Adna Gerusa Rodrigues O PAPEL DO CONSULTOR ADMINISTRATIVO EXTERNO NO FORTALECIMENTO DO NEGÓCIO

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1 U n i v e r s i d a d e F e d e r a l d o P a r á C e n t r o S ó c i o - E c o n ô m i c o D e p a r t a m e n t o d e A d m i n i s t r a ç ã o Adna Gerusa Rodrigues O PAPEL DO CONSULTOR ADMINISTRATIVO EXTERNO NO FORTALECIMENTO DO NEGÓCIO BELÉM MAIO, 2002

2 U n i v e r s i d a d e F e d e r a l d o P a r á C e n t r o S ó c i o - E c o n ô m i c o D e p a r t a m e n t o d e A d m i n i s t r a ç ã o Adna Gerusa Rodrigues O PAPEL DO CONSULTOR ADMINISTRATIVO EXTERNO NO FORTALECIMENTO DO NEGÓCIO Monografia apresentada ao Departamento de Administração do Centro Sócio-Econômico da Universidade Federal do Pará para a obtenção do grau de Bacharel em Administração. Banca Examinadora: Orientador: Prof. Ivan Muniz Carvalho, Universidade Federal do Pará. Co-Orientador: Dr. Eduardo Macedo Rocha, Presidente do IBCO - Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização. Membro: Consultor Manoel Barbosa Salgueiro, UFPA Incubadora Tecnológica de Empresas. Membro: Adm. Maria Rosa Bugarin de A. Neumamm.

3 RODRIGUES, Adna Gerusa. O Papel do Consultor Administrativo Externo no Fortalecimento do Negócio. Belém-PA, UFPA Centro Sócio-Econômico, Departamento de Administração, Orientador: Professor Ivan Muniz Carvalho Monografia 61 fls 1.Atividade de Consultoria, 2. As pequenas empresas e O Consultor Administrativo, 3. Projeto de Vida. Será que vale a pena ser consultor?, 4. Tendências do Mercado de Consultoria, 5. Aconselhamentos para Consultores.

4 As micros e pequenas organizações devem utilizar a consultoria organizacional no sentido de contar com auxílio externo para sua constante melhoria de desempenho, seja na empresa como um todo ou em áreas específicas, buscando sempre mudanças com a finalidade de aumentar a sua competitividade. Mas sempre devem exigir resultados, ética e qualidade dos serviços de consultoria prestados. Eduardo Macedo Rocha

5 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho às minhas duas adoráveis mães que ao longo dos anos vêem dedicando a mim tanto amor, ensinando-me a caminhar. Ao meu mestre acadêmico e orientador de minha monografia, Prof. Ivan Muniz Carvalho. Ao meu co-orientador Dr. Eduardo Macedo Rocha, presidente do IBCO Instituto Brasileiro de Consultores de Organização, que tanto colaborou para realização desta monografia.

6 AGRADECIMENTOS Meu amor e gratidão ao maior e melhor administrador do universo, a Deus que administra a natureza e o ser humano com extrema perfeição, a ele agradeço pela vida e capacidade de pensar, as quais proporcionaram me esta graduação. A todos os amigos que torceram por mim e ainda compreenderam meus momentos de tensão. Aos bons mestres, queridos mestres, que contribuíram para a construção de meu conhecimento. A todos que me auxiliaram e contribuíram para a realização desta monografia, em especial ao IBCO Instituto Brasileiro de Consultores de Organização.

7 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT APRESENTAÇÃO PARTE I INTRODUÇÃO 1.0 Definição da Situação Problema 2.0 Pressupostos Teóricos 3.0 Definição dos Objetivos do Estudo 4.0 Justificativa da Escolha do Tema 5.0 Hipóteses ou Questões do Estudo 6.0 Trajetória de Estudo - Metodologia 7.0 Palavras Chave PARTE II DESENVOLVIMENTO DO TEMA: O Papel do Consultor Administrativo Externo no Fortalecimento do Negócio. 1.0 Consultoria, Consultores e Campo de atuação do Consultor 2.0 Conhecimentos, Competências, Habilidades e Perfil Técnico de um Consultor 3.0 Indicadores de Qualidade de serviço 4.0 Comunicação consultor/cliente 5.0 Critérios a serem analisados na contratação de consultoria 6.0 As pequenas empresas e O Consultor Administrativo 7.0 Projeto de Vida. Será que vale a pena ser consultor? 8.0 Tendências do Mercado de Consultoria 9.0 Aconselhamentos para Consultores 10.0 Anexos Anexo A Campos Privativos de Administrador Anexo B Código de Ética do Consultor Anexo C Formulário para Consultores Anexo D Formulário para Clientes Anexo E informações da Pesquisa Realizada pelo IBCO PARTE III CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Considerações Finais Recomendações Bibliografia

8 RESUMO O Consultor Administrativo Externo é um agente de mudanças que terá o papel de buscar informações no cliente e mercado e propor soluções para a empresa, relacionadas, basicamente, à produtividade administrativa, análise e melhoria dos processos organizacionais, gestão estratégia e desenvolvimento organizacional, mediante uma relação de integração com a empresa e seus colaboradores, fundamental ao seu sucesso. No desempenho de sua função são exigidos ao Consultor conhecimentos, atitudes, competências e habilidades, em pelo menos quatro dimensões: técnica, administrativa, psicossocial e política. Uma lição importante da perspectiva da ação é a de o consultor também produz conhecimento e seu conhecimento contribui para o aprendizado de outras pessoas, especialmente de seus clientes. A Consultoria Administrativa Externa apresenta-se com uma alternativa de fortalecimento às micro e pequenas empresas, promovendo uma série de benéficos a sua contratante. Consultoria é uma atividade atrativa, no entanto não é tão fácil quanto parece, pois sempre haverá aqueles que julgam entender tudo sobre consultoria, aqueles que não são receptivos ao seu serviço e o crédito do trabalho nunca será do consultor, a qual terá que conter seus instintos para não prejudicar o trabalho já realizado. Diante das inúmeras variáveis ambientais, as principais indicações de tendências do mercado de consultoria, segundo o IBCO são: aumento da concorrência; erosão do profissionalismo; pressão por preços mais baixos e clientes menos fiéis que trarão implicações aos consultores como: margens cada vez menores; custos crescentes; qualidade como fator competitivo; idade e experiência como requisitos de contratação pelos clientes; ênfase na construção da imagem e da marca baseadas em competência técnica e reputação. Ao se analisar essas tendências, vêm - se que os estados do sul e sudeste do Brasil são os maiores centros de consultoria nacional em relação à quantidade, qualidade e valor dos honorários de consultores. Diante dessa realidade, o Pará pode ser considerado um menino que começa a engatinhar, e o Brasil os seus primeiros passos em relação ao mercado mundial, com uma participação de 0,04% contra 60% de representatividade dos USA.

9 ABSTRACT

10 APRESENTAÇÃO Esta monografia reflete a preocupação como o desenvolvimento de empresas duradouras, especialmente no mercado paraense, apontando para o Consultor Administrativo Externo, como uma alternativa de desenvolvimento às empresas contemporâneas. De modo geral, este Trabalho Científico Final foi estruturado para atingir os seguintes objetivos: Apresentar o Consultor Administrativo Externo como um vetor de fortalecimento nos negócios das pequenas empresas. Informar sobre as tendências do mercado nacional de consultoria. Despertar os profissionais de Administração para sua importância no mercado empresarial, especialmente como Consultor Administrativo Externo. Ciente de que Consultoria Empresarial é um assunto vasto, fez-se necessário a delimitação do tema, dentro das especialidades de um bacharel em Administração, sendo escolhido então Consultoria Administrativa, fruto da antiga Organização & Métodos, hordienamente conhecida por análise de processos. Contudo Qual consultoria abordar? A interna ou externa? A grande diferença entre elas é a relação do consultor com a organização em que atua. O Consultor Interno, geralmente, é empregado da empresa enquanto o Consultor Externo é contratado temporariamente para realização de um serviço especializado. Neste momento, os anos de atuação no mercado de consultoria externa, fizeram a escolha!! No entanto, não bastava apenas falar sobre o Consultor Administrativo Externo, era necessário revelar sua contribuição para a sociedade, dentro das empresas... O seu papel ante as empresas conduzido-as ao crescimento e desenvolvimento. As empresas são neste caso as pequenas empresas. A razão de escolhe-las é por sua alta participação na renda nacional e geração de 96% dos novos empregos no Brasil de 1995 a 2000, sendo de suma importância em nossa economia e por precisarem de apoio na luta contra as altas taxas de mortalidades entre os três primeiros anos de vida.

11 Por fim, esta monografia tem como tema: O Papel do Consultor Administrativo Externo no Fortalecimento do Negócio, dividindo-se em 3 partes básicas. A parte I contempla a Introdução envolvendo os seguintes aspectos: 1)Definição da Situação de Problema, 2) Os Pressupostos Teóricos, 3) Definição dos Objetivos do Estudo, 4) Justificativa do Tema, 5)Hipóteses ou Questões do Estudo, 6) Metodologia e 7) Palavra Chave. A parte II trata do desenvolvimento do tema sobre O Papel do Consultor Administrativo Externo no Fortalecimento do Negócio, reunindo os seguintes subtemas: 1) Consultoria, Consultores e Campo de atuação do Consultor; 2) Conhecimentos, Competências, Habilidades e Perfil Técnico de um Consultor; 3) Indicadores de Qualidade de serviço; 4) Comunicação consultor/cliente; 5) Critérios a serem analisados na contratação de consultoria; 6) As pequenas empresas e O Consultor Administrativo; 7) Projeto de Vida. Será que vale a pena ser consultor?; 8) Tendências do Mercado de Consultoria; 9) Aconselhamentos para Consultores e 10) Anexos. A parte III volta-se para as Conclusões e Recomendações da monografia, ancoradas pela Bibliografia Consultada.

12 PARTE I INTRODUÇÃO 1. 0 DEFINIÇÃO DA SITUAÇÃO DE PROBLEMA Até que ponto o papel desempenhado pelo Consultor Administrativo Externo é significativo para o fortalecimento do negócio das empresas contemporâneas, sobretudo as pequenas empresas? 2. 0 PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Autores tais como: 1) Peter Block em Consultoria: O Desafio da Liberdade, 2) Gerald M. Weinberg em Consultoria: O Segredo do Sucesso, 3) Geoffrey M. Bellman A Vocação do Consultor, 4) Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira em Manual de Consultoria Empresarial, 5) Thomas L. Greenbaum em Manual do Consultor, 6) Milan Kubr em Consultoria: Um guia para a Profissão, 7) Connor e Davidson em Marketing de Serviços Profissionais e Consultoria, 8) Francisco Pereira em Consultoria, 9) Herman Holtz em Como Ser Um Consultor Independente de Sucesso, 10) L.A. Costacurta Junqueira e Célia Marchioni em Cada empresa tem o consultor que merece, 11) Maria Ignez P. L. Bastos em O direito e o avesso da consultoria, 12) Dino C. Moscsany em Consultoria, 13) Edgar H. Schein em Consultoria de Procedimentos: Seu Papel no Desenvolvimento Organizacional e 14) Hackney Nye em Aconselhamento Estratégia e Objetivos. Vêem defendendo a importância da Consultoria Externa, como um impulsionador de liderança para o fortalecimento dos negócios das empresas vencedoras deste século XXI DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS DE ESTUDO Elaborar um estudo especificando o papel do Consultor Administrativo Externo nas organizações contemporâneas, focando principalmente as pequenas empresas.

13 4. 0 JUSTIFICATIVA Durante este final de século, foram registrados no Brasil índices de desenvolvimento econômico e social, todavia se percebe que falta muito para o país atingir a situação ideal de desenvolvimento externada pela melhoria na qualidade de vida da população, aumento da expectativa de vida, melhor distribuição de renda, redução dos desníveis regionais, redução das taxas de mortalidade infantil, melhoria na segurança pública, boa infra-estrutura, altas taxas de escolaridade, entre outras variáveis que caracterizam o desenvolvimento de uma nação. A entrada no terceiro milênio vem sendo marcada pelo aumento das atividades comerciais, de serviço, de participação da sociedade civil, que caracterizam o terceiro setor da economia. Decorrentes da globalização tem-se as exigências de novas competências profissionais e pela escassez de empregos. O Estado torna-se insuficiente para gerar o desenvolvimento ideal esperado, pois não mais consegue absorver a mão-de-obra, nem garantir o pagamento de bons salários a população, restando a sociedade, como um todo, encontrar e criar suas próprias alternativas de geração de renda e bem-estar social, através de ONG s (Organizações Não Governamentais), profissionais autônomos, associações, sindicatos, enfim pela organização e representação da sociedade civil, que assume sua parcela de responsabilidade pela mudança dessa realidade. O setor empresarial também se mobiliza e assume sua parcela de responsabilidade. As empresas que tinham enfoque somente no lucro econômico, processo tecnológico, aumento da produtividade passaram a enxergar essa responsabilidade social. Certas empresas brasileiras já incorporam à sua estratégia empresarial as iniciativas de cunho social, realizando parcerias com instituições beneficentes, instituições em defesa do meio ambiente e de geração de emprego, entre outras. Essas ações espontâneas de cidadania e de apoio aos programas sociais foram reforçadas, após os ataques terroristas aos Estados Unidos (Algo bom em meio a tanta tragédia!). Neste contexto, faz-se necessário esclarecer o Papel do Administrador Brasileiro e a importância de investir na capacidade profissional dos Administradores que estão à frente de

14 empresas ou novos empreendimentos, os quais contribuirão para redução das desigualdades sociais, para melhoria da qualidade de vida dos que estão em situação desfavorável e para influenciar positivamente a sociedade a sua volta. Ao investir na formação de empreendedores, na melhoria da qualidade das gestões e em bons administradores, estes à frente de empresas poderão criar empresas duradouras sobrepujando as atuais taxas de mortalidade de empresas que varia de 30% a 61% no primeiro ano de vida, até 73% no terceiro ano. A análise, planejamento estratégico-operacional, capacidade gerencial, visão de futuro e talento individual são considerados elementos essenciais para o sucesso de empresas. E isto, a administrador domina muito bem. Sua visão holística e capacidade técnica podem ser confirmadas pelas áreas de atuação do administrador registrados no O Artigo 2 da Lei 4769, anexo A. Um país como o Brasil com tantas limitações econômicas e sociais, precisa da ajuda de bons administradores para superar o tempo de crise. O Empreendedorismo e Administração formam, sem dúvida um importante elo na corrente do desenvolvimento que tanto se anela. Essa combinação foi reconhecida e declarada publicamente por nosso Senador José Serra ao afirmar que os hospitais, clínicas e postos de saúde devem ser dirigidos por administradores, reconhecendo que a crise na saúde brasileira é basicamente um problema gerencial e quem tem formação especifica para isso é o administrador, conforme artigo publicado no site do CRA-RJ (Conselho de Administração do Rio Janeiro). Enfim, as diversas informações apresentadas acima, que apontam rumo ao Administrador a quem é possível atuar em diversas áreas, especialidades, as quais ratificam sua visão holística empresarial, fundamentada e registrada. Compete ao mesmo exerce-la direta ou indiretamente nas empresas de nosso país. Na postura de presidente, diretor, gerente, dono/administrador, assessor, consultor e demais posições possíveis hierarquicamente. No entanto, apesar de tanta qualificação e preparação, essas posições estão sendo ocupadas nas empresas brasileiras, nas paraenses especialmente, por alguns profissionais tecnicamente inabilitados e incapacitados para tal, cabendo ao administrador assumir o seu

15 espaço concedido por direito, quebrando o misticismo de que qualquer empresa é capaz de viver saudável sem sua participação direta ou indireta. Esta situação é reproduzida com fidelidade no ramo de Consultoria Administrativa, o que é inadmissível, visto que o Administrador tem uma formação abrangente, a qual possibilita a melhor identificação e atendimento das necessidades do cliente de forma segura e responsiva. Existem várias razoes para a contratação de um Consultor Administrativo Externo, além das variáveis ambientais comentadas no decorrer do texto, existe a sobrecarga normal de solicitações da empresa, o fato dos gerentes muitas das vezes não receberem um treinamento que lhes permita lidar corretamente com estas questões. Assim, vão se desenvolvendo por ensaio e erro, e somente, após um longo e sofrido aprendizado, e que vão descobrir a tão esperada solução, tempo agora, mais do que nunca, não pode ser desperdiçado, o tempo continua sendo dinheiro!.contudo isso os gerentes valerem-se do auxilio de terceiros, ou seja, de consultores. Já que a função do consultor é auxiliar o gerente a superar estes problemas. O consultor é um agente de mudanças, sejam elas remediadas, ou seja, consertos sobre a situação atual, sejam elas generalistas, isto é, ruptura da situação atual através de inovação e desenvolvimentos significativos. O consultor não faz pelo gerente, e nem exerce provisoriamente o papel do gerente, mas fornece informações, subsídios e conhecimento, trabalha no desenvolvimento de expertise, na identificação e modificação, se necessário, de atitudes, crenças e valores. São, por conseguinte, essas as razões que justificam a escolha do tema objeto desta monografia HIPÓTESES OU QUESTÕES DO ESTUDO QUESTÕES: 1) Até que ponto o Consultor Administrativo Externo se constitui um vetor para o fortalecimento dos Negócios das Pequenas Empresas? 2) Será que vale a pena ser um Consultor Administrativo Externo? 3) Quais as tendências do mercado de consultoria externa?

16 4) Qual será o nível de satisfação dos clientes de consultoria no mercado nacional e mundial? 6.0 TRAJETÓRIA DO ESTUDO - METODOLOGIA No desenvolvimento deste trabalho cientifico final do Curso de Administração da UFPA, serão desenvolvidos os seguintes procedimentos metodológicos: 1) Pesquisa Bibliográfica, 2) Pesquisa Documental, 3) Aplicação de Questionários estruturados, via e- mail, para: 3.1) Consultores afiliados ao IBCO - Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização, 3.2) Consultores do SEBRAE/PA, 3.3) Clientes de Consultoria, 4) Levantamento sobre Consultoria na internet, 5) Formulações de Conclusões e Recomendações e 6) Elaboração de um relatório final (Monografia). 7.0 PALAVRAS CHAVE 1. Consultoria é a o ato de um cliente fornecer, dar, solicitar e pedir pareceres, opiniões, estudos, a um especialista contratado para que este auxilie, apóie, oriente o trabalho administrativo. 2. Consultor Administrativo Externo: é um profissional especializado em serviços de administração sem vinculo empregatício com a organização onde atua, que auxilia os dirigentes e colaboradores de uma empresa na tomada de decisões, também conhecido como consultor organizacional. 3. Aconselhamento é o Ato ou efeito de aconselhar, dar conselho, recomendar, consultar, pedir parecer, tomar conselho. 4. Assessor e Assessoria: Assessoria é staff, ou seja, quadro de especialistas para proporcionar conselhos e serviços de assistência aos administradores de linha (line managers), não diretamente responsáveis pela execução exata das metas da empresa. Assessor por tanto é alguém que exerce autoridade, para ajudar o dirigente em suas funções. 5. Pequena Empresa: Conforme critérios quantitativos de classificação de empresas podemos defini-la no setor industrial como a empresa, a qual possui de 20 a 99 empregados e no setor comércio ou serviço como a empresa com número de empregados de 10 a 49 empregados.

17 PARTE II DESENVOLVIMENTO DO TEMA CONSULTORIA, CONSULTORES E CAMPOS DE ATUAÇÃO A atividade de Consultoria deve ser uma das mais antigas profissões, como os conselheiros do rei. Pessoas tem doado suas opiniões e auxílio há séculos. A principal recompensa desta doação vinha sendo, principalmente, psíquica, a sensação de utilidade, o sentido de benemerência. Só recentemente as pessoas começaram a ter recompensas financeiras diretas pelo auxílio prestado como Consultores. Como empregados de alguma organização eles são chamados de assessores, analistas, pesquisadores, conselheiros, auditores, Consultores Internos. Os que se arriscam em um mercado maior, com clientes diversificados e vivem dos honorários que recebem, são chamados de Consultores Externos. A Consultoria Externa envolve, necessariamente, uma Empresa/Cliente, com suas necessidades de mudança de uma situação atual para outra melhor situação e, por outro lado, um Consultor, com suas habilidades e vontade de ajudar no processo de mudança. Consultores são pessoas contratadas para ajudar o Cliente solicitante a reduzir a diferença entre seu estado atual e seu estado desejado. Seu cliente pode estar querendo apenas mais um cérebro para acrescentar idéias àquelas que já possuem, ou podem estar querendo alguém neutro para propor soluções imparciais. Ou ainda, podem estar querendo habilidades diferentes, cenários diferentes, linhas de raciocínio diferentes. PARREIRA (1997) define Consultoria como o ato de um cliente fornecer, dar, solicitar e pedir pareceres, opiniões, estudos, a um especialista contratado para que este auxilie, apóie, oriente o trabalho administrativo (p.12). e o IBCO - Instituto Brasileiro de Consultoria Organizacional, conceitua como um o processo interativo entre um agente de mudanças, (externo e/ou interno) e seu cliente. O agente de mudanças assume a responsabilidade de auxiliar os executivos e colaboradores do respectivo cliente nas tomadas de decisão... não tendo o controle direto da situação que deseja ser mudada pelo cliente.

18 As definições anteriores complementam-se por darem ênfase à Consultoria como um ato de contratar um profissional, agente de mudanças, que não tem responsabilidade direta sobre a execução das ações da empresa, e é detentor de um vasto conhecimento sobre diversas situações gerenciais, as quais auxiliarão os dirigentes e colaboradores da empresa nas tomadas de decisões. Este agente de mudanças é o consultor, que irá cumprir este papel buscando informações no cliente e mercado, numa relação de integração, de suma importância para o alcance do objetivo da consultoria e cliente, pois para o seu sucesso é necessário confiança entre os envolvidos no processo. Tanto o consultor como o cliente devem está cientes que somente com a soma de informações e o comprometimento das duas partes, o trabalho poderá ser atingido com sucesso e aprendizagem para todos, sem frustrações. O consultor deve conduzir o processo, apresentar soluções reais e não filosofar, já que o mercado está cheio de filósofos, senhores que sabem tudo, que tem solução para tudo (evidente que essas soluções pertencem apenas ao mundo teórico, não sendo viáveis a concretização). O consultor não terá sempre solução para tudo, ele é um captador de informações, e com habilidade percebe as necessidades e em alguns casos, freqüentes até!, registra e implanta a solução encontrada pelo próprio cliente e/ou colaboradores. Isso é possível, mais facilmente, ao Consultor Externo devido sua visão mais ampla e imparcial do negócio. Existem dois tipos de consultoria : 1) Consultoria de recursos (conteúdo e prescritiva): O consultor fornece informações técnicas e serviços ou recomenda um programa de ação, transferindo conhecimento. Esse tipo de consultoria vem reduzindo seu uso com o passar do tempo. 2)Consultoria de Coaching (procedimentos de processo, assessoria): O consultor atua como um facilitador de mudanças, ajudando a organização a resolver os seus problemas e a escolher as modificações organizacionais e as técnicas apropriadas à mudança. Diversos autores e representantes de consultoria indicam a consultoria Coaching como, uma forte tendência no mercado, assumir um papel de multiplicadora do conhecimento e induzir o cliente e seus colaboradores a descobrirem suas próprias soluções para os problemas, não sendo mais o Consultor, o tutor do conhecimento, e sim estimulador. A adoção destes estilos irá ser determinada pela característica pessoal do consultor e pela situação vivenciada, destacando o Papel do Consultor como o Propulsor de Melhorias dentro da empresa.

19 A atuação do consultor administrativo externo será tanto em empresas privadas como públicas, desenvolvendo atividades relacionadas, basicamente, a produtividade administrativa, análise e melhoria dos processos organizacionais, gestão estratégia e desenvolvimento organizacional. Para completar estas informações veja o quadro 01 com a demonstração da área de atuação dos consultores respondentes da Pesquisa realizada pelo IBCO. Especialidades Seguros 1 Análise e Melhoria de Processos Tecnologia da Informação Planejamento Estratégico Recursos Humanos 7 Fonte: IBCO FEV/01 Quadro Comentário: O Quadro 01 destaca duas especialidades a consultoria de Planejamento Estratégico, 71%, e Análise e Melhoria de Processos, 68%, as quais podem ser exercidas pelo Consultor Administrativo Externo, sendo a de Análise e Melhoria de Processos sua grande especialidade, visto que esta pertence à Organização e Métodos, de onde se origina a consultoria administrativa, ver anexo A. Felizmente todas as demais áreas de atuação demonstradas no quadro podem ser exercidas pelo Administrador, apesar de não serem da competência do Consultor Administrativo Externo, quando trabalho como um especialista, no entanto quando este exerce a função de forma genérica, o consultor sua atuação é mais abrangente, trabalhando nas diversas especialidades apresentadas. Vale a pena ressaltar que as especialidades do Consultor Administrativo Externo somam maior parte do mercado, representado pela amostra do IBCO.

20 2.0.- CONHECIMENTOS, COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E PERFIL TÉCNICO DE UM CONSULTOR COMPETÊNCI A PERFIL TÉCNICO CONSULTOR HABILIDAD E CONHECIMENTOS No desempenho de sua função são exigidas atitudes, conhecimentos, competências e habilidades, em pelo menos quatro dimensöes: Dimensão Técnica: refere-se ao conhecimento específico do próprio trabalho gerenciado, refere-se a divulgação técnica e a habilidade para lidar com a tecnologia. Dimensão Administrativa: Exige do consultor novas estratégias de desenvolvimento, mais comprometidas de fato, com aplicação prática do conhecimento, com o aprimoramento do serviço e das funções de planejar, organizar e controlar, administrando o capital intelectual da empresa e o uso adequado de seu tempo. Dimensão Psicossocial: é concernente aos recursos psicológicos do próprio consultor sua criatividade, motivação, equilíbrio emocional, percepção da realidade, nível de afetividade, autocontrole, auto-administração, etc, de outro lado refere-se a capacidade para lidar com pessoas isoladas e grupos, suas crenças, valores e mitos. Essa dimensão vem destacando-se como essencial para o desenvolvimento de um profissional completo, antes pouco valorizada na sociedade.

21 Dimensão Política: tem como características a habilidade de negociação, conquista de espaços decisórios, administração de conflitos, acesso às lideranças organizacionais e comunitárias, administração da relação de poder. A partir dessa premissa far-se-á considerações sobre conhecimento, competências e habilidades CONHECIMENTOS O conhecimento na sociedade contemporânea é tudo. É mister para todos os profissionais, por consoante o que falar do conhecimento do consultor?(entenda-se a partir deste momento consultor, como consultor administrativo externo). O consultor vale-se em todas as ocasiões de seu conhecimento, proveniente de sua experiência profissional, pessoal, das experiências de outros, livros, artigos, congressos, seminários, da educação forma da escola de administração, e outras fontes. O conhecimento de cada consultor sobre o mundo é externalizado em suas ações e retórica. Ele é incorporado a tudo o que faz e diz. Em outras palavras seu conhecimento individual é Resultado de: Vivência x observação x raciocínio x experimentação x memórias, É criado e modificado: Por e entre pessoas e É obtido através de: Interação com pessoas, estudo, trabalho, lazer. Mas uma lição importante da perspectiva da ação é a de que a ação não se limita a seguir o conhecimento. Ela também produz conhecimento e seu conhecimento contribui para o aprendizado de outras pessoas, especialmente de seus clientes. Os quais testemunham seus atos e aprendem suas próprias lições, somando-as ao conhecimento anteriormente adquirido. Embora a experiência provavelmente, seja a fonte mais importante de conhecimento, os consultores eficientes aprendem onde podem aprender. Eles são constantes, na busca de novos conceitos, palavras, técnicas, que possam de maneira significativa aplicar às situações vivenciadas. O consultor busca conhecimentos que possam ser prontamente traduzidos em ação. Esta habilidade o diferencia dos demais profissionais. Seu trabalho é garantido por sua capacidade de aplicar de forma simples e compreensível, o conhecimento adquirido. Ao disseminar seu conhecimento a outras pessoas, essas por sua vez, repassam-no a outras, gerando um ciclo de

22 conhecimento, sendo o consultor um dos principais formadores e disseminadores do conhecimento (informação). Ciclo do conhecimento de um consultor: 1. GERAR 2. CODIFICAR 4. APROPRIAR 3. DISSEMINAR COMPETÊNCIAS 1. Ampla visão do mercado 2. Visão Holística 3. Capacidade de vender idéias COMPETÊNCIAS 4. Excelente rede de relacionamentos 5. Capacidade de leitura de situações e diagnósticos 6. Conviver com adversidades Além do conhecimento técnico do que se propõe a exercer e dos conhecimentos gerais, é indispensável ao Consultor ter: Ampla visão de mercado obter informações mais diversas possíveis, a fim de aprimorar os conhecimentos para em ocasião oportuna aplicá-lo.

23 Capacidade de leitura de situações e diagnósticos é o poder de análise e descrição das situações atuais e futuras de forma assertiva. Capacidade de conviver com adversidade é saber superar momentos desfavoráveis e abstrair deles uma lição para vida. Visão holística é a capacidade de compreender a empresa como um todo, seus talentos humanos, processos e as relações com seus stakeholders (partes interessadas). Excelente rede de relacionamentos saber criar laços de parceria, relacionar-se com pessoas que contribuirão para seu crescimento, amadurecimento pessoal e profissional. Capacidade de vender idéias e propostas - é saber expressar sua idéias, transmitir credibilidade, verdade, em suas informações. Administrar possíveis resistências e ter sensibilidade para perceber as reações das pessoas que o ouvem HABILIDADES As Habilidades de um consultor somam-se aos seus conhecimentos, ou ainda, exteriorizaos. A seguir as principais habilidades necessárias a um consultor profissional, que o impulsionará no mercado de trabalho. Observador O consultor deverá ver na empresa mais do que o próprio dono do negócio e seus colaboradores, ter a visão do que não está ali, como diria Weinberg, tudo isso em tempo menor e da forma correta. O resultado de sua observação deverá ser algo coerente e verdadeiro, pois o menor erro poderá desgastar a sua imagem, não que dizer um o consultor não erre, mas deve cometê-lo o mais raramente possível, e quando ocorrer deve saber assumi-lo e contorná-lo com grande habilidade. Perseverante O consultor deverá ter certeza do que almeja e concentrar suas forças para consecução de seus objetivos, mesmo que isso leve um tempo maior que o previsto. A constância realmente será um diferencial, em meio a tantas turbulências na empresa.

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