Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde

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1 Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Gilberto Alfredo Pucca Júnior Coordenador-Geral de Saúde Bucal Janeiro, 2014

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3 Universalidade Descentralização políticoadministrativa Integralidade Equidade Controle social

4 LEGISLAÇÃO SUS DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 Regulamenta a Lei n o 8.080, 19 de setembro de 1990 ORGANIZAÇÃO DO SUS o Regiões de Saúde o Hierarquização ASSISTÊNCIA À SAÚDE o Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES o Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME ARTICULAÇÃO INTERFEDERATIVA o Comissões Intergestores o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde PLANEJAMENTO DA SAÚDE

5 LEGISLAÇÃO SUS Regulamenta a Lei n o 8.080, 19 de setembro de 1990 ORGANIZAÇÃO DO SUS o Regiões de Saúde o Hierarquização ASSISTÊNCIA À SAÚDE o Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES o Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME ARTICULAÇÃO INTERFEDERATIVA o Comissões Intergestores o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde PLANEJAMENTO DA SAÚDE

6 Gestor federal: normas vigentes para regionalização no pacto federativo Estado: capacidade de desempenhar o papel esperado na regionalização Municípios: Cosems, CIBs, CGRs, características do território, etc. Regionalização

7 LEGISLAÇÃO SUS Regulamenta a Lei n o 8.080, 19 de setembro de 1990 ORGANIZAÇÃO DO SUS o Regiões de Saúde o Hierarquização ASSISTÊNCIA À SAÚDE o Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES o Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME ARTICULAÇÃO INTERFEDERATIVA o Comissões Intergestores o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde PLANEJAMENTO DA SAÚDE

8 DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) indicadores e metas de saúde recursos financeiros que serão disponibilizados Acordo de colaboração entre entes federativos para organizar e integrar as ações e serviços de saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição de: forma de controle e fiscalização de sua execução critérios de avaliação de desempenho demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde

9 Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) Parte I: Responsabilidades Organizativas Parte II: Responsabilidades Executivas Parte III: Responsabilidades Orçamentárias e Financeiras Parte IV: Monitoramento e Avaliação de Desempenho e Auditoria

10 O QUE PROCURA O SUS COM O CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO PÚBLICA? Maior transparência na gestão do SUS, segurança jurídica e controle social; Organizar o SUS regionalmente, definindo responsabilidades entre os entes federativos na Região; Fortalecer o componente regional do SUS, materializando a região de saúde para conformação de uma rede de atenção à saúde; Assegurar a integralidade e à equidade; Formulação de políticas integradas a partir da Região de Saúde.

11 Parte II do COAP, responsabilidades executivas: 1. Diretrizes e objetivos do PNS e políticas prioritárias; 2. Objetivos plurianuais em consonância com os planos nacional, estadual e municipal; 3. Metas Regionais anuais; 4. Indicadores; 5. Formas de Avaliação; 6. Prazos de Execução.

12 INDICADORES Diretriz 1 Garantia do acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política de atenção básica e da atenção especializada. 1. Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal 2. Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada 3. Proporção de exodontia em relação aos procedimentos

13 LEGISLAÇÃO SUS Regulamenta a Lei n o 8.080, 19 de setembro de 1990 ORGANIZAÇÃO DO SUS o Regiões de Saúde o Hierarquização ASSISTÊNCIA À SAÚDE o Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES o Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME ARTICULAÇÃO INTERFEDERATIVA o Comissões Intergestores o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde PLANEJAMENTO DA SAÚDE

14 RELAÇÃO NACIONAL DE AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE (RENASES) Contempla, de forma agregada, toda a tabela de procedimentos do SUS; DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 Será revisada a cada 2 anos. AÇÕES E SERVIÇOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA AÇÕES E SERVIÇOS DA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA AÇÕES E SERVIÇOS DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AÇÕES E SERVIÇOS DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA

15 OS SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

16 CENÁRIO BRASILEIRO Diversidade de contextos regionais com marcantes diferenças sócio econômicas necessidades de saúde da população entre as regiões; elevado peso da oferta privada e seus interesses; pressões sobre o mercado na área da saúde; desafio de lidar com a complexa inter relação entre acesso, escala, escopo, qualidade, custo e efetividade; demonstram a complexidade do processo de constituição de um sistema unificado e integrado no país. Portaria Nº 4.279, 30/12/10, institui as Redes de Atenção à Saúde Intensa fragmentação de serviços, programas, ações e práticas clínicas

17 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Conceito: São arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado (Ministério da Saúde, 2010 Portaria 4.279, de 30/12/2010).

18 SISTEMAS FRAGMENTADOS PARA AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SISTEMA FRAGMENTADO E HIERARQUIZADO REDES POLIÁRQUICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE Alta Complexidade Média Complexidade Atenção Primária a Saúde Atenção Primária a Saúde FONTE: MENDES (2009)

19 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE O Ministério da Saúde está priorizando a construção de quatro redes temáticas prioritárias ou linhas de cuidado nos mesmos territórios: 19

20 SINGULARIDADES DA ATENÇÃO BÁSICA NAS REDES - Forte grau de descentralização e capilaridade (comum a todos); - Alto grau de exposição à dinâmica social e às condições e modos de vida das pessoas nos territórios; - Contato permanente com os usuários, famílias e grupos sociais; - Atenção Complexa: demandas e necessidades diversas x articulação de variadas tecnologias de cuidado individual e coletivo (resolutividade clinica e sanitária); - Base do Cuidado Integral em Rede (único componente sempre necessário); 20

21 ARTICULAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA COM OS DEMAIS COMPONENTES DA REDE - Relação Horizontal, Continua e Integrada entre serviços, para a produção do Cuidado Integral em Rede; - Regionalização das outras modalidades de serviços com base territorial e na atenção básica, segundo critérios de escala e escopo; - Pactuação das missões, fluxos, critérios e condições de encaminhamento entre profissionais e gestores dos diferentes serviços, sob controle social; - Gestão (Compartilhada) do Cuidado; 21

22 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

23 REDE SAÚDE MAIS PERTO DE VOCÊ ATENÇÃO BÁSICA

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25 REDE SAÚDE MAIS PERTO DE VOCÊ ATENÇÃO BÁSICA Equipe de Agentes Comunitários de Saúde Equipe de Saúde Bucal Núcleos de Apoio à Saúde da Família Equipe Saúde da Família Programa Saúde na Escola Melhor em Casa Consultório na Rua ESF Ribeirinhas ESF Fluviais

26 REDE SAÚDE MAIS PERTO DE VOCÊ ATENÇÃO BÁSICA 1. Ser base: ser a modalidade de atenção e de serviço de saúde com o mais elevado grau de descentralização e capilaridade. 2. Ser resolutiva: identificar riscos, necessidades e demandas de saúde, utilizando e articulando diferentes tecnologias de cuidado individual e coletivo. 3. Coordenar o cuidado: elaborar, acompanhar e gerir projetos terapêuticos singulares, bem como acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção das RAS. 4. Ordenar as redes: reconhecer as necessidades de saúde da população sob sua responsabilidade, organizando as necessidades desta população em relação aos outros pontos de atenção à saúde. 26

27 Saúde da família Programa alcança 56% da população, por meio de equipes, o que representa atendimento a 108,9 milhões de cidadãos dez/2013 Investimentos de R$ 2,8 bilhões, em 2010 a R$ 3,2 bilhões, em 2012

28 Reorganização do Processo de Trabalho TRABALHO EM EQUIPE TRABALHO MULTIDISCIPLINAR Universalidade Equidade Integralidade PLANEJAMENTO AÇÕES INTERSETORIAIS FOCO DE ATUAÇÃO CENTRADO NO TERRITÓRIO-FAMÍLIA- COMUNIDADE

29 Valores em R$ % Valores transferidos - Fundo a Fundo R$ 745 milhões % 29

30 Índice CPO CPO indicador composto pela soma dos dentes cariados, perdidos e obturados 2, , , ,

31 Índice CPO aos 12 anos (Brasil) 2,07 2,07 2,78 Fonte: WHO, 2010

32 Centro de Especialidades Odontológica - CEO Criados em 2004, são serviços de referência para as Equipes de Saúde Bucal e oferecem serviços especializados: 1. Diagnóstico bucal 2. Periodontia especializada 3. Cirurgia oral menor 4. Endodontia 5. Atendimento a portadores de necessidades especiais Evolução Laboratório Regional de Prótese Dentária - LRPD agosto de 2012 R$ Municípios com LRPD Valor da prótese passa de R$ 100 para R$ 150 Valor máximo que um município pode receber 32

33 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

34 REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER 1. Garantia do acolhimento com classificação de risco, ampliação do acesso e melhoria da qualidade do PRÉ-NATAL 2. Garantia de VINCULAÇÃO da gestante à unidade de referência e ao transporte seguro 3. Garantia das boas práticas e segurança na atenção ao PARTO E NASCIMENTO 4. Garantia da atenção à saúde das CRIANÇAS de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade 5. Garantia da ampliação do acesso ao PLANEJAMENTO REPRODUTIVO 34

35 REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER Planos de Ação regional e municipal da Rede Cegonha para o repasse dos recursos: O1 consulta odontológica para todas as gestantes; 02 consultas/ano para 100% das crianças de 0 a 12 meses.

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37 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

38 REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Promoção e prevenção Atenção primária: unidades básicas de saúde Consultório Odontológico na UPA Porte III UPA e outros serviços com funcionamento 24 horas SAMU 192 Portas hospitalares de atenção às urgências Enfermarias de Retaguarda e Unidades de Cuidados Intensivos Inovações tecnológicas nas linhas de cuidado prioritárias Atenção domiciliar Acolhimento com classificação de risco e resolutividade

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40 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

41 REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL Saúde aos usuários de álcool, crack e outras drogas 1 - COMPONENTES DA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - ATENÇÃO PRIMÁRIA (UBS, EQUIPE DE APOIO) - CONSULTÓRIOS DE RUA (Técnico em Saúde Bucal) - CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (CAPS) - CASAS DE ACOLHIMENTO TRANSITÓRIO (CAT) - LEITOS EM HOSPITAL GERAL - URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (SAMU, UPA) 2 - COMPONENTES SUPLEMENTARES - CENTROS DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS) - CENTROS DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) - COMUNIDADES TERAPÊUTICAS (CT)

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43 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

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45 REDE DA ATENÇAÕ À PESSOA COM DEFICIÊNCIA 1. Ampliar o acesso e qualificar atendimento às pessoas com deficiência no SUS, com foco na organização de rede e na atenção integral à saúde, que contemple as áreas de deficiência auditiva, física, visual, intelectual e ostomias. 2. Ampliar a integração e articulação dos serviços de reabilitação com a rede de atenção primária e outros pontos de atenção especializada. 3. Desenvolver ações de prevenção de deficiências na infância e vida adulta. 45

46 REDES DA ATENÇAÕ À PESSOA COM DEFICIÊNCIA Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência Capacitação de equipes de saúde bucal para atendimento à pessoa com deficiência; Incentivar 420 CEOs para servirem de referência ao atendimento odontológico da pessoa com deficiência; Qualificação de 81 centros cirúrgicos para atendimento odontológico a nível hospitalar.

47 Centro de Especialidades Odontológicas Hospital Serviços de Diagnóstico Equipe de Saúde Bucal Atenção Domiciliar Laboratório de Prótese Dentária Farmácias

48 CENÁRIOS ATUAL DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL Precariedade no acesso Dificuldades no agendamento para as especialidades Práticas centradas nas doenças Fragmentação do cuidado Rotinas e normas centradas mais na percepção dos profissionais que nas necessidades dos sujeitos Predomínio de tecnologias duras

49 Redes de Atenção e Territórios Integrados Assegurar rede hierarquizada e regionalizada Qualificação dos CEO na Rede de Atenção à Saúde Provisão de acesso à estrutura hospitalar Desafios da gestão municipal para Rede de Atenção à Saúde Bucal Garantir acesso ampliado e qualificado Critérios técnicos confiáveis de referência e contrareferência Política e investimentos prioritários conforme necessidades população Capacitar trabalhadores

50 Setor de Administração Federal Sul Quadra 02 Lotes 5/6 Edifício Premium Torre II sala 06 CEP: Brasília DF Correio eletrônico: Site: dab.saude.gov.br

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