JOSÉ MÁRCIO ERCULANO MARCULINO EDUCAÇÃO FISCAL AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO E SUA RELAÇÃO ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS FATOS ATUAIS

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1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1 JOSÉ MÁRCIO ERCULANO MARCULINO EDUCAÇÃO FISCAL AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO E SUA RELAÇÃO ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS FATOS ATUAIS Fortaleza Novembro/2013

2 1 JOSÉ MÁRCIO ERCULANO MARCULINO EDUCAÇÃO FISCAL AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO E SUA RELAÇÃO ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS FATOS ATUAIS Monografia submetida à aprovação Coordenação do curso de graduação em ciências contábeis do Centro Superior do Ceará, como requisito para obtenção do grau de Graduação. FORTALEZA

3 2 JOSÉ MÁRCIO ERCULANO MARCULINO EDUCAÇÃO FISCAL AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO E SUA RELAÇÃO ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS FATOS ATUAIS Monografia como pré-requisito para obtenção do título de bacharelado em Ciências Contábeis, outorgado pela Faculdade Cearense FaC, tendo sido aprovada pela banca examinadora composta pelos professores. Data da Aprovação: / / BANCA EXAMINADORA Professora Dra Marcia Maria Machado Freitas Orientadora Professora Dra Liliana Farias Lacerda Membro I Professor Ms Paulo Francisco Barbosa Sousa Membro II

4 3 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar a Deus, que tudo permite e ilumina a nossa vida. Aos meus colegas e professores de sala que sempre me ajudaram nas aulas e trabalhos em equipe. A minha orientadora que além de ter aceitado a me ajudar me mostrou os caminhos para realização deste trabalho, incentivou, cobrou, pressionou de forma sadia a chegar ao final. O meu muito obrigado. As minha mães, de criação e biológica, quero agradecer de forma muito especial, pois sem elas não estaria concluindo mais uma etapa na minha vida. A todos que direta e indiretamente incentivaram, acolheram e se fizeram disponível para que o objetivo fosse alcançado.

5 Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele. Salomão Provérbio. 22,6 4

6 5 RESUMO As últimas manifestações populares pelas ruas do Brasil resgatam a voz da cidadania. Lamenta-se que o processo de recuperação da consciência cidadã tenham atos reprováveis merecedores de uma adequada conscientização do povo, pois algumas práticas ferem pessoas e danificam bens públicos e particulares. Nesse resgate da voz da cidadania, à de considerar importante e propicio a presente pesquisa, pois trata de assuntos pertinente e essencial na formação do cidadão. Deve-se reconhecer a necessidade de uma escola produtora de cidadãos amparada por uma educação cada vez mais progressista, com aparecimento de novos métodos e técnicas. Quando da sua efetivação se tornará uma poderosa alavanca moralizadora na nossa sociedade. Capaz de incutir hábitos novos. Dessa forma aliada há uma conscientização de cidadania alcançaremos progressos sociais imagináveis. Nesse sentido, o tema proposto para a pesquisa busca aproveitar o momento oportuno, porque abre-se um espaço na sociedade para discussões, debates, simpósios e trabalhos com temas até então esquecidos pela maioria. É uma questão cultural, mas também educacional. Não temos cidadania quando não se sabe quanto se paga para manter o estado. Há um grau muito grande de desinformação ainda. O programa nacional de educação fiscal é uma realidade. Visa um trabalho ativo e permanente. Com a sua abrangência nacional, seu foco com prioridade, são os alunos e professores do ensino fundamental e médio, mas procurando atingir o máximo de grupos, disseminaremos com mais eficiência a proposta. Portanto trazendo a abordagem para o meio acadêmico ampliaremos mais colaboradores potenciais. A perspectiva é de muito estudo, trabalho e dedicação por parte daqueles que desejam reduzir a corrupção, atenuar as desigualdades sociais e melhorar o perfil do cidadão. Palavras Chaves: Educação Fiscal. Cidadania. Programa Nacional de Educação Fiscal.

7 6 ABSTRACT The latest popular demonstrations in the streets of Brazil recover the voice of citizenship. It is regrettable that the recovery process of civic conscience have reprehensible acts deserving of a proper awareness of the people, because some practices injure people and damage public and private property. In this redemption voice of citizenship, to consider important and conducive to this research, as this is relevant and essential issues in the formation of the citizen. Must recognize the need for a school production of citizens supported by an increasingly progressive education, with development of new methods and techniques. When its execution becomes a powerful lever moralizing in our society. Able to instill new habits. Ally this way there is an awareness of citizenship imaginable achieve social progress. In this sense, the proposed research theme seeks to harness the opportune moment, because it opens up a space in society for discussions, debates, symposia and work with themes hitherto forgotten by most. It is a cultural, but also educational issue. We do not have citizenship when they do not know how much you pay to maintain the state. There is a great degree of misinformation yet. The national program of tax education is a reality. Seeks an active and ongoing work. With its national scope, its focus on priority, are the students and teachers of elementary and middle school, but looking to achieve maximum groups disseminaremos more efficiently the proposal. So bringing the approach to academia will expand more potential reviewers. The outlook is much study, work and dedication on the part of those who wish to reduce corruption, alleviate social inequalities and improve the profile of the citizen. Key Words : Education Tax. Citizenship. National Tax Education Program.

8 7 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Problemática Objetivos Objetivo Geral Objetivos Especificos Justificativa Metodologia Hipótese TRIBUTOS Função Social dos Tributos Função Socioeconomica dos Tributos Educação Fiscal Harmonização entre o cidadão e o governo METODOLOGIA Escolha do tema Tipo de Pesquisa Pesquisa Bibliográfica EDUCAÇÃO FISCAL Da Filosofia do Programa Agente de Transformação Social Ações do Programa Nacional de Educação Fiscal Educação Fiscal e Controle Social CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

9 8 1.INTRODUÇÃO: Diante das recentes manifestações que tomaram conta do Brasil, percebemos a dificuldade da população em entender o verdadeiro exercício da cidadania. É preciso que a sociedade entenda o que é ser cidadão. Faz-se necessário refletir se as crianças e jovens que serão o futuro dessa nação se estão sendo preparadas adequadamente em casa, nas escolas, para compreender desde cedo o verdadeiro significado da palavra cidadão. Se a população adulta tem sérias dificuldades com relação ao assunto, como ensinar aos seus filhos, se falta subsídios para explicar? A Educação é o caminho, o momento exige, existe uma urgência social. Ensinar que toda a população mundial que vive em uma casa, em um bairro, em uma cidade, estado e em algum país possui direitos e obrigações iguais pertinentes às leis de onde vive. A criança/jovem deve aprender desde cedo que cidadão é a pessoa que cumpre seus deveres e exige seus direitos e que com essa prática o individuo exerce a cidadania. Na constituição brasileira, os arts. 5º. e 6º. tratam dos direitos individuais, coletivos e sociais, de onde pode-se citar alguns, - Somos todos iguais perante a lei; - Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações; - É livre a manifestação do pensamento; - É inviolável a liberdade de consciência e de crença; - É livre o exercício de qualquer trabalho; - É livre a locomoção no território nacional; - São direitos sociais a educação, a saúde, a moradia, o lazer, a segurança. - A lei magna também trata dos nossos deveres: - Votar; - Cumprir e respeitar as leis; - Respeitar os direitos do próximo; - Ser solidários com todos os cidadãos, principalmente idosos, crianças e pessoas com deficiência; - Proteção e educação da melhor forma possível aos nossos filhos e outras pessoas que dependem de nós.

10 9 Deve-se enfatizar os direitos, mas principalmente os deveres. A consciência no dever de uma cidadania fiscal acontece no momento de votar, na educação com qualidade, no instante do pagamento de tributos, no acompanhamento dos políticos votados. A construção de uma sociedade melhor e justa parte do cumprimento do dever de cada individuo, ele torna-se responsável pelo resultado. O que se observa é a revolta de muitos, dentre esses uma minoria mais radical trilhando o caminho da violência, da marginalidade, da falta de respeito, destruindo patrimônios particulares e públicos, exigindo os seus direitos sem o cumprimento dos seus deveres perante a si e ao próximo. Muitos não querem mais votar, outros são a favor da sonegação fiscal. É a morte da democracia. Portanto, a educação fiscal surge como instrumento na promoção sócio econômica do ser e que a família, a escola, como instituições formadoras de cidadãos, são responsáveis pela mudança social, e o processo educacional quanto mais cedo melhor PROBLEMÁTICA Assim, surgem os seguintes questionamentos norteadores desse trabalho, a implantação e a intensificação do programa nacional de educação fiscal poderá favorecer o exercício da cidadania? Trará melhoras na relação contribuinte e o estado? Com relação à educação Fiscal poderemos considerá-lo como agente de transformação social? 1.2. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Analisar a educação fiscal como agente de transformação e sua relação entre o cidadão e o estado OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Investigar as escolas (crianças/jovens) na construção de futuros cidadãos; - Buscar a harmonização entre o cidadão e o governo;

11 10 - Analisar a Educação Fiscal como prática da cidadania; - Demonstrar ao cidadão a função socioeconômica dos tributos JUSTIFICATIVA Nota-se necessário que a população domine informações acerca da gestão fiscal do país, pois a grande parte dos brasileiros não sabe que paga impostos e desconhece sua contribuição para o financiamento dos serviços públicos. Tudo que está a nosso dispor, que é útil e necessário no dia a dia, foi construído com os tributos que cada um paga. Todos somos contribuintes, mesmo os isentos do imposto de renda, que ao consumirmos bens e serviços transforma-se em tributo que são os valores que o cidadão paga na forma de impostos, taxas e contribuições. Todos devem estar cientes de que o destino do valor arrecadado serve para manter a saúde, educação, transporte, segurança e a manutenção e funcionamento do estado. Aprendendo, o cidadão torna-se responsável cada vez mais pelo seu próprio destino e comprometido com as melhorias da coletividade. Um cidadão consciente de seus direitos e obrigações é um cidadão que saberá cobrar e votar melhor. Diante do exposto deve- se exigir as notas/cupons fiscais no momento da aquisição de um bem ou serviço, é dever nosso. Não fazendo isso, nos tornamos coniventes com a sonegação fiscal e nem percebemos o mal gerado para a vida em sociedade. Outra preocupação é a corrupção que tomou conta da administração pública. Quando um administrador desvia dinheiro dos cofres públicos, certamente faltará para garantir um medicamento ou o salário de um professor na escola. É um crime social da mais alta gravidade, afeta principalmente as populações mais necessitadas. Precisa-se também aprender a acompanhar diariamente a prestação de contas do governo, como está sendo aplicados os gastos, o sistema de controle dos gastos estatais a chamada lei de transparência. Levar o assunto para o meio acadêmico é também demonstrar a importância em ampliar a participação de todos na busca de uma sociedade mais

12 11 justa. Melhorar a qualidade de vida e os benefícios sociais da população é umas das consequências da educação fiscal. 1.4 METODOLOGIA Esta etapa da pesquisa será realizada mediante pesquisas bibliográficas na rede de informações da internet. Este procedimento seguirá, dentre outros, fontes educacionais de entidades governamentais. Em uma pesquisa inicial, percebeu-se a existência de material composto por 12 fascículos que estão integrados ao programa de educação fiscal do estado do Ceará (PEF). O estudo envolverá, também, as experiências desenvolvidas em outras unidades da federação como os projetos de educação fiscal nos estados do Rio Grande do Sul e Goiás. Serão observadas outras fontes de pesquisas como seminários, palestras, simpósios, entrevistas, publicações para interpretação e exame. Objetivando, assim, o despertar do cidadão não só nos seus direitos, mas principalmente nos seus deveres. A implantação e a intensificação do programa nacional de educação fiscal favorece o exercício da cidadania. A temática educação fiscal trata de assuntos como ética, direitos humanos, controle social, responsabilidade fiscal e social, função social dos tributos, dentre outros. Temas da mais alta relevância para a formação de um verdadeiro cidadão. Uma população bem informada e consciente de seus direitos e deveres leva uma ação participativa do povo, que impulsionará a uma verdadeira efetivação do bem-estar e da justiça social. Portanto, o presente trabalho é constituído por 6 (seis) capítulos: No capítulo 1, serão abordados a introdução, problematização, objetivos, justificativa e metodologia. No capítulo 2, será abordada a função social dos tributos, O Programa Nacional, Estadual e Municipal da Educação Fiscal (PNEF), transparência e responsabilidade social. O capítulo 3, trará a metodologia que será utilizada para desenvolver este trabalho. No capítulo 4, o estudo sobre educação fiscal. No capítulo 5, será feita a conclusão e por último as referências bibliográficas.

13 12 2. TRIBUTOS Tributo é um dever imposto às pessoas físicas, jurídicas ou entidades equivalentes com a finalidade de recolher valores aos cofres públicos da União, do estado ou do município. É normalmente chamado de imposto. Em harmonia com a lei, o tributo é definido de acordo com o art. 3º. do Código Tributário Nacional (CTN) como uma prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção por ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. Com intuito de fazer valer o tributo como um dever fundamental para o contribuinte pessoa física ou jurídica. Torres (2003, pág. 334) conceitua tributo como: (...) consistente em prestação pecuniária que, limitado pelas liberdades fundamentais, sob a diretiva dos princípios constitucionais da capacidade contributiva, do custo/benefício ou da solidariedade do grupo e com a finalidade principal ou acessória de obtenção de receita para as necessidades públicas ou para as atividades protegidas pelo estado, é exigido de quem tenha realizado o fato descrito em lei elaborada de acordo com a competência especifica outorgada pela constituição. Portanto, o relacionamento da fazenda pública e o contribuinte são efetuados através de normas e desejos. De um lado os sujeitos passivos pessoas físicas e jurídicas ver o governo querendo intervir nos seus bens, uma apropriação indevida por parte dos entes tributantes. Por parte do Erário é o principal instrumento para financiar o estado e prover os recursos indispensáveis à vida em sociedade. Como já abordado, o governo tem o poder de estabelecer através de lei os tributos, este poder expresso na constituição federal, no entanto, a lei magna não define e nem institui os tributos passando a competência para os entes federativos (União, Estado, Município e Distrito Federal). Assim, o tributo é devido aos entes tributantes federal, estadual e municipal. É um dever obrigatório instituído em lei e não há como negar. Sua finalidade básica produzir receita para o estado. Os Tributos são relacionados pelo Sistema Tributário Nacional e está estruturado de uma forma que permita ao fisco a sua cobrança. De acordo com o art. 5º.do Código Tributário Nacional os tributos são os Impostos, as Taxas e as Contribuições de Melhoria.

14 13 Quanto a Competência a Constituição Federal estipula a cada esfera de poder a que pertence. O Art. 145 ressalta que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes impostos: I Impostos; II Taxas, em razão do exercício do poder de policia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição; III Contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas. Porém, o art. 148 da Constituição Federal (CF/88) traz ainda uma quarta espécie tributária, empréstimo compulsório somente a União possa instituir em casos excepcionais. Finalmente temos as contribuições especiais estabelecida em lei: Ressalta ainda o Art que compete exclusivamente a União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas (...) É importante registrar que o sistema tributário enumerado pela Constituição Federal é alvo de divergência entre vários tributaristas. Amaro (2010) adota apenas quatro espécies tributárias considerando contribuições de melhoria como uma taxa. Há também alguns que defendem apenas os impostos e taxas como espécies tributárias, por exemplo, Becker. (1972, pág. 371/372), considera as taxas ligadas a um serviço oriundo do estado enquanto os impostos independem o seu fato gerador. As várias interpretações divergem uma das outras em relação aos critérios adotados na divisão das espécies tributarias. Porém a teoria mais atualizada são os critérios da restituição, destinação e vinculação. O Art. 16 do Código Tributário Nacional define imposto como sendo o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal especifica relativa ao contribuinte. De acordo com essa definição sua principal característica é uma situação livre da atividade estatal como fato gerador. Para reforçar esse raciocínio recorre-se a Amaro (2010, pág.52), que para exigir imposto de certo individuo, não é preciso que o Estado lhe preste algo determinado.

15 14 Portanto o imposto não é um fato gerado pelo estado, mas sim pelo contribuinte. Como comentado à lei Magna de 1988, no seu art. 145, inciso I, estabelece que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão determinar alguns impostos. A cada um desses entes terá a sua competência como será visto a seguir: O art. 153 da CF/88 dispõe sobre os impostos de competência da União: - IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados; - IR: Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza; - ITR: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural; - II: Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros; - IE: Imposto sobre a Exportação de Produtos Nacionais e Nacionalizados; - IOF: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio, Seguros, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários; - IGF: Imposto sobre Grandes Fortunas. Os Impostos de Competência dos Estados e do Distrito Federal: - ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviço de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação; - IPVA: Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores; - ITCMD: Imposto sobre Transição Causa Mortes e Doação de quaisquer Bens ou Direitos. Os Impostos dos Municípios e do Distrito Federal: - ISS: Imposto sobre Serviços; - IPTU: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana; - ITBI: Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis Inter Vivos. Por último tem-se o Simples Nacional, que é o imposto que unificam oito tributos cobrados as empresas jurídicas, são eles: IPI, IR, Contribuição Sobre o Lucro Liquido (CSLL), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Contribuição para a Seguridade Social, Contribuição para o PIS/PASEP, todos de competência da União, mais o ICMS de competência do Estado, e o ISS, de Competência do Município. Outra Classificação refere-se à finalidade dos impostos, ou seja, para quando tem por objeto arrecadar recursos para o estado (fiscal) ou quando tem como objetivo incentivar ou desestimular reações aos contribuintes (extrafiscal). Como visto os impostos arrecadados no Brasil é uma pedra fundamental para o governo federal, estaduais e municipais. Essa transferência monetária é a ferramenta disponível para manter as operações governamentais juntamente com todos os seus órgãos e principalmente beneficiar a população em geral.

16 15 Conforme aconteceu com os Impostos a Constituição Federal do Brasil de 1988, atribuiu em seu art. 145, inciso II, à União, Estados, Distrito Federal e os Municípios o poder de instituir as taxas em razão do exercício do poder de policia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte postos a sua disposição. As taxas tem como fato gerador uma determinada atividade da administração pública diretamente ligada ao contribuinte, portanto podendo ser de competência comum de todos os entes da federação. Encontra-se também no art. 77 do CTN, o conceito de taxas, ou seja, serão cobradas quando do exercício regular do poder de policia ou pela utilização de determinados serviços públicos. Portanto a taxa tem seu fundamento na atividade que o estado exerce sobre o particular. Amaro (2010, pág. 55) comenta que: A taxa de policia é cobrada em razão da atividade do Estado, que verifica o cumprimento das exigências legais pertinentes e concede a licença, a autorização, o alvará. Sendo assim, o poder de policia acontece pela atividade fiscalizadora do estado e se firma pela emissão de autorizações, licenças, alvarás, como, por exemplo, licença para funcionamento de estabelecimento comercial e autorização para porte de arma. Cabe ressaltar que o parágrafo 2º do art. 145 da Constituição Federal do Brasil determina que as taxas não possam ter base de cálculo própria de impostos. O Código Tributário Nacional no seu art. 77, parágrafo Único observa ainda que a taxa não pode ter fato que o venha gerar igual ao dos impostos, nem ser calculada em função do capital das empresas. Como se observa mais uma vez que, as taxas tem como fato gerador a atuação da administração pública estatal, podendo ser cobrada em razão do exercício da policia. O CTN, no seu art. 78, conceitua o poder de policia em: Atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletiva. Portanto para que a taxa possa ser cobrada em razão do poder de policia necessite que o seu exercício seja regular. Recorremos mais uma vez ao art. 78 do Código Tributário Nacional no seu parágrafo único onde no diz que:

17 16 Considera-se regular o exercício do poder de policia quando desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável, com observância do processo legal e, tratando-se de atividade que a lei tenha como discricionária, sem abuso ou desvio de poder. Dessa forma, o exercício do poder de policia acontece quando realizado por órgão competente, está respaldado por lei aplicável através de processo legal e nos casos que não haja abuso ou desvio de poder por parte das atividades administrativas vinculados. Não se pode deixar de destacar que tanto o art. 145, inciso II, da Constituição Federal do Brasil como o Código Tributário Nacional através do art. 77 destaca que o que move também a cobrança das taxas é a utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. Diante disso a instituição e a cobrança das taxas em cima da prestação de serviços públicos são verificadas quando for efetivamente prestado ou colocado a disposição da população, deve ser especifico e divisível. Se essas condições a administração publica não poderá cobrar. Fundamentada no artigo 81, do CTN a cobrança da terceira espécie de tributo, é definida da seguinte forma: A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. Portanto a contribuição de melhoria é considerada um tributo, assim como as taxas o fato gerador relaciona-se a uma prestação de serviço especifico do governo, ou seja, ela é instituída e cobrada quando o estado realiza uma obra que tem por consequência a valorização do imóvel do cidadão. Pertence a qualquer um dos entes tributantes, desde que seja realizada pelo ente que realizou a obra. Em conformidade com o art. 1º.do Decreto-lei no. 195 do ano de 1967 duas situações são necessários para a sua cobrança: realização de obra pública e valorização do imóvel do contribuinte. Para reforçar a instituição da contribuição de melhoria, recorremos ao grande tributarista Machado (2005, pág. 434) ressalta que: uma obra que não tenha sido ali indicada (refere-se ao Decreto-lei No. 195) não ensejara a cobrança dessa espécie tributaria.

18 17 Continuando o referido autor, informa que: Não é realização da obra pública que gera a obrigação de pagar contribuição de melhoria. Essa obrigação só nasce de da obra pública decorrer valorização, isto é, se da obra pública decorrer aumento do valor do imóvel do contribuinte. Portanto o governo não pode cobrar antes da obra ser feita. O Estado só deverá aplicar a contribuição de melhoria após a conclusão total ou parte de uma determinada obra. Verificamos que a cobrança acontece não pela realização da obra pública, mas pela valorização do imóvel do cidadão proprietário da tal obra. A contribuição de melhoria objetiva retornar aos cofres públicos os gastos realizados pelo estado para realizar uma obra pública qualquer. Presente também na Constituição Federal no seu art. 148 dispõe: A União, mediante lei complementar, poderá instituir empréstimos compulsórios, para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua eminência; no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, observado o disposto no art. 150, inciso III, item b. Parágrafo Único. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório será vinculada à despesa que fundamentou sua disposição. O Empréstimo Compulsório também é regulamento pelo CTN, através do artigo 15: Somente a União, nos seguintes casos excepcionais, pode instituir: I guerra externa, ou sua iminência; II calamidade pública que exija auxilio federal impossível de atender com os recursos orçamentários disponíveis; III conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo. Parágrafo único. A lei fixará obrigatoriamente o prazo do empréstimo e as condições de seu resgate, observando, no que for aplicável, o disposto nesta lei. Percebe-se então que somente cabe a União instituir o empréstimo compulsório, desde que seja através de lei complementar e que sua cobrança esteja relacionada à: - atender as despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerras externas ou na sua iminência; - no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. A própria denominação do termo empréstimo entende-se que é a captação momentânea de recursos da população ao governo e sua arrecadação por parte do estado o obriga a devolver futuramente os valores cobrados ao contribuinte.

19 18 A instituição do empréstimo compulsório é de competência exclusiva do governo federal (União), e é prevista por lei complementar diferente da maioria dos tributos. Deve atender aos gastos oriundos das guerras externas ou sua iminência, das calamidades públicas ou nos casos de urgência de investimento público de interesse nacional, tais requisitos são fundamentais para a instituição do empréstimo compulsório. Por fim chegamos a última espécie tributária prevista no artigo 149 da Constituição Federal de 1988, que são as contribuições especiais que se dividem em: sociais, interesse de categorias profissionais e econômicas. De acordo com o Art. 149, Compete exclusivamente a União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesses de categorias profissionais e econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, Inciso III, e 150, Incisos I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, parágrafo 6º relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. Com intuito de enfatizar as contribuições em questão como uma espécie de tributo, Barreto (2006, pág. 95) que diz: As contribuições têm natureza tributária por se amoldarem ao conceito de tributo. É a sua natureza que define o regime jurídico ao qual deva ser submetida. Verifica-se então que as contribuições especiais é um tributo que tem como fim atender a seguridade social. Existentes em nosso país a seguridade social compreende a previdência social, a assistência à saúde e social. Portanto as contribuições especiais são dividas em: A) Contribuições sociais que são, o FGTS, PIS, PASEP, COFINS, CSLL e PREVIDENCIARIA; São tributos de competência da União com a finalidade de atender as atividades na área social B) Contribuições de interesse profissional: são as anuidades cobradas pelos Conselhos Federais de engenharia, de contabilidade, médicos, advogados etc. São também de competência da União com a finalidade de financiar as atividades desenvolvidas pelas instituições representativas e fiscalizadoras das categorias econômicas ou profissionais.

20 19 Para melhor caracterizar toda espécie de contribuição, Barreto (2006, págs 124/125) descreve os traços comuns pertencentes a elas: 1. O vocábulo contribuição se refere a parte a que esta sujeito o cidadão, para a formação de fundos necessários ao custeio de determinada(s) despesas(s) pública(s); 2. A atividade estatal deverá se voltar para o grupo de pessoas que devera contribuir para a entidade, fundo ou despesa; 3. Deve haver uma vantagem ou beneficio que vincule aquele suporta o custo ou a despesa (contribuinte) em relação à atividade desenvolvida pelo Estado; 4. Há que haver uma correlação entre o custo da atividade estatal e o montante arrecadado a titulo de contribuição e 5. O produto da arrecadação deve ser necessariamente aplicado na finalidade que deu causa à instituição da contribuição. Nesse contexto ressalta-se que as leis que instituem tais contribuições quem realizará a cobrança são as próprias entidades que se beneficiarão com o valor arrecadado para financiar as atividades de organizar, regulamentar e fiscalizar as categorias econômicas e profissionais. 2.1 FUNÇÃO SOCIAL DOS TRIBUTOS Ao falarmos sobre a função social dos tributos, deve-se lembrar de que o objetivo da arrecadação dos tributos é produzir receita para o financiamento do estado com a finalidade de manter/atender o bem-estar da coletividade. Em decorrência da evolução humana, as relações sociais se aprofundaram desencadeando o aprimoramento tecnológico criando assim o estado. No intuito de enfatizar a necessidade da formação do estado Machado (2005, pág. 47) corrobora: Para viver em sociedade, necessitou o homem de uma entidade com força superior, bastante para fazer as regras de conduta, para construir o direito positivo. Desta necessidade nasceu o estado, cuja noção se pressupõe conhecida de quantos iniciam o estudo do Direito Tributário. As atividades exercidas pelo governo indispensáveis a vida em sociedade firmou-se ao longo dos tempos. A estruturação do estado democrático trouxe a ideia da necessidade de obter recursos para a obtenção dos objetivos da máquina

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