HISTÓRIA E TEORIA ARQ. PAISAGISMO E URBANISMO I

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1 HISTÓRIA E TEORIA ARQ. PAISAGISMO E URBANISMO I União Educacional do Norte Faculdade Uninorte Professora: Edinete Oliveira Arquiteta e Urbanista Tema: A ignorância da Arquitetura & As várias idades do espaço. (cap I e IV) ZEVI, Bruno. 1966

2 Crítica da arquitetura Existe uma dificuldade por parte dos arquitetos, historiadores e críticos de arte para difundir a boa arquitetura. Arquitetura é entender, os valores artísticos, a estética da própria história da civilizacão É elemento de cultura e histórico crítico.

3 As idéias Arquitetura comparada a outras manifestações culturais como: arte, desenho de produtos e tecnologia, as reações sao mais lentas. Edificações grandes demoram uma década para serem concebidas, desenvolvidas e construídas. O cubismo marcou a simplificação da pintura, libertação do tema e depois a arte abstrata. Palavras como: linha, cor, forma volume massa espaço-tempo são uma crítica figurativa. O artista estiliza o humano e o valor da pintura moderna é arquitetônico.

4 O contemporâneo Os arquitetos modernos declaram seu desinteresse pelas obras do passado, sem o qual não se desenvolve uma vanguarda! Wright e sua hostilidade com o Renascimento Italiano. A gênio tudo é permitido! O movimento funcionalista, cultura orgânica é passado o tempo da ostentação! A ignorância na maneira de tratar arquitetura. O desinteresse como se fossem esculturas e pinturas Fenomeno plástico!

5 O Método O leitor de crítica da arquitetura horroriza com a imprecisão dos termos: verdade, movimento, força, vitalidade, sentido dos limites, harmonia, graça, repouso, escala, proporção, luz e sombra. Todos devem conter a essência da arquitetura. Arquitetura sem espaço interior Se quisermos ensinar a Saber ver a Arquitetura devemos propor-nos clareza de método.

6 Aqueduto de Claudio Arquitetura sem espaço interior (Fig. 1) Fig. 1 Arquitetura sem espaço interior Via Apia, Roma 52 DC

7 Ruinas Aqueduto Esta obra pertence a história da escultura monumental e a história da urbanística, limitando e qualificando o espaço da cidade e paisagem. Arquitetura é como uma grande escultura escavada em cujo interior o homem penetra e caminha

8 Processo histórico-crítico A crítica dos monumentos pode articular-se na seguinte classificação: Analise urbanística: história dos espacos exteriores em que surge o monumento e que ele contribui para criar Analise arquitetônica: historia da concepção espacial, o modo de sentir e viver os espacos interiores

9 Processo histórico-crítico Análise volumétrica: estudo do volume que contem o espaço Análise dos elementos decorativos: a escultura e pintura aplicados a arquitetura e ao volume Análise da escala: as relações dimensionais do edifício ao parâmetro humano A análise de um edifício passa pelos valores urbanísticos, essência espacial, volumétrico e plástico

10 O Espaço Os críticos e historiadores não tem método coerente para estudo espacial do edifício, essencial e que inclui o homem. O espaço tridimensional! O volume, a técnica, o decorativo, a plástica são bastante uteis mas ineficaz p entender arquitetura. O que é arquitetura? Não arquitetura? Edificação artística e edificação feia? Arquitetura compreende a observação do todo, meio físico que rodeia a vida humana, não podemos furtar-nos a ela enquanto fizer-mos parte da civilização. William Morris, 1881.

11 A perspectiva Em todos os edifícios o continente é a caixa mural, o conteúdo é o espaço interior! A descoberta da perspectiva fez os artistas do sec XV acreditar que possuia as dimensões da arquitetura. A perspectiva proporcionou uma representação adequada aos ambientes interiores e exteriores da arquitetura. Descoberta do método! E o tempo quarta dimensao! Quando represento o mesmo objeto de vários ângulos!

12 O Cubismo Aos cubistas conduziu ao seguinte pensamento: em todo corpo alem do externo existe o interno. As pinturas representam o externo e a caixa rasgada! O cubismo rompeu com várias características da arquitetura renascentista, com a continuidade espacial, com a aproximação do interior e exterior e com a associação espaço-tempo. Inovou e radicalizou uma forma de expressão arquitetônica. A influência cubista contribuiu imensamente para a evolução da arquitetura mundial. (Le Corbusier)

13 O Tempo Dimensão que é comum a todas as artes não é caracteristica de nehuma, o espaço arquitetônico não se esgota nas quatro dimensões. Quantas dimensões tem arquitetura? Talvez infinitas! A definicão de arquitetura é: bela e que tem um espaço interior que nos eleva e a não arquitetura nos aborrece!

14 = A escala humana dos gregos Consiste na ignorância do espaco interior e a glória na escala humana. O Partenon é uma grande e encantadora escultura obra do gênio humano! Elementos construtivos do templo grego: Plataforma elevada Colunas Entablamento que sustenta o teto Espaco fechado- escultura

15 Partenon Fig 2: Obra não arquitetônica artística

16 Templo Grego O templo era moradia impenetravel dos deuses e os ritos realizavam-se no exterior Os escultores-arquitetos transformavam as colunas em obraprima. A civilização grega se exprimiu ao ar livre, nas acrópoles, nos teatros descobertos. As acrópoles são uma história urbanística: proporção e escala impregnada de dignidade espiritual nunca mais alcancada

17 Fig 3: Espaço livre Teatro grego

18 Evolução do templo grego Fig 4: Espaço interior fechado é característica da escultura

19 O espaco da antiga Roma A arquitetura romana e definida como filha da Grega a tecnica construtiva dos arcos e das abobodas: as basilicas, termas e aquedutos Os Romanos tomaram as colunatas dos templos gregos e transportaram para o interior A caracterisitca fundamental e ser pensado estaticamente, ambientes circulares e retangulares simetricos

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