Relações Intergovernamentais

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1 Relações Intergovernamentais na gestão do SUS Seminário i as responsabilidades d municipais ii i e regionais à luz do Pacto pela Saúde Belo Horizonte, Junho 2011

2 RETROSPECTIVA IMPLEMENTAÇÃO DO SUS ANOS 90 : Hegemonização do debate da descentralização com foco na herança do Inamps. Baixa capacidade de financiamento do setor. Priorização da agenda da descentralização em detrimento da agenda da universalidade e integralidade. Construção da produção de serviços em detrimento do Sistema de Saúde.

3 RETROSPECTIVA IMPLEMENTAÇÃO DO SUS Baixo protagonismo dos Estados. Esgotamento da capacidade de financiamento por parte dos estados td e municípios. iíi Normatização federal excessiva. Fragmentação da gestão, do financiamento, do planejamentoedas políticas. Competição entre entes federados por recursos, alocados de forma desigual, carimbada e com transferência fragmentada.

4 CONTEXTO DE CONSTRUÇÃO DO PACTO PELA SAÚDE POLÍTICA DE RECURSOS HUMANOS RELAÇÕES INTERGESTORES FINANCIAMENTO REGIONALIZAÇÃO DESCENTRALIZAÇÃO NECESSIDADE DE MUDAR O FOCO : DA ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PARA A ORGANIZAÇÃO SISTÊMICA CONJUNTO DE MUDANÇAS NO PROCESSO DE GESTÃO DO SUS PACTO PELA SA AÚDE PLANEJAMENTO EM SAÚDE COMPETÊNCIAS GESTORAS Melhorar a capacidade de resposta do sistema às necessidades de saúde da população p

5 ESTRATÉGIAS FORMULADAS NO PACTO PELA SAÚDE Fortalecimento das instâncias de pactuação: descentralização de processos para as CIB. Regionalização como eixo estruturante e orientador do planejamento, das pactuações, da organização das ações e serviços descentralizados. Estímulo à elaboração uso dos instrumentos de planejamento e definição de diretrizes nacionais para os processos de gestão do SUS. Adoção de métodos participativos de Educação PermanenteemSaúde. Súd Extinção do processo de habilitação, substituindo o pela construção de Termos de Compromisso de Gestão.

6 AVANÇOS DO PACTO O Pacto pela Saúde reforçou a negociação consensual como arranjo interfederativo de definição de responsabilidades, contribuindo para aperfeiçoamento do sistema. Instituiu mecanismos de governança regional através dos Colegiados degestão Regional. Definiu uma agenda de prioridades, objetivos, metas e indicadores. Organizou as transferências federais em Blocos de Financiamento, constituindo os blocos de gestão e investimentos.

7 AVALIAÇÃO DO PACTO DESAFIOS QUE PERMANECEM O pacto não conseguiu avançar na perspectiva de redução das desigualdades regionais, integração das políticas de saúde e estabelecimento de compromissos tripartite na implantação da Rede de Atenção à Saúde. Ainda observa se uma fragmentação de responsabilidades no campo da gestão e do financiamento, não buscando a valorização dos resultados. Mesmo trabalhando com metas e indicadores, não há mecanismos legais de responsabilizações e incentivos em caso do não cumprimento das mesmas.

8 REFLEXÕES!!!!! Como fortalecer o pacto tendo o cidadão como centro do sistema? Como assegurar a integralidade através das redes, com foco no acesso do cidadão às ações e serviços? Como aumentar a resolutividade do sistema? Como financiar o sistema de forma solidária?

9 REFLEXÕES!!!!! Como desenvolver a Atenção Básica, para que seja a coordenadora do cuidado? Como assegurar que as pactuações sejam efetivas e implicadas com os resultados no território? Como instituir um processo de monitoramento e avaliação que auxilie na tomada de decisão? Como atingir padrões de excelência?

10 DESAFIOS PERMANENTES DA GESTÃO DO SUS ALCANÇAR MAIOR EFETIVIDADE, EFICIÊNCIA E QUALIDADE DA RESPOSTA DO SISTEMA ÀS NECESSIDADES DA POPULAÇÃO ACESSO COM QUALIDADE. INOVAR NOS PROCESSOS E INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO SUS. SUPERAR A FRAGMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE. FORTALECER OS VÍNCULOS INTERFEDERATIVOS NECESSÁRIOS À CONSOLIDAÇÃO DO SUS

11 É NECESSÁRIO AVANÇAR... Ampliar a Governabilidade d e melhorar a Governança do SUS, atualmente fragmentada e burocratizada. Buscar o aprimoramento e aprofundamento do Pacto pela Saúde criando instrumentos mais sólidos e efetivos. Foco nos resultados contratualizados com o financiamento do sistema.

12 PONTO DE PARTIDA Necessidades d desaúde Acesso com qualidade em tempo oportuno Sistema que cuide das pessoas, o mais próximo de suas casas, seja resolutivo e traga ganhos de autonomia e de satisfação dos usuários Território. iói As regiões desaúde comoum lugar vivo de práticas e identidades culturais e sócio econômicas Integralidade.

13 DESAFIOS PARA O SUS Nenhum ente consegue produzir integralidade, sendo necessário a conformação de Redes de Atenção à Saúde e de consensos interfederativos que dialoguem com com as especificidades locais e regionais, com as necessidades de saúde da população e com a capacidade de financiamento do sistema it Governança do sistema. As responsabilidades dos entes federativos precisam ser garantidas mediante a formação de vínculos que dêem maior segurança jurídica aos entes

14 ESTRATÉGIAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE CONTRIBUIR NO CAMPO DA SAÚDE PARA ERRADICAÇÃO DA POBREZA EXTREMA NO NOSSO PAÍS SAÚDE NA AGENDA DESENVOLVIMENTO DO PAÍS DE ACESSO COM QUALIDADE EM TEMPO OPORTUNO Fortalecimento da regionalização através da Rede Interfederativa com foco na Governança Regional e na Rede de Atenção à Saúde; Reestruturação da Política de Atenção Reestruturação da Política de Atenção Básica com ênfase na qualidade.

15 ESTRATÉGIAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE Regulamentação da Lei 8080/90 Conformação do Mapa da Saúde do Brasil Conformação de contratos organizativos de ação pública com compromisso único, financiamento único e foco em resultados Fortalecimento do controle social Instituição de Indicador Nacional de Acesso Regulação do setor privado Provimento e fixação de profissionais de saúde e reordenamento da formaçãoparaosus

16 É NECESSÁRIO AVANÇAR... A Integralidade é o ponto de partida para a organização do Sistema e para a produção dos resultados. A integralidade é um processo dinâmico e vivo, que dialoga com as especificidades id d locaiseregionais, i i com as necessidades de saúde da população e com a capacidade de financiamento do sistema. Nenhum ente federado consegue sozinho assegurar a integralidade, necessitando operar em rede e através de pacto federativo.

17 É NECESSÁRIO AVANÇAR... A gestão compartilhada pressupõe que os entes federativos organizem seus serviços em redes interfederativas, nas regiões de saúde, para garantir integralidade da assistência. As responsabilidades d dos entes federativos na rede interfederativa de saúde precisam ser garantidas mediante a formação devínculos que dêem maior segurança jurídica aos entes. Os vínculos entre entes federativos devem ser garantidos mediante pactuação/contratos.

18 A MUDANÇA A SER PRODUZIDA Definições sobre a Organização do SUS I. Portas de Entrada do Sistema II. Regiões de Saúde III. Rede de Atenção à Saúde IV. Mapa de Saúde V. Planejamento da Saúde VI. RENASES, RENAME VII.Contrato Organizativo da Ação Pública VIII. Articulação Interfederativa

19 REGIÕESDE SAÚDE LIMI ITES GEOGRÁ ÁFICOS A POPU ULAÇÃO US SUÁRIA DAS AÇÕ E SERV VIÇOS ES ROL DE AÇÕES E SER RVIÇOS QUE SERÃ ÃO OFERT TADOS RESPEC CTIVAS RE ESPONSA ABILIDAD DES CRITÉR RIOS DE ACESSIB BILIDADE ESCALA A PARA CO ONFORM AÇÃO DO OS SERV VIÇOS IDENTIDADE CULTURAL, SOCIAL, POLÍTICA, COSTUMES, INFRA ESTRUTURA, DETERMINANTES SOCIAIS Atenção primária, Urgência e Emergência, Atenção psicossocial, Atenção ambulatorial especializada e hospitalar e Vigilância em Saúde

20 REGIÕESDE SAÚDE Instituídas pelos entes federados, tendo os seus CGR reconhecidos na Comissão Intergestores Tripartite (CIT). Para serem instituídas, as regiões de saúde devem conter, necessariamente, ações e serviços de: I. Atenção primária; II. Urgência e Emergência; III. Atenção psicossocial; IV. Atenção ambulatorial especializada e hospitalar; V. Vigilância em Saúde. A reconfiguração das regiões de saúde atualmente constituídas seguirá cronograma progressivo.

21 REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE OS ENTES FEDERATIVOS DEFINIRÃO A CONFORMAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO Conjunto de ações e serviços de saúde articulados entre si, com a finalidade de garantir a integralidade da atenção à saúde. A rededeatenção à saúde estará compreendida nas regiões de saúde, ou entre elas, e em consonância com diretrizes pactuadas nas comissões intergestores. Elementos Constitutivos da rede de atenção (PRT GM 4279/2010): Pontos de Atenção Linhas de cuidado Aspectosp logísticos Governança

22 INTEGRAÇÃO DAS POLÍTICAS, REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE, RESPONSABILIDADES E FINANCIAMENTO Estabelecimento de Diretrizes Nacionais e objetivos estratégicos para a implantação e integração das políticas Conformação da Rede de Atenção à Saúde priorizando as políticas estratégicas éi e a Atenção Básica, suas estratégias de implantação e financiamento Olhar as políticas estruturantes t t (t (atenção básica, especializada ambulatorial e hospitalar, saúde mental, vigilância à saúde) e definir mecanismos operativos de integração entre as mesmas

23 MAPA DA SAÚDE DO BRASIL Retrato geográfico que permite avaliar as condições de saúde através da distribuição dos serviços de saúde, evidenciando as desigualdades sociais, a capacidade instalada existente, oferta, cobertura, investimentos e os indicadores de saúde do sistema. Permite visualizar e acompanhar as ações e serviços de saúde existentes, contribuindo para: identificar vazios assistenciais; orientar investimentos e expansão dos serviços; acompanhar a evolução do SUS nos territórios quanto ao acesso e aos resultados produzidos.

24 MAPA DA SAÚDE: DINÂMICA DE CONSTRUÇÃO Mapa da Saúde Atual Mapa da Saúde Metas

25 MAPA DA SAÚDE: DINÂMICA DE CONSTRUÇÃO MOMEN NTO INICIAL PLAN EJAMENTO MAPA DA SAÚDE REAL: Retrato geográfico dos equipamentos, serviços, profissionais de saúde e demais elementos, associado a análise da situação de saúde do país por setor censitário, iái município, iíi região de saúde e estado. MOME NTO DA CONTRATU UALIZAÇÃO MAPA DE METAS DA SAÚDE: Retrato da situação a ser buscada (imagem objetivo), expressa em metas de saúde, estabelecidas à luz de critérios sanitários, epidemiológicos, demográficos, econômicos e sociais, as quais devem ser alcançadas dentro de um marco de tempo definido no contrato de ação pública.

26 MAPA DA SAÚDE: CONTEÚDOS ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE ATENÇÃOBÁSICA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ATENÇÃO ESPECIALIZADA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA CAPACIDADE INSTALADA EXISTENTE Unidades Básicas de Saúde Centros de Saúde Centros de Atenção Psicossocial CAPS Centros de Atenção Psicossocial para àlcool e outras drogas CAPS ad Equipes Multiprofissionais e Residências Terapêuticas, Hospitais Psiquiátricos Centros de Especialidades Médicas Centros de Especialidades Odontológicas Hospitais Regionais / Hospitais Gerais Hospitais de Pequeno Porte Hospitais Especializados Farmácias Populares Pronto Socorro, SAMU e UPAs SERVIÇOS / EQUIPAMENTOS / PROFISSIONAIS Leitos especializados / Leitos de UTI Tomógrafos / Ressonância Magnética / Mamógrafo / Outros Profissionais de Saúde COBERTURA ASSISTENCIAL E PRODUÇÃO DOS SERVIÇOS Parâmetros de cobertura da atenção básica Parâmetros de cobertura de serviços: CAPS, CEO, NASF, SAMU; Parâmetros das Portarias GM/MS 1101/2002 e 1097/2007 (PPI) e outras Série Histórica REDES DE ATENÇÃO E MARCAS DE GOVERNO REDE CEGONHA / REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA / CRACK SAÚDE MENTAL / ATENÇÃO PRIMÁRIA / CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E MAMA / SAÚDE NÃO TEM PREÇO INDICADORES INDICADORES DE MORBIDADE E MORTALIDADE INDICADOR NACIONALDEACESSO ACESSO DADOS SÓCIO ECONÔMICOS E DEMOGRÁFICOS INDICADORES SÓCIO DEMOGRÁFICOS MAPA DA POBREZA RECURSOS INVESTIMENTOS CUSTEIO

27 PLANEJAMENTO DA SAÚDE Integrado comfoco oco nas regiões de saúde, aprovados ados pelos Conselhos de Saúde, compatibilizando se com foco nas necessidades de saúde. PLANOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS NACIONAL DE SAÚDE BASE A CONSTRUÇÃO DO MAPA DE METAS. INDUTOR DE POLÍTICAS PARA A INICIATIVA PRIVADA

28 PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO Revisão das regiões referencial Decreto Utilização do mapa de saúde atual, PPA, planos de saúde e planos de investimentos como ferramenta para o planejamento Plano estratégico para implantação das redes prioritárias e política da atenção básica como dispositivo para integração das políticas, com foco na Rede de Atenção à Saúde Integra PPA, PlanejaSUS, diretrizes para o PNS e PDRI

29 PROGRAMAÇÃO GERAL Programação física e financeira das ações correspondentes da RENASES, compartilhando financiamento e as responsabilidades Ações, Metas, Indicadores e Responsabilidades para implantação da RENASES, das Redes Prioritárias, das diretrizes nacionais e dos objetivos estratégicos Integra PAS, PPI, PAVS, e outros

30 RENASES A Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde do SUS (RENASES) compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao cidadão para atendimento da integralidade da assistência à saúde. Será atualizada a cada dois anos. Os entes federados pactuarão nos respectivos Colegiados Intergestores as suas responsabilidades em relação às ações e serviços constantes da RENASES.

31 RENAME ARelação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) compreende a seleção e a padronização dos medicamentos indicados para os atendimentos dos agravos da atenção básica em saúde e de programas estratégicos do SUS. Contempla a fixação de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas farmacológicas, de observância obrigatória em todo o território nacional.

32 CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO PÚBLICA DA SAÚDE Acordo de vontades firmado entre entes federados com o fim de organizar as ações e serviços de saúde em redes regionalizadas e hierarquizadas. Define as atribuições, responsabilidades, direitos e deveres, financiamento, responsabilizações em caso de descumprimento, metas públicas, indicadores, controle e avaliação dos resultados dos entes federativos na saúde.

33 CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO PÚBLICA DA SAÚDE O contrato abordará: I identificação das necessidades de saúde locaise regionais; II oferta de ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde em âmbito regional e interregional; III responsabilidades assumidas pelos entes federativos perante a população no processo de regionalização; IV aplicação dos percentuais mínimos previsto na Constituição, incluindo as transferências obrigatórias da União e dos Estados para os demais entes; V indicadores e metas de saúde;

34 CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO PÚBLICA DA SAÚDE O contrato abordará: VI estratégias para a melhoria das ações e serviços de saúde; VII critérios de avaliação dos resultados e forma de monitoramento permanente; VIII adequação das ações e dos serviços dos entes federativos em relação às alterações realizadas na RENASES; IX investimentos t na rede de serviços e as responsabilidades d pelo seu financiamento; e X marcadores de cumprimento das metas de saúde e pela melhoria das ações e serviços de saúde.

35 O PROCESSO DE CONTRATUALIZAÇÃO INTERFEDERATIVA Quais são as necessidades de saúde do usuários do SUS? E como será distribuição no território? Diretrizes do Planejamento Sanitário/ Mapa de Saúde O QUE deve ser ofertado em termos de ações e serviços individuais e coletivas? QUANTO de cada tipo de serviço e ações deve ser ofertado? RENASES e RENAME Programação Geral Como e quem produzirá o quê? Quais os recursos financeiros necessários? Pactuação das políticas, responsabilidades e financiamento Consenso Interfederativo Como será garantido o acesso dos usuários? Sistema de Garantia de Acesso

36 PACTUAÇÃO INTERFEDERATIVA TRIPARTITE OBRIGATÓRIO ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE PAINEL DE METAS DO PACTO INDICADOR NACIONAL DE ACESSO E QUALIDADE CONSULTA PÚBLICA INDICADOR NACIONAL DE ACESSO E QUALIDADE PLANO NACIONAL DE SAÚDE MAPA DE SAÚDE ATUAL PACTO PELA SAÚDE DECRETO REGULAMENTAÇÃO LEI 8080 INÍCIO DO PROCESSO DE CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA NA SAÚDE METAS DAS MARCAS DE GOVERNO

37 E ASSINATURA DOS CONTRATOS ORGANIZATIVOS DE AÇÃO PÚBLICA REGIONAIS E LOCAIS MAPAA DE METAS DA SAÚDE BORAÇÃO DE NOVO PLANO DE SAÚDE E ATUALIZAÇÃO DO MAPA DE METAS ELABORAÇÃO DE NOVO CONTRATO RECURSOS DA UNIÃO + ESTADO + MUNICÍPIO PROCESSO DE CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA NA SAÚDE RELATÓRIO DE GESTÃO INDICADOR NACIONAL DE ACESSO E QUALIDAD PLANO NACIONAL DE SAÚDE MAPA DE SAÚDE ATUAL ELA METAS DAS MARCAS DE GOVERNO APOIO A ESTADOS E MUNICÍPIOS SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DAS METAS DO CONTRATO E DO INDICADOR DE ACESSO NOVO FOCO DE ATUAÇÃO DO SNA

38 Relações Intergovernamentais na gestão do SUS Seminário as responsabilidades municipais e regionais à luz do Pacto pela Saúde Belo Horizonte, Junho 2011

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