Métricas e Indicadores para Auxiliar na Distribuição das Etapas do Processo de Desenvolvimento Distribuído de Software: Uma Revisão Sistemática

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Métricas e Indicadores para Auxiliar na Distribuição das Etapas do Processo de Desenvolvimento Distribuído de Software: Uma Revisão Sistemática"

Transcrição

1 Métricas e Indicadores para Auxiliar na Distribuição das Etapas do Processo de Desenvolvimento Distribuído de Software: Uma Revisão Sistemática Euclides Alfredo Matusse Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Estadual de Maringá - UEM Maringá, Brasil Elisa H. M. Huzita,Tania F. C. Tait Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Estadual de Maringá - UEM Maringá, Brasil {emhuzita, Abstract The use of indicators provides several benefits among which the effective evaluation of process optimization in Software Development and also supporting the project manager in making strategic decisions. Despite the importance of using metrics in the distribution of the process steps in Distributed Software Development (DSD) given the diversity of existing business model, organizations have neglected their practice. Reasons for this include: (i) processes are poorly defined and controlled and are not mature enough to make use of measurements and (ii) there are no standards for metrics and therefore support is limited to tools for data collection and analysis data. In this context, this paper aims to conduct a systematic review to gather evidence about the existence of metrics and indicators that are specific to development software distributed. Keywords-Distributed Software Development; indicators; metrics; process; systematic review. Resumo O uso de indicadores proporciona diversos benefícios dentre os quais a eficaz da otimização de processos no Desenvolvimento de Software e, também, o apoio ao gerente de projeto na tomada de decisões estratégicas. Apesar da relevância da utilização de métricas na distribuição das etapas do processos no Desenvolvimento Distribuído de Software (DDS) dada à diversidade de modelo de negócios existentes, as organizações têm negligenciado a sua prática. Razões para esse fato incluem: (i) processos são precariamente definidos e controlados e não são suficientemente maduros para fazer uso de medições e (ii) não existem padrões para métricas e, por isso, um apoio é limitado a ferramentas para coleta e análise de dados. Nesse contexto, este artigo tem como objetivo realizar uma revisão sistemática para coletar evidências sobre a existência de métricas e indicadores que são específicos de desenvolvimento distribuído de software. Palavras-chave Desenvolvimento Distribuído de Software; indicadores; métricas; processo; revisão sistemática. I. INTRODUÇÃO O Desenvolvimento Distribuído de Software (DDS) tem tido um impacto significativo no desenvolvimento de software, e grandes empresas tem adotado o DDS [1] [2] distribuindo os seus processos ao redor do mundo [3]. No DDS, as equipes estão geralmente separadas por fusos horários diferentes [4], e os recursos dispersos em várias localidade geográficas [5]. Esta estratégia possibilita vários benefícios tais como proximidade de mercados e acesso ao conhecimento local sobre os clientes [6], flexibilidade para responder às oportunidades locais [7] e maior disponibilidade de recursos humanos a um custo menor [8] [9]. Porém, para atingir tais benefícios, é necessário a execução de um planejamento rigoroso, pois os riscos advindos dessa estratégia podem afetar a comunicação, coordenação e controle de projetos [10]. No entanto, a natureza dinâmica do DDS, impõe uma série de desafios causados pela distância temporal, a distância geográfica e sócio cultural. Esses desafios foram classificados como técnicos, não técnicos, e híbridos [10]. Fatores técnicos estão relacionados com o conhecimento técnico de desenvolvimento de software [11]; desafios nãotécnicos estão relacionados com fatores sociais e culturais [12] [11] a comunicação [13] e, diferença de fusos horários [13] e fatores híbridos são desafios que se relacionam com uma combinação de desafios técnicos e não técnicos. Apesar de os termos métricas e indicadores serem frequentemente usadas alternadamente, é importante notar as diferenças sutis entre eles, pois existe uma sequencia lógica na forma que os indicadores são obtidos [45]: métrica é a correlação de medidas individuais com o objetivo de se ter uma idéia da eficácia da entidade que está a ser medida e, indicador é a combinação de métricas que podem ser utilizadas para se ter uma compreensão da entidade a ser medida. No planejamento, a distribuição de processos em DDS se configura como uma importante decisão e, dependendo da estratégia de negócio adotada [14], pode otimizar ganhos de eficiência das equipes de desenvolvimento em várias localidades geográficas com a redução de esforços e aumento de produtividade [6]. Nesse sentido, é importante oferecer às organizações apoio que permitam uma análise de critérios que possam guiá-los por meio de indicadores que apoiem no entendimento da distribuição sistemática das etapas do processo de software a equipes geograficamente dispersas, considerando-se as características da dispersão geográfica e temporal [15]. Diante desses desafios visando dar suporte à distribuição das etapas do processos de software a equipes em várias

2 localidades geográficas, realizou-se a condução da revisão sistemática de soluções existentes na literatura, que permitiu identificar as abordagens e modelos de alocação das etapas do processo às equipes em várias localidades geográficas em projetos de DDS e analisar as suas particularidades. Assim, o presente artigo objetiva apresentar e analisar os resultados desta revisão, considerando os aspectos técnicos, não-técnicos, e híbridos de cada abordagem. O trabalho está organizado da seguinte forma: a Seção 2 apresenta uma caracterização da distribuição das etapas do processo de software em projetos de DDS; na Seção 3 é descrita a metodologia da revisão e sua utilização no presente estudo; na Seção 4 são apresentados os resultados do estudo: os mapas das questões e as soluções identificadas a partir desta literatura; a Seção 5 analisa as abordagens identificadas, comparando suas características; na Seção 6 apresentam-se as conclusões, e, por fim discorre sobre as oportunidades de trabalhos futuros e as referências bibliograficas. II. DISTRIBUIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSOS DE SOFTWARE EM PROJETOS DE DDS A distribuição das etapas do processo de software em projetos de DDS consiste em alocar as etapas do processo às equipes em várias localidades geográficas para execução das atividades, tarefas e recursos inerentes ao processo de um determinado projeto. O objetivo é prever e avaliar como os aspectos do comportamento humano, comunicação, e fatores não técnicos afetam a qualidade na distribuição das etapas do processo a membros da equipe em projetos geograficamente distribuídos. Esta definição deve basear-se nos objetivos de negócio das organizações respondendo à seguinte questão: Quem deve fazer isso? [16]. O estudo da distribuição de processo em ambiente distribuído (físico e temporal) continua sendo um desafio à comunidade de engenharia de software, por influenciar significativamente na qualidade de software determinado pelo modelo de negócio no DDS [17]. A arquitetura de software diminui o esforço de alocação de processos à equipes em várias localidades geográficas por se basear no princípio de modularidade e possuir os critérios fundamentais de um software que são: o acoplamento e coesão (organização modular) [18]. Acoplamento é a medida da interconexão entre os módulos em uma estrutura de software; e coesão está relacionada com a medida pela qual um módulo realiza uma tarefa funcional bem definida [19]. Buscando-se uma representação que define o nível da distribuição das etapas do processo de software, a Figura ilustra o cenário (distribuição das etapas do processo de software às equipes distribuídas) e a relação entre eles, considerando a distância geográfica das equipes, atores (stakeholders) genéricos. A representação das equipes completas são compostas por membros localizados em três lugares diferentes (ressalve a equipe III e IV localizados no mesmo pais, embora em espaço físico diferente) para produzir software em configurações globais. Assim, cada equipe é responsável por uma etapa do processo e/ou atividades, tarefas que compõe um subsistema: a equipe I é responsável pela etapa do processo I e parte das atividades das etapas II e III do processo; a equipe II é responsável pela etapa do processo III e parte das atividades das etapas do processo II; a equipe III é responsável pela etapa do processo II e parte das atividades das etapas do processo I e, por fim, a equipe IV, gerente global tem uma visão geral das regras do negócio do subsistema do projeto a ser implementado e a competência de reatribuir as etapas do processo, atividades e tarefas do subsistema. Os gerentes de projeto estão preocupados com as etapas inicias do projeto por envolver as regras de negócio aliado à descrição funcional do sistema, que são: especificação de requisitos, que se refere à extração dos requisitos de um desejado produto de software e projeto de sistema (especificação), envolve a tradução destes requisitos em uma descrição de todos os componentes necessários para codificar o sistema. Figure 1. Visão do nível de distribuição/ processo no DDS Dessa forma, observa-se que identificar e distribuir as etapas do processo de software às equipes geograficamente dispersas com critério adequado não é uma solução trivial. È necessário, levar em consideração algumas particularidades que vão além das questões técnicas, que não podem ser ignoradas, tais como a confiança [20] [32], distância geográfica [21], a gestão da diversidade cultural [22], diferentes fusos horários [4] e sócio-cultural [23]. Em projetos de DDS, características especificas da socialização devem ser medidas e avaliadas, servindo como um filtro para encontrar boas soluções [24]. III. PROCESSO DA REVISÃO SISTEMÁTICA Revisão sistemática da literatura surge como um meio de avaliar e interpretar todas as pesquisas disponíveis relevantes para uma questão de pesquisa particular, área temática, ou fenômeno de interesse com certo valor científico [25]. A revisão sistemática pretende apresentar uma justa de um tópico de investigação, usando uma metodologia confiável, rigorosa e auditável [25]. Assim, o objetivo dessa revisão é identificar as soluções existentes para apoiar os gerentes de projetos e portfólio na distribuição das etapas do processo de software às equipes geograficamente distribuídas em projetos de DDS. A da qualidade dos estudos foi classificada de acordo com a proposta em Dyba e Dingsoyr [27].

3 A. Definição das questões de pesquisa A formulação das questões e strings de pesquisa apresentada é adaptada de Santos [28] inclui os elementos definidos a seguir: População (population): qual conjunto de elementos será alvo da revisão. Trabalhos que discutem a combinação de técnicas para distribuir as etapas do processo de software em DDS; e recomendações da utilizando métricas e indicadores; Intervenção (intervention): o que será avaliado neste conjunto de elementos da população. Trata-se das abordagens técnicas e métodos de da distribuição das etapas do processo de software em projetos de DDS; Comparação (comparison): elementos que servirão como base de comparação, considerando as similaridades de objetivos, apresentada na Seção 5; Resultado (outcomes): informações de saída esperadas com a pesquisa. Estudo comparativo das abordagens e análise dos métodos utilizados na distribuição das etapas do processo de software direcionado à investigação das limitações e potencialidade das abordagens de existentes. Buscando direcionar esforços durante a execução e compreensão do estado das pesquisas sobre questões relacionadas com métricas e indicadores para apoio no entendimento da distribuição das etapas do processo de software à equipes em várias localidades geográficas em projetos de DDS, as seguintes questões de investigação conduziram este estudo: Q1: Baseado nas evidências encontradas, que informação é utilizada para medir a distribuição das etapas do processo de software às equipes geograficamente distribuidas? Q2: Que métodos de pesquisa empírica são usados? Q3: Quais os tipos de contribuição para a investigação são encontrados? B. Descrição das estratégias de busca A pesquisa bibliográfica consistiu em duas etapas. No estágio 1, foram pesquisadas bases de dados eletrônicas com as palavras-chave que norteiam a pesquisa para responder às questões. As strings de busca foram geradas a partir da combinação dos termos chave e sinônimos usando OR (ou) e AND (e), e possíveis peculiaridades das bibliotecas digitais e adaptações a serem registradas. Portanto, a busca foi feita no idioma inglês, através da combinação dos sinônimos definidos na Tabela I. Assim os estudos foram obtidos a partir das seguintes fontes: IEEE Xplore (http://ieeexplore.ieee.org/) ACM Digital Library (http://portal.acm.org) Elsevier ScienceDirect (www.sciencedirect.com) Google Scholar (http://scholar.google.com) CITESEERX (http://citeseer.ist.psu.edu/index) Compendex EI (http://www.engineeringvillage2.org) No segundo estágio, realizou-se uma condução manual em workshop de WDDS, SBQS (Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software). SBES (Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software) e Evento ICEIS (International Conference on Enterprise Information Systems) com a finalidade de encontrar artigos relevantes às pesquisas publicadas entre 2004 e É importante destacar a busca por artigos no workshop WDDS, SBQS, SBES para saber o estágio da evolução e suas abordagens. Estes são eventos importantes da área no Brasil. Os eventos têm mantido um bom número de artigos submetidos e apresentados, o que tem acentuado significativamente a presença de pesquisadores estrangeiros, por artigos serem recentemente indexados nas bibliotecas digitais da área [46]. Nesses casos específicos, a busca dos artigos será conduzida em português e inglês de forma a cobrir o maior número de artigos relevantes a responder às questões de pesquisa. Os tipos de documentos selecionados com base em consultas com especialistas estão representados na Tabela II. TABELA I. PALAVRAS-CHAVES UTILIZADAS NO ESTUDO População Intervenção Resultados String distributed software development OR global software development OR geographically distributed software development OR globally distributed development OR collaborative software engineering OR collaborative software development OR globally distributed work OR global Software engineering OR distributed team OR global software teams OR offshore software development OR offshoring OR offshore OR offshore outsourcing OR dispersed team process OR process distribution "metric" OR "indicator" Estratégia de Busca: População AND Intervenção AND Resultado TABELA II. WORKSHOP, SIMPÓSIOS E EVENTOS Tipo Fonte Sigla Workshop Workshop Desesvolvimento Distribuído de Softwre WDDS Simpósio Eventos SimpósioBrasileiro Qualidade Software SBQS SimpósioBrasileiro Engenharia de Software SBES International Conference on Enterprise Information ICEIS Systems C. Critério de seleção de estudos A busca inicial de artigos retorna uma grande quantidade de estudos que não são relevantes [25]. Assim, critérios de inclusão [I] e exclusão [E] devem ser baseados na pesquisa tendo relação com o tópico tratado. Por conseguinte, estudos totalmente irrelevantes são descartados no início. A inclusão do documento é determinada pela relevância em relação às questões de investigação pela análise do título, resumo, palavras chave, introdução e conclusão. Artigos classificados como [I] são candidatos a tornar-se em estudo primário e artigos classificados

4 como [E] indicam artigos irrelevantes e descartados, baseado na análise do título, resumo não relacionados com métricas e indicadores para distribuição das etapas do processo de software no DDS. Segundo a classificação abaixo: [I1]. Os trabalhos publicados devem se relacionar diretamente com métricas e indicadores para distribuição das etapas do processo de software e os estudos devem ter algum foco no contexto de DDS. [I2]. Artigos que consistem em opiniões, recomendações da utilizando métricas e indicadores para apoio no entendimento da distribuição das etapas do processo no contexto de DDS. [E1]. Estudos repetidos. Se o mesmo estiver disponível em diferentes fontes de busca, a primeira é considerada. IV. RESULTADOS DO ESTUDO A. Visão geral dos estudos A revisão foi conduzida no período de Fevereiro à Abril 2012, de acordo com o plano apresentado na Seção 3. A Figura 2 ilustra o percurso efetuado para os estudos encontrados no conjunto com a string de busca nas fontes utilizadas e pesquisa manual. publicações em 2012 é provável que seja discreto, uma vez que os dados foram coletados em abril de A Tabela III mostra a frequência de publicação dos trabalhos selecionados a partir de 2004 até TABELA III. TENDÊNCIA DE PUBLICAÇÃO (POR ANO) Ano Porcentagem (%) Frequência A Figura 3 mapeia a fonte das publicações, a maioria dos estudos são de workshops (50%). A distribuição está da seguinte forma: Journal (21%), conferências (21%), e Simpósios (7%). Figure 3. Publicação por tipo de fonte Figure 2. Filtro de pesquisa e escolha dos estudos primários O procedimento de busca produziu 279 estudos iniciais. Destes 266 não foram repetidos, 45 destes foram selecionados por serem relevantes, e 12 foram selecionados como estudos primários (a lista completa de estudos primários selecionados para análise é mostrada no apêndice A). Após o filtro inicial (seleção preliminar), 45 artigos foram pré-selecionados para identificar os potenciais estudos primários mediante a leitura do título, resumo e conclusão. A partir da seleção, obteve-se um novo subconjunto pelo critério de leitura em profundidade mediante a leitura total do artigo. Permaneceram aqueles que apresentavam informações consistentes acerca de métricas e indicadores para distribuição das etapas do processo de software à equipes em várias localidades geográficas em DDS. Neste segundo passo (seleção final) 12 artigos foram selecionados para uma análise comparativa detalhada (Tabela X). Estudos sobre métricas em projetos de DDS tem aumentado nos últimos anos, particularmente a partir de O número de B. Classificação de estudos O processo de extração de informações realizou-se à partir do foco de estudos apresentados na Tabela IV. Assim, foi estabelecida uma categorização entre objetivo e subjetividade dos resultados. Os artigos revelaram problemas ou soluções, onde 25% tratam sobre alocação de tarefas e 8% aborda sobre configuração das etapas do processo de DDS, o foco de 42% sobre estratégias para resolver problemas de alocação de equipes geograficamente distribuídas, 8% práticas para orientar a definição do processo de software global e questões de destaque 8% sobre evidências para propor soluções da utilização de métricas para as questões da pesquisa. Dessa forma, seguiu-se a classificação de cada publicação de acordo com a configuração do estudo: industrial, acadêmico ou misto conforme apresentada na Tabela V, quase 58% dos estudos são industriais, 25% são acadêmicas, e 17% estão no cenários do estudo misto.

5 TABELA IV. FOCO DE ESTUDO Resultados do artigo Percentual (%) Frequência Questões 17 2 Misto 25 3 Estratégias 58 7 TABELA V. DISTRIBUIÇÃO DE ESTUDOS Configuraçao do estudo Percentual (%) Frequência Industrial 58 7 Acadêmico 25 3 Misto 17 2 C. Baseado nas evidências encontradas, que informação é utilizada para medir a distribuição das etapas do processo de software às equipes geograficamente distribuídas? (Q1) Nos estudos primários realizados e, também, da literatura corrente foram identificadas algumas métricas, e critérios de alocação de tarefas nas Tabela VI e VII respectivamente.. Por exemplo, no trabalho de Jalote [33] utilizam fatores como período de trabalho e habilidade, tendo como características dependência entre as tarefas e esforço de execução, enquanto modelo de simulação GSD [34] [35] considera as etapas do processo de desenvolvimento, localização, fuso horários e meios de comunicação. Em um outro estudo Gotel [24] monitoram cinco equipes de estudantes, Camboja, EUA (New York City e Pleasantiville (Nova Iorque)), Tailândia e Índia para produção de software e percebem, de forma distinta, que os níveis de estresse dos estudantes, aumentam juntamente com os padrões de comunicação de cada equipe de desenvolvimento devido a falta de habilidades sociais necessárias. Gotel et al [24] concluirão que fatores de socialização das equipes dispersas e comunicação são capazes de influenciar o sucesso de programas de melhoria. No modelo proposto por Y. Lu [36], considera os fatores: pessoas, tarefas e tecnologias a partir da teoria da coordenação e sociotécnica. Na abordagem proposta por Varzin [37], um conjunto de praticas para orientar a definição de processo de software geograficamente distribuído, aborda os fatores de infraestrutura de comunicação, diferença de fusos horários, cultural, confiança e tamanho de equipe através da técnica de algoritmo de mineração tradicional. O estudo experimental de Ramasubbu [38], considera os fatores: dispersão geográfica, produtividade, qualidade e lucro por meio da técnica do modelo econométrico. Foram identificados alguns critérios consoante a classificação proposta por Lamersdorf [42] apresentadas na Tabela VII. TABELA VI. MÉTRICAS IDENTIFICADAS Métricas Autores Esforço para realizar tarefas de DDS [33] Habilidade e recursos de requisitos requerido de DDS [33], [42] Quantidade de mensagens usando tecnologia de coordenação [24] Classificação Outsourcing Desenvolvimento de Software Personalizado Desenvolvimento de Software Padrão TABELA VII. CRITÉRIOS DE ALOCAÇÃO Critérios Custo, confiança, perícia, proximidade a usuários, contatos pessoais, relação estabelecida Perícia, disponibilidade, proximidade ao cliente, custo do trabalho, planejamento estratégico, razões pessoais, decisões políticas Perícia, proximidade ao mercado, custos trabalhistas, diferenças cultural e temporal, taxa de rotatividade, disponibilidade, confiança pessoal, arquitetura do produto, maturidade site Os dados presentes nas tabelas VI e VII mostram que ainda não existem definidos indicadores derivados da correlação entre as métricas. D. Que métodos de pesquisa empírica são usados? (Q2) Os artigos foram classificados de acordo com o método utilizado por Tonella [30], que consiste em cinco métodos de pesquisa: 1) revisão sistemática (meio de avaliar e interpretar pesquisas existentes); 2) experimental (estudos que se aplicam para medir qualquer efeito e controles específicos); 3) estudo observacional; 4) relatos de experiência (registro de lições aprendidas e experiência industrial); e 5) estudo de caso (investigação de situações do mundo real). Embora o método de simulação não faça parte do método utilizado por Tonella [30], foi incluido na Tabela VIII por constar no método utilizado na pesquisa, nesta pesquisa, 42% foram de estudo experimetal; (25%) simulação; (8%) utilizou o método de estudo de caso; (8%) eram revisão sistemática; (8%) não são claros, e (8%) abordou relatos de experiência. TABELA VIII. MÉTODO DE PESQUISA UTILIZADO Método Pesquisa Frequência Porcentagem (%) Experimental 5 42% Simulação 3 25% Estudo de Caso 1 8% Obscuro 1 8% Revisão Sistemática 1 8% Relato de Experiência 1 8% E. Quais os tipos de contribuição para a investigação são encontrados? (Q3) De acordo com a classificação desenvolvido para as necessidades de pesquisa em engenharia de software [29], a Tabela IX ilustra a contribuição para a investigação primária dos estudos. Assim, a distribuição esta da seguinte forma 33% dos artigos tratam sobre proposta de solução; pesquisa de (50%); artigos de opinião (17%), e; não foi encontrado artigo de validação de investigação.

6 TABELA IX. CONTRIBUIÇÃO TIPOS DE PESQUISA Tipo de Pesquisa Frequência Porcentagem (%) Proposta de solução 4 33% Pesquisa de validação 0 0 Pesquisa de 6 50% Pesquisa de opinião 2 17% V. ANÁLISE DE SOLUÇÕES EXISTENTES PARA O APOIO À DISTRIBUIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO ÀS EQUIPES DISPERSAS EM DDS Durante a extração de dados, não foi possível identificar a distribuição das etapas do processo às equipes dispersas a nível global, mas utilizou-se critérios de execução das atividades, tarefas e recursos inerentes ao processo que compõe um determinado projeto. O processo é um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de qualidade, facilitando a coordenação e acompanhamento das atividades [31]. Baseado na suposição de que existe uma relação entre a natureza das tarefas que compõe o processo e a natureza da distribuição das equipes de desenvolvimento dispersos geograficamente, foram incluídos no estudo os modelos de alocação de tarefas [39] [40] e análise de desempenho das equipes distribuídas globalmente [38], buscando produtividade de projetos. A classificação do desenvolvimento distribuído interfere na característica da alocação de tarefas, equipes e recursos em projetos de DDS. No entanto, observa-se que no trabalho de Lamersdorf [42], foram identificados e analisados os tipos de classificação que se referem à terceirização, desenvolvimento de software padrão e desenvolvimento de software personalizado [42]. A Tabela X, apresenta as principais características dos modelos identificados. Modelo de distribuição TABELA X. MODELOS PROPOSTOS E IDENTIFICADOS DURANTE A REVISÃO SISTEMÁTICA Artigos relacionados Modelo para o desenvolvimento Jalote e Jain (2006) Simulação 24 horas:o modelo considera um GAD (Grafo Acíclico Direcionado), onde os vértices representam as tarefas e as arestas representam as dependências operacionais existentes (tarefas com restrições de precedência). Este modelo realiza a alocação buscando a redução na duração do projeto. Conjunto de práticas para orientar a definição de processos de software global em ambientes geograficamente distribuídos. O modelo identifica e analisa os aspectos que impactam na sua execução Modelo alocação de equipes de desenvolvimento para módulos de software, detalhando os atributos utilizados na análise não técnica e como eles são obtidos. Este modelo captura os aspectos não-técnicos das equipes distribuídas e as dependências entre módulos de software. Modelo de simulação GSD (Global Software Development): O modelo configura seus processos com diferentes etapas e estratégias de alocação, permitindo identificar a melhor alternativa quanto às estratégias de alocação. Este modelo fornece informações relacionadas à produtividade, recursos Vanzin et al,. (2005) Ribeiro et al.(2011) Santos et al, (2011) Setamanit et al,. (2006) Setamanit et al. (2007) Método de pesquisa Técnicas Características Tipo pesquisa Survey, pesquisa exploratória Estudo teórico, Estudo experimental Método do Caminho Crítico algoritmo tradicional mineração Algoritmos genéticos Lógica Nebulosa Esforço para execução Nível de alocação: de tarefas, dependências membros de uma equipe; entre tarefas, Fatores considerados: habilidades requeridas e habilidades; período de recursos requeridos trabalho Habilidades conhecimentos processo. e Nível de alocação: locais do distribuídos. Fatores considerados: infraestrutura de comunicação, estrutura organizacional, confiança da equipe, diferenças fusos horários, cultural e tamanho da equipe. Habilidades de aspectos Nível de alocação: locais não-técnicos das distribuídos; Fatores equipes distribuídas e considerados: temporal, dependências entre cultural e de afinidade das módulos de software. equipes. Simulação Simulação - Nível de alocação: locais remotos; Fatores considerados: etapas do processo de desenvolvimento; atividades desenvolvidas; estratégia de alocação; fuso horário; localização; meios de comunicação.

7 alocados, comunicação e coordenação durante o projeto. Estudo alocação de tarefas em projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Análise das Soluções Existentes Marques al.(2011) et Mapeamento sistemático Coleta de evidências - Nível de alocação: híbridos (remoto e distribuído) Estudo para identificar os critérios que são utilizados na prática de atribuição de tarefas a equipes distribuídas. Este modelo é baseado em entrevistas com gerentes selecionado das organizações e critérios atualmente aplicados na indústria são identificados. Modelo para apoiar o processo de gerenciamento de defeitos que inclui a prevenção de defeitos, descoberta, resolução e melhoria de processos no programa de desenvolvimento de software Modelo de práticas para analisar o desempenho das equipes de desenvolvimento a partir da perspectiva da teoria sociotécnica combinada e a teoria de coordenação. Este modelo é baseado no estudo de três aspectos da teoria sociotécnico: pessoas, tecnologia e tarefas. Modelo analítico de desenvolvimento de software com equipes em projetos globalmente distribuídos. Este modelo é baseado em técnicas de modelagem de análise, a fim de prever a como os aspectos de comunicação afetam a produtividade dos membros da equipe em projetos distribuídos geograficamente O modelo configura equipes distribuídas globalmente, buscando produtividade de projetos, qualidade e lucros. Este modelo captura os aspectos dinâmicos e discretos de um ambiente de desenvolvimento distribuído de software e fornece informações relacionadas ao impacto de várias configurações e dimensões da dispersão geográfica Lamersdorf al,(2009) et Korhonen et al, (2008) Survey, Estudo qualitativo, Relato de Experiência Estudo de caso Y. Lu et al, (2010) Estudo quantitativo, Estudo experimental Czekster et al. (2010) Ramasubbu et al (2011) A. Avaliação da qualidade dos estudos Estudo quantitativo, Estudo Experimental A da qualidade dos estudos foi nos critérios estabelecidos para de estudos experimentais em engenharia de software presentes em Dyba [27]. Os critérios da triagem foram relacionados com qualidade da comunicação de Método de comparação constante Método Goal Question Metric Teoria da coordenação e sócio técnico Técnicas de modelagem de análise Habilidades técnica e de aspectos de coordenação Habilidades de aspectos de coordenação Habilidades de aspectos de coordenação e nãotécnicos das equipes distribuídas e dependências entre módulos de software Habilidades técnica e de aspectos de coordenação Nível de alocação: locais híbridos (remoto e distribuído) Nível de alocação: locais distribuídos e Fatores considerados: requisitos técnicos dos módulos de software. Nível de alocação: locais distribuídos; Fatores considerados: pessoas, tarefas e tecnologia. Nível de alocação: locais híbridos (remoto e distribuído) e Fatores considerados: habilidades de gestão e o conhecimento das equipes Estudo Experimental Modelos econométrico - Nível de alocação: locais distribuídos e Fatores considerados: dispersão geográfica, produtividade, qualidade e lucro raciocínio de um estudo, objetivos e contexto avaliados de acordo com a legenda abaixo. Legenda: - Esta questão está dentro desta área de responsabilidade Questões: 1] O estudo relatou a pesquisa empírica ou foi apenas considerado como

Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software

Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software 1 1 2 Um Mapeamento Sistemático da Pesquisa sobre a Influência da Personalidade na Engenharia de Software Shirley Jacinto (ssj@cin.ufpe.br) Orientador: Fabio Q. B. da Silva (fabio@cin.ufpe.br) Questões

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

Indicações de Abordagens para Rastreabilidade de Requisitos no contexto do MR-MPS-SW por meio de uma Revisão Sistemática da Literatura

Indicações de Abordagens para Rastreabilidade de Requisitos no contexto do MR-MPS-SW por meio de uma Revisão Sistemática da Literatura X Workshop Anual do MPS (WAMPS 2014) Indicações de Abordagens para Rastreabilidade de Requisitos no contexto do MR-MPS-SW por meio de uma Revisão Sistemática da Literatura Apresentador: Paulo Malcher Autores:

Leia mais

Um Modelo de Referência para Desenvolvimento Distribuído de Software

Um Modelo de Referência para Desenvolvimento Distribuído de Software Um Modelo de Referência para Desenvolvimento Distribuído de Software Rafael Prikladnicki, Jorge Luis Nicolas Audy Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Faculdade de Informática Programa

Leia mais

Introdução à Revisão Sistemática da Literatura. Fernando Kenji Kamei @fkenjikamei

Introdução à Revisão Sistemática da Literatura. Fernando Kenji Kamei @fkenjikamei Introdução à Revisão Sistemática da Literatura Fernando Kenji Kamei @fkenjikamei Quais são as razões para conduzirmos uma Revisão da Literatura? Algumas possíveis razões... Delimitar o problema de pesquisa;

Leia mais

Uma Análise da História do VEM, WBVS e WMSWM

Uma Análise da História do VEM, WBVS e WMSWM VEM Uma Análise da História do VEM, WBVS e WMSWM Renato Novais, Thiago S. Mendes, Fernando Teles Instituto Federal da Bahia (IFBA) Salvador Bahia Brasil {renato,thiagosouto,fernandoteles}@ifba.edu.br Abstract.

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada CURSO DE FORMAÇÃO webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA Entidade de formação credenciada e homologada 1. Fundamentação A investigação nas ciências humanas e sociais tem passado nas últimas décadas

Leia mais

Mapeamento Sistemático sobre Métricas no Contexto de Métodos Ágeis aplicadas a Teste de Software

Mapeamento Sistemático sobre Métricas no Contexto de Métodos Ágeis aplicadas a Teste de Software sobre Métricas no Contexto de Métodos Ágeis aplicadas a Teste de Software Thaynã Gonçalves Mota Arilo Claudio Dias Neto (arilo@icomp.ufam.edu.br) Roteiro deste apresentação Introdução 2 Problema e Motivação

Leia mais

Alocação de Tarefas em Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Análise das Soluções Existentes

Alocação de Tarefas em Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Análise das Soluções Existentes Alocação de Tarefas em Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Análise das Soluções Existentes Anna Beatriz Marques 1, Rosiane Rodrigues 1, Rafael Prikladnicki 2, Tayana Conte 1 1 Programa

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Objetivos da aula: Introduzir os conceitos de um processo de desenvolvimento de software Definir os processos básicos Apresentar as vantagens

Leia mais

Definição de Critérios para Análise Comparativa de Modelos de Referência para Desenvolvimento Global de Software

Definição de Critérios para Análise Comparativa de Modelos de Referência para Desenvolvimento Global de Software Definição de Critérios para Análise Comparativa de Modelos de Referência para Desenvolvimento Global de Software Leonardo Pilatti, Jorge Luis Nicolas Audy Faculdade de Informática Programa de Pós Graduação

Leia mais

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207 Qualidade de : Visão Geral ISO 12207: Estrutura s Fundamentais Aquisição Fornecimento s de Apoio Documentação Garantia de Qualidade Operação Desenvolvimento Manutenção Verificação Validação Revisão Conjunta

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Uma visão geral da versão 2.0 do BABOK

Uma visão geral da versão 2.0 do BABOK Uma visão geral da versão 2.0 do BABOK Cover this area with a picture related to your presentation. It can be humorous. Make sure you look at the Notes Pages for more information about how to use the template.

Leia mais

UMA PROSTA DE ADEQUAÇÃO DO MS VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM (VSTS) PARA O MPS.BR NÍVEIS F e G

UMA PROSTA DE ADEQUAÇÃO DO MS VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM (VSTS) PARA O MPS.BR NÍVEIS F e G 1082 X Salão de Iniciação Científica PUCRS UMA PROSTA DE ADEQUAÇÃO DO MS VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM (VSTS) PARA O MPS.BR NÍVEIS F e G Agner Macedo Paiva, Bernardo Copstein (orientador) FACIN, PUCRS, Centro

Leia mais

UM MAPEAMENTO SISTEMÁTICO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE

UM MAPEAMENTO SISTEMÁTICO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE Pós-Graduação em Ciência da Computação UM MAPEAMENTO SISTEMÁTICO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE Por Juliana Braz da Costa Dissertação de Mestrado Profissional Universidade

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular

Ficha da Unidade Curricular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE FELGUEIRAS CURSO Licenciatura em Engenharia Informática U.C. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Ficha da Unidade Curricular Horas presenciais / Ano 56 Ano Lectivo 2010 / 2011

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO

COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO COBIT FOUNDATION - APOSTILA DE RESUMO GOVERNANÇA DE TI O QUE É GOVERNANÇA DE TI É um conjunto de estruturas e processos que visa garantir que a TI suporte e maximize adequadamente os objetivos e estratégias

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA - Master em Gestão Sistemas de Informação

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa

Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa VII Experimental Software Engineering Latin American Workshop (ESELAW 2010) Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa Natália Chaves

Leia mais

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY)

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Lucas A. de Oliveira, Rui A. R. B. Figueira, Expedito C. Lopes Mestrado em Sistemas e Computação Universidade de Salvador (UNIFACS)

Leia mais

Uma Análise Comparativa de práticas de Desenvolvimento Distribuído de Software no Brasil e no exterior i

Uma Análise Comparativa de práticas de Desenvolvimento Distribuído de Software no Brasil e no exterior i Uma Análise Comparativa de práticas de Desenvolvimento Distribuído de Software no Brasil e no exterior i Rafael Prikladnicki, Jorge Luis Nicolas Audy Faculdade de Informática (FACIN) Pontifícia Universidade

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS DO CMM E O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE COM QUALIDADE

AS CARACTERÍSTICAS DO CMM E O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE COM QUALIDADE REVISTA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO ISSN 1676-6822 PERIODICIDADE SEMESTRAL EDIÇÃO NÚMERO 8 JUNHO DE 2005 AS CARACTERÍSTICAS DO CMM E O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE COM QUALIDADE Kleber ALMEIDA Docente da

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Profa. Celia Corigliano Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

Um processo para construção de software mais transparente

Um processo para construção de software mais transparente Um processo para construção de software mais transparente Eduardo Almentero 1, and Julio Cesar Sampaio do Prado Leite 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC - Rio, Brasil {ealmentero,

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial

Sistemas de Informação Empresarial Sistemas de Informação Empresarial Governança de Tecnologia da Informação parte 2 Fonte: Mônica C. Rodrigues Padrões e Gestão de TI ISO,COBIT, ITIL 3 International Organization for Standardization d -

Leia mais

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas

Leia mais

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI)

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) (The Instructional Design (ID) Domains, Competencies and Performance Statements) International Board of Standards for Training,

Leia mais

Uma Abordagem para Condução de Iniciativas de Melhoria de Processos de Software

Uma Abordagem para Condução de Iniciativas de Melhoria de Processos de Software Uma Abordagem para Condução de Iniciativas de Melhoria de Processos de Software Mariano Montoni, Cristina Cerdeiral, David Zanetti, Ana Regina Rocha COPPE/UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Planejamento e Gerenciamento

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Planejamento e Gerenciamento Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE Planejamento e Gerenciamento Prof. Claudinei Dias email: prof.claudinei.dias@gmail.com Roteiro Introdução; Pessoas, Produto, Processo e Projeto; Gerência de

Leia mais

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS?

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? As ofertas de nuvem pública proliferaram, e a nuvem privada se popularizou. Agora, é uma questão de como aproveitar o potencial

Leia mais

Processo de Software

Processo de Software Processo de Software Uma importante contribuição da área de pesquisa de processo de software tem sido a conscientização de que o desenvolvimento de software é um processo complexo. Pesquisadores e profissionais

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 Planejar e Organizar Gerenciar Projetos Pedro Rocha http://rochapedro.wordpress.com RESUMO Este documento trás a tradução do objetivo de controle PO10 (Gerenciamento

Leia mais

IdDE Integrated and Distributed Development Environment

IdDE Integrated and Distributed Development Environment IdDE Integrated and Distributed Development Environment Mestrando: Vilson Cristiano Gärtner Orientador: Dr. Sérgio Crespo Linha de Pesquisa: Engenharia de Software e Linguagens de Programação PIPCA - Programa

Leia mais

versão 2.0 do BABOK Cover this area with a picture related to your presentation. It can

versão 2.0 do BABOK Cover this area with a picture related to your presentation. It can Uma visão geral da versão 2.0 do BABOK Cover this area with a picture related to your presentation. It can be humorous. Make sure you look at the Notes Pages for more information about how to use the template.

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Business Intelligence Inteligência Competitiva tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br)

Investigando aspectos da geração de novos produtos de software. Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Investigando aspectos da geração de novos produtos de software Daniel Arcoverde (dfa@cin.ufpe.br) Estrutura Parte1. Inovação é igual em software? Parte 2. Processo de Desenvolvimento de Novos Produtos

Leia mais

PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE

PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO DE SOFTWARE CIBOTTO, Rosefran Adriano Gonçales, TIDE FECILCAM, rosefran@gmail.com RESUMO: O

Leia mais

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais.

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais. 1. Introdução A previsão de vendas é fundamental para as organizações uma vez que permite melhorar o planejamento e a tomada de decisão sobre o futuro da empresa. Contudo toda previsão carrega consigo

Leia mais

Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3.

Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3. Curso preparatório para exame de Certificação do ITIL V3. Dentro do enfoque geral em conhecer e discutir os fundamentos, conceitos e as definições de Governança de TI - Tecnologia da Informação, bem como

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS ITIL V3 GUIA DE MELHORES PRÁTICAS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO ITIL V3 1.1. Introdução ao gerenciamento de serviços. Devemos ressaltar que nos últimos anos, muitos profissionais da

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software?

21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? 21. Qualidade de Produto ou Qualidade de Processo de Software? Qualidade de software é uma preocupação real e esforços têm sido realizados na busca pela qualidade dos processos envolvidos em seu desenvolvimento

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Disciplina: Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com marcosmoraisdesousa.blogspot.com Sistemas de informação Engenharia de Software II Gerenciamento de Qualidade CMMI e MPS.BR

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI na Prática

Gerenciamento de Serviços de TI na Prática Gerenciamento de Serviços de TI na Prática Uma abordagem com base na ITIL Inclui ISO/IEC 20.000 e IT Flex Ivan Luizio Magalhães Walfrido Brito Pinheiro Novatec Sumário Agradecimentos... 19 Sobre os autores...

Leia mais

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade de Software Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Verificação x validação Verificação prova que o produto vai ao encontro dos requerimentos especificados no desenvolvimento

Leia mais

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT LONDRINA - PR 2015 ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT Trabalho de Conclusão

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

Oficina de Gestão de Portifólio

Oficina de Gestão de Portifólio Oficina de Gestão de Portifólio Alinhando ESTRATÉGIAS com PROJETOS através da GESTÃO DE PORTFÓLIO Gestão de portfólio de projetos pode ser definida como a arte e a ciência de aplicar um conjunto de conhecimentos,

Leia mais

Boas Práticas em Gerenciamento de Projetos Material utilizado nas aulas de Pós-graduação do Centro de Informática 2010.2

Boas Práticas em Gerenciamento de Projetos Material utilizado nas aulas de Pós-graduação do Centro de Informática 2010.2 O que é um? s: Tradicional e/ou Ágil? Cristine Gusmão, PhD Tem início e fim bem determinados Things are not always what they seem. Phaedrus, Escritor e fabulista Romano O projeto é uma sequência única,

Leia mais

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Centro de Processamento de Dados Universidade Federal

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Francisco Xavier Freire Neto 1 ; Aristides Novelli Filho 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica

Leia mais

Estudo de Mapeamento Sistemático em Engenharia de Software

Estudo de Mapeamento Sistemático em Engenharia de Software Estudo de Mapeamento Sistemático em Engenharia de Software DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Jorge Dias Abril 2011 Sobre o DCE Departamento

Leia mais

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Itana M. S. Gimenes 1 itana@din.uem.br Fabrício R. Lazilha 2 fabricio@cesumar.br Edson A. O. Junior

Leia mais

As Características do Desenvolvimento Distribuído de Software

As Características do Desenvolvimento Distribuído de Software As Características do Desenvolvimento Distribuído de Software Fábio Levy Siqueira, Paulo Sérgio Muniz Silva Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais Escola Politécnica da Universidade

Leia mais

Qualidade de Software: Visão Geral

Qualidade de Software: Visão Geral Qualidade de Software: Visão Geral Engenharia de Software 1 Aula 05 Qualidade de Software Existem muitas definições de qualidade de software propostas na literatura, sob diferentes pontos de vista Qualidade

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Engenharia de Requisitos

Engenharia de Requisitos Engenharia de Requisitos Introdução a Engenharia de Requisitos Professor: Ricardo Argenton Ramos Aula 08 Slide 1 Objetivos Introduzir a noção de requisitos do sistema e o processo da engenharia de requisitos.

Leia mais

IntroduçãoaoGuia SWEBOK. Ernani Lopes Isensee 2014

IntroduçãoaoGuia SWEBOK. Ernani Lopes Isensee 2014 IntroduçãoaoGuia SWEBOK Ernani Lopes Isensee 2014 Conhecendo o SWEBOK Guide to the Software Engineering Body of Knowledge IEEE Institute of Electrical and Electronic Engineers Conhecendo o SWEBOK O guia

Leia mais

Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI

Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI Universidade Federal de Pernambuco Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática Um modelo para o gerenciamento de múltiplos projetos de software aderente ao CMMI PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Universidade São Judas Tadeu Profª Dra. Ana Paula Gonçalves Serra Engenharia de O Processo Uma Visão Genérica Capítulo 2 (até item 2.2. inclusive) Engenharia de - Roger Pressman 6ª edição McGrawHill Capítulo

Leia mais

Governança de TI: O que é COBIT?

Governança de TI: O que é COBIT? Governança de TI: O que é COBIT? Agenda Governança de TI Metodologia COBIT Relacionamento do COBIT com os modelos de melhores práticas Governança de TI em 2006 Estudo de Caso Referências Governança de

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS

9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS 9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS Autor(es) GIOVANNI BECCARI GEMENTE Orientador(es) FERNANDO CELSO DE CAMPOS 1. Introdução No

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS

UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS Ademilson Ângelo Cabral Discente do curso Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Faculdades Integradas

Leia mais

Políticas de Qualidade em TI

Políticas de Qualidade em TI Políticas de Qualidade em TI Prof. www.edilms.eti.br edilms@yahoo.com Aula 03 CMMI Capability Maturity Model Integration Parte II Agenda sumária dos Processos em suas categorias e níveis de maturidade

Leia mais

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde

A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde A Maturidade Organizacional em Gerenciamento de Projetos (OPM3 ) de Informática em Saúde Luis Augusto dos Santos 1, Heimar de Fátima Marin 2 1 Engenheiro Eletricista, membro do NIEn e pós-graduando pela

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio

Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio Karolyne Oliveira, Tarcísio Pereira, Emanuel Santos, Jaelson Castro Universidade Federal de Pernambuco UFPE, Recife, PE 50 740-560, Brazil

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

Tópicos Especiais em Engenharia de Software

Tópicos Especiais em Engenharia de Software Tópicos Especiais em Engenharia de Software andre@faccamp.br Ian Sommerville 2000 - Software Engineering, 6th edition Slide 1 Tópicos Especiais em Engenharia de Software Gerenciamento de Projeto de Software

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE

MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE O modelo CMM Capability Maturity Model foi produzido pelo SEI (Software Engineering Institute) da Universidade Carnegie Mellon (CMU), em Pittsburgh, EUA, por um grupo

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Etapas do Trabalho de Pesquisa Escolha do

Leia mais

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos As organizações em torno do mundo estão implantando processos e disciplinas formais

Leia mais