Eixo Tecnológico AMBIENTE E SAÚDE

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA EM AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE Eixo Tecnológico AMBIENTE E SAÚDE Modalidade Presencial Eixo Macaíba Tecnológico RN, 2014 Turismo, Hospitalidade e Lazer

2 DILMA VANA ROUSSEFF Governo Federal HENRIQUE PAIM Ministro da Educação ALÉSSIO TRINDADE DE BARROS Secretário SETEC MARCELO MACHADO FERES Coordenador Nacional do PRONATEC ÂNGELA MARIA PAIVA CRUZ Reitora UFRN MARIA DE FÁTIMA FREIRE MELO XIMENES Vice Reitora UFRN JÚLIO CÉSAR DE ANDRADE NETO Diretor EAJ/UFRN GERBSON AZEVEDO DE MENDONÇA Vice Diretor EAJ/UFRN JOÃO INÁCIO DA SILVA FILHO Coordenador Geral PRONATEC EAJ/UFRN PAULO MÁRIO CARVALHO DE FARIA Coordenador Adjunto PRONATEC EAJ/UFRN KÉSIA KARINA DE O. SOUTO SILVA Coordenadora Adjunta dos Cursos Técnicos ROSE MARI REVOREDO Coordenadora Adjunta dos Cursos FIC ELABORAÇÃO E ORGANIZAÇÃO Isabel Maria Moura dos Santos Pinheiro Sayonara Rêgo Fontes Regina Lúcia Alves Costa Equipe Pedagógica PRONATEC/EAJ/UFRN

3 FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - PRONATEC/EAJ/UFRN CURSO: AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE INSTITUIÇÃO OFERTANTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - UFRN ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias Esfera Administrativa Federal Site APRESENTAÇÃO DO CURSO Nome do Curso Eixo Tecnológico Carga Horária Escolaridade Mínima Perfil Profissional do Curso AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE AMBIENTE E SAÚDE 400 horas ENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO Ao concluir o curso o beneficiário deve estar apto a: Atuar como elo entre a equipe de saúde e a comunidade, mediando as distintas esferas da organização da vida social em conformidade com as diretrizes do SUS. Colaborar na identificação do perfil epidemiológico da área adstrita, mobilizando estratégias de promoção da saúde. Local de Execução do Curso (Unidade Remota/Município) Supervisor do Curso JUSTIFICATIVA Imbuído do seu papel perante a sociedade, a EAJ/UFRN, tem buscado privilegiar ações que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino, proclamando desta forma seus três princípios axiológicos fundamentais: Ética, Competência e Compromisso Social. Um dos componentes da função social da Instituição é o pleno desenvolvimento dos alunos, o preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Dentro do contexto da Educação Profissional e Tecnológica, ofertada com qualidade, prepara ainda, para ser um agente transformador da realidade de seu município, região, Estado ou país, visando à gradativa eliminação das desigualdades sociais. Nesse contexto e, diante da demanda existente no país por qualificação profissional a EAJ/UFRN propõe-se a oferecer este curso, por entender que estará contribuindo para a elevação da qualidade dos serviços prestados à sociedade,

4 qualificando profissionais, através de um processo de apropriação e de produção de conhecimentos científicos e tecnológicos, capazes de contribuírem com a formação humana e com o desenvolvimento socioeconômico da região, articulado aos processos de democratização e justiça social. Portanto, a Instituição propõe, através do PRONATEC, qualificar profissionais que sejam capazes de realizar atividades, conforme o perfil profissional do curso, de forma a contribuir para o desenvolvimento da região e ações pertinentes as demandas comunitárias, possibilitando promover o desenvolvimento das habilidades para o mundo do trabalho ao mesmo tempo em que está atendendo os objetivos do programa, através da expansão, interiorização e democratização na oferta de cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços prestados e ampliando as oportunidades educacionais dos trabalhadores por meio do incremento da formação profissional. OBJETIVOS - Proporcionar aos alunos uma melhor atuação no mercado deste setor de serviços, oportunizando resultados efetivos e sustentáveis; - Discutir as características de comportamento desejável no ambiente organizacional e as novas competências exigidas pelo atual contexto global e tecnológico; - Promover a ética profissional, estimulando a análise da dinâmica das relações humanas no ambiente de trabalho; - Possibilitar reflexões acerca dos fundamentos científico-tecnológicos da formação técnica, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber; - Possibilitar o desenvolvimento de competências demandadas do mundo do trabalho, assim como uma formação técnica-humanista. - Desenvolver competências para atuar em empresas públicas, privadas e com empreendedorismo individual; PÚBLICO ALVO I - Estudantes da rede pública, inclusive da educação de jovens e adultos; II - Trabalhadores, inclusive agricultores familiares, silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores; III - Beneficiários titulares e dependentes dos programas federais de transferência de renda; IV - Pessoas com deficiência; V - Povos indígenas, comunidades quilombolas, adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; VI - Públicos prioritários dos programas do Governo Federal que se associem à Bolsa- Formação do Pronatec. REQUISITO DE ACESSO

5 O curso de Formação Inicial e Continuada modalidade presencial, é destinado a estudantes e/ou trabalhadores que tenham nível de escolaridade mínima, conforme determina o Guia Pronatec de Cursos FIC. O acesso será realizado por meio de processo de seleção definido pela Instituição Demandante, atendendo os critérios da Legislação do Programa e do Guia Pronatec de Cursos FIC. MATRÍCULA E DOCUMENTOS A Instituição Demandante é responsável pela Pré Matrícula dos alunos no SISTEC. Posteriormente, a Instituição Ofertante, mediante apresentação dos documentos e assinatura do Termo de Compromisso, confirma a Matrícula dos mesmos no Sistema Nacional de Informação da Educação Profissional e Tecnológica SISTEC. Documentos necessários para realização da matrícula: Ficha de Inscrição; Termo de Compromisso, oferecida pela escola e assinado pelo aluno; CPF (original e fotocópia); Comprovante de residência (cópia); Número do NIS (cópia); 01 foto 3x4 (opcional). ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular corresponde a conhecimentos relativos a formação técnica específica do curso, em consonância com o campo de conhecimento do eixo tecnológico, com a atuação profissional e as regulamentações do exercício da profissão. As disciplinas que compõem a matriz curricular estão articuladas entre si e orientar-se-ão pelo perfil profissional de conclusão do curso estabelecido no Guia Pronatec de Cursos FIC, ensejando a formação integrada, assim como a aplicação de conhecimentos teórico-práticos específicos do eixo tecnológico. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A aprendizagem é considerada como um processo de construção de conhecimento, em que, partindo dos conhecimentos prévios dos alunos, os professores formatam estratégias de ensino de maneira a articular o conhecimento do senso comum e o conhecimento científico, permitindo aos alunos desenvolver suas percepções e convicções acerca dos processos sociais e do trabalho. O desenvolvimento do currículo dar-se-á por meio de aulas presenciais teóricas e práticas com atividades dinâmicas e motivacionais (aulas expositivas, sócio individualizada, demonstrativas, dialogadas) visando à participação e empenho dos alunos durante o processo de ensino e aprendizagem. O ambiente educativo deverá ser organizado, de modo a articular múltiplas atividades voltadas às diversas dimensões de formação dos jovens e adultos, favorecendo a transformação das informações em conhecimentos diante das situações reais de vida. Dessa forma, as metodologias de ensino pressupõem procedimentos didáticopedagógicos que auxiliem os alunos nas suas construções intelectuais, procedimentais e atitudinais, como: elaborar e programar o planejamento, o registro e a análise das aulas e das atividades realizadas; problematizar o conhecimento, sem esquecer e considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno, incentivando-o a pesquisar

6 em diferentes fontes; contextualizar os conhecimentos, valorizando as experiências dos alunos, sem perder de vista a (re) construção dos saberes; elaborar materiais didáticos adequados a serem trabalhados em aulas expositivas dialogadas e atividades em grupo. PROCEDIMENTOS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS Aulas Teóricas: Aula dialogada, permitindo aos alunos desenvolver suas percepções e convicções acerca dos processos sociais e os do trabalho, construindo-se como cidadãos e profissionais responsáveis. Recursos Didáticos: Utilização de data show, laboratório de informática e Biblioteca, entre outros. Aulas Práticas: Estudo dirigido, através de materiais didáticos adequados a serem trabalhados em aulas expositivas e atividades em grupo; aulas expositivas e interativas, com desenvolvimento de projetos, visitas técnicas, seminários, debates, atividades individuais e em grupo, exposição de filmes, grupos de estudos e outros. Recursos Didáticos: Utilização de data show, laboratório de informática e biblioteca, entre outros. Tendo-se como foco principal a aprendizagem dos discentes, serão adotados tantos quantos instrumentos e técnicas forem necessários. Neste contexto, encontra-se abaixo uma síntese do conjunto de princípios pedagógicos que podem ser adotados no decorrer do curso: Envolver os alunos na avaliação de seu processo educativo visando uma tomada de consciência sobre o que sabem e o que precisam e/ou deseja aprender; Propor, negociar, planejar e desenvolver projetos envolvendo os alunos e a equipe docente, visando não apenas simular o ambiente profissional, mas também desenvolver habilidades para trabalho em equipe, onde os resultados dependem do comprometimento e dedicação de todos e os erros são transformados em oportunidades ricas de aprendizagem; Contextualizar os conhecimentos, valorizando as experiências dos alunos e seus conhecimentos prévios, sem perder de vista a (re)construção dos saberes; Problematizar o conhecimento, sem esquecer-se de considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a subjetividade do aluno, incentivando-o a pesquisar em diferentes fontes; Respeitar a cultura específica dos discentes, referente a seu pertencimento social, étnico racial, de gênero, etário, religioso e de origem (urbano ou rural); Adotar diferentes estratégias didático-metodológicas (seminários, debates, atividades em grupo, atividades individuais, projetos de trabalho, grupos de estudos, estudos dirigidos, atividades práticas e outras) como atividades avaliativas. Utilizar recursos tecnológicos adequados ao público envolvido para subsidiar as atividades pedagógicas; Adotar técnicas flexíveis de planejamento, prevendo mudanças e rearranjos futuros, em função da melhoria no processo de aprendizagem.

7 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação será contínuo e cumulativo, sendo as funções diagnósticas, formativas e somativas assumidas de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem, as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades, conquistas e possibilidades dos estudantes. Igualmente deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem, levando em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. As atividades avaliativas devem funcionar como instrumentos colaboradores na verificação da aprendizagem, contemplando os seguintes aspectos: observação processual e registro das atividades; avaliações escritas em grupo e individual; relatos escritos e orais; relatórios de trabalhos e projetos desenvolvidos; e instrumentos específicos que possibilitem a auto avaliação (do docente e do estudante) No desenvolvimento deste curso, a avaliação do desempenho escolar será feita por componente curricular, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência diária de pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) às aulas teóricas e práticas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e à realização das atividades desenvolvidas. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo e processual do estudante, com vista aos resultados alcançados por ele nas atividades avaliativas. Ela tem por objetivo informar ao professor e ao aluno os avanços, as dificuldades e possibilitar a ambos a reflexão sobre a eficiência do processo educativo, possibilitando os ajustes necessários para o alcance dos melhores resultados. Durante o processo educativo é conveniente que o professor esteja atento à participação efetiva do aluno através da observação da assiduidade, pontualidade, envolvimento nos trabalhos e discussões. Várias formas de avaliação poderão se somar, tais como trabalhos individuais e/ou em grupo; testes escritos e/ou orais; demonstração de técnicas em laboratório; dramatização; apresentação de trabalhos; portfólios; seminários; resenhas; autoavaliação, entre outros. Todos estes instrumentos são bons indicadores da aquisição de conhecimentos e do desenvolvimento de habilidades e competências. Ressalta-se a importância de se expor e discutir os mesmos com os alunos no início de cada disciplina. MATRIZ CURRICULAR CURSO: AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE E SAÚDE COMPONENTES CURRICULARES DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA (hora aula de 60 min.) Leitura e Produção de Texto 20 Informática Básica 10 Ética e Cidadania 10 Legislação do SUS 20 Epidemiologia 20 Promoção a Saúde 20

8 Sistema de Informação em Saúde 20 Vigilância Ambiental e Sanitária 20 Atuação Social em Saúde 20 Microbiologia e Parasitologia 20 Noções de Anatomia e Funcionamento do Corpo Humano 20 Primeiros Socorros 20 Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis 20 Educação Sexual e Reprodutiva 20 Saúde da Família 20 Saúde da Mulher 20 Saúde do Idoso 20 Saúde do Trabalhador 20 Saúde Mental 20 Saúde da Criança e do Adolescente 20 Empreendedorismo 20 TOTAL 400 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS Componente Curricular: Leitura e Produção de Texto Aperfeiçoar competências de leitura e escrita necessárias ao uso da linguagem em diferentes situações comunicativas. Texto e contexto (Cena Enunciativa); Conhecimentos/Competências necessárias à prática de leitura e da escrita; Fatores de textualidade: coesão e coerência; Gêneros textuais/discursivos de diversas esferas da atividade de comunicação. BECHARA, E. Gramática escolar da Língua Portuguesa. 2. ed. ampl. e atualizada pelo Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, COSTA, S. R. da. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, DIONÍSIO, A. P.; BEZERRA, M. de S. (Orgs.). Tecendo textos, construindo experiências. Rio de Janeiro: Lucerna, DISCINI, N. Comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, Para entender o texto: leitura e redação. 11. ed. São Paulo: Ática, KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, KOCH, I. G. V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. 5. ed. Trad. Cecília P. de Souza e Silva. São Paulo: Cortez, MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. A.; BEZERRA,

9 M. A. B. (Orgs.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucena, 2002, p MACHADO, A. R. et al. (Org.). Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, Componente Curricular: Informática Básica Carga Horária: 10 h/a Hardware e Software, sistemas operacionais, gerenciamento de pastas e arquivos, painel de controle e impressão, edição de texto, planilha eletrônica, apresentação eletrônica e Internet. Identificar os componentes básicos de um computador. Iniciar o aluno no uso dos recursos da informática. Capacitar o usuário a utilizar os recursos de edição de texto. Inicializar e/ou aperfeiçoar o aluno na utilização dos recursos disponíveis na Internet. CAPRON, H.L. e JOHNSON, J.A. Introdução à informática. São Paulo : Pearson Prentice Hall, Tutoriais, apostilas e páginas da Internet. Componente Curricular: Ética e Cidadania Carga Horária: 10 h/a Concepção da ética e da cidadania, suas interpelações e uso no cotidiano. Compreender o que é Ética e Cidadania e suas relações com a vida em sociedade. Concepção de ética; Concepção de cidadania; Relação entre ética e cidadania; Ética e cidadania no cotidiano. SECRETARIA de Educação Básica - SED/MEC. Ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade [recurso eletrônico]. Brasília: MEC, ELIN, Elizabeth; HERSHBERG, Eric. Construindo a democracia: direitos humanos, cidadania e sociedade na América Latina. São Paulo: Edusp, p. (Direitos Humanos ; v. 1). BUFFA, Ester; ARROYO, Miguel; NOSELLA, Paolo. Educação e cidadania: quem educa o cidadão?. 2. ed. São Paulo: Cortez, p. (Polêmicas do nosso tempo, v. 23). SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: FTD, p. (Coleção aprender e ensinar). GUTIÉRREZ, Francisco; PRADO, Cruz; INSTITUTO PAULO FREIRE. Ecopedagogia e cidadania planetária. 3. ed. São Paulo: Cortez, p. (Guia da escola cidadã). COVRE, Maria de Lourdes M. O que é cidadania. São Paulo, Brasiliense, DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos humanos e cidadania. São Paulo, 1998.

10 Componente Curricular: Legislação do SUS Conceitos básicos em direito, leis que fundamentam o Sistema Único de Saúde. Conceituar e distinguir os termos Lei, Medida provisória e Decretos; Entender o funcionamento dos SUS a partir das leis que o fundamenta. Entender a O SUS além de sua fundamentação legislativa; Refletir as políticas do SUS na pratica. Diretrizes Operacionais Básicas para os Pactos pela vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Brasília, BRASIL. Casa Civil. Lei nº de 19 de Setembro de BRASIL. Casa Civil. Lei nº de 28 de Dezembro de BRASIL. Ministério da Saúde. Normas Operacionais Básicas de Saúde - NOB S/SUS/96. Neves, José Roberto de Castro, Uma introdução ao direito civil: parte geral. ed. 3. Rio de Janeiro: GZ ed., p. LAVOR, Adriano et al. A Saúde em Construção. Revista RADIS Comunicação em Saúde. 104, Abr SOPHIA, D. Normas Operacionais: o que são? Como funcionam?. Revista Radis - Comunicação em Saúde. 5, Dez Componente Curricular: Epidemiologia Noções de Primeiros Socorros. Conhecer noções de primeiros socorros; Desenvolver habilidades de Atendimento Pré-Hospitalar. Conceitos; Aspectos Éticos e Legais; Parâmetros normais de sinais vitais; Atendimento Pré-Hospitalar; Triagem Pré- Hospitalar; Suporte Básico de Vida; Equipamentos em Primeiros Socorros; Situações em Urgência e Emergência; Traumas Musculo esquelético: fraturas, Entorses, Hemorragias, Amputações; Crises Hipertensivas; Afogamento; Desmaio/Sincope e Vertigens; Obstrução das Vias Aéreas; Parada Cardiorrespiratória; Acidente Vascular Cerebral; Acidente com Animais Peçonhentos, FIGUEIREDO, Nebia Maria Almeida. Enfermagem: Cuidado em Emergência. Ed. Ver. 2. São Caitano do Sul, SP. Editora Yendys, HERLON, Saraiva Martins et all. Emergência Clínica: abordagem prática. 5 ed. Ampl. e ver. Barueri, SP, edit. Manole, BRUNNER; SUDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Ed. 10. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2005.

11 Componente Curricular: Sistema de Informação em Saúde Sistema de Informação em Saúde; Sistema de Informação de Atenção Básica. Conhecer o Sistema de Informação em Saúde; Entender a estrutura e a finalidades do SIS; Conhecer o Sistema de Informação de Atenção Básica; O que é um Sistema de Informação em Saúde; Finalidade de um Sistema de Informação; Definição de Informação; Definição de Situação de Saúde; Regra de um SIS; Estrutura SIS; Sistema de Informação de Atenção Básica SIAB; Conceitos Básicos; Procedimentos Básicos; Instrumentos; Fichas de Coletas de Dados; Relatório der Consolidação dos Dados. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Assistência a Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. SIAB: Manual do Sistema de Informação de Atenção Básica. BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5 ed Componente Curricular: Promoção a Saúde Trabalha a Politica Nacional de Promoção a Saúde, o Processo de Trabalho em saúde e a Educação em Saúde. Capacitar ao Agente Comunitário de Saúde a Promover a Saúde na sua área de atuação; Capacitar para atuar na Educação em Saúde; Política Nacional de Promoção a Saúde, Portaria nº 687 MS/GM, de 30 de Março de 2006; Promoção á Saúde: trajetória histórica de suas concepções; Processo de Trabalho em Educação; Educação em Saúde; Educação no Contexto dos Serviços de Saúde; Educação em Saúde e Opções pedagógicas; Processo Ensino-Aprendizagem e Praticas em Saúde; Planejamento de Ação Educativa; Trabalhando Educação em Saúde na comunidade; Como trabalhar educação em saúde na comunidade; Recomendações gerais para atividades educativas. São Paulo (Cidade). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenação de Recursos Humanos Escola Técnica do Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Centro de Formação e Desenvolvimento dos Cursos técnicos da área da saúde: habilitação profissional de técnico agente comunitário de saúde: módulo I. Unidade II p.: il (Série A. Normas e Manuais Técnicos). São Paulo (Cidade). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenação de Recursos Humanos Escola Técnica do Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Centro de Formação e Desenvolvimento dos Cursos técnicos da área da saúde: habilitação profissional de técnico agente comunitário de saúde: módulo I. Unidade III p.: il (Série A. Normas e Manuais Técnicos). BRASIL Ministério da Saúde. Secretária de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Básica. O Trabalho do Agente comunitário de Saúde (il. Serie comunicação e educação em saúde). Brasília p. FILHO, A. N.; FILHO, B. Segurança do trabalho & Gestão ambiental. Ed. LTC 3ª ed. BRASIL. Ministério da Saúde. MS/GM. Portaria nº 687 de 30 de Março de 2006.

12 Componente Curricular: Vigilância Ambiental e Sanitária Trabalha os princípios em Vigilância em saúde a partir da Vigilância Ambiental e Sanitária. Proporcionar noções em Vigilância Ambiental e Sanitária; Capacitar os Agentes comunitários de Saúde a identificar situações de risco e os problemas de saúde decorrentes de problemas ambientais e de produção de bens de consumo. Noções de Vigilância Ambiental: Marco Legal; Campo de Atuação; Estrutura Organizacional; Instrumentos e Métodos; Noções em Vigilância Sanitária: Marco Legal; Campo de Atuação; O Enfoque de Atuação; Planejamento em Vigilância Sanitária. Eduardo, Maria Bernadete de Paula, colaboração de Isaura Cristina Soares de Miranda. Vigilância Sanitária (Série Saúde & Cidadania)., v 8. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Francisco Eduardo de Campos, Gustavo Azeredo Furquim Werneck., Lidia Maria Tonon. Vigilância Sanitária. (Cadernos de Saúde; 4). Coopmed, Belo Horizonte. 129p.: 2001 Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Vigilância ambiental em saúde/fundação Nacional de Saúde. 42 p. Brasília, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. 4. ed. ampl. Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. color. (Série B. Textos Básicos de Saúde). NETTO, Guilherme Franco; CARNEIRO, Fernando Ferreira. Vigilância Ambiental em Saúde no Brasil. Revista Ciência & Ambiente. Rio Grande do Sul. Jul/Dez Componente Curricular: Atuação Social em Saúde Trabalha os principais problemas sociais que afetam a saúde publica, abordando os vários tipos de violência nos grupos sociais. Trabalhar a concepção de Agente de Mudança; Capacitar os Agentes comunitários de Saúde a identificar situações de risco e os problemas sociais. Capacitar os Agentes comunitários de Saúde a atuarem na prevenção de problemas como violência e defesa dos direitos a saúde. Agente Comunitário de Saúde: um agente de mudança; Vulnerabilidade e Risco Social; Estatuto da Criança e do Adolescente; Estatuto do Idoso; Violência Intrafamiliar e Maus Tratos contra a pessoa Idosa; Atenção a pessoas em situação de violência domestica e sexual.

13 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 19)/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica Brasília : Ministério da Saúde, p. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 26). Abramovay, Miriam Juventude, violência e vulnerabilidade social na América Latina: desafios para políticas públicas/miriam Abramovay et alii. Brasília: UNESCO, BID, p. SIERRA, V. M.; MESQUITA, W. A. Vulnerabilidade e fatores de risco na vida de crianças e adolescentes. São Paulo em Perspectiva, v. 20, n. 1, p , jan./mar VIACAVA, Francisco. Acesso e uso de serviços de saúde pelos brasileiros. RADIS comunicação em Saúde. n 96. P Rio de Janeiro Componente Curricular: Microbiologia e Parasitologia A Disciplina de Parasitologia visa fornecer os fundamentos do fenômeno de parasitismo e infecção por microrganismos que acomete a Saúde do homem. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde, o conhecimento em Microbiologia e Parasitologia, de forma a fomentar a sua ação na promoção da saúde e na prevenção de agravos a saúde. Neves D Parasitologia Humana. 11ª edição. Editora Atheneu, SP. Componente Curricular: Noções de Anatomia e Funcionamento do Corpo Humano Conhecimento da estrutura e funcionamento dos sistemas do corpo humano. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o conhecimento da estrutura e do funcionamento do corpo humano; Proporcionar conhecimento básico para o entendimento da Fisiopatologia das doenças; O corpo Humano: Constituição (células, tecidos, órgãos e sistemas); Anatomia do Sistema Músculo Esquelético: Ossos, Músculos e Cartilagens, Articulações, Pele e anexos; Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório: Órgãos e funções, Processo da respiração; Anatomia e Fisiologia do Sistema circulatório: Sangue, Coração e vasos sanguíneos, Pequena e grande circulação, Linfa; Anatomia e Fisiologia do Sistema Digestório: Órgãos e funções, Processo de digestão; Anatomia e Fisiologia do Sistema Urinário e Excretor: Órgãos e funções, Processo de filtragem do sangue, Composição da urina; Anatomia e Fisiologia

14 do Sistema Nervoso: Sistema Nervoso Central, Sistema Nervoso Periférico, Sistema Nervoso Autônomo, Órgãos dos Sentidos (visão, paladar, olfato, audição e tato); Anatomia e Fisiologia do Sistema Endócrino: Hipófise, Tireoide, Paratireoide, Supra Renais, Pâncreas, Ovários, Testículos; Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor: Órgãos e funções, Reprodução. DANGÊLO, José Geraldo e FATTINI, Carlos Américo. Anatomia Humana Básica. Guyton & Hall. Tratado de Fisiologia Médica. Componente Curricular: Primeiros Socorros Noções de Primeiros Socorros. Conhecer noções de primeiros socorros; Desenvolver habilidades de Atendimento Pré-Hospitalar. Conceitos; Aspectos Éticos e Legais; Parâmetros normais de sinais vitais; Atendimento Pré-Hospitalar; Triagem Pré- Hospitalar; Suporte Básico de Vida; Equipamentos em Primeiros Socorros; Situações em Urgência e Emergência; Traumas Musculo esquelético: fraturas, Entorses, Hemorragias, Amputações; Crises Hipertensivas; Afogamento; Desmaio/Sincope e Vertigens; Obstrução das Vias Aéreas; Parada Cardiorrespiratória; Acidente Vascular Cerebral; Acidente com Animais Peçonhentos. FIGUEIREDO, Nebia Maria Almeida. Enfermagem: Cuidado em Emergência. Ed. Ver. 2. São Caitano do Sul, SP. Editora Yendys, HERLON, Saraiva Martins et all. Emergência Clínica: abordagem prática. 5 ed. Ampl. e ver. Barueri, SP, edit. Manole, BRUNNER; SUDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. Ed. 10. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, Componente Curricular: Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis Trabalha as principais doenças Transmissíveis e não transmissíveis que se tornaram problemas de saúde publica. Conhecer as principais doenças transmissíveis e não transmissíveis na sua área de atuação; Capacitar os Agentes comunitários de Saúde a identificar situações de risco para o surgimento de doenças transmissíveis e não transmissíveis; Doenças Transmissíveis: Conceito de infecção e doença; Conceito de surto, epidemias, pandemias e endemias; Vetores mecânicos, biológicos e reservatórios; Principais mecanismos de transmissão de doenças infecciosas; Difteria, tétano, poliomielite, hanseníase, cólera, tuberculose, sífilis, hepatites virais, Dengue, doenças diarreicas agudas, influenza, rubéola, sarampo, AIDS. Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT): DCNT: um problema de saúde publica; Hipertensão, Diabetes, AVC, Neoplasias, Acidentes no Transito; Fatores de Risco: sedentarismo; Dependência Química Álcool, Tabagismo e outras drogas; Excesso de peso; Dieta.

15 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação da Saúde. Anais do Seminário Nacional de Vigilância em Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde: Brasília, 20 a 22 de setembro de 2005 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise de Situação da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro / Brasil. Ministério da Saúde Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. 4. ed. ampl. Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. color. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Componente Curricular: Educação Sexual e Reprodutiva Conhecimento da Política Publica de Saúde Sexual e Reprodutiva, da Sexualidade e Saúde na Educação Básica. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o conhecimento da Política Publica em Saúde Sexual e Reprodutiva; Fomentar a ação dos Agentes junto a comunidade na promoção da saúde Sexual e Reprodutiva; Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, p.: il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 26). Meyer, Fabricio. Abuso sexual infantil e pedofilia: Conhecer para enfrentar o Problema - Guia para pais e Professores. Centro de Orientação em Educação e Saúde- CORES: Componente Curricular: Saúde da Família Entender o Histórico, Estrutura, Funcionamento, Objetivos da Estratégia de Saúde da Família e a Atuação do Agente Comunitário de Saúde na Equipe. Compreender detalhes da Estratégia de Saúde da Família Conhecer os principais programas de Atenção a Saúde Desenvolvidos pela Equipe; Conhecer o Programa de Agente comunitário de Saúde - PACS; Desenvolver a Concepção de que o ACS é um Agente de Mudança. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Prático do Programa de Saúde da Família. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Assistência a Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma Estratégia para a Reorientação do Modelo Assistencial. Brasilia Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da família no Brasil : uma análise de indicadores selecionados :

16 / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica - Brasília : Ministério da Saúde, p. - (Série C. Projetos, Programas e Relatórios). Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. O trabalho do agente comunitário de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). Componente Curricular: Saúde da Mulher Conhecer a Politica Nacional de Atenção Integral a Mulher e o seu desenvolvimento na Atenção Básica Estratégia de Saúde da Família. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o Conhecimento da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher e seu desenvolvimento da Estratégia de Saúde da Família; Fomentar a ação dos Agentes na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde das Mulheres de sua área de atuação. Rezende J. Obstetrícia fundamental. 10ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. Carvalho GM. Enfermagem em obstetrícia, São Paulo: ed. EPU Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia prático do agente comunitário de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama / Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica - Cadernos de Atenção Básica; n. 13. Brasília: Ministério da Saúde, Brasil. Secretária de Politicas de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, Aborto e Puerpério: assistência humanizada a mulher. Ministério da Saúde. Brasília, Componente Curricular: Saúde do Idoso Trabalha a politica publica de saúde do Idoso, as ações em saúde do idoso na atenção básica. Proporcionar noções saúde do Idoso; Capacitar os Agentes comunitários de Saúde a identificar situações de risco e os problemas a saúde do idoso. Politica Nacional de Saúde da Pessoa Idosa; Humanização e acolhimento à pessoa Idosa; Avaliação Global da pessoa Idosa na Atenção Básica; Fragilidade em Idosos; Principais Problemas de Saúde na Terceira Idade; Osteoporose; Hipertensão Arterial Sistêmica; Diabetes; Queda; Demência; Atenção domiciliar a Pessoa Idosa; Promoção de Hábitos Saudáveis.

17 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 19)/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica Brasília : Ministério da Saúde, p. BRASIL. Ministério da Saúde. MS/GM. Portaria nº de 19 de Outubro de Politica Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. BRASIL, Portaria do Gabinete do Ministro de Estado da Saúde de n 1395, de 9 de dezembro de 1999, que aprova a Política Nacional de Saúde do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, n 237-E, pp , seção 1, 13 dez Componente Curricular: Saúde do Trabalhador Conhecer a Politica de Segurança e Saúde do Trabalhador e o seu desenvolvimento na Atenção Básica Estratégia de Saúde da Família. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o Conhecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e seu desenvolvimento da Estratégia de Saúde da Família; Fomentar a ação dos Agentes na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores de sua área de atuação. Brasil. Ministério da Saúde. SM/GM. Portaria nº de 1 de Julho de Instruções Normativas de Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS. Publicada no Diário Oficial 124 de 2 de Julho de Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Área Técnica de Saúde do Trabalhador Saúde do trabalhador/ministério da Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas, Área Técnica de Saúde do Trabalhador. Cadernos de Atenção Básica nº 5 - Programa Saúde da Família Saúde do Trabalhador. Ministério da Saúde, Brasília, Serviço Social da Indústria - SESI. Departamento Regional da Bahia. Legislação Comentada: Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde do Trabalho/ Serviço Social da Indústria - SESI. Departamento Regional da Bahia. 315 p, Salvador, Componente Curricular: Saúde Mental Conhecer a Politica de Mental e o seu desenvolvimento na Atenção Básica Estratégia de Saúde da Família. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o Conhecimento da Política Nacional de Saúde Mental; Fomentar a ação dos Agentes na identificação de situações de risco e agravamento da saúde mental; A Política Nacional de Saúde Mental. Lei de 6 de Abril de A Rede Básica de Atenção a Saúde Mental e a Estratégia de Saúde da Família. Dependentes de álcool e drogas. Depressão. Ansiedade. Orientação para identificar um portador de sofrimento mental. Orientação aos profissionais da atenção básica ao atender um portador de sofrimentos mentais.

18 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia prático do agente comunitário de saúde/ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília. Ministério da Saúde, 260 p, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Atenção a Saúde. Área técnica de saúde mental. Prevenção do Suicídio - Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental. Unicamp. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. SVS/CN-DST/AIDS. A Política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas/Ministério da Saúde. 2. e d. rev. ampl. Brasília: Ministério da Saúde, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental : 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de Componente Curricular: Saúde da Criança e do Adolescente Conhecer a Politica Nacional Atenção Integral a Saúde da Criança e do Adolescente e o seu desenvolvimento na Atenção Básica Estratégia de Saúde da Família. Proporcionar ao Agente Comunitário de Saúde o Conhecimento da Atenção Integral a Saúde da Criança e do Adolescente; Fomentar a ação dos Agentes na identificação de situações de risco e agravamento a saúde da Criança e do Adolescente. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil / Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia prático do agente comunitário de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, Componente Curricular: Empreendedorismo Nova realidade do mundo do trabalho. Empreendedorismo e empreendedor: conceitos e definições. Ética no empreendedorismo: possibilidade ou ilusão? Metas e objetivos na ação empreendedora. Perfil do empreendedor e auto avaliação. Análise de indicadores socioeconômicos da região. Análise de mercado. Construção da visão de negócio,

19 trabalhando a ideia. Elaboração e apresentação de um plano de negócios simplificado. Discutir o perfil do empreendedor e o motivo pelo qual as pessoas buscam tornarem-se empresárias; abordar as questões relacionadas com a identificação das oportunidades de negócios, metas e objetivos, apontando tendências globais que geram estas oportunidades; análise do Mercado, Marketing e indicadores socioeconômicos, antes de iniciar o negócio, avaliando os potenciais concorrentes, consumidores e fornecedores; trabalhar o projeto da linha de produtos e serviços que o seu negócio oferecerá aos clientes, discutindo atributos ou características que devem ter para atender as necessidades dos clientes; refletir sobre as questões éticas relacionadas ao comércio dos produtos/serviços. ANTUNES, Ricardo, ALVES, Giovanni. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 25, n. 87, p , maio/ago Disponível em DRUCKER, Peter Ferdinando. Inovação e espírito empreendedor: entre preneurship. 6. ed. São Paulo: Pioneira, DRUCKER, Peter. Administração para o futuro: os anos 90 e a virada do século. São Paulo: Pioneira, DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luiza. Ed. Cultura, TREVISAN, Antoninho M. Empresários do futuro: como os jovens vão conquistar o mundo dos negócios. 3. ed. São Paulo: Infinito, MENDES, Jerônimo, ZAIDEN Fo., Iússef. Empreendedorismo para jovens: ferramentas, exemplos reais e exercícios para alinhar a sua vocação com o seu projeto de vida. São Paulo: Atlas, MENDES, Jerônimo. O que é Protagonismo? Disponível em: com.br/artigos/administracao-e-negocios/o-que-e-protagonismo/52619/. MORAN, José Manoel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª ed. São Paulo: Paulinas, p PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO A Instituição EAJ/UFRN, através de Edital, realizará processo de seleção para contratação dos Profissionais Docentes e Técnicos que irão atuar no curso que serão caracterizados como Profissionais Bolsistas, regulamento pela Lei Nº , de 26 de Outubro de 2011 que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Pronatec e Resolução CD/FNDE nº 72, de 20 de dezembro de 2011 e Resolução nº 4, de 16 de março de CERTIFICADOS Após conclusão do curso o estudante receberá o Certificado de Qualificação Profissional em AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE do Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde, Carga Horária: 400 horas.

20 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFIA 1. Lei Federal nº , de 26 de outubro de Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC 2.. Lei Federal nº , de 25 de setembro de Dispõe sobre o estagio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto- Lei nº 5.452, d 1º de maio de 1943, e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nº6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6º da Medida Provisória n] , de 24 de agosto de 2001; e dá outras providencias. DISPONÍVEL EM <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ato /2008/lei/l11788.htm> 3.. Decreto nº 5.154, de 23 de julho de Regulamenta o 2º do art.36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: 23 jul. 2004b. 4.. Resolução CEB nº 6, de 26 de junho de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. DISPONÍVEL EM <http://www.cefetce.br/ensino/cursos/medio/resoluçao CEB3.HTM> 5.. Resolução CEB nº 4, de 8 de dezembro de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília: Resolução nº 1, de 3 de fevereiro de Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004. Brasília: Resolução nº 6/2012, que institui as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. 8.. Parecer CNE/CEB nº 39/2004. Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de Nível Médio e no Ensino Médio. Brasília: MEC/SETEC. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Disponível em 10. FRIGOTTO, Gaudêncio e FERREIRA, Elza Bartolozzi. Ensino Médio Integrado: concepções e contradições São Paulo: Cortez, KUENZER, Acácia Zeneida (org). Ensino Médio: Construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. 5ª Ed. São Paulo: Cortez, VARELA, M.D. Introdução ao direito face aos novos conflitos sociais. São Paulo, led ZATTAR, Fernanda. Mundos Diferentes? Mundo da Escola e Mundo do Trabalho: é possível concluir essas duas instâncias? Atividades e Experiências, São Paulo. Ano 9, nº 1, p. 10, 11 e 12, março 2008.

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