Sistemas e Equipamentos de Segurança

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1 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS RT-SCIE Sistemas e Equipamentos de Segurança Carlos Ferreira de Castro Novembro de

2 Regulamento Técnico de SCIE Temas a abordar: Condições Gerais e Específicas de: Sinalização Iluminação de emergência Detecção, alarme e alerta Detecção automática de gás combustível Controlo de fumo Meios de intervenção Sistemas automáticos de extinção Posto de segurança 2

3 RT-SCIE Sinalização de segurança Sinalização no RT-SCIE: Critérios gerais Códigos e indicações Dimensões, formatos e materiais Distribuição, localização e visibilidade das placas A sinalização deve permitir a identificação de: Situações perigosas; Percursos adequados para a evacuação segura; Equipamentos de intervenção; Dispositivos manuais de accionamento do alarme; Dispositivos de comando de sistemas de segurança. 3

4 RT-SCIE Sinalização de segurança De acordo com a norma ISO os sinais podem ser instalados a três níveis: n Sinalização visível mesmo que existam muitas pessoas Utilizar/manobrar ou ler instruções Visível mesmo que exista muito fumo 4

5 RT-SCIE Sinalização de segurança Resumo das características dos sinais Significado dos sinais Forma geométrica e cor de fundo Cor das margens Cor dos pictogramas Proibição Aviso Obrigação Salvamento ou socorro Alarme e combate a incêndios 5

6 RT-SCIE Sinalização de segurança Sinais de Segurança: Instalados em locais bem iluminados,, devendo usar-se materiais rígidos e fotoluminescentes para garantir uma maior visibilidade d 2 A A área afecta ao pictograma d distância a que deve ser avistado A altura e a posição dos sinais também devem garantir a sua boa visibilidade à distância a que devam ser avistados. 6

7 RT-SCIE Sinalização de segurança Tipos de fixação dos sinais Paralela às paredes com informação numa só face; Perpendicular às paredes, ou suspensa do tecto, com informação em dupla face; Panorâmica, com informação nas duas faces exteriores. 7

8 RT-SCIE Sinalização de segurança Distribuição dos sinais A sinalização de evacuação, de meios de 1ª intervenção e de accionamento do alarme, em caminhos de evacuação, deverá ser colocada na perpendicular ao sentido da fuga. Os sinais salientes relativamente aos elementos de construção que os suportam, devem ser colocados a uma altura entre 2,1 m e 3 m do pavimento. 8

9 RT-SCIE Sinalização de segurança Distribuição dos sinais A distância de colocação dos sinais nas vias de evacuação e nos locais de permanência deve variar entre 6 e 30 m. Pelo menos um sinal indicador de saída ou de sentido de evacuação deve ser visível, a partir de qualquer ponto acessível a público em locais de permanência e nas vias horizontais de evacuação. Nas vias verticais de evacuação devem ser montados sinais no patamar de acesso, indicando o número do andar ou a saída (consoante o caso), e no patamar intermédio, indicando o sentido da evacuação. 9

10 RT-SCIE Iluminação de emergência A iluminação de emergência compreende: Iluminação de ambiente, destinada a iluminar os locais de permanência habitual de pessoas, evitando situações de pânico; Iluminação de balizagem ou circulação, a facilitar a visibilidade no encaminhamento das pessoas até a uma zona de segurança e, ainda, possibilitar a execução das manobras respeitantes à segurança e à utilização dos meios de intervenção. 10

11 RT-SCIE Iluminação de emergência Iluminação de ambiente deve existir em: Locais de risco B, C, D e F; Compartimentos essenciais à segurança; Vestiários ou sanitários públicos com área superior a 10 m 2 ; Sanitários destinados a pessoas com mobilidade condicionada independentemente da sua área. 11

12 RT-SCIE Iluminação de emergência Os dispositivos de iluminação devem: Garantir 5 lux, medidos a 1 m do pavimento, do obstáculo ou do equipamento a identificar; Ser colocados a menos de 2 m em projecção horizontal dos seguintes locais: Saídas Mudanças de direcção e intersecção de vias Patamares de acesso e intermédios de escadas 12

13 RT-SCIE Iluminação de emergência Os dispositivos devem ser colocados a menos de 2 m em projecção horizontal nos seguintes locais: Desníveis Botões de alarme Meios de intervenção Comandos de sistemas e equipamentos de segurança Os dispositivos devem também ser colocados em câmaras corta-fogo. 13

14 RT-SCIE Iluminação de emergência Vias de evacuação: Norma Europeia EN 1838: Se a largura da via for superior a 2 m a aparelhagem deve ser instalada no eixo central; Iluminação uniforme de, pelo menos, 1 lux ao longo de todo o eixo da via; Iluminação não inferior a 50% do nível no eixo, na faixa central com metade da largura da via; Relação entre valor máximo e mínimo em qualquer ponto da via não superior a 40:1. e/2 Limites da via Eixo da via e 1 lux Faixa c/ ½ da largura da via Aparelhagem 14

15 RT-SCIE Iluminação de emergência Blocos autónomos: Devem ter autonomia mínima de uma hora de funcionamento e tempo de recarga não superior a 24 horas 15

16 RT-SCIE Iluminação de emergência Blocos autónomos: Em salas de espectáculos ou noutros locais onde possa existir obscurecimento total, poderão possuir dispositivo que reduza a sua intensidade de iluminação durante os períodos de obscurecimento, desde que adquiram automaticamente a intensidade de iluminação normal nas seguintes situações: Quando for ligada a iluminação de ambiente do espaço que servem; Por accionamento a partir da central do SADI que cobre esses espaço. 16

17 RT-SCIE Iluminação de emergência Utilização-tipo II Condições específicas de iluminação de emergência A ligação e corte das instalações de iluminação de segurança devem poder ser feitos manualmente, por comando localizado no posto de segurança. Nos casos em que os caminhos horizontais de evacuação estejam exclusivamente assinalados através de passadeiras pintadas nos pavimentos, os dispositivos de iluminação devem ser distribuídos de modo a garantir o nível médio de iluminância de 10 lux, medido num plano situado a 1 m do pavimento e, se necessário, ser devidamente protegidos contra acções dinâmicas. 17

18 RT-SCIE Sistemas de Detecção Detecção automática de incêndios Conceitos básicos Tipos de detectores Composição de um SADI Configuração de um SADI Requisitos regulamentares Detecção automática de gases perigosos Configuração de um SADG Tipos de detectores Configuração de um SADG Requisitos regulamentares 18

19 Funções: RT-SCIE Sistemas de Detecção Sistema Automático tico de Detecção de Incêndios SADI Alarme; Alerta; Comando de equipamentos, nomeadamente: Manobra de portas e registos CF; Paragem da ventilação e de sistemas de ar condicionado; Comando de ascensores; Corte de alimentações (combustíveis); Arranque de sistemas de desenfumagem; Arranque de sistemas de extinção automática. 19

20 SADI - Composição Central de sinalização e comando; Detectores; Botões de alarme; RT-SCIE SADI Dispositivos de accionamento do alarme e sinalização; Dispositivos de transmissão do alerta; Dispositivos de comando; Cablagens de interligação. 20

21 Detecção Automática de Incêndios Central de Sinalização e Comando Funções: Centralização da informação dos detectores e botões de alarme das diversas zonas a proteger; Análise, tratamento da informação e afixação do resultado; Desencadear o alarme (na central e nas áreas afectadas); Desencadear os mecanismos de alerta aos bombeiros; Comando automático de sistemas e equipamentos; Teste ao sistema, seus componentes e ligações. 21

22 Detecção Automática de Incêndios Central de Sinalização e Comando Sinalizações: Ópticas e acústicas: Alarme de incêndio; Avaria (de acordo com EN 54-2 e EN 54-4); Falha da rede de alimentação de energia eléctrica ou dos acumuladores; Ópticas: Alerta aos bombeiros; Cancelamento do alarme e do alerta; Colocação fora de serviço (zona); Estado da alimentação de energia eléctrica. 22

23 RT-SCIE SADI Detectores DETECTOR DE FUMO (IONICOS) DETECTOR DE FUMO (OPTICOS) DETECTOR DE TEMPERATURA DETECTOR DE CHAMAS 23

24 RT-SCIE SADI Tipos de SADI Forma de definição do alarme: Digital; Analógica; Forma de endereçamento: Por zonas (circuitos) convencional; Por equipamento endereçável. 24

25 RT-SCIE SADI Sistema convencional Os detectores são associados em grupos (zonas ou circuitos) não podendo exceder mais de 30 dispositivos por grupo Cada grupo só poderá ter detectores automáticos ou botões de alarme mas não ambos os dispositivos 25

26 Tipos de SADI Sistema endereçável Os detectores automáticos, botões de alarme e meios de alarme possuem endereços próprios e podem ser integrados na mesma linha, em série, em paralelo ou em anel (loop). 26

27 RT-SCIE SADI Protecção Total 27

28 RT-SCIE SADI Protecção por sectores 28

29 RT-SCIE SADI Protecção Parcial

30 RT-SCIE SADI Protecção de Objecto 30

31 RT-SCIE SADI Detecção em condutas Tubo de saída detector Tubo de entrada Direcção do ar 31

32 RT-SCIE SADI Detecção multipontual 32

33 RT-SCIE SADG Configuração de um SADG 33

34 RT-SCIE SADG TIPOS DE GASES Gases combustíveis - Limiares de detecção muito abaixo do LII. Geralmente usa-se até : 20% do LII para o 1º alarme (pré-alarme ou aviso); 40% do LII para o 2º alarme (alarme). Gases tóxicos ou nocivos - Limiares de detecção muito abaixo das concentrações perigosas Para o CO utiliza-se 0 a 300 ppm 34

35 RT-SCIE SADG TIPOS DE DETECTORES Sensor de reacção ao calor Sensor semicondutor Sensor electroquímico Sensor catalítico Sensor de infravermelhos 35

36 RT-SCIE SADG POSICIONAMENTO DOS DETECTORES Hidrogénio 36

37 RT-SCIE SADG POSICIONAMENTO DOS DETECTORES Etano 37

38 RT-SCIE SADG POSICIONAMENTO DOS DETECTORES CO Estacionamentos cobertos 38

39 RT-SCIE Sistemas de Detecção Ciclo de vida dos sistemas de detecção EN Levantamento de necessidades Planeamento e projecto Instalação Verificação técnica Aprovação por entidade fiscalizadora Exploração Manutenção 39

40 RT-SCIE Sistemas de Detecção Ciclo de vida dos sistemas 1. Levantamento de necessidades Tipo de protecção (total, parcial por sectores ou por objecto); Integração do sistema com as outras medidas físicas de protecção contra incêndio; Tipo de organização de segurança do edifício; Tipo de sistema a ser instalado. 40

41 1. Levantamento de necessidades 1.1. Objectivo RT-SCIE Sistemas de Detecção Protecção da vida, de bens ou de ambos Elementos de consulta Legislação de segurança e normas aplicáveis; Requisitos definidos pelo dono de obra; Especificações de fornecedores e/ou instaladores de SADI; Especificações de projectistas e instaladores de outros sistemas de protecção contra incêndio; Especificações de entidades seguradoras. 41

42 RT-SCIE Sistemas de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.3. Certificações Se for requerida a certificação por mais do que um organismo e esses organismos tiverem requisitos diferentes para o sistema a instalar, o projecto deve ser elaborado de acordo com os requisitos mais exigentes. 42

43 Sistemas Automáticos de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.4. Âmbito da protecção Deve ser, em regra, adoptada a protecção total; Os seguintes espaços poderão não ser protegidos por detecção automática: a) Casas de banho, zonas de duche, lavabos ou sanitários, desde que não sejam armazenados combustíveis ou lixo (incluindo papel), nem possuam aparelhagem de aquecimento eléctrico; b) Ductos verticais para cabos com área inferior a 2 m 2, envolvente resistente ao fogo e selados no atravessamento de pisos, tectos ou paredes, e não contenham cabos de sistemas de emergência com uma resistência ao fogo inferior a 30 min; c) Armazéns sem ventilação de alimentos congelados (câmaras frigoríficas) com volume inferior a 20 m 3. 43

44 Sistemas Automáticos de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.4. Âmbito da protecção Os espaços vazios (incluindo chão falso e tecto falso) só necessitam de ter uma protecção própria no caso de: a) For possível a propagação de fogo ou fumo, para fora do compartimento de origem através do vazio, antes do incêndio ser detectado por detectores fora do vazio; b)um incêndio no vazio puder danificar cabos de sistemas de emergência antes de ser detectado.

45 Sistemas Automáticos de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.4. Âmbito da protecção Os vazios não necessitam de ter protecção se, satisfizerem cumulativamente às seguintes condições: a) Altura inferior a 1 m; b) Comprimento e largura inferiores a 10 m; c) Estarem totalmente separados de outros espaços por materiais M0; d) Densidade de carga de incêndio do seu conteúdo não superior a 25 MJ/m 2 ; e) Não conterem cabos de sistemas de emergência com uma resistência ao fogo inferior a 30 min.

46 RT-SCIE Sistemas de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.5. Actuação em caso de alarme de incêndio O SADI deve ser projectado em função das acções a desencadear após a detecção de um incêndio; Aspectos a atender: a) Tipo de evacuação em função do local origem do incêndio; b)prontidão para o socorro do corpo de bombeiros local; c) Âmbito e tipo de actuação da equipa de segurança do edifício; d)tipo de alarme a efectuar aos ocupantes e em que circunstâncias deve ser emitido; e) Requisitos para a indicação da localização do incêndio; f) Na sequência de d) e e), como será dividido o edifício em zonas de detecção e zonas de alarme; 46

47 Sistemas Automáticos de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.5. Actuação em caso de alarme de incêndio Aspectos a atender (continuação): g)em edifícios de grandes dimensões ou de utilização mista, necessidade de um sistema hierárquico, múltiplas estações de controlo e quais os procedimentos necessários para a transferência de controlo entre as respectivas unidades; h)requisitos do alerta aos bombeiros, incluindo a informação que deve ser transmitida; i) Necessidade de medidas especiais para reduzir os efeitos de falsos alarmes; j) Diferenças na estratégia da resposta a um alarme de incêndio entre o dia e a noite e/ou entre os dias de trabalho e os períodos de inactividade; 47

48 Sistemas Automáticos de Detecção 1. Levantamento de necessidades 1.5. Actuação em caso de alarme de incêndio Aspectos a atender (continuação): k) Interacção com outras medidas de protecção activa de incêndio, tais como requisitos especiais para comando de equipamentos e sistemas de segurança; l) Existência de fonte central de energia de emergência; m) Requisitos de desactivação, paragem ou isolamento de equipamentos técnicos, e quem será responsável pela reposição do seu normal funcionamento; n) Período de tempo exigido para que o sistema (ou partes dele) se mantenha operacional após o alarme restrito (por exemplo, deverão os dispositivos de alarme soar por mais que 10 minutos após a detecção). 48

49 Sistemas Automáticos de Detecção Ciclo de vida dos sistemas 2. Planeamento e projecto do sistema Subdivisão do edifício em zonas de detecção e/ou alarme; Selecção do tipo de detector e sua distribuição para os diversos locais do edifício; Dimensionamento do sistema de controlo e do visionamento das suas indicações; Dimensionamento das fontes de alimentação. 49

50 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.1. Zonas de detecção A divisão do edifício em zonas de detecção deve: Permitir que o local origem do alarme seja determinado rapidamente a partir das indicações do equipamento de sinalização; Atender à compartimentação do edifício, aos possíveis obstáculos ao reconhecimento ou movimentação, à existência de zonas de alarme e à presença a de qualquer risco especial; Quando o SADI é utilizado para activar outros sistemas de protecção contra incêndio deve ter- se um cuidado particular na divisão por zonas.

51 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.1. Zonas de detecção Principais características: Área de pavimento 1600 m 2 ; Não exceder um único compartimento corta-fogo base do edifício (sectorização); Se incluir mais de um local corta-fogo, deve ter os limites dos compartimentos corta-fogo e área 400 m 2 ; Se incluírem mais de três salas com um único acesso, o detector accionado deve ser identificado, quer através s da unidade de controlo e sinalização, quer através s de indicadores de acção remotos instalados no exterior da porta; 51

52 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.1. Zonas de detecção Principais características: Uma zona deve incluir um sós piso, a menos que: Se restrinja a uma caixa de escada, ducto de cabos, caixa de elevadores ou uma estrutura similar que se prolongue para além m de um piso, mas contida num compartimento corta-fogo, ou A área total do edifício seja inferior a 300 m 2. 52

53 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.2. Zonas de alarme A divisão do edifício em zonas de alarme dependerá da necessidade de diferenciação do tipo de alarmes a desencadear; Não é necessária qualquer divisão em zonas de alarme no caso do sinal de alarme ser comum a todo o edifício (alarme geral, apenas); Qualquer divisão em zonas de alarme deve estar de acordo com a estratégia da resposta a um alarme de incêndio. 53

54 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.3. Selecção do tipo de detector Em função das particularidades dos locais a proteger, nomeadamente: Requisitos legais; Tipo de combustíveis manifestação da combustão; Condições ambientais temperatura, poeiras, sujidade, humidade, campos electromagnéticos, efeitos da ventilação e aquecimento, etc.; Actividade; Configuração do local (particularmente o pé direito); Características especiais; Possibilidade de falsos alarmes. 54

55 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.3. Selecção do tipo de detector O tipo de detector deve ser, em geral, o que proporcionar um alarme fiável nas condições ambientais dos locais de instalação; Por vezes, é útil utilizar uma mistura de diferentes tipos de detectores; Um detector de temperatura tem uma resposta mais lenta; No entanto, num incêndio que origine um rápido aumento de temperatura e pouco fumo pode ser o adequado; No caso de um incêndio em líquidos inflamáveis, a primeira detecção será, em geral, feita por um detector de chamas; 55

56 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.3. Selecção do tipo de detector Nos locais em que exista produção de fumo, vapores, poeiras, etc. que possam activar os detectores de fumo, deve ser considerado um tipo alternativo de detector (temperatura ou chamas); Regra geral, os detectores de temperatura têm uma maior resistência a condições ambientais adversas do que os outros tipos de detectores; Os detectores de chamas são particularmente adequados em situações tais como a vigilância geral de grandes áreas abertas em armazéns ou depósitos de madeiras, ou para a vigilância local de áreas criticas em que os incêndios com chama se possam propagar rapidamente; 56

57 RT-SCIE Sistemas de Detecção ALTURA DOS LOCAIS Escolha do tipo de detector em função da altura do local a proteger Alt. Máxima do Local Detector Térmico Detector de Fumo Detector de Chamas 7,5 m 7,5 10 m m m Muito recomendado Recomendado Não Recomendado 57

58 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.4. Distribuição dos detectores Área máxima m de cobertura por detector: Tipo de detector; Risco de incêndio; Altura do local (pé direito); Forma do tecto ou da cobertura. Nº.. máximo m de 30 detectores por zona (sistemas convencionais). 58

59 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.4. Distribuição dos detectores O posicionamento dos detectores deve ser de forma a que os produtos resultantes de qualquer incêndio dentro da área protegida possam chegar aos detectores sem grande dissipação, atenuação ou demora. Deve haver cuidado para assegurar que o posicionamento dos detectores também m cobre áreas ocultas onde o incêndio poderá começar ou propagar-se. Tais áreas podem incluir espaços sob o chão ou sobre tectos falsos. 59

60 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.4. Distribuição dos detectores A cobertura de cada detector térmico t ou de fumo deve de ser limitada, atendendo a factores como: a) Área protegida; b) Distância entre qualquer ponto na área vigiada e o detector mais próximo; c) Proximidade de paredes; d) Altura e configuração do tecto; e) Movimento do ar (ventilação); f) Quaisquer obstruções ao movimento por convecção dos produtos resultantes do incêndio. 60

61 Altura do Local DETECTORES DE FUMO Áreas de protecção Área de protecção para detector de fumo, em função do risco Risco Ligeiro Risco Ordinário rio Risco Grave 2,5 m m m m 2 2,5 3,5 m m m m 2 3,5 5 m m m m 2 5 7,5 m m m m 2 7,5 10 m m m m 140 m m m 150 m m 2-61

62 RT-SCIE Sistemas de Detecção DETECTORES DE FUMO - TECTOS COM VIGAS h / h FACTORES DE CORRECÇÃO (Af/A) Notas Cálculo da relação entre a área limitada pelas vigas Af e área de protecção por detector A Cálculo da relação entre a altura das vigas h e a altura do local. h = altura das vigas; h = altura do local. Para a leitura do factor de correcção, tomar-se-á a linha mais próxima do resultado obtido Ler o factor de correcção na intersecção da coluna com a linha. 62

63 Altura do local em metros RT-SCIE Sistemas de Detecção DISPOSIÇÃO DOS DETECTORES DE FUMO EM LOCAIS COM VIGAS Altura das vigas em cm Zona A Detector no espaço o limitado pelas vigas ou sobre as próprias prias vigas Zona B Detector sobre as vigas Zona C As vigas têm um efeito de separação; colocar-se-à um detector em cada espaço o limitado pelas vigas. 63

64 RT-SCIE Sistemas de Detecção DETECTORES DE FUMO EM LOCAIS ELEVADOS Tecto plano com inclinação < 10 cm/m Tecto de 2 águas ou em shed plano h'/a < 0,5 Tecto de 2 águas ou em shed fortemente inclinado h'/a > 0,5 Altura do Local (m) Distância do tecto ao detector (cm) 64

65 RT-SCIE Sistemas de Detecção DETECTORES EM CONDUTAS São considerados elementos de protecção local e como suplemento de um sistema de detecção de incêndios normal; Para se evitar os efeitos da turbulência do ar, as sondas devem ser instalados numa secção recta da conduta, a uma distância da curva, junção ou inclinação mais próxima pelo menos três vezes superior à largura da conduta. 1. Fluxo de ar 2. Sonda 3. Largura da conduta 4. Distância mínima para a instalação do detector desde uma curva, canto ou junção da conduta. 65

66 RT-SCIE Sistemas de Detecção DETECTORES TÉRMICOST Área de protecção por detector térmico: 40 m 2 máximo Distância vertical chão/plano do detector: 7,5 m máximo 66

67 RT-SCIE Sistemas de Detecção DIRECTIVAS COMPLEMENTARES PARA OS DETECTORES DE CHAMAS Serão dispostos de tal maneira que, com o aparecimento de um incêndio, a radiação emitida não encontre nenhum obstáculo na sua trajectória até aos detectores. 67

68 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.5. Instalação dos botões de alarme Posicionados, no mínimo, m em todas as saídas, caminhos de evacuação e escadas; Também m podem ser posicionados nas proximidades de riscos especiais; Adicionalmente, podem ser necessários onde existam pessoas com dificuldades motoras; 68

69 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.5. Instalação dos botões de alarme Localizados de modo a que não se tenha que percorrer mais de 30 m para chegar a um botão de alarme manual; Devem ser claramente visíveis, veis, identificáveis e de fácil f acesso; Na generalidade, devem ser colocados entre 1,2 m a 1,6 m acima do pavimento. 69

70 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.6. Difusão do alarme Concebida em função da estratégia de alarme definida; O meios sonoros devem garantir que o sinal de alarme seja imediatamente audível acima de qualquer ruído ambiente; O som utilizado para alarme de incêndio deverá ser o mesmo em todas as partes do edifício. 70

71 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.6. Difusão do alarme Os dispositivos visuais de alarme devem apenas ser usados como complemento dos sonoros; Os dispositivos visuais de alarme deverão ser claramente visíveis veis e distintos de quaisquer outros sinais existentes; 71

72 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.6. Difusão do alarme Nível mínimo m do som de alarme de incêndio: Em regra 65 db(a); 5 db (A) acima de qualquer ruído que possa persistir por um período superior a 30 s; 75 db(a) à cabeceira da cama quando se pretende que o alarme desperte pessoas adormecidas; Estes níveis n mínimos m serão obtidos em qualquer ponto em que o alarme deva ser audível. O nível n de som não deve exceder 120 db(a) em qualquer ponto onde possam estar pessoas 72

73 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.6. Difusão do alarme Devem ser adoptados sistemas particulares para fazer face a situações especiais: Hospitais (serviços de internamento); Quartos de hotéis; Locais de grande concentração de pessoas (espectáculos, culos, desporto, etc.). 73

74 Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.7. Sinalização e controlo Local da central do sistema: Acessível aos bombeiros e permanentemente vigiado (posto de segurança, a, recepção, etc.); O nível n de ruído de fundo deverá permitir a audição das indicações sonoras; A iluminação deverá permitir a fácil f visibilidade das mensagens e indicações visuais; Meio ambiente limpo e seco; Baixo risco de danos mecânicos para o equipamento; Baixo risco de incêndio; Zona protegida pelo menos por um detector do sistema. 74

75 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.7. Sinalização e controlo Deve ser possível relacionar, de forma rápida, r fácil f e inequívoca, as indicações dos equipamentos de controlo e sinalização com a localização de qualquer detector ou botão de alarme. Complementarmente à zona de detecção, deverá existir pelo menos um dos seguintes dispositivos: Quadros de zonas de detecção; Mapas de zonas de detecção; Indicadores de acção remota; Unidade de controlo e sinalização (UCS) com pontos endereçá çáveis. 75

76 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.7. Sinalização e controlo Podem ser necessários painéis is repetidores: Quando a central se encontrar distante da entrada dos bombeiros; Se existirem vários v locais de entrada; Quando a central não se encontrar em área permanentemente vigiada. Os locais com painéis is repetidores deverão garantir as condições ambientais indicadas para a central. 76

77 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.7. Sinalização e controlo Quando existirem múltiplos m painéis is repetidores, permitindo o controlo a partir de diferentes locais, deverão ser tomadas providencias no sentido de prevenir operações contraditórias rias provenientes dos diferentes locais. 77

78 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.8. Alimentação de energia Normal rede pública p através s de circuito independente baseado no QGBT ou quadro principal de piso; Emergência fonte local com autonomia adequada. 78

79 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.8. Alimentação de energia A autonomia da fonte de alimentação de emergência deve ser de 72 h, após s o que deverá poder alimentar a carga de alarme por, pelo menos, 30 min; A autonomia mínima m pode ser reduzida 30 h quando houver notificação imediata de avaria (supervisão local ou remota) e vigorar contracto de manutenção com tempo máximo m de resposta de 24 h; A autonomia pode ainda ser reduzida a 4 h se existirem permanentemente no local sobressalentes, pessoal de reparação e um grupo gerador de emergência. 79

80 2.9. Comando de sistemas e equipamentos Exemplos: Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Equipamento de extinção; Portas corta-fogo; Sistemas de desenfumagem; Registos corta-fogo; Paragem da ventilação; Controlo de elevadores; Portas de segurança. a. Atenção particular à matriz de comando. 80

81 2.10. Cablagens Sistemas Automáticos de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Sempre que possível, os cabos devem ser instalados em áreas de baixo risco de incêndio. Noutros casos, não podem ser impedido: A recepção de informação de detecção na central; A operação dos dispositivos de alarme; O comando pelo SADI de qualquer equipamento de protecção contra incêndios; A recepção de informação do SADI, por qualquer equipamento de encaminhamento de alarme de incêndio, Sempre que necessário devem ser usados cabos resistentes ao fogo ou caminhos de cabos protegidos

82 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Sistemas hierárquicos rquicos São utilizados frequentemente em locais onde o espaço o principal está subdividido em várias v partes (centros comerciais, grandes hospitais, complexos de escritórios rios ou instalações petroquímicas); Nos campus (vários edifícios separados num espaço comum) também m são vulgares sistemas hierárquicos; rquicos; Em grandes edifícios pode recorrer-se a várias v unidades de controlo e sinalização secundárias, (função de detecção e/ou alarme para uma parte definida do edifício), comunicando com a unidade de controlo e sinalização principal e/ou entre elas. 82

83 2.11. Sistemas hierárquicos rquicos Cuidados particulares: RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Garantia da compatibilidade recíproca; Concepção de procedimentos adequados (para reposição, silenciamento, isolamento, etc.); Concepção de quaisquer ligações remotas; Atribuição de responsabilidades do sistema. O posto de segurança a deve poder identificar, para qualquer equipamento de controlo e sinalização: Alarmes de incêndio; Avarias ou isolamentos; Falha de ligação que impeça a o funcionalidade do sistema. 83

84 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Sistemas em rede Quando se utilizam sistemas em rede sem uma estrutura hierárquica, rquica, deve ter-se cuidado de modo a que sós informação passe entre sistemas. O controlo de um equipamento de controlo e sinalização por outro deve ser unicamente permitido no caso de sistema hierárquico rquico (controlo efectuado pelo equipamento principal). 84

85 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.13.Prevenção de falsos alarmes É essencial que os projectistas,, instaladores e utilizadores dos sistemas tenham o máximo m cuidado, de forma a reduzir a ocorrência de falsos alarmes; Os falsos alarmes podem resultar de equipamentos, projecto, instalação, exploração ou manutenção deficientes; Podem também resultar de condições ambientais adversas que não tenham sido previstas no projecto do sistema. 85

86 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema Prevenção de falsos alarmes Causas comuns (a prever no projecto): Condições ambientais tais como calor, fumo ou chama resultantes dos processos de trabalho, fumo de exaustores ou altas velocidades de ar; Falhas mecânicas e eléctricas, normalmente resultantes dos efeitos de vibração, impacto ou corrosão; Perturbações eléctricas (tais como as de iluminação ou activação de interruptores) ou interferências rádio r (tais como as de telemóveis); Pó,, sujidade ou entrada de insectos no detector; Alterações de utilização no edifício. 86

87 RT-SCIE Sistemas de Detecção 2. Planeamento e projecto do sistema 2.13.Prevenção de falsos alarmes Causas comuns (a prever no projecto): Condições ambientais tais como calor, fumo ou chama resultantes dos processos de trabalho, fumo de exaustores ou altas velocidades de ar; Falhas mecânicas e eléctricas, normalmente resultantes dos efeitos de vibração, impacto ou corrosão; Perturbações eléctricas (tais como as de iluminação ou activação de interruptores) ou interferências rádio r (tais como as de telemóveis); Pó,, sujidade ou entrada de insectos no detector; Alterações de utilização no edifício. 87

88 RT-SCIE Sistemas de Detecção Ciclo de vida dos sistemas Levantamento de necessidades Planeamento e projecto Instalação e interligação dos equipamentos Verificação técnica t do sistema (funcionamento) Aprovação por entidade fiscalizadora Exploração Manutenção do sistema. 88

89 RT-SCIE Sistemas de Detecção EXPLORAÇÃO DE UM SISTEMA DE DETECÇÃO Aspectos a atender: Recepção do sistema; Organização do alarme; Operação e exploração do sistema; Manutenção do sistema

90 Objectivo: RT-SCIE Sistemas de Detecção RECEPÇÃO DO SISTEMA Determinar se o sistemas instalado está de acordo com o projecto e com as especificações do fabricante. A recepção do SADI deve ser realizada, pelo menos, pelo responsável do instalador e pelo dono de obra ou seu representante. Recomenda-se que o projectista também esteja presente

91 RT-SCIE Sistemas de Detecção RECEPÇÃO DO SISTEMA Testes de aceitação. Verificar se: Foi fornecida toda a documentação necessária à elaboração dos procedimentos ou plano de segurança; O equipamento instalado está conforme com o projecto e as especificações - Inspecções visuais; A correcta operação do sistema, incluindo os interfaces com equipamentos auxiliares e transmissão em rede, executados operando um número acordado de dispositivos de detecção do sistema - Testes funcionais

92 RT-SCIE Sistemas de Detecção Botão de alarme Detector automático DIA/ NOITE ORG. NOITE ORG. DIA ALARME LOCAL SADI - Exemplo de organização do alarme PRESENÇA ACEITAÇÃO SIM RECONHE- CIMENTO SIM NÃO RECONHE- CIMENTO REPO- SIÇÃO NÃO NÃO SIM BOMBEIROS ALARME GERAL 92

93 RT-SCIE Sistemas de Detecção Localização do alarme meios de apoio As indicações da central de sinalização e comando devem permitir localizar rapidamente, com facilidade e sem duvidas o local origem do alarme. Deve estar localizado próximo da central de sinalização e comando um mapa de zonas claro e bem orientado ou um conjunto de quadros de zona Para facilitar a intervenção, interna ou externa, ou outros requisitos, podem ser necessários, noutros locais, mapas de zona ou quadros de zona adicionais

94 RT-SCIE Sistemas de Detecção Plano de Manutenção de um SADI ACÇÃO TESTE ÀS LÂMPADAS DA CENTRAL FORMA POR ZONAS, SINAIS DE AVARIA E ALARME PERÍODO DIARIAMENTE INSPECÇÃO ÀS FONTES DE ENERGIA VERIFICAÇÃO DAS BATERIAS E RESPECTIVOS CARREGADORES SEMANALMENTE INSPECÇÃO À INSTALAÇÃO VERIFICAÇÃO DA FIXAÇÃO DOS DETECTORES, SEU ESTADO E LIMPEZA EXTERIOR (PÓ/GORDURAS, ETC.) MENSALMENTE 94

95 RT-SCIE Sistemas de Detecção Plano de Manutenção de um SADI ACÇÃO TESTE AOS DETECTORES NO LOCAL TESTE DE SENSIBILIDADE E AJUSTE DOS DETECTORES VERIFICAÇÃO COMPLETA DA INSTALAÇÃO FORMA EM ROTAÇÃO UTILIZANDO UM DISPOSITIVO ESPECIAL PARA CRIAR SITUAÇÕES EQUIVALENTES A FOGO REAL COM APARELHAGEM APROPRIADA DESMONTANDO DO LOCAL E PROCEDENDO À LIMPEZA GERAL TESTE À CENTRAL POR ZONAS BEZOUROS, SIRENES, BOTOES DE ALARME, ETC. PERÍODO TRIMESTRALMENTE SEMESTRALMENTE ANUALMENTE 95

96 RT-SCIE Sistemas de Detecção Detecção, alarme e alerta Configurações das instalações de alarme Requisitos para as utilizações-tipo e locais de risco Configuração Componentes e funcionalidade Botões de accionamento de alarme x x x Detectores automáticos x x Central de sinalização e comando Protecção Difusão do alarme Temporizações x x x Comandos x x Alerta automático Fonte local (alim. de emerg.) x x x Total x Parcial x x No interior x x x No exterior x 96

97 RT-SCIE Sistemas de Detecção Requisitos de detecção, alarme e alerta Utilização-Tipo Categoria de risco Configuração Obs. I Habitacionais 1ª ou 2ª 3ª ou 4ª (a) II Estacionamentos 1ª a 4ª (b) 1ª II Administrativos 2ª, 3ª ou 4ª 2ª, 3ª ou 4ª 4ª V Hospitalares e Lares de Idosos VI Espectáculos e Reuniões Públicas 1ª (c) 2ª, 3ª ou 4ª 1ª (c) 2ª, 3ª ou 4ª (a) Isentos nos fogos de habitação. Na 4ª categoria de risco, c/ alerta automático (b) Quando inserido em edifício isento de obrigação de alarme, pode ser configuração 2 - isentos em parques automáticos com desenfumagem passiva (c) Quando exclusivamente acima do solo, pode ser configuração 2 97

98 RT-SCIE Sistemas de Detecção Requisitos de detecção, alarme e alerta Utilização-Tipo Categoria de risco Configuração Obs. VII Hoteleiros e Restauração VIII Comerciais e Gares de Transportes IX Desportivos e de Lazer X Museus e galerias de Arte XI Bibliotecas e Arquivos XII Industriais Oficinas e Armazéns 1ª (c) (d) 2ª, 3ª ou 4ª 1ª 2ª, 3ª ou 4ª 1ª 2ª, 3ª ou 4ª 1ª 2ª, 3ª ou 4ª 1ª (c) 2ª, 3ª ou 4ª 1ª (c) 2ª, 3ª ou 4ª (c) Quando exclusivamente acima do solo, pode ser configuração 2 (d) Turismo do espaço rural, de natureza e de habitação da 1ª cat. de risco, exclusivamente acima do solo - podem ter configuração 1, se o efectivo em locais de risco E 20 pess. 98

99 RT-SCIE Sistemas de Detecção Detecção em edifícios de utilização mista: Sem comunicações interiores comuns às diversas UT: Aplica-se a cada uma delas a respectiva configuração Com comunicações interiores comuns às UT: UT da 2ª cat. de risco ou superior - configuração 3 Excepto as das UT I e II Centralização de todas as informações dos SADI As UT c/ comunicações comuns à UT I, terão pelo menos configuração 2, com um difusor de alarme: Na caixa de escada se for aberta Em cada patamar de acesso aos fogos, se a escada for enclausurada 99

100 RT-SCIE Sistemas de Detecção Os meios de difusão do alarme em caso de incêndio dos locais de risco D devem ser concebidos de modo a não causarem pânico, não podendo ser reconhecíveis pelo público e destinando-se exclusivamente aos funcionários e agentes de segurança que permaneçam, vigiem ou tenham que intervir nesses locais. Condições específicas de detecção, alarme e alerta Se nos espaços afectos à UT VIII existir mais do que uma central de sinalização e comando das instalações de alarme, afectas a espaços explorados por entidades independentes, devem ser repetidas no posto de segurança da UT todas as informações dessas centrais, de modo a que nele seja possível garantir a supervisão de cada um dos referidos espaços. 100

101 RT-SCIE Sistemas de Detecção Utilização-tipo I Arrecadações de condóminos: Os núcleos de arrecadações devem possuir os seguintes meios e equipamentos de segurança: Iluminação de emergência; Sinalização; Sistema de alarme da configuração 2; Extintores; RIA com carretéis de incêndio, se a sua área > 400 m 2. Salas de condomínio: Devem possuir meios e equipamentos de segurança: Iluminação de emergência; Sinalização; Sistema de alarme da configuração 2; Extintores; RIA com carretéis de incêndio, se a sua área > 400 m

102 RT-SCIE SADI Os meios de difusão do alarme em caso de incêndio dos locais de risco D devem ser concebidos de modo a não causarem pânico, não podendo ser reconhecíveis pelo público e destinando-se exclusivamente aos funcionários e agentes de segurança que permaneçam, vigiem ou tenham que intervir nesses locais. Condições específicas de detecção, alarme e alerta Se nos espaços afectos à UT VIII existir mais do que uma central de sinalização e comando das instalações de alarme, afectas a espaços explorados por entidades independentes, devem ser repetidas no posto de segurança da UT todas as informações dessas centrais, de modo a que nele seja possível garantir a supervisão de cada um dos referidos espaços. 102

103 RT-SCIE SADI Utilização-tipo VIII Condições específicas de detecção, alarme e alerta Nas gares subterrâneas ou de pisos subterrâneos de gares mistas, cujo acesso dos meios de transporte é efectuado através de túnel, devem existir os seguintes sistemas, com central ou quadro repetidor no posto de segurança das gares com que confina, sem prejuízo da existência desses meios de sinalização na central de controlo de tráfego da entidade de transportes: Sistema automático de detecção de incêndio, cobrindo os troços adjacentes de túnel; Sistema automático de detecção de gás combustível nos pontos de menor cota dos troços adjacentes de túnel ou da gare. 103

104 RT-SCIE SADG Sistemas automáticos de detecção de CO Utilização de sistemas de controlo de poluição de ar Em espaços cobertos fechados da UT II Nos seguintes espaços afectos à UT VIII: Espaços cobertos e fechados para embarque e desembarque em veículos pesados de transporte rodoviário de passageiros, bem como para estacionamento destes veículos Plataformas de embarque cobertas em gares subterrâneas ou mistas, de transporte ferroviário que utilize locomotivas a diesel 104

105 RT-SCIE SADG Sistemas automáticos de detecção de gás combustível Locais de risco C onde funcionem aparelhos de queima a gás ou que sejam locais de armazenamento de gás Ductos de edifícios com canalizações de gás, em UT da 2ª categoria de risco ou superior Locais cobertos, em edifícios ou recintos, onde se preveja o estacionamento de veículos que utilizem gases combustíveis Locais ao ar livre, quando os gases a que se refere o ponto anterior forem mais densos que o ar e existam barreiras físicas que impeçam a sua adequada ventilação natural 105

106 Controlo de fumo Varrimento introdução de ar novo e extracção de fumo; Pressurização relativa depressão no local sinistrado e sobrepressão nos locais a proteger. 106

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