Ações dos Ventos nas Edificações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ações dos Ventos nas Edificações"

Transcrição

1 Ações dos Ventos nas Edificações Cálculo da pressão do vento atuante nas estruturas FTC-116 Estruturas Metálicas Eng. Wagner Queiroz Silva UFAM Ação do vento Vento = movimento de massas de ar É produzido por diferenças de temperatura de massas de ar na atmosfera Ex: Frente fria choca-se com ar quente antes do início da chuva Em estruturas leves e/ou esbeltas pode ser uma das ações mais importantes para projeto 1

2 O vento nas edificações Norma regulamentadora: NBR 6123 Muitas variáveis envolvidas: Aspectos meteorológicos do local Aspectos aerodinâmicos da edificação Aspectos topográficos e estatísticos, etc... Importante fator Velocidade do vento Deve-se considerar a aleatoriedade do vento Ao mesmo tempo, adotar simplificações que facilitem o cálculo Cálculo da Pressão do Vento Velocidade Básica dos Ventos (V0) Velocidade de uma rajada de 3 seg. excedida em média uma vez em 50 anos, a 10 m acima do terreno, em campo aberto e plano. Velocidade Característica (Vk) Vk = V0. S1. S2. S3 [m/s] S 1 = Fator Topográfico S 2 = Fator de Rugosidade S 3 = Fator de Ocupação Pressão dinâmica dos ventos (q) q = 0,613. Vk² [N/m²] Mapa de Isopletas da velocidade básica V0 (m/s) Fonte: ABNT NBR 6123/1988 2

3 Fator Topográfico S1 Leva em consideração as variações do relevo do terreno (topografia): Terreno plano ou fracamente acidentado S1 = 1.00 Vales profundos protegidos de vento Taludes e morros depende de 3 variáveis: S1 = 0.90 Altura da superfície ao ponto (z) Diferença de nível entre base e topo (d) Inclinação (θ ) Determinação do Fator topográfico (S1) - Fonte: ABNT NBR 6123/1988 Fator de Rugosidade S2 Considera a presença de obstáculos ao redor da edificação (rugosidade) Categorias de rugosidade definidas (5 categorias diferentes) Leva em conta também as dimensões da edificação Dimensões em planta e altura da edificação 3

4 Fator de Rugosidade S2 Categorias de rugosidade dos terrenos (NBR 6123): Categoria (I) Superfícies lisas de grandes dimensões. Ex: mar calmo, lagos, rios, pântanos Categoria (II) Categoria (III) Categoria (IV) Terrenos abertos em nível, com poucos obstáculos (cota topo - 1m). Ex: zonas costeiras, fazendas Terrenos planos ou ondulados, edificações baixas e esparsas (cota topo - 3 m). Ex: granjas, fazendas com muros, subúrbios Terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados, zona industrial ou urbanizada (cota topo -10m). Ex: cidades pequenas e arredores, subúrbios de grandes cidades, áreas industriais Categoria (V) Terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados (cota topo 25m). Ex: centros de grandes cidades, complexos industriais bem desenvolvidos Fator de Rugosidade S2 Classes de Dimensões das edificações (NBR 6123): Classe A Maior dimensão horizontal ou vertical < 20m Classe B 20 m Maior dimensão horizontal ou vertical 50m Classe C Maior dimensão horizontal ou vertical >50m 4

5 Fator de Rugosidade S2 Tabela 2 Fator S2 (Fonte: NBR 6123/1988) Fator de Estatístico de Ocupação S3 TABELA 3 Fator S3 Fonte: NBR 6123/1988 5

6 Linhas de fluxo em edificações com cobertura tipo duas águas 6

7 Coeficientes de Forma Coeficiente de forma externo de telhados Tabela 5 Coeficiente Ce para telhados com 2 águas simétricos e planta retangular (Fonte: NBR 6123/1988) 7

8 Coeficiente de forma externo de paredes Vento a 0 Vento a 90 Fonte: NBR 6123/1988 Coeficiente de forma externo de paredes Tabela 4 Coeficiente Ce para paredes em edificações de planta retangular (Fonte: NBR 6123/1988) 8

9 Coeficientes de pressão e de forma Coeficientes Aerodinâmicos Coeficiente de pressão intena (Cpi) Edificação impermeável ao ar Edificação com paredes permeáveis ao ar Ex: 2 faces opostas igualmente permeáveis as outras impermeáveis Vento perpendicular a uma face permeável: Cpi = +0,2 Vento perpendicular a uma face impermeável: Cpi = - 0,3 Ex: 4 faces igualmente permeáveis: Cpi = - 0,3 ou 0,0 Coeficientes de pressão interna (Cpi) Ex: Abertura dominante em 1 face, as outras de igual permeabilidade Face do barlavento Relação entre área de aberturas no barlavento e área de abertura total Cpi 1 + 0,1 1,50 + 0, , ,6 6 ou mais + 0,8 Zona de alta sucção externa Relação entre área de abertura dominante e área de abertura total Cpi 0,25-0,3 0,50-0,4 0,75-0,6 1,00-0,7 1,50-0,8 3 ou mais -0,9 9

10 Objetivo da análise dos ventos Diagrama de carregamentos devido a ação do vento nas superfícies da estrutura (intensidade e direção)???? 10

Ação do vento. c) calcular a pressão dinâmica q:

Ação do vento. c) calcular a pressão dinâmica q: Ação do vento Neste item são apresentados os principais procedimentos para a determinação da ação do vento sobre edificações, extraídos da NBR 6123 (ABNT, 1988). 2.3.1 Procedimentos para o cálculo das

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 nas Estruturas segundo a NBR

Leia mais

Dimensionando uma estrutura vertical Aspectos fundamentais de projeto Análise NBR 6123

Dimensionando uma estrutura vertical Aspectos fundamentais de projeto Análise NBR 6123 Dimensionando uma estrutura vertical Aspectos fundamentais de projeto Análise NBR 6123 Quando um cliente necessita de uma estrutura vertical para telecomunicações, deve informar os seguintes itens que

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS

ESTRUTURAS METÁLICAS SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO ESTRUTURAS METÁLICAS DIMENSIONAMENTO SEGUNDO A NBR-8800:2008 Forças devidas ao Vento em Edificações Prof Marcelo Leão Cel Prof Moniz de Aragão

Leia mais

CAPÍTULO 1. MÓDULO ST_VENTO

CAPÍTULO 1. MÓDULO ST_VENTO CAPÍTULO 1. MÓDULO ST_VENTO CAPÍTULO 1 ST_VENTO: AÇÃO DO VENTO EM EDIFICAÕES 1.1 INTRODUÇÃO O ST_Vento é um módulo que baseado nas dimensões da edificação bem como nas áreas de aberturas, calcula os coeficientes

Leia mais

3 - AÇÕES DO VENTO EM EDIFICAÇÕES

3 - AÇÕES DO VENTO EM EDIFICAÇÕES 3 - AÇÕES DO VENTO EM EDIFICAÇÕES 3.1 Introdução O vento não é um problema em construções baixas e pesadas com paredes grossas, porém em estruturas esbeltas passa a ser uma das ações mais importantes a

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo IV. Cobertura

Estruturas Metálicas. Módulo IV. Cobertura Estruturas Metálicas Módulo IV Cobertura COBERTURA 1.Considerações Gerais No módulo II já vimos ás partes que compõe a cobertura. A cobertura constitui a parte superior da construção que tem como função

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE PRÓ-REITORIA DE ENSINO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE PRÓ-REITORIA DE ENSINO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE PRÓ-REITORIA DE ENSINO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL INFLUÊNCIA DOS VENTOS NAS ESTRUTURAS METÁLICAS AUGUSTO PEREIRA DE JESUS LAGES (SC) 2013 AUGUSTO

Leia mais

Procedimento para Análise Estática das Ações de Vento em Torres Metálicas Autoportantes Treliçadas em Perfis de Cantoneiras

Procedimento para Análise Estática das Ações de Vento em Torres Metálicas Autoportantes Treliçadas em Perfis de Cantoneiras 1 Procedimento para Análise Estática das Ações de Vento em Torres Metálicas Autoportantes Álamo Bruno Suassuna Vaz alamobruno@ibest.com.br MBA em Projeto, Execução e Controle de Estruturas e Fundações

Leia mais

Ação do Vento nas Edificações

Ação do Vento nas Edificações Ação do Vento nas Edificações Sumário Conceitos iniciais Velocidade do vento Coeficientes aerodinâmicos e ação estática do vento Exemplo Prático 2 Introdução Diferenças de pressão => movimento das massas

Leia mais

XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS. IBAPE/SP NATUREZA DO TRABALHO: PERICIAL

XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS. IBAPE/SP NATUREZA DO TRABALHO: PERICIAL XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS. IBAPE/SP NATUREZA DO TRABALHO: PERICIAL PATOLOGIA ORIUNDA DA AÇÃO EÓLICA NAS EDIFICAÇÕES. Resumo Trata-se da análise e constatação,

Leia mais

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça:

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: PARECER TÉCNICO O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: Conforme o resultado apresentado pela simulação no software AutoMETAL 4.1, a atual configuração presente nas

Leia mais

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL

ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONAL MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE ESTRUTURAS METÁLICAS DATA:

Leia mais

O PROGRAMA VISUALVENTOS: DETERMINAÇÃO DE FORÇAS DEVIDAS AO VENTO EM EDIFICAÇÕES DE BASE RETANGULAR E COBERTURA A DUAS ÁGUAS SEGUNDO A NBR6123/

O PROGRAMA VISUALVENTOS: DETERMINAÇÃO DE FORÇAS DEVIDAS AO VENTO EM EDIFICAÇÕES DE BASE RETANGULAR E COBERTURA A DUAS ÁGUAS SEGUNDO A NBR6123/ O PROGRAMA VISUALVENTOS: DETERMINAÇÃO DE FORÇAS DEVIDAS AO VENTO EM EDIFICAÇÕES DE BASE RETANGULAR E COBERTURA A DUAS ÁGUAS SEGUNDO A NBR6123/ Zacarias Martin Chamberlain Pravia Zacarias@upf.br Juliana

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL. Guilherme Pigatto Arrais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL. Guilherme Pigatto Arrais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Guilherme Pigatto Arrais PRESSÕES EXERCIDAS PELO VENTO EM FACHADAS DE EDIFÍCIOS ALTOS: ESTUDO COMPARATIVO

Leia mais

Professora: Engª Civil Silvia Romfim

Professora: Engª Civil Silvia Romfim Professora: Engª Civil Silvia Romfim PARTES CONSTITUINTES DE UMA COBERTURA Pode-se dizer que a cobertura é subdividida em cinco principais partes: 1. Pelo telhado, composto por vários tipos de telhas;

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA UNIUV CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DA MADEIRA OTAVIO FERNANDO TOMCZYK

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA UNIUV CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DA MADEIRA OTAVIO FERNANDO TOMCZYK CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA UNIUV CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DA MADEIRA OTAVIO FERNANDO TOMCZYK DIMENSIONAMENTO DE TRELIÇAS DE MADEIRA PARA COBERTURAS A PARTIR DE CRITÉRIOS TÉCNICOS COMPARADO

Leia mais

Ação do vento nas edificações Aula 02

Ação do vento nas edificações Aula 02 Ação do vento nas edificações Aula 02 Disciplina: Estruturas Metálicas, de Madeira e Especiais Prof: Fabricio da Cruz Tomo Referência: Notas de do Prof. Dr. Carlos Humberto Martins Ação estática

Leia mais

Construção de Charcos*

Construção de Charcos* Construção de Charcos* O que são, e para que servem? Os charcos são massas de água parada ou de corrente muito reduzida, de carácter permanente ou temporário, de tamanho superior a uma poça e inferior

Leia mais

ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL

ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL PROJETO ALPHA Engenharia de Estruturas S/C Ltda ANEXO 2 MEMORIAL DE CÁLCULO DE ESTRUTURA ESPACIAL 1) OBJETO DO TRABALHO Análise técnica da estrutura de alumínio que constitui a cobertura do Pavilhão de

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES DANIELE HAFFNER MARQUES DE OLIVEIRA MICHELLE PEREIRA MIRA

ESTUDO DA VIABILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES DANIELE HAFFNER MARQUES DE OLIVEIRA MICHELLE PEREIRA MIRA ESTUDO DA VIABILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES UTILIZANDO-SE ESTRUTURAS METÁLICAS DANIELE HAFFNER MARQUES DE OLIVEIRA MICHELLE PEREIRA MIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO

Leia mais

4 Estudo Paramétrico. 4.1.Descrição do estudo

4 Estudo Paramétrico. 4.1.Descrição do estudo 76 4 Estudo Paramétrico 4.1.Descrição do estudo Neste capítulo é desenvolvido estudo paramétrico dos galpões industriais considerados, com os objetivos de avaliar a consideração ou não dos efeitos de segunda

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 3 CONTROLE DE FUMAÇA NATURAL EM INDÚSTRIAS, DEPÓSITOS

Leia mais

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACET - ENGENHARIA CIVIL SINOP ESTRUTURAS DE MADEIRA Prof. MSc. Letícia Reis Batista Rosas eng.leticiarosas@gmail.com Ações variáveis As ações variáveis de uso e ocupação

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011 Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 3 Controle de fumaça natural em indústrias... 331 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL,ARQUITETURA E URBANISMO Departamento de Estruturas EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA RAFAEL SIGRIST PONTES MARTINS,BRUNO FAZENDEIRO DONADON

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

APRESENTAÇÃO DE PROJETOS Este informativo foi elaborado visando a padronização para a Apresentação de Projetos junto ao da Associação, para que a análise e a aprovação de projetos transcorram de forma mais rápida e eficiente.

Leia mais

guia de instalação cisterna vertical

guia de instalação cisterna vertical guia de instalação cisterna vertical FORTLEV CARACTERÍSTICAS FUNÇÃO Armazenar água pluvial ou água potável à temperatura ambiente. APLICAÇÃO Residências, instalações comerciais, fazendas, escolas ou qualquer

Leia mais

BRISA20 C a t á l o g o Té c n i c o 2 Conceito: Linha BRISA 20 BRISA20 As esquadrias de Alumínio são muito mais do que apenas uma designação genérica para portas e janelas, são verdadeiras molduras por

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES

MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES DETERMINAÇÃO DE ESFORÇOS OS HORIZONTAIS ESFORÇOS ATUANTES NOS PILARES Os pilares estão submetidos a esforços verticais e horizontais. Os esforços verticais

Leia mais

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa Desenho Técnico Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato Planta Baixa PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Profª. Ms. Laura Ludovico de Melo ENG1051 PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Planta Baixa:

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO

PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO Referência: Projeto: Data: MD-ESTRUTURA DE CONCRETO CENTRO ESPECIALIZADO EM REABILITAÇÃO 11/OUTUBRO/2013 SUMARIO 1 DADOS GERAIS

Leia mais

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E Anexo 1 Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E 133 134 Definições dos parâmetros úteis para o uso de V e E Definição das situações a, b, c, e d da construção a construções situadas no interior

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS Leandro de Faria Contadini 1, Renato Bertolino Junior 2 1 Eng. Civil, UNESP-Campus de Ilha Solteira 2 Prof. Titular, Depto de Engenharia

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Projeto Arquitetônico I 2015/01 Representação de projetos de arquitetura - NBR 6492 Arquitetura

Leia mais

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA Diferença entre Cartografia e Topografia: A Topografia é muitas vezes confundida com a Cartografia ou Geodésia pois se utilizam dos mesmos equipamentos e praticamente dos mesmos

Leia mais

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para a indicação

Leia mais

Sistemas de Impermeabilização

Sistemas de Impermeabilização Sistemas de Impermeabilização Projecto de Construção CET Seia Eng. Sá Neves Eng. Sá Neve Sistema invertido ou tradicional : Os sistemas em cobertura invertida são os mais aconselháveis devido a maior durabilidade

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA AUTOMATIZAÇÃO DE VERIFICAÇÃO ESTRUTURAL DE UMA TORRE METÁLICA DE TELECOMUNICAÇÕES

PROCEDIMENTO PARA AUTOMATIZAÇÃO DE VERIFICAÇÃO ESTRUTURAL DE UMA TORRE METÁLICA DE TELECOMUNICAÇÕES PROCEDIMENTO PARA AUTOMATIZAÇÃO DE VERIFICAÇÃO ESTRUTURAL DE UMA TORRE METÁLICA DE TELECOMUNICAÇÕES Glauco José de Oliveira Rodrigues Coordenação de Pós Graduação e Pesquisa / Engenharia Civil UNISUAM

Leia mais

DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA AULA 01 PROF ALINE FERNANDES

DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA AULA 01 PROF ALINE FERNANDES DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PROJETO ARQUITETÔNICO SÍMBOLOS GRÁFICOS PASSOS PARA MONTAGEM DE PLANTA BAIXA: 1. Deve-se estimar o tamanho

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ANEXO II DO DECRETO N 80/2011 DE 02/05/2011 PARTE 01: OBRA NOVA OU AMPLIAÇÃO 1. Planta de situação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE ENGENHARIA FLORESTAL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE ENGENHARIA FLORESTAL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE ENGENHARIA FLORESTAL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL ESTRUTURAS DE MADEIRA PARA COBERTURAS, SOB A ÓTICA DA NBR 7190/1997 NORMAN BARROS LOGSDON CUIABÁ,

Leia mais

Águas Pluviais: Introdução

Águas Pluviais: Introdução Águas Pluviais: Introdução Águas Pluviais: Introdução OBJETIVO GERAL Águas Pluviais: Objetivos de Projeto Recolher e conduzir as águas da chuva até um local adequado e permitido. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

ORIENTAÇÃO. Para a orientação recorremos a certas referências. A mais utilizada é a dos pontos cardeais: Norte Sul Este Oeste

ORIENTAÇÃO. Para a orientação recorremos a certas referências. A mais utilizada é a dos pontos cardeais: Norte Sul Este Oeste 1 ORIENTAÇÃO A orientação é o processo que permite determinar a nossa posição na superfície terrestre e a direcção a tomar para atingirmos um local para onde nos queiramos dirigir. Para a orientação recorremos

Leia mais

CASA EN TERRAVILLE. Implantação e Partido Formal. Local: Porto Alegre Ano: 2010 Escritório MAPA Autoras : Ana Elísia da Costa e Thaís Gerhardt

CASA EN TERRAVILLE. Implantação e Partido Formal. Local: Porto Alegre Ano: 2010 Escritório MAPA Autoras : Ana Elísia da Costa e Thaís Gerhardt CASA EN TERRAVILLE Local: Porto Alegre Ano: 2010 Escritório MAPA Autoras : Ana Elísia da Costa e Thaís Gerhardt Implantação e Partido Formal A Casa em Terraville é uma residência unifamiliar de uso regular

Leia mais

Elementos Climáticos CLIMA

Elementos Climáticos CLIMA CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do

Leia mais

Introdução da Topografia

Introdução da Topografia UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 1 Introdução da Topografia Aula 1 Recife, 2014 O QUE É TOPOGRAFIA Grego Português Topo Lugar Grafia Descrição

Leia mais

7.5 Planialtimetria 7.5.1 Topologia Tem por objetivo o estudo das formas da superfície terrestre e das leis que regem o seu modelado.

7.5 Planialtimetria 7.5.1 Topologia Tem por objetivo o estudo das formas da superfície terrestre e das leis que regem o seu modelado. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA UNIDADE DE FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO TÉCNICO DE GEOMENSURA MÓDULO II UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA III 7.5

Leia mais

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA A CASA HUBBE, PROJETADA POR MIES VAN DER ROHE, POSSUI

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA A CASA HUBBE, PROJETADA POR MIES VAN DER ROHE, POSSUI FUNCIONAL ENTORNO IDENTIFICAR A RELAÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS EDIFICADAS, RELAÇÕES DE PROXIMIDADE, DIÁLOGO, INTEGRAÇÃO OU AUTONOMIA ESQUADRIAS/PANOS

Leia mais

DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UM RESERVATÓRIO ELEVADO DE ÁGUA PARA UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL JOSIMAR PEREIRA FREITAS

DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UM RESERVATÓRIO ELEVADO DE ÁGUA PARA UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL JOSIMAR PEREIRA FREITAS DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UM RESERVATÓRIO ELEVADO DE ÁGUA PARA UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL JOSIMAR PEREIRA FREITAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UENF CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA

PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA 1. PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE Para primeira análise: I. Levantamento Planialtimétrico; II. Projeto de Arquitetura III. Memorial de Cálculo de Área Construída e Memorial de Cálculo de Área

Leia mais

TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303

TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303 TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303 Sérgio Cortizo 1 5 de agosto de 2.007 RESUMO: É apresentada uma interpretação matemática da Resolução CONAMA nº 303 no que diz respeito à demarcação das Áreas de

Leia mais

OBRAS DE TERRA MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO

OBRAS DE TERRA MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO OBRAS DE TERRA Dimensionamento MUROS DE ARRIMO OU DE CONTENÇÃO CURSO: Engenharia Civil SÉRIE: 10º Semestre DISCIPLINA: Obras de Terra CARGA HORÁRIA SEMANAL: 02 aulas-hora CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40 aulas-hora

Leia mais

Apps de Topo de Morro. Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva

Apps de Topo de Morro. Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva Apps de Topo de Morro Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva Funções Ambientais das Áreas de Preservação Permanente (espaço territorial especialmente protegido: art.225 CF; Lei

Leia mais

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398

Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 Frefer System Estruturas Metálicas Rua Dianópolis, 122-1º andar CEP: 03125-100 - Parque da Mooca - São Paulo / SP - Brasil Telefone: 55 (11) 2066-3350 / Fax: 55 (11) 2065-3398 www.frefersystem.com.br A

Leia mais

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto ESTRUTURAS Prof. Eliseu Figueiredo Neto PAREDES DE TIJOLO Assentamento dos tijolos: Quanto a colocação (ou dimensão das paredes) dos tijolos, podemos classificar as paredes em: cutelo, de meio tijolo,

Leia mais

31/10/2013. - De superfícies planas. - De superfícies curvas. A forma dos telhados está relacionada com o número de águas que o mesmo possui...

31/10/2013. - De superfícies planas. - De superfícies curvas. A forma dos telhados está relacionada com o número de águas que o mesmo possui... 1 2 COBERTURAS A cobertura é a parte superior da construção que serve de proteção contra o sol, a chuva, os ventos etc. São classificadas segundo os sistemas construtivos e materiais utilizados. TELHADO.

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Jorge Henrique Marciniak ANÁLISE DA ESTABILIDADE GLOBAL E EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO Santa Cruz do Sul 2013 1

Leia mais

Plano Inclinado Com Atrito

Plano Inclinado Com Atrito Plano Inclinado Com Atrito 1. (Fgv 2013) A figura representa dois alpinistas A e B, em que B, tendo atingido o cume da montanha, puxa A por uma corda, ajudando-o a terminar a escalada. O alpinista A pesa

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2011 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Um varal de roupas foi construído utilizando uma haste rígida DB de massa desprezível, com

Leia mais

Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB

Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB Índice Capítulo Título Página 1 Informações Gerais 3 2 Segurança 4 3 Especificações Técnicas 5 4 Ferramentas, Instrumentos e Materiais 6

Leia mais

MÉTODO/TÉCNICA CONSTRUTIVA

MÉTODO/TÉCNICA CONSTRUTIVA CONCEITO É uma estaca de pequeno diâmetro concretada in loco, cuja perfuração é realizada por rotação ou roto-percussão (no caso de rochas), em direção vertical ou inclinada. Utilizada para reforço de

Leia mais

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Um pequeno refrigerador para estocar vacinas está inicialmente desconectado da rede elétrica e o ar em seu interior encontra-se

Leia mais

FÍSICA. Questões de 01 a 04

FÍSICA. Questões de 01 a 04 GRUPO 1 TIPO A FÍS. 1 FÍSICA Questões de 01 a 04 01. Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante elástica k = 420 N / m e mergulhada em um reservatório térmico, isolado termicamente, com

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA - MG Curso de Engenharia Civil. EXPRESSÃO GRÁFICA III Diagramas de cobertura Telhados SUMÁRIO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA - MG Curso de Engenharia Civil. EXPRESSÃO GRÁFICA III Diagramas de cobertura Telhados SUMÁRIO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA - MG Curso de Engenharia Civil EXPRESSÃO GRÁFICA III Diagramas de cobertura Telhados SUMÁRIO 1 COBERTURA DAS EDIFICAÇÕES...3 2 TIPOS DE TELHAS...14 3 ESTRUTURA DAS COBERTURAS...18

Leia mais

MASSAS DE AR E FRENTES

MASSAS DE AR E FRENTES MASSAS DE AR E FRENTES MASSA DE AR MAIS OU MENOS 5 KM DE ALTURA MAIS OU MENOS 2000 KM DE DIÂMETRO MASSA DE AR UM VASTO VOLUME DE AR, COM CARACTERÍSTICAS DE PRESSÃO, TEMPERATURA E UMIDADE APROXIMADAMENTE

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS)

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 007 Separação entre edificações (Isolamento de riscos) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS 1 AUTORIZAÇÕES E CADASTRAMENTO Para entrada de profissionais e execução de serviços como LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO e SONDAGEM, será necessária a autorização por

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO PROJETO BÁSICO DE ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE POCONÉ Autor: Eng. Civil Alan Toshiaki Sato (Crea-MT MT028846) CUIABÁ MATO GROSSO JULHO - 2015

Leia mais

AQUISIÇÃO DE DADOS. Topografia. Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011

AQUISIÇÃO DE DADOS. Topografia. Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011 AQUISIÇÃO DE DADOS Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011 Topografia 1.1. Conceitos 1.2. Elementos da Planta Topográfica 1.3. Estudo das

Leia mais

14/05/2015 AVALIAÇÃO DOS PROJETOS EDI 64 ARQUITETURA E URBANISMO_ 2015. Profa. Dra. Giovanna M. Ronzani Borille

14/05/2015 AVALIAÇÃO DOS PROJETOS EDI 64 ARQUITETURA E URBANISMO_ 2015. Profa. Dra. Giovanna M. Ronzani Borille AVALIAÇÃO DOS PROJETOS Profa. Dra. Giovanna M. Ronzani Borille 14/05/2015 1 EDI 64 ARQUITETURA E URBANISMO_ 2015 Avaliação: o Conceitos de projeto (I: 50%, II: 50% e para Exame: 30%) o Representação gráfica

Leia mais

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20

Leia mais

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1 1ª AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL CORRETOR 1 01 02 03 04 05 06 07 08 Reservado à CCV Universidade Federal do Ceará Coordenadoria de Concursos - CCV Comissão do Vestibular Reservado à CCV 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA

Leia mais

GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Quarta 14 às 18h museu IC II Aula 16 Ação Geológica do Vento Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Stanley Breeden/DRK Ação Geológica do vento

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS Curso de Graduação em Engenharia Civil ANDRÉ ZAMIN ESTUDO DO DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

Leia mais

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto CÁLCULOS TELHADO Prof. Eliseu Figueiredo Neto TELHADO 1) Conhecer o peso de cada telha; 2) Calcular quantas telhas vão. Telhado de meia água de 50 m2, quantas telhas de cerâmica eu usarei e qual o peso

Leia mais

Introdução. Empuxo de terra é a ação produzida pelo maciço terroso sobre as obras com ele em contato.

Introdução. Empuxo de terra é a ação produzida pelo maciço terroso sobre as obras com ele em contato. Empuxos de Terra Introdução Empuxo de terra é a ação produzida pelo maciço terroso sobre as obras com ele em contato. A determinação do valor do empuxo de terra é fundamental na análise e projeto de obras

Leia mais

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO

RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

PROVA COMENTADA. Carga acidental (Q) = 0,5 kn/m² Carga permanente (G) = (0,12 cm X 25 kn/m³) + 1,0 kn/m² + 1,0 kn/m² = 4,0 kn/m²

PROVA COMENTADA. Carga acidental (Q) = 0,5 kn/m² Carga permanente (G) = (0,12 cm X 25 kn/m³) + 1,0 kn/m² + 1,0 kn/m² = 4,0 kn/m² ? Graute Um primeiro objetivo seria proporcionar a integração da armadura com a alvenaria, no caso de alvenaria estrutural armada ou em armaduras apenas de caráter construtivo. O segundo objetivo seria

Leia mais

CIE - CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE

CIE - CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE PROJETO EXECUTIVO DE ESTRUTURAS METÁLICAS CIE - CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE (QUADRAS REVERSÍVEIS) MINISTÉRIO DO ESPORTE MEMORIAL DESCRITIVO DE ESTRUTURAS METÁLICAS - CIE - R40-45 - R01 ESTRUTURA METÁLICA

Leia mais

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURA DE CONCRETO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1. Hipóteses

Leia mais

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação

Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Massas de ar do Brasil Centros de ação Sistemas meteorológicos atuantes na América do Sul Breve explicação Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br

Leia mais

Sistema laje-viga-pilar

Sistema laje-viga-pilar Sistema laje-viga-pilar Pré-dimensionamento das lajes de concreto, vigas e pilares de aço Taipe-101 (004) Taipe/Taiwan 509m (448m) aço Prof. Valdir Pignatta e Silva AÇÕES tudo aquilo que pode produzir

Leia mais

Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO. Profº Joel Filho

Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO. Profº Joel Filho Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO Profº Joel Filho Introdução: Impermeabilização NBR 9575/2003 - Elaboração de Projetos de Impermeabilização Item 6 Projeto 6.1. Elaboração e responsabilidade técnica

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Disciplina ECV5317 Instalações I INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS Prof. Enedir Ghisi, PhD Eloir Carlos Gugel, Eng. Civil Florianópolis,

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS Curso de Graduação em Engenharia Civil MARLON RAFAEL STACH ANÁLISE DO DESEMPENHO DE PÓRTICOS

Leia mais

Distribuição de Ações Horizontais

Distribuição de Ações Horizontais Distribuição de Ações Horizontais Disponível em http://www.chasqueweb.ufrgs.br/~jeanmarie/eng01208/eng01208.html jean.marie@ufrgs.br 1 Ações horizontais Vento (NBR 6123 ) Sismo Desaprumo (DIN 1053) jean.marie@ufrgs.br

Leia mais

Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso.

Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso. Obrigado por adquirir os produtos Formare. Você escolheu qualidade e a Formare Metais preza por isso. TERMOS UTILIZADOS VÃOS 1- VÃOS TRANSPORTE, RECEBIMENTO E ARMAZENAGEM 1.1 - TRANSPORTE 1 - TRANSPORTE,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Fundações

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Fundações UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções Patologia das Fundações ETAPAS IMPORTANTES: Determinar o número de furos de sondagem, bem como a sua localização; Analisar

Leia mais

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Página 1 de 9 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia

Leia mais

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação.

Sobreposição das telhas: Verifique se as sobreposições laterais e longitudinais estão seguindo as especificações do Manual de Instalação. RECEITA PRÁTICA PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Madeiramento: Verifique se os ripões ou sarrafos foram bem fixados e distribuídos sobre os caibros com o espaçamento correto para o assentamento e fixação das telhas

Leia mais

Seção transversal (S): engloba toda a área de escavação para construção do canal.

Seção transversal (S): engloba toda a área de escavação para construção do canal. CONDUTOS LIVRES Definições Escoamento de condutos livres é caracterizado por apresentar uma superfície livre na qual reina a pressão atmosférica. Rios são os melhores exemplos deste tipo de conduto. Sua

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS 1 INDICE CAPÍTULO 1 - AÇOS ESTRUTURAIS...1 1 INTRODUÇÃO - HISTÓRICO... 1 2 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS ESTRUTURAS DE AÇO... 2 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS...

Leia mais

BELEZA, INOVAÇÃO E PRATICIDADE SÃO AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA LINHA EXTREMA

BELEZA, INOVAÇÃO E PRATICIDADE SÃO AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA LINHA EXTREMA Catálogo Técnico BELEZA, INOVAÇÃO E PRATICIDADE SÃO AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA LINHA EXTREMA Design único com maior área envidraçada na parte externa da esquadria; A fixação do vidro é feita com

Leia mais

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP)

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Escola de Engenharia Civil - UFG SISTEMAS PREDIAIS Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Concepção de projeto Métodos de dimensionamento dos componentes e sistemas Prof. Ricardo Prado Abreu Reis Goiânia

Leia mais

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases:

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Poluição do ar Composição da atmosfera terrestre Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Nitrogênio 78% Oxigênio 21% Argônio 0,9% Gás Carbônico 0,03%

Leia mais