Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso"

Transcrição

1 Objetivo: Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso Prof. Stefano Apresentar algumas considerações iniciais para permitir ao estudante se familiarizar com a placa de circuito impresso (PCI), identificar os tipos básicos existentes, os cuidados no desenho e utilizar um software para desenhar o layout da PCI. 1 2 O que é um Circuito Impresso? Circuito Impresso, como o próprio nome diz, consiste na técnica de, por processos industriais e/ou artesanais, imprimir um desenho contendo ligações elétricas (circuito) entre os componentes num determinado circuito eletrônico sob uma chapa de material resistenterecobertaporumafinacamadade cobre. Na sua forma básica uma placa de circuito impresso é construída com um lado cobreado em cima de um substrato isolante (fenolite ou fibra de vidro). As conexões entre os componentes são feitas do lado do cobre através de caminhos condutores (traçado condutor) no cobre conhecido como trilha. As conexões terminam nos pontos de conexão com os componentes, os quais denominamos de ilhas (ou Pads), os quais normalmente possuem furos onde são inseridos os terminais dos componentes. 3 4 Tipos de Material Base FENOLITE Os materiais de base (laminado) mais comumente encontrados são: Fenolite; Fibra de Vidro: Constituído de papelão impregnado com uma resina fenólica (de onde surgiu seu nome). Possui boa rigidez e isolação elétrica. Utilizado somente em placas do tipo face simples. Possui boa estampabilidade, servindo como base para fabricação de placas em larga escala e com baixo custo

2 Fibra de Vidro Comparativo entre os tipos de PCI Constituído de um laminado de fibra de vidro, podendo ter uma ou ambas as faces com cobre. Possui boa rigidez e ótima isolação elétrica. Utilizado em circuitos impressos profissionais e para fabricação de placas de face simples, dupla face e multilayer. Não possui boa estampabilidade. Consegue se produzir circuitos de alta densidade de trilhas, devido as suas características. Ex: PCI 10x15 cm face simples Fenolite = R$ 2,90 Fibra vidro = R$ 5,25 Fonte:Blucolor Atenção: A placa de Fenolite facilita a perfuração. Recomenda-se a utilizar ela na confecção dos protótipos 7 8 Classificação das Placas de Circuitos Impressos Quanto ao número de faces Face Simples: Possui cobre em apenas uma das faces. Dupla-Face: ambas as faces do material possui cobre. Multi-Camadas ou Multi-Layer: Possui mais de uma camada de cobre, geralmente utilizado nas placas profissionais. A função básica de uma PCI é a interligação elétrica e suporte mecânico entre os componentes utilizados no circuito eletrônico. O projeto de uma PCI vai além simplesmente da interligação entre os componentes, pois deve avaliar além do projeto elétrico o projeto mecânico com maior ou menor intensidade, dependendo da aplicação Projeto mecânico: Deve levar em conta alguns aspectos estéticos e funcionais, tais como: LEDs e displays que deverão aparecer externamente ao gabinete; Posição de transformadores, chaves e fusíveis; Localização de componentes críticos, como transistores e resistores de potência, e a necessidade de ventilação e por onde passa o fluxo de ar; Onde a placa ou caixa será instalada, volume disponível e condições ambientais; As considerações acima expostas poderão levar a ao aparecimento de elementos que não estavam previstos no projeto inicial, por exemplo, conectores na PCI. 11 Projeto elétrico: define as características técnicas e funcionais da placa de circuito impresso. Como resultado teremos o desenho da placa, conhecido como layout da PCI. Alguns dos aspectos relevantes no projeto de qualquer PCI são: Disposição dos componentes na placa; ; Considerações gerais A seguir serão apresentadas algumas considerações básicas para elaboração do layout da PCI, mas cabe ao projetista a utilização do bom senso para avaliar a aplicação em maior ou menor intensidade das questões apresentadas de acordo com o projeto 12 2

3 Procure posicionar os componentes que serão ligados diretamente pertos uns dos outros. Tenha o circuito eletrônico em mãos; Quando for posicionar os componentes procure rotacionar quando for necessário para diminuir o comprimento das trilhas e manter os componentes alinhados; Muitas vezes é mais fácil posicionar os componentes maiores, como CIs, e depois dispor os menores como resistores e capacitores ao redor deles. Atenção em não posicionar os componentes perto demais, pois dificulta a montagem e com as ilhas muito próximas na soldagem pode ocasionar curto circuito; Para dispor os componentes, bem como routear (traçar) as ligações, utiliza se geralmente uma grade imaginária, também chamada de raster. Esta grade normalmente é medida em umaunidade denominada mils.(40 mils = 1,016mm); Os componentes são sempre dispostos utilizando se múltiplos desta unidade (ex.: 100 mils); Circuitos integrados que utilizam o encapsulamento DIP (Dual Inline Package) têm seus pinos dispostos à uma distância de 100 mils. (~2,5 mm); Normalmente resistores e diodos são dobrados utilizando se uma grade de 400 mils (ou 10,16mm); Ex.: Diodo 1N4007 Fab. Semikron Ex RESISTORES: Apresentam se em diferentes tamanhos. Ex. Tamanho dos resistores(~) CAPACITORES: Tem de diferentes formas, valores e material de fabricação. É necessário uma atenção especial a este componente

4 CAPACITOR ELETROLÍTICO: O capacitor eletrolítico é fornecido com terminais em modo: axial radial As ligações elétricas existente entre os componentes numa placa de circuito impresso denomina se traçado condutor, e é comumente chamado de trilha. O local onde o terminal do componente é soldado na placa de circuito impresso denomina se ilha de soldagem,ousimplesmenteilha. É também conhecido pela sua denominação em inglês: PAD. Ele apresenta diferentes tamanhos : Da esquerda para direita 1µF (50V) diâmetro 5 mm, altura 12 mm 47µF (16V) diâmetro 6 mm, altura5 mm 100µF (25V) diâmetro 5 mm, altura11 mm 220µF (25V) diâmetro 8 mm, altura12 mm 1000µF (50V) diâmetro18 mm, altura40 mm 19 Trilha ilha 20 As ilhas podem ser de dois tipos: convencionais e de superfície. As ilhas convencionais são utilizadas para soldagem de componentes com terminais (chamados também de componentes convencionais); As ilhas de superfície são utilizadas em componentes SMD e em contatos de bordas (também conhecidos como conectores de borda). Na figura a seguir, apresentamos os tipos de ilhas existentes. 21 Como podemos observar na figura ao lado, as ilhas convencionais possuem dois parâmetros a serem considerados no seu dimensionamento: o diâmetro do furo e a largura do anel metálico. A escolha do diâmetro do furo leva em consideração o diâmetro do terminal a ser inserido (no caso de terminais de secção retangular devese considerar a dimensão da diagonal) e se o furo será metalizado ou não (a metalização só é possível em placas do tipo dupla-face). 22 Na prática, recomenda-se que os furos devem ser 0,20 mm maiores do que o diâmetro do terminal do componente. Isto facilita a montagem do componente e a soldagem do terminal. Diâmetros de furo incorretos acarretam problemas de soldagem, mesmo em placas com furos metalizados, pois dificultam o efeito capilar da solda. O dimensionamento do anel metálico leva em consideração a sustentação mecânica do componente, o tipo de material base utilizado e até a corrente elétrica e/ou uma possível dissipação térmica. Placas decircuito it impresso fbi fabricadas utilizando se materiais i como o fenolite requerem um anel metálico mais reforçado se comparadas as mesmas placas utilizando fibra de vidro, por exemplo. Isto se deve principalmente à aderência do cobre ao material utilizado como base. O fenolite possui menor aderência ao cobre do que a fibra de vidro

5 Para terminais de componentes cujos furos sejam maiores do que 1 mm, aconselha se um alargamento do anel metálico da ilha, de forma a garantir a sustentação mecânica do componente Considerações gerais Existem alguns critérios que devem ser seguidos no que diz respeito a proximidade de componentes da borda da placa; Deve existir uma distância mínima entre qualquer ilha/trilha e a borda de corte. Esta distância nunca pode ser inferior a 1mm, pois durante o corte da placa pode se ter o rompimento do cobre nesta região; Além disto, um furo deve estar distante no mínimo a um espaçamento superior a espessura da própria placa em relação a borda de corte (normalmente 1,6mm); 27 Caso isto não seja respeitado, corre se o risco do rompimento da parede do material base por insuficiência de sustentação mecânica. 28 Considerações gerais Ex.: um diodo cujo encapsulamento seja o DO 41 (ex:1n4007), com terminal de 1 mm de diâmetro, deve se dimensionar o anel metálico da ilha para no mínimo 0,5mm (20 mils). Desta forma, para compor a ilha utiliza se a seguinte regra: Terminal do Componente: 1mm de diâmetro. Considerações gerais Ao desenhar as ilhas, procure sempre que possível garantir o maior anel metálico possível, principalmente em se tratando de componentes pesados ou de potência, ou ainda aqueles que provoquem aquecimento durante o funcionamento da placa. Você pode (e deve) fazer o uso de formatos diferentes do circular, como ilhas oblongas ou retangulares quando necessário. Diâmetro do Furo: 1,2mm ou 47 mils (0,2mm maior que o tamanho do terminal) Anel Metâlico: 20 mils. Dimensão final da ilha: = 87mils

6 Resumo Etapas do Projeto Eletrônico Especificações de Projeto Projeto Eletrônico Simulação Montagem em Protoboard Desenho da PCI Impressão e Corossão Montagem do Protótipo Testes e Validação Em qualquer instante em que se verificar que o projeto não atende as especificações o circuito pode ser alterado Dicas Finais na elaboração da PCI Definição do projeto após simulação e montagem. Para tentar evitar componentes pendurados na placa. Atenção com fontes de ruído; Obter os componentes. É importante pois pode ser que algum componente não esteja disponível no mercado local nas especificações de projeto. Ex. Tensão de capacitor eletrolítico líti ou terminal radial/axial; i l Dispor os componentes adequadamente no software. Não esquecer os conectores. Procurar deixar os elementos alinhados. Atentar para separar os sinais de comando dos de potência. Atenção com calor gerado. Atenção com aterramento.identificar os sinais dos conectores; Atenção com a limpeza da placa na impressão e soldagem; Montagem da placa Soldagem solda fria"? Após a impressão e corrosão temos a montagem final. Atenção com a limpeza dos terminais; Procure dobrar com cuidado os componentes e dobrar os terminais conforme a figura abaixo; Aqui obteve-se uma boa aderência da solda ao terminal,mas há um mau contato com a trilha do circuito impresso. Causas: aquecimento insuficiente da trilha, ou a placa de circuito impresso está suja ou oxidada. Já neste caso há boa aderência à trilha do circuito impresso, porém um mau contato com o terminal do componente. Causas: aquecimento insuficiente do terminal, ou terminal sujo ou oxidado. 33 Exemplo de uma soldagem correta: obteve-se boa aderência da solda à trilha do circuito impresso e ao terminal do componente. 34 Referências 1/3/ Revista Eletrônica Saber Notas de aula do Prof. Stefano 35 6

Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso

Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso 1 Objetivo: Apresentar algumas considerações iniciais para permitir ao estudante se familiarizar com a placa de circuito impresso (PCI), identificar

Leia mais

ELETRÔNICA DIGITAL II

ELETRÔNICA DIGITAL II ELETRÔNICA DIGITAL II Parte 10 Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso Professor Dr. Michael Klug 1 2 Circuito Impresso? PCB (Printed Circuit Board) ou PCI (Placa de Circuito Impresso): Consiste

Leia mais

5 Montagem Circuítos

5 Montagem Circuítos Montagem 5 Circuítos Ambiente de trabalho: Para trabalhar com montagem eletrônica e reparação de equipamentos o técnico precisa de algumas ferramentas, são elas: 1 - Ferro de solda: O ferro de solda consiste

Leia mais

D. PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO - BÁSICO

D. PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO - BÁSICO D. PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO - BÁSICO Tab. D.1 Relação entre unidade imperial e métrica. Imperial (polegada) Métrica (mm) Nome usual 1 25,4 (2,54cm) 1 inch pitch ou pitch 0.2 5,08 0.2 inch

Leia mais

SOLDAGEM. Figura 1 Lado da solda de uma PCI.

SOLDAGEM. Figura 1 Lado da solda de uma PCI. INSTITUTO FEDERAL SANTA CATARINA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Laboratório de Processadores. Dicas para elaborar um layout de um placa de circuito impresso (PCI)

Laboratório de Processadores. Dicas para elaborar um layout de um placa de circuito impresso (PCI) Laboratório de Processadores Prof. Anderson Royes Terroso www.aterroso.com Dicas para elaborar um layout de um placa de circuito impresso (PCI) Este material foi desenvolvido com o objetivo de apresentar

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA FORNECIMENTO DE COMPONENTES PARA MONTAGEM DE PLACAS DE CIRCUITOS IMPRESSOS

ORIENTAÇÕES PARA FORNECIMENTO DE COMPONENTES PARA MONTAGEM DE PLACAS DE CIRCUITOS IMPRESSOS ORIENTAÇÕES PARA FORNECIMENTO DE COMPONENTES PARA MONTAGEM DE PLACAS DE CIRCUITOS IMPRESSOS 1.0 INTRODUÇÃO Este documento tem por finalidade sugerir procedimentos a serem seguidos na preparação, embalagem

Leia mais

1/ 11 PY2MG. Manual Montagem Maritaca. Parte 1 Recepção

1/ 11 PY2MG. Manual Montagem Maritaca. Parte 1 Recepção 1/ 11 PY2MG Manual Montagem Maritaca Parte 1 Recepção 2/ 11 PY2MG Siga as instruções passo a passo para ter sucesso na montagem. Não tenha pressa e ao colocar os componentes, seja cuidadoso. Faça uma montagem

Leia mais

Conceitos básicos de Componentes SMD. Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria

Conceitos básicos de Componentes SMD. Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria Conceitos básicos de Componentes SMD Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria Maio de 2014 Componentes em SMD Atualmente, nos equipamentos eletrônicos modernos, a utilização de resistores e capacitores convencionais

Leia mais

TRABALHO EM COMPONENTES SMD

TRABALHO EM COMPONENTES SMD TRABALHO EM COMPONENTES SMD Os componentes SMD ("superficial monting device") ou componentes de montagem em superfície têm dominado os equipamentos eletrônicos nos últimos anos. Isto devido ao seu tamanho

Leia mais

Retificadores (ENG - 20301) Tutorial do Proteus Parte B - PCB 1

Retificadores (ENG - 20301) Tutorial do Proteus Parte B - PCB 1 2 GND 2 GND CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS ELETRÔNICOS Retificadores (ENG - 20301) Tutorial do Proteus

Leia mais

Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Departamento de Engenharia Elétrica mehl@ufpr.br

Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Departamento de Engenharia Elétrica mehl@ufpr.br Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Departamento de Engenharia Elétrica mehl@ufpr.br PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO CONCEITOS FUNDAMENTAIS Histórico Materiais para

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

CAPACITORES IMPREGNADOS X CAPACITORES IMERSOS (PPM) EM BT

CAPACITORES IMPREGNADOS X CAPACITORES IMERSOS (PPM) EM BT CAPACITORES IMPREGNADOS X CAPACITORES IMERSOS (PPM) EM BT 1 - Objetivos: Este trabalho tem por objetivo apresentar as principais características técnicas dos capacitores convencionais do tipo imerso em

Leia mais

Laboratório de Processadores Confecção das PCIs

Laboratório de Processadores Confecção das PCIs Laboratório de Processadores Confecção das PCIs Para a confecção das PCIs (Placa de Circuito Impresso) foram compiladas algumas sugestões práticas para o bom desenvolvimento das mesmas. Estas recomendações

Leia mais

PARÂMETROS TÉCNICOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS IMPRESSOS.

PARÂMETROS TÉCNICOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS IMPRESSOS. PARÂMETROS TÉCNICOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS IMPRESSOS. Código Documento: MA-1.2.00.03 Aprovado em: 18/03/2009 Revisão: 03 Página: 1/31 1 INTRODUÇÃO As informações contidas neste manual são

Leia mais

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Montagem da Barra de LEDs Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A CRIAÇÃO DE PLACA IHL (INTERFACE DE HARDWARE LIVRE) ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO 1º SEMESTRE

RELATÓRIO SOBRE A CRIAÇÃO DE PLACA IHL (INTERFACE DE HARDWARE LIVRE) ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO 1º SEMESTRE RELATÓRIO SOBRE A CRIAÇÃO DE PLACA IHL (INTERFACE DE HARDWARE LIVRE) ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO 1º SEMESTRE Albert Cruz Loyanne Lemos Matheus Carvalho Pricilla Brandão Salvador Dezembro - 2010 Albert Cruz,

Leia mais

Laboratório de Processadores I

Laboratório de Processadores I Laboratório de Processadores I A placa de Laboratório de Processadores I (2010/I) possui componentes tanto SMD quanto THRUHOLE e alguns cuidados devem ser tomados para montagem da mesma. As dicas colocadas

Leia mais

LABORATÓRIO N.º 1 Uso do Módulo Digital e Iniciação a Eletrônica Digital

LABORATÓRIO N.º 1 Uso do Módulo Digital e Iniciação a Eletrônica Digital 2014.02 LABORATÓRIO N.º 1 Uso do Módulo Digital e Iniciação a Eletrônica Digital Nome do Aluno(a) I PRIMEIROS CONTATOS COM A I.1- Introdução Na primeira parte das atividades deste roteiro o aluno entrará

Leia mais

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas Circuitos Lógicos Aulas Práticas A Protoboard A Protoboard A Protoboard é um equipamento que permite interconectar dispositivos eletrônicos tais como resistores, diodos, transistores, circuitos integrados

Leia mais

Circuito impresso para protótipos. Introdução

Circuito impresso para protótipos. Introdução Introdução O desenvolvimento de placas de circuito impresso (PCIs ou PCBs) para protótipos pode ser abordado através dos seguintes tópicos: - Conceitos básicos sobre PCIs; - Aplicativo de CAD para PCIs;

Leia mais

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO FONTES CAVALCANTI CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE

Leia mais

EXPERIÊNCIA 1 RESISTORES E ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES

EXPERIÊNCIA 1 RESISTORES E ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EXPEIÊNCIA 1 ESISTOES E ASSOCIAÇÃO DE ESISTOES 1 INTODUÇÃO TEÓICA Os resistores são componentes básicos dos circuitos eletro-eletrônicos utilizados nos trechos dos circuitos onde se deseja oferecer uma

Leia mais

Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer

Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer Introdução: Muito obrigado por adquirir este produto. Ele foi projetado de forma a oferecer a melhor performance possível dentro de sua aplicação. Fornecemos

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Revisão de Fontes Lineares

Revisão de Fontes Lineares Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Projeto de Fontes Chaveadas Revisão de Fontes Lineares Projeto de Magnéticos Projeto Térmico PCBs

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO EWALDO LUIZ DE MATTOS MEHL

CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO EWALDO LUIZ DE MATTOS MEHL CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO EWALDO LUIZ DE MATTOS MEHL 1. CIRCUITOS IMPRESSOS ORIGENS E MATERIAIS Anteriormente à invenção dos transistores os circuitos eletrônicos baseavam-se

Leia mais

Projeto de uma Fonte de Tensão Ajustável

Projeto de uma Fonte de Tensão Ajustável Eletrônica Geral 1 Introdução Projeto de uma Fonte de Tensão Ajustável O projeto de uma fonte de tensão tem como principal objetivo o exercício de montagem prática, colocando o aluno face aos conceitos

Leia mais

Introdução 5. Noções básicas 6. Processo de fabricação 7. Exemplo de fabricação de um FET 12

Introdução 5. Noções básicas 6. Processo de fabricação 7. Exemplo de fabricação de um FET 12 Sumário Introdução 5 Noções básicas 6 Processo de fabricação 7 Exemplo de fabricação de um FET 12 Encapsulamento 15 Confiabilidade de circuitos integrados 17 Cuidados de montagem 17 Apêndice 18 Questionário

Leia mais

Display de 7. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006

Display de 7. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Montagem do Display de 7 Segmentos Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/05/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE ELETRÔNICA Fundamentos de Eletricidade

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA GERÊNCIA EDUCACIONAL DE ELETRÔNICA Fundamentos de Eletricidade CENTO FEDEAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATAINA GEÊNCIA EDUCACIONAL DE ELETÔNICA Fundamentos de Eletricidade AULA 01 MATIZ DECONTATOS, CÓDIGO DE COES DE ESISTOES E FONTES DE ALIMENTAÇÃO 1 INTODUÇÃO

Leia mais

AV. Herminio Gimenez RC - RUC: 80061756-8 COR: CIUDAD DEL ESTE-PY TEL: +595 983 613802 contato@options-sa.net - www.options-sa.net

AV. Herminio Gimenez RC - RUC: 80061756-8 COR: CIUDAD DEL ESTE-PY TEL: +595 983 613802 contato@options-sa.net - www.options-sa.net COR: -Instalação rápida e fácil, fixação com resina, ondulação de 2 a 4 mm para passagem dos cabos de energia. - Pode ser instalada em piscinas ou hidromassagens onde não tenha sido previsto sistema de

Leia mais

Curso de Confecção de Placas de Circuito. Aula 1 SEMANA ACADÊMICA 2013/2 PET-COMPUTAÇÃO

Curso de Confecção de Placas de Circuito. Aula 1 SEMANA ACADÊMICA 2013/2 PET-COMPUTAÇÃO Curso de Confecção de Placas de Circuito Aula 1 SEMANA ACADÊMICA 2013/2 PET-COMPUTAÇÃO Filipe Avila Soares Txai Durigon Wieser Alexandre Wermann Felipe Nogueira Súmula do Curso Aula 1 Tipos de placas Software

Leia mais

MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO DE UMA PISTA/PISO DE LEDS

MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO DE UMA PISTA/PISO DE LEDS MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO DE UMA PISTA/PISO DE LEDS CONDIÇÕES GERAIS Utilize o texto e vídeo abaixo como referencia se você deseja montar uma pista de LEDs, LEMBRANDO QUE É APENAS UMA SUGESTÃO, VOCÊ PODE

Leia mais

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA.

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE ISOLAÇÃO COM BLINDAGEM APLICAÇÃO Os transformadores monofásicos de isolação com blindagens, magnética e eletrostática, foram desenvolvidos

Leia mais

3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências.

3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências. 34 3. PCB de múltiplas camadas operando em altas freqüências. Ao longo do presente capítulo os substratos e condutores empregados em placas de circuito impresso, em taxas muito elevadas, serão introduzidos.

Leia mais

PORTEIROS ELETRÔNICOS COLETIVOS

PORTEIROS ELETRÔNICOS COLETIVOS 9.0 - INTRODUÇÃO AOS PORTEIROS ELETRÔNICOS Os Porteiros Eletrônicos Coletivos THEVEAR são sistemas constituídos de quatro componentes básicos. 9.1 - PRIMEIRO COMPONENTE: A PLACA DE RUA É um painel instalado,

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com. bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Central de Iluminação de Emergência 12 V(cc), 20 A, com Capacidade de 240 W. Código AFB240 A central de iluminação de emergência é alimentada pela rede elétrica predial (110 ou 220 volts) e também possui

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE RETRABALHO SMD - MODELO DK850. revisão fevereiro de 2007

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE RETRABALHO SMD - MODELO DK850. revisão fevereiro de 2007 DEKEL MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE RETRABALHO SMD - MODELO DK850 revisão fevereiro de 2007 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE INTRODUÇÃO...

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções (Party Cooler s Thermomatic) Modelo: 40 litros & 77 litros Obrigado por escolher a série dos Party Cooler s da Thermomatic. Para garantir o uso correto das operações, por favor, leia

Leia mais

Testador de cabos de rede

Testador de cabos de rede Testador de cabos de rede Elias Bernabé Turchiello Técnico responsável Este manual se destina unicamente a orientar o montador interessado neste projeto, portanto não se encontram neste manual: detalhes

Leia mais

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Luciano Pereira da Silva Francisco

Leia mais

IFSC - Campus São José Área de Refrigeração e Ar Condicionado Prof. Gilson Desenvolvimento de Chapas

IFSC - Campus São José Área de Refrigeração e Ar Condicionado Prof. Gilson Desenvolvimento de Chapas DESENVOLVIMENTO DE CHAPAS É o processo empregado para transformar em superfície plana, peças, reservatórios, uniões de tubulações e de dutos, normalmente feitos em chapas, razão pela qual este processo

Leia mais

Processo de Confecção de Placas de Circuito Impresso

Processo de Confecção de Placas de Circuito Impresso 1 CEFET Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco UNED Pesqueira Curso Técnico pós médio em Eletroeletrônica Disciplina: Eletrônica Analógica Processo de Confecção de Placas de Circuito Impresso

Leia mais

(21) BR 10 2013 005511-5 A2 111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111

(21) BR 10 2013 005511-5 A2 111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 (21) BR 10 2013 005511-5 A2 111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 * B R 1 O 2 O 1 3 O O 5 5 1 1 A 2 * Rbf}Ltb:iGo. F&:.ie~;s;\ivo; fio 8ra~~! 1-.. Fi::...,oi::-.

Leia mais

Fonte de alimentação com duas saídas e proteção

Fonte de alimentação com duas saídas e proteção Fonte de alimentação com duas saídas e proteção Elias Bernabé Turchiello Técnico responsável Este manual se destina unicamente a orientar o montador interessado neste projeto, portanto não se encontram

Leia mais

eletroeletrônica II Na linha de produção de uma empresa há Blocos eletrônicos

eletroeletrônica II Na linha de produção de uma empresa há Blocos eletrônicos A UU L AL A Manutenção eletroeletrônica II Na linha de produção de uma empresa há uma máquina muito sofisticada. Certo dia essa máquina apresentou um defeito e parou. Imediatamente foi acionada a equipe

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

Simulação de Circuitos Microcontrolados com o Proteus

Simulação de Circuitos Microcontrolados com o Proteus Universidade Federal do Pará Laboratório de Processamento de Sinais (LaPS) Simulação de Circuitos Microcontrolados com o Proteus Flávio Hernan Figueiredo Nunes flaviohernanfnunes@gmail.com 25 de janeiro

Leia mais

Prof. Jener Toscano Lins e Silva

Prof. Jener Toscano Lins e Silva Prof. Jener Toscano Lins e Silva *O resistor é um componente que tem a função de exercer uma determinada resistência à passagem da corrente elétrica, oferecendo uma maior ou menor dificuldade à corrente

Leia mais

Treinamento em transformadores- Programa 1

Treinamento em transformadores- Programa 1 Treinamento em transformadores- Programa 1 Módulo 1: Núcleo Caminho de passagem da energia magnética Perdas a vazio Corrente de excitação Nível de ruído Descargas parciais Gás-cromatografia Chapas de M4

Leia mais

Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são:

Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são: 1 Data realização da Laboratório: / / Data da entrega do Relatório: / / Objetivos RELATÓRIO: N o 5 ENSAIO DE FIOS CONDUTORES Verificar o estado da isolação do condutor. 1. Introdução: Esta aula tem como

Leia mais

AR CONDICIONADO. Componentes

AR CONDICIONADO. Componentes AR CONDICIONADO AR CONDICIONADO Basicamente, a exemplo do que ocorre com um refrigerador (geladeira), a finalidade do ar condicionado é extrair o calor de uma fonte quente, transferindo-o para uma fonte

Leia mais

Montagem da Placa do Controlador

Montagem da Placa do Controlador Montagem da Placa do Controlador A placa de circuito impresso (PCI) do controlador é fornecida com serigrafia, pelo que se torna relativamente fácil proceder à implantação dos componentes e respectivas

Leia mais

The Secret Weapon Guitar Pre-amplifier

The Secret Weapon Guitar Pre-amplifier http://www.handmades.com.br The Secret Weapon Guitar Pre-amplifier PCB Ver. 1.7 DOC Ver. 1.2 - Haroldo Gamal e Leonardo Plautz Chocron Introdução Hoje em dia o site www.handmades.com.br representa uma

Leia mais

Manual Montagem VFO Ararinha PY2MG Versão Mutirão Rev. 2

Manual Montagem VFO Ararinha PY2MG Versão Mutirão Rev. 2 Manual Montagem VFO Ararinha PY2MG Versão Mutirão Rev. 2 1 Para a montagem do transceptor para SSB Ararinha 4b, você precisará de um multímetro, uma pequena lupa, uma ponta de prova para RF, soldador de

Leia mais

1 Utilizando o Protoboard

1 Utilizando o Protoboard Ensino Médio Integrado em Automação Industrial Sistemas Digitais e Projeto Integrador Professor: Rafael Garlet de Oliveira 1 Utilizando o Protoboard Aula Prática 1 É um equipamento utilizado para montagens

Leia mais

CNC3AX V2010. Placa controladora de motor de passo via porta paralela para 3 eixos

CNC3AX V2010. Placa controladora de motor de passo via porta paralela para 3 eixos CNC3AX V2010 Placa controladora de motor de passo via porta paralela para 3 eixos FOUGA Laurent 2001-12-12 Vendas : www.shopcnc.com.br Suporte : www.guiacnc.com.br A placa CNC3AX permite controlar 3 motores

Leia mais

Relatório Final F-609 Estudo da 1ª e 2ª Lei de Ohm com riscos de grafite em papel.

Relatório Final F-609 Estudo da 1ª e 2ª Lei de Ohm com riscos de grafite em papel. Relatório Final F-609 Estudo da 1ª e 2ª Lei de Ohm com riscos de grafite em papel. Aluno: Claudecir Ricardo Biazoli, RA: 038074. Orientador: Fernando Iikawa Sumário: 1- Introdução 3 2- Importâncias didática

Leia mais

Modulador e demodulador PWM

Modulador e demodulador PWM Modulador e demodulador PWM 2 ATENÇÃO O autor não se responsabiliza pelo uso indevido das informações aqui apresentadas. Danos causados a qualquer equipamento utilizado juntamente com os circuitos aqui

Leia mais

DICAS PARA CONFECÇÃO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO

DICAS PARA CONFECÇÃO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO DICAS PARA CONFECÇÃO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO Esse material contém algumas dicas que irão ajudar na confecção de placas de circuito impresso. Também foram incluídos os passos necessários para se

Leia mais

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA MODELO TAM TRANSFORMADORES - TIPO TAM Os transformadores a seco moldados em resina epóxi são indicados para operar em locais que exigem segurança, os materiais utilizados em sua construção são de difícil

Leia mais

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com.

Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento. Edição - Julho/2012. modular@modularsc.com.br www.modularsc.com. Manual Técnico do Sistema MODULAR de Terças para Cobertura e Fechamento Edição - Julho/2012 modular@modularsc.com.br CONTEÚDO A EMPRESA 3 SISTEMA DE TERÇAS PARA COBERTURA E FECHAMENTO 4 Apresentação 4

Leia mais

Física Experimental B Turma G

Física Experimental B Turma G Grupo de Supercondutividade e Magnetismo Física Experimental B Turma G Prof. Dr. Maycon Motta São Carlos-SP, Brasil, 2015 Prof. Dr. Maycon Motta E-mail: m.motta@df.ufscar.br Site: www.gsm.ufscar.br/mmotta

Leia mais

9 Eletrônica: circuitos especiais

9 Eletrônica: circuitos especiais U UL L Eletrônica: circuitos especiais Um problema Um dos problemas com que se defrontava a eletrônica consistia no fato de que as válvulas, então empregadas nos sistemas, além de serem muito grandes,

Leia mais

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 2

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 2 Introdução Teórica Aula 2: Lei de Ohm e Associação de Resistores Georg Simon Ohm Georg Simon Ohm (789-854) foi um físico e matemático alemão. Entre 826 e 827, Ohm desenvolveu a primeira teoria matemática

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III Distribuição de Potencial e Campo Elétrico Conceitos: Potencial e Campo Elétricos Equipotenciais e

Leia mais

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C O Capacitor Componente eletrônico constituído de duas placas condutoras, separadas por um material isolante. É um componente que, embora não conduza corrente elétrica entre seus terminais, é capaz de armazenar

Leia mais

Texto Teórico 02: RESISTORES

Texto Teórico 02: RESISTORES INSTITUTO FEDERL SNT CTRIN MINISTÉRIO D EDUCÇÃO SECRETRI DE EDUCÇÃO PROFISSIONL E TECNOLÓGIC INSTITUTO FEDERL DE EDUCÇÃO, CIÊNCI E TECNOLOGI DE SNT CTRIN CURSO DE ENGENHRI DE TELECOMUNICÇÕES Texto Teórico

Leia mais

Flash de máquina fotográfica

Flash de máquina fotográfica FÍSICA (Eletricidade e Eletromagnetismo) de Souza CAPACITORES Capacitor, antigamente chamado condensador, é um componente que armazena energia em um campo elétrico, acumulando um desequilíbrio interno

Leia mais

PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO

PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO COM O SOFTWARE EAGLE 1 A PARTE: CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO (PCI) EWALDO LUIZ DE MATTOS MEHL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE

Leia mais

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Material: A armação da caixa deve ser feita com cantoneiras de aço-carbono, ABNT 1010 a 1020, laminado.

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Material: A armação da caixa deve ser feita com cantoneiras de aço-carbono, ABNT 1010 a 1020, laminado. CAIXA DE MEDIÇÃO EM 34, kv 1 OBJETIVO Esta Norma padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas da caixa de medição a ser utilizada para alojar TCs e TPs empregados na medição de

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES FONTE DE ALIMENTAÇÃO AUTOMOTIVA USINA MODELO: SUV-14460BV Fonte Chaveada Usina 60A-14,4V Antes de Efetuar qualquer ligação em sua fonte, leia atentamente o manual de instruções. Apresentação

Leia mais

Transistores de Efeito de Campo, Tiristores, relés e conectores: falhas e métodos de verificação de defeitos

Transistores de Efeito de Campo, Tiristores, relés e conectores: falhas e métodos de verificação de defeitos Transistores de Efeito de Campo, Tiristores, relés e conectores: falhas e métodos de verificação de defeitos Transistores de Efeito de Campo FET Tipos Gate por Junção (JFET) Gate Isolado (MOSFET de Depleção)

Leia mais

Sinalizador para bicicletas Paloma Oliveira Mateus Knelsen

Sinalizador para bicicletas Paloma Oliveira Mateus Knelsen Sinalizador para bicicletas Paloma Oliveira Mateus Knelsen Como funciona O sinalizador para bicicletas é uma proposta de acessório que pode auxiliar na visibilidade do ciclista e dos seus movimentos no

Leia mais

Projeto Fonte de Tensão Variável

Projeto Fonte de Tensão Variável Projeto Fonte de Tensão Variável Aluno: Fábio de Oliveira Ribeiro Turma: 2PE Turno da Noite Professor: Cristiano Amaral INTRODUÇÃO: O primeiro desafio que me deparei foi entender o esquemático do projeto

Leia mais

Tutorial para Confecção de Placas de Circuito Impresso

Tutorial para Confecção de Placas de Circuito Impresso Tutorial para Confecção de Placas de Circuito Impresso Introdução Para se construir efetivamente um circuito eletrônico, digital ou analógico, há 2 possibilidades. A primeira e mais simples é fazendo uso

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITE: www.amm.org.br- E-mail: engenharia@amm.org.br AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES

Leia mais

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 AS NORMAS ABNT INTRODUÇÃO ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 NBR NM-IEC 335-1 Trata sobre a segurança de equipamentos

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383 bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL RICARDO GARCIA JESKE

INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL RICARDO GARCIA JESKE INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL RICARDO GARCIA JESKE RELATÓRIO: CONFECÇÃO DE CIRCUITO ELETRÔNICO PARA CONTROLE DE POTÊNCIA USANDO O CI TCA785 Pelotas

Leia mais

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Leia mais

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO VENTILADOR DE TETO MODELOS: AIRES, LUMIAR FÊNIX, FÊNIX CONTR PETIT Obrigado por adquirir o VENTISOL. Antes de utilizar o seu produto leia atentamente este manual de instruções. Após a leitura guarde-o

Leia mais

VU/ BARGRAPH ELZ0110/0111A/0111B Manual de montagem versão 1.0

VU/ BARGRAPH ELZ0110/0111A/0111B Manual de montagem versão 1.0 VU/ BARGRAPH ELZ0110/0111A/0111B Manual de montagem versão 1.0 O projeto VU/Bargraph foi desenvolvido para que iniciantes na área, possam aprender um pouco de eletrônica e se divertir com o kit. O kit

Leia mais

Fabricação de um cabo elétrico

Fabricação de um cabo elétrico Fabricação de um cabo elétrico TOP CABLE Bem-vindo à TOP CABLE. Somos um dos maiores fabricantes de cabos elétricos do mundo. VIDEOBLOG Neste videoblog explicamos-lhe como se fabrica um cabo elétrico.

Leia mais

Lista 2 - FCC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA

Lista 2 - FCC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA UNIESIDADE DO ESTADO DE SANTA CATAINA CENTO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPATAMENTO DE FÍSICA Lista - FCC 1. Um eletrômetro é um instrumento usado para medir carga estática: uma carga desconhecida é colocada

Leia mais

CIRCUITOS INTEGRADOS. Surgiram na década de 1970. O seu interesse resulta da miniaturização dos circuitos. http://www.prof2000.

CIRCUITOS INTEGRADOS. Surgiram na década de 1970. O seu interesse resulta da miniaturização dos circuitos. http://www.prof2000. CIRCUITOS INTEGRADOS Surgiram na década de 1970. O seu interesse resulta da miniaturização dos circuitos. http://www.prof2000.pt/users/lpa Parte funcional do componente discreto Os componentes discretos

Leia mais

FORMATO DA REDE. Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Formato Fechado:

FORMATO DA REDE. Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Formato Fechado: FORMATO DA REDE Basicamente existem dois formatos de rede: aberto ou em circuito fechado (anel). Formato Aberto: Quando não justifica fazer um anel, pode-se levar uma rede única que alimente os pontos

Leia mais

Manutenção de Hardware. Reinaldo Gomes reinaldo@cefet-al.br

Manutenção de Hardware. Reinaldo Gomes reinaldo@cefet-al.br Manutenção de Hardware Fonte de Alimentação Reinaldo Gomes reinaldo@cefet-al.br Sumário Conexões para AT Conexões para ATX Simbologia Sinais de tensão especiais Conectores Unidade 5 ¼ Unidade 3 ½ SATA

Leia mais

SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS OPCIONAIS MEDIDAS RPM 2500. ÁREA ATÉ 5m² * TEMPORIZADOR (PROGRAMÁVEL PARA 2 MIN; 5 MIN OU 10 MIN.

SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS OPCIONAIS MEDIDAS RPM 2500. ÁREA ATÉ 5m² * TEMPORIZADOR (PROGRAMÁVEL PARA 2 MIN; 5 MIN OU 10 MIN. SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS Ø MM 100mm RPM 2500 POTENCIA 15W VAZÃO 90 m³/h PRESSÃO 3,5 mmca RUIDO (db) 41 db ÁREA ATÉ 5m² 15 x 15 x 7.7 cm ACABAMENTO PLÁSTICO BRANCO OPCIONAIS * TEMPORIZADOR

Leia mais

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad Medição de Temperatura em superfície de tubo WIKA Aplicações Refinarias (Petroquímicas) - Fornos - Parede de reatores - Reformadores (etileno) Geração de energia - Caldeiras Papel e celulose - Caldeiras

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL 1 Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL BRUNO AUGUSTO CAETANO FERNANDO ALMEIDA SALGADO Relatório do Trabalho

Leia mais

PLACA DE AQUECIMENTO SMD HOT-PLATE

PLACA DE AQUECIMENTO SMD HOT-PLATE PLACA DE AQUECIMENTO SMD HOT-PLATE Rua Guarda de Honra, 291 Ipiranga São Paulo SP 55 11 2068-9113 www.maxtroneletron.com.br 1 1. APRESENTAÇÃO Chave Liga-Desliga com indicador led verde. Indicador de anormalidade

Leia mais

Manual montagem VXO40

Manual montagem VXO40 Manual montagem VXO40 PY2MG 1/1 2/2 Após cada operação, coloque um X nos parêntesis. A placas foi projetada para colocação de conectores Molex, mas se não tiver ou não quiser, pode-se ligar os fios diretamente

Leia mais

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Capacitores Correção do Fator de Potência Motores Automação Eneria Transmissão & Distribuição Tintas www.we.net Sumário Tecnoloia dos Capacitores...4 Linha de Produtos...5 UCW - Unidade Capacitiva Monofásica...6

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED

PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED Aplicações imagens, segundo requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-568A, uso interno, para cabeamento horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações (cross-connect)

Leia mais