing Profª: Michele Freitas Santa Maria, 2012. O que é comunicação integrada? É o desenvolvimento

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PRODUTO CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM SERVIÇOS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PROCESSOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO

Leia mais

Business & Executive Coaching - BEC

Business & Executive Coaching - BEC IAC International Association of Coaching Empresas são Resultados de Pessoas José Roberto Marques - JRM O Atual Cenário no Mundo dos Negócios O mundo dos negócios está cada vez mais competitivo, nesse

Leia mais

Business & Executive Coaching - BEC

Business & Executive Coaching - BEC IAC International Association of Coaching Empresas são Resultados de Pessoas José Roberto Marques - JRM O Novo Cenário no Mundo dos Negócios O mundo dos negócios está cada vez mais competitivo e as empresas

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO Prof. Marcopolo Marinho Marketing: É a área do conhecimento que engloba todas as atividades referente às relações de troca de bens entre pessoas ou instituições, buscando

Leia mais

Bens duráveis: duram muito tempo como, por exemplo, casas, carros, etc.

Bens duráveis: duram muito tempo como, por exemplo, casas, carros, etc. A3 - Produto e Preço O que é produto? Produto é o conjunto de benefícios que satisfaz o desejo e/ou a necessidade do consumidor, pelo qual ele está predisposto a pagar em função da sua disponibilidade

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Questões que afetam o Preço

Questões que afetam o Preço Questões que afetam o Preço Este artigo aborda uma variedade de fatores que devem ser considerados ao estabelecer o preço de seu produto ou serviço. Dentre eles, incluem-se o método de precificação, o

Leia mais

Integrada de Marketing. UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11

Integrada de Marketing. UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11 O Planejamento de Comunicação Integrada de Marketing UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11 Agenda: Planejamento de Comunicação Integrada de

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

Módulo 1. Introdução à Disciplina

Módulo 1. Introdução à Disciplina Módulo 1. Introdução à Disciplina Você conhece o Marketing ele está à sua volta em todos os locais. Você vê os resultados do Marketing na grande quantidade de produtos disponíveis no shopping center, nos

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Introdução Ao Marketing

Introdução Ao Marketing Introdução Ao Marketing O que é Marketing? Isso não é Marketing Muitas pessoas pensam em marketing apenas como vendas e propaganda e isso não causa nenhuma surpresa; Entretanto, vendas e propaganda constituem

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Os 4 P s. P de PRODUTO

Os 4 P s. P de PRODUTO Os 4 P s P de PRODUTO O que é um Produto? Produto é algo que possa ser oferecido a um mercado para aquisição, uso ou consumo e que possa satisfazer a um desejo ou necessidade. Os produtos vão além de bens

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais