FACULDADE PITÁGORAS - BELO HORIZONTE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE PITÁGORAS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA DE CONTABILIDADE DIGITAL

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1 FACULDADE PITÁGORAS - BELO HORIZONTE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE PITÁGORAS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA DE CONTABILIDADE DIGITAL O CONTADOR DIANTE DAS RESPONSABILIDADES IMPOSTAS PELA ERA DIGITAL ALYNE HOSKEN CALDEIRA LUÍS CLAUDIO DE MOURA LUIZ FERNANDO CAMPOS Orientador Belo Horizonte - MG Janeiro / 2013

2 FACULDADE PITÁGORAS - BELO HORIZONTE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE PITÁGORAS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA DE CONTABILIDADE DIGITAL ALYNE HOSKEN CALDEIRA LUÍS CLAUDIO DE MOURA O CONTADOR DIANTE DAS RESPONSABILIDADES IMPOSTAS PELA ERA DIGITAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentada à Faculdade Pitágoras como requisito para obtenção do título de Especialização em MBA de Contabilidade Digital. Luiz Fernando Campos Orientador Belo Horizonte - MG Janeiro / 2013

3 FOLHA DE APROVAÇÃO

4 RESUMO CALDEIRA, Alyne Hosken MOURA, Luís Cláudio de. O CONTADOR DIANTE DAS RESPONSABILIDADES IMPOSTAS PELA ERA DIGITAL: Trabalho de Conclusão de Curso (MBA em Contabilidade Digital) Faculdade Pitágoras. Belo Horizonte, A globalização trouxe novidades no campo da ciência contábil que estão interferindo na pessoa do contador, exigindo mudança de postura e adquirir novos conhecimentos urgentes do tipo: comunicação, informação e sistema de informação. Responsabilidade Civil criminal pela elaboração dos SPED s. Nesta pesquisa será tratado o papel do profissional contábil diante das novas responsabilidades impostas pela era digital, assim como vamos identificar as novas tecnologias impostas ao profissional contábil; analisar os direitos e obrigações do profissional contábil no direito digital; identificar os crimes contra ordem tributária Lei e analisar o aspecto de responsabilidade do contador contido no novo código civil brasileiro. Através de uma pesquisa bibliográfica descritiva, foi analisado o conteúdo e chegou-se à conclusão de que é exigido do contador muito mais do que um simples calculador de guias, é necessário conhecimento aprofundado em diversas áreas, como economia, direito, informática, tecnologia. Enfim, que as novas exigências é uma oportunidade de mudança para um novo cenário de negócios. Palavras-Chave: Especialização Digital, Era do Conhecimento, Direito Digital, Limitação e Responsabilidade, SPED, NFe, Assinatura Digital e Certificado Digital.

5 EPÍGRAFE Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás para atravessar o rio da vida ninguém, exceto tu, só tu. Friedrich Nietzsche Numerati = membros de uma elite da ciência da computação matemática focados em analisar todos os nossos passos em busca de padrões de comportamento que possam prever o que queremos comprar, em quem vamos votar por quem vamos nos apaixonar, quais doenças teremos. Todas as áreas da atividade humana oferecem dados que podem ser armazenados, cruzados e exaustivamente analisados em busca de informações. Numerati Stephen Baker

6 LISTA DE QUADROS Quadro 01 25

7 LISTA DE FIGURAS Figura 01 26

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Problema de pesquisa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Justificativa Metodologia Abordagem da pesquisa Tipo de pesquisa Quanto aos fins Quanto aos meios Tratamento dos dados Limitações do método 13 2 REFERENCIAL TEÓRICO História da Contabilidade A origem da Contabilidade Evolução da Contabilidade O papel do profissional contábil 17 3 CONTABILIDADE DIGITAL O novo perfil do contador e a demanda por este profissional Identidade digital / Senhas Documentos eletrônicos Assinatura digital e certificado digital 22 4 FISCO DIGITAL DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA AO SPED Sistema Público de Escrituração Digital Sped Contábil Sped Fiscal Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) Escrituração Fiscal Digital (EFD) Contribuições 31

9 4.1.5 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Ambiente Nacional Nota Fiscal de Serviços - (NFS-e) Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Central de balanços Escrituração Fiscal Digital IRPJ (E-LALUR) Escrituração Fiscal Digital Social 37 5 A RESPONSABILIDADE DO CONTADOR PERANTE O CODIGO 38 CIVIL E SEUS CRIMES 5.1 Despersonificação da pessoa jurídica Responsabilidade civil do contabilista culpa e dolo Preposto ou gerente Crimes contra a ordem tributária Lei 8.137/ CONCLUSÃO 44 REFERÊNCIAS 47

10 9 1 INTRODUÇÃO Há pouco tempo a Internet não passava de um projeto, o termo globalização não havia sido cunhado e a transmissão de dados por fibra ótica não existia. Informação era um item caro, pouco acessível e centralizado. O cotidiano do mundo jurídico resumia-se a papéis, burocracia e prazos. Com mudanças ocorridas desde então, ingressamos na era do tempo real, do deslocamento virtual dos negócios, da quebra de paradigmas. Essa nova era traz transformações em vários segmentos da sociedade não apenas transformações tecnológicas, mas mudanças de conceitos, métodos de trabalho e estruturas. A Contabilidade está sendo influenciada por essa nova realidade. A dinâmica da era da informação exige uma mudança mais profunda na própria forma como a contabilidade é exercida e pensada em sua prática cotidiana. O profissional de qualquer área, em especial o contador, tem a obrigação de estar em sintonia com as transformações que ocorrem na sociedade. Sabemos que o nascimento da Internet é um dos grandes fatores responsáveis por esse momento, mas o fundamental, antes de tudo, é entender que esses avanços não são fruto de uma realidade fria, exclusivamente tecnológica, dissociada do mundo cotidiano e das práticas contábeis. 1.1 Problema de pesquisa Qual o papel do profissional contábil imposto pelas mudanças da era digital? 1.2 Objetivos Objetivo geral

11 10 Identificar a evolução da profissão contábil juntamente com as novas tecnologias impostas ao profissional contábil dentro do contexto do direito digital e do código civil Objetivos específicos 1 Identificar o papel do contador na era digital; 2 Identificar as novas tecnologias impostas ao profissional contábil; 3 Analisar os direitos e obrigações do profissional contábil no direito digital; 4 Identificar os crimes contra ordem tributária Lei 8.137; 5 Analisar o aspecto de responsabilidade do contador contido no novo código civil brasileiro. 1.3 Justificativa Esta pesquisa se justifica devido os impactos das medidas e exigências para os profissionais de contabilidade diante das mudanças da era digital. É necessário identificar o papel do profissional contábil diante das novas tecnologias e analisar dentro do contexto do direito digital, formando um conhecimento aprofundado a respeito do papel dos profissionais de contabilidade, visto que os avanços sempre trazem obrigações de mudança de comportamento a serem adotadas. No entanto há uma grande preocupação entre os usuários dos serviços contábeis; para os profissionais da contabilidade em estar se adequando a estes desafios, já para os empresários, a preocupação é justarem-se as mudanças significativas e as possíveis sanções estabelecidas, uma vez que o órgão governamental utiliza-se de tais avanços tecnológicos para garantir e assegurar a arrecadação e também identificar evasão fiscal. Por outro lado o mercado que busca soluções corporativas através de uma consultoria eficaz que auxiliem na atual conjuntura mercadológica na tomada de suas decisões, e a esfera governamental buscando garantir os recursos para o controle econômico-social do País.

12 Metodologia Para elaboração desta pesquisa, foram adotados alguns procedimentos metodológicos que descrevem como a pesquisa foi realizada. Segundo Marconi e Lakatos (2009, p. 83), o método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo conhecimentos válidos e verdadeiros -, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista. pesquisa. Esse tópico descreverá os métodos que foram utilizados no decorrer da Abordagem da pesquisa De acordo com Beuren (2008), a pesquisa possui tipologias quanto à abordagem do problema, que são as pesquisas qualitativa e quantitativa. Enquanto a pesquisa quantitativa dá mais ênfase aos resultados estatísticos, a pesquisa qualitativa está voltada para as informações obtidas, visando destacar características não observadas pelo estudo quantitativo. A pesquisa foi caracterizada como qualitativa, pois levou em consideração os aspectos descritos nas mudanças do papel do contador na era digital. Richardson (1999, p.80), menciona que: os estudos que empregam uma metodologia qualitativa podem descrever a complexidade de determinado problema, analisar a interação de certas variáveis, compreender e classificar processos dinâmicos vividos por grupos sociais. Esse é o propósito da pesquisa que foi realizada, descrever e analisar os dados obtidos para atender os objetivos levantados.

13 Tipo de pesquisa 157), Inicialmente, vale ressaltar que, pesquisa, segundo Marconi e Lakatos (2009, p. é um procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer um tratamento científico e se constitui no caminho para conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais. Esta pesquisa parte de um problema, do qual foram extraídos alguns objetivos específicos que foram trabalhados detalhadamente no decorrer do trabalho de forma reflexiva baseado nos resultados obtidos Quanto aos fins Esta pesquisa foi descritiva, pois, segundo Beuren (2008), através da descrição tem-se uma visão mais precisa dos acontecimentos pesquisados. De acordo com Beuren (2008), o tipo de pesquisa quanto aos fins pode ser exploratória, descritiva e explicativa. O que vai determinar o tipo de pesquisa são os objetivos estabelecidos. Na concepção de Gil (1999), a pesquisa descritiva tem como principal objetivo descrever características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre as variáveis. Através da pesquisa foram analisados e interpretados alguns dados que descreveram sobre as mudanças do papel do contador na era digital Quanto aos meios De acordo com Beuren (2008) o procedimento ou técnica utilizado na pesquisa é o elemento mais importante para identificar a coleta de dados, o tipo de pesquisa quanto aos meios ou quanto aos procedimentos pode ser estudo de caso, pesquisa de levantamento, pesquisa bibliográfica, documental, participante e experimental.

14 13 Para cada pesquisa existe uma forma para levantar os dados, através de um método ou técnica específica. O meio escolhido para realizar o estudo foi a pesquisa bibliográfica. De acordo com Marconi e Lakatos (2001, p ) pesquisa bibliográfica trata-se do levantamento de toda a bibliografia já publicada em forma de livros, revistas, publicações avulsas em impressa escrita Tratamento dos dados O tratamento dos dados é a forma com que os mesmos foram analisados e interpretados. De acordo com Beuren (2008), existem várias maneiras para analisá-los, podem ser através da análise de conteúdo, análise descritiva, análise documental e interpretação. O método utilizado para analisar os dados obtidos através da pesquisa foi análise de conteúdo. Richardson (1999, p. 224) afirma que a análise de conteúdo busca compreender melhor um discurso, aprofundar suas características gramaticais, fonológicas, cognitivas, ideológicas e extrair os dados mais importantes. As teorias mais relevantes serviram de base para análise das inferências e percepções da pesquisa. Durante a análise dos dados obtidos foram observados os pontos principais, buscando analisar a mudança no papel do contador na era digital Limitações do método Todas as técnicas de pesquisa possuem uma série de limitações, podendo ser do próprio método escolhido ou serem encontradas no seu decorrer. As limitações existem e fazem parte da construção do conhecimento. Nesta pesquisa não puderam ser esgotadas todas as referências bibliográficas e muitas legislações foram atualizadas no decorrer do desenvolvimento.

15 14 2 REFERENCIAL TEÓRICO Para tornar possível a construção desta pesquisa, é fundamental esclarecer e analisar alguns conceitos necessários à compreensão da mesma. Foram pesquisadas as principais perspectivas teóricas relacionadas com a evolução da profissão contábil, as novas tecnologias e o direito digital na profissão contábil, com a finalidade de fundamentar teoricamente a pesquisa, relacionar as principais obrigações ou as faltas contidas na Lei (Crimes contra ordem tributária) que podem haver dentro destas novas obrigações juntamente com o Código Civil Brasileiro no aspecto da responsabilidade solidária do Contador, identificando o que é dolo ou culpa. 2.1 História da Contabilidade Um pouco da história da contabilidade nós dá um cenário de onde estávamos, o quanto já progrediu e sim, projetar o futuro próximo e mais longo. No contexto histórico a continuidade da profissão contábil e determinante, está atividade existirá e não verificamos fatos que possam suprir a existência deste profissional, mas, a persistência, diante dos riscos colocados no campo da responsabilidade jurídica, inclui também a coragem deste profissional, porque foram grandes os desafios A origem da Contabilidade Iudícibus (2000) e Sá (2001), afirmam que a origem da contabilidade não é recente, acreditam também que a contabilidade tenha aparecido em conjunto com algumas manifestações do Ser Humano civilizado, por volta de anos atrás. Segundo Iudícibus (2000), foram encontradas provas arqueológicas com data da pré-história evidenciando que primeiramente a história da contabilidade se misturava com a história da própria humanidade e seu desenvolvimento. Esta ficou conhecida como sendo o

16 15 início, a Idade de Sistematização ou Idade Média Contábil, diferenciada pelo aparecimento do método das partidas dobradas. Por volta de 1494, a Contabilidade veio para adotar um novo caminho em busca da sua evolução, com o surgimento de diversos estudiosos a respeito do método da digrafia, nessa época deu-se origem a Literatura Contábil. Nesse contexto, em 1840, percebeu-se uma nova fase, apresentada como Idade Contemporânea ou Idade Científica da contabilidade, tornando-a conhecida como Ciência, o que permanece até os dias atuais (IUDÍCIBUS, 2000). Conforme Iudícibus (2000), no Brasil a Contabilidade é relativamente nova. No início foi ensinada nas Escolas Comerciais apenas regras de escrituração contábil. Em 1905 houve arregulamentação da profissão contábil conhecida como Guarda-livros. Em 1945 criou a primeira Faculdade de Ciências Contábeis. [...] o curso superior em Ciências Contábeis teve início em 1962 com a promulgação do Decreto 813, de 10 de março de 1962, alterado pelo Decreto 1.201, de 19 de junho de 1962, no qual autorizava o funcionamento da Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Atuariais de Natal. Nessa época esta faculdade era vinculada a então Sociedade Norterio Gradense de Ensino, portanto, ainda não federalizada, apenas agregada a Universidade Federal do Rio Grande do Norte por força de convênio datado de 27 de setembro de 1965 (IUDÍCIBUS, 2000, p. 39). Somente após 1962, atendendo a demanda de mercado, os cursos superiores na área passam a surgir. Assim os contadores atendem os usuários da contabilidade que podem ser pessoas jurídicas ou pessoas físicas, os quais têm por finalidade obter informações amplas e fiéis da sua situação financeira e do seu patrimônio. Na concepção de Fortes (2001, p. 53) as informações contábeis quando tratadas de forma integrada e global, envolvendo a área de produção, administrativa, vendas e financeira torna-se o mais importante instrumento para a tomada de decisões. Nesse sentido, a contabilidade deve ser conhecida pelo usuário como um instrumento facilitador da administração. Uma vez que a compreensão das informações pelos usuários facilita a tomada de decisão, considerando os conhecimentos que este terá da sua situação financeira e nas perspectivas contábeis em relação ao futuro.

17 Evolução da Contabilidade quatro períodos: Segundo Drummond, (1995, p. 75), a história da contabilidade se divide em a) Contabilidade do Mundo Antigo até 1202 da Era Cristã. A Contabilidade empírica, praticada pelo homem primitivo, já tinha como objeto, o Patrimônio. Os primeiros registros processaram-se de forma rudimentar, na memória do homem. Como este é um ser pensante, inteligente, logo encontrou formas mais eficiente de processar os seus registros, utilizando gravações e outros métodos alternativos. O inventário exercia um importante papel, pois a contagem era o método adotado para o controle dos bens, que eram classificados segundo sua natureza: rebanhos, metais, escravos, etc. O Sistema Contábil é dinâmico e evoluiu com a duplicação de documentos e Selos de Sigilo. Os registros se tornaram diários e, posteriormente, foram sintetizados em papiros ou tábuas. b) Contabilidade do Mundo Medieval de 1202 da Era Cristã até Se os súmero-babilônios plantaram a semente da Contabilidade e os egípcios a regaram, foram os italianos que fizeram o cultivo e a colheita. Foi um período importante na história do mundo, especialmente na história da Contabilidade, denominada a Era Técnica, devido às grandes invenções, como moinho de vento, aperfeiçoamento da bússola, etc. O livro-caixa recebia registros de recebimentos e pagamentos em dinheiro. Já se utilizavam, de forma rudimentar, o débito e o crédito. O aperfeiçoamento e o crescimento da Contabilidade foram a consequência natural das necessidades geradas pelo advento do capitalismo, nos séculos XII e XIII. c) Contabilidade do Mundo Moderno de 1494 até A Contabilidade tornou-se uma necessidade para se estabelecer o controle das inúmeras riquezas que o Novo Mundo representava. O aparecimento da obra de Frei Luca Pacioli (Métodos das Partidas Dobradas), no século XV, marca o início da fase moderna da Contabilidade. A obra de Pacioli não só

18 17 sistematizou a Contabilidade, como também abriu precedentes para que novas obras pudessem ser escritas sobre o assunto. d) Contabilidade do Mundo Cientifico de 1840 até os dias de hoje. Os estudos envolvendo a Contabilidade fizeram surgir três escolas do pensamento contábil: a primeira, chefiada por Francisco Vila, foi a Escola Lombarda; a segunda, a Escola Toscana, chefiada por Giuseppe Cerboni; e a terceira, a Escola Veneziana, por Fábio Besta. Para Hendriksen (1999, p. 38) Os sistemas de partidas dobradas mais antigos são encontrados no norte da Itália, e remontam ao séculos XIV. O Frei Luca Pacioli codificou tais sistemas num apêndice a um livro publicado em Veneza em (...) A contabilidade floresceu em solo fertilizado por séculos de aprendizagem e comércio com o Oriente, invenções tais como a vela latina, a imprensa e um novo sistema de números. Em grande parte, esses avanços foram levados à Europa da China e da Índia por estudiosos árabes. Segundo Hendriksen (1999, p. 41) Á medida que a história é contada, torna-se rapidamente evidente que a contabilidade foi um produto de muitas mãos e muitas terras. A história da contabilidade rapidamente mostra que nossa cultura deriva quase inteiramente de outras culturas O papel do profissional contábil Ao tratar do papel do contador é imprescindível compreender que a contabilidade tem a função de auxiliar na gestão empresarial e como tal o contador deve estar certo que o seu papel ocupa uma posição de destaque no cenário econômico. Tendo em vista, que auxilia na gestão patrimonial fornecendo informações a respeito da composição e mutação patrimonial, além de poder planejar e definir estratégias cujos resultados surtirão efeitos nas tarefas econômicas. Assim, Flores (2009, p. 1) entende que uma das finalidades tácitas da contabilidade

19 18 é o de apresentar demonstrativos e relatórios condizentes com as necessidades de cada tipo de usuário, contendo elementos informativos que os usuários consideram importantes para as suas decisões. Por isso, o papel da contabilidade nas organizações empresariais é proporcionar a maior quantidade de informações, as quais devem seguir rigorosamente os procedimentos, com a finalidade de ajudar os gestores e demais usuários contábeis na tomada de decisões. Doutrinadores como Flores (2009), Franco (1996), Silva (2003), asseguram que o intuito da contabilidade é controlar os fenômenos ocorridos no patrimônio de uma entidade, através do registro, da classificação, da demonstração expositiva, da análise e interpretação dos fatos neles ocorridos. Nessas condições Franco (1996, p 22) afirma que todas essas informações precisam fornecer orientações necessárias à tomada de decisões sobre sua composição e variações, bem como sobre o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial. Franco (1996, p. 22) descreve que o contador deve ser responsável pela realização dos serviços, assegurando principalmente a exatidão das informações fornecidas. Pois os relatórios contábeis são os elementos empregados pela Contabilidade para gerar informações. Nessa concepção os relatórios contábeis formam um sistema constituído de informações que representam a realidade da empresa em determinado período, com o objetivo de atender algum propósito ou resolver algum problema. Diante dessa realidade a mundialização proporcionou o surgimento de novas oportunidades essenciais para o contador desse novo século, transformando de mero escriturário ou registrador em produtor de dados reais inerentes a técnica contábil e financeiras de uma organização, nesta situação o contador é importante no fornecimento de informações imprescindíveis para a tomada de decisões. Por isso Silva (2003, p. 3) afirma que o contador precisa ser aceito como um: comunicador de informações essenciais a tomada de decisões, pois a habilidade em avaliar fatos passados, perceber os presentes e predizer eventos futuros pode ser compreendido como fator preponderante ao sucesso empresarial. Consequentemente o perfil do contador nas últimas décadas tem-se modificado. E em função da globalização, espera-se que este profissional seja mais qualificado e conhecedor das ciências contábeis, administrativa e jurídica e agora tecnológicas e de conhecimento.

20 19 Diante dessas informações Silva (2003, p. 3) explica que: [...] o perfil do contador moderno é o de um homem de valor que precisa acumular muitos conhecimentos mas que tem um mercado de trabalho garantido, todavia, que o profissional tenha consciência de que a maior remuneração exige qualidade de trabalho e que esta se consegue com o melhor conhecimento, com estudo, com aplicação, esses profissionais tem que ser tecnicamente inteligentes capacitados. Capaz de compreender e interagir com a política e social, em nível local, regional ou mesmo internacional. Já na visão de Padoveze (2004), o contador deve ser um diplomata no sentido de fornecer as informações, mas nunca impor sua visão, pois sua obrigação é fornecer o que pedem do jeito que pedem, desde que respeitando as exigências legais. Sua opinião deve ser fornecida, se consultado ele pode opinar. Tudo isso em respeito a opinião do usuário, sem deixar de lado a fidelidade (PADOVEZE, 2004, p. 64). Segundo Padoveze (2004, p. 64) as informações contábeis devem ser explicitadas no menor prazo possível. Uma informação morosa ou atrasada perderá toda sua validade e fará parte do arquivo morto de dados. Pois a força e o encanto desse sistema está no rigor dos prazos estipulados pelos usuários e no seu cumprimento, caso contrário pode ocasionar inclusive multa. Diante dessa realidade Padoveze (2004, p. 64) explica que apesar de a informação contábil ter como estereótipo sua exatidão e veracidade, mais importante do que isso, muitas vezes, é o cumprimento do prazo das informações. Pois segundo ele uma informação aproximada dentro do prazo é muito mais importante do que uma informação precisa atrasada (PADOVEZE, 2004, p. 64). Por fim, cabe salientar que o profissional da contabilidade tem entre outras funções o papel de resolver enigma do processo administrativo e financeiro, não como obrigado por deliberação, mas como responsáveis pelo arrolamento dos dados que preocupam aos usufrutuários (SILVA, 2003, p. 3). E seu encargo é ter confiança de que o executivo se norteie por elementos que favoreça a tomar a melhor decisão, pelo meio de seus documentos contábeis, bem como os caminhos que devem ser percorridos (SILVA, 2003, p. 3). Entre os muitos desafios enfrentados pelos contadores pode-se citar, a contabilidade digital, Documentação Contábil, Nota Fiscal Eletrônica NF-e, conforme segue.

21 20 3 CONTABILIDADE DIGITAL 3.1 O novo perfil do contador e a demanda por este profissional Desde o início do século XXI e, mais intensamente, a partir de 2005, o Brasil vem passado por vários processos de mudanças contábeis. Dentre elas podemos citar a instituição da Nota Fiscal Eletrônica, a criação do Sistema Público de Escrituração Digital o SPED e, a partir de 2007, a convergência para as normas internacionais de Contabilidade objetivada com a publicação da Lei de 28 de Dezembro de Diante disso, não existe mais a imagem dos antigos profissionais da Contabilidade -- senhores sisudos que passavam o dia isolados em uma sala, atrás da máquina de calcular e de uma montanha de papéis, formulários e notas fiscais. Atualmente, o contador passou de tecnicista a analista (ABRANTES, 2010). A função do contador no século XXI deve ser a de analista de dados, gestor de informações e instrumento essencial na tomada de decisão, atendendo ao objetivo da Contabilidade, que é prestar informações úteis para diferentes categorias de gestores. Abrantes (2010) observa que, de acordo com a pesquisa da consultoria Robert Half, divulgada em Julho de 2010, 96% das companhias brasileiras admitem que os profissionais de Contabilidade tornaram-se peças centrais para a tomada de decisões. Com o processo de convergência para as normas internacionais, o contador está também se voltando bruscamente de uma Contabilidade com objetivos fiscais, enraizada no Regulamento do Imposto de Renda e ditada por ele, para uma Contabilidade com fins societários, segundo a Lei /07, a Lei /09 e os diversos pronunciamentos do CPC Comitê de Pronunciamentos Contábeis, criado em Além de todas as mudanças conceituais no processo de reconhecimento, mensuração e divulgação dos fenômenos patrimoniais, o contador ainda encara desafios na compreensão de conceitos na área de TI (Tecnologia da Informação), na implantação, supervisão e validação de arquivos digitais (Sped Fiscal, Sped Contábil, Nota Fiscal Eletrônica, e-lalur, Manad, IN 86, FCONT etc.), sem contar com os desafios de acompanhar diariamente a complexa legislação tributária reinante em nosso país (MORAES, 2010).

22 21 Além dos arquivos citados, e das obrigações acessórias já vigentes -- como SINTEGRA, DIPJ, DACON, DCTF, DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, GIA --, também fazem parte das novas obrigações do mundo pós SPED, a Escrituração Fiscal Digital das Contribuições PIS/COFINS (EFD-PIS/COFINS) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). De acordo com Duarte (2011), o Brasil está mudando da era da informação para a Era Digital, em que o conhecimento é a principal competência exigida de um profissional. O contador da atualidade deve entender que, além de ser extremamente estudioso e autodidata, também precisa relacionar-se com outras áreas afins à Contabilidade, tais como o Direito, Administração, Matemática, Economia e Tecnologia da Informação, uma vez que o conhecimento, sem sombra de dúvidas, será seu maior diferencial no mercado de trabalho. E de acordo com ZANLUCA (2011), outras habilidades indispensáveis ao profissional de Contabilidade são capacidade de se expressar de forma clara e sintética, ótima redação, domínio de recursos de Informática e conhecimentos de Estatística. O mercado de trabalho para o contador vem-se expandindo juntamente com as diversas mudanças ocorridas no cenário econômico nacional e internacional. Como estamos na Era do Conhecimento, a sociedade vem concentrando sua atenção na informação e, portanto, são excelentes as perspectivas para a profissão contábil, considerando que, por excelência, a Contabilidade é a ciência da informação (MARION, 2005). 3.2 Identidade Digital / Senhas Na era digital a senha é a identidade digital da pessoa ou entidade, pessoa física ou pessoa jurídica, portanto devendo ser secreta e individual, torna-se mais segura quando utilizada com um cartão com chips e criptografada. Sendo um dos mecanismos de segurança aplicados a segurança da informação. A senha é o mecanismo lógico que impede ou limita o acesso a informação, que está em ambiente controlado, geralmente eletrônico, e que, de outro modo, ficaria exposta a alteração não autorizada por elemento mal intencionado.

23 22 Um dos assuntos mais importantes a tratar na Lei é o tema da Identidade Digital obrigatória. Não adianta ter qualquer outra lei, se não pudermos gerar prova de autoria, seja para questões civis, criminais, trabalhistas, tributárias, entre outras. Isso deve ser consolidado, unificado, senão cada vez que para o Judiciário corre-se o risco de o Juiz ter um entendimento distinto. Há Juiz que entende que SENHA é suficiente para provar identidade, outros aplicam isso apenas quando há o certificado digital da ICP-Brasil, e há ainda os que dizem que só com assinatura do papel. 3.3 Documentos eletrônicos Uma característica própria da sociedade digital é a crescente tendência de diminuição do uso de documentos físicos na realização de contratos, propostas e mesmo para a divulgação de obras, produtos e serviços, implicando a modificação de uma característica básica que se tornou comum em nosso modelo de obrigações, o uso do papel. A problemática da substituição do papel é mais cultural que jurídica, uma vez que o Código Civil prevê contratos orais (art. 656 do Código Civil O mandato pode ser expresso ou tácito, verbal ou escrito ) e para esse desapego do papel foi criado a metodologia de certificação de documentos e assinaturas com formato digital. No Brasil destacamos ainda a questão da digitalização registrada, que corresponde ao processo de transladação do documento original do suporte em papel para digital e seu registro para guarda permanente e consulta, preservados como originais, com o mesmo valor jurídico do original, não como cópia autenticada, digitalizada ou microfilmada. O registro é efetuado em Cartório de Registro de Títulos e Documentos, seguindo os ditames da Lei Federal 6.015/73, que dispõe sobre os registro públicos e dá outras providências. 3.4 Assinatura Digital e Certificado Digital Antes de explanar sobre assinatura digital e certificado, devo repassar o que é criptografia sem adentrar muito em Informática. A origem da certificação digital esta na

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