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1 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL NIRVANA MARINHO "Acervo Mariposa: patrimônio coletivo" SAO PAULO 2011

2 NIRVANA MARINHO "Acervo Mariposa: patrimônio coletivo" Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Especialização Gestão Cultural do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Gestão Cultural. ORIENTADOR: Prof. Mestre Caio Gonçalves Dias São Paulo

3 NIRVANA MARINHO "Acervo Mariposa: patrimônio coletivo" Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Especialização Gestão Cultural do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Gestão Cultural. Aprovado em de de. Banca Examinadora: Prof. Caio Gonçalves Dias, mestre. Orientador Senac Prof. nome, titulação. Instituição Prof. nome, titulação. Instituição 3

4 Após longo caminho de pesquisa, percebi que a cultura pode ensinar mais sobre nossa realidade; pode compartilhar dúvidas, possibilidades e a doce arte de gestar novas ideias. Dedico essa pesquisa aos colegas do Acervo Mariposa e à minha família Heitor, Henrique e Catarina que me ensinam a humildade de viver, tão fundamental para aqueles que trabalham com arte, cultura e educação. 4

5 AGRADECIMENTOS Agradecimento é uma ação ética de compartilhamento que é justamente o que trata o objeto de estudo em questão; portanto, tais nome devem ser co-autores, pois de todas maneiras, colaboraram para este percurso, uma vez que as realizações são sempre de ordem tão afetiva! E viva copyleft como espaço de compartilhamento! Reverencio minha família pelo apoio sincero e diário: amoroso Heitor, inventivo Henrique e tão linda brava Catarina! Obrigada a equipe do Acervo Mariposa que, muito embora tenha mudado ao longo dos cinco anos de sua execução, se mantém na amizade: Bruna Antonelli, meu especial obrigada por ter me mostrado que o rigor é belo; Graziela Mantonelli, por ter me dado oportunidade de dizer sim e não; Camila Portella, por suas imagens criativas e carinhosas; Maíra Vaz Valente, sua valentia artística é contagiante; Sarah Elisa Vianna, pela sua humanidade e dedicação; Juliana Santos, nossa primeira estagiária e mais doce presença; Talma Salem, sua firmeza, garra e determinação admiráveis; Carolina Moya, Juliana Gago e Ilana Elkis por sua breve mas tão consistente passagem; Nana Risek por sua paciência com o banco de dados; Cuca Dias, por sua experiência ter nos ensinado tanto; Amanda Villani, por ser uma escudeira tão persistente; Jaqueline Vasconcellos, tão recente mas sábia colaboradora; Fernanda Faraht, Carla Salvia, Marcos Trinca, Carina Teixeira, e outros profissionais que contribuíram para esse projeto ser verdade. Obrigada mariposetes, por sua coragem de empreender uma dança diferente. Agradeço à Gabriela Gonçalves, uma referência. A querida Paloma Mendonça, parceira de SENAC. À todos os apoiadores do Acervo Mariposa, amigos, políticos, gestores, curadores, pesquisadores, estudantes, professores, coreógrafos, dançarinos, produtores e parceiros, que fazem parte dessa rede e trabalham conosco por uma democracia cultural! Obrigada a um conjunto de mestres e co-participantes dessa pesquisa: colegas de profissão, professores de toda ordem SENAC, MINC/FGV, os de sala de aula, os de site, os de encontros formais ou mesmo aqueles de café da Villa Grano (São Paulo), os do Vocacional (Programa da Secretaria Municipal de Cultura, São Paulo) e de cursos (Curso Spam, Centro Cultural São Paulo), seminários e publicações realizados ao longo desse estudo que contaminaram suas ideias. Obrigada ao Prof. Caio Gonçalves Dias pela rica interlocução dessa pesquisa. 5

6 RESUMO Este trabalho final é uma reflexão acerca do plano de negócios do programa cultural Acervo Mariposa, configurando-se como uma pesquisa de estudo de caso. O Acervo Mariposa, iniciado em 2006, trata da gestão do acervo de vídeos de dança, a partir da vinculação dos vídeos com o sistema de licenciamento Creative Commons. Tem como a política de acesso adotada a estrutura de difusão estabelecida em ações culturais e educativas, tais como Mariposa nos Festivais, V.H.S. mostras e exibições e Sobredança, assim como outras aplicadas em , como Doação Acompanhada e Compartilhada. O intuito é de não somente estabelecer uma gestão de aquisição e autorização dos vídeos, mas sobretudo de arquitetar um fluxo de replicação dos vídeos, conforme autorização dos artistas. É uma rede de colaboradores, uma plataforma colaborativa de acervo, definindo como um patrimônio coletivo. Faz repensar o conceito de patrimônio e procura corroborar para uma reflexão de gestão sustentável, colaborativa e horizontalizada, questões essas postas neste Trabalho de Conclusão de Curso. Palavras-chaves: gestão cultural, acervo de dança, patrimônio coletivo 6

7 ABSTRACT This paper is a reflection on the business plan of the cultural program Mariposa Collection (Acervo Mariposa), configuring it as a business case. The Mariposa Collection, begun in 2006, deals with the management of the collection of dance videos licensed by Creative Commons. The access policy adopted is established by cultural and educational activities, such as the Mariposa Festival, VHS video homo sapiens exhibitions and Sobredança which consists in donates to educational centers. Acervo Mariposa develops as well as other actions applied in as Donation Accompanied and Donation Shared. The intention is to not only establish an asset management and authorization of the videos, but rather to construct a replication stream the videos, as authorized by the artists. It is a network of collaborators, a collaborative platform for collection, defining it as a collective heritage. Makes rethink the concept of heritage and seeks to substantiate a reflection of sustainable, collaborative and horizontal, these issues put into this paper to accomplish the MBA Course os Cultural Management in SENAC. Keywords: cultural management, collection of dance, collective heritage 7

8 LISTA DE FIGURAS / FOTOS Figura 1 Ilustração Igor Souza Figura 2 Ilustração Igor Souza Figura 3 Ilustração Ivan Bernardelli Figura 4 Ilustração Camila Torrano Figura 5 Ilustração Yumi Sakate Figura 6 Ilustração Daniel Fagundes Figura 7 Ilustração: Página 1 do Termo de Autorização do Acervo Mariposa 34 8

9 Sumário AGRADECIMENTOS 5 RESUMO 6 ABSTRACT 7 LISTA DE FIGURAS / FOTOS 8 I. INTRODUÇÃO 10 II. JUSTIFICATIVA 13 III. OBJETIVO 16 IV. METODOLOGIA 17 V. NO CORPO DA GESTÃO: PROBLEMÁTICA, PRÁXIS 19 Acervo Mariposa, um bater de asas pode provocar um tufão do outro lado do mundo Com patrocínio, a liberdade é um exercício responsável Implementação com raízes e não com um tronco único Projeto cresce para programa cultural VI. PESQUISA EM AÇÃO Breves estórias: acervos de dança em São Paulo Creative Commons: como efetivar difusão Difusão como forma de emancipação cultural Colere como coletividade Quero dar corda em meus alunos, para que nunca parem Seria a cultura, em algum ponto, não coletiva? Não democrática? Considerações teóricas da prática A dimensão da memória Memória por todos lados A dimensão do patrimônio A dimensão da gestão: ações educativa- culturais VII. PLANO DE NEGÓCIO: EVOLUÇÃO DO PROJETO Minuta projeto Público-alvo Cronograma de atividades Orçamento Contrapartidas 75 VII. ANEXOS Anexo 1 projeto apresentado ao Minc, em Anexo 2 proposta redimensionada ao patrocinador após a oferta do valor final de patrocínio (2007) 85 Anexo 3 2 o projeto apresentado ao Minc, em REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

10 I. Introdução Conjugar teoria e prática; tanto a arte, a cultura como a gestão são os campos de saberes cuja tarefa consiste em tornar dialógico esse jogo entre prever, conceituar, atualizar, refletir e fazer, significar, inovar. Presente trabalho foi mesmo o que unir teoria e prática da gestão cultural do programa Acervo Mariposa. Trata-se de um programa cultural da gestão do acervo de vídeos de dança, licenciados em Creative Commons e cuja política de acesso é gerar formas de difusão de seus materiais. Pesquisadora e idealizadora desse programa, refletir sobre ele é de uma tamanha responsabilidade de se aproximar e se afastar, com uma distância previsível que mantenha possível o exercício da crítica tão fundamental para os espaços de pesquisa, como este de um Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Gestão Cultural do SENAC, Educação à Distância, do Rio de Janeiro. Nota-se que, mesmo doutora em Comunicação e Semiótica, o objetivo foi de subverter o que consideramos como linear, progressivo - que são os estudos em pós graduação lato e strictu sensu. Uma volta aos estudos acadêmicos se fez necessário para sistematizar o jogo de equilíbrio que está entre a teoria e prática. Como gestora cultural do Acervo Mariposa, depois de quatro anos de alguns avanços e retrocessos, fez-se fundamental compreender e, sobretudo, compartilhar a reflexão acerca da prática profissional de um acervo que pretende atuar como ator da cultura: intervindo, convidando, sugerindo, propondo, conceitualizando, abrindo novos caminhos de diálogo entre o fazer artístico e cultural. Como artista da dança, definida assim pela Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) na qual o artista dança abriga as tarefas de bailarino, coreógrafo, dançarino, assistente, dramaturgo, ensaiador, maître e professor, sinto-me mesmo um ser da cultura. Implicado nela, atuante, interventora e submetida à, ou seja, meu trabalho, além de resignificar novos signos, vem sendo perceber isso no meu corpo, nos espaços que ocupo como pesquisadora e teórica, nas salas de aula e ensaio e, não podia ser diferente, no escritório de gestão do Acervo Mariposa, na Vila Madalena, em São Paulo. 10

11 Não se trata, contudo, de uma pesquisa autobiográfica, mesmo que isso não seja um problema, mas, antes de tudo, é um espaço de reflexão, compartilhado. Como um acervo de dança atua no Brasil? Como vídeos fazem parte da história do artista, do professor, do estudante da dança? Como novas táticas, e quais são elas, refazem a gestão de materiais que são, ao mesmo tempo, bens culturais do indivíduo artista e da coletividade? Como, com isso, propor um patrimônio coletivo - conceito este que pretende ser subsidiado nessa pesquisa? Além de acrescer à ordem de um TCC, desenhado para um plano de negócios - sobre o qual, espera-se ter dado conta de apresentar frente ao que foi aprendido no curso este trabalho reflete sobre o Acervo Mariposa como patrimônio coletivo. Busca, com isso, ocupar um espaço de adensamento das questões que o permeia: como nasce uma ideia de um projeto cultural, quais são as agruras de sua implementação, quais são as dificuldades de um gestor cultural frente ao cenário brasileiro, como a dança - área específica aqui - lida com formas de empreendedorismo de seus nichos de produção e circulação, enfim, como o Acervo Mariposa pode ser um estudo de caso de muitos outros, existentes ou por povoar o quadro de projetos culturais independentes no Brasil. Não mais exclusivos aos festivais, novas formas de ação cultural vêm desenhando um cenário de produção cultural no Brasil a ser observado, estudado e revisitado. Antes de colocar um microscópio sobre a célula "acervo mariposa", façamos do rigor científico, uma advertência ao conhecimento; ou se quiser, da prosa teórica, poesia. Explico. Essa pesquisa desemboca estudos de famílias bibliográficas distintas: minha formação foi em estudos da Semiótica e das Ciências Cognitivas; ainda lá no doutorado, fez-se fundamental o conhecimento sobre pós estruturalistas e marxistas que desfazem o nó da política sobre a arte, alguns parentes da Filosofia Analítica; e, para o estudo da gestão cultural, autores das Ciências Sociais compuseram o quadro de referências estudadas uma vez que se ocupam de cultura e patrimônio. Para que isso não vire "a casa da mãe joana", o maior rigor é advertir do nosso recorte possível. Como um estudo de caso, nossa responsabilidade está em exercitar o reducionismo interteórico (CHURCHLAND e CHURCHLAND, 1995) 1 de maneira que seja possível, 1 Para mais: CHURCHLAND, Paul e CHURCHLAND, Patrícia. (1995). Intertheoretic Reduction: a 11

12 em meio autores de distintos percursos teóricos, abordar um objeto de estudo de natureza multidisciplinar. Como um particular possa se tornar coletivo, o que um caso ilustra de seu contexto. Essa foi nossa tarefa e que novos desdobramentos necessários apontem para futuras pesquisas. Que os textos sejam uma ágora do conhecimento, que a arte seja a pólis do entendimento e que, embora tão nova profissão, a gestão cultural seja a pólvora de novos espaços de autonomia na cultura. Mais do que um desejo, que isso possa ser uma realidade. neuroscientist s field guide IN Nature s Imagination. New York: Oxford University Press; GREINER, Christine. (2005). O Corpo: pistas para estudos indisciplinares. São Paulo: ANNABLUME. 12

13 II. Justificativa Um bibliotecário de verdade não é um guarda-livros. É alguém que conhece os cenários que os livros desenham para orientar-nos em nossas viagens. Acho que cada professor, na sua área, deveria ser um bibliotecário. Sua função não é caminhar por trilhas batidas olhando para o chão. É mostrar os cenários literários que podem ser vistos da trilha, se olharmos para cima. Assim se aprende no mundo. (Rubem Alves) Por monografia, define-se um texto de primeira mão, resultante de uma pesquisa científica que contém a identificação, o posicionamento, o tratamento e o fechamento componentes de um tema ou problema (Dos Santos, 2005: 41) e da pesquisa lato-sensu exige-se uma iniciação à pesquisa acadêmica, fundamental ao processo de aprendizagem desta etapa de formação. Muito embora seja doutora em Comunicação e Semiótica (2006, PUC, SP), o retorno aos estudos acadêmicos, na ocasião desta pós graduação Lato Sensu Gestão Cultural, Educação à Distância, SENAC, Rio de Janeiro ( ), se deu pelo interesse e necessidade de organizar meu conhecimento frente a minha prática em gestão cultural. Com o programa cultural Acervo Mariposa, criado em 2006 e realizado com recursos incentivados em , pude perceber quais dificuldades do mercado cultural e particularidades deste acervo de vídeos de dança. A oportunidade de estudar, compreender o estado de arte do mercado e dos conceitos que norteiam nossa prática de gestão é fundamental em mundo de liquidez (Bauman 2008) e da multiplicidade de saberes e práticas, que contaminam novas visões sobre cultura, inclusive apontamento para a importância tão central na sociedade contemporânea de democratizar-se, ou seja, democratizar seus meios culturais e sociais. Miranda (2010), no prefácio do livro de Newton Cunha, Cultura e Ação Cultural, adverte que há inúmeras questões que atravessam esse tema (democratização cultural) e que ganham relevância se pontuadas com o atual momento 13

14 em que vivemos, visto, por exemplo, da perspectiva de superação da crise econômica e da abertura a um novo ciclo de investimento cultural (Miranda, 2010: 11). Como pesquisadora, fez-se mister aplicar os conceitos abordados em anos de pesquisa, revendo minha prática de gestão, arvorada após perceber tamanhas e tão evidentes lacunas no exercício da profissão de artista da dança. Portanto, esse trabalho de conclusão de curso abarca não só o problema do objeto de estudo em questão o plano de negócios do Acervo Mariposa mas também a circunstância em que isso se dá. O estudo, na atualidade, aponta, cada vez mais, para uma preocupação de formação, que não somente pretende reaver a história de uma escolaridade cega ou acrítica, como também afirma um posicionamento político, de autonomia, emancipação e autoridade sobre nosso fazer, artístico, cultural, portanto, ético e político. Além disso, uma justificativa sobre o próprio objeto em questão faz-se necessária. Uma especialização latu sensu caracteriza-se como um espaço de formação voltado à prática de mercado. Seu trabalho de conclusão de curso (TCC) pretende capacitar o aluno a sistematizar sua prática profissional e subsidiá-lo a implementar um plano de negócios. No entanto, no caso deste TCC aqui apresentado trata-se não somente de um projeto já implementado e realizado, como em andamento há cinco anos (desde 2006), mas faz-se pertinente empenhar nesse espaço um trabalho de pesquisa ainda mais passível de conceituação teórica, unido à experiência em questão. Com objetivo final de tornar público, tal pesquisa pretende formalizar o que lhe é próprio: o estudo de caso do Acervo Mariposa, desde em sua idealização, implementação e gestão ao longo desse período obriga-nos a observar atentamente conceitos como o de patrimônio, unido a concepção de ação cultural e o de política de acesso de acervos, para que possa ser possível analisar as estratégias de gestão do programa cultural. Como se vê, a pesquisa está pautada na concepção de patrimônio, mas qualificado por sua coletividade: patrimônio coletivo, o que seria então? Não se pretende realizar um aprofundamento nem ainda uma revisão bibliográfica a respeito do 14

15 conceito de patrimônio 2. É a partir da leitura de referências atuais nesse tema - Abreu e Chagas (org.), 2009; Teixeira, Garcia e Gusmão (org.), 2004; Miranda (org.), 2007; Derrida, 2001 e Maciel (2004) - que abordam questões relativas à memória, patrimônio e cultura, que propomos o confronto com questões relativas à cultura e o exercício de sua gestão, presentes em Coelho (2004), Chauí (2006), Eagleton (2005) e Cunha (2010). Além disso, Prof. Caio Gonçalves Dias apresentou nova bibliografia para compor o quadro de referências da pesquisa: Dias (2010), Cruz (2008), Gonçalves (2005), Pollack (1989, 1992) e Reis (2003), que foram de grande valia para nossa trajetória. Sua relevância se faz não somente na aplicabilidade dos estudos na prática profissional, mas também na disponibilidade de rever, revisar e reconsiderar os pontos de apoio de uma gestão desse porte. Muito embora seja um projeto de dimensões pequenas 3, não representando projetos do mercado cultural mais conhecido 4, deve simbolizar uma parte considerável, a qual se deve olhar com mais atenção 5, seja pela sua natureza cultural e educativa, ou ainda pela linguagem precisamente, ou seja, do modo de gestão cultural de bens culturais referentes à dança. 2 Isso poderia tomar o objetivo primeiro de atender a reflexão sobre gestão cultural, além de caracterizar esse formato final de estudo (TCC) como uma pesquisa strictu sensu, o que não compreende esse dado espaço. 3 O primeiro orçamento apresentado do Acervo Mariposa era de 420 mil e foi captado e realizado 170 mil ( ), indicando, de fato, de qual aporte corresponde sua aderência de mercado. Atualmente, o Acervo Mariposa trabalha com valores entre 100 e 200 mil de projetos subsidiados e de projetos pontuais na oferta de consultoria, cursos e curadorias a partir de sua prática em gestão que são valores praticados no mercado para tais funções. 4 Segundo SALICweb, do Ministério da Cultura, os principais projetos incentivados são da ordem numérica de Planos Anuais de grandes conglomerados, como o Instituto Cultural Itaú (30 milhões captados, em média, nos últimos quatro anos) e de associações como Theatro Municipal do Rio de Janeiro (33 milhões em 2009) e Bienal de São Paulo (22 milhões em 2009). Entre os 100 primeiros que aparecerem, em uma seleção dos maiores projetos de mecenato, os valores variam entre 6 e 33 milhões. Como o cenário pode mudar muito (entre os projetos apresentados, captados, com prestação de contas apresentada ou mesmo aprovada), a presente referencia é tão somente para tomarmos conta de que há projetos em execução, inclusive continuada, de valores na casa dos milhões. Consulta feita em 9 maio de 2011 (www.cultura.gov.br). 5 Buscando na mesma ferramenta SALICweb, não é possível quantificar os projetos apresentados, aprovados ou captados em valores do mesmo porte, dado este de fundamental importância para o desenho de políticas culturais de uma lei de se utiliza de isenção fiscal. No entanto, mesmo com a lacuna desse dado, considera-se de essencial importância olhar para esta parcela de projetos, nesta escala de valores, e não só os citados na NR acima. 15

16 Pretende-se, com isso, colaborar para esse panorama, ainda obscuros e carente de novas pesquisas, tanto no aspecto da dimensão orçamentária ou da vocação da gestão, nesse caso voltada à cultura e educação e não à indústria cultural com produtos de grande alcance para massa consumidora. Como é o caso também do aspecto artístico: a dança, na sua forma de exercício de gestão cultural, aponta para novos rumos do exercício da profissão, com incremento de cursos universitários, publicações e espaços de atuação reflexiva, o que exige do artista da dança, seja ele professor ou coreógrafo, dançarino ou teórico, uma visão do mercado cultural e de seus desdobramentos. Dado esse aprofundamento do formato original de um trabalho de conclusão de curso, não pretendemos formatar uma dissertação nem tese, mas sim valorizar todo empenho do rigor teórico na complexidade e multiplicidade de conceitos que permeiam a prática da gestão cultural. Adiantamos ao leitor nossas intenções, já desenhando o modo com o qual essa pesquisa se conduziu, e nos desculpando por quaisquer novos rumos que isso toma: não ser só um TCC, mas uma reflexão pautada na prática e na teoria. Buscamos somar à reflexão vigente da cultura a da arte, o compromisso ético da educação: o do direito de ocupar o espaço autônomo, próprio do indivíduo e, fazer nesse espaço, o sonho de resignificar o mundo e a si mesmo. III. Objetivo Refletir o plano de negócios do programa cultural Acervo Mariposa, em andamento desde 2006, utilizando-o da metodologia de estudo de caso para rever conceitos como o de patrimônio coletivo. - apresentar e refletir sobre o histórico do Acervo Mariposa, levantando os pontos fundamentais de sua prática em gestão cultural; - definir patrimônio coletivo segundo prática de gestão do programa cultural. 16

17 IV. Metodologia A presente pesquisa fez-se pautada na metodologia de estudo de caso, usando o programa cultural do qual faço parte, sou idealizadora e coordenadora, a fim de realocar o discurso em primeira pessoa para uma problematização e contextualização dos acervos de dança em vídeo na comunidade da dança e na sociedade cultural da qual se faz parte, compondo-se em terceira pessoa. O levantamento bibliográfico foi feito a partir dos últimos estudos realizados no GRUDE Grupo de estudos do Acervo Mariposa (2010-) em conjunto com as profissionais Bruna Antonelli, Rita Tatiana Cavassana e Amanda Villani. A definição do tema e problema de pesquisa foi realizado em conjunto com professor tutor Caio Gonçalves Dias, abrangendo o que é esperado para o trabalho final um plano de negócios 6 a partir do projeto desenvolvido no curso para a delimitação da questão: um estudo detido sobre patrimônio coletivo como chave fundamental da prática de gestão do Acervo Mariposa, fazendo dessa pesquisa um campo de testes e reflexão a respeito dessa concepção sobre patrimônio e gestão cultural. Para tanto, o estudo de caso é a metodologia empregada, frente a um primeiro texto produzido sobre a história dos cinco anos de realização do Acervo Mariposa. Foi seguido da indicação das questões desenvolvidas no corpo teórico da pesquisa. Elas se voltam para o diálogo entre gestão e patrimônio: como a concepção de um patrimônio coletivo colabora para uma gestão compartilhada? Como Creative Commons potencializa tal ação? E, por fim, como a gestão deve ser alimentada de uma reflexão sobre estratégias de parceria, formas de captação e coordenação entre ação cultural e mercado cultural, visando, inclusive, apontar novos rumos do programa cultural, como o encontro entre gestão e curadoria. 6 Define-se aqui plano de negócios representando pelo projeto cultural, segundo conduta pedagógico do curso em questão (Gestão Cultural, EAD, SENAC, RJ). Plano de negócios cumpre a cartilha administrativa de organização da missão, visão e valores de uma empresa, mas aqui está centrada no plano de idealização, implementação e revisão de viabilidade de um projeto cultural. 17

18 Frente a essas perguntas com respostas que mais funcionam como experimentos e procedimentos de gestão criativa é que essa pesquisa se transcorreu. Problematizar a própria prática já fazia parte do dia-a-dia do acervo, por ter se configurado a partir da mesma. Portanto, propor novas reflexões vem de encontro com o estudo contínuo que o programa cultural vem realizando. Estudo de caso é definido dentro do quadro de técnicas metodológicas de Documentação Direta, em Pesquisa de Campo do tipo Exploratória, combinando descrição de fenômenos com análises empíricas e teóricas. Por intermédio da observação, conforme afirma Marconi e Lakatos (2007), o estudo de caso é tal metodologia possível graças a presença e/ou participação do pesquisador, criando uma sistematização de observação ou ainda procedimentos de amostragem. Nosso caso é justamente o da observação com análise empírica e teórica, e pode mesclar também a técnica de estudo de manipulação experimental, a fim de demonstrar viabilidades de determinado programa como uma solução, potencial ou viável. Também possível de ser descrita como uma pesquisa etnográfica, interage pesquisador e o objeto de estudo, uma vez que trata de um programa cultural autoral, e prima aqui pela contextualização do plano de negócios tratado. A metodologia também dialoga com procedimentos de pesquisa-ação 7, pois se utiliza de uma intervenção em pequena escala no mundo real e um exame muito de perto dos efeitos dessa intervenção (Moreira e Caleffe, 2006). Seu ideal de diagnosticar, situar e contextualizar, participar e avaliar o objeto de estudo condiz com a realidade do programa cultural Acervo Mariposa, seu momento atual e sua dinâmica de gestão. O que torna específica nossa pesquisa é a busca de bases teóricas a gestão dada, uma análise do patrimônio coletivo e suas implicações na gestão cultural. Do mesmo modo, busca-se, com isso, agir como incentivo ao programa, abordar as dinâmicas de gestão e observar mais detidamente as mudanças feitas ou necessárias ao desenvolvimento do Acervo Mariposa. 7 Por isso, a referência literal do título de um dos capítulos desta monografia. 18

19 V. No corpo da gestão: problemática, práxis Acervo Mariposa nasce de um casulo contido de inquietações, de novas perspectivas, de um ventre vermelho. Emerge de um contexto artístico-cultural no qual reina os que têm olhos para ver e vídeos para assistir, porque os que não têm, continuam cegos, como Saramago sugere, e esse vírus se espalha rápido. Está enraizado em um ambiente social no qual os bens culturais são definidos por seu difícil acesso; trata memória como resto da sociedade, afirma que o exercício político e ética da cultura não parece tão fundamental. O Acervo Mariposa se baliza por tentativas, nasce de ensaios e erros, repensa, com isso, antigos hábitos culturais de colônias apolíticas e, ao fundar seus pés na coletividade, aponta para um paradigma distinto: patrimônio coletivo. Assim, se apresenta, em 2006, o ainda projeto Acervo Mariposa. A partir de um estágio na Dance Collection, na New York Public Library, em Nova York, tive a oportunidade de experienciar uma democracia cultural, ou mesmo o direito cultural, dia a dia, livro a livro, vídeo a vídeo, rua a rua. Ou seja, um mês depois do 11 de setembro, em 2001, realizei um estágio no maior acervo de dança do mundo, resultado de uma premiação de curadoria destaque obtida na 1a. edição do Rumos Dança Itaú Cultural 8 daquele ano. Após ter conhecido mais e melhor da produção nacional devido ao exercício curatorial dessa ação do Instituto, vivi uma experiência que se fez fundamental para minha carreira profissional. No meio do mestrado (cheguei a conclui-lo em março 2002, quando também comecei meu doutorado), o ambiente já era fértil na Programa de Comunicação e 8 Segundo site da instituição, em atividade desde 1997, o Rumos Itaú Cultural é um programa de apoio à produção artística e intelectual sintonizado com a criatividade brasileira. Rumos colabora para o fomento e o desenvolvimento de centenas de obras e de artistas das mais variadas expressões e regiões do país - de músicos e cineastas do Norte a escritores, coreógrafos e artistas plásticos do Sul; de jornalistas e pesquisadores do Nordeste a educadores do Sudeste. O Rumos dança atua bienalmente e vem desenhando um panorama de produção em dança contemporânea em todo país. 19

20 Semiótica da PUC, SP, para pensar a ação artístico-cultural da dança cênica 9 no contexto brasileiro. Pude avaliar qual abismo estamos falando no cenário de acervos e produção cênica no Brasil, quando imersa na intensidade cultural de um Estados Unidos ferido, vivenciar a Dance Collection em detalhes, saber qual percurso um livro merece para ter maior alcance, quais necessidades um vídeo pede de uma gestão cuidadosa e como, de fato, funciona um acervo, com suas dificuldades nascentes e sua reverberação possível. No Brasil, existem acervos de dança 10 e iniciativas de toda ordem ainda crescentes na década de 90, especialmente com a criação de mecanismos de lei de incentivo, como a Lei Sarney de Segmentos culturais ganham fôlego, junto à democracia. No entanto, em se tratando daquilo que parece mais marginal do que a própria criação - a difusão e a compreensão do lugar que os bens culturais ocupam na memória da sociedade brasileira - falamos de um hiato que não se encerra nas autoridades, mas se confunde nas leis de incentivo, no entendimento de patrimônio e memória e nas implicações complexas que desaguam no exercício artístico-cultural da dança no Brasil. Estamos falando aqui de quantas implicações reverberam na ação de um acervo quando entendemos das lacunas que existem nas políticas culturais brasileiras. Os vídeos de dança eram, ou ainda o são, copiados entre pesquisadores e professores, alunos e estudantes, como em um cenário de saque silencioso de bens coletivos. Isso, por sua vez, resulta em um sentimento confuso de desconfiança em doar ou emprestar vídeos por parte dos autores. Resulta também na existência de videotecas particulares e pessoais como que detentoras da produção e do acesso - sobretudo do acesso - ainda centralizadas em capitais e polos culturais. Ou seja, tudo 9 Dança cênica é expressão comumente usada para a dança pensada para criação de significado na cena, que não se limita ao palco mas se restringe sim a uma formação específica do profissional da dança, seja ele coreógrafo ou dançarino. 10 Na pesquisa de mestrado Marcelo de Carvalho (2009), o pesquisador relata o desenvolvimento de acervos no campo das artes da cena mais centrado no teatro como linguagem, além de definições e arquiteturas da informação sobre acervos em artes cênicas, destacando o acervo da FUNARTE Fundação das Artes, ligado do Ministério da Cultura, que, até década de 80, recolheu e organizou documentos importantes da história do teatro brasileiro. Para mais, A constituição de coleções especializadas em artes cênicas: do imaterial ao documental. 20

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