1 MÊS EM 10 IMAGENS. Index. 1. A inflação no centro das decisões do BCE, do BoJ e do Fed? Novembro 2015

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1 1 MÊS EM 10 IMAGENS Todo mês, a SYZ Wealth Management publica em 1 mês em 10 imagens um panorama da atividade econômica do mundo. Uma imagem, muitas vezes, vale mais que um longo discurso. A cada mês, escolhemos 10 imagens que mostram os dados chave que marcaram a atualidade financeira e econômica do mês, acompanhado de um breve comentário quanto ao respectivo significado. Publicação da equipe de Pesquisa e Análise SYZ Wealth Management Tel. +41 (0) Index 1. A inflação no centro das decisões do BCE, do BoJ e do Fed? Estados Unidos - Os elementos exteriores pesam sobre o crescimento Espanha - 3% de crescimento, isso (infelizmente) não pode durar Reino Unido - O crescimento desacelera, mas continua sólido devido ao consumo Islândia - O outro bom aluno da Europa Suécia - Temor de uma bolha imobiliária Japão - O Banco do Japão perde a vez. Está na hora de uma interferência do governo? China - Desaceleração do setor industrial em benefício dos serviços Moedas - O dólar retoma a força em relação ao euro Títulos - Retorno da dívida de alto rendimento (high yield) e emergente A inflação no centro das decisões do BCE, do BoJ e do Fed? A maioria dos bancos centrais tem, hoje, mandato para manter, em médio prazo, a taxa anual de inflação em torno de um objetivo definido (2% nas economias desenvolvidas). As expectativas do mercado em relação à taxa de inflação esperada em cinco anos são, portanto, um indicador-chave para os bancos centrais. Inflação antecipada em médio prazo nos Estados Unidos, na zona do euro e do Japão (ponto de equilíbrio da inflação no acumulado de 5 anos, 5y5y forward inflation breakeven) Na zona do euro, por sinal, a diminuição dessas expectativas abaixo do limite de 2% durante o verão de 2014, finalmente, forçou o Banco Central Europeu (BCE) a considerar um programa de afrouxamento quantitativo. E, provavelmente, a falta de melhora deste mesmo indicador levou Mario Draghi a sugerir, em outubro, um prolongamento deste programa. Da mesma forma, no Japão, a falta de melhora dessas expectativas justifica as especulações em relação a um gesto similar do Banco do Japão (BoJ) em outubro, ainda que nada tenha sido anunciado na espera de um plano de estímulo fiscal. O Federal Reserve (Fed) tem também um segundo objetivo : manter o índice de desemprego em torno do pleno emprego (estimado em 5%). O fato de que este segundo objetivo seja alcançado justifica, hoje, a disposição do Fed de começar a aumentar a taxa básica de juros. Mas o Fed deve também considerar as expectativas de inflação, que retrocederam novamente em Ou, uma alta da taxa básica de juros, justificada pelo objetivo de pleno emprego, poderia por em risco a meta de inflação, acentuando as pressões deflacionárias relacionadas a uma nova alta do dólar. A margem de manobra é, portanto, muito estreita para o Federal Reserve, o que explica, possivelmente, a incerteza que cerca atualmente a evolução futura da política monetária americana. Source: Bloomberg LLP 1

2 2. Estados Unidos - Os elementos exteriores pesam sobre o crescimento A economia americana registrou um crescimento de 1,5% no ritmo anual no 3º trimestre, após a alta de 3,9% no trimestre anterior. Essa desaceleração é, em grande parte, devido à diminuição das despesas de investimento das empresas. Por outro lado, o consumo das famílias continua a crescer a um ritmo sustentado, superior a 3% ao ano. Essa dicotomia da economia americana, com uma indústria quase estacionária e despesas domésticas dinâmicas, confirma a divergência observada nos últimos meses entre os índices de atividade de produção e serviços. Em parte, pode ser explicada pela queda do preço do petróleo depois de quinze meses : isso causou uma interrupção nas despesas de investimento na indústria em plena expansão da extração do petróleo de xisto, enquanto concedeu um apoio significativo ao poder de compra das famílias, com os preços de combustível em queda de 30%. No entanto, outros fatores pesam, provavelmente, no investimento, tais como a força do dólar, o que penaliza as empresas exportadoras, ou a fraqueza persistente do crescimento no resto do mundo, incluindo a desaceleração na maioria das economias emergentes. Desse modo, embora continue a ser uma das mais dinâmicas no contexto atual, a economia americana não está imune ao vírus do baixo crescimento e às pressões deflacionárias que atingem a grande maioria da economia mundial. Variação anual do PIB, do consumo e do investimento das empresas Source: Thomson Reuters Datastream 3. Espanha - 3% de crescimento, isso (infelizmente) não pode durar Depois de ter atravessado uma longa e profunda recessão (queda quase ininterrupta do PIB de 8% em 5 anos), a economia espanhola se tornou o bom aluno da zona do euro. Todos os indicadores de atividade se recuperaram significativamente, o crescimento do PIB é mais uma vez positivo (1,4% em 2014, mais de 3% atingidos em 2015) e a trajetória da dívida pública se estabilizou. Essa melhoria, amplamente decorrente das reformas dos últimos anos (em especial do mercado de trabalho), e ainda o fim do tratamento de austeridade orçamentária, tem causado admiração ao resto da Europa. PIB, indicador avançado da OCDE e índice PMI composto No entanto, alguns índices recentes sugerem que esta dinâmica agradável começa a se esgotar. Os índices de PMI na indústria e nos serviços diminuíram recentemente, e o indicador avançado da OCDE sugere uma desaceleração líquida no futuro. Enquanto isso, o crescimento ainda é sustentado, como atesta a alta de 0,8% do PIB divulgado para o 3º trimestre (3,4% nos últimos doze meses). Porém, em um contexto de diminuição da demanda mundial, a exposição das empresas espanholas à América do Sul e a um Brasil que afunda na recessão pesa nas exportações. E se a demanda doméstica continua a ser abastecida pelo declínio do índice de desemprego, o nível dos salários permanece baixo, o que limita o potencial de aceleração. Após a espetacular melhoria dos dois últimos anos, há o risco de que o crescimento da economia espanhola se desacelere um pouco e, gradativamente, tenda para a média europeia. 2

3 4. Reino Unido - O crescimento desacelera, mas continua sólido devido ao consumo O crescimento do PIB britânico desacelerou um pouco no 3º trimestre, com uma alta de 0,5% (após 0,7% na primavera). Nos últimos doze meses, o PIB cresceu 2,3%, voltando ao seu ritmo de crescimento do fim de 2013, depois de ter atingido 3% no fim de Essa desaceleração é decorrente da retração da atividade na indústria manufatureira (pelo 3º trimestre consecutivo) e no setor da construção, de acordo com o cenário de fraqueza geral da indústria observado em todo o mundo nos últimos meses. Variação anual das vendas no varejo, nos salários e no crédito No entanto, paralelamente, o setor de serviços (e, portanto, o consumo doméstico) continua a crescer a um ritmo sustentável e ainda representa a maior parte do crescimento. O baixo índice de desemprego e os primeiros sinais de aceleração da alta dos salários em um ambiente de inflação limitada alimentam o poder de compra das famílias. Outro elemento que contribui para o dinamismo do consumo : as condições monetárias ainda extremamente complacentes, que permitiram uma retomada do crescimento do crédito ao consumo e igualmente alimentaram a alta dos preços imobiliários (principalmente em Londres). A importância do crédito no dinamismo do consumo é, por outro lado, uma faca de dois gumes para o Banco da Inglaterra : a política monetária complacente produz efeitos positivos inegáveis em termos de crescimento, mas a dependência do crédito dificulta uma eventual normalização das taxas em curto prazo. 5. Islândia - O outro bom aluno da Europa A Islândia continua a se destacar com uma recuperação econômica das mais dinâmicas na Europa, considerando que o país recentemente pagou sua dívida com o FMI. Depois de ter enfrentado vários anos de profunda recessão, a Islândia parece bem e fora da crise com um bônus de pagamento total (e antes do cronograma) da ajuda financeira que lhe havia sido concedida pela instituição no ponto mais alto da crise financeira de O fato de ter sua própria moeda, em vez do euro, beneficiou claramente a Islândia, ao contrário dos outros países em dificuldade. Mas é, também, à custa de um severo programa de austeridade e de decisões não conformistas (é o único governo que deixou os principais bancos irem à falência durante a crise) que a Islândia conseguiu restabelecer o equilíbrio. O índice de desemprego do país está entre os mais baixos da Europa (2,5%), o crescimento do PIB neste ano deverá se situar em cerca de 4,6%, segundo as recentes expectativas do Banco Central da Islândia e a inflação está em 1,9% (perto da meta de 2,5% fixada pelo Banco Central). Atualmente, a Islândia é considerada um modelo pela administração de saída da crise e está no caminho da recuperação e da normalização. Ainda resta, no entanto, uma etapa decisiva para que o país confirme seu retorno ao normal : a retirada gradual das medidas de controle de capitais implantadas durante a crise. Índice de desemprego e inflação na Islândia 3

4 6. Suécia - Temor de uma bolha imobiliária A escalada dos preços dos imóveis na Suécia suscita preocupações, tanto que o Banco Central do país decidiu, em sua última reunião, aumentar o programa de afrouxamento e está disposto a adotar medidas adicionais, tais como a redução da taxa de juros. Mas a política monetária de baixa taxa de juros aplicada até então teve como resultado uma explosão dos preços dos imóveis, e também um forte crescimento da dívida das famílias. Os temores de estouro de uma bolha e suas repercussões na economia começam a se intensificar. O Banco Central da Suécia manifestou preocupação com esta evolução, mas privilegiou o apoio à economia e a preservação de uma (pequena) retomada da inflação ( 0,1% em setembro). No entanto, com uma taxa básica de juros de -0,35% e os alívios fiscais aplicados às hipotecas, as famílias suecas são amplamente estimuladas a se beneficiar deste acesso barato à propriedade. Os preços dos imóveis aumentaram (40% em relação ao pico observado em 2007), do mesmo modo que o montante de empréstimos às famílias suecas e, também, das dívidas dessas famílias. O Riksbank e os bancos de varejo pediram ao governo que interviesse para apertar as condições relacionadas aos empréstimos hipotecários, mas não obtiveram resultados significativos até agora. Evolução dos preços dos imóveis e dos empréstimos às famílias na Suécia Source: Bloomberg 7. Japão - O Banco do Japão perde a vez. Está na hora de uma interferência do governo? O Banco do Japão decidiu, finalmente, não aumentar seu programa atual de compra de ativos durante a reunião de 30 de outubro. A resistência da demanda doméstica e a recuperação do setor de imóveis residenciais e de investimentos permitem a absorção da diminuição da demanda de exportações, segundo o BoJ, que não rebaixou suas perspectivas de crescimento e de inflação. Japão - Déficit orçamentário e tamanho do saldo do BoJ (%do PIB) Além dessas perspectivas, é verdade que o recurso à política monetária tem sido muito importante desde 2013 : as compras de ativos (principalmente de títulos do governo) já inflaram amplamente o balanço do BoJ, que passa de 70% do PIB e se aproximará de 90% ao fim de A eficácia de uma eventual nova alta deste programa é motivo de discussão no BoJ. Um apoio da política orçamentária poderia, portanto, ser mais eficaz para retomar a atividade e a dinâmica da saída da deflação, que perdeu o fôlego n ano passado. Com um déficit orçamentário dividido por dois desde 2013, o governo parece considerar um plano de estímulo fiscal, mesmo que o problema de endividamento público continue sendo um grande desafio em longo prazo. No entanto, esse endividamento recorde (cerca de 250% do PIB!) não pode ser reabsorvido sem um retorno durável do crescimento e da inflação. Em curto prazo, uma pequena ajuda orçamentária poderia colocar a economia no caminho do crescimento, provavelmente de modo mais eficaz que uma nova intervenção do Banco Central. 4

5 8. China - Desaceleração do setor industrial em benefício dos serviços O crescimento do PIB chinês para o terceiro trimestre (na variação anual) foi publicado com uma alta de 6,9% (o que representa o menor aumento desde 2009) alinhado com o consenso (6,8) e em ligeiro declínio em comparação ao primeiro semestre (7,0%). Crescimento do PIB chinês Os setores industriais, mineração e construção são aqueles que, não surpreendentemente, mais desaceleraram, conforme as previsões dos últimos indicadores relativos à produção industrial ou aos investimentos fixos. De um ponto de vista otimista, outros indicadores econômicos preveem certo conforto em relação às perspectivas de crescimento da segunda economia mundial, para o fim do ano. Especificamente, o setor de serviços, o bom desempenho do consumo doméstico e os sinais de retomada no setor imobiliário. A boa notícia é que a transformação da economia chinesa passará, com o tempo, para o setor terciário, que terá mais importância em detrimento do setor manufatureiro. Source: Bloomberg 9. Moedas - O dólar retoma a força em relação ao euro O mês de outubro foi volátil para a taxa de câmbio euro/ dólar devido à publicação dos diferentes dados macroeconômicos e às reuniões dos bancos centrais. Taxa de câmbio EUR/USD à vista Após alguns meses, o euro e o dólar evoluíram sem uma tendência real. Em outubro, os bancos centrais retomam ao palco e influenciam fortemente as moedas. No começo do mês, nos Estados Unidos, o relatório de emprego foi decepcionante, com menos criação de postos de trabalho que o esperado pelo mercado, lançando dúvidas sobre o vigor da recuperação americana. O euro se valorizou em cerca de 2,7% em relação ao dólar a 1,14, com base em um primeiro aumento da taxa básica de juros adiada nos Estados Unidos. Durante o mês, houve a reunião do BCE : Mario Draghi claramente sugeriu que um novo programa de afrouxamento quantitativo monetário começaria, provavelmente, antes do fim do ano. A valorização do euro em relação do dólar foi interrompida, e a taxa de câmbio se encaminha para 1,10. Finalmente, ao fim do mês, a reunião do Federal Reserve foi percebida pelos mercados como mais linha-dura, aumentando a probabilidade de uma primeira alta da taxa básica de juros em dezembro. O dólar se estabelecerá, portanto, em uma tendência positiva em relação ao euro, e essa tendência deverá continuar. 5

6 10. Títulos - Retorno da dívida de alto rendimento (high yield) e emergente O terceiro trimestre foi arrasador em termos de desempenho para a dívida de altos rendimentos e dos países emergentes (respectivamente -4,6% e -2%), com spreads que variam entre 161 bps e 97 bps. No mês de outubro, a tendência se inverteu com os mesmo ativos apresentando os melhores desempenhos do segmento de títulos (3% e 3,2%) acompanhados de um encolhimento dos spreads de -70 bps e -46 bps. Diferença de rendimentos entre high yield/dívida emergente e a taxa governamental americana de 10 anos Durante o mês de outubro, o fluxo de capitais para alto rendimento (high yield) atingiu níveis muito elevados. Os setores mais afetados são aqueles que superaram em desempenho : telecomunicações, setor químico e setor de energia. Em um ambiente de crescimento mundial positivo, com inflação baixa e bancos centrais complacentes, e as dissipações de recessão na China e no setor industrial, os investimentos em títulos recuperam a atratividade (principalmente o alto rendimento e a dívida dos países emergentes). A dívida dos países emergentes poderia, todavia, em um primeiro momento, sofrer no começo do ciclo de aumento das taxas de juros americanas. Este documento de marketing foi emitido pelo Grupo SYZ (doravante denominado «SYZ»). Não se destina à distribuição a pessoas físicas ou jurídicas ou uso por tais pessoas que sejam cidadãos ou residentes de um estado, país ou jurisdição em que as leis e regulamentos aplicáveis proíbam sua distribuição, publicação, emissão ou uso. Os usuários são os únicos responsáveis por verificar se estão legalmente autorizados a consultar as informações aqui contidas. Este material destina-se a fins meramente informativos, e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro, nem como um documento contratual. As informações contidas neste documento não se destinam a constituir assessoria jurídica, tributária ou contábil, e podem não ser adequadas a todos os investidores. As avaliações, condições e cálculos de mercado contidos neste documento são meras estimativas, e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As informações fornecidas são consideradas confiáveis; contudo, o Grupo SYZ não garante sua integridade ou exatidão. O desempenho passado não é uma indicação de resultados futuros. 6

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