A GARANTIA DA QUALIDADE NA SEGURANÇA DE INSTALAÇÕES NUCLEARES DO PROSUB

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1 MAURO LOUREIRO ALVES LIMA A GARANTIA DA QUALIDADE NA SEGURANÇA DE INSTALAÇÕES NUCLEARES DO PROSUB Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia. Orientador: CMG (RM1) Pedro Fonseca Junior Rio de Janeiro 2014

2 C2014 ESG Este trabalho, nos termos de legislação que resguarda os direitos autorais, é considerado propriedade da ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ESG). É permitido a transcrição parcial de textos do trabalho, ou mencioná-los, para comentários e citações, desde que sem propósitos comerciais e que seja feita a referência bibliográfica completa. Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade do autor e não expressam qualquer orientação institucional da ESG Engº Tecnologia Militar Mauro Loureiro Alves Lima Biblioteca General Cordeiro de Farias Lima, Mauro Loureiro Alves. PROSUB: A Garantia da Qualidade na Segurança de Instalações Nucleares do PROSUB / Engenheiro de Tecnologia Militar Mauro Loureiro Alves Lima Rio de Janeiro: ESG, f.: il. Orientador: CMG (RM1-FN) Pedro Fonseca Junior. Trabalho de Conclusão de Curso Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), Projetos complexos. 2.Gerenciamento de projetos. 3.Garantia da qualidade. 4.Segurança nuclear. 5.Licenciamento nuclear. 6.Gestão integrada. I.Título.

3 DEDICATÓRIA Dedico esta pesquisa à minha querida família que me apóia e inspira a vencer os obstáculos e desafios da vida. Aos meus saudosos pais Elisa e Sérgio Alves Lima que me deram os meus princípios familiares e morais, amor e carinho, educação, cultura, instrução e apoio familiar em todos os momentos da minha vida; a minha carinhosa esposa Sylvia e aos nossos filhotes Mauro Sérgio (Maurinho) e Eduardo Arthur (Dudu), pela compreensão, amor, carinho e incentivo. Na fase final do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, a necessidade de ampliar a dedicação aos estudos torna-se uma prioridade, resultando em uma inevitável rotina de desgaste físico e emocional. Neste momento, o amor, a compreensão e o incentivo familiar fazem a diferença entre o sucesso e a desistência. No meu caso particular, agradeço ao Papai do Céu por ter me abençoado ao me dar uma família maravilhosa, que viabilizou o meu projeto de crescimento profissional e acadêmico!

4 AGRADECIMENTOS Aos almirantes Max, Pinto Correia e Newton por terem autorizado a minha participação no processo de seleção para a concorrida vaga de estagiário civil da Marinha do Curso de Altos Estudos de Políticas e Estratégias da ESG. Ao comandante Pagani e aos almirantes Fragelli, Newton, Alan e Neves pelos incentivos e palavras amigas recebidas. Ao tenente Peixoto pelo importante apoio recebido. Ao comandante da ESG, ao diretor do CAEPE e membros do corpo permanente por não medirem esforços no sentido de posicionar e manter o curso do CAEPE 2014 em nível de excelência. Ao meu orientador e agora amigo, comandante Fonseca, pela atenção, incentivos e tempo despendido nas orientações por ocasião da elaboração deste trabalho. Aos professores e palestrantes do CAEPE 2014, pela valiosa contribuição no meu processo de crescimento acadêmico e pessoal, que me possibilitou realizar análises críticas mais consistentes, a partir do conhecimento adquirido sobre as expressões do Poder Nacional e as conjunturas externas e internas do Brasil. E aos estagiários da Turma ESG 65 anos pensando o Brasil (CAEPE 2014), pela amizade, profissionalismo, espírito integrador e pelos diversos momentos de alegria que me proporcionaram. Com a ajuda deles, atender as orientações do almirante-de-esquadra Leal Ferreira, comandante da ESG, para ser feliz ao longo do nosso curso, ficou fácil e agradável. A todos vocês, o meu muito obrigado!

5 RESUMO Este trabalho teve o objetivo de propor um modelo teórico de gestão para orientar a elaboração e implementação de um Programa de Garantia da Qualidade (PGQ) para a segurança das instalações nucleares do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB). Neste sentido foram investigados os requisitos explícitos e implícitos para este fim, assim como a necessidade de integração de processos complementares de gestão. Na pesquisa foram considerados: o momento conjuntural das expressões política, econômica, científica tecnológica, militar e psico-social do poder nacional favorável aos investimentos em infra-estrutura e tecnologia de ponta (desenvolvimento); o PROSUB (segurança, defesa e desenvolvimento); a crescente complexidade da governança de empreendimentos públicos (desenvolvimento); e os processos de licenciamentos nucleares (segurança). Na metodologia aplicada à pesquisa, foram utilizadas técnicas de uma pesquisa bibliográfica exploratória, qualitativa e aplicada, com o propósito de responder as questões e atender aos objetivos propostos. Como resultado da pesquisa, o autor disponibilizou um modelo teórico de gestão, corroborando com os processos de reflexão, conscientização e maturidade dos gestores de empreendimentos nucleares e demais partes interessadas. Palavras chave: Projetos complexos. Gerenciamento de projetos. Garantia da qualidade. Gestão integrada. Segurança nuclear. Licenciamento nuclear.

6 ABSTRACT The study aims to propose a theoretical model of management to guide the development and implementation of a Quality Assurance Program (QAP) for the safety of nuclear installations of the Submarine Development Program (PROSUB). In this sense the explicit and implicit requirements for this purpose were investigated, as well as the need for integration of complementary management processes. In the survey, were considered: the conjuncture moment of political, economic, scientific, technological, military and psycho-social expressions of Brazilian s National Power, favorable for investment in infrastructure and technology (development); the PROSUB (security, defense and development); the increasing complexity of the governance of public enterprises (development); and nuclear licensing processes (security). The methodology applied in the research included a qualitative and applied literature review in order to answer the questions and meet the proposed objectives. As a result of the research, the author has provided a theoretical management model, corroborating the processes of reflection, awareness and maturity of management of nuclear projects and stakeholders. Keywords: Complex projects. Project management. Quality assurance. Integrated management. Nuclear safety. Nuclear licensing.

7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1: Localização da Amazônia Azul e áreas de atuação dos submarinos FIGURA 2: Capacidade de ocultação do submarino FIGURA 3: Apresentação do submarino de propulsão nuclear brasileiro FIGURA 4: UFEM; Estaleiros de Construção e de Manutenção (área sul); Complexo Radiológico, Cais e Diques (área sul); Base Naval de Submarinos (norte e sul). FIGURA 5: Modelo teórico para o Programa de Garantia da Qualidade para a segurança de instalações nucleares de empreendimentos FIGURA 6: Hierarquia proposta para a documentação do Sistema de Garantia da Qualidade do PGQ MASTER (requerente) FIGURA 7: Modelo Teórico da hierarquia dos níveis de verificação das conformidades FIGURA 8: Interfaces do Empreendimento EBN com o LABGENE, SNBR e SBR

8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT AMRJ CAPES CBS CNEN CNO COGESN COGESN- EBN CTMSP DCNS DCTIM DEN DGMM DOCM DSAM IBAMA EBN EMGEPRON GEM-18 GEM-19 GEM-20 GQT ICN ISO LABGENE MB MBA OSTI PAC PDCA PGQ PIT PMBOK PMI PMO PMP PNM PRM Associação Brasileira de Normas Técnicas Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Consórcio Baía de Sepetiba Comissão Nacional de Energia Nuclear Construtora Norberto Odebrecht Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear Empreendimento Modular para obtenção da infraestrutura EBN para construção e manutenção de submarinos da COGESN. Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo Direction des Constructions Navales Services Diretoria de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha Diretoria de Engenharia Naval Diretoria Geral de Material Diretoria de Obras Civis da Marinha Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha Instituto Brasileiro de Meio Ambiente Estaleiro e base naval Empresa Gerencial de Projetos Navais Gerência do Empreendimento Modular para obtenção da infraestrutura EBN para construção e manutenção de submarinos Gerência do Empreendimento Modular para obtenção do submarino de propulsão nuclear Gerência do Empreendimento Modular para obtenção dos submarinos convencionais Gestão da Qualidade Total Itaguaí Construções Navais International Standardization for Organization Laboratório de geração de energia núcleo elétrica Marinha do Brasil Master Business Administration Órgão de supervisão técnica independente Programa de aceleração do crescimento Plan (planejar) - Do (executar) - Check (controlar) - Act (agir/corrigir) Programa de Garantia da Qualidade Planos de inspeções e testes Project Management Body of Knowledge Project Management Institute Project Management Office Project Management Professional Programa nuclear da Marinha Programa de Re-aparelhamento dos Meios Navais da Marinha

9 PRONAe Programa de obtenção de navios-aeródromo PRONAnf Programa de obtenção de navios anfíbios PROSUB Programa de desenvolvimento de submarinos PROSUPER Programa de obtenção de meios de superfície RPAS Relatório preliminar de análise e segurança SGM Secretaria Geral da Marinha SGQ Sistema de Garantia da Qualidade UFEM Unidade de fabricação de estruturas metálicas

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO O MOMENTO POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL DO BRASIL O submarino de propulsão nuclear Licenciamento de instalações nucleares A SITUAÇÃO-PROBLEMA DA PESQUISA OS OBJETIVOS JUSTIFICATIVAS E RELEVÂNCIA DA PESQUISA QUESTÕES DA PESQUISA LIMITAÇÕES DA PESQUISA ESTRUTURA METODOLOGIA REFERENCIAL TEÓRICO GARANTIA DA QUALIDADE OU CONTROLE DE QUALIDADE? PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE Organização - Governança de projetos complexos Integração de processos complementares de gestão Organização Responsabilidades e autoridades Organização Seleção de pessoal Organização Treinamento de pessoal LICENCIAMENTO DE INSTALAÇÕES NUCLEARES O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE SUBMARINOS A GOVERNANÇA DO PROSUB A Governança da COGESN Empreendimento Modular 18: Obtenção da infra-estrutura EBN para a construção e manutenção de submarinos Fases do Empreendimento Modular 18 EBN Empreendimento Modular 20: Obtenção dos submarinos Convencionais Empreendimento Modular 19: Obtenção dos submarinos nucleares... 34

11 4 ANÁLISE CRÍTICA DA COLETA DE DADOS INTEGRAÇÃO DE PROGRAMAS DE GARANTIA DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS COMPLEMENTARES ÓBICES P/ A IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE GARANTIA DA QUALIDADE P/ A SEGURANÇA DE INSTALAÇÕES NUCLEARES CONCLUSÕES REFERÊNCIAS... 46

12 11 1 INTRODUÇÃO Esta seção tem como propósito apresentar: a contextualização do tema; a situação-problema da pesquisa; os objetivos; a justificativa e relevância; as questões; as limitações; a estrutura; e a metodologia da pesquisa. 1.1 O MOMENTO POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL DO BRASIL No atual momento do país, no qual investir em ciência e tecnologia passou a ser sinônimo de desenvolvimento social (VELLOSO, 2007), foi lançado o Programa de aceleração do crescimento (PAC). Este programa, além de beneficiar e integrar socialmente as regiões brasileiras criou estímulos aos setores produtivos, propiciando um ambiente favorável para investimentos em empreendimentos de infra-estrutura e no desenvolvimento científico e tecnológico (PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO, 2014). Neste processo, observa-se que a maioria dos empreendimentos apresenta uma crescente complexidade, na qual são incluídas abordagens específicas para atender aos processos de licenciamentos ambientais e nucleares (quando aplicável). Neste sentido, a gestão de projetos vem se sofisticando na mesma proporção para atender às novas demandas. Ao longo do processo de ascensão da conjuntura sócio-econômica, o qual conduziu o país a uma posição de destaque no cenário internacional, a descoberta de novos recursos na plataforma continental, particularmente de petróleo e gás, despertou a atenção da nação e do mundo para a potencialidade econômica e energética da Amazônia Azul (figura 1). FIGURA 1: Localização da Amazônia Azul e áreas de atuação dos submarinos Fonte: Marinha do Brasil (2014).

13 12 Segundo esclarecimentos disponibilizados no site do Comando da Marinha do Brasil (2014), o espaço marítimo brasileiro atinge aproximadamente 3,5 milhões de km². Entretanto, o Brasil está pleiteando, junto à Comissão de limites da plataforma continental da convenção das nações unidas sobre o direito do mar, a extensão dos limites de sua plataforma continental, além das 200 milhas náuticas (370 km), correspondente a uma área de 963 mil km². Caso os argumentos brasileiros sejam aceitos, os espaços marítimos brasileiros poderão atingir aproximadamente 4,5 milhões de km². Neste contexto, ampliou-se a necessidade de vigilância e proteção sobre a Amazônia Azul, cabendo constitucionalmente à Marinha do Brasil, a tarefa de buscar meios que lhe permitam patrulhar e assegurar a integridade de tão valioso patrimônio. Neste cenário, o Programa de desenvolvimento de submarinos (PROSUB 1 ) foi incluído no PAC II em 2013, passando a ser um programa de Estado. Isto significa que as autoridades brasileiras estão plenamente convencidas de sua importância como meio dissuasório, tendo em vista que 95% do comércio brasileiro transitam pelo mar. Com o propósito de buscar os meios que lhe permitam patrulhar e assegurar a integridade do patrimônio Amazônia Azul, a Marinha do Brasil possui um Programa de reaparelhamento de meios navais, constituído por um grupo de seis subprogramas, que têm o propósito de expandir e modernizar a força naval, a saber: a) Programa de desenvolvimento de submarinos (PROSUB); b) Programa de construção de corvetas classe BARROSO ; c) Programa de obtenção de navios-patrulha de 500 toneladas; d) Programa de obtenção de meios de superfície (PROSUPER); e) Programa de obtenção de naviosaeródromo (PRONAe); e f) Programa de obtenção de navios anfíbios (PRONAnf) (BRASIL, 2014). 1 PROSUB - Programa de Desenvolvimento de Submarinos é o um dos principais instrumentos para o Desenvolvimento do Submarino de Propulsão Nuclear. A partir de contratos com a empresa francesa DCNS, Consórcio Baía de Sepetiba (CBS), empresa Itaguaí Construções Navais (ICN) e empresa Norberto Odebrecht, este programa tem como escopo: a) projetar e construir a infraestrutura para a construção, manutenção e operação de submarinos, composta por estaleiros e base naval; b) capacitar a Marinha a projetar e construir submarinos convencionais e nucleares, não havendo entretanto, transferência de tecnologia na área nuclear. e c) aquisição de torpedos e despistadores de torpedos. A responsabilidade do PROSUB é da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN). Disponível em: Acesso em: 11/07/14.

14 O submarino de propulsão nuclear Na guerra naval, o submarino é o meio que apresenta a melhor razão custo/benefício. A propagação acústica no mar ocorre segundo determinados padrões, gerando grandes zonas de sombra (figura 2). Este fenômeno dificulta a detecção de submarinos por sonares, preservando a ocultação e o desequilíbrio em seu favor. Em termos bélicos, esta vantagem é determinante por significar surpresa, um dos grandes fatores de força em qualquer confronto. Neste sentido, torna-se necessário um conjunto de meios navais de superfície e aeronavais para se contrapor, com alguma chance, a um único submarino. O submarino de propulsão nuclear possibilita ampliar ainda mais esta vantagem bélica com sua maior capacidade de mobilidade e período de ocultação (MOURA NETO 2, 2010). FIGURA 2: Capacidade de ocultação do submarino Fonte: PROSUB-EBN (2014). Segundo o almirante Alan 3 (2014), o submarino com propulsão nuclear (figura 3) atualmente está na fase de detalhamento e integração dos projetos das seções da proa (frente), da propulsão do submarino nuclear, e da popa (seção traseira). Esta atividade está sendo desenvolvida por engenheiros civis e militares da Marinha do Brasil. 2 Almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, Comandante da Marinha. 3 Contra-almirante (RM1-EN) Arthou Alan, Gerente do Empreendimento Modular para a Obtenção do submarino de propulsão nuclear. Entrevista não publicada, concedida ao autor desta pesquisa em 2012.

15 14 FIGURA 3: Apresentação do submarino de propulsão nuclear brasileiro Fonte: COGESN-EBN (2014). A complexidade da construção de um submarino com propulsão nuclear é altíssima. Com o propósito de facilitar o entendimento sobre a construção do submarino nuclear brasileiro, didaticamente, pode-se sintetizá-lo de uma forma simplória, como sendo a união de um submarino convencional, com uma seção contendo a planta da propulsão nuclear, em substituição à seção de propulsão eletro-diesel convencional. Tendo, entretanto, o diâmetro do casco resistente ampliado de 6 metros para 10 metros e a inclusão de equipamentos complementares para atender aos requisitos à segurança nuclear. Atualmente a Marinha do Brasil possui dois grandes programas sob a responsabilidade da Diretoria-Geral do Material da Marinha ligados diretamente à obtenção do submarino com propulsão nuclear, a saber: a) O Programa nuclear da Marinha (PNM 4 ), de responsabilidade do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Vinculado ao Programa nuclear Brasileiro, ele engloba tanto o domínio das tecnologias do ciclo de combustível nuclear, quanto o desenvolvimento de um Laboratório de geração de energia núcleo elétrica (LABGENE), que inclui o reator nuclear; e b) O Programa de desenvolvimento de submarinos (PROSUB), sob a responsabilidade da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN). 4 PNM Programa nuclear da Marinha tem como escopo: a) dominar as tecnologias de todas as etapas do ciclo de combustível nuclear; b) desenvolver um Laboratório de geração de energia núcleo elétrica (LABGENE) com referencia à propulsão do submarino nuclear; e desenvolver o a planta nuclear para o submarino de propulsão nuclear. O PNM é de responsabilidade do CTMSP. Disponível em: Acesso em: 11/07/14.

16 15 Com a experiência que está sendo adquirida pela Marinha do Brasil na construção de quatro submarinos convencionais da classe SBR, de tecnologia francesa, está sendo possível agregar novos conhecimentos à expertise nacional em construir submarinos, adquirida a partir do final dos anos 80 com a construção de submarinos IKL, da classe TUPI, de tecnologia alemã. A expertise acumulada em construir submarinos convencionais, acrescida ao processo de transferência de tecnologia para projetar submarinos nucleares, está capacitando a Marinha para desenvolver e construir o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear. Cabe esclarecer, entretanto, que o escopo da transferência de tecnologia francesa para a construção de submarinos exclui o desenvolvimento e fabricação da seção da propulsão nuclear, sob responsabilidade do CTMSP. Com a construção do submarino de propulsão nuclear, o Brasil dará um grande salto tecnológico, conduzindo-o a ser o 6º país no mundo a ingressar no seleto clube de países com capacidade de projetar e construir submarinos nucleares. Os atuais países a deter tal tecnologia são: os Estados Unidos da América, a França, a Inglaterra, a Rússia e a China Licenciamento de instalações nucleares Segundo a legislação vigente no Brasil, todas as instalações nucleares do país devem ser licenciadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Este processo é descrito pela norma CNEN-NE-1.04: Licenciamento de instalações nucleares (2002). O requerimento de licença de construção pelo requerente 5 deve incluir informações sobre o cronograma preliminar da obra, o Plano preliminar de proteção física e um Relatório preliminar de análise e segurança (RPAS). Entre os diversos documentos que compõem o RPAS, se destaca o Programa de Garantia da Qualidade (PGQ) para a segurança de instalações nucleares, a ser aplicado às atividades de gerenciamento, projeto, fabricação, aquisição, construção civil e montagem eletromecânica de itens importantes à segurança da instalação. 5 Requerente é pessoa jurídica, autorizada na forma da lei, que requer à CNEN a licença de construção e/ou autorização para operação da instalação (CNEN, 2002).

17 16 Eventuais restrições à proposta ou implementação dos Programas de Garantia da Qualidade pela CNEN, são suficientes para interromper as atividades dos empreendimentos a serem licenciados. 1.2 A SITUAÇÃO-PROBLEMA DA PESQUISA A conjuntura das expressões política, econômica, científica tecnológica, militar e psico-social do poder nacional favorável aos investimentos em infra-estrutura e tecnologia de ponta (desenvolvimento); o Programa de desenvolvimento de submarinos (PROSUB), (segurança, defesa e desenvolvimento), e o licenciamento de instalações nucleares (segurança) são os principais elementos contextualizadores do problema da pesquisa, a saber: Como implementar um Programa de Garantia da Qualidade para instalações nucleares, que seja consistente e confiável para a segurança nuclear? 1.3 OS OBJETIVOS O objetivo geral da pesquisa foi propor um modelo teórico de gestão para orientar a elaboração e implementação de um programa de garantia da qualidade para a segurança das instalações nucleares do PROSUB, à luz do referencial teórico e experiências profissionais. Neste sentido, os objetivos específicos da pesquisa foram: a) investigar os requisitos necessários para a elaboração de um programa de garantia da qualidade para a segurança de instalações nucleares; e b) investigar a necessidade de integração de processos complementares de gestão em um programa de garantia da qualidade para a segurança nuclear; 1.4 JUSTIFICATIVAS E RELEVÂNCIA DA PESQUISA: Com a crescente complexidade da gestão multidisciplinar na governança de empreendimentos contendo instalações nucleares, na qual passou a inserir as questões relacionadas aos licenciamentos nucleares e ambientais, a busca por práticas que facilitem o processo de implementação de um Programa de Garantia da Qualidade, que seja consistente e confiável quanto à segurança nuclear tornou-se uma prioridade. A escolha do Programa de desenvolvimento de submarinos (PROSUB) apresenta as seguintes relevâncias: a) social: apresentar o PROSUB para a sociedade; b) acadêmica: apresentar o PROSUB como demonstração prática da

18 17 atuação do poder nacional no desenvolvimento, segurança e defesa nacional. Neste sentido, a relevância é disponibilizar à comunidade acadêmica, uma pesquisa aplicada e qualitativa sobre este relevante programa, com o seu pioneirismo, complexidade tecnológica, peculiaridades e abordagem multidisciplinar e integrada de gestão. A partir das experiências profissionais em gestão da qualidade em projetos (30 anos), entre as quais, atuando como gerente especializado em garantia da qualidade no PROSUB por 4 anos, o autor teve o propósito de corroborar com a redução da lacuna de informações científicas sobre tal programa. Desta forma, possibilita consolidar as linhas de pesquisa do desenvolvimento, segurança e defesa nacional do poder nacional; e c) pessoal: desenvolvimento do autor em seu processo de maturidade como pesquisador, com o propósito de satisfação pessoal e reconhecimento acadêmico/profissional. 1.5 QUESTÕES DA PESQUISA Com o propósito de orientar o processo de investigação da pesquisa, mantendo-a no escopo dos objetivos específicos e geral, foram levantadas as seguintes questões: a) Quais são os requisitos necessários para elaboração de um programa de qualidade para instalações nucleares?; b) Como é a governança da qualidade necessária para instalações nucleares?; e c) Quais são os principais óbices para a implementação de um programa de garantia da qualidade para a segurança de instalações nucleares? Para realizar a pesquisa foram elaboradas as seguintes perguntas de apoio: a) O que vem a ser um projeto complexo? b) Qual é a diferença entre garantia da qualidade e o controle de qualidade?; c) O que é um sistema de garantia da qualidade?; d) O que é um programa de garantia da qualidade para instalações nucleares?; e) O que é o licenciamento nuclear?; e f) Quais são os principais elementos de gestão na governança de um Programa de Garantia da Qualidade?

19 LIMITAÇÕES DA PESQUISA A investigação realizada nesta pesquisa foi limitada às informações, artigos e publicações de domínio público, assim como ao acervo técnico-administrativo do Programa do desenvolvimento de submarinos (PROSUB) e publicações da Marinha classificadas como sendo ostensivas, segundo a regulamentação normativa referente à classificação de sigilo e distribuição. Esta limitação possibilita que o conteúdo da pesquisa esteja em conformidade às restrições de confidencialidade e segurança nacional do programa. O Escopo desta pesquisa foi focado na governança da qualidade do Empreendimento Modular para a obtenção do estaleiro e base naval (EBN) do PROSUB. Neste sentido, torna-se pertinente esclarecer que as abordagens sobre as gestões ambientais, responsabilidades sociais, assim como da construção do submarino com propulsão nuclear quando citadas, tiveram um propósito ilustrativo, não sendo objetos desta pesquisa. Entretanto, o modelo de gestão proposto, após customizações adequadas, poderá ser aplicável à governança da qualidade para o Empreendimento Modular para a obtenção do submarino com propulsão nuclear. 1.7 ESTRUTURA Seção 1 Introdução: elementos contextualizadores da situação problema; objetivos geral e específicos; justificativa e relevância da pesquisa; questões e perguntas da pesquisa; limitações da pesquisa; estrutura dos capítulos; e metodologia; Seção 2 Referencial teórico (discussão teórica/marco teórico); Seção 3 O PROSUB; Seção 4 Análise crítica dos resultados (incluindo proposta de modelo de gestão); Seção 5 - Considerações finais e proposta para trabalhos futuros e Referências. 1.8 METODOLOGIA Na elaboração da pesquisa qualitativa e aplicada foram observadas as seguintes fases de delineamento: a) definição e planejamento; b) preparação e coleta das evidências; c) análise crítica; e d) conclusão. Na estratégia de investigação da pesquisa foram utilizadas as metodologias mescladas a saber: a) na contextualização da situação problema da pesquisa, foi adotada uma pesquisa documental com uma abordagem noticiosa baseada em documentos, sites da internet e revistas especializadas, com o propósito de torná-la

20 19 mais atraente para as partes interessadas; b) na construção do referencial teórico, foram utilizadas as técnicas das pesquisas bibliográficas e documentais (fontes primárias e secundárias), a partir de: livros e artigos científicos (selecionados em bases internacionais de dados e no portal de periódicos da CAPES); monografias e dissertações; e documentos legais (normas e legislações), com o propósito de definir os marcos teóricos. Com o propósito de obter fatos objetivos e evidências mais consistentes, foi utilizada a técnica de convergir às fontes investigadas. A análise crítica da interpretação dos dados coletados foi realizada à luz do referencial teórico e experiências profissionais.

21 20 2 REFERENCIAL TEÓRICO Esta seção teve o propósito de compilar os aspectos teóricos e práticos envolvidos nas melhores práticas de gestão para orientar a implementação de um Programa de Garantia da Qualidade para a segurança de instalações nucleares. Desta forma, tornam-se possível disponibilizar uma sustentação e fundamentação científica para a situação-problema, elementos contextualizadores, objetivos gerais e específicos, assim como, para o levantamento das questões, a partir de palavraschave (conceitos-chave) tais como: projetos complexos; gerenciamento de projetos; garantia da qualidade; gestão integrada; segurança nuclear; licenciamentos nucleares; 2.1 GARANTIA DA QUALIDADE OU CONTROLE DE QUALIDADE? Ao se falar sobre qualidade, é comum que alguns profissionais de outras áreas confundam a garantia da qualidade com o tradicional controle de qualidade das empresas. Neste sentido, torna-se pertinente defini-las conceitualmente, com o propósito de elucidar eventuais dúvidas. A Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN (2000) define a garantia da qualidade como sendo o conjunto de ações sistemáticas e planejadas, necessárias para proporcionar confiança adequada de que uma estrutura, sistema, componente ou instalação, funcionará satisfatoriamente em serviço. Segundo Vieira (2010), ela está relacionada ao risco potencial de ocorrência de falhas. Dentre as ferramentas e técnicas utilizadas, destacam-se as auditorias de qualidade. Já o controle da qualidade é definido pela CNEN como sendo as ações de garantia da qualidade que proporcionam meios para controlar e medir as características de um item, processo ou instalação de acordo com requisitos estabelecidos. Um Sistema de Garantia da Qualidade (SGQ) é o conjunto de medidas desenvolvidas por uma organização, no sentido de promover a integração dos elementos relacionados com: o planejamento estratégico, a estruturação organizacional, a definição de responsabilidades e atribuições de indivíduos ou grupos, a adoção de procedimentos administrativos e executivos requeridos, a utilização de métodos e processos apropriados e a alocação dos recursos materiais

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