Disciplinas - Oferta no Ano Base

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1 MULTIR Agentes Inteligentes Sigla-Número Nível AGI-GT23 F 3 A tecnologia de Agentes Inteligentes se apresenta com potencial para causar uma revolução na área da TI. A busca, o gerenciamento e análise de informações vitais para os negócios das organizações serão tarefas de programas de computador autônomos, capazes de realizar missões com objetivos bem específicos: - Introdução aos Agentes Iteligentes - Classificação e tipos de agentes - Agentes baseados na Internet - Agentes de comercio eletrônico - Agentes de mineração de dados - Sistemas baseados em regras - Agentes Multiplos e IA distribuida - Mark D'Inverno, Michael Luck (Editores). Understanding Agent Systems. Springer Verlag Gerhard Weiss (Editor). Multiagent Systems: A Modern Approach to Distributed Artificial Intelligence. MIT Press Jeffrey M. Bradshaw. Software Agents. MIT Press Agent-Mediated Electronic Commerce I, II e III. Springer Verlag (Lecture Notes in Artificial Intelligence). 1 de 24

2 Aprendizagem Organizacional MULTIR Sigla-Número Nível APO-GT07 F 3 Em termos de assuntos ligados às capacidades intelectuais necessárias a operacionalização e criação de vantagem competitiva de uma empresa, dois temas estarão cada vez mais presentes nas organizações: a aprendizagem organizacional e a gestão do conhecimento. Estes temas representam um conjunto de conceitos e características que uma empresa voltada para o futuro deve empregar no sentido de garantir que sua gestão mantenha-se sempre atualizada para enfrentar os desafios, incertezas e instabilidades dos cenários competitivos futuros. Neste disicplina serão explorados conceitos, princípios e métodos associados às formas de gestão contemporânea e às novas condições de competição, destacando a questão da aprendizagem organizacional, contextutualizada nos aspectos da Tecnologia da Informação.. - Niederman, F., Brancheau, J. C. & Wetherbe, J. C. Information Systems Management Issues for the 1990s. MIS Quarterly, (Dezembro, 1991), pp Balasubramanian, V. Organizational Learning and Information Systems. The Center for Organizational Learning, Massachusetts Institute of Technology, (documento on-line, em ). - Pentland, B. T. Information Systems and Organizational Learning: The Social Epistemology of Organizational Knowledge Systems. Accounting, Management and Information Technology 5, (1995), pp Sohn, C. How Information Systems Provide Competitive Advantage: An Organizational Learning Perspective. Proceedings of the Fourth Americas Conference on Information Systems. Association for Information Systems. Baltimore, Maryland, U.S.A., (documento on-line, - Goodman, P., & Darr, E. Computer-Aided Information Systems and Communities: Mechanisms for Organizational Learning in Distributed Environments. MIS Quarterly, (Dezembro, 1998), p Kock, N. Process Improvement and Organizational Learning: The Role of Collaboration Technologies. Idea Group Publishing, Hershey, U.S.A., Huber, G. Organizational Learning: The Contributing Processes and the Literatures. Organization Science 2, 1 (Fevereiro, 1991), pp Dixon, N. Organizational Learning: A Review of the Literature with Implications for HRD Professionals. Human Resource Development Quarterly 3, 1 (1992), pp Holzner, B., and Marx, J. Knowledge Application: The Knowledge System in Society. Allyn-Bacon, Boston, U.S.A., Falkenberg, E., Hesse, W., Lindgreen, P., Nilsson, B., Oei, J., Rolland, C., Stamper, R., Van Assche, F., Verrijn-Stuart, A., and Voss, K. A Framework of Information System Concepts: The FRISCO Report (Web Edition). International Federation for Information Processing (IFIP), (documento on-line, ftp://ftp.leidenuniv.nl/pub/rul/fri-full.zip). - BEMFICA, Juliana do Couto, BORGES, Mônica Erichsen Nassif Aprendizagem organizacional e informação. Ciência da Informação, v.28, n.3, p CHOO, Chun Wei e.ed. Information management for the intelligent - organization: the art of scanning the environment. Hedfofd, New Jersey: - Learned Information, The knowing organization: how organizations use information to construct meaning, creat knowledge and make decisions. International - Journal of Information Management, v. 16, n.5, p , DAFT, Richard L., WEICK, Karl E. Toward a model of organizations as - interpretation systems. Academy of Management Review, v.9, n.2, p , DAVENPORT, Thomas H., PRUSAK, Laurence Working knowledge: how - organizations manage what they know Boston: Harvard Business School Press, NONAKA, I.,TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa - como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação Rio de Janeiro: Campus, STATA, Ray Aprendizagem organizacional: a chave da inovação gerencial In: STARKEY, Ken (ed.) Como as organizações aprendem: relatos do sucesso das grandes empresas. São Paulo: Futura, STEWART, Thomas A. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, SVEIBY, Karl Erik (1997): A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento Rio de Janeiro: Campus, von KROGH, George, ROOS, Johan Organizational epistemology. New York, Martin's Press, de 24

3 MULTIR Sigla-Número Descoberta de Conhecimento em Banco de Dados KDD-GT31 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Claudio Chauke Nehme Docente 15 25,00 Hercules Antonio do Prado Docente 15 25,00 Lourdes Mattos Brasil Docente 15 25,00 Sérgio Augusto Santos de Moraes Docente 15 25,00 Nível Nº de Docentes: 4 Turma: 2 Período: Segundo : 4 Claudio Chauke Nehme Docente 20 33,33 Edilson Ferneda Docente 20 33,33 Rogério Alvarenga Docente 20 33,33 Nº de Docentes: 3 Descoberta de Conhecimento: Transformação de dados corporativos em informações de negócios ("Business Intelligence"). 1.Pré-Processamento 2.Sistemas de Informação 3.Gerenciadores de Banco de Dados 4.Processo de descoberta de Conhecimento em BD 5.Suporte à decisão baseado em dados 6.Sistemas baseados em regras 7.Tratamento de ambigüidade: lógica nebulosa 8.Raciocínio baseado em casos 9.Obtenções de regras a partir de dados: aprendizado de máquinas 10.Introdução ao problema de reconhecimentos de padrões. 11.Arquitetura de um sistema de reconhecimento de padrões. 12.Metodologia de desenvolvimento de sistemas de reconhecimento de padrões. 13.Soluções evolutivas baseadas em algoritmos genéticos em BD e em reconhecimento de padrões 14.Simulando o cérebro: redes neurais 15.Modelos neuro-computacionais e estatísticos para reconhecimento de padrões 16.Transformando padrões em conhecimento 17.Estudo de casos Seven Methods for Transforming Corporate Data Into Business IntelligenceBy Vasant Dhar and Roger Stein, Prentice Hall, Data Mining, Practical Machine Learning and techniques with JAVA Implementations By Witten, IAN H. and Frank, Eibe.Introduction to Data Mining and Knowledge Discovery, by Edelstein, Herbert A., staff of Two Crows Corporation, Herbert A. Edelstein Discovering Data Mining from Concept to Implementation by Peter Cabena, Pablo Hadjinian, Rolf Stadler, Jaap Verhees, Alessandro Zanasi Advances in Knowledge Discovery and Data Mining by Usama M. Fayyad (Editor), Gregory Piatetsky-Shapiro (Editor), Padhr Smyth, Ramasamy thurusamy (Editor)Redes Neurais com Aplicações em Controle e em Sistemas Especialistasby F.M. de Azevedo, L.M. Brasil, R.C.O. Limão, 2000.Artificial Intelligence - A Modern Approachby Russell, S, Norvig, P.,Prentice Hall, 1995.Decision Support Systems and Intelligent Systems. by Efraim Turban e Jay Aronson, Ed. Prentice Hall, 1995.Fayyad, U. M.; Piatetsky-Shapiro, G.; Smyth, P. & Uthurusamy, R. Advances in Knowledge Discovery and Data Mining; MIT Press, 1996.Introduction to Knowledge Systemsby Stefik, M., Morgan Kaufmann, 1995.Decision support systems. by Amsterdam: Elsevier Science Publishers B. D.Bishop, C. M. (1997): Neural Networks for Pattern Recognition; Oxford University Press. BRAGA, Antônio de Pádua; LUDERMIR, Teresa Bernarda; CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira; REDES NEURAIS ARTIFICIAIS, Teorias e Aplicações, LTC Editora, Michalewicz, Z. (1996): Genetic Algorithms + Data Structures = Evolution Programs; Third Edition. Haykin, S. (1994): Neural Networks: A Comprenhensive Foundation; Macmillan College Publishing Company. Bigus, Joseph P. Data Mining with Neural Networks: solving business problems from application development to decision support. McGraw Hill, Azevedo, F.M., Brasil, L.M., Limão, R.C.O. Redes Neurais com Aplicações em Controle e em Sistemas Especialistas, Bookstore Livraria Ltda. Florianópolis, Brasil, 2000.Pyle, Doryan. Data Preparation for Data Mining. Morgan Kaufmann Publishers, Inc., 2000.Artigos Diversos 3 de 24

4 MULTIR Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados Gestão de Dados Corporativos: transformando dados corporativos 1. Sistemas de Informação 2. Sistemas de suporte a decisão 3. Gerenciadores de Banco de Dados 4. Suporte a decisão baseados em dados 5. Soluções evolutivas baseadas em algoritmos genéticos 6. Simulando o cérebro: redes neurais 7. Sistemas baseados em regras 8. Tratamento de ambiguidade: lógica nebulosa 9. Raciocínio baseado em casos 10. Obtenções de regras a partir de dados: aprendizado de máquinas Sigla-Número Nível KDD-GT16 F 3 em informações de negócios ("Business Intelligence"). - VASANT, Dhar and Roger Stein, Seven Methods for Transforming Corporate Data Into Business Intelligence, Prentice Hall, SILBERSCHATZ, ET AL - Database System Concepts, McGraw Hill, ULLMAN, Principles of Databse & Knowledge-Base Systems, Vol 1., Computer Science Press, BOBAK, Distributed and Multi-Database Systems, Artech House, COOPER, Objects Databases: An ODMG Approach, Thompson Computer Press, STONEBRAKER, Readings in Database Systems 3rd ed., Morgan Kaufman, ELDESTEIN, Herbert A. Introduction to Data Mining and Knowledge Discovery, staff of Two Crows Corporation, Herbert A. Edelstein, PETER, Cabena, Pablo Hadjinian, Rolf Stadler, Jaap Verhees, Alessandro Zanasi, Discovering Data Mining from Concept to Implementation, USAMA, M. Fayyad (Editor), Gregory Piatetsky-Shapiro (Editor), padhr Smyth, Ramasamy thurusamy (Editor), Advances in Knowledge Discovery and Data Mining, Artigos Diversos Desenvolvimento de Sistemas de Suporte à Decisão DSS-GT21 F 3 Introdução e contextualização dos SSD. Impactos nas organizações e no ambiente de aplicação. Competências em Gestão do Conhecimento. Metodologias de desenvolvimento. Tecnologias de Informação no desenvolvimento de SSD. Estado-da-Arte e tendências de pesquisa. - Peter Senge. A Quinta Disciplina. Editora Best Sellers, São Paulo, Rafael Echeverría. Ontologia del Linguaje. Ed. Dolmen, 2ª Edição, Santiago, Chile, Terry Winograd e Fernando Flores. Understanding Computers and Cognition.Ed. Addison-Wesley Publishing Company, Inc. 3ª Edição, USA, Efraim Turban e Jay Aronson. Decision Support Systems and Intelligent Systems. Ed Prentice Hall, 5ª Edição, USA, Stefik, M. Introduction to Knowledge Systems; Morgan Kaufmann, Guus Schreiber, Hans Akkermans, Anjo Anjewierden, Robert de Hoog,Nigel - Shadbolt, Walter Van de Velde, and Bob Wielinga. Knowledge Engineering and Management: The CommonKADS Methodology de 24

5 MULTIR Engenharia de Software 1.Introdução à Engenharia de Software 2.O Processo de Desenvolvimento de Software 3.Análise e Especificação de Requisitos 4.Design de Software 5.Design da Interface de Usuário 6.Design da Arquitetura de Software 7.Verificação e Testes de Software 8.Planejamento e Gerenciamento do Desenvolvimento Sigla-Número Nível EGS-GT24 F 3 - Roger Pressman - Engenharia de Software - Makron Books, José Davi Furlan - Modelagem de Objetos usando UML - Makron Books - Grady Booch, James Rumbaugh e Ivar Jacobson - UML User's Guide - Addison Wesley - Ian Sommerville - Software Engineering - Disponível na BCZM - Carlo Ghezzi - Fundamentals of Software Engineering - Prentice-Hall Int. - Richard Fairley - Software Engineering Concepts - McGraw-Hill. - Design Patterns - E. Gamma, R. Johnson e outros. - Parnas, D. Software Engineering: An Unconsummed Marriage - Communications of the ACM, sept 1997, vol. 40, no Gisselquist, R. Engineering in Software - Communications of the ACM, oct 1998, vol. 41, no Denning, Peter. Computer Science and Software Engineering: Filing for divorce? Communications of the ACM, aug 1998, vol. 41, no Maibaum, T. What we teach Software Engineers in the University: Do we take Engineering Seriously? ACM SIGSOFT ' 97 - Wasserman, A. Towards a discipline of Software Engineering - IEEE Software, Fayad, M. Software Development Process: A necessary Evil. Communications of the ACM, sept 1997, vol. 40, no Cusumano, M & Selby, R. How Microsoft Builds Software - Communications of the ACM, jun1997, vol. 40, no. 6 - Lichter, H. et al. Prototyping in Industrial Software - Bridgning the Gap Between Theory and Practice - IEEE Transactions on Software Engineering, vol. 20, no 11, nov Kapor, M - A Software Design Manifesto - em Bringing Design to Software - Addison Wesley, Dorfman, Merlin - Requirements Engineering - SEI Interactive, March 1999 (versão PDF) (versão html) - Zave, Pamela - Classification of Research Efforts in Requirements Engineering - ACM Computing Surveys, vol. 29, no 4, de 24

6 MULTIR Estratégias e Logística com Ênfase em Gestão do Conhecimento ELC-GT29 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Adelaide dos Santos Figueiredo Docente 30 50,00 Maurício Miguel Martinez Martinez Docente 30 50,00 Nº de Docentes: 2 6 de 24

7 MULTIR Esta disciplina, como indica seu título, "Estratégias e Logística com ênfase em Gestão do Conhecimento" trata de vários assuntos: de estratégias, de planejamento, de planejamento estratégico, de logística, de gestão, de recursos tecnológicos, de organizações, de organizações informatizadas, de organizações com gestão do conhecimento e de tudo isso juntos. Esta disciplina tem por objetivo proporcionar aos alunos uma análise de contexto de estratégias e logística empresarial focado na análise e compreensão do conhecimento como um instrumento de incremento da competitividade das organizações.o propósito do Planejamento Estratégico é o de fornecer:ouma direção, oconcentração de esforços, oconsistência de propósito e oflexibilidade enquanto a empresa se empenha em melhorar a sua posição competitiva. O planejamento estratégico se focaliza no que é preciso ser feito hoje para estar propriamente posicionado no futuro.tecnologia da Informação é a:opreparação, ocoleção, otransporte, orecuperação, oarmazenamento, oacesso, oapresentação, e otransformação (processamento) de informação e de todas suas variadas formas (voz, gráficos, texto, vídeo, dados, imagem, e animação). Movimentação de informação pode acontecer entreoos humanos, ohumanos e máquinas, e oentre máquinas,de diferentes origens, funções, capacidades de compreensão e/ou processamento.a gestão assegura:oa seleção formal, oo desenvolvimento, oa administração, oa operação, oa manutenção, e oa evolução dos recursos de TI consistentemente com os objetivos organizacionais. 3.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO LogísticaÜConceitos básicos de logísticaütecnologia da Informação - Sua importância para a Logística e Gestão do Conhecimento;ÜAdministrando Informações - uma questão estratégica para a logísticaüconceitos básicos de sistemas de informações gerenciais- base do processo de gestão do conhecimento em logística;üdefinição e estruturação do sistema de informações logística globalüanálise de capacidades e limitações de sistemas logísticos com ênfase em EDI (Electronic Data Interchange)ÜCaracterísticas de um SIG de logística e de telecomunicações (LITS - LOGISTICS INFORMATION AND TELECOMUNICATIONS)ÜFerramentas de análise de suporte à decisão aplicado à logísticaestratégiasüo Processo De Gerenciamento Estratégico: oconstrução da função estratégica. odesenvolvendo uma visão estratégica. oanalise do setor e da posição competitiva. oanalise da situação da organização. ÜEstratégias Competitivas Genéricas. ÜAnálise Da Concorrência. ÜConstruindo Estratégias: opara diferentes situações organizacionais; opara diferentes setores da organização. oestratégia e vantagem competitiva. oo uso do planejamento estratégico na profissão. 4.METODOLOGIA Podemos e queremos modificar a forma de facilitar e de realizar a aprendizagem. Uma facilitação mais compartilhada, orientada e coordenada pelo professor, mas com profunda participação dos alunos, individual e grupalmente, onde a tecnologia da informação nos ajudara. As mudanças neste processo dependem também dos alunos. Se curiosos e motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada. Cabe ao professor no seu papel de facilitador tentar equilibrar os aspectos administrativos, tecnológicos e humanos, contribuindo para que haja um ambiente de maior inovação, intercâmbio e comunicação.nosso propósito ao adotar como metodologia de trabalho a Aprendizagem Cooperativa é o de adaptar o programa proposto às necessidades dos alunos, esperamos criar conexões com o cotidiano dos alunos e também com o inesperado. Tentaremos transformar os nossos encontros em momentos de construção de uma comunidade de investigação, fazendo prevalecer o respeito, a paciência e a ternura entre os seus membros. Dentro desta proposta estaremos abertos à incorporação do novo, as mudanças, sugestões e a aceitação dos imprevistos. Queremos colocar todas as habilidades disponíveis dentro do grupo para valorizar as contribuições individuais, estimulando o clima de confiança e apóiodos alunos esperamos que eles estejam prontos e maduros para incorporar as informações do curso de uma maneira tanto vivencial quanto emocional. Esperamos também que a incorporação das informações por parte dos alunos seja feita dentro dos seus respectivos contextos pessoais, intelectuais, e emocionais, de forma de que eles obtenham uma aprendizagem verdadeira e significativa.para realizar nosso processo de facilitação e realização do aprendizado, iremos realizar atividades em grupos cooperativos e, ao desenvolver atividades em grupo é fundamental encontrarmos o ponto de equilíbrio entre as expectativas sociais, as do grupo e as individuais. O professor-facilitador irá propiciar o desenvolvimento da comunicação, da construção de um clima de confiança e da administração das divergências de opiniões. A Aprendizagem Cooperativa assume como características: 1.o comportamento cooperativo, 2.a estrutura cooperativa de incentivos e 3.a estrutura cooperativa de trabalho e motivações cooperativas, o que necessariamente implica numa construção de interdependência positiva, na interação aluno-aluno e aluno-professor, na avaliação individual e no uso de habilidades interpessoais no agir em pequenos grupos.cooperação é entendida aqui, como uma associação entre pessoas na busca da ajuda mútua, do realizar e do aprender com o outro. Ao cooperar estimularemos o espaço para os alunos ajudarem-se mutuamente e trabalharem sobre conteúdos comuns. O professor-facilitador induzira o desenvolvimento de competências sociais que venham garantir a existência de relações cooperativas. Com auxílio do professor-facilitador, espera-se que os grupos estimulem e observem a criação de um clima de confiança, de liderança e de administração de divergências de opiniões. O desenvolvimento das competências sociais de comunicação dentro do grupo, deve ter a finalidade de que as relações interpessoais sejam ternas, acolhedoras, alegres e de construção de autonomia.queremos manter um clima de confiança recíproca para termos dentro do curso uma comunicação efetiva. A nossa cooperação será mais estável quanto mais efetiva seja nossa comunicação. Esperamos construir um nível de confiança tal, que os mestrandos possam expressar abertamente os seus pensamentos, sentimentos, reações, opiniões, informações e idéias. Em um ambiente de confiança devem ser observados os seguintes elementos: Abertura - a possibilidade e a liberdade de co-dividir informações, informações, idéias, pensamentos, sentimentos e reações sobre o problema tratado no grupo; Partilha - a oferta de materiais e de recursos dos quais se dispõe para ajudar o grupo a atuar em busca do objetivo proposto; Aceitação - a comunicação de alta consideração e estima por outra pessoa, pelas suas contribuições e pelo seu comportamento; Apoio - é na comunicação com o outro que os membros do grupo reconhecem e apreciam os seus valores e passam a acreditar que têm capacidade de registrar produtivamente a situação na qual se encontra; Intenções Cooperativas - são as expectativas de que cada um se comportará de modo cooperativo e de que todos o farão.não existirá a figura de chefe ou coordenador dentro da formação dos grupos, a responsabilidade da liderança é co-dividida entre todos os membros, que, naturalmente assumem tarefas de gestões diversas. A liderança deverá ser exercida por algum dos membros conforme as suas competências e habilidades estarem de acordo com a tarefa designada, sendo que conforme com a tarefa seguinte, outro membro do grupo pode vir a assumir a liderança. Todos os membros são responsáveis pelo trabalho do grupo e todos devem assumir e exercitar as responsabilidades da liderança tais como pedir, reassumir, coordenar a informação e contribuir para fornecê-la; estruturar e endereçar os esforços e o empenho do grupo para motivar a tomada de decisão. Todos os membros do grupo devem contribuir para encorajar a participação; atenuar a tensão quando ela se torna muito alta; facilitar a comunicação e avaliar o clima emotivo do grupo; discutir de que forma o trabalho do grupo pode ser melhorado e escutar, reciprocamente, de modo atento e respeitoso. Por causa da unicidade do ser humano que somos surgiram controvérsias entre os participantes dos grupos, quanto mais aberta for à partilha de idéias, informação, reações, instruções, recursos e materiais, maior serão as diferenças e desacordos Esta controvérsia deve ser encarada de forma positiva já que a mesma obrigará a encontrar novos 7 de 24

8 MULTIR diferenças e desacordos. Esta controvérsia deve ser encarada de forma positiva, já que a mesma obrigará a encontrar novos caminhos, novas idéias, a procurar mais informações e a reexaminar as opiniões procedentes. As controvérsias são entendidas como uma fonte de criatividade e de trabalho produtivo, sobretudo em situações complexas de solução de problemas. As lideranças surgiram espontaneamente dentro dos grupos e portanto deve se prestar atenção a que um ou dois membros não monopolizem a liderança ao mesmo tempo em que os lideres espontâneos se permitam abrir um novo espaço de aprendizado ao deixar a liderança a outros membros do grupo, crescendo assim nas suas próprias competências e capacidade como lideres.de forma a criar uma interdependência social os grupos devem procurar obter resultados dos indivíduos ou dos grupos positivamente correlatos. Para isto se faz necessário que os grupos tratem entre os seus membros do seguinte: estrutura dos objetivos (estabelecer os mesmos objetivos), dos incentivos (atribuir valores interdependentes), das tarefas (determinar trabalhos a serem realizados em conjunto), dos recursos (fornecer materiais ou instrumentos com os quais todos devem trabalhar), das funções (definir a função de controle, de recolher as anotações, de estimular etc.)os grupos serão formados inicialmente através da seleção casual dos mestrandos e não devem superar o número de cinco componentes. Estes grupos permaneceram por pouco tempo juntos. Posteriormente ao aumentar o grau de conhecimento mútuo entre os participantes da disciplina serão formados grupos seguindo critérios de heterogeneidade como: nível de habilidades, nível de competências, nível de atitudes, sexo e, outros que sejam considerados relevantes;esperamos com esta formação fomentar as oportunidades de fazer novas amizades e de recomeçar com novos colegas durante o semestre, promovendo um enriquecimento maior no grupo ao desenvolver competências sociais como: a aceitação do outro, o respeito pelo diferente, a aproximação dos colegas com certas deficiências e timidez.grupos de Aprendizagem CooperativaGrupos Tradicionais Existe uma interdependência positiva entre os componentes do grupo, porque cada membro se preocupa não só com o próprio rendimento, mais também com o rendimento de todos os outros colegas.cada membro do grupo se preocupa apenas com o seu rendimento. A avaliação do desempenho se dá através de diversas atividades didáticas individuais. Desse modo o grupo sabe qual membro tem necessidade de ser ajudado e encorajado.a avaliação ocorre de forma global possibilitando que alguns estudantes não participem adequadamente do processo avaliativo, e mesmo assim, tenham um bom desempenho em decorrência dos esforços dos outros membros do grupo. Têm como principio a heterogeneidade, quanto às características pessoais e habilidades dos seus membros.a formação ocorre de maneira ocasional, não considerando como princípio a heterogeneidade. A responsabilidade da liderança é co-dividida com todos os membros, que naturalmente assumem tarefas de gestões diversas.ordinariamente, denomina-se um líder que tem a tarefa de "chefiar" o trabalho do grupo (o chefe do grupo). Propõe-se não só conseguir um ótimo nível de aprendizagem, mas também promover um ambiente de inter-relação positiva entre os membros do grupo, durante a execução do trabalho de aprendizagem.tenta-se quanto muito chegar ao resultado sem ter particular atenção com o clima de interação. As competências relacionais requeridas para realizar a tarefa de modo cooperativo, como a liderança, as habilidades de comunicação e a confiança recíproca, são ensinadas diretamente.parte-se do princípio que os membros do grupo já possuem essas competências, o que nem sempre corresponde a situação. O professor-facilitador atua como observador, identificando possíveis dificuldades e intervindo para que o trabalho intelectual se realize conforme os objetivos propostos.normalmente não se presta atenção em como o grupo trabalha. 5.AVALIAÇÃO Tradicionalmente, os processos pedagógicos em nossas instituições de ensino têm sido predominantemente centrados no professor que orienta, dirige e, via de regra, estabelece, controla, etc. Neste curso procuramos desenvolver uma abordagem pedagógica mais centrada no aluno.neste curso trabalharemos com a noção de que aprender é adquirir capacidade de ação; ou seja, diremos que aprendemos algo quando nos tornamos capazes de fazer coisas, ou de executar ações, que antes do processo de aprendizagem não éramos capazes de fazer ou executar. Assim, estaremos preocupados mais em avaliar a aquisição de competências (observar e agir, saber fazer) e menos em transmissão e retenção de informações (saber o que).mais especificamente, vamos concentrar a avaliação no desempenho nos encontros, no desenvolvimento dos "debates" e, na elaboração do artigo referente ao curso. A avaliação do resultado dos grupos considerará como característica comum se todos os membros estão de acordo e se eles conhecem tudo o que foi feito. Ao término de cada encontro, o grupo terá 15 minutos disponíveis para trocar opiniões sobre o modo como atuaram em grupo. Nesta avaliação os membros devem expressar as suas opiniões sobre o que precisam melhorar. Ocasionalmente esta revisão será feita com toda a turma. Assim sendo, o grupo receberá um retorno do professor.a avaliação do trabalho de grupo tem dois aspectos: um se refere ao modo de conduzir o trabalho, o outro de estar e cooperar em grupo; do primeiro aspecto de avaliação do trabalho em grupo avaliaremos sobretudo o grau de responsabilidade, seja individual como do grupo que cada membro assumiu. Do segundo aspecto, avaliaremos as relações entre os membros do grupo: a estima recíproca, o encorajamento, a ajuda, a alegria, a superação das tensões etc. Quanto ao desempenho nos encontros, serão observados os seguintes aspectos: Completude nas respostas e nas intervenções durante os encontros. Aporte de reflexões próprias sobre os tópicos desenvolvidos no curso. Emoções e Estados de Ânimo que predominem retratados na realização das atividades. Relatos de vivências reais (experiências práticas) relacionadas ao curso, sejam no domínio do espaço de trabalho, sejam noutros domínios. Pontualidade.Quanto à realização do artigo, serão observados: A adequação do tratamento dado ao tema face à abordagem desenvolvida no curso. A clareza do texto. A apresentação do documento. A pontualidade na entrega.o resultado final da avaliação será atribuído da seguinte maneira:üavaliações nos encontros (10%)ÜSeminário do grupo (50%)ÜArtigo (texto para discussão) (40%) 6.PROPOSTAS DE TEMAS PARA OS DEBATES Propostas para - Logística: 1)Logística e sua importância para estratégia empresarial2)tecnologia da Informação como instrumento para viabilizar a logística integrada3)supply Chain Management - uma ferramenta essencial a Gestão do Conhecimento em LogísticaPropostas para - Estratégias: 4)Questionário de Avaliação Balanceado (Balanced Scorecard)5)Matriz SWOT (Strengths, Weknesses, Opportunities, Threats)6)Quinta Disciplina - Peter Senge 7)Metodologia CommonKADS como ferramenta para o P.E. da T.I.;8)5 Forças competitivas - Michael Porter9)Teoria do Jogo e Teoria da Ruptura (A Estratégia do Golfinho)10)Sistemas Integrados de Gestão - ERP11)Desconexão entre CEO x CIO12)Teoria das Restrições (Theory of Constrains - TOC)13)Planejamento Estratégico Situacional - PES14)Gestão de Projetos do Project Management Institute - PMI 6.BIBLIOGRAFIA Logística:1.BOVET, D.M.; THIAGARAJAN, S. (2000). Logística Orientada para o Cliente. In: Management, nº 18, ano 3, Jan-fev. pag dornier, P.P; Ernst, R. FENDER, M.;KOUVELIS, P. (2000). Logística e Operações Globais - Textos e Casos, São Paulo, Atlas.3.HIEBELER, R.; KELLY T.B; KETTEMAN, C. (2000). Best Practices - Construindo seu negócio com as melhores práticas globais São Paulo Atlas 4 PORTER M E (1999) Competição - Estratégias 8 de 24

9 MULTIR negócio com as melhores práticas globais. São Paulo, Atlas.4.PORTER, M.E. (1999). Competição - Estratégias Competitivas Essenciais, Rio de Janeiro, Campus.5.WOOD JR., T. (2000). Logística Integrada: a gestão de rede de valores. São Paulo: Atlas. pag ching, H.Y. (1999). Gestão de Estoques na Cadeia integrada - Supply Chain Management. São Paulo, Atlas.Obs:Outros textos selecionados relacionados com os temas serão utilizados para as atividades de análise Estratégias:7.ARGYRIS, C., Teaching Smart People How to Learn, in Harvard Business Review, May-June1991, pg , Boston, HBS Publishing, BOAR BERNARD H., Strategic Thinking for Information Technology, John Wiley & Sons; ISBN: X, Paperback páginas (Dezembro 1996)9.BOAR, BERNARD H., Practical Steps for Aligning Information Technology with Business Strategies: How to Achieve a Competitive Advantage, John Wiley & Sons; ISBN: , Hardcover páginas 1ª Edição (Dezembro, 1994)10.BOAR, BERNARD H., The Art of Strategic Planning for Information Technology: Crafting Strategy for the 90s, John Wiley & Sons, ISBN Hardcover páginas (Setembro 1993) 11.BRYSON, JOHN M. & ALSTON, FARNUM K.; Creating and Implementing your Strategic Planning - A Workbok for Public and Nonprofit Organizations, Jossey-Bass Inc, San Francisco, ISBN , (1996)12.CASSID, ANITA; A Practical Guide to Information Systems Strategic Planning,, Saint Lucie Pr. ISBN: Hardcover páginas, (Maio 1998) 13.DAVENPORT, THOMAS, E PRUSAK, LAURENCE. Conhecimento Empresarial: Como as Organizações Gerenciam seu Capital Intelectual. Rio de Janeiro: Campus, ELIYAHU M. GOLDRATT, A Corrida pela vantagem competitiva, Educator, São Paulo, ELIYAHU M. GOLDRATT, A síndrome do palheiro, garimpando informação num oceano de dados, Educator, São Paulo, ELIYAHU M. GOLDRATT, Corrente Crítica, Nobel, São Paulo, ELIYAHU M. GOLDRATT, JEFF COX, A Meta, Educator, São Paulo, ELIYAHU M. GOLDRATT, Mais que sorte um processo de raciocínio, Educator, São Paulo, Harvard Business Review On The Business Value Of IT (The Harvard Business Review Paperback Series), Harvard Business School Press; ISBN: , Paperback páginas (Fevereiro 1999)20.HUERTAS, FRANCO, O Método PES: Entrevista com Matus, ISBN KAPLAN, ROBERT S., NORTON, DAVID P., A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard. Rio de Janeiro.22.LUFTMAN, JERRY N. (Editor), Competing in the Information Age : Strategic Alignment in Practice, Oxford Univ Press; ISBN: , Hardcover páginas (Agosto 1996)23.LUNDELL DEAN, SunTzu - A Arte da Guerra - Para mulheres e homens de negócios e investidores, Editora Futura, 145 páginas, ISBN , LYNCH, DUDDLEY AND KORDIS PAUL L., A estratégia do golfinho - A conquista de vitórias num mundo caótico. Editora Cultrix S.P., 1998, 10ª Edição, MATUS, CARLOS, Estratégias Políticas: Chimpanzé, Maquiavel, e Gandhi, Edições FUNDAP, São Paulo, ISBN: , MCGEE, J.; PRUSAK, L. "Gerenciamento Estratégico da Informação". Editora Campus, Rio de Janeiro NONAKA, IKUJIRO, TAKEUCHI, HIROTAKA. Criação de Conhecimento Na Empresa: Como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, PARKER, MARILYN M., TRAINOR, H. E., BENSON, R. (Contributor), Information Economics : Linking Business Performance to Information Technology, Prentice Hall; ISBN: , Paperback páginas Facsimile edition (Novembro 1988)29.POLAYNI, M., The Tacit Dimension. Routledge & Kegan Paul, Londres, PORTER, MICHAEL, Estratégia Competitiva, Editora Campus, ISBN X, REMENYI, DAN; Sherwood-Smith, Michael; White, Terry; Achieving Maximum Value from Information Systems: A Process Approach, (John Wiley Series in Information Systems.), John Wiley & Son Ltd; ISBN: , Paperback páginas (Junho 1997)32.RUMMLER G. A. AND BRACHE A P., Improving Performance: How to manage the White Space on the Organization Chart (The Jossey-Bass Management Series) Jossey-Bass Publishers ISBN: , 254 páginas, 2ª Edição, SENGE, PETER; A Quinta Disciplina - Arte e Prática da Organização que Aprende, Editora Best Seller, ISBN , 444 páginas, (1999)34.SENGE, PETER; A Quinta Disciplina, Caderno de Campo - Estratégias e Ferramentas para construir uma organização que aprende, Editora Quality Mark, ISBN , (1998)35.STEWART, THOMAS A., Capital Intelectual: A nova Vantagem Competitiva das Empresas. 5 ed., Rio de Janeiro: Campus, STRASSMANN, PAUL A., The Squandered Computer : Evaluating the Business Alignment of Information Technologies, Information Economics Press; ISBN: , Hardcover páginas 1ª Edição, Vol. 1 (Abril 1997)37.Strategic Planning for Information Systems (Wiley Information Systems Series), John Wiley& Sons, ISBN Paperback páginas (Maio 1996) 38.SVEIBY, KARL, E. A Nova Riqueza das Organizações: Gerenciando e Avaliando Patrimônios de Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, TIFFANY, PAUL & PETERSON, STEVE D., Planejamento Estratégico - Série para Dummies, Paul Triffany, Editora Campus, 386 páginas, ISBN , WANG, CHARLES B. "Techno Vision II". Makron Books. São Paulo Estudos de Casos Organizacionais ECO-GT04 F 2 Formação de grupos de estudos sobre temas tecnológicos ou gerenciais de casos reais presentes nas organizações às quais os alunos estejam vinculados ou tenham acesso profissional. Variável 9 de 24

10 MULTIR Fundamentos de Inteligência Artificial FIA-GT03 F 3 Módulo I: - Conceituação de Inteligência Artificial. - Noções de agentes inteligentes. - Resolução de problemas - Representação do conhecimento - Aquisição de conhecimento - Modelos de sistemas inteligentes - Aplicações de Inteligência Artificial - Stuart J. Russell, Peter Norvig. Artificial Intelligence: A Modern Approach. Prentice Hall Thomas Dean, James Allen, Yiannis Aloimonos. Artificial Intelligence: Theory and Practice. Addison-Wesley Pub Co Turban, E. Expert Systems and Applied Artificial Intelligence. McMillan Gestão da Tecnologia da Informação GTI-GT19 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Renato da Veiga Guadagnin Docente 30 50,00 Sérgio Augusto Santos de Moraes Docente 30 50,00 Nº de Docentes: 2 Apresentar e discutir os conceitos de gestão de Tecnologia da Informação. Entender o impacto da tecnologia da informação na moderna gestão de negócios em ambientes complexos e em constante mutação. Exercitar identificação, avaliação, controle e comunicação de risco como ferramentas de gestão de tecnologia da informação em sistemas abertos. FOINA, PAULO ROGERIO, TECNOLOGIA DE INFORMAÇAO - PLANEJAMENTO E GESTAO, Ed. Atlas, 1ª Edição, São Paulo, Robert D. Galliers (Editor), et al, Information Technology and Organizational Transformation, John Wiley Series in Information Systems, New York, Joanne Yates (Editor), John Van Maanen (Editor), Information Technology and Organizational Transformation : History, Rhetoric, and Practice, Ed. Thousand Oaks, California, Arun Kumar (Ed.), Management Information System, Anmol Publications, Bensaou, M. & Earl, M. The Right Mind-set for Managing Information Technology, Harvard Business Review, Sep.-Oct., 1998, págs de 24

11 MULTIR Gestão de Capital Humano e Tecnologia Sigla-Número Nível GHT-GT15 F 3 Contextualização. O que significa ser humano? O modelo do observador e da ação humana. Aprendizagem. Aprendizagem de primeira e segunda ordens. Aprendizagem organizacional. Organizações como redes dinâmicas de conversações. A Ontologia da Linguagem. Linguagem é ação. Tipologias de conversações. Componentes de uma conversação. Desenho de conversações. Cinco disciplinas básicas para aprendizagem. A visão sistêmica: a quinta disciplina. Uma "mirada" conversacional sobre a função gerencial. O que realmente faz um gerente. Gerência e conversação. 1. Livros textos (a) Básicos - FLORES, Fernando. Creando Organizaciones para el Futuro. Santiago, Chile: Dolmen Ediciones, 1996 (4ª edição). - ECHEVERRÍA, Rafael. Ontologia del Lenguaje. Santiago, Chile: Dolmen Ediciones, 1997 (4ª edição). - SENGE, Peter. A Quinta Disciplina. São Paulo: Editora Best Sellers, (b) Suplementares - WINOGRAD, Terry e FLORES, Fernando. Understanding Computers and Cognition. New York: Addison Wesley, LIPNACK, Jessica e STAMPS, Jeffrey. Rede de Informações. São Paulo: Makron Books, LANDSBERG, Max. The Tao of Coaching. Santa Monica, CA, Knowledge Exchange, GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995 (13ª Edição). - DRUCKER, Peter. Gerência para el Futuro. Barcelona: Norma. - RUMMLER, G. A. e BRACHE, A. P. Como Mejorar el Rendimento en la Empresa. Bilbao. 2. Artigos - ARGYRIS, Chris. Good Communication That Blocks Learning. Harvard Business Review (1994). - ARGYRIS, Chris. Teaching Smart People How to Learn. Harvard Business Review. (1991). - ARGYRIS, Chris. Double Loop Learning in Organizations. Harvard Business Review. (Sep.-Oct./1977). - ECHEVERRÍA, Rafael e PIZARRO, Alícia. El Observador y la Acción Humana. Newfield Consulting. México (1996). - PUTNAM, Robert. Unlocking Organizational Routines That Prevents Learning. The Systems Thinker, Vol 4, Nº 6 (1993). - EPPERSON, S. et alli. Cual es tu Coeficiente Emocional? (Tradução). Revista Times, Out/1995. Gestão de Processos e Sistemas de Informação GPS-GT17 F 3 Revisão dos Conceitos do Enfoque Sistêmico da Administração. Revisão dos Princípios da Gestão de Sistemas de Informação. Mudança Organizacional e Organização em Processos. Análise Crítica do Método da 'Reengenharia'. Participação da Tecnologia de Informação na Gestão de Processos. Métodos de Melhoria de Processos. Método de Modelagem de Processos (Sistemografia). Seminários com apresentação de estudo de casos práticos particulares aplicados em instituições - KAST,F.E.-ROSENZWEIG,J.E. (1970), Organização e Administração - Um Enfoque Sistêmico, Pioneira, S.P., 1992(4ªed.). - McNURLIN,B.C.-SPRAGUE,R.H.(1998), Information Systems Management in Practice, Prentice Hall, U.S.River, N.J. - HAMMER,M.-CHAMPY,J.(1993), Reengenharia - Revolucionando a Empresa, Ed.Campus,R.J., ANDERSEN,B.(1999), Business Process Improvement Toolbox, ASQ, Milwaukee,Wisc. - HARRINGTON,H.J.(1997), Business Process Improvement - Workbook, McGraw-Hill, N.Y. 11 de 24

12 MULTIR Gestão de Projetos de Informatização GPI-GT12 F 3 Qualidade de projetos Estrutura de projetos Tecnologias de suporte computacional Acompanhamento temporal Acompanhamento de custos Realimentação de projetos Estudos de casos - Kathy Schwalbe. Information Technology Project Management, USA: International Thomson Publishers, 1999; - Microsoft (ed.). Manuais do software MS-Project - Mohan Nair. Activity-Based Information Systems : An Executive's Guide to Implementation, USA: John Wiley & Sons, 1999; - Jolyon E. Hallows. Information Systems Project Management (How to Deliver Function and Value in Information, Technology Projects), USA: AMACOM, 1997; Gestão de Qualidade e Produtividade GQP-GT01 F 4 Turma: 1 Período: Segundo : 4 Adelaide dos Santos Figueiredo Docente 30 50,00 Kathia Marçal de Oliveira Docente 30 50,00 Nº de Docentes: 2 Definir conceitos, técnicas e ferramentas aplicadas à gestão da qualidade e produtividade. Planejamento da Qualidade. Instrumentos Institucionais de Mobilização para Qualidade e Produtividade.Modelos de Gestão para Qualidade e Produtividade. Ferramentas de Gestão de Qualidade e Produtividade. - BERRY,L.L.; PARASURAMAN, A. Serviços de Marketing- Competindo através da Qualidade. São Paulo, Maltese-Norma, CAMPOS, V. F. TQC- Gerenciamento da Rotina do trabalho do dia-a-dia. Rio de Janeiro, Bloch, DEMING, W.E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro, Saraivo, E.I.U.- THE ECONOMIST INTELLIGENCE UNIT. Checklist- Best Practices Management. New York, E.I.U, FUNDAÇÃO CHRISTIANO OTTONI. Casos Reais de Implantação de TQC - PDCA(Método de Solução de Problemas), QFD e Garantia da Qualidade. - GRÖNROOS, C. Marketing- Gerenciamento de Serviços: A Competição por Serviços na hora da verdade. Rio de Janeiro, Campus, HIEBELER, R.; KELLY, T.B.; KETTEMAN C. Best Practices: Construindo seu negócio com melhores práticas globais. São Paulo, Atlas, JURAN, J.M. Qualidade desde o Projeto: Os novos passos para o Planejamento da Qualidade em Produtos e Serviços. São Paulo, Pioneira, MARTIN, J. A Grande Transição - Usando as sete disciplinas da engenharia da empresa para reorganizar pessoas, tecnologia e estratégia. São Paulo, Futura, MILLET, E.B. Qualidade em Serviço: princípios para gestão contemporânea. Rio de Janeiro, Ediouro, ROSANDER, A.C. The Quest for Quality in Services. New York, Quality Resources, TEBOUL, J. Gerenciando a Dinâmica da Qualidade. Rio de Janeiro, Qualitymark, LAS CASAS, A. L. Qualidade Total em Serviços - Conceitos, Exercícios Casos Práticos, São Paulo, Atlas, PALADINI, P.E. Gestão da Qualidade - Teoria e Prática, São Paulo, Atlas, de 24

13 MULTIR Gestão de Relacionamento nas Organizações GRO-GT32 F 4 Turma: 1 Período: Segundo : 4 Gentil José de Lucena Filho Docente 30 50,00 Ivan Rocha Neto Docente 30 50,00 Nº de Docentes: 2 (Do que trata a disciplina)esta disciplina, "Gestão de Relacionamentos nas organizações", trata de vários assuntos: de gestão, de capital humano, de relacionamentos e de tudo isso juntos. Partimos de uma reflexão sobre o que significa ser humano e, mais particularmente, sobre o que significa ser humano (um simples recurso?) no âmbito de uma organização. A seguir, sob a interpretação de que uma organização é uma rede dinâmica de conversações, aborda-se a questão das conversas nas organizações, no que consistem, como se constituem e para que servem. Por fim, com base na reflexão feita e na interpretação apresentada, o curso termina por examinar como as organizações aprendem, o que as fazem operar do jeito que operam e como poderiam ser diferentes. 1.Livros textos (a)básicos ECHEVERRÍA, Rafael. Ontologia del Lenguaje. Santiago, Chile: Dolmen Ediciones, 1997 (4ª edição).senge, Peter. A Quinta Disciplina. São Paulo: Editora Best Sellers, 1998.FLORES, Fernando. Creando Organizaciones para el Futuro. Santiago, Chile: Dolmen Ediciones, 1996 (4ª edição). (b)suplementares GIBSON, ROWAN (Ed.). Repensando o Futuro. Makron Books. São Paulo, 1998.WINOGRAD, Terry e FLORES, Fernando. Understanding Computers and Cognition. New York: Addison Wesley, 1987.TERRA, J.C.C. Gestão do Conhecimento. Negócio Editora Ltda. São Paulo, 2000.GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995 (13ª Edição).DE BEAUPORT, Elaine e DIAZ, Aura Sofia. Inteligência Emocional - As 3 Faces da Mente. Editora Teosófica, Brasília, 1998 (versão brasileira).drucker, Peter. Gerência para el Futuro. Barcelona: Norma, 199?.RUMMLER, G. A. e BRACHE, A. P. Como Mejorar el Rendimento en la Empresa. Bilbao: 199?.SPINOSA, C., FLORES, F. e DREYFUS, H. Disclosing New Worlds. MIT Press, 1997.ALENCAR, E.M.L.S. A Gerência da Criatividade. Makron Books. São Paulo, 1996.ALENCAR, E.M.L.S. A Criatividade nas Organizações. Em T. W. Jr. (Org.), Gestão Empresarial. O Fator Humano. (pp ). Atlas. São Paulo, ArtigosARGYRIS, Chris. Good Communication That Blocks Learning. Harvard Business Review (1994).ARGYRIS, Chris. Teaching Smart People How to Learn. Harvard Business Review. (1991).ARGYRIS, Chris. Double Loop Learning in Organizations. Harvard Business Review. (Sep.-Oct./1977).ECHEVERRÍA, Rafael e PIZARRO, Alícia. El Observador y la Acción Humana. Newfield Consulting. México (1996).PUTNAM, Robert. Unlocking Organizational Routines That Prevents Learning. The Systems Thinker, Vol 4, Nº 6 (1993).LUCENA, Gentil e MORALES, Margarita. O papel das conversações na vida das pessoas e das instituições. Revista META (no prelo) de 24

14 MULTIR Gestão do Conhecimento GC-GT02 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Ivan Rocha Neto Docente 10 16,67 Maurício Miguel Martinez Martinez Docente 30 50,00 Paulo Sérgio Vilches Fresneda Docente 10 16,67 Rogério Alvarenga Docente 10 16,67 Nº de Docentes: 4 A importância do conhecimento como recurso econômico e seu impacto sobre as organizações; Teorias e conceitos fundamentais sobre Aprendizado Conhecimento e Criatividade;.Características das empresas com uma gestão pró-ativa do conhecimento; Organização e os processos de trabalho; Mecanismos de suporte à Gestão do Conhecimento; Inserção no ambiente: aprendendo com outros. - Beckman, T "The Current State of Knowledge Management". In: Liebowitz, J. (ed.) Knowledge Management Handbook. Mew York: CRC Press. - Beckman, T.; Liebowitz, J Knowledge Organizations: what every manager should know. St. Luice Publications. Brooking, D Introduction to Intellectual Capital. Cambridge: The Knowledge Broker Ltd. - Duffy, J "The tools and techniques needed for knowledge management". Records Management Quarterly, 35,1, p Koulopoulos, T "As Peças do Quebra-cabeças do Gerenciamento do Conhecimento". Seminário Internacional Gerenciamento do Conhecimento, São Paulo, 29/04/98 - Liebowitz, J. (ed.) Knowledge Management Handbook. Mew York: CRC Press. - Morris, H "Three waves of information portals for knowledge management" KM World, July/August, p Myers, P. (ed.) Knowledge Management and Organizational Learning. London: Butterworth-Heinemann. Nonaka, I. e H. Takeuchi Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus. - OCDE The Knowledge Based Economy. Excerpted from the 1996 Science, Technology and Industry Outlook. Paris: OCDE. - Serafim Filho, P "A Gestão do Conhecimento e a Motivação nas Organizações". Revista Decidir, Janeiro. - Stewart, T Capital Intelectual: A nova vantagem competitiva das empresas. Rio de Janeiro: Campus. Logística LGT-GT11 F 3 Conceito de logística integrada e de Supply Chain Management. Evolução e Tendências. Estratégias logísticas (globalização, outsourcing, postponment, modular consortium, e outras). Formas de integração manufatura, suprimento, distribuição. Ciclo do pedido. O problema do estoque. Gestão do sistema logístico. Noções de custo total e de trade offs entre transportes e as outras atividades logísticas. Escolha do modal ou combinações de modais: critérios, métodos. Análise multicritérios para apoio à decisão em problemas de transporte e logística. O transporte e o serviço ao cliente. Movimento ECR. Operadores logísticos. Sistemas de Informação Logística (SIL): Fluxo de informações, EDI, E-Bussines & Internet, Netware & Security, Sistemas de Localização de Veículos (GPS), Softwares de Roteirização de Veículos e Processamento de Pedidos. - COYLE, J. et al. (1996). The Management of Business Llogistics. St. Paul, West Publishing Company, CRHRISTOPHER, Martin (1997) Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Editora Pioneira, São Paulo. - BALLOU, R. LOGÍSTICA EMPRESARIAL (1995). ATLAS, SÃO PAULO. - LAMBERT, D.; STOCK, J. e VANTINE, J. (1998). Administração estratégica da logística. São Paulo, Vantine Consultoria. - NOVAES. A. G. e ALVARENGA, A. (1994). LOGÍSTICA APLICADA. PIONEIRA, SÃO PAULO. 14 de 24

15 MULTIR Sigla-Número Metodologia da Pesquisa MPI-GT25 F 2 Turma: 1 Período: Primeiro Carga-Horária: 30 : 2 Eduardo Amadeu Dutra Moresi Docente ,00 Nível Nº de Docentes: ,00 Turma: 2 Período: Segundo Carga-Horária: 30 : 2 Eduardo Amadeu Dutra Moresi Docente ,00 Nº de Docentes: ,00 Módulo I: Teoria: Conceitos de Ciência e Tecnologia. A Natureza do Conhecimento Científico. O Método Científico e sua Aplicação à Pesquisa. Técnicas de Leitura e Estudo. Estudo em Grupo. Estruturação do Projeto de Pesquisa. Apresentação Textual e Oral dos Resultados da Pesquisa. Redação de Teses, Dissertações e Artigos Científicos. Módulo II: Laboratório: Desenvolvimento de seminários estruturados sobre tópicos relevantes, ligados às atividades de Gestão do Conhecimento e da TI, com submissão de artigo e simulação de debates. Módulo III: Elaboração e submissão para avaliação de Proposta de Dissertação de Mestrado - SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico, 20ª ed., Cortez, S.Paulo, RUIZ, J. A. Metodologia Científica, 3ª ed., Atlas, S.Paulo, CHALMERS, A. F. O Que é Ciência Afinal?, Brasiliense, S.Paulo, ROBERTS, R. M. Descobertas acidentais em Ciência, Papirus, Campinas, ALVES, R. Filosofia da Ciência, 21ª ed., Brasiliense, S.Paulo, LUNGARZO, C. O que é Ciência, 5ª ed., Brasiliense, S.Paulo, MARTINS, E. Manual de Redação e Estilo, O Estado de São Paulo, S.Paulo, PERIÓDICOS DIVERSOS - DIVERSOS SITES NA INTERNET 15 de 24

16 MULTIR Metodologias de Desenvolv. de Sist. de Suporte à Decisão SSD-GT30 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Claudio Chauke Nehme Docente 20 33,33 Edilson Ferneda Docente 10 16,67 Lourdes Mattos Brasil Docente 20 33,33 Rogério Alvarenga Docente 10 16,67 Nº de Docentes: 4 Turma: 2 Período: Segundo : 4 Claudio Chauke Nehme Docente 30 50,00 Lourdes Mattos Brasil Docente 30 50,00 Nº de Docentes: 2 Noções básicas de Sistemas de Suporte à Decisão (SSD) e de Sistemas Baseados em Conhecimento (SBC). Aplicações e impactos nas organizações. Metodologias e tecnologias em SSD e SBC. C. T. Leones. Knowledge-Based Systems: Techniques Applications.Academic Press M. Stefik. Introduction to Knowledge Systems. Morgan Kaufmann Publishers, Inc G. Guida, C. Tasso. Design and Development of Knowledge-Based Systems: From Life Cycle to Methodology. John Willey M. R. Klein, L. B. Methlie. Knowledge-Based Decision Suport Systems. John Willey Seven Methods for Transforming Corporate Data Into Business Intelligence. Vasant Dhar and Roger Stein, Prentice Hall, S. Russell, P. Norvig. Artificial Intelligence - A Modern Approach. Prentice Hall, E. Turban, J. Aronson. Decision Support Systems and Intelligent Systems. Ed. Prentice Hall, P. Senge. A Quinta Disciplina. Editora Best Sellers, São Paulo, R. Echeverría. Ontologia del Linguaje. Ed. Dolmen, 2ª Edição, Santiago, Chile, T. Winograd, F. Flores. Understanding Computers and Cognition. Ed. Addison-Wesley Publishing Company, Inc. 3ª Edição, USA, U. M. Fayyad, G. Piatetsky-Shapiro, P. Smyth, R. Uthurusamy. Advances in Knowledge Discovery and Data Mining; MIT Press, G. Schreiber, H. Akkermans, A. Anjewierden, R. de Hoog, N. Shadbolt, W. Van de Velde, B. Wielinga. Knowledge Engineering and Management: The CommonKADS Methodology Decision support systems. Amsterdam: Elsevier Science Publishers B. D. Artigos Diversos Metodologias para Gerenciamento de Sistemas MGS-GT09 F 3 Módulo I: Enfoques tradicionais e novos paradigmas da gestão diante da informatização. Aspectos da racionalidade, flexibilidade e agilidade do processo produtivo. Enfoque sistêmico da tecnologia: sistema de planejamento, pesquisa, projeto, fabricação ou construção, avaliação, uso e suporte logístico. Enfoque sistêmico da organização: sistema de produção, de manutenção, adaptativo, gerencial, institucional, de informação e de fronteiras. Parâmetros de medida da eficácia e eficiência organizacional: lucratividade, produtividade e competitividade; inovação e qualidade tecnológica e organizacional; relações com a informatização. Mudança organizacional e mudança tecnológica; relações com a informatização. Sistemas de comunicação, de informação e de decisão na organização; integração de sistemas com apoio na tecnologia de informação. Base psicológica da organização: liderança e motivação no ambiente informatizado. Módulo II: Exemplos de aplicação de sistema de informação integrado aos demais sistemas da organização. Desenvolvimento de seminários de pesquisa sobre estudos de caso de sistemas informatizados. - BLANCHARD,B.S.-FABRYCKY,W.J, Systems Engineering and Analysis, Prentice-Hall, Englewood Cliffs, N.J., 1991(2a.ed.) - BRESCIANI F.,E., Sistema, Sistêmica e Sistemografia, (monografia em xerocópia/disquete), Unicamp, Campinas,SP, KAST,F.E.-ROSENZWEIG,J.E., Organização e Administração - Um Enfoque Sistêmico, Pioneira, S.P., 1992(4a.ed.). - KATZ,D.-KHAN,R.L., Psicologia Social das Organizações, Atlas, S.P., 1987(3a.ed.). - Diversos artigos da Revista de Administração de Empresas - FGV/SP, da Harvard Business Review, da Management Science, da Quality Management Journal e de outras revistas especializadas. 16 de 24

17 MULTIR Modelagem de Sistemas Empresariais Sigla-Número Nível MSE-GT18 F 3 Estruturas das organizações e sistemas de controles gerenciais Recursos informação e tecnologias da informação no contexto das organizações modernas Gestão estratégica do recurso informação Gestão da Tecnologia da Informação alinhado aos negócios da organização Tecnologias de informação emergentes e seus impactos nas organizações modernas (competitividade, transformação, agilidade e flexibilidade de operação) Livro Texto Básico: - Cash, J.I., Eccles, R.G., Nohria, N., Nolan, R. L., Building the information-age organization: structure, control, and information technologies, Harvard Business School, Boston-MA, USA, Livro Texto Suplementar: - McGee, J.; Prusak, L., Gerenciamento Estratégico da Informação, Editora Campus, Rio de Janeiro, Artigos Técnicos-Científicos: - BARTLETT, C. A., GHOSHAL, S., Características que fazem a diferença, HSM Management, Julho-Agosto 1998, pp BASHEIN, B., MARKUS, M. L., A credibility equation for IT specialists, Sloan Management Review, Summer 1997, pp DRUCKER, P., Além da revolução da informação, HSM Management, No. 18, Janeiro/Fevereiro de 2000, pp EVANS, P. B.; WURSTER, T. S., Strategy and the new economics of information, Harvard Business Review, september-october 1997, pp EVANS, P., WURSTER, T. S., Getting real about virtual commerce, Harvard Business Review, November-December 1999, pp GREINER, L. E., Evolution and revolution as organizations grow, Harvard Business Review, May-June 198, p HAMMER, M., A empresa voltada para processos, HSM Management, No. 9, Julho-Agosto 1998, pp HAMMER, M., STANTON, S., How process enterprises really work, Harvard Business Review, November-December 1999, pp HANSEN, M. T., NOHRIA, N., TIERNEY, T., What s your strategy for managing knowledge?, Harvard Business Review, March-April 1999, pp LEVITIN, A. V., REDMAN, T. C., Data as a resource: properties, implications, and prescriptions, Sloan Management Review, Fall 1998, pp LOPES, M., Procura-se quem ande sobre dois pés, Revista Exame, 8 de outubro de 1997, pp MAIRA, A. N., BRAGAR, J. L., Aprender a aprender, HSM Management, Julho-Agosto 1998, pp MARCUS, M. L.; BENJAMIN, R. I., The magic bullet theory in IT-enabled transformation, Sloan Management Review, Winter 1997, pp MINTZBERG, H., HEYDEN, L. V., Organigraphs: Drawing how companies really work, Harvard Business Review, September-October 1999, pp NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L., A organização do futuro, HSM Management, No. 18, Janeiro/Fevereiro 2000, pp OVERHOLT, M. H., Flexibilidade e vantagem competitiva, HSM Management, No. 18, Janeiro/Fevereiro 2000, pp PRAHALAD, C. K., KRISHNAN, M. S., The new meaning of Quality in the information age, Harvard Business Review, September-October 1999, SEFERTZI, E., Flexibilidade: Os diversos níveis, HSM Management, No. 18, Janeiro/Fevereiro 2000, pp SEFERTZI, E., Flexibilidade: Os novos desenhos, HSM Management, No. 18, Janeiro/Fevereiro 2000, pp SENGE, P., As cinco disciplinas, HSM Management, No. 9, Julho/Agosto 1998, pp TAPSCOTT, D., O que esperar do mundo digital, HSM Management, Janeiro/Fevereiro de 2000, pp Livros Textos Adicionais: - CRUZ, T., Sistemas de Informações Gerenciais - Tecnologia da Informação e a Empresa do Século XXI, Editora Atlas, São Paulo, DAVENPORT, T. H., Ecologia da Informação, Editora Futura, São Paulo, DRUCKER, P. F., A Organização do Futuro, Futura, Harvard Business Review Book, Revolução em tempo real, Editora Campus, Rio de Janeiro, RODRIGUES, M. V., FERRANTE, A. J., Tecnologia de informação e mudança organizacional, IBPI Press, Rio de Janeiro, STEWART, T. A., Capital Intelectual, Campus, VASCONCELOS, E., HEMSLEY, J. R., Estrutura das Organizações, USP, de 24

18 MULTIR Oferta de Disciplina na Graduação em Co-autoria com o Orient Sigla-Número Nível DGC-GT29 F 2 A ementa e a bibliografia desta disciplina deve refletir o conteúdo programático da disciplina a ser ministrada. O objetivo é permiitr ao aluno todo o processo de docência, desde as pesquisas bibliográficas para preparação e atualização de conteúdo e das aulas, práticas de ensino, acompanhamento de estudos dos alunos e o processo e avaliação e auto-avaliação. Este mecanismo ao mesmo tempo que permite uma maior integração entre a graduação e pós-graduação, propicia uma vivência acadêmica no aspecto de ensino aos alunos do mestrado com experiência não acad~emica. Participação em Projetos de Pesquisa PPP-GT28 F 2 Este componente curricular se constitui em mais um mecanismo de integração dos mestrando em projetos de pesquisas institucionalizados, que envolvam a graduação e pós-graduação. Seu objetivo é permitir uma vivência adcional em pesquisa, permitindo aos aluno uma preparação prática para o desenvolvimento de sua dissertaçãode mestrado 18 de 24

19 MULTIR Planejamento Estratégico em Tecnologia da Informação Sigla-Número Nível PTI-GT13 F 3 Nesta disciplina nós estudaremos os conceitos fundamentais relacionados com a visão das organizações como sistemas. Serão discutidos aspectos técnicos e organizacionais relativos a comparação entre o conceito tradicional (vertical) versus a visão sistêmica (horizontal) da empresa. Consideraremos a empresa como um sistema adaptável e analisaremos os três níveis de atividade: Organização, Processos e Local de Trabalho (executor). Estudaremos a gestão dos objetivos, das atividades, dos recursos e das zonas de contato, construindo assim uma visão holistica da atividade da empresa. Módulo I: O processo de gerenciamento estratégico: Construção da função estratégica. Desenvolvendo uma visão estratégica. Analise do setor industrial e da posição competitiva. Analise da situação da organização. Estratégias Competitivas Genéricas. Análise da concorrência. Construindo estratégias: Para diferentes situações organizacionais; Para diferentes setores da organização. Estratégia e vantagem competitiva. O uso do planejamento estratégico na profissão. Módulo II: Formação de pequenos grupos de pesquisa e desenvolvimento de seminários estruturados sobre tópicos relevantes, ligados às atividades de gerenciamento e desenvolvimento de sistemas organizacionais, com submissão de artigo e simulação de debates. - Boar Bernard H., Strategic Thinking for Information Technology, John Wiley & Sons; ISBN: X, Paperback páginas (Dezembro 1996) - Boar, Bernard H., Practical Steps for Aligning Information Technology with Business Strategies: How to Achieve a Competitive Advantage, John Wiley & Sons; ISBN: , Hardcover páginas 1ª Edição (Dezembro, 1994) - Boar, Bernard H., The Art of Strategic Planning for Information Technology: Crafting Strategy for the 90s, John Wiley & Sons, ISBN Hardcover páginas (Setembro 1993) - Bryson, John M. & Alston, Farnum K.; Creating and Implementing your Strategic Planning - A Workbok for Public and Nonprofit Organizations, Jossey-Bass Inc, San Francisco, ISBN , (1996) - Cassid, Anita; A Practical Guide to Information Systems Strategic Planning,, Saint Lucie Pr. ISBN: Hardcover páginas, (Maio 1998) - Harvard Business Review on the Business Value of IT (The Harvard Business Review Paperback Series), Harvard Business School Press; ISBN: , Paperback páginas (Fevereiro 1999) - Luftman, Jerry N. (Editor), Competing in the Information Age : Strategic Alignment in Practice, Oxford Univ Press; ISBN: , Hardcover páginas (Agosto 1996) - Lundell Dean, SunTzu - A Arte da Guerra - Para mulheres e homens de negócios e investidores, Editora Futura, 145 páginas, ISBN , Parker, Marilyn M., Trainor, H.E., Benson, R. (Contributor), Information Economics : Linking Business Performance to Information Technology, Prentice Hall; ISBN: , Paperback páginas Facsimile edition (Novembro 1988) - Remenyi, Dan; Sherwood-Smith, Michael; White, Terry; Achieving Maximum Value from Information Systems : A Process Approach, (John Wiley Series in Information Systems.), John Wiley & Son Ltd; ISBN: , Paperback páginas (Junho 1997) - Senge, Peter; A Quinta Disciplina - Arte e Prática da Organização que Aprende, Editora Best Seller, ISBN , 444 páginas, (1999) - Senge, Peter; A Quinta Disciplina, Caderno de Campo - Estratégias e Ferramentas para construir uma organização que aprende, Editora Quality Mark, ISBN , (1998) - Strassmann, Paul A., The Squandered Computer : Evaluating the Business Alignment of Information Technologies, Information Economics Press; ISBN: , Hardcover páginas 1ª Edição, Vol. 1 (Abril 1997) - Strategic Planning for Information Systems (Wiley Information Systems Series), John Wiley& Sons, ISBN Paperback páginas (Maio 1996) - Tiffany, Paul & Peterson, Steve D., Planejamento Estratégico - Série para Dummies, Paul Triffany, Editora Campus, 386 páginas, ISBN , Matus, Carlos, Estratégias Políticas: Chimpanzé, Maquiavel, e Gandhi, Edições FUNDAP, São Paulo, ISBN: , Huertas, Franco, O Método PES: Entrevista com Matus, ISBN Rummler G. A. and Brache A P., Improving Performance: How to manage the White Space on the Organization Chart (The Jossey-Bass Management Series) Jossey-Bass Publishers ISBN: , 254 páginas, 2ª Edição, Lynch, Duddley and Kordis Paul L., A estratégia do golfinho - A conquista de vitórias num mundo caótico. Editora Cultrix S.P., 1998, 10ª Edição, ARTIGOS (que tratem do assunto) de revistas e jornais da área 19 de 24

20 MULTIR Sigla-Número Qualidade de Software QSW-GT26 F 4 Turma: 1 Período: Primeiro : 4 Kathia Marçal de Oliveira Docente Esta disciplina apresenta os conceitos fundamentais relacionados com a melhoria do processo de desenvolvimento de software e seus produtos resultantes. São discutidos aspectos técnicos e organizacionais relativos a implantação de programas de qualidade de software. Diferentes abordagens e modelos de qualidade de software são discutidos, a saber: NASA SEL Quality Improvement Paradigm, ISO 9000, SPICE (ISO 15504), SEI-CMM. Vários exemplos concretos são fornecidos, destacando-se o Laboratório de Engenharia de Software da NASA. - SPICE: The Theory and Practice of Software Process Improvement and Capability Determination", Khaled El Eman, Jean-Normand Drouin, e Walcélio Melo, IEEE Press Nível Nº de Docentes: 1 Reconhecimento de Padrões RCP-GT10 F 3 Fundamentos da Teoria Neurocomputacional. Reconhecimento de Padrões. Métodos de representação de conhecimento na forma de Redes Neurais Artificiais e nos Algoritmos Genéticos. Aplicações da Inteligência Artificial na ótica Neuriocomputacional. - BIGUS, Joseph P. Data Mining with Neural Networks: solving business problems from application development to decision support. McGraw Hill, FAYYAD, Usama M. et alii. Advances in Knowledge Discovery and Data Mining. Menlo Park (California), AAAI Press (MIT Press), NEHME, Cláudio Chauke e MENDES, Sueli Bandeira T. Modelos Neurocomputacionais Aplicados ao Reconhecimento de Padrões Temporais. COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, Relatório Técnico. - NEHME, Cláudio Chauke e DE CARVALHO, Luís Alfredo Vidal. O Enfoque Neurocomputacional Para Problema De Classificação. COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, Relatório Técnico. 20 de 24

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