O ALUNO, A ESCOLA, O PROFESSOR: RELAÇÕES DO APRENDER

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O ALUNO, A ESCOLA, O PROFESSOR: RELAÇÕES DO APRENDER"

Transcrição

1 23 O ALUNO, A ESCOLA, O PROFESSOR: RELAÇÕES DO APRENDER OLIVEIRA-SILVA, Janaina 1 Resumo: Neste artigo abordamos a relação entre três aspectos fundamentais na constituição escolar: o aluno, a escola e o professor. Questionamos como a relação entre as partes é importante para a efetividade do binômio ensino-aprendizado. Palavras-chave: Ensino; relações de aprendizado; ensino-aprendizado. Abstract: In this article discussing the relationship between three fundamentals aspects in the constitution school: the student, the school and the teacher. Discussing as the relationship between the parties is important to the effectiveness of teaching-learning binomial. Key-words: Teaching; relations of learning; teaching-learning. Considerações iniciais Consideramos que a educação escolar de hoje está não em crise, mas em fase de reestruturação. Para isso, pensamos ser importante questionar sobre os âmbitos que inferem nessa constituição. Será a partir da ligação estabelecida entre a escola, o aluno e o professor que se dará ou não o sucesso escolar e como as relações entre eles é passível de observação para uma melhor compreensão das questões de ensino. A relação professor-aluno Peças fundamentais, embora complexas, são as relações humanas na realização das interações dele como indivíduo. Desta forma, a análise da relação entre professor/aluno envolve circunstâncias próprias desse tipo de relacionamento, sem contudo, excluir as bases comuns aos demais tipos de relações. Interação que se caracteriza pela seleção de elementos inerentes ao processo de aprendizagem, no qual a organização e a sistematização didática servirão como base para facilitar o aprendizado dos alunos e exposição do conteúdo material pelo professor. Será realmente que um bom aprendizado se dará como responsável apenas do

2 24 entrelaçamento entre o conteúdo transmitido e o aprendizado, ou mais, sobre o resultado desse processo de aprendizado? Evidentemente se nos pusermos sob esta perspectiva o que nos acarretará será a sensação de plena frustração, pois não se deve esperar que em uma sala todos os alunos saiam dali detentores da plenitude do conteúdo. Frustração que permeia constantemente a vida escolar. Por outro lado, isso não significa que por não serem todos os alunos que entenderão a matéria que o professor deverá se eximir de suas responsabilidades, como, por exemplo, a de dignificar sua profissão, com empenho e não com mera lassitude. A relação professor-aluno é uma condição do processo de aprendizagem e não se pode desvinculá-la daquilo que a permeia: um programa, normas da instituição de ensino que, em dúvidas, influenciam nesse processo. E daí surge um conflito inerente a essa relação na escola brasileira (talvez mundial): é uma relação que se baseia no convívio de classes sociais, culturas, valores e objetivos diferentes. Quanto ao primeiro aspecto notado, podemos relacioná-lo ao fato de que a escola de hoje tem como clientela pessoas que pertencem a uma heterogênea coletividade de classes sociais. Sim, se pensarmos na escola de duas, três ou mais décadas atrás, veremos que seu público estaria mais associado à chamada classe média. Oras, se esta mudou, logo, o público da escola também mudou. Uma mudança que até este momento está calcada num período de transição, onde as aparências lhe são bastante nebulosas, e mesmo que se objetive entender e rearranjar e/ou reestruturar o ensino, não se consegue, pois essa mudança não está tão clara o quanto se imagina. Ao compararmos a escola de cunho particular e a pública, veremos que a primeira se deu conta que seu público mudou e já faz inserções em sua estruturação pertinentes a essa mudança. Já a escola pública, talvez por ser de maior porte, anda não consegue enxergar com a clareza necessária esse rol de mudanças. Não estamos querendo, tampouco sugerindo eu a segunda passe a administrar a Instituição do mesmo modo como a primeira, mas sugerimos que seus profissionais fixem o olhar numa nova perspectiva que se rompe desde as ultimas décadas do século XX e continua em transição neste século XXI.

3 25 Olhar este que será necessário para um maior envolvimento profissional e técnico, pois assim a educação passará a ser priorizada e valorizada com a devida consciência. Não há uma prescrição. Há a necessidade de um redirecionamento de postura profissional, de conduta. Acreditamos que a escola mudará para melhor e conseguirá atingir seu papel socializador, moralizante e didático na medida em que se propuser esse novo foco. Com isso, a relação professor-aluno, tão problematizada, poderá ser entendida como parte de um processo necessário e não apenas como um elemento típico da falência institucional. Tudo isso está diretamente ligada à relação professor-aluno. Por se tratar de uma relação humana, será, sempre ou quase, conflitante, mas, com vistas no que propomos, há a possibilidade de um acréscimo naquilo que a escola se justifica como instituição: ensinar. A escola, como um todo, passa por uma crise de sentido; os alunos não sabem porque vão a ela, a falta de significação do que é estudar, a evasão, a reprovação e a violência que existem nas mais diferentes formas acabam por transformar esta relação professor-aluno ainda mais conflitante e difícil de ser trabalhada. A Ritualização da Escola A perspectiva de escola como instituição é reforçada em trabalhos como os de AQUINO (2000a) e AQUINO (2000b). A estrutura do relacionamento da escola com a sociedade é apresentada de forma institucional e definida dentro de um modus operandi. Os elementos dessa relação institucional são: o agente (profissional da educação), a clientela (beneficiários diretos da ação institucional escolar), o mandante (aquele que sustenta a ação institucional) e o público (beneficiário indireto da ação escolar, que tem por papel avaliar os resultados desta). O modus operandi da relação entre agente e clientela nada mais é que a ritualização da instituição escolar. AQUINO (2000a) apresenta uma visão de ritualização escolar sob o ponto de vista de Michel Foucault que tem por hipótese uma sociedade disciplinar. O trecho a seguir descreve a idéia apresentada por Aquino (2000a, p. 147): As instituições disciplinares teriam-se constituído, segundo Foucault, consonantes a procedimentos de controle bastante minuciosos. Dentre

4 26 eles, destacamos aqueles voltados a racionalização do espaço, do tempo e dos corpos dos indivíduos sob sua tutela. É necessária uma reflexão aprimorada sobre as bases da ritualização escolar. Apesar da escola trabalhar com o conhecimento e possuir como resultado de seu trabalho a formação (iniciação) de pessoas sua estrutura de organização é muito similar a de outras instituições sociais. A ritualização ou ainda, a sistematização de uma rotina de estrutura escolar é necessária e fundamental para a construção e consolidação da instituição. Esta ritualização é tão fundamental que sua existência pode, até certo ponto, colocar em risco sua eficiência e potência. Aquino (2000b, p. 60) comenta essa situação no trecho: Disso decorre, a nosso ver, que toda relação institucionalizada, que se queira fecunda, não pode prescindir de algumas condições fundamentais quanto a seu funcionamento, as quais implicam desde o estabelecimento dos parâmetros de conduta para ambas as partes até principalmente, a explicitação contínua dos objetivos, limites e horizontes da relação, sob pena de se confundi-la com outros tipos de enquadres institucionais e, portanto, colocar se em risco sua potência ou eficácia. A possibilidade de mudança e transformação do cotidiano escolar não deve ser negada. Ela é fundamental para a adaptação da instituição para atender os anseios de seu público, porém, não pode perder de vista seus objetivos. Um aspecto particular desse cotidiano da escola que envolve diretamente o agente e a clientela é o estabelecimento de um contrato pedagógico. O contrato pedagógico nada mais é que o reforço do ritual institucional acrescido de características próprias do trabalho e perfil de cada agente (professor). AQUINO (2002, p. 97) apresenta de forma clara os elementos do contrato pedagógico: (...). É importante lembrar, de largada, que a proposta de contrato se diferencia bastante da idéia de regimento escolar. Não é possível conceber a idéia de contrato como se tratasse de uma espécie de regimento interno das salas de aula. Não é. O contrato não opera numa dimensão proibitiva. Ao contrário. Suas cláusulas dão a conhecer o que é necessário para que possamos levar a cabo a tarefa que lá nos reuniu. (...). No caso da idéia de contrato pedagógico, a proposta é a de organizar os trabalhos em sala de aula com base da explicitação contínua das regras constitutivas do campo de conhecimento em jogo.

5 27 Trata-se daquele conjunto de regras que dão a conhecer, para ambas as partes, quais as exigências operacionais para as aulas de determinado curso ou disciplina. Trocando em miúdos, são as condições de funcionamento da relação professor-aluno. A relação aluno-professor é estabelecida de forma individual e única. É importante construir meios neste relacionamento através dos quais seja possível a solução de impasses, ou seja, a renegociação do contrato em casos especiais. O contrato por si só não garante o reconhecimento e respeito à autoridade do professor. É necessário que o agente restabeleça seu papel de forma a reconstruir sua relação diariamente, ou seja, se faz necessário assinalar que o reconhecimento de agente com autoridade não é algo natural e/ou automático, e isso se fará presente nas atitudes do agente. Em seu trabalho, Dubet (1997) ressalta um outro ponto que também condiz com a realidade do estudante brasileiro. O autor constatou que era preciso ocupar constantemente os alunos, pois, caso isto não ocorresse, eles logo começavam a falar em sala de aula. Mas será mesmo isso um método de maior valia para a Escola brasileira? É fato que quando os alunos se vêem cobertos de atividades, muitos sequer iniciam seu desenvolvimento, optando pela desistência imediata de algo que lhe causaria um sentimento próximo ao de se enfadonhar. Por outro lado, se estes mesmos alunos forem instigados com questionamentos desafiadores sobre o conteúdo, haverá maior produtividade e o aproveitamento será mais positivo. Mas e como instigá-los sem tornar a prática docente lúdica por extremo? Acreditamos que a resposta para esta pergunta esteja em cada professor que pretender investir-se nesse horizonte. Queremos dizer com isso que não existem formulas prontas e redondas cabíveis em cada sala de aula brasileira. Há, isso sim, indícios que levam a um maior ou menor grau de aproveitamento, visto que, como todos sabemos, cada aula é diferente da outra, a cada turma, a cada dia. Considerações finais Notamos que muitos aspectos podem e devem ser questionados em relação à prática de ensino que aqui foi entendida como um conjunto de elementos e da relação entre eles. Priorizamos, neste trabalho, um foco sobre as relações que permeiam e, muitas vezes, constituem dramas.

6 28 Nosso objetivo não era de apontar soluções para os descompassos, mas propor um questionamento acerca de um processo: o de aprendizado, sob o viés das relações humanas professor-aluno e dessas relações com a Instituição escola. Acreditamos ter levantado alguns pontos sobre esse processo e com isso refletido um pouco sobre os mais diversos papéis inerentes ao ensino. Reflexão esta que saiu do ambiente puramente escolar e saltou para o lado de fora dos muros das escolas, incluindo nela uma aproximação com a própria sociedade, visto que se é ela que concede ou não uma renovação, é a partir dela, e com ela, que devemos refletir. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AQUINO, J. G. O mal-estar da escola contemporânea. In:. Do cotidiano escolar. SP: Summus, 2000, p Autoridade docente, autonomia discente. In:. Do cotidiano escolar. SP: Summus, 2000, p A desritualização radical da sala de aula. In:. Diálogo com educadores. SP: Moderna, 2002, p DUBET, F. Quando o sociólogo quer saber o que é ser professor. Revista Brasileira de Educação, n.5-6, 1997, p Mestre em Letras pela USP e membro do Grupo de Pesquisa Produção Escrita e Psicanálise GEPPEP (http://paje.fe.usp.br/~geppep/index.htm). para contato:

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY

TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY Sérgio Choiti Yamazaki Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Lev Semenovich Vygotsky (1896-1934) estudou literatura na Universidade de Moscou, interessando-se primeiramente

Leia mais

A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. ALVES, Patrícia Cristina Discente do 7º Período do Curso de Pedagogia da Faculdade

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz,

Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz, AMELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: UM DESAFIO PARA O SÉCULO XXI Introdução ANGELA ALBERNAZ* Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz, 2002, 1 cujo objetivo

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Utilização do jogo didático Bingo Periódico no processo de ensinoaprendizagem de Química na Escola Estadual Professor Gerson Lopes de Apodi-RN.

Utilização do jogo didático Bingo Periódico no processo de ensinoaprendizagem de Química na Escola Estadual Professor Gerson Lopes de Apodi-RN. Utilização do jogo didático Bingo Periódico no processo de ensinoaprendizagem de Química na Escola Estadual Professor Gerson Lopes de Apodi-RN. Gustavo Daniel S. Souza (IC)1, Alidna Mosana S. de Oliveira

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Formação de professores do Ensino Médio

Formação de professores do Ensino Médio Formação de professores do Ensino Médio Etapa I Caderno VI Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio A Avaliação no Ensino Médio Ocimar Alavarse Gabriel Gabrowski Mediadora: Viviane Aparecida

Leia mais

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA PROGRAMA COOPERATIVO EDUCAÇÃO CONTINUADA E CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES DOS CURSOS SUPERIORES DE ENGENHARIA: INICIANDO A DISCUSSÃO Sandra Maria Dotto Stump - sstump@mackenzie.com.br

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO O conceito de ação social está presente em diversas fontes, porém, no que se refere aos materiais desta disciplina o mesmo será esclarecido com base nas idéias

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. 1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Autora: MERLI, Angélica de Almeida - UNINOVE - angel.almeida@uninove.edu.br

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO SUPERIOR PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª Msc. Clara Maria Furtado PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURRÍCULO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PLANEJAMENTO DO CURSO OBJETIVOS

Leia mais

Considerações sobre o estágio na formação do Profissional de Educação Física

Considerações sobre o estágio na formação do Profissional de Educação Física Considerações sobre o estágio na formação do Profissional de Educação Física José Maria de Camargo Barros A formação do Profissional de Educação Física deve garantir o desenvolvimento de estágios curriculares,

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

ANALISANDO O USO DE JOGOS COMO AUXÍLIO NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA

ANALISANDO O USO DE JOGOS COMO AUXÍLIO NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA ANALISANDO O USO DE JOGOS COMO AUXÍLIO NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA Amanda dos Santos Souza (Licencianda em Matemática/UFPB - amanda.souza13@hotmail.com) Carla Manuelle Silva de Almeida

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Formação, Exercício e Compromisso Social

Formação, Exercício e Compromisso Social Formação, Exercício e Compromisso Social Antonio Francisco de Oliveira 1 Vice-Presidente do CAU/BR Coordenador da CEP-CAU/BR A Arquitetura e Urbanismo é, sem sombra de dúvida, uma das profissões cujo exercício

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Resumo ISSN 2316-7785 PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Stephanie Abé abe.stephanie1@gmail.com Ana Caroline Pierini karolpierini@gmail.com Luana Kuister Xavier

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA, ÉTICA E SALA DE AULAS Cipriano Carlos Luckesi 1 Nos últimos dez ou quinze anos, muito se tem escrito, falado e abordado sobre o fenômeno da gestão democrática da escola. Usualmente,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM Kelly Cristina Sabadin kellysabadin@hotmail.com RESUMO A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente em todas as instituições de ensino. É o tema mais

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Gerência da tutoria - o diferencial em uma plataforma on-line Luiz Valter Brand Gomes* Rosângela Lopes Lima* Filipe Ancelmo Saramago* Rodrigo Telles Costa* Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto

A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto O COREN-SP, preocupado com a situação atual relacionada com a Formação Profissional de Enfermagem, vem assumindo

Leia mais

As religiões na escola

As religiões na escola G E R A Ç Õ E S E V A L O R E S Estudos As religiões na escola Se a escola tem por missão colaborar na formação integral do aluno, então não pode ignorar nenhuma das suas dimensões específicas, sob pena

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

Parabéns a você que burlou a realidade para se tornar a PEÇA que FALTAVA na sua advocacia.

Parabéns a você que burlou a realidade para se tornar a PEÇA que FALTAVA na sua advocacia. O Operador do Direito no Brasil não foi educado para uma postura de planejamento e autodesenvolvimento além do Direito. Pesquisas da FGV informam que advogados quando investem em cursos, priorizam o conhecimento

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA

ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA 00929 ALUNOS SURDOS E INTÉRPRETES OUVINTES NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA SANTOS, Joaquim Cesar Cunha dos 1 Universidade Federal do Espírito Santo UFES NOGUEIRA, Fernanda dos Santos

Leia mais

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª. Msc. Clara Maria Furtado claramaria@terra.com.br clara@unifebe.edu.br PLANEJAMENTO Representa uma organização de ações em direção a objetivos bem definidos, dos recursos

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO DA GESTÃO PIBID UEPB POR (AS) COORDENADORES (AS), SUPERVISORES (AS) E ALUNOS (AS) BOLSISTAS

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO DA GESTÃO PIBID UEPB POR (AS) COORDENADORES (AS), SUPERVISORES (AS) E ALUNOS (AS) BOLSISTAS ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÃO DA GESTÃO PIBID UEPB POR (AS) COORDENADORES (AS), SUPERVISORES (AS) E ALUNOS (AS) BOLSISTAS Juarez Nogueira Lins Universidade Estadual da Paraíba junolins@yahoo.com.br

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro

Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro Da sala de aula à sala de ensaio: uma proposta para a formação do professor de teatro Ricardo Carvalho de Figueiredo Universidade Federal de Minas Gerais Professor Assistente Doutorando em Artes EBA/UFMG

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade.

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade. RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE PORTUGUÊS BORGES, Ana Maria de Miranda Marques/UFG anamariademiranda2@gmail.com MORAES, Eliana Melo Machado/CAJ-UFG

Leia mais

TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 63 TECNOLOGIAS COMPUTACIONAIS APLICADAS AO ENSINO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO CARLOS FERNANDO DE ARAUJO JR 1 ÁDERSON GUIMARÃES PEREIRA 2 RESUMO O trabalho procura demonstrar que a aplicação das tecnologias

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID ISSN 2316-7785 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM DIAGNÓSTICO REALIZADO PELO PIBID Charles Peixoto Mafalda Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões charles1995peixoto@hotmail.com

Leia mais

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA

ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO

Leia mais

OS SABERES DOS PROFESSORES

OS SABERES DOS PROFESSORES OS SABERES DOS PROFESSORES Marcos históricos e sociais: Antes mesmo de serem um objeto científico, os saberes dos professores representam um fenômeno social. Em que contexto social nos interessamos por

Leia mais

Projetos como alternativa de ensino e aprendizagem 1

Projetos como alternativa de ensino e aprendizagem 1 Projetos como alternativa de ensino e aprendizagem 1 Dos projetos individuais, aos projetos de grupo e aos projetos das organizações, dos projetos profissionais, aos projetos de formação; dos projetos

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms.

PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms. FUNDAÇÃO UNIVERSITARIA FEDERAL DO TOCANTINS UFT CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE PALMAS PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms. Autores: Prof. Paulo Alexandre Oliveira Acad.

Leia mais

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Flávia Nascimento de Oliveira flavinhamatematica@hotmail.com Rivânia Fernandes da Costa Dantas rivafern@hotmail.com

Leia mais

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Farias, Airan FAP airanzinh@hotmail.com Omodei, Letícia Barcaro Celeste FAP leticia.celeste@fap.com.br Agência Financiadora: FUNPESQ Este trabalho

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE

ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE Adriane Trindade Lopes Universidade do Estado do Pará adriane_lopes18@yahoo.com.br Gleida Tayanna Conde de Sousa

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE Laboratório de Extensão - LABEX Augusto Gomes Amado Júlia Mafra Letícia Nery de Figueiredo Juliana Westmann Del Poente Thaisa

Leia mais

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte Autora: ADRIJANE ALVES DE AMORIM Introdução Estabelecer objetivamente a medida de um bom orador não é tarefa fácil. Para muitos, falar bem guarda a ideia

Leia mais

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ José Alves de SOUZA² Maria Stella Galvão SANTOS³ Universidade Potiguar (UnP ), Natal, RN RESUMO Este Plano de Comunicação refere-se a um estudo

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA Maria Cleonice Soares (Aluna da Graduação UERN) 1 Kátia Dayana de Avelino Azevedo (Aluna da Graduação UERN) 2 Silvia

Leia mais

NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM

NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 NA POSTURA DO PROFESSOR, O SUCESSO DA APRENDIZAGEM Marina Muniz Nunes: É inegável que determinadas ações e posturas do professor, tal como

Leia mais

PEDAGOGIA: QUE CURSO É ESTE? A PERSPECTIVA DO ALUNO. Palavras-chave: Pedagogia. Formação. Prática Profissional.

PEDAGOGIA: QUE CURSO É ESTE? A PERSPECTIVA DO ALUNO. Palavras-chave: Pedagogia. Formação. Prática Profissional. PEDAGOGIA: QUE CURSO É ESTE? A PERSPECTIVA DO ALUNO. Ana Beatriz Mugnatto Pacheco * Marilane Santos ** Resumo Este trabalho procura analisar e pontuar os anseios dos alunos ingressantes no curso de pedagogia

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais