INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL"

Transcrição

1 Instituto CONAB de Seguridade Social CIBRIUS SHCGN CR 706/7 Bloco D Lojas nº Brasília DF Telefone: (61) Fax: (61) DIRETORIA EXECUTIVA Diretor Superintendente: Fabricio Pereira Garcia Diretor de Seguridade: Rachid Mamed Filho Diretor Financeiro: José Carlos Alves Grangeiro CONSELHO DELIBERATIVO Presidente: Ângelo Bressan Filho Membros Efetivos: Alfredo Luiz Brienza Coli, Bartira Machado Lopes, Evaldo Fernandes de Oliveira, Leonardo Mendonça Brito e Marco Antônio Sobbé Candiota. Membros Suplentes: Airton Camargo Pacheco da Silva, Eliane Balduzzi Rocha, Francisco de Assis Xavier Segundo, Maria Cristina Câmara e Silva, Roberval Lobo Fernandes, e Waldir Ferreira da Silva. CONSELHO FISCAL Presidente: Marcondes Eujácio Rodrigues Membros Efetivos: Agilberto Bittncourt, Edward Libaino Martins, José Augusto Vicarone. Membros Suplentes: Aloísio Batista Vieira, Germana Dantas Bandeira, Octávio da Silva e Vicente Valdete Gonçalves de Andrade. Período: janeiro a dezembro de 2012

2 Í N D I C E APRESENTAÇÃO 4 I - ÁREA ADMINISTRATIVA 5 1. RECURSOS HUMANOS 5 2. IMÓVEIS 8 3. CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMUNICAÇÃO AQUISIÇÃO DE BENS NORMAS ALIENAÇÃO DE ATIVO PERMANENTE HOMENAGENS 16 II. ÁREA DE INFORMÁTICA SOFTWARE MATERIAL/SERVIÇOS PARA A REDE DE COMPUTADORES LINK DE INTERNET HARDWARE 18 III. ÁREA JURÍDICA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS 20 VI. ÁREA DE BENEFÍCIOS PRINCIPAIS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 22 V. ÁREA DE INVESTIMENTOS MACROECONOMIA COMPORTAMENTO DA BOLSA DE VALORES NO EXERCÍCIO DE COMPORTAMENTO DA SELIC META NO EXERCÍCIO DE SEGMENTOS DE APLICAÇÕES APLICAÇÕES REALIZADAS NO SEGMENTO DE RENDA FIXA RESGATES REALIZADOS NO SEGMENTO DE RENDA FIXA VENDAS REALIZADAS NO SEGMENTO DE RENDA VARIÁVEL RECEBIMENTOS DO SEGMENTO DE RENDA FIXA RECEBIMENTOS DO SEGMENTO DE RENDA FIXA RECEBIMENTOS NO SEGMENTO DE RENDA VARIÁVEL 31 2

3 11. RENTABILDIADE DA CARTEIRA GERAL x EXIGÍVEL ATUARIAL ALOCAÇÃO DOS RECURSOS POR PLANO DO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS 36 VI. ÁREA DE COMPLIANCE NORMATIVOS APROVADOS NORMATIVOS EM FORMA DE MINUTA 39 VII. ÁREA FINANCEIRA CARTEIRA DE EMPRÉSTIMOS TESOURARIA NORMAS 44 VIII. ÁREA DE CADASTRO CUSTEIO RESGATE DE RESERVA DE POUPANÇA ADESÃO E DESVINCULAÇÃO DE PARTICIPANTES DEMONSTRATIVO DE PARTICIPANTES POR CATEGORIA: ATIVOS, ASSISTIDOS, AUTOFINANCIADOS E BPD ESTATÍSTICA DE POPULAÇÃO SIPC CAP SISTEMA INTEGRADO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR CAPTAÇÃO PREVIC ADEQUAÇÃO DO SISTEMA PREVIDENCIAL PARA CÁLCULO DE DEMANDAS JUDICIAS RECADASTRAMENTO DE PARTICIPANTES ATIVOS IN N.º 26/ SIAPE SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE RH CRIAÇÃO DA RUBRICA DE 13º SALÁRIO ENVIO DO JORNAL VIA CORREIO CÁLCULO DAS RESERVAS MATEMÁTICAS MENSAIS TESTE DE ADERÊNCIA DAS HIPÓTESES ATUARIAIS AVALIAÇÃO ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIOS CONAB SALDAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS CONAB 59 IX. CONCLUSÃO 62 3

4 APRESENTAÇÃO O presente relatório visa atender o que dispõe o item XIX - Artigo 4º do Regimento Interno da Diretoria Executiva do Instituto CONAB de Seguridade Social - CIBRIUS, o qual define, entre outras obrigatoriedades, o envio por parte da referida Diretoria aos Órgãos Estatutários do Instituto, relatório de suas atividades. Diante do exposto, apresentamos as principais e mais relevantes ações realizadas no Instituto, durante o período de janeiro a dezembro de Diretoria Executiva. 4

5 I - ÁREA ADMINISTRATIVA 1. RECURSOS HUMANOS 1.1. Plano de Treinamento A Diretoria Executiva manteve as ações das diretrizes dispostas no Plano Anual de Treinamento do Instituto implantado em abril de 2007 plano este que tem como objetivo o Treinamento & Desenvolvimento do corpo funcional do CIBRIUS buscando assim proporcionar a criação de um ambiente propício ao desenvolvimento humano e profissional do capital intelectual na Entidade. No campo educacional ocorreram as ações de custeio aprovado nos exercícios anteriores, conforme disposto no Quadro I abaixo: Quadro I NOME ÁREA CURSO 2012 Manoel Ribeiro da Silva Administrativa Administração (Graduação) Maura Valéria dos Santos Castro Cadastro Tecnologia em Processos (Graduação) Fernanda de Souza Ferreira Compliance Gestão de Investimentos (Pós Graduação) Renata Marques da Silva Secretaria Português (Pós-Graduação) Denise Valéria dos Santos Secretaria Português (Pós-Graduação) Como se pode verificar no Quadro II a seguir, desde fevereiro de 2006, quando o programa de auxílio educação foi implantado no CIBRIUS, até o mês de dezembro de 2012 ocorreu uma significante elevação do nível de escolaridade, cultural e de conhecimentos dos colaboradores do Instituto: Quadro II 5

6 No campo de segurança do trabalho em atendimento o que dispõe o item da NR-5 do Ministério do Trabalho - MTE, a qual dispõe a necessidade da empresa ter um responsável pelo cumprimento da referida norma, objetivando a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde dos colaboradores. Nesse âmbito entre os dias 27 a 31 de agosto de 2012 o empregado Manoel Ribeiro da Silva participou o Curso de Prevenção de Acidentes de Trabalho para Membro da CIPA, o qual foi ministrado por instrutores da CONAB no Centro de Treinamento do Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos CDRH da CONAB, sito no SIA Quadra 62 C Lote Capacitação e Seleção (Admissão) De forma a proporcionar a reestruturação do quadro de pessoal do Instituto, foram realizados por meio de empresas especializadas na prestação de serviços de seleção profissional, bem como por processo interno as seguintes contratações dispostos no quadro III abaixo: Quadro III NOME ÁREA ADMISSÃO 2012 Michelle Pacheco de Oliveira Área Administrativa 01/02/2012 Fernando de Souza Caldas Área de Investimentos 02/07/2012 Hugo Emanuel Fávaro de Carvalho Área de Investimentos 03/12/2012 Em 2012, por meio da empresa Labor Seleção e Treinamento de Pessoal Ltda., empresa especializada na prestação de serviços de seleção profissional, realizaram-se as seguintes contratações: a) de 01 (uma) Analista Administrativo para preencher a vaga aberta com o desligamento de um empregado da Área Administrativa e de 01 (um) Analista de Investimentos para a Área de Investimentos. 6

7 Além disso, foram selecionadas 02 (duas) estagiárias por meio do CIEE Ludmila Amável Monteiro e Natalia Rodrigues Fiorindo para colaborar com os trabalhos desenvolvidos pela Área Administrativa e Área Jurídica, respectivamente. 1.3 Desligamento Em 2012 ocorreu o desligamento dos colaboradores, Reginaldo Rodrigues de Magalhães (Analista Administrativo 02/01/2012) e Ronaldo Cosentino Goulart Rocha (Operador de Mercado 03/12/2012) Organograma Em função da alteração do Regimento Interno da Diretoria Executiva, aprovado em 31/05/2012 na 5ª Ata da Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, ocorreu à transferência das Áreas Administrativa e Informática, até então vinculadas à Diretoria Financeira para a alçada da Superintendência do Instituto, sendo aprovado novo organograma após a alteração. 7

8 2. IMÓVEIS No ano de 2012, em cumprimento a Instrução Normativa/SPC n.º 34, de 24 de setembro de 2009 a qual dispõe quanto à obrigação das Entidades Fechadas de Previdência Complementar realizarem avaliações imobiliárias pelo menos a cada três anos e mediante a solicitação constante - CT N.º 01/2012 da Área de Compliance do Instituto, a Área Administrativa realizou cotação para os serviços de reavaliação dos imóveis SCLN 307 Bloco B Lojas 37/39/59/65 e 69 Brasília/DF, Edifício Garvey Park Hotel Lojas 142/150 e Shopping Conjunto Nacional de Brasília (CNB) Brasília/DF. Segue abaixo resumo dos valores de mercado obtidos após as avaliações: SCLN 307 Bloco B Lojas 37/39/59/65 e 69 Brasília/DF 2012 LOJA VALOR TOTAL TERRENO CONSTRUÇÃO 37 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 39 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 59 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 65 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 69 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Edifício Garvey Park Hotel Lojas 142/150 Brasília/DF 2012 LOJA VALOR TOTAL TERRENO CONSTRUÇÃO T-142 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 T-150 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Shopping Conjunto Nacional de Brasília (CNB) Brasília/DF PARTICIPAÇÃO VALOR TOTAL TERRENO CONSTRUÇÃO 3% R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Diante do exposto, foram realizadas as seguintes ações: a) Imóvel SIA: Houve uma repactuação no valor do aluguel mensal, passando de R$ 6.697,00 (seis mil, seiscentos e noventa e sete reais) para R$ 8.000,00 (oito mil reais) a partir de 15/08/2012, utilizando-se o índice de reajuste INPC (IBGE); b) Imóvel Edifício Garvey Park Hotel/Lojas 142 e 150: Houve uma repactuação no valor do aluguel mensal de cada loja, passando de R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) para R$ 770,00 (setecentos reais) a partir de 10/05/2012, utilizando-se o índice de reajuste IGPM (FGV); c) Imóvel Sede/CIBRIUS: Houve uma 8

9 repactuação no valor do aluguel mensal da Academia Dalmo Ribeiro passando de R$ ,00 (vinte mil, duzentos e oitenta e oito reais) para R$ ,29 (vinte e dois mil, trezentos e vinte três reais e vinte e nove centavos) a partir de 01/06/2012, utilizando-se o índice de reajuste INPC (IBGE); d) Imóvel SCLN 307/Lojas 37/39: Houve uma repactuação no valor do aluguel mensal, passando de R$ 2.420,00 (dois mil, quatrocentos e vinte reais) para R$ 2.602,06 (dois mil, seiscentos e dois reais e seis centavos) a partir de 10/11/2012, utilizando-se o índice de reajuste IGPM (FGV); e) Imóvel SCLN 307/Lojas 59: Houve uma repactuação no valor do aluguel mensal, passando de R$ 1.000,00 (mil reais) para R$ 1.210,00 (mil duzentos e dez reais) a partir de 01/11/2012, utilizando-se o índice de reajuste IGPM (FGV); f) Imóvel SCLN 307/Loja 65: Houve uma repactuação no valor do aluguel mensal, passando de R$ 609,98 (seiscentos e nove reais e noventa e oito centavos) para R$ 990,00 (novecentos reais), a partir de 20/09/2012, utilizando-se o índice de reajuste IGPM (FGV); g) Imóvel SCLN 307/Loja 69: Houve celebração de novo contrato em 01/03/2012 pactuando o valor do aluguel mensal em R$ 900,00 (novecentos reais). Além disso, em 05/09/2012 houve celebração do Termo de Confissão de Dívida referente inadimplência da locatária Luciana Araújo Tada no valor total de R$ ,90 (quatorze mil, sessenta e três reais e noventa centavos) que está sendo pago em 10 (dez) parcelas iguais. Considerando que os valores dos aluguéis estão em conformidade com o praticado do mercado imobiliário de Brasília, ficou definido que a SPR manteria os controles de acompanhamento dos valores praticados e qualquer mudança no mercado os gestores analisariam novos parâmetros de aplicação ou não de reajustes nos aluguéis. Com relação ao Edifício Centro Século XXI, as unidades 2301/2401 se encontram alugadas para o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, respectivamente. Com relação às demais unidades (304/402/404/502/504), estas estão alugadas para o Grupo ExxoMobil, restando apenas a locação das Lojas 02, 03 e 05, as quais encontram-se sob novo plano estratégico de comercialização, conforme informações do Diretor de Comercialização de Imóveis da mencionada administradora, que vem envidando todos os esforços para locação das referidas unidades. 9

10 Rentabilidade Anual da Carteira de Imóveis X Exigível Atuarial Imóvel Exigível Rentabilidade Resultado Atuarial Anual (%) (%) (%) Edifício Centro Século XXI 3,70 6,32-2,62 59 vagas de garagem -1,91 6,32-8,23 Loja n 2-6,20 6,32-12,52 Loja n 3-6,62 6,32-12,94 Loja n 5-9,87 6,32-16,19 Unidade ,40 6,32 0,08 Unidade ,61 6,32 0,29 Unidade 304 3,71 6,32-2,61 Unidade 402 0,49 6,32-5,83 Unidade 404 0,48 6,32-5,84 Unidade 502 3,72 6,32-2,60 Unidade 504 3,71 6,32-2,61 Edifício CIBRIUS 5,25 6,32-1,07 Edíficio Sede 4,03 6,32-2,29 Academia Dalmo Ribeiro 7,73 6,32 1,41 SCLN ,82 6,32 141,50 Loja n ,08 6,32 148,76 Loja n ,54 6,32 151,22 Loja n ,46 6,32 139,14 Loja n ,39 6,32 134,07 Loja n ,61 6,32 138,29 Edifício SIA/SUL 2,57 6,32-3,75 Edifício Garvey Park Hotel 59,43 6,32 53,11 Loja n ,55 6,32 83,23 Loja n ,56 6,32 25,24 Shopping CNB 84,44 6,32 78,12 10

11 3. CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS Em 25 de junho de 2012 foi contratada a empresa GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES que teve como objeto a prestação de serviços de Auditoria Independente: Gestão de Investimentos, Contábil, Atuarial, Reserva de Poupança e Cadastro, Benefício, Empréstimo, Administrativo e outros. Em 15 de outubro de 2012 foi contratada a empresa ADITUS CONSULTORIA FINANCEIRA LTDA que teve como objeto a prestação de serviços de Acompanhamento da Política de Investimentos para o Plano de Benefícios Definido e a Elaboração de Estudo de Macro-Alocação de Ativos (Asset Liability Management) para o Plano de Benefícios Definido (os Serviços"), sendo rescindido o contrato com a empresa Risk Office. 4. COMUNICAÇÃO A Diretoria Executiva deu continuidade ao trabalho de divulgação juntamente com empresa especializada para prestação de serviços jornalísticos para confecção de JORNAL CIBRIUS NOTÍCIAS, os quais foram distribuídos a todos empregados participantes, bem como para os assistidos. O referido jornal teve como projeto editorial os seguintes temas: Justificativas e Objetivos: reformulação do informativo institucional; Editorial: espaço destinado às considerações da Diretoria ou da equipe CIBRIUS; De olho no CIBRIUS: para o participante acompanhar as ações, eventos, benefícios oferecidos e transformações ocorridas no CIBRIUS; Conectado: para remeter a ideia de manter o leitor ligado no site; Na ponta do lápis: apresentar dados numéricos do CIBRIUS; Curtas: matérias curtas que tenham necessidade de continuidade nas próximas edições; Boas práticas, bons resultados: espaço reservado para apresentar estratégias e ações implementadas no CIBRIUS; e Atualidades: deixar o leitor informado de todas as legislações e inovações ocorridas no setor de previdência complementar. 11

12 Em 2012 a Diretoria Executiva do Instituto deu continuidade ainda a produção gráfica e editorial do Boletim Mensal denominado CIBRIUS EM FOCO que tem como ponto estratégico aprimorar o relacionamento interno e estabelecer canais eficientes de comunicação com os participantes do CIBRIUS com o objetivo principal de deixar os participantes atualizados de todas as ações da Diretoria Executiva, no que diz respeito às reuniões, encontros com órgãos reguladores do setor, processos judiciais, insuficiências atuariais 12

13 e outros assuntos em pauta durante o mês. Dessa forma, a informação pode ser disseminada para todos os participantes e assistidos, permitindo assim, que as ações do CIBRIUS em prol do interesse de seu público se tornem cada vez mais sólidas, firmes e transparentes. Ao longo do ano de 2012 muitas ações foram aprovadas para aprimorar a comunicação institucional; trazer os participantes e assistidos para mais perto da Entidade e torná-los cada vezes mais conhecedores de como é administrado o seu investimento. 5. AQUISIÇÃO DE BENS Considerando que a maioria das cadeiras do Instituto possuía em média 15 (quinze) anos de uso e já não possuíam mais regulagem e espuma nos encostos e assentos e considerando o que recomenda a Norma Regulamentadora n.º 17 do Ministério do Trabalho a qual estabelece parâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho, em 16/04/2012 foram adquiridas cadeiras estofadas giratórias para todos os colaboradores, proporcionando melhores condições de trabalho. Além disso, foram adquiridos outros móveis tendo em vista novas contratações de colaboradores/estagiários, dentre outros bens descritos abaixo. 13

14 Ref. CIBRIUS - INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL CADASTRO DOS BENS DO PATRIMÔNIO Data da Valor da Descrição Compra Compra Lotação 1467 MESA EM "L" COR ARGILA 28/03/ ,40 AREA DE INVESTIMENTOS 1468 GAVETEIRO VOLANTE 04 GAVETAS COR ARGILA 28/03/ ,98 AREA DE INVESTIMENTOS 1469 CADEIRA GIRATORIA MEDIA E AÇO FLEXFORM COR PRETA 28/03/ ,57 AREA DE INVESTIMENTOS 1470 COND DE AR DE JANELA SILENTIA 21K BTUS 220V 23/03/ ,00 AREA JURIDICA 1471 FORNO MICROONDAS MEF41 31L BC 220V 12/04/ ,00 COPA/INSTITUTO 1472 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA ADMINISTRATIVA 1473 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA ADMINISTRATIVA 1474 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA ADMINISTRATIVA 1475 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA ADMINISTRATIVA 1476 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA ADMINISTRATIVA 1477 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 SUPERINTENDENCIA 1478 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 SUPERINTENDENCIA 1479 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1480 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1481 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1482 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA JURIDICA 1483 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA JURIDICA 1484 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE COMPLIANCE 1485 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE COMPLIANCE 1486 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE COMPLIANCE 1487 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE COMPLIANCE 1488 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE INFORMATICA 1489 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE INFORMATICA 1490 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA FINANCEIRA 1491 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA FINANCEIRA 1492 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA FINANCEIRA 1493 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA FINANCEIRA 1494 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 PROTOCOLO/ARQUIVO 1495 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE CADASTRO 1496 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE CADASTRO 1497 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE CADASTRO 1498 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE CADASTRO 1499 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE BENEFICIOS 1500 CADEIRA GIRATÓRIA MÉDIA MARCA FLEXFORM COR PRETA 16/04/ ,00 AREA DE BENEFICIOS 1501 ARMARIO BAIXO 800X500X740MM COR ARGILA 30/05/ ,28 SUPERINTENDENCIA 1502 MESA RETANGULAR 800X600X730 COR ARGILA 14/06/ ,00 AREA JURIDICA 1503 MESA DE REUNIAO REDONDA 1000X740 COR ARGILA 14/06/ ,00 AREA JURIDICA 1504 MESA EM L 1600X1200X740 COR ARGILA 06/07/ ,40 AREA DE INVESTIMENTOS 1505 GAVETEIRO VOLANTE 4 GAVETAS 400X550X600 ARGILA 06/07/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1506 COND AR DE JANELA SILENTIA 21K BTUS 220V C/CONTROL 13/09/ ,00 AREA DE INFORMATICA 1507 MESA REDONDA MARCA ALFAMOB COR ARGILA 1,00x0,75 03/10/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1508 IMPRESSORA LASER 21PPM E COPIADORA 22/10/ ,00 AREA DE INVESTIMENTOS 1509 CALCULADORA DE MESA MARCA COPIATIC C/ VISOR/FITA 21/11/ ,60 AREA ADMINISTRATIVA 1510 CALCULADORA DE MESA MARCA COPIATIC C/ VISOR/FITA 21/11/ ,60 AREA DE CADASTRO 14

15 6. NORMAS Dando continuidade aos serviços de normalização de alguns procedimentos operacionais e administrativos de forma a atender a resolução CGPC n.º 13/2004, foram aprovados os seguintes normativos: Norma de Aplicação em Renda Fixa 30/10/2012; Norma de Aplicação em Renda Variável 30/10/2012; Norma de Boletagem Eletrônica 30/10/2012; Manual de Normas e Procedimentos Administrativos 26/07/2012. No exercício de 2012 foram revisados os seguintes normativos: Norma de cálculo da Joia Atuarial 26/04/2012; Norma para Concessão e Cobrança de Empréstimo Pessoal Simples 30/08/2012; Norma Para Concessão de Empréstimo Pessoal Emergencial 30/08/2012; Norma de Assistência Médica e Odontológica 31/05/2012; Norma Regulamentar de Aquisição de Bens e Contratação de Serviços e Correlatos 31/05/2012; Código de Ética Cibrius 26/07/2012; Manual de Governança Corporativa 29/11/2012; Regimento Interno da Diretoria Executiva 30/08/ ALIENAÇÃO DE ATIVO PERMANENTE 7.1. Bem lotados na Sala de Manutenção/Depósito do Instituto Considerando que existiam alguns bens adquiridos há cerca de 25 (vinte e cinco) anos e, inclusive, na condição de obsoletos e em sua maioria sem qualquer valor contábil, conforme constatação por meio de inventários patrimoniais realizados periodicamente nos últimos exercícios. E após a confecção de relatório físico e financeiro emitido pela área para a Diretoria Executiva, foi autorizado em 29 de março de 2011 a alienação desses bens, os quais foram alienados por leiloeira pública, em Leilão Público no dia 13 de agosto de O Instituto arrecadou o valor líquido de R$ 816,00 (oitocentos e dezesseis reais). 15

16 8. HOMENAGENS Em 24 de abril de 2012, o CIBRIUS inaugurou uma nova sala, no segundo andar do edifício Sede do Instituto destinada às reuniões periódicas realizadas pelos Conselhos Deliberativo e Fiscal. A sala recebeu o nome de José Fernandes de Farias - ex-presidente da ASNAB e membro do Conselho Deliberativo do CIBRIUS, falecido em outubro de antes. Na oportunidade, também foi homenageado o Sr. Renato Pereira, falecido um mês As famílias de ambos estiveram presentes na cerimônia. Os pronunciamentos ressaltaram a relevante contribuição de Farias e Renato à história do CIBRIUS, bem como a determinação do atual corpo diretivo em dar continuidade à luta pelos direitos dos trabalhadores ativos e inativos da CONAB, para garantir-lhes uma aposentadoria justa, digna e tranquila. 16

17 II. ÁREA DE INFORMÁTICA 1. SOFTWARE Em fevereiro de 2012 o atual equipamento (servidor) começou a apresentar uma série de problemas em suas configurações e serviços, problemas estes que impossibilitam os serviços de rede se tornar confiável, pois não existe redundância (duplicação de serviços). No dia 09 de fevereiro uma pane no servidor ocasionou a parada dos serviços de rede por aproximadamente 1 dia e meio. Foi contratada uma consultoria em segurança de rede que diagnosticou a necessidade de migração dos serviços de gerenciamento da rede da entidade. Tal migração (mudança de servidor com serviços instalados que rodam na rede para outro servidor) se faz necessária tendo em vista os problemas apresentados no servidor que possui estes serviços atualmente, como mencionado acima. Dessa forma foram realizados por meio de empresas especializadas na prestação de serviços, as seguintes aquisições, conforme dispostos no Quadro IV: Quadro IV ITEM MATERIAL/SERVIÇO QTDE ÁREA 01 Licença de acesso Microsoft Windows Server 2008 Standart R2 45 Rede de computadores 02 Microsoft Windows Server 2008 Standart R2 01 Rede de computadores 03 Microsoft Exchange Standart Server Rede de computadores 04 Licenças de acesso Microsoft Exchange Server Rede de computadores 05 Licenças de acesso Microsoft SQL Server 2008 R2 05 Rede de computadores 06 Licenças antivírus 40 Rede de computadores 2. MATERIAL/SERVIÇOS PARA A REDE DE COMPUTADORES Paralelamente a compra dos softwares necessários para o serviço de migração, foi contratada empresa especializada através de carta convite para o serviço de cabeamento estruturado de toda a entidade para correção de problemas de conexão além de atualização dos cabos antigos utilizados. Os Serviços contratados bem como as quantidades encontram-se no Quadro V abaixo: 17

18 Quadro V Item Descrição Quantidade 01 Instalação ponto de rede, cabo UTP CAT. 5e. 48 pontos 02 Certificação do cabeamento. 48 pontos 03 Instalação de infraestrutura com canaletas apropriadas para passagem do cabeamento. 325 m 04 Retirada cabeamento antigo LINK DE INTERNET Foi contratado aumento do atual link com velocidade de 02MB para uma velocidade de 05MB a fim de atender a demanda interna, bem como, a demanda advinda da utilização de sistema para cálculo de novo plano de benefícios. Paralelamente foi contratado um link redundante de internet ADSL de 10MB de outra operadora caso haja interrupção do link principal, preservando a comunicação em caso de pane e servindo de rede wi fi paralelamente. Instalação de infraestrutura para passagem de fibra óptica internet do subsolo onde se encontra o DG para sala informática 2º andar. 4. HARDWARE Em face de contratações de novos empregados e a necessidade de atualização do parque tecnológico da Entidade, a Diretoria, juntamente com os técnicos da Área de Informática, realizaram um minucioso estudo e decidiu pela realização de significativas mudanças de forma a melhorar tanto a desempenho como a padronização dos equipamentos de informática do CIBRIUS, as quais podemos destacar no Quadro VI as seguintes aquisições: Quadro VI ITEM EQUIPAMENTO QTDE ÁREA AQUISIÇÃO 01 Microcomputador DELL, modelo Optiflex 390, Área de 01 processador Intel core I3, 04 GB de Memória. Investimentos 25/01/ Projetor Epson POWERLITE. 01 Sala de reunião 15/03/ HD servidor redundante. 02 Informática 29/05/ Microcomputador DELL, modelo Optiflex 390, Tesouraria / 02 processador Intel core I3, 04 GB de Memória. Informática 15/02/ Componentes para servidor de câmeras (processador, placa mãe, fonte e memória). 01 Informática 11/06/ Impressora Multi funcional. 01 Investimentos 22/10/

19 Lembramos que independente das ações relatadas acima vale ressaltar que diariamente a equipe de informática está desenvolvendo trabalhos relacionados ao atendimento de suporte tanto de hardware como de software, atualizando e implantando novas sistemáticas nos aplicativos utilizados internamente pelo Instituto. III. ÁREA JURÍDICA A área jurídica do Instituto é um órgão técnico de cooperação, assessoramento e consultoria da Diretoria Executiva, prestando, da mesma maneira, esclarecimentos e assessoramento aos Órgãos Colegiados do CIBRIUS. Nessa condição de assessoramento são repassadas à área jurídica as matérias relacionadas às interpretações de assuntos legais, especialmente aqueles questionamentos ligados à legislação de previdência complementar, além de questões no âmbito administrativo, financeiro e de investimentos da Entidade. Portanto, compete à área jurídica orientar e opinar quanto às matérias que lhe são apresentadas, além de participar, através de seu Chefe, de reuniões, quando convocada, emitir parecer às consultas que lhe forem encaminhadas, colaborando com as demais áreas da Entidade, esclarecendo os aspectos legais de todas as matérias onde existam dúvidas de origem legal. Já no âmbito contencioso, a área jurídica vem defendendo os interesses da Entidade nos processos em que o CIBRIUS figura como autor e réu, sendo certo que existe um programa de controle dos processos judiciais. Existem algumas reclamações trabalhistas, todavia com objeto de pedir vinculado ao pagamento de reserva de poupança e benefício a ex-empregados da Conab, destacando-se que a Entidade foi vencedora em todas as demandas, com trânsito em julgado se operando em sua maioria, o que representou grande vitória para o CIBRIUS. Nos demais processos envolvendo a Entidade, temos aqueles vinculados a pedidos de recuperação de ativos, ressaltando a procedência do pedido em face da PRATA, WIEST e HIKARU SUSHI neste período. 19

20 Aqueles processos envolvendo o pedido de substituição do índice de correção dos benefícios complementares pagos aos assistidos da TR para o INPC representam para a Entidade a maioria das ações, onde já obtivemos êxito, com trânsito em julgado, em 70% delas. As demais demandas enfrentadas pelo CIBRIUS se dividem em ações de cobrança movida em face de participantes para quitação de empréstimos, pedidos de revisão de benefícios e reclamações de anistiados, estas últimas processadas junto as Varas Trabalhistas de Salvador, com todas as decisões, até o momento, favoráveis a Entidade. Dos demais processos, o de maior interesse para o CIBRIUS se baseia na AÇÃO ORDINÁRIA DE RECONHECIMENTO E COBRANÇA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA em face da Conab, visando à cobrança das insuficiências atuarias de responsabilidade da Patrocinadora. Esta ação não pede a mudança do índice de correção do plano da TR para o INPC e abarca, apenas, o chamado serviço passado. A ação foi distribuída perante a 3ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, sob o nº , com sentença de procedência. A CONAB apelou da decisão e teve julgada sua apelação em junho de 2011, quando a 6ª Turma do TRF/1ª Região houve por bem em dar parcial provimento ao recurso da Patrocinadora. Foram interpostos pelo CIBRIUS Recurso Especial, dirigido ao STJ e Recurso Extraordinário dirigido ao STF, que aguardam julgamento. Este processo tem o patrocínio atual do escritório RIBEIRO & RIBEIRO ADVOGADOS, representado pelo advogado Marcelo Ribeiro, em substituição ao advogado contratado inicialmente para a condução da demanda, Dr. Leonel de Castro, já falecido. Portanto, a atuação estratégica da área jurídica, sempre de forma proativa e inovadora, contando com o apoio incondicional da Diretoria Executiva do CIBRIUS e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, é fator primordial para o enfrentamento e defesa da Entidade. 1. CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS Importante destacar que na esfera da tecnologia foram alocados recursos necessários ao controle e segurança das atividades, com a aquisição de software de relatório de processos, denominado SOFTJUS, após a assinatura partir de 01 de novembro de 2009, junto à 20

21 empresa Consciência Informática Ltda., que tem com objeto a prestação de serviços das seguintes funções e módulos: AGENDA Controle de compromissos entre pessoas que possuem em comum relação com ação judicial; ACOMPANHAMENTO DE PROCESSO Acompanhamento e alimentação de andamentos judiciais dos principais tribunais do país. TAREFAS Controle de tarefa associada a ação judicial; Ficha de Acompanhamento de Processo; Ficha de Acompanhamento do Cliente; Cadastro de Cliente; Cadastro de Usuário; Envio de Tarefas por ; Relatórios Diversos; Senha criptografada; Gestor de Alimentação Processo Digitalizado. 21

22 Com este investimento a área jurídica terá gestão cada vez mais eficiente, evoluindo para uma atuação preventiva e mapeamento preciso do risco jurídico, o que atenderá, de forma precisa, as constantes cobranças contidas nas Resoluções da PREVIC. Por derradeiro, insta destacar que outra atividade desenvolvida pela Área Jurídica da Entidade é a assessoria a questões ligadas a criação do novo plano de benefícios e saldamento do atual. Todas as premissas, inclusive respeito ao contrato pactuado são analisadas, evitando-se prejuízo para as partes envolvidas neste processo: CIBRIUS, PARTICIPANTE e PATROCINADORA. Para finalizar, a atuação corretiva e preventiva junto às demais áreas da Entidade, buscando resultados positivos através de uma atuação em conjunto com estes setores, atuando a Área Jurídica como facilitadora do objetivo fim do CIBRIUS que são seus participantes. VI. ÁREA DE BENEFÍCIOS 1. PRINCIPAIS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS As principais atividades desenvolvidas na gestão da Diretoria Executiva na Área de Benefícios do CIBRIUS foram para atender as regras e boas práticas de governança e aos princípios de controles internos do Instituto, conforme discriminação abaixo: Auditoria das Concessões de Benefícios; Desenvolvimento das ferramentas para auxílio da conferência da Folha de Benefícios; Desenvolvimento das ferramentas para emissão dos pagamentos de benefícios à Tesouraria; Melhorias nos formulários de solicitação de benefícios no site CIBRIUS; Continuidade na digitalização dos processos de concessão de benefícios dos assistidos e beneficiários do CIBRIUS; e Recadastramento de Pensionistas em O Quadro VII demonstra o quantitativo de benefícios concedidos no período de janeiro a dezembro de 2012 aos participantes da Entidade: 22

23 Quadro VII BENEFÍCIOS CONCEDIDOS Benefício Diferido 0 Pensão por Morte 25 Pecúlio por Morte 28 Auxílio-doença 22 Tempo de Contribuição 1 Invalidez 4 Idade 1 No Quadro VIII é demonstrado o total de benefícios pagos por mês, levando em consideração o período de janeiro a dezembro de 2012: Quadro VIII 2012 Janeiro ,13 Fevereiro ,47 Março ,72 Abril ,24 Maio ,46 Junho ,14 Julho ,33 Agosto ,08 Setembro ,86 Outubro ,26 Novembro ,16 Dezembro ,00 Abono Anual ,69 Total: ,54 V. ÁREA DE INVESTIMENTOS 1. MACROECONOMIA 2012 No primeiro trimestre de 2012 o Ibovespa chegou a apresentar ganhos de 20,51%. Todavia a situação econômica internacional mostrou fragilidade, fazendo com que a bolsa 23

24 brasileira invertesse sua trajetória marcando a mínima do ano em ( pontos). Amargando com isso, perdas de 7,53%. Ao final do período observou-se uma recuperação que fez com que o índice finaliza-se o ano de 2012 com valorização de 7,4%. No cenário internacional, a crise enfrentada na Europa foi o principal destaque do ano. Grécia, Itália e Espanha foram pressionadas a sair da zona de conforto e terão que realizar mudanças consistentes em suas respectivas economias. A Alemanha destacou-se como a grande articuladora da União Europeia e responsável pela condução do processo de restabelecimento da estabilidade. A China também perdeu força e teve uma redução significativa no crescimento econômico. Por fim, o EUA que iniciou 2012 mostrando sinais de melhoria. No final do ano, a economia Americana chamou atenção em função da expectativa de um abismo fiscal, que pode ter impactado negativamente a recuperação econômica. No Brasil, o Governo manteve a política de redução da taxa de juros e controle do câmbio. Contudo o grande destaque foi a influência direta do Governo em setores econômicos relevantes como: o setor bancário e o setor elétrico. Grandes Bancos e Elétricas tiveram que se movimentar rapidamente e terão que continuar agindo para se adaptar ao novo cenário que foi estabelecido. Para o ano que se inicia a demora em se estabelecer os acordos políticos internacionais podem continuar prejudicando a economia internacional. 2. COMPORTAMENTO DA BOLSA DE VALORES NO EXERCÍCIO DE 2012 A bolsa de valores brasileira acumulou em 2012 uma valorização 7,4%, conforme pode ser observado no gráfico abaixo: 24

25 3. COMPORTAMENTO DA SELIC META NO EXERCÍCIO DE SEGMENTOS DE APLICAÇÕES 5. APLICAÇÕES REALIZADAS NO SEGMENTO DE RENDA FIXA 5.1. Plano de Benefício Definido Data Ativo Financeiro R$ 04/01/2012 FI BB Institucional Federal ,00 07/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 07/02/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 08/02/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 08/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 16/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 16/02/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 25

26 Data Ativo Financeiro R$ 29/02/2012 NTN-B ,61 29/02/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 06/03/2012 FI Itaú Inst. RF Inflação FICFI ,00 12/03/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 15/03/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 16/03/2012 Debênture ,89 10/04/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 17/04/2012 FI Itaú Inst. RF Inflação FICFI ,00 25/04/2012 NTN-B ,32 03/05/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 07/05/2012 FI BB Institucional Federal ,00 09/05/2012 FI BB Institucional Federal ,00 16/05/2012 FI BB Institucional Federal ,00 18/05/2012 NTN-B ,06 21/05/2012 FI Itaú Inst. RF Inflação FICFI ,00 21/05/2012 FI HSBC Regimes de Previdência ,00 11/06/2012 FI BB Institucional Federal ,00 11/06/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 13/06/2012 FI BB Institucional Federal ,00 20/06/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 05/07/2012 FI BB Institucional Federal ,00 09/07/2012 FI BB Institucional Federal ,00 17/07/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 25/07/2012 NTN-B ,77 01/08/2012 FI BB Institucional Federal ,00 06/08/2012 FI BB Institucional Federal ,00 16/08/2012 FI BB Institucional Federal ,00 16/08/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 16/08/2012 LFS ,00 17/08/2012 DPGE ,00 29/08/2012 NTN-B ,32 31/08/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 06/09/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 11/09/2012 FI BB Institucional Federal ,00 13/09/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 17/09/2012 FI BB Institucional Federal ,00 02/10/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 03/10/2012 FI BB Institucional Federal ,00 05/10/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 06/11/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 19/11/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 28/11/2012 FI BRB FICFI RF Público 300 Mil ,00 06/12/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 26

27 Data Ativo Financeiro R$ 17/12/2012 FI BB Institucional Federal ,00 19/12/2012 FI HSBC Regimes de Previdência ,78 19/12/2012 FI Votorantim Allocation ,45 19/12/2012 FI BTG Pactual RF IPCA ,77 19/12/2012 FI Icatu Vanguarda ,00 27/12/2012 FI Institucional Active Fix IB , Plano de Gestão Administrativa Data Ativo Financeiro R$ 16/05/2012 FI BB Institucional ,00 18/05/2012 NTN-B ,37 21/05/2012 FI BB Institucional ,00 21/05/2012 FI Itaú Inst. RF Inflação FICFI ,00 21/05/2012 FI HSBC Regimes de Previdência ,00 17/08/2012 FI HSBC Títulos Públicos ,51 20/08/2012 FI Itaú Soberano ,43 21/11/2012 FI BB Institucional ,00 6. RESGATES REALIZADOS NO SEGMENTO DE RENDA FIXA 6.1. Plano de Benefício Definido Data Ativo Financeiro R$ 18/05/2012 DPGE ,32 18/05/2012 NTN-B ,37 11/06/2012 DPGE ,68 17/07/2012 DPGE ,28 15/08/2012 NTN-B ,53 01/10/2012 DPGE ,89 02/10/2012 DPGE ,40 03/01/2012 FI BB Institucional Federal ,00 06/01/2012 FI BB Institucional Federal ,00 11/01/2012 FI BB Institucional Federal ,00 02/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 13/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 23/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 29/02/2012 FI BB Institucional Federal ,00 21/03/2012 FI BB Institucional Federal ,00 29/03/2012 FI BB Institucional Federal ,00 02/04/2012 FI BB Institucional Federal ,00 17/04/2012 FI BB Institucional Federal ,00 24/04/2012 FI BB Institucional Federal ,00 04/06/2012 FI BB Institucional Federal ,00 27

28 Data Ativo Financeiro R$ 26/06/2012 FI BB Institucional Federal ,00 24/07/2012 FI BB Institucional Federal ,00 17/08/2012 FI BB Institucional Federal ,00 08/11/2012 FI BB Institucional Federal ,00 04/12/2012 FI BB Institucional Federal ,00 12/12/2012 FI BB Institucional Federal ,00 19/12/2012 FI BB Institucional Federal ,00 06/03/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 03/04/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 17/04/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 24/04/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 11/05/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 25/06/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 28/06/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 24/07/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 14/08/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 17/08/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 28/08/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 04/09/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 19/12/2012 FI Institucional Active Fix IB ,00 11/05/2012 FI Fator Ações Institucional ,10 16/03/2012 Comanche Clean Energy ,89 26/11/2012 FI Itaú Institucional Inflação ,00 26/11/2012 FI HSBC Regimes de Previdência , Plano de Gestão Administrativa Data Ativo Financeiro R$ 15/05/2012 NTN-B ,46 18/05/2012 NTN-B ,06 16/11/2012 NTN-B ,19 04/01/2012 FI BB Institucional ,00 17/01/2012 FI BB Institucional ,00 02/02/2012 FI BB Institucional ,00 21/03/2012 FI BB Institucional ,85 02/04/2012 FI BB Institucional ,00 28/05/2012 FI BB Institucional ,00 02/07/2012 FI BB Institucional ,00 16/08/2012 FI HSBC Regimes de Previdência ,51 28/08/2012 FI BB Institucional ,00 03/10/2012 FI BB Institucional ,00 28/11/2012 FI BB Institucional ,00 04/12/2012 FI BB Institucional ,00 17/08/2012 FI Itaú Institucional Inflação ,43 28

29 7. VENDAS REALIZADAS NO SEGMENTO DE RENDA VARIÁVEL 7.1. Plano de Benefício Definido Data Ativo Financeiro R$ 03/04/2012 Itaú RPI ações ibovespa ativo ,00 11/05/2012 Fator Prisma inst. FIC FIA ,10 28/11/2012 BTG Pactual absoluto inst. FIA ,00 29/11/2012 JGP institucional FIA ,00 8. RECEBIMENTOS DO SEGMENTO DE RENDA FIXA 8.1. Plano de Benefício Definido Ação- Código /Tipo Data Financeiro (R$) MRVE ON 10/01/ ,00 BRML ON 15/02/ ,00 MRVE ON 15/02/ ,00 CIEL ON 17/02/ ,00 BRFS ON 17/02/ ,00 AMBV PN 24/02/ ,00 BRML ON 29/02/ ,00 BRFS ON 29/02/ ,00 BRML ON 06/03/ ,00 BVMF ON 09/03/ ,00 CMIG ON 10/04/ ,80 CTAX PN 10/04/ ,00 CESP PNB 17/04/ ,00 AMBV PN 17/04/ ,00 SBSP ON 19/04/ ,00 EBTP ON 19/04/ ,5 CTAX ON 19/04/ ,00 CESP PNB 20/04/ ,00 ENGI UNIT 20/04/ ,00 BRFS ON 25/04/ ,00 CIEL ON 25/04/ ,00 CIEL ON 26/04/ ,00 ENGI UNIT 09/05/ ,00 BRML ON 19/06/ ,00 CIEL ON 27/06/ ,00 CIEL ON 28/06/ ,00 BRML ON 27/07/ ,00 BVMF ON 30/07/ ,00 BBDC PN 13/08/ ,00 ENGI UNIT 22/08/ ,00 29

30 Ação- Código /Tipo Data Financeiro (R$) ENGI UNIT 23/08/ ,00 ENGI UNIT 24/08/ ,00 ENGI UNIT 28/08/ ,00 ENGI UNIT 29/08/ ,00 ENGI UNIT 30/08/ ,00 ENGI UNIT 31/08/ ,00 ENGI UNIT 10/09/ ,00 9. RECEBIMENTOS DO SEGMENTO DE RENDA FIXA 9.1. Plano de Benefício Definido Data Ativo Recebimento Financeiro R$ 18/01/2012 FII Memorial Office Rendimento ,30 17/02/2012 FII Memorial Office Rendimento ,30 19/03/2012 FII Memorial Office Rendimento ,18 19/04/2012 FII Memorial Office Rendimento ,65 17/05/2012 FII Memorial Office Rendimento ,65 19/06/2012 FII Memorial Office Rendimento ,00 18/07/2012 FII Memorial Office Rendimento ,80 17/08/2012 FII Memorial Office Rendimento ,00 19/09/2012 FII Memorial Office Rendimento ,00 17/10/2012 FII Memorial Office Rendimento ,00 21/11/2012 FII Memorial Office Rendimento ,90 19/12/2012 FII Memorial Office Rendimento ,86 26/01/2012 FII Hermes Rendimento ,56 24/02/2012 FII Hermes Rendimento ,08 23/03/2012 FII Hermes Rendimento ,72 25/04/2012 FII Hermes Rendimento ,40 25/05/2012 FII Hermes Rendimento ,43 25/06/2012 FII Hermes Rendimento ,36 25/07/2012 FII Hermes Rendimento ,18 27/08/2012 FII Hermes Rendimento ,97 25/09/2012 FII Hermes Rendimento ,09 25/10/2012 FII Hermes Rendimento ,86 23/11/2012 FII Hermes Rendimento ,02 24/12/2012 FII Hermes Rendimento ,44 20/06/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,13 16/07/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,88 15/08/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,63 17/09/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,76 16/11/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,88 17/12/2012 FIDC BCSul Verax Amortização ,93 15/02/2012 NTN-B Juros ,33 30

31 Data Ativo Recebimento Financeiro R$ 15/05/2012 NTN-B Juros ,87 15/08/2012 NTN-B Juros ,43 16/11/2012 NTN-B Juros , RECEBIMENTOS NO SEGMENTO DE RENDA VARIÁVEL Plano de Benefício Definido DIVIDENDOS/ JUROS SOBRE CAPITAL Dt. Ref. Ação Tipo Financeiro (R$) 02/01/2012 BBDC PN 1.548,34 02/01/2012 ITUB PN 596,40 02/01/2012 LAME PN 218,70 02/01/2012 VIVT PN 4.017,34 02/01/2012 PETR PN ,00 01/02/2012 BBDC PN 1.548,34 01/02/2012 ITUB PN 596,40 09/02/2012 SBSP ON ,00 13/02/2012 BBDC PN 4.018,75 14/02/2012 WEGE ON 1.400,00 15/02/2012 GGBR PN 2.240,00 01/03/2012 ITSA PN 970,20 01/03/2012 ITUB PN 975,00 01/03/2012 BBDC PN 1.548,34 01/03/2012 AMBV PN ,00 01/03/2012 AMBV PN 5.940,00 01/03/2012 ITSA PN 892,58 01/03/2012 ITUB PN ,00 01/03/2012 ITSA PN 9.343,02 06/03/2012 USIM PNA 3.812,42 08/03/2012 LAME PN 1.390,20 08/03/2012 ENGI UNI ,80 19/03/2012 PETR PN ,00 19/03/2012 PETR ON ,40 20/03/2012 WEGE ON 764,70 29/03/2012 BVMF ON 3.522,58 02/04/2012 BBDC PN 1.703,17 02/04/2012 ITUB PN 975,00 11/04/2012 VIVT PN 7.003,07 11/04/2012 CTAX ON 3.740,39 11/04/2012 CTAX PN 6.389,84 16/04/2012 GETI PN ,41 31

32 Dt. Ref. Ação Tipo Financeiro (R$) 18/04/2012 VALE PNA ,73 26/04/2012 CPLE PNB 7.933,04 27/04/2012 ALLL ON 2.563,93 27/04/2012 CSNA ON ,76 27/04/2012 CMIG ON ,68 27/04/2012 CMIG ON ,68 02/05/2012 BBDC PN 1.703,17 02/05/2012 ITUB PN 975,00 02/05/2012 MRVE ON ,72 02/05/2012 GGBR PN 1.680,00 03/05/2012 GETI PN ,38 10/05/2012 BVMF ON 9.292,91 18/05/2012 ELET PNB ,62 18/05/2012 ELET PNB 3.200,85 28/05/2012 PETR ON ,00 28/05/2012 PETR PN ,00 01/06/2012 BBDC PN 1.703,17 01/06/2012 ITSA PN 1.143,45 01/06/2012 ITUB PN 975,00 01/06/2012 AMBV PN 1.100,00 01/06/2012 AMBV PN 4.708,00 01/06/2012 AMBV PN 2.640,00 18/06/2012 BRFS ON 5.865,53 20/06/2012 BBDC PN ,90 26/06/2012 WEGE ON 764,70 02/07/2012 BBDC PN 2.003,73 02/07/2012 ITUB PN 975,00 24/07/2012 WEGE ON 1.000,00 01/08/2012 BBDC PN 2.003,73 01/08/2012 ITUB PN 975,00 01/08/2012 ITUB PN ,00 02/08/2012 GGBR PN 2.520,00 03/08/2012 GETI PN ,73 09/08/2012 ENGI UNI ,00 09/08/2012 BVMF ON 3.730,78 03/09/2012 ITUB PN 975,00 03/09/2012 ITSA PN 1.143,45 03/09/2012 BBDC PN 1.448,98 01/10/2012 ITUB PN 975,00 01/10/2012 BBDC PN 1.448,98 32

33 Dt. Ref. Ação Tipo Financeiro (R$) 01/10/2012 VALE PNA 233,91 01/10/2012 AMBV PN 9.240,00 01/10/2012 AMBV PN 2.420,00 01/10/2012 LAME PN 12,51 01/10/2012 VALE PNA ,08 01/10/2012 VALE PNA ,17 01/11/2012 GETI PN ,46 01/11/2012 GGBR PN 1.960,00 01/11/2012 ITUB PN 975,00 01/11/2012 VIVT PN 7.312,97 01/11/2012 BBDC PN 1.448,98 20/11/2012 BVMF ON 1.397,97 20/11/2012 BVMF ON 2.037, RENTABILDIADE DA CARTEIRA GERAL x EXIGÍVEL ATUARIAL Plano Benefício Definido Mês/Ano Rentabilidade (%) Exigível Atuarial (%) Resultado (%) jan/12 1,4 0,57 0,83 fev/12 1,17 0,49 0,68 mar/12 2,02 0,59 1,42 abr/12 2,15 0,51 1,63 mai/12 0,49 0,53-0,04 jun/12 0,78 0,49 0,29 jul/12 1,28 0,5 0,77 ago/12 1,37 0,5 0,87 set/12 1,31 0,49 0,82 out/12 1,44 0,49 0,94 nov/12 0,68 0,49 0,19 dez/12 1,53 0,49 1,04 Acumulado 16,76 6,32 9,84 33

34 Rentabilidade da Carteira Geral x Exigível Atuarial Plano de Gestão Administrativa Mês/Ano Rentabilidade (%) Exigível Atuarial (%) Resultado (%) jan/12 1,25 0,57 0,68 fev/12 1,1 0,49 0,61 mar/12 1,2 0,59 0,61 abr/12 0,99 0,51 0,48 mai/12 0,39 0,53-0,14 jun/12 0,41 0,49-0,08 jul/12 1,51 0,5 1,01 ago/12 0,91 0,5 0,41 set/12 0,78 0,49 0,29 out/12 0,96 0,49 0,47 nov/12 0,83 0,49 0,34 dez/12 0,94 0,49 0,45 Acumulado 11,85 6,32 5,21 34

35 Rentabilidade da Carteira Geral x Exigível Atuarial 12. ALOCAÇÃO DOS RECURSOS POR PLANO Plano Benefício Definido Segmento Dez/2011 R$ Participação % Dez/2012 R$ Participação % Renda Fixa ,67 86, ,58 83,69 Renda Variável ,67 5, ,11 7,69 Imóveis ,32 4, ,50 4,55 Investimentos Estruturados ,50 1, ,66 1,86 Operações com participantes ,07 2, ,83 2,16 Disponível ,62 0, ,83 0,05 Total ,85 100, ,51 100,00 35

36 Plano de Gestão Administrativa Segmento Dez/2011 R$ Participação % Dez/2012 R$ Participação % Renda Fixa ,48 99, ,26 98,94 Disponível ,18 0, ,46 1,06 Total ,66 100, ,72 100, DO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS As cotas de fundos de investimentos imobiliários são classificadas como investimentos estruturados, de acordo com a Resolução CMN 3.792/2009. Em 03/1997, o Instituto adquiriu cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Hermes, administrado pela Rio Bravo Investimentos DTVM LTDA. O Fundo teve como objetivo captar recursos para investimentos em incorporações, construções e empreendimentos imobiliários, com finalidade comercial, podendo comprar, vender, revender ou locar imóveis comerciais e/ou residências situados no Estado do Rio Grande do Sul. O empreendimento América Business Square de propriedade do Fundo é formado por: Hotel, Centro Clínico, Centro de Conveniências e Estacionamento. A participação do CIBRIUS no empreendimento é de 5,57%. No período de janeiro a dezembro/2012, o Instituto recebeu R$ ,11 (trezentos e noventa e nove mil, trezentos e trinta e dois reais e onze centavos) referente a rendimentos. Em 01/1997, o Instituto adquiriu cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Memorial Office, administrado pela COIN DTVM LTDA. O Fundo teve como objetivo captar 36

37 recursos para incorporar o Edifício Memorial Office Building, o qual está locado para fins comerciais. A participação do CIBRIUS no empreendimento é de 7,02%. No período de janeiro a dezembro/2012, o Instituto recebeu R$ ,64 (quatrocentos e quatro mil, novecentos e setenta e dois reais e sessenta e quatro centavos) referente a rendimentos. VI. ÁREA DE COMPLIANCE Em atendimento a Resolução CGPC n.º 13/2004, que estabelece que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar EFPC devem adotar princípios, regras e práticas de governança, gestão e controles internos, em março de 2008 foi criada a Área de Compliance com o intuito de agregar valor à Governança Corporativa. A Área de Compliance, em conjunto com as demais áreas, tem assegurado à administração do Instituto a existência de um sistema de controles internos que demonstram, de maneira transparente, que a estrutura organizacional adota as melhores práticas e princípios, em conformidade com a legislação e normativos internos vigentes. Abaixo listamos as principais atividades desenvolvidas pela Área: Elaboração e acompanhamento do Orçamento Gerencial; Elaboração do Informativo Gerencial contendo informações de todas as áreas do Instituto para auxiliar a Diretoria Executiva e aos Conselhos Deliberativo e Fiscal; 37

38 Divulgação de atos normativos no site do Instituto visando transparência de gestão; Acompanhamento e assessoramento das auditorias independente e da patrocinadora; Acompanhamento e assessoramento da fiscalização da PREVIC; Acompanhamento e atendimento ao Relatório de Controles Internos, emitido pelo Conselho Fiscal; Monitoramento das operações realizadas com pessoas politicamente expostas referendadas na Instrução SPC n.º 26, de 1º de setembro 2008, que tem como objetivo prevenir e combater os crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; Atendimento ao Relatório de Diagnóstico dos Controles Internos constante da Resolução CGPC n.º 13/2004 e atualização de normas e procedimentos internos; Acompanhamento de todos os atos inerentes à contabilidade do Instituto; Monitoramento da integração do sistema contábil com os demais sistemas utilizados nas outras áreas do CIBRIUS; Emissão do Relatório Gerencial Corporativo; Emissão do Relatório de Rating; e Manifestação quanto à conformidade legal das propostas de investimentos. 1. NORMATIVOS APROVADOS Código de Ética; Processo de Seleção e Contratação de Gestores Terceirizados; Regulamento do Comitê de Investimentos; Manual de Governança Corporativa; Regimento Interno do Conselho Deliberativo; Regimento Interno do Conselho Fiscal; Regimento Interno da Diretoria Executiva; Norma de Joia Atuarial decorrente de Inclusão ou Substituição de Cônjuge ou Companheiro (a); Norma Regulamentar de Aquisição de Bens e Contratação de Serviços e Correlatos; Norma para Criação, Gerenciamento e Utilização de Senhas de Acesso a Rede Interna de Informática do CIBRIUS; Norma de Procedimentos para Concessão de Benefícios; Norma de Arrecadação; Norma de Tesouraria; Norma de Manutenção do Cadastro; 38

39 Norma de Projeção das Reservas Matemáticas; Norma de Cálculo da Joia Atuarial; Regulamento de Pessoal; Política de Backup; Norma de Benefício Proporcional Diferido BPD; Norma de Assistência Médica e Odontológica; Norma de Contingência Passiva; Regimento do Comitê de Ética; Norma de Cálculo da Joia Atuarial; Norma para Concessão e Cobrança de Empréstimo Pessoal Simples; Norma para Concessão de Empréstimo Pessoal Emergencial; Norma de Aplicação em Renda Fixa; Norma de Aplicação em Renda Variável; Norma de Boletagem Eletrônica; e Manual de Normas e Procedimentos Administrativos do CIBRIUS. 2. NORMATIVOS EM FORMA DE MINUTA Norma para Designação, Exercício, Gratificação e Substituição para Cargos ou função de Confiança; Norma de Acesso e Saída de Materiais e de Pessoas nas Dependências do Edifício Sede CIBRIUS revisão; Norma de Viagem revisão; Política de Comunicação; e Norma de Guarda e Descarte de Documentos. VII. ÁREA FINANCEIRA 1. CARTEIRA DE EMPRÉSTIMOS 1.1. Posição da Carteira Em , o saldo da carteira de empréstimos totalizou um montante de R$ ,37, (sete milhões, sessenta e um mil, quinhentos e trinta e cinco reais e trinta e sete centavos), referente a 907 contratos ativos, isto com uma modalidade de empréstimo. 39

40 Em , fechamos o saldo credor da carteira de empréstimos totalizando um montante de R$ ,29 (quatorze milhões seiscentos e vinte e nove mil, cinquenta reais e vinte e nove centavos). Este saldo corresponde a: 938 contratos ativos. Destes, 922 contratos na modalidade Simples, correspondendo o saldo devedor no valor de R$ ,62 (quatorze milhões, setenta e quatro mil, quatrocentos e noventa e nove reais e sessenta e dois centavos) e, 16 contratos na modalidade Emergencial, correspondendo o saldo devedor no valor de R$ ,54 (vinte mil, trezentos e trinta e um reais e cinquenta e quatro centavos); 01 (um) contrato renegociado judicialmente, correspondendo o valor de R$ ,89 (oitenta e quatro mil, trezentos e trinta e um reais e oitenta e nove centavos); Recebimento consignado em folha de pagamento o valor de R$ ,58 (quatrocentos e vinte e sete mil, cento e um reais e cinquenta e oito centavos); e Recebimento de prestações de cobranças administrativas em atraso, no valor de R$ ,66 (vinte e dois mil, setecentos e oitenta e cinco reais e sessenta e seis centavos), sendo que, foi feita a provisão para perda no mês no valor de R$ 5.896,89 (cinco mil, oitocentos e noventa e seis reais e oitenta e nove centavos) em cumprimento à legislação contábil. Quadro O crescimento da carteira de empréstimos, em relação à posição do fechamento no período de dezembro de 2007 a dezembro de 2012, foi de 107,17%. 40

41 Essa evolução deveu-se pelas alterações e medidas tomadas durante esse período, visando alavancar a carteira de empréstimos do Instituto. Foi estipulado, em 2012, na Política de Investimentos, o limite para alocação objetivo em 3%, dos Recursos Garantidores do Plano de Benefícios CONAB, para investimentos no segmento de Empréstimo/Financiamento, atingindo, no final do exercício, 2,16 %. A rentabilidade da carteira, de janeiro 2008 a dezembro de 2012, foi de 144,34 %, deduzindo a meta atuarial do Plano, que é a taxa Referencial (TR+6% a.a) do período, que foi de 40,08 %, obteve-se um resultado líquido de 74,77 % Principais Ajustes na Carteira Em , foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo, as normas para concessão e cobrança de EMPRÉSTIMO PESSOAL - SIMPLES nº 002/2012 e EMPRÉSTIMO PESSOAL EMERGENCIAL, nº 003/2012, sendo revisadas, enquadrando-as nos moldes estabelecidos para NORMAS, complementadas e, com isto, atendendo em conformidade a legislação vigente o enquadramento do Custo Operacional da Carteira e na inclusão da garantia de avalistas para as renovações dos contratos, quando os mesmos estiverem na situação de pagamento da sua prestação mensal, descontada na conta corrente Taxa Administrativa Em atendimento a Resolução CGPC nº. 13, foi elaborada a planilha de acompanhamento dos custos operacionais da carteira de empréstimos do Instituto, permitindo, assim, um constante monitoramento das despesas, facilitando sempre que necessária a realização dos ajustes devidos. Em , foi detectada a necessidade de alteração nas NORMAS EMPRÉSTIMO PESSOAL SIMPLES E EMERGENCIAL, visando enquadrar o custeio x custo, criando a opção de quando apurada mensalmente, e o resultado entre a fonte de custeio com os custos administrativos aparecer negativo será subtraído da rentabilidade da carteira o valor, registrando contabilmente Fundo de Quota de Quitação por Morte QQM 41

42 A carteira de empréstimos iniciou, em janeiro de 2008, com um saldo do fundo, no valor de R$ ,50 (seiscentos e setenta e sete mil, setecentos e onze reais e cinquenta centavos), tendo a seguinte movimentação no decorrer desse período até : Valor total das restituições pagas aos participantes que reformaram seus saldos devedores = R$ ,13 (trezentos e oitenta e um mil, oitocentos e treze reais e treze centavos); Valor total das restituições pagas aos participantes que liquidaram seus saldos devedores antecipadamente = R$ ,52 (dez mil, quinhentos e noventa e nove reais e cinquenta e dois centavos); e Valor total utilizado para liquidar saldos devedores por motivo de óbito de mutuário = R$ ,20 (trezentos e vinte e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e um reais e vinte centavos), correspondente a 34 contratos de empréstimos. A carteira de empréstimos encerrou o mês de dezembro/2012, com o valor do fundo, em R$ ,35 (hum milhão, trezentos e setenta e um mil, duzentos e noventa e dois reis e trinta e cinco centavos), representando um percentual de 9,73% sobre o saldo devedor da carteira de empréstimos, em contrapartida ao recomendado pela atuária do plano de benefícios de 7%. Portanto, um saldo positivo no valor de R$ ,17, (trezentos e oitenta e quatro mil, seiscentos e cinquenta e quatro reais e dezessete centavos), o que permite, ao Instituto, continuar com o mesmo percentual da taxa cobrada quando da liberação dos empréstimos Inadimplência A partir de janeiro/2009, com a integração deste Instituto, como consignatário no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos SIAPE, a metodologia de cálculo da margem consignável referente à disponibilidade do valor para o desconto, referente à prestação de empréstimos, em folha de pagamento, sofreu alteração, ocasionando a exclusão do desconto de vários participantes. O processo de inclusão dos descontos passou a ser processado diretamente pelo SIAPE, excluindo totalmente o vínculo com a patrocinadora. 42

43 Essa situação gerou um aumento da inadimplência mesmo com a mudança dos critérios da margem consignável, o desconto não é garantido, pois na escala de prioridade do desconto na folha de pagamento o Instituto está abaixo das Instituições Financeiras. a judicial. Essa inadimplência gerou dois processos internos de cobrança: a administrativa e Cobrança Administrativa A posição da inadimplência com cobrança administrativa da carteira, em , no valor de R$ ,55 (vinte e oito mil, seiscentos e oitenta e dois reais e cinquenta e cinco centavos), representando 0,0020% sobre o valor credor da carteira, assim distribuída: 40 contratos da modalidade simples - valor contábil atualizado de R$ ,55 (vinte e oito mil, seiscentos e oitenta e dois reais e cinquenta e cinco centavos). As prestações atrasadas estão sendo negociados com os participantes por meio de refinanciamentos ou parcelamentos dos débitos, por meio de cobrança administrativa Cobrança Judicial Foram encaminhados para cobrança judicial, até , o correspondente a 27 contratos com valor contábil de R$ ,95, (quinhentos e trinta e três mil, novecentos e trinta e seis reais e noventa e cinco centavos), representando 3,65% do saldo credor da carteira de empréstimos. Este valor já está todo provisionado para perda, conforme legislação contábil Simulador de Empréstimos Para melhorar o atendimento aos participantes, foi aperfeiçoado o simulador de empréstimos, no site do Instituto, proporcionando a consulta e simulações de empréstimos, mais perto da realidade, dando um resultado imediato à satisfação do usuário. 43

44 Disponibilizamos o extrato contendo as movimentações financeiras de empréstimos dos participantes mutuários para seu acompanhamento como, também, a declaração com as informações para Imposto de Renda sobre o saldo devedor da carteira de empréstimos Customização do Sistema de Empréstimos A partir de , para maior credibilidade e segurança nas informações, foi desenvolvido no sistema de empréstimo a integração das movimentações da carteira com a Área de Investimento para os cálculos da rentabilidade do segmento Operações com participantes. 2. TESOURARIA A movimentação bancária do Instituto é feita com a parceria do Banco do Brasil S.A., desde 05/1991. Em maio/2012 foi aprovado na Ata da 5ª Reunião Ordinária da Diretoria Executiva, a reestruturação do fluxo de caixa do Plano de Gestão Administrativo, projetado até A partir de julho/2012 foi disponibilização pelo Banco do Brasil novo processo de acesso e realização de transações no gerenciador financeiro, habilitando os Diretores a utilização do BB. TOKEN. Este processo destina maior segurança nas realizações de movimentação financeira pela Internet. 3. NORMAS Em , na 8ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, foi homologada a instrução da Norma para concessão e cobrança de EMPRÉSTIMO PESSOAL SIMPLES, nº 002/2012 e EMPRÉSTIMO PESSOAL EMERGENCIAL, nº 003/2012. VIII. ÁREA DE CADASTRO Toda estrutura de um fundo de pensão inicia-se pela da Área de Cadastro. As principais funções da Área de Cadastro são: controle das entradas e saídas dos participantes do plano, a atualização dos dados dessa população, tanto cadastrais quanto financeiros, 44

45 fornecimento de informações para avaliação atuarial do plano, alocação e controle das contribuições dos participantes e patrocinadoras, aplicação do plano de custeio, dentre outras. 1. CUSTEIO As contribuições, que são a principal fonte de receita da entidade, estão representadas no demonstrativo abaixo: CONTRIBUIÇÕES 2007 CONTRIBUIÇÕES Mês Patrocinadora Participante Total Patrocinadora Participante Total Jan , , , , , ,64 Fev , , , , , ,86 Mar , , , , , ,95 Abr , , , , , ,16 Mai , , , , , ,86 Jun , , , , , ,20 Jul , , , , , ,92 Ago , , , , , ,43 Set , , , , , ,14 Out , , , , , ,81 Nov , , , , , ,16 13º Sal , , , , , ,03 Dez , , , , , ,39 Total , , , , ,55 CONTRIBUIÇÕES CONTRIBUIÇÕES Mês Patrocinadora Participante Total Patrocinadora Participante Total Jan , , , , , ,60 Fev , , , , , ,82 Mar , , , , , ,07 Abr , , , , , ,03 Mai , , , , , ,02 Jun , , , , , ,77 Jul , , , , , ,25 Ago , , , , , ,23 Set , , , , , ,52 Out , , , , , ,01 Nov , , , , , ,40 13º Sal , , , , , ,24 Dez , , , , , ,04 Total , , , ,727, , ,00 CONTRIBUIÇÕES 2011 CONTRIBUIÇÕES 2012 Mês Participante Patrocinadora Total Participante Patrocinadora Total Jan , , , , , ,32 Fev , , , , , ,36 Mar , , , , , ,92 Abr , , , , , ,02 Mai , , , , , ,64 Jun , , , , , ,93 Jul , , , , , ,58 Ago , , , , , ,97 Set , , , , , ,08 45

46 Out , , , , , ,88 Nov , , , , , ,41 13º Sal , , , , , ,82 Dez , , , , , ,41 TOTAL , , , , , ,34 Quadro Como podemos observar no quadro acima, as contribuições coletadas dos participantes e patrocinadoras se mantiveram em um nível estável, sem grandes alterações, sendo que os totais de contribuições arrecadadas no ano de 2007 foram de R$ ,09, já no ano de 2008 foram R$ ,84, de 2009 de R$ ,54, de 2010 de R$ ,00, em 2011 foi arrecadado o montante de R$ ,53 e em 2012 foi arrecadado o total de R$ ,34. Durante este período ocorreram poucas adesões de participantes, no entanto, as variações ocorridas se deram devido ao crescimento salarial da massa abrangida, que é base de contribuição para o plano. Contudo esta tendência deve se reverter para os próximos anos, considerando que a população está em grau de maturidade, tanto de idade como de probabilidade de evolução salarial na empresa. A contribuição denominada joia foi acrescida no mês de novembro de 2008, em função do pagamento de um participante que ingressou no plano via liminar, decorrente de um 46

47 processo judicial que tramita na cidade de Recife/PE, onde o CIBRIUS figura na qualidade de litisconsorte e a patrocinadora Conab como parte principal. Este valor foi cobrado administrativamente da patrocinadora Conab no mês de julho de 2008, considerando que a sentença que determinou sua adesão ao plano não obrigou a patrocinadora a efetuar o aporte relativo ao serviço passado do referido empregado. O pagamento foi efetuado pela patrocinadora Conab no dia 06/11/2008, no valor de R$ ,95. Os pagamentos de joia pela patrocinadora, decorrentes de decisões judiciais, onde participantes impetram ações contra a patrocinadora para ingresso no plano com o ônus da joia pela CONAB, vem se intensificando. O valor das joias vertido pela CONAB nos casos de condenação judicial, em média equivalem a R$ ,00. Em 2012 foram vertidas pela patrocinadora CONAB, os seguintes valores de joia, decorrente de determinação judicial, em ação interposta pelos empregados: Empregado Valor Pago em José Rodrigues de Araújo R$ ,11 06/2012 Dif. Jose Rodrigues de Araújo R$ ,66 06/2012 Luzia de Lima R$ ,36 07/2012 Elizeu José Rego R$ ,27 06/2012 Elizeu Jose Rego - Atualização monetária do valor de R$ ,27 realizada pelo juiz. R$ 7.767,23 08/ RESGATE DE RESERVA DE POUPANÇA Com relação ao pagamento de reserva de poupança, no período de dezembro de 2007 até dezembro de 2009, foram pagos 05 resgates, sendo três de ex-empregados da patrocinadora CIBRIUS no valor de R$ ,25. Esses empregados rescindiram o contrato de trabalho, a pedido, e optaram pelo resgate. Os demais são ex-empregados da patrocinadora CONAB, cujo montante de resgate totalizou no valor de R$ 7.450,27. No período de janeiro a dezembro de 2010, ocorreram dois pagamentos de resgates. O primeiro em julho, no valor de R$ ,46 e o segundo em outubro, no valor de R$ ,07. Em 2011 não ocorreu nenhum pagamento de resgate. Em 2012 foram efetivados 03 resgates: 47

48 O primeiro em janeiro, no valor de R$ ,19; O segundo pago em junho, no valor de R$ ,87; e O terceiro pago em dezembro no valor de R$ ,44, sendo de 02 participantes da patrocinadora CIBRIUS e 01 participante da patrocinadora CONAB. 3. ADESÃO E DESVINCULAÇÃO DE PARTICIPANTES ANO ADESÃO AO PLANO DESVINCULAÇÃO DO PLANO Adesão de 04 participantes, sendo 01 por determinação judicial com o ônus da joia custeado pela patrocinadora CONAB e 03 custeando a própria joia Participantes Não ocorreram adesões - 02 Participantes Adesão de 01 participante, por determinação judicial com o ônus da joia custeado pela patrocinadora CONAB e 01 custeando a própria joia Inclusão do Participante, Aderval Primo Teodoro, por força da justiça, expedito pelo Juiz da 5ª Vara do Trabalho de Campina Grande/PB, conforme Oficio nº 0063/2011, processo nº O Juiz determinou que o participante fosse incluso no CIBRIUS a partir de 07/10/1994. O valor de joia pago pela CONAB foi de: R$ ,46 - em: 13 e 17/12/ Inclusão do Participante, José Rodrigues de Araújo SUREG/PB por força da justiça, expedito pelo Juiz da 4ª Vara do Trabalho de Campina Grande/PB, conforme Oficio nº 0121/2012, processo nº O Juiz determinou que o participante fosse incluso no CIBRIUS a partir de 01/03/2012.O valor de foi calculado no montante de R$ ,48 pago pela CONAB em, no valor de: R$ ,1 - em: 30/11/2011, restando uma diferença a receber de R$ ,78 + correções. O valor da diferença corrigido foi depositado em 06/06/2012 no total de: R$ ,66. - Inclusão do participante Rogério Álvares Camelo SUREG/PE por determinação judicial Nº Mandado de Reintegração MRE /12. A joia não foi paga pela CONAB nem pelo participante, conforme determinou a sentença. Foi expandida carta SEG nº 038/2012 objetivando comprovar o cumprimento da determinação judicial, ao tempo em que efetuamos na mesma carta a cobrança administrativa da joia para a CONAB. Outras - 01 Participante Não ocorreu desvinculação - 03 participantes - Ronaldo Cosentino G. Rocha Cibrius Resgate pago em 12/2012 no valor de R$ ,44 - Reginaldo R. de Magalhães Cibrius - Resgate pago em 01/2012 no valor de R$ ,19 - Vicente Gomes de Oliveira Neto Conab Resgate pago em 06/2012, no valor de R$ R$ ,87 48

49 providências administrativas foram adotadas pela área jurídica do Cibrius no sentido de tentar receber administrativamente a joia da CONAB. 4. DEMONSTRATIVO DE PARTICIPANTES POR CATEGORIA: ATIVOS, ASSISTIDOS, AUTOFINANCIADOS E BPD Quantidade de Participantes no Ano 2007 Quantidade de Participantes no Ano 2008 Quantidade de Participantes no Ano 2009 Ativos 1602 Ativos 1597 Ativos 1590 Assistidos 1300 Assistidos 1310 Assistidos 1342 BPD 5 BPD 5 BPD 3 Autopatrocinados 18 Autopatrocinados 13 Autopatrocinados 11 Quantidade de Participantes no Ano 2010 Quantidade de Participantes no Ano 2011 Quantidade de Participantes no Ano 2012 Ativos 1577 Ativos 1575 Ativos 1558 Assistidos 1344 Assistidos 1332 Assistidos 1334 BPD 3 BPD 2 BPD 1 Autopatrocinados 8 Autopatrocinados 5 Autopatrocinados 5 Durante o período de novembro de 2007 a dezembro de 2010, houve um aumento no número de participantes assistidos, e uma redução no número de vinculados (auto patrocinados) e ativos que completaram a carência exigida pelo regulamento passando à situação de assistidos. As demais elevações da categoria de assistidos são decorrentes de concessão de pensão por morte. Em 2011 e 2012 observa-se uma pequena movimentação da população considerada normal. O número de participantes ativos vem reduzindo, considerando que não há renovação da massa, por se tratar de um plano na modalidade benefício definido, cujo aporte de serviço passado (joia) necessário à adesão, é financeiramente representativo para o candidato a participante, dificultando assim a adesão. 5. ESTATÍSTICA DE POPULAÇÃO SIPC CAP SISTEMA INTEGRADO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR CAPTAÇÃO PREVIC Até o mês de junho de 2008, os fundos de pensão enviavam seus arquivos de Benefício e População para a Secretaria de Previdência Complementar através de . 49

50 Através da Instrução MPS/SPC de n.º 24 ocorreram algumas alterações na geração e validação de arquivos de dados estatísticos de população e benefícios. Uma das novidades introduzidas na nova sistemática, com o objetivo de melhorar a qualidade da informação, foi à implantação, no sistema de Benefício e População, de algumas regras de consistência que impediram o envio da Estatística de Benefício e População quando violadas. O novo sistema, conforme demonstrativo a seguir, possui mudanças quantitativas e qualitativas. Agora, há menores campos a serem preenchidos em decorrência do agrupamento de determinadas informações e a supressão de outras. O relatório de benefício de população que anteriormente era enviado à PREVIC mensalmente passou e ser enviado semestralmente a partir de Ainda a partir do ano de 2008 a PREVIC exigiu ainda que fosse enviado o DSI Demonstrativo de sexo e idade da massa, abrangendo participantes assistidos e beneficiários de pensão, cujas informações são posicionadas na data base da avaliação atuarial anual. 6. ADEQUAÇÃO DO SISTEMA PREVIDENCIAL PARA CÁLCULO DE DEMANDAS JUDICIAS Em decorrência do aumento no número de ações judiciais de assistidos contra o plano de benefícios, pleiteando alteração no indexador dos benefícios concedidos, da atual TR Taxa Referencial para o INPC ou outro índice de reposição inflacionária, houve a necessidade de adequação do sistema previdencial. Esta adequação permitiu que o cálculo da demanda judicial, quando sentenciada, fosse calculada via sistema, abandonando as planilhas em Excel, e propiciando maior segurança e confiabilidade no cálculo. 50

51 Além desse objetivo, a adequação do sistema permite ainda o cálculo para toda a população de assistidos, no que se refere a este tipo de demanda: TR x INPC, permitindo conhecer o valor do retroativo devido pelo plano, caso ocorra uma ação conjunta e organizada destes assistidos. O valor encontrado está contabilizado no contingencial. O diferencial da reserva matemática, decorrente da possível elevação do benefício, é calculada pelo atuário do plano e alocada também no contingencial. Nos casos de demanda contra o plano de benefícios administrado pelo CIBRIUS, quando se tratar de ações relacionadas à alteração do indexador que atualiza os benefícios concedidos, adotamos o procedimento de solicitar cálculo pericial quando os autores dos processos não concordam com os cálculos realizados pelo Cibrius. Este procedimento é uma medida de precaução, para que o CIBRIUS não arque com valores acima daqueles que entendemos como devidos, e pacifique o entendimento judicial acerca desses valores. 7. NORMAS Atendendo a RESOLUÇÃO CGPC n.º 13/2004, foram elaboradas e aprovadas as seguintes normas no período de novembro/2007 a outubro/2011: Norma Joia Cônjuge ou Companheiro (2007); Norma de Arrecadação (aprovada em setembro de 2009); 51

INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL NR Nº 001/2013 NORMA PARA CONCESSÃO E COBRANÇA DE EMPRÉSTIMO PESSOAL SIMPLES

INSTITUTO CONAB DE SEGURIDADE SOCIAL NR Nº 001/2013 NORMA PARA CONCESSÃO E COBRANÇA DE EMPRÉSTIMO PESSOAL SIMPLES NR Nº 001/2013 NORMA PARA CONCESSÃO E COBRANÇA DE EMPRÉSTIMO PESSOAL SIMPLES 1. DO OBJETIVO 1.1. Esta norma dispõe sobre procedimentos a serem adotados no segmento da carteira de empréstimo pessoal na

Leia mais

Principais Destaques

Principais Destaques Aumento do Patrimônio Atingimento da Meta Atuarial Principais Destaques 1. Perfil Institucional A Fundação CAGECE de Previdência Complementar CAGEPREV, criada através da Lei Estadual nº 13.313, de 30 de

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000)

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) PLANO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE LONDRINA

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE EMPRÉSTIMO ESPECIAL PEE

REGULAMENTO DO PLANO DE EMPRÉSTIMO ESPECIAL PEE REGULAMENTO DO PLANO DE EMPRÉSTIMO ESPECIAL PEE 1. FINALIDADE Dispõe o presente Regulamento sobre o Empréstimo Especial a ser concedido pela PREVIG aos seus Participantes e Assistidos. 2. DEFINIÇÕES 2.1

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.050.042-11 - PLANO PREVER DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS

Leia mais

PARECER ATUARIAL 2014

PARECER ATUARIAL 2014 PARECER ATUARIAL 2014 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro 1. OBJETIVO 1.1. O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre a qualidade da base cadastral, as premissas atuariais,

Leia mais

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos Relatório Anual 2009 ÍNDICE Introdução 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados 2. Política de Investimentos 2010 3. Distribuição de Investimentos 4. Parecer Atuarial 5. Parecer dos Auditores Independentes

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2010 Tibagi Tibagiprev. - 1 - Índice pág. 1 Introdução 3 2 Objetivos 4 3 Diretrizes de Alocação dos Recursos 6 4 Diretrizes para Gestão dos Segmentos 8 Tibagi Tibagiprev. - 2

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [07.083.033/0001-91] CABEC-CAIXA DE PREVIDENCIA PRIVADA DO BEC PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1979.0019-11] BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável VICENTE

Leia mais

RENDA FIXA CDB FUNDOS

RENDA FIXA CDB FUNDOS Este relatório tem como objetivo atender a Instrução SPC nº de 2005, e informar aos Participantes, Assistidos, Patrocinadores, Entidades de Classe e a Secretaria de Previdência Complementar ( SPC ) sobre

Leia mais

NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTES (Aprovada pela Deliberação n 005/2012, de 29 de março de 2012)

NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTES (Aprovada pela Deliberação n 005/2012, de 29 de março de 2012) NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTES (Aprovada pela Deliberação n 005/2012, de 29 de março de 2012) 1. DA FINALIDADE A presente Norma tem por finalidade regulamentar e definir condições para

Leia mais

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo estabelecer os critérios e procedimentos a serem adotados para concessão e liberação de empréstimos aos participantes. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO As operações de empréstimos

Leia mais

Relatório de Seguridade

Relatório de Seguridade Relatório Fevereiro/2013 O relatório da área de seguridade tem por finalidade apresentar as principais atividades desenvolvidas no mês, informando os números e valores relativos ao período de fevereiro

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [83.564.443/0001-32] FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2002.0046-92] MULTIFUTURO II ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2013 Atuário Responsável

Leia mais

Norma de Empréstimos Financeiros

Norma de Empréstimos Financeiros Gestão de Atendimento AFAF D.GA.03 1/11 ÍNDICE 1. Objetivo... 2 2. Responsabilidades... 2 3. Conceitos... 2 4. Critérios... 3 4.1. Modalidades de Empréstimos Financeiros... 3 4.2. Limite de Contratos...

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Multi Exercício: 013 e 01 dezembro R$ Mil Descrição 013 01 Variação (%) Relatório Anual 013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento Ações

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE DE 2012 MANIFESTAÇÃO DO CONSELHO FISCAL

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE DE 2012 MANIFESTAÇÃO DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE DE 2012 MANIFESTAÇÃO DO CONSELHO FISCAL Em cumprimento ao que determina o Art. 62 da Resolução CMN nº 3.456, de 01/06/2007, e o Art. 19, 20 e 23 da Resolução

Leia mais

CAGEPREV - REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS

CAGEPREV - REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS 1 - OBJETIVO CAGEPREV - REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS 1.1 Estabelecer normas para concessão de empréstimos aos participantes ativos e assistidos. 2 - QUALIFICAÇÃO PARA O EMPRÉSTIMO 2.1 Ser

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 1- SIGLA: OABPREV 2- CÓDIGO: 04501 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.070.021-83 - PLANO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DO ADVOGADO - PREV DADOS

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Telest Celular Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Vivo Prev Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Disponível Recebível Investimento

Leia mais

Demonstrativo de Investimentos

Demonstrativo de Investimentos Demonstrativo de Investimentos 2º Trimestre de 2013 Este relatório é de uso exclusivo dos órgãos de administração (Diretoria, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal) da SIAS. Diretoria Administrativa

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.020.006-38 - PLANO DE BENEFÍCIOS MULTIFUTURO I 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social Plano de Benefícios PCD INERGUS Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios PCD INERGUS

Leia mais

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na divulgação de informações aos participantes e assistidos

Leia mais

VIGÊNCIA: 19/11/2014. (Aprovado na 1550ª Reunião de Diretoria, realizada em outubro/2014)

VIGÊNCIA: 19/11/2014. (Aprovado na 1550ª Reunião de Diretoria, realizada em outubro/2014) VIGÊNCIA: 19/11/2014 (Aprovado na 1550ª Reunião de Diretoria, realizada em outubro/2014) SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 3 2 DEFINIÇÕES... 3 3 - LIMITE DE CRÉDITO... 4 4 - ENCARGOS FINANCEIROS, ADMINISTRATIVO E

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios PBS Telesp Celular Exercício: 203 e 202 dezembro R$ Mil Descrição 203 202 Variação (%) Relatório Anual 203 Visão Prev. Ativos Disponível Recebível

Leia mais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano PREV-RENDA da CAFBEP Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do Estado do Pará, patrocinado pelo BANPARÁ com o objetivo de identificar

Leia mais

SOCIEDADE IBGEANA DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE Demonstrativo de Investimentos 2º Semestre

SOCIEDADE IBGEANA DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE Demonstrativo de Investimentos 2º Semestre 2011 SOCIEDADE IBGEANA DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE Demonstrativo de Investimentos 2º Semestre Este relatório destina-se, na forma da Lei, a divulgação aos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios

Leia mais

REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ

REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ Aprovado pelo Comitê de Investimentos da Forluz na 330ª reunião de 14/09/2011 e na 331ª reunião de 23/09/2011. Válido para empréstimos solicitados a partir de 01/10/2011. REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ

Leia mais

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV 1/9 CAPÍTULO I Do Objeto Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da CASANPREV, dos Participantes,

Leia mais

Caderno Financeiro. Setembro 2012 a Agosto 2013. Versão: 1.4 05/09/2013 Versão anterior: 26/07/2013 1

Caderno Financeiro. Setembro 2012 a Agosto 2013. Versão: 1.4 05/09/2013 Versão anterior: 26/07/2013 1 Caderno Financeiro Setembro 2012 a Agosto 2013 Versão: 1.4 05/09/2013 Versão anterior: 26/07/2013 1 Caderno Financeiro Informativo Período: Setembro de 2012 a Agosto de 2013 Índice das informações: 1.

Leia mais

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA.

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. Índice Capítulo I Da Carteira de Empréstimo Simples... 3 Capítulo II Dos Recursos

Leia mais

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO COM CRÉDITO PRÉ-APROVADO

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO COM CRÉDITO PRÉ-APROVADO PÁGINA 1/7 CONTRATO DE EMPRÉSTIMO Dados do Contratante Nome: CPF: - Carteira de Identidade: Órgão: Matrícula: - Endereço: Bairro: Cidade: UF: CEP: - Estado Civil: Profissão: Empresa: Lotação: Banco: Agência:

Leia mais

Cartilha do Participante

Cartilha do Participante Benefício definido (Eletra 01) BENEFICIO DEFINIDO Cartilha do Participante Introdução A ELETRA Fundação Celg de Seguros e Previdência é uma entidade fechada de previdência privada, de fins previdenciários

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 2 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ

REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ Aprovado pelo Comitê de Investimentos da Forluz em 18 e 25/01/13 (Ata da 401ª e 403ª reunião). Válido para empréstimos solicitados a partir de 01/03/2013. REGULAMENTO DOS EMPRÉSTIMOS FORLUZ CAPÍTULO I

Leia mais

CIRCULAR Nº 110 1. DA MODALIDADE E ENCARGOS FINANCEIROS DO EMPRÉSTIMO

CIRCULAR Nº 110 1. DA MODALIDADE E ENCARGOS FINANCEIROS DO EMPRÉSTIMO CIRCULAR Nº 110 Regulamenta a Concessão e Manutenção de Empréstimos a Participantes e Assistidos da Fundação Banestes de Seguridade Social BANESES. 1. DA MODALIDADE E ENCARGOS FINANCEIROS DO EMPRÉSTIMO

Leia mais

Regulamento de Empréstimo

Regulamento de Empréstimo Regulamento $ de Empréstimo Para participantes do Plano Complementar de Benefícios Previdenciais - Plano BD $ Fundação de Previdência dos Empregados da CEB Regulamento aprovado pelo Conselho Deliberativo

Leia mais

2. DAS DISPOSIÇÕES COMUNS Art. 2º A solicitação de empréstimo será efetuada mediante preenchimento de formulário fornecido pelo AGROS.

2. DAS DISPOSIÇÕES COMUNS Art. 2º A solicitação de empréstimo será efetuada mediante preenchimento de formulário fornecido pelo AGROS. NORMAS PARA HABILITAÇÃO, CONCESSÃO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS 1. INTRODUÇÃO Art. 1º Estas Normas disciplinam as condições para concessão, manutenção e amortização de Empréstimos Simples, Saúde e Emergência

Leia mais

FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL CELOS. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em R$ MIL)

FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL CELOS. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 (Em R$ MIL) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Fundação Celesc de Seguridade Social CELOS, instituída pela Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. Celesc, nas Assembléias Gerais Extraordinárias AGE de acionistas realizadas

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [02.884.385/0001-22] ELETRA FUNDACAO CELG DE SEGUROS E PREVIDENCIA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2000.0069-65] PLANO CELGPREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável

Leia mais

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC Relatório PREVI 2013 Parecer Atuarial 2013 74 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC 1 OBJETIVO 1.1 O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 1 - INTRODUÇÃO As exposições sujeitas ao risco de crédito são grande parte dos ativos da COGEM. Por isso, o gerenciamento do risco dessas exposições é fundamental para que os objetivos da Cooperativa sejam

Leia mais

Relatório de Seguridade

Relatório de Seguridade Re Relatório de Seguridade Relatório de Seguridade Relatório Maio/2015 O relatório da área de seguridade tem por finalidade apresentar as principais atividades desenvolvidas no mês, informando os números

Leia mais

HSBC INSTITUIDOR FUNDO MÚLTIPLO. Plano Acricel de Aposentadoria ACRICELPrev

HSBC INSTITUIDOR FUNDO MÚLTIPLO. Plano Acricel de Aposentadoria ACRICELPrev HSBC INSTITUIDOR FUNDO MÚLTIPLO Plano Acricel de Aposentadoria ACRICELPrev Plano Acricel de Aposentadoria ACRICELPrev Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Plano Acricel de Aposentadoria ACRICELPrev,

Leia mais

PERGUNTAS & RESPOSTAS

PERGUNTAS & RESPOSTAS PL nº 1992, DE 2007 FUNPRESP PERGUNTAS & RESPOSTAS 1. ORÇAMENTO: PL sem dotação orçamentária? O governo enviou, no dia 06 de fevereiro, de 2012 um projeto de lei (PLN nº 1, de 2012; MSG nº 24/2012) que

Leia mais

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4 Conteúdo C.1 Do Objeto...2 C.2 Das Definições...2 C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4 C.4 Da Constituição do PGA...4 C.5 Das Fontes de Custeio Administrativo...4 C.6 Dos Limites de Custeio Administrativo...5

Leia mais

INEPAR S.A. INDÚSTRIAS E CONSTRUÇÕES - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL. CNPJ/MF n 76.627.504/0001-06 NIRE 35.3.0035492.3 COMPANHIA ABERTA

INEPAR S.A. INDÚSTRIAS E CONSTRUÇÕES - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL. CNPJ/MF n 76.627.504/0001-06 NIRE 35.3.0035492.3 COMPANHIA ABERTA INEPAR S.A. INDÚSTRIAS E CONSTRUÇÕES - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL CNPJ/MF n 76.627.504/0001-06 NIRE 35.3.0035492.3 COMPANHIA ABERTA PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO PARA DELIBERAÇÃO EM ASSEMBLEIA GERAL ESPECIAL

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 8 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 19.810.009-92 - PLANO DE BENEFÍCIOS N.º 001 - BROOKLYN 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA

Leia mais

Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Deduzir Prazo de acumulação dos recursos Alíquota. 35% Até 1.566,61. 30% De 1.566,62 até 2.

Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Deduzir Prazo de acumulação dos recursos Alíquota. 35% Até 1.566,61. 30% De 1.566,62 até 2. 2010 1 Introdução A Resolução CGPC n 23, de 06 de dezembro de 2006, estabeleceu procedimentos básicos para divulgação de informações aos Participantes. Em conformidade com esta resolução, apresentamos

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO FACULTATIVO PPF CNPB 1990.0011-65 FUNDAÇÃO GEAPPREVIDÊNCIA

REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO FACULTATIVO PPF CNPB 1990.0011-65 FUNDAÇÃO GEAPPREVIDÊNCIA REGULAMENTO DO PLANO DE PECÚLIO FACULTATIVO PPF CNPB 1990.0011-65 FUNDAÇÃO GEAPPREVIDÊNCIA Aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar PREVIC, por meio da Portaria Nº 509, de 27

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS CAGEPREV - FUNDAÇÃO CAGECE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO DE BENEFÍCIO DE CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL Vigência: 01/01/2013 a 31/12/2017 1. OBJETIVOS A Política de Investimentos tem

Leia mais

FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA

FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Ensino a distância ÍNDICE I) O QUE É PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR? II) SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR III) MARCOS REGULATÓRIOS IV) PLANOS DE BENEFÍCIOS V) ENTIDADES

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE ORÇAMENTO PARA. EFPC (Entidade Fechada de Previdência Complementar) SIOEFPC UM RESUMO DO SEU FUNCIONAMENTO

SISTEMA INTEGRADO DE ORÇAMENTO PARA. EFPC (Entidade Fechada de Previdência Complementar) SIOEFPC UM RESUMO DO SEU FUNCIONAMENTO SISTEMA INTEGRADO DE ORÇAMENTO PARA EFPC (Entidade Fechada de Previdência Complementar) SIOEFPC UM RESUMO DO SEU FUNCIONAMENTO FUNDO DE PENSAO EFPC O Sistema de Orçamento está estruturado em linha com

Leia mais

CIBRIUS DESAFIOS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO MUNDIAL 04 FIQUE POR 05 O CIBRIUS E 08 O QUE O PARTICIPANTE. Notícias

CIBRIUS DESAFIOS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO MUNDIAL 04 FIQUE POR 05 O CIBRIUS E 08 O QUE O PARTICIPANTE. Notícias CIBRIUS Notícias Publicação do Instituto CONAB de Seguridade Social - CIBRIUS Julho/Agosto de 2012 Ano V Nº 21 9912238282/2009 - DR/BSB CIBRIUS DESAFIOS DO CENÁRIO MACROECONÔMICO MUNDIAL 04 FIQUE POR DENTRO

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV.

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. Sumário Capítulo I Da finalidade...1 Capítulo II - Dos contratantes...1 Capítulo III - Dos limites individuais...2 Capítulo IV -

Leia mais

Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 RENDA FIXA

Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 RENDA FIXA Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 Este relatório tem como objetivo, atender a Instrução SPC nº 07 de 2005 e informar aos Participantes, Assistidos, Patrocinadores, Entidades de Classe

Leia mais

COMO FUNCIONA A PREV PEPSICO CONTRIBUIÇÕES ALOCAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES OPÇÕES EM CASO DE DESLIGAMENTO BENEFÍCIOS CÁLCULO E PAGAMENTO DOS BENEFÍCIOS

COMO FUNCIONA A PREV PEPSICO CONTRIBUIÇÕES ALOCAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES OPÇÕES EM CASO DE DESLIGAMENTO BENEFÍCIOS CÁLCULO E PAGAMENTO DOS BENEFÍCIOS Material Explicativo Sumário 2 COMO FUNCIONA A PREV PEPSICO 3 CONTRIBUIÇÕES 8 ALOCAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES 9 OPÇÕES EM CASO DE DESLIGAMENTO 11 BENEFÍCIOS 13 CÁLCULO E PAGAMENTO DOS BENEFÍCIOS 18 TRIBUTAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2014 IPRESI SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 OBJETIVO GERAL... 3 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 3 VIGÊNCIA... 4 4 MODELO DE GESTÃO... 4 5

Leia mais

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada.

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. Adesão Característica do contrato de previdência privada, relativa ao ato do proponente aderir ao plano de previdência. Administradores

Leia mais

2º Semestre de 2010 2

2º Semestre de 2010 2 1 2 2º Semestre de 2010 O objetivo deste material é abordar os pontos principais do Plano de Benefícios PreviSenac e não substitui o conteúdo do regulamento. 3 4 Índice PreviSenac para um futuro melhor

Leia mais

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE Porto Alegre, novembro de 2010 REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Os servidores públicos ocupantes de cargo

Leia mais

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Pareceres PARECER ATUARIAL DA AVALIAÇÃO REALIZADA EM 31/12/2009 Considerações iniciais O presente parecer tem por objetivo apresentar nossas considerações

Leia mais

Cafbep - Plano Prev-Renda 1

Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Parecer Atuarial Para fins da avaliação atuarial referente ao exercício de 2013 do Plano Prev-Renda da Cafbep Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do

Leia mais

Regius - Plano de Benefícios 03 1

Regius - Plano de Benefícios 03 1 Regius - Plano de Benefícios 03 1 Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios 03 da Regius Sociedade Civil de Previdência Privada em 31/12/2010, com o objetivo de identificar sua situação

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.050.042-11 - PLANO PREVER DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 2. APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 2. APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 1. CONTEXTO OPERACIONAL O, criado pelo Decreto-Lei nº 9.295/46 publicado no Diário Oficial da União em 28/05/1946, com alterações

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [49.323.025/0001-15] SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA DE SUPLEMENTACAO PREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1990.0016-29] PLANO DE BENEFÍCIOS BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social. Plano de Origem - BD. Março de 2015

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social. Plano de Origem - BD. Março de 2015 PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social Plano de Origem - BD Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios Previdenciários do

Leia mais

Orgulho de ser OABPREV

Orgulho de ser OABPREV RELATÓRIO ANUAL 2008 Av. Hercílio Luz nº 639, sala 211 - Centro - Florianópolis - SC - CEP: 88020-000 Fones: (48) 3222-7440 e 3222-7450 - www.oabprev-sc.org.br APRESENTAÇÃO Orgulho de ser OABPREV Acreditamos

Leia mais

REGULAMENTO DA CARTEIRA DE EMPRÉSTIMO BÁSICO

REGULAMENTO DA CARTEIRA DE EMPRÉSTIMO BÁSICO Rev. 01 Data: 21/05/2014 Página 1 de 8 CAPÍTULO I DEFINIÇÕES Art. 1º - Para fins de aplicação deste Regulamento, o masculino incluirá o feminino e o singular incluirá o plural, a menos que o contexto indique

Leia mais

Receita Imobiliária 1.327.875,69 PEUGEOT - ALUGUEL MENSAL PEUGEOT - MULTA PROPORCIONAL PETROBRAS 667.428,17. Receita Financeira 19.

Receita Imobiliária 1.327.875,69 PEUGEOT - ALUGUEL MENSAL PEUGEOT - MULTA PROPORCIONAL PETROBRAS 667.428,17. Receita Financeira 19. TRX Edifícios Corporativos XTED11 - FII Lâmina mensal Dezembro 2015 DADOS DO FUNDO DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTO DATA DE INÍCIO Novembro/2012 PRAZO Indeterminado VALOR DE MERCADO R$ 58.606.650,00 VALOR PATRIMONIAL

Leia mais

NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL MODALIDADE PRESTAÇÕES PÓS FIXADAS Nº. 02/2015

NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL MODALIDADE PRESTAÇÕES PÓS FIXADAS Nº. 02/2015 NORMA PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL MODALIDADE PRESTAÇÕES PÓS FIXADAS Nº. 02/2015 1. DA FINALIDADE Esta Norma dispõe sobre a concessão de Empréstimo Pessoal Modalidade Prestações Pós Fixadas pelo

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO INDUSTRIAL DO BRASIL RELATÓRIO DE AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 S U M Á R I O

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO INDUSTRIAL DO BRASIL RELATÓRIO DE AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 S U M Á R I O Moore Stephens Metri Av. Juscelino Kubitschek,410, Bloco B, Sala 808 - Centro Joinville - SC 89201-906 Tel 55 (47) 3422-6474 msjl@msbrasil.com.br www.msbrasil.com.br FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO INDUSTRIAL

Leia mais

MÚTUOPREV Entidade de Previdência Complementar

MÚTUOPREV Entidade de Previdência Complementar MÚTUOPREV Entidade de Previdência Complementar REGULAMENTO DO PLANO DE BENEFÍCIOS II 1 de julho de 2010 MÚTUOPREV Entidade de Previdência Complementar 2 CAPÍTULO I - DO OBJETIVO Art. 1º - O presente Regulamento

Leia mais

Celgprev CELPREV. Cartilha do Participante. Introdução

Celgprev CELPREV. Cartilha do Participante. Introdução Celgprev CELPREV Cartilha do Participante Introdução A partir de dezembro de 2000, a CELG distribuição, a Celg geração e transmissão, Celgpar e a ELETRA passam a oferecer aos seus empregados o Celgprev:

Leia mais

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A. BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 30 de

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS DO CONSELHO FISCAL

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS DO CONSELHO FISCAL Artigo 19, da Resolução do CGPC nº 13/04. CAPOF Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão. 1º SEMESTRE DE 2011

Leia mais

$ $ Guia de Empréstimos. Fachesf

$ $ Guia de Empréstimos. Fachesf Guia de Empréstimos Fachesf Sobre os empréstimos da Fachesf Quais as modalidades de empréstimos que a Fachesf oferece? Empréstimo Pós-Fixado (sem comprovação) Empréstimo Educação (com comprovação) Empréstimo

Leia mais

ABRILPREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Quadro Comparativo do Regulamento do Plano de Benefícios da Abrilprev

ABRILPREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Quadro Comparativo do Regulamento do Plano de Benefícios da Abrilprev ABRILPREV SOCIEDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA CNPJ 73.000.838/0001-59 Quadro Comparativo do Regulamento do Plano de Benefícios da Abrilprev CNPB 1993.0008-11 1 DE PARA Justificativa 1 - DO OBJETO 1 DO OBJETO

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES SUMÁRIO 1. DEFINIÇÕES... 2 2. FINALIDADE... 3 3. DESTINATÁRIOS... 3 4. DOCUMENTAÇÃO... 4 5. VALOR MÁXIMO E MÍNIMO... 5 6. PRAZOS... 5 7. ENCARGOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA... 6 8. GARANTIAS... 7 9. CONDIÇÕES

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Memorial Office

Fundo de Investimento Imobiliário Memorial Office São Paulo, 06 de maio de 2009. Fundo de Investimento Imobiliário Memorial Office Relatório da Administração Abril/2009 ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA Em 29 de abril de 2009 realizamos a Assembléia Geral Ordinária

Leia mais

DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS RPPS Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor FAPS DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2014 1. FINALIDADE DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Este documento estabelece o modelo de investimentos

Leia mais

CARTILHA EXPLICATIVA. Esta Cartilha vai ajudá-lo a entender melhor o OABPrev-GO e o Plano de Benefícios Previdenciários do Advogado Adv-PREV.

CARTILHA EXPLICATIVA. Esta Cartilha vai ajudá-lo a entender melhor o OABPrev-GO e o Plano de Benefícios Previdenciários do Advogado Adv-PREV. CARTILHA 2010 CARTILHA EXPLICATIVA Esta Cartilha vai ajudá-lo a entender melhor o OABPrev-GO e o Plano de Benefícios Previdenciários do Advogado Adv-PREV. Com o Adv-PREV você verá que é possível viver

Leia mais

Plano de Previdência Complementar para o Servidor Público Federal

Plano de Previdência Complementar para o Servidor Público Federal Plano de Previdência Complementar para o Servidor Público Federal SINDITAMARATY 29/07/2014 Sumário A Funpresp Governança Participante Ativo Normal Participante Ativo Alternativo Procedimentos de Adesão

Leia mais

O número de participantes e assistidos no mês de agosto de 2007 apresentou a seguinte

O número de participantes e assistidos no mês de agosto de 2007 apresentou a seguinte 1. Introdução O relatório da área de seguridade tem por finalidade apresentar as principais atividades desenvolvidas no mês, informando os números e valores relativos ao período de Agosto de 2007, bem

Leia mais

Plano de Previdência Complementar CPFL PPCPFL

Plano de Previdência Complementar CPFL PPCPFL Plano de Previdência Complementar CPFL PPCPFL Vigência: 1º/09/2010 APROVADO PELA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PORTARIA PREVIC 613, DE 13 DE AGOSTO DE 2010. PPCPFL 1 ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015 PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios Previdenciários

Leia mais

Perfin Institucional FIC FIA

Perfin Institucional FIC FIA Perfin Institucional FIC FIA Relatório Mensal- Junho 2013 O fundo Perfin Institucional FIC FIA utiliza-se de análise fundamentalista para compor o seu portfólio, baseado no diferencial existente entre

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS TRIMESTRE: ABRIL - JUNHO DE 2008

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS TRIMESTRE: ABRIL - JUNHO DE 2008 INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SANTA MARIA IPASSP SM DIRETORIA EXECUTIVA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS APLICAÇÕES DOS RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS

Leia mais

RB CAPITAL RENDA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII APRESENTAÇÃO AOS INVESTIDORES. Março/2012

RB CAPITAL RENDA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII APRESENTAÇÃO AOS INVESTIDORES. Março/2012 RB CAPITAL RENDA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII APRESENTAÇÃO AOS INVESTIDORES Março/2012 Agenda Introdução A Oferta Características do portfolio final do Fundo Rendimento das Cotas Contatos &

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM

POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO - CREDIAFAM POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA DAS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da Segurança Pública de São Paulo

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE NATAL-NATALPREV CNPJ N 08.341.026/0001-05 Av. Marechal Floriano Peixoto, N. 336 Petrópolis 59020-500- NATAL/RN

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [05.054.648/0001-64] CX DE PREV E ASSIS AOS FUNC DO B EST DO PARA SA CAFBEP PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2002.0009-56] PREV-RENDA ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário

Leia mais

Relatório da Administração 2010

Relatório da Administração 2010 Relatório da Administração 2010 Cenário 2010 No transcorrer de 2010, observamos um crescimento muito acentuado do país, com o PIB crescendo 7,5% em relação a 2009. Apesar do excelente crescimento, não

Leia mais

REGIUS SOCIEDADE CIVIL DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Regulamento de Empréstimos Plano CV- 03

REGIUS SOCIEDADE CIVIL DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Regulamento de Empréstimos Plano CV- 03 1/6 TÍTULO: CLASSIFICAÇÃO: REFERENCIAL NORMATIVO: ASSUNTO: GESTOR: ELABORADOR: APROVAÇÃO: Documento Executivo Resolução CMN nº 3456/2007 PO-GEREL-002_Solicitação de Empréstimo Estabelece as regras para

Leia mais

POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO OUTUBRO D E

POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO OUTUBRO D E POLÍÍTIICA DE CRÉDIITO E DE EMPRÉSTIIMO OUTUBRO D E 2 0 0 9 COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRETOS - COOPERFEB POLÍTICA DE CRÉDITO E DE EMPRÉSTIMO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.446 R E S O L V E U:

RESOLUÇÃO Nº 1.446 R E S O L V E U: RESOLUÇÃO Nº 1.446 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o Presidente do CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, por ato de 18.12.87, com base no artigo

Leia mais

Política Anual de Investimentos (PAI)

Política Anual de Investimentos (PAI) Política Anual de Investimentos (PAI) 2013 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 OBJETIVO GERAL... 3 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 3 VIGÊNCIA... 3 4 MODELO DE GESTÃO... 4 5 PROCESSO DE SELEÇÃO

Leia mais