Dificuldades Enfrentadas pelo Agente Comunitário de Saúde: Compreensão Necessária para Prática de Enfermagem

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dificuldades Enfrentadas pelo Agente Comunitário de Saúde: Compreensão Necessária para Prática de Enfermagem"

Transcrição

1 Dificuldades Enfrentadas pelo Agente Comunitário de Saúde: Compreensão Necessária para Prática de Enfermagem Berenice Temoteo da Silva 1 ; Loeste de Arruda Barbosa 2 ; Ticiano Magalhães Dantas 3 ; Francisco das Chagas Vasconcelos de Souza Neto 4 ; Cleide Correia de Oliveira 5 Enfermeira Mestranda em Saúde Pública pela UECE 1 ; Enfermeiro Doutorando em Farmacologia pela UFC 2 ; Enfermeiro Especialista em Saúde da Família 3 ; Graduando em Educação Física pela UECE 4 ; Enfermeira Mestre em Desenvolvimento Regional, Profª do Departamento de Enfermagem da URCA 5 RESUMO Objetivou-se conhecer as principais dificuldades para a realização do trabalho do ACS com vistas a subsidiar as práticas de enfermagem frente às necessidades do agente comunitário de saúde. Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa que teve como universo da pesquisa, ACS das cidades situadas na conurbação Crajubar. Participaram do estudo, 17 ACS escolhidos de modo aleatório. Aplicou-se entrevista semi-estruturada e gravada. Os dados foram analisados com técnica de conteúdo categorial. Obedeceu-se aos aspectos éticos que envolvem estudos com humanos. Na realização dos trabalhos dos ACS existem dificuldades sócio-ambientais, dificuldades de acesso dos ACS as residências das pessoas e captações de informações, sobrecarga de trabalho, exposição demasiada ao sol e sem filtro solar, bem como inexistência de material didático, fardamentos e identificação. Considera-se que o vislumbre do cenário das dificuldades enfrentadas pelos ACS consiste em um importante dispositivo para compreender o contexto de trabalho desse profissional e nortear as práticas de enfermagem direcionadas ao agente comunitário de saúde. PALAVRAS-CHAVE: Enfermagem em Saúde Comunitária; Programa Saúde da Família; Agente Comunitário de Saúde.

2 INTRODUÇÃO A primeira experiência de agentes comunitários de saúde, ACS, como uma estratégia estruturada e abrangente de saúde pública, ocorreu no Ceará em 1987, com o objetivo duplo de empregar mulheres das regiões afetadas pela seca e diminuir a mortalidade infantil (1). No ano de 1991 foi criado o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) por meio do convênio entre a Fundação Nacional de Saúde e as Secretarias de Estado da Saúde. Cada equipe era constituída na proporção de um enfermeiro instrutorsupervisor para 30 ACS, lotados em uma unidade de Saúde. Essa era uma estratégia entendida como transitória para o PSF (2), Em 1994 surge também no Ceará, o Programa de Saúde da Família, (PSF), sendo então, o PACS, incorporado pelo PSF (1), hoje com denominação de estratégia de Saúde da Família (SF). Em diversos municípios do país onde a cobertura pela equipe completa da SF ainda não se configura uma realidade, coexistem áreas que dispõe apenas de PACS ou até mesmo sem nenhum tipo de serviço da atenção primária disponível para a população (2). Esse novo personagem da história de saúde no Brasil, o ACS, curiosamente, faz parte da comunidade e trabalha para ela e com ela. Supõe-se que é quem conhece as formas cotidianas de viver e de se comportar das famílias locais (3) Nesse sentido, o ACS representa um novo elemento e é considerado como personagem-chave na organização da assistência, na medida em que assume uma posição bidirecional, pois é morador da comunidade em que trabalha e, simultaneamente, integrante da equipe de saúde (4). Condições complexas permeiam as relações no trabalho em equipe, no qual o ACS está inserido, destacando-se os diferentes graus de autonomia profissional, a divisão técnica do trabalho e a legitimidade social dos vários saberes implicados nas práticas dos profissionais de saúde (5). As atribuições do ACS no surgimento da profissão se configuravam em práticas de prevenção de doenças e práticas curativas de intervenção no paciente como realização de curativos, aferição de pressão arterial, administração de medicamentos entre outras (6). Talvez pelo exercício de técnicas até então realizadas apenas pela enfermagem, pelo grande impacto das ações desse novo profissional de saúde na redução da mortalidade infantil no Ceará e por indefinição a cerca dessa nova profissão. Surgiu

3 uma preocupação da categoria de enfermagem no sentido de direcionar suas atribuições para um caráter de promoção da saúde e prevenção de doença e incorporar os ACS à sua supervisão (6). Atualmente, a enfermagem supervisiona os ACS no contexto do PACS e na estratégia SF, assim se faz relevante conhecer as principais dificuldades para a realização do trabalho do ACS com vistas a subsidiar as práticas de enfermagem frente às necessidades do agente comunitário de saúde. MÉTODO Trata-se de um estudo proveniente de uma pesquisa mais ampla intitulada de representação social: compreensão do usuário sobre a estratégia de saúde da família e seu modelo de promoção da saúde, onde foram pesquisados além dos usuários os agentes comunitários de saúde. Consistiu em um estudo descritivo de abordagem qualitativa que teve como universo da pesquisa, ACS que fazem parte de ESF situadas na conurbação Crajubar, composta pelas cidades de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, na Região Metropolitana do Cariri ao sul do estado do Ceará. A conurbação conhecida como triângulo Crajubar é considerada uma praça comercial de expressiva importância, bem como centro hospitalar, universitário, industrial e religioso (7). Participaram do estudo, 17 ACS escolhidos de modo aleatório de diferentes USF, 7 que trabalhavam em Juazeiro do Norte, 6 que trabalhavam em Crato e 4 que trabalhavam em Barbalha. No intuito de preservar suas identidades, suas falas ficaram representadas numericamente de 1 a 17 e acompanhada da letra E que representa a entrevista em questão. Determinou-se o número de participantes pelo critério de saturação de dados. Na pesquisa qualitativa a amostra pode ser constituída randomicamente ou não, considerarse a saturação dos dados, quando houver repetição dos mesmos em mais de 50% dos casos, ou outro critério pré-estabelecido (8). As unidades Básicas de Saúde nas quais se encontraram os sujeitos foram selecionadas por meio de sorteio e sob os seguintes critérios de inclusão: consentimento do enfermeiro(a) responsável pela unidade e funcionamento há mais de um ano. Ficando excluídas as que não contemplaram esses critérios, procedendo-se então, um novo sorteio. Os critérios de inclusão dos sujeitos foram: trabalhar como ACS há mais de um ano, possuir idade superior a 18 anos e consentimento do entrevistado através do termo

4 de consentimento livre e esclarecido. Sendo excluídos do estudo os que não se enquadraram em algum dos quesitos supracitados. A etapa de coleta de dados se deu no período de fevereiro a abril de 2010 com a aplicação de uma entrevista semi-estruturada elaborada e gravada pelos autores. A análise e sistematização dos dados ocorreram utilizando-se a técnica de análise de conteúdo categorial, que se baseia em operações de desmembramento do texto em unidades temáticas, ou seja, descobrir os diferentes núcleos de sentido que constituem a comunicação e, posteriormente, realizar o seu reagrupamento em classes ou categorias e, se necessários, subcategorias (9). Este estudo foi conduzido dentro dos padrões exigidos pela declaração de Helsinque e resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, obtendo parecer favorável do comitê de ética da Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte sob o processo Nº 2009_182 FR RESULTADOS E DISCUSSÃO Do total de sujeitos nesse estudo a grande maioria era do sexo feminino (16) com idade variando entre 23 e 53 anos. Quanto ao estado civil, a maioria era solteira, seguida por casados e divorciados. Sabe-se que a profissão de ACS é uma profissão essencialmente feminina (10). As atividades do ACS são consideradas, de um modo geral, pertencentes a um universo de trabalho em que são necessárias competências inerentes à natureza feminina. Esse fato pode estar intimamente ligado ao papel de cuidadora que a mulher desempenha na sociedade, sendo as principais responsáveis pela educação e pela alimentação das crianças, bem como pelos cuidados prestados aos membros idosos da família (11). Quanto à idade, outros estudos mostram grande variação de idades de ACS, não havendo idade máxima para atuação (12), entretanto, sendo necessário ser maior de idade para atuar nessa profissão (13). No que concerne ao tempo de trabalho como ACS a mais experiente tinha 20 anos de atuação e a menos experiente possuía 1 ano, sendo a média de anos de trabalho como ACS dos sujeitos de 4 anos e meio. No que se refere à escolaridade, 11 ACS tinham apenas o ensino médio completo e os demais possuíam o ensino superior ou o estavam cursando. Um estudo contatou que os ACS, ao longo dos anos, foram identificando a necessidade de estudar mais. Isto é positivo tanto para a qualidade do serviço quanto para a evolução pessoal e profissional (12).

5 As principais dificuldades apontadas para os ACS desenvolverem seu trabalho foram captadas e a partir dos relatos dos sujeitos surgiram 3 categorias, as quais agrupam idéias similares sobre os temas abordados: Categoria I: Dificuldades sócio-ambientais Categoria II: Dificuldades de relacionamento Categoria III: Dificuldades organizacionais. Dificuldades sócio-ambientais Há questões que dificultam o trabalho desenvolvido pelos ACS, alguns de ordem social, pois mesmo com as orientações fornecidas por eles, o meio ambiente favorece o desenvolvimento de doenças em decorrência da falta de saneamento básico, assim, o ACS se sente impotente em mudar a realidade das condições de saúde da população, bem como ter sucesso em seu trabalho de educação em saúde. Como eu vou trabalhar pra evitar diarreia, se na rua, como na minha, não tem saneamento básico? Então isso dificulta muito o trabalho, como eu vou quere que as famílias sejam, assim, limpinhas se a área é muito caótica?(e17). Muitos não abrem a porta pra o agente de saúde... na área que eu trabalho como tem mais pobres, aí eles deixam a gente fazer o trabalho, mas a classe alta é mais difícil (E8). Percebe-se que, as vezes, no cotidiano do trabalho, espera-se que os ACS deem conta também de resolver problemas sociais, o que é uma tarefa muito complexa (12). Fica clara a problemática vivenciada por esses profissionais para que seu trabalho, principalmente de educação em saúde seja efetivo, pois as condições de vida e infraestrutura formam uma barreira que dificulta a pratica de comportamentos aliados para o alcançar de boas condições de saúde. Dessa forma, destaca-se também que a tarefa educativa do ACS é complexa, pois além de instrumentalizar-se para as ações, precisa conhecer e compreender o contexto social, econômico e cultural da população que assiste (12). Outros fatores como escolaridade da população, baixa renda, problemática das drogas, prostituição, etc também dificultam significantemente o desenvolvimento ótimo do trabalho dos ACS:

6 O nível de educação da comunidade é muito baixo e a família não sabe como agir com a criança, com essas coisas de comida, de alimentar na hora certa, com tudo (E5). A vulnerabilidade deste lócus de trabalho faz com que o ACS se depare com a miséria, a violência, a falta de perspectivas, dentre outra situações. Isto produz um sentimento de frustração e inutilidade no ACS, sentindo-se impotentes e incapazes de ajudar (12). Dificuldades de relacionamento Há empecilhos relacionados à conduta da população em relação ao trabalho dos ACS que muitas vezes não os recebem bem em suas residências, talvez pelo fato de não compreenderem seu trabalho. Também existe a dificuldade de convencer a população a procurar o serviço de saúde em tempo hábil para solucionar um problema, principalmente com relação a comportamentos preventivos. Tem casas que somos bem recebidos e têm outras que não a população não entende que nos estamos trabalhando é justamente pra eles, tem dificuldades, tem pessoas que não abrem a porta (E2). Eu vou na casa da pessoa até ela não aguentar mais e ir para o posto... é muito difícil convencer as pessoas a ir no posto pra cuidar da saúde (E1). Tem gestantes que não querem vir fazer o pré-natal, tem mães que não vem vacinar os filhos no tempo certo ai a gente tem que tá lá indo! Mesmo as mães sabendo que a vacina que evita as doenças elas ainda acham que vacinar é besteira (E11). Levar Informação né, tem gente que só vai ao médico quando a gente vai lá, faz a visita dá um puxo bem grande! olhe você tem que ir, é importante! Você pode tá tomando o medicamento errado né? (E5).

7 Alguns usuários não se sentem a vontade em compartilhar dos problemas familiares/saúde com o ACS, até mesmo por muitas vezes não enxergá-lo como profissional de saúde e sim como um morador da comunidade havendo resistência da população em mudanças de hábitos. Alguns acham que agente tá invadindo a casa deles sabendo de coisas sigilosas que só quem sabe é a gente o os outros profissionais de saúde, ai tem gente que tem um receio (E2). Tem gente que tem certos tipos de doenças e não se abre. Os idosos, por exemplo, são mais fechados e tem dificuldade de se expressar (E12). Entende-se que no cotidiano laboral o ACS fica muito próximo dos usuários. Alguns usuários podem entender mal esta proximidade e equivocar-se sobre o papel do ACS (12). As famílias da comunidade, inicialmente, têm dificuldade em deixar o ACS entrar em sua casa, com medo do que ele possa dizer sobre a intimidade da família para outras pessoas. O ACS deve manter a confidencialidade e o respeito com cada usuário da ESF, pois a quebra da confiança da comunidade causará conflitos (14). Entretanto, vale ressaltar que diante das necessidades, as pessoas da comunidade buscam em primeiro lugar o ACS, quer seja uma informação, uma reclamação ou a solução de um problema mais grave e dele esperam uma resposta, em uma relação de cobranças e exigências nem sempre tranquila (3). Dificuldades organizacionais. Encontrou-se incompreensão por parte da população em relação ao trabalho dos ACS, tendo em vista que a população em muitos casos espera a resolução de problemas ou facilitações de suas necessidades, que nem sempre estão diretamente ligadas as responsabilidades do ACS. As vezes as pessoas ficam com raiva porque você não pode fazer tudo que eles querem, eles pedem muito remédios e a gente não pode está levando remédios

8 porque a pessoa tem que vir ao médico pra eles passarem e tudo, eles sempre querem uma coisa mais fácil (E7). As pessoas às vezes querer alguma coisa e a gente não ta ao alcance de ajudar (E9). Eu acho ruim que as pessoas têm dificuldade de seguir o cronograma (E14). A gente sabe que na maioria das vezes os pacientes se aborrecem por faltam as coisas os exames eles não conseguem fácil principalmente os de alto custo, até por que o município tem uma demanda enorme (E4). Outra questão observada no trabalho do ACS refere-se ao sentimento de onipotência, pois ele sente poder resolver os problemas dos usuários, mas ao mesmo tempo, percebe existir coisas que vão além de sua governabilidade, frustrando expectativas e criando uma esperança no usuário que às vezes não corresponde com a realidade (3). A comunidade tem dificuldade de entender o trabalho do ACS. Prevalece ainda a visão tecnicista, centrada na doença, no remédio e nos procedimentos. Dessa forma, percebe-se que falhas no serviço de saúde também causam sofrimento nos ACS, pois os usuários, quando não atendidos pelo serviço de saúde passam a exigir do ACS a resolução de problemas que não são de sua competência (12). Faz-se possível observar nos serviços de saúde uma estrutura própria de regras normas e etc, que comumente são surgidos a partir de pactos e negociações. Assim, não é raro ocorrer problemas no funcionamento dos serviços de saúde. Isto provoca cobranças que recaem, em primeira instância nos ACS por conta de serem os profissionais mais próximos da população, ao quais vivenciam o problema quase sempre de modo isolado, nos moldes de uma impotência individual (14). Isto provoca transtornos e desgaste para os ACS (12). Existe em muitos casos na realidade desse estudo, ACS que relatam ser sobrecarregados com número excessivo de famílias por estarem atuando em áreas descobertas, fato esse que acaba por diminuir a qualidade do trabalho prestado. A

9 exposição ao sol e ao calor também é um aspecto levantado que torna o trabalho mais difícil e cansativo, principalmente quando têm o trabalho aumentado por atuarem adicionalmente em áreas descobertas. Existem áreas descobertas que precisam ser cobertas por nós, aí acaba sobrecarregando o nosso trabalho porque a demanda é muito grande (E6). O sol é uma grande dificuldade mas que ninguém pode fazer nada né? (E5). Muitas vezes, o ACS é tido como um tapaburaco, pois além de, em muitos casos, já sobrecarregado com tarefas de sua atribuição, passa a ser atuante em desenvolver atividades resultantes da carência de outros profissionais nos serviços de saúde (15). Sabe-se que a exposição excessiva à luz solar pode trazer várias consequências negativas para esses trabalhadores, dentre elas, insolação, desidratação, queimaduras, envelhecimento da pele, podendo desencadear maiores problemas a exemplo do câncer de pele (16). Dificuldades relacionadas a material didático, até mesmo identificação formal como membro da SF, o que até mesmo pode dificultar o acesso dos mesmos às residências. Reclamam até mesmo dessa falta de um suporte por parte da secretaria de saúde municipal, como também da falta de comunicação com a mesma. Como também, a falta de capacitações mais frequentes para melhoria do desenvolvimento das ações de educação em saúde. Outra dificuldade também é em relação ao material da gente né, as vezes a gente não ta com o material completo, não tem fardamento (E9). Nós não temos fardamento, nós não recebemos uma caneta, uma pasta... nada. (E8). As vezes não há uma parceiria real com a secretaria de saúde e no fim o agente é que é o culpado de tudo pela população (E8)

10 A gente tem que ser mais treinado viu para melhorar o trabalho, porque no dia a dia as coisas vão evoluindo, as vezes aquele livro que você guarda ali já está desatualizado (E9). A falta de instrumentos e de tecnologias para suprir as necessidades de trabalho dos ACS nas diferentes dimensões propostas para sua atuação constitui limitações que dificultam a operacionalização do seu trabalho com ênfase na integralidade do cuidado (16). Os ACS valorizam muito capacitações, pois para eles é de grande responsabilidade as informações que levam para a comunidade de origem, pois caso estas não forem adequadas e a contento da necessidade, da realidade e dos casos/doenças, as ACS perdem o respeito e o prestígio da população local (comunidade) (17). Assim, a educação permanente desses profissionais oportunizaria para lidarem com as diversas situações existentes em seu cotidiano de trabalho, uma vez que parte da reflexão sobre o contexto no qual estão inseridos, produzindo transformações (16). Foi relatada, em muitos casos, a dificuldade de o ACS encontrar membros das residências da área que atuam, por conta da saída dos moradores para trabalhar e a residência passar todo o dia fechada, horário esse que também é o horário de trabalho dos ACS. Primeiro a gente não encontra as pessoas em casa, são dificuldades porque a gente tem que deixar e família da gente e ir a noite sabe, a gente tem que ficar até a noite buscando aquelas pessoas que trabalham fora (E9). CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com os relatos dos ACS, pode-se compreender há muitas dificuldades na realização de seu trabalho. Dificuldades sócio-ambientais que envolvem falta de saneamento básico, pouca escolaridade e renda da população, problemática das drogas, etc. Há também dificuldades de acesso dos ACS as residências das pessoas, como

11 também, de captação de informações necessárias às suas atividades, talvez pelo fato de a população não entender bem o propósito do trabalho dos ACS. Existem também dificuldades relacionadas à sobrecarga de trabalho dos ACS em virtude da atuação em áreas que não tem cobertura dos serviços de ACS. Há relatos de falta de material didático/informativo para a população, falta de fardamento e identificação desses profissionais, bem como um apoio insuficiente da Secretaria Municipal de Saúde. O sol forte da região foi mencionado com um fator que interfere no trabalho, ressaltando a falta filtro solar disponibilizado pela Secretaria Municipal de Saúde. Existe também a dificuldade de encontrar muitas pessoas durante o dia, pois essas estão fora nas atividades laborais o que faz com que muitos ACS complementem as visitas a noite, fora de seus horários oficiais de trabalho. O vislumbre do cenário das dificuldades enfrentadas pelos ACS consiste em um importante dispositivo para compreender o contexto de trabalho desse profissional e nortear as práticas de enfermagem direcionadas ao agente comunitário de saúde. REFERÊNCIAS 1. Tomaz JBC. O agente comunitário de saúde não deve ser um super-herói. Interface-Comunic, Saúde, Educ:6(10): Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Brasília; Martines WRV, Chaves EC. Vulnerabilidade e sofrimento no trabalho do Agente Comunitário de Saúde no Programa de Saúde da Família Rev Esc Enferm USP; 41(3): Peres CRFB, Caldas Júnior AL, Silva RF, Marin MJS. O Agente Comunitário de Saúde frente ao processo de trabalho em equipe: facilidades e dificuldades. Rev Esc Enferm USP; 45(4):905-11, 2011, 5. Oliveira EM, Spiri WC. Programa Saúde da Família: a experiência de equipe multiprofissional. Rev Saúde Pública. 2006;40(4): Silva MJ. Agente de saúde: agente de mudança? A experiência do Ceará. Fortaleza, Ceará, portal do Governo do Estado Desenvolvido por: Governo do estado do ceará, 009. Apresenta informações sobre os municípios cearenses. [citado em 2009 Jul 28]. Disponível em:

12 8. Leopardi MT. Metodologia da pesquisa na saúde. 2. ed. rev. atual. Florianópolis: UFSC, Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, Ávila, MMM. O Programa de Agentes Comunitários de Saúde no Ceará: o caso de Uruburetama. Ciência & saúde coletiva,v.30, Daune-Richard, A. Qualificações e representações sociais. In: Hirata e Maruani (orgs.). As novas fronteiras da desigualdade: homens e mulheres no mercado de trabalho. São Paulo: Senac,. p Lopes DMQ. Prazer, sofrimento e estratégias defensivas dos agentes omunitários de saúde no trabalho. Dissertação. 111f. (Mestrado em Enfermagem) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil, Brasil. Programa Agentes Comunitários de Saúde - PACS. Secretaria Executiva, Ministério da Saúde, Brasília. 2001b 14. Santos-Filho, S. B. um olhar sobre o trabalho em saúde nos marcos teóricopolíticos da saúde do trabalhador e do humanizasus: o contexto do trabalho no cotidiano dos serviços de saúde. In: Mendes. A. M. sicodinâmica do trabalho: teoria, método e pesquisas Cap. 3, p Vasconcelos E. Os novos profissionais: as auxiliares de saúde, pp In: Educação popular nos serviços de saúde. Hucitec: São Paulo, Oliveira AR, Chaves AEP, Nogueira JA, Sá LD, Collet N. Satisfação e limitação no cotidiano de trabalho do agente comunitário de saúde. Rev. Eletr. Enf. 2010;12(1): Theisen NIS. Agentes Comunitários de Saúde (ACS): Condições de Trabalho e Sofrimento Psíquico Dissertação 160 f (Mestrado em Desenvolvimento Regional) Universidade de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul-RS. Brasil.

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM

A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO ADOLESCENTE NA ATENÇÃO BÁSICA COMO DESAFIO PARA A ENFERMAGEM Górki Pires de Andrade gorkipires@hotmail.com Jessica Rabelo Holanda jeholanda2010@hotmail.com Kelianny Pinheiro Bezerra

Leia mais

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família Autoras: Margarida Maria Rocha Bernardes Elaine Cristina Valadares Gertrudes Teixeira Lopes Grupo de Estudos

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SAÚDE DE MUNICÍPIO DE MÉDIO PORTE NA BAHIA

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SAÚDE DE MUNICÍPIO DE MÉDIO PORTE NA BAHIA 1142 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE SAÚDE DE MUNICÍPIO DE MÉDIO PORTE NA BAHIA Andrei Souza Teles¹; Thereza Christina Bahia Coelho² 1. Bolsista PIBIC/CNPq, Graduando em Enfermagem,

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE Rosimery Cruz de Oliveira Dantas Universidade Federal de Campina Grande Campus Cajazeiras. Symara Abrantes Albuquerque

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO 1322 PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO Janyelle Silva Mendes¹;Juliana Alves Leite Leal² 1. Graduanda do Curso de Enfermagem,

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores.

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Joyce Santiago Ferreira Orientador: Profa. Dra. Claci Fátima Weirich Faculdade de Enfermagem, Goiânia-GO,

Leia mais

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3 Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de saúde Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva - NUPISC NUPISC NÚCLEO DE PESQUISA INTEGRADA EM SAÚDE COLETIVA PRÁTICAS DO PROGRAMA SAÚDE

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA

RELATÓRIO DE PESQUISA 2011 14 RELATÓRIO DE PESQUISA Relatório da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS quanto aos aspectos de acesso e qualidade percebida na atenção à saúde, mediante inquérito amostral. Ministério da

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version A FAMÍLIA COMO CUIDADOR DO IDOSO: UMA RELAÇÃO FORTALECIDA PELA AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE OLIVEIRA, Monica Caldas de RESUMO Este artigo acerca da família como cuidador do idoso: uma relação fortalecida

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO Valesca Boarim da Silva 1 Regina Célia Gollner Zeitoune 2 Introdução:Trata-se de nota prévia de estudo que tem como

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

MOTIVAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA GUIA DA REDE MÃE PARANAENSE

MOTIVAÇÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA LINHA GUIA DA REDE MÃE PARANAENSE 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS Leidyanny Barbosa de Medeiros 1 Moema Brandão de Albuquerque 2 Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal 3 Jordana de Almeida

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO Kaisy Pereira Martins - UFPB kaisyjp@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo Costa UFPB katianeyla@yahoo.com.br Tatiana Ferreira

Leia mais

Programa de Saúde Familiar Uma Análise na Região do Caparaó/ES

Programa de Saúde Familiar Uma Análise na Região do Caparaó/ES Programa de Saúde Familiar Uma Análise na Região do Caparaó/ES Letícia Polastrelli de Carvalho UVV Faculdade de Guaçuí guacui@uvv.br Marcio José Furtado UVV Faculdade de Guaçuí marciofurt@yahoo.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO Marlúcio Alves UFU Bolsista programa CAPES/FCT Jul/dez 2011 A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF

Leia mais

O ESTRESSE NO COTIDIANO DO AGENTE COMUNITÁRIO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

O ESTRESSE NO COTIDIANO DO AGENTE COMUNITÁRIO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA O ESTRESSE NO COTIDIANO DO AGENTE COMUNITÁRIO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA Cristiane de Melo Aggio* Unicentro (crisaggio@hotmail.com) Introdução Dentre as tentativas de mudança

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO SITUACIONAL UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA VALDENOR CORDEIRO I BAIRRO: ALECRIM I E II, VILA OLÍMPICA EUNÁPOLIS-BAHIA

SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO SITUACIONAL UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA VALDENOR CORDEIRO I BAIRRO: ALECRIM I E II, VILA OLÍMPICA EUNÁPOLIS-BAHIA SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO SITUACIONAL UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA VALDENOR CORDEIRO I BAIRRO: ALECRIM I E II, VILA OLÍMPICA EUNÁPOLIS-BAHIA GREGÓRIO NETO BATISTA DE SOUSA 2010 1 INTRODUÇÃO A comunidade do Alecrim

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL Rosângela Vidal de Negreiros 1 ; Isaldes Stefano Vieira Ferreira 2 ; Tatianne da Costa Sabino 3 ; Cristiana Barbosa da Silva Gomes. 4 Universidade

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE OS DESAFIOS COTIDIANOS DAS AGENTES COMUNITARIAS DE SAÚDE DE UMA EQUIPE DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA PARTICIPANTE DO PET- SAÚDE

UMA ABORDAGEM SOBRE OS DESAFIOS COTIDIANOS DAS AGENTES COMUNITARIAS DE SAÚDE DE UMA EQUIPE DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA PARTICIPANTE DO PET- SAÚDE 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA UMA ABORDAGEM

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa BACHARELADO EM ENFERMAGEM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Prof. Me. Eurípedes Gil de França Metodologia da Pesquisa AULA 5 Refere-se ao como vou fazer a pesquisa. É a parte mecânica da pesquisa. Por meio

Leia mais

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Câncer de Colo de útero: a importância de diagnostico precoce. Área temática Comunicação, Promoção e Educação em Saúde Lotação Boninal

Leia mais

TRABALHOS SAÚDE. 01 A assistência humanizada do parto

TRABALHOS SAÚDE. 01 A assistência humanizada do parto 01 A assistência humanizada do parto SAÚDE 02 A enfermagem e o uso de novas tecnologias na formação: uma reflexão 03 A prática de atividade física com laser ativo, desenvolvido pelos participantes da organização

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais

PAPEL DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA EQUIPE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF)

PAPEL DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA EQUIPE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) PAPEL DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA EQUIPE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) 2013 Larissa de Oliveira Pena Graduanda no curso de Psicologia na União de Ensino Superior (UNIVIÇOSA)/ Faculdade de Ciências Biológicas e

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

A RELEVÂNCIA DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR NO PROGRAMA PRIMEIRA INFÂNCIA MELHOR 1

A RELEVÂNCIA DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR NO PROGRAMA PRIMEIRA INFÂNCIA MELHOR 1 A RELEVÂNCIA DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR NO PROGRAMA PRIMEIRA INFÂNCIA MELHOR 1 BERNARDON, Andressa Corrêa 2 ; RAMOS, C. Marília 3 ; LEAL, Francine Ziegler 4 ; TRINDADE, Tatiana Siqueira 5 ; PRESTES,

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA PROGRAMA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERAPIA: Conhecer/fazer

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PROMOÇÃO DE MODOS SAUDÁVEIS DE VIDA EM ADULTOS E

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PROMOÇÃO DE MODOS SAUDÁVEIS DE VIDA EM ADULTOS E UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PROMOÇÃO DE MODOS SAUDÁVEIS DE VIDA EM ADULTOS E IDOSOS RESIDENTES EM ÁREAS DE ABRANGÊNCIA DE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1

IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1 IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NA ATENÇÃO EM SAÚDE: O PAPEL DO ENFERMEIRO 1 BRUM, Jane Lilian Ribeiro 2 ; GABATZ, Ruth Irmgard Bärtschi 3 ; ALMEIDA, Anelise Schell 4 RESUMO Trata-se de um relato de experiência

Leia mais

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

A RELAÇÃO SAÚDE E MEIO AMBIENTE: ENTRE AS LACUNAS DA FORMAÇÃO E O COMPROMISSO PROFISSIONAL 1

A RELAÇÃO SAÚDE E MEIO AMBIENTE: ENTRE AS LACUNAS DA FORMAÇÃO E O COMPROMISSO PROFISSIONAL 1 A RELAÇÃO SAÚDE E MEIO AMBIENTE: ENTRE AS LACUNAS DA FORMAÇÃO E O COMPROMISSO PROFISSIONAL 1 CIELO, Cibele 3 ; CAMPONOGARA,Silviamar 4 ; PERES, Roger Rodrigues 5 ; SOARES, Sabrina Gonçalves Aguiar 6 ;

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

Número: 00220000037-2008-17 Unidade Examinada: Município de Cerejeiras/RO

Número: 00220000037-2008-17 Unidade Examinada: Município de Cerejeiras/RO Número: 00220000037-2008-17 Unidade Examinada: Município de Cerejeiras/RO Relatório de Demandas Externas n 00220000037-2008-17 Sumário Executivo Este Relatório apresenta os resultados das ações de controle

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO André LUÍS RIBEIRO DOS SANTOS 1 ; Ricardo

Leia mais

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE Arieli Rodrigues Nóbrega Videres¹- arieli.nobrega@hotmail.com Layz Dantas de Alencar²- layzalencar@gmail.com ¹ Professora mestre do curso

Leia mais

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR 1.1 1.2 Cheile Kátia da Silva 1. Michelly Laurita Wiese 1.3 INTRODUÇÃO: De acordo com

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO Introdução: A enfermagem, em seu cotidiano assistencial, apresenta como principal dimensão do seu

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica

RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica RESIDÊNCIA MÉDICA E HUMANIZAÇÃO: Mudanças na ótica e na ética das relações durante a residência médica Autores: Glenda Garrafa Mori glendagmori@yahoo.com.br Irene Abramovich iabramo@uol.com.br Paulo Monteiro

Leia mais

Maria Rachel Jasmim de Aguiar

Maria Rachel Jasmim de Aguiar III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família A ATENÇÃO PRIMÁRIA E A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO EM UM MODELO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Maria Rachel Jasmim de Aguiar Orientação: Carlos Eduardo Aguilera

Leia mais

A VISITA DOMICILIAR COMO INSTRUMENTO PARA AÇÕES EDUCATIVAS EM ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO

A VISITA DOMICILIAR COMO INSTRUMENTO PARA AÇÕES EDUCATIVAS EM ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO A VISITA DOMICILIAR COMO INSTRUMENTO PARA AÇÕES EDUCATIVAS EM ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA Cibelle Ferreira Nunes 1 Cíntia do Socorro Matos Pantoja 1 Gabriela Lima da Costa 1 Newton Andrey Pinto Monteiro

Leia mais

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 1. A saúde é direito de todos. 2. O direito à saúde deve ser garantido pelo Estado. Aqui, deve-se entender Estado como Poder Público: governo federal, governos

Leia mais

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL ACERCA DA UTILIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM Franciele Foschiera * Cláudia Silveira Viera** RESUMO Objetivou-se neste estudo discutir a utilização do processo de

Leia mais

ENTRE O MORAR E O TRABALHAR NA COMUNIDADE: A REALIDADE DE SER ACS

ENTRE O MORAR E O TRABALHAR NA COMUNIDADE: A REALIDADE DE SER ACS ENTRE O MORAR E O TRABALHAR NA COMUNIDADE: A REALIDADE DE SER ACS Autores: Eliane Chaves Vianna ENSP /FIOCRUZ Daniel de Oliveira Costa IESC/UFRJ Regina Helena Simões Barbosa IESC/UFRJ Helena Maria S. Leal

Leia mais

O papel dos atores sociais na promoção dos direitos da CRIANÇA

O papel dos atores sociais na promoção dos direitos da CRIANÇA Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE) Sociedade Cearense de Pediatria (SOCEP) Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Fundação Instituto Cearense de Saúde Reprodutiva (FICSARE) Competências

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 NASCIMENTO, Letícia 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; PIESZAK, Greice Machado 4 ; POTRICH, Tassiana 5 RESUMO

Leia mais

ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA Figueredo Silva Monteiro, Silvana Patrícia; Carvalho Santos, Maria Francisca;

Leia mais

AS UNIDADES FUNCIONAIS DE PEDIATRIA NAS EQUIPES DA ATENÇÃO BÁSICA NA CATALUNHA

AS UNIDADES FUNCIONAIS DE PEDIATRIA NAS EQUIPES DA ATENÇÃO BÁSICA NA CATALUNHA AS UNIDADES FUNCIONAIS DE PEDIATRIA NAS EQUIPES DA ATENÇÃO BÁSICA NA CATALUNHA Dra Mª Mercedes Gámez González Médica Especialista em Pediatria VI Seminário Internacional de Atenção Primária Rio de Janeiro,

Leia mais

De portas abertas para as comunidades

De portas abertas para as comunidades De portas abertas para as comunidades VALÉRIA DOS SANTOS NORONHA 1 Apresentação Este projeto de gestão é fruto da experiência vivenciada no Programa Saúde da Família de Macaé em 2005 enquanto assessora

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Registro de reuniões setoriais Setor: Serviço Social Unidade Dom Bosco Data: 29.05.2009

Leia mais

CUIDADO INFANTILIZADO: PERCEPÇÃO DOS CUIDADORES NO PROCESSO DE CUIDAR DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS

CUIDADO INFANTILIZADO: PERCEPÇÃO DOS CUIDADORES NO PROCESSO DE CUIDAR DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS CUIDADO INFANTILIZADO: PERCEPÇÃO DOS CUIDADORES NO PROCESSO DE CUIDAR DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS Maria Betânea dos Santos Souza. Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba/UFPB. betaneasantos@yahoo.com.br

Leia mais

Segundo Moreira, et al. (2012) a educação em saúde almeja uma melhor qualidade de vida do público em que se está atuando, por meio de um processo de

Segundo Moreira, et al. (2012) a educação em saúde almeja uma melhor qualidade de vida do público em que se está atuando, por meio de um processo de Relato de experiência de uma atividade de educação em saúde desenvolvida em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) do município de Uberaba-MG pelo PET Enfermagem-UFTM SILVA, R. C.¹; MOREIRA, N.

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

SIBSA - 2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE ABRASCO/GT Saúde&Ambiente, Belo Horizonte, outubro 2014

SIBSA - 2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE ABRASCO/GT Saúde&Ambiente, Belo Horizonte, outubro 2014 1 SIBSA - 2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE ABRASCO/GT Saúde&Ambiente, Belo Horizonte, outubro 2014 Estratégias de educação e sensibilização para minimização de danos no pós enchente em áreas

Leia mais

UMA ANÁLISE DA REAÇÃO DE IDOSOS FRENTE À VIOLÊNCIA

UMA ANÁLISE DA REAÇÃO DE IDOSOS FRENTE À VIOLÊNCIA UMA ANÁLISE DA REAÇÃO DE IDOSOS FRENTE À VIOLÊNCIA Renata Alesandra Oliveira Neves* renataneves15@hotmail.com Antônio Guedes Rangel Júnior* rangeljunior@msn.com Kalina de Lima Santos* Kalinalimalima17@hotmail.com

Leia mais

SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Maria das Graças Laurentino Silva 1 ; Ana Lúcia Teixeira de Lima 1, Luzinete Nascimento da Silva Flôr¹, Léa Cristina Almeida Reul 2, Iaponira Cortez

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1

PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 VOIGT, Bruna Francisco 2 ; PREIGSCHADT, Gláucia Pinheiro 2 ; MACHADO, Rafaela Oliveira 2

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E RALAÇÕES COM HPV.

ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E RALAÇÕES COM HPV. ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E Saúde e Educação Janiele Maria Vasconcelos Mota RALAÇÕES COM HPV Áreas Temáticas Autora Instituição

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS Taís Lopes Saranholi Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: tais_saranholi@hotmail.com Cássia Marques da Rocha Hoelz E-mail: cassiarocha@bauru.sp.gov.br

Leia mais

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA Mayara Muniz Dias Rodrigues 1 Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Keylla

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR II REALIZADO NA UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE VILA GAÚCHA PRISCILA DOS SANTOS LEDUR Porto Alegre 2011 PRISCILA DOS

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

QUALIDADE NO REPROCESSAMENTO DE ARTIGOS PELO VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO. Unidade Acadêmica: Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva - NESC/UFG

QUALIDADE NO REPROCESSAMENTO DE ARTIGOS PELO VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO. Unidade Acadêmica: Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva - NESC/UFG QUALIDADE NO REPROCESSAMENTO DE ARTIGOS PELO VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO. Alline Cristhiane da Cunha MENDONÇA 1 ; Ana Lúcia Queiroz BEZERRA 2 ; Anaclara Ferreira Veiga TIPPLE 3. Unidade Acadêmica: Núcleo

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA À CRIANÇA HOSPITALIZADA

PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA À CRIANÇA HOSPITALIZADA PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA À CRIANÇA HOSPITALIZADA Neusa Collet 1 Semiramis Melani Melo Rocha 2 Cláudia Silveira Viera 3 Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira 3 Resumo: Trata-se de

Leia mais

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI

A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI 1 A PERCEPÇÃO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SOBRE LIMPEZA TERMINAL EM UTI INTRODUÇÃO Maria do Socorro Oliveira Guimarães - NOVAFAPI Paula Cristina Santos Miranda Queiroz - NOVAFAPI Rosania Maria de Araújo -

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL RELATO DE EXPERIÊNCIA CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL Contributions of physiotherapy for the promotion of health of the informal caregiver Lidiane Cristina Custódio

Leia mais

VISÃO DO PAI FRENTE À AMAMENTAÇÃO: SEIO EROTICO OU SEIO MATERNAL

VISÃO DO PAI FRENTE À AMAMENTAÇÃO: SEIO EROTICO OU SEIO MATERNAL V Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 VISÃO DO PAI FRENTE À AMAMENTAÇÃO: SEIO EROTICO OU SEIO MATERNAL Janete Giuliane Tavares 1 ; Laís

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE O PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA NA COMPREENSÃO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE VIDAL, Kiussa Taina Geteins; LIMA, Flávia Patricia Farias; SOUZA, Alcy Aparecida Leite; LAZZAROTTO, Elizabeth Maria; MEZA, Sheila

Leia mais

Profª Drª Marina Peduzzi Escola de Enfermagem da USP

Profª Drª Marina Peduzzi Escola de Enfermagem da USP Fórum Nacional de Educação das Profissões da Área da saúde - Fenepas Integrando ensino e serviços: a formação para o trabalho em equipe no ensino de graduação das profissões da área da saúde Profª Drª

Leia mais

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança A ATUAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA ATENÇÃO BÁSICA PRESTADA À SAÚDE DA CRIANÇA Maisa de Oliveira Sanday Sônia Regina Leite de Almeida Prado 1 Introdução Apesar dos avanços na

Leia mais

DESVELANDO O CONHECIMENTO DAS GESTANTES PRIMIGESTAS SOBRE O PROCESSO GESTACIONAL

DESVELANDO O CONHECIMENTO DAS GESTANTES PRIMIGESTAS SOBRE O PROCESSO GESTACIONAL DESVELANDO O CONHECIMENTO DAS GESTANTES PRIMIGESTAS SOBRE O PROCESSO GESTACIONAL RESUMO Jéssica Pricila Zanon 1 Marlei Fátima Cezarotto Fiewski 2 Os cuidados profissionais têm reduzido a morbimortalidade

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO Eliane de Sousa Leite/Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. E-mail: elianeleitesousa@yahoo.com.br Jeruzete Almeida de Menezes/ Universidade

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais