Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS"

Transcrição

1 Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de

2 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações da sociedade civil nos países em desenvolvimento, a fim de fortalecer a sua capacidade de reivindicação e uso dos direitos individuais e colectivos para melhorar as condições de vida das pessoas desfavorecidas. Presentemente, todos os programas e projectos de desenvolvimento da IBIS em África e na América Latina são levados a cabo em estreita parceria com uma série de organizações da sociedade civil e agentes de mudança trabalhando no âmbito das áreas de enfoque da IBIS. Esta estratégia tem por objectivo oferecer à IBIS a nível mundial, uma visão clara, estratégica e compartilhada de parceria, um conjunto partilhado de valores e princípios fundamentais para parcerias sólidas, a fim de melhorar a qualidade da inter-relação de forma contínua com os agentes de mudança nos países em desenvolvimento. A estratégia inclui também um plano de acção, que esboça questões específicas a tomar em conta e projectos concretos a serem desenvolvidos durante o período A IBIS define parceria como um relacionamento mútuo entre as partes em que se estabeleceu um acordo comprometendo cada organização a um conjunto de princípios acordados e acções por um período alargado de tempo. A IBIS acredita que o sucesso de uma parceria depende do âmbito em que o sentido de pertença, o empenho e o poder são partilhados com os parceiros. Embora a IBIS tome as decisões finais quanto às questões financeiras relacionadas com a execução do programa, a IBIS procura conscientemente o grau mais elevado de mutualidade, de participação e de compromisso entre a IBIS, os parceiros do sul e entre parceiros bem como a igualdade na tomada de decisões, direitos e responsabilidades. Para a IBIS se envolver numa parceria significa ter um ponto de partida numa reivindicação total dos direitos, mudança social e uma compreensão dos objectivos e estratégias específicas relacionadas com o programa ou a nível do projecto. Nisto, a IBIS entende que uma parceria se baseia na diversidade de visões, histórias e culturas e que o reforço da identidade organizacional, missão, estratégias e valores do parceiro são elementos muito importantes para o sucesso e sustentabilidade de uma parceria. Graficamente, o espaço partilhado da parceria e do respeito mútuo pela variedade de visões e identidades da IBIS e do parceiro podem ser ilustrados da seguinte maneira: 2

3 Partnership IBIS Partner Activities Objectivo O objectivo da Parceria Estratégia da IBIS providencia uma orientação clara e estratégica para os funcionários e parceiros da IBIS sobre a interacção numa parceria de elevada qualidade, o que é decisivo para que o plano de acção conjunto produza mudanças sociais e económicas concretas em benefício das camadas sociais empobrecidas e dos homens e mulheres marginalizados. Além disso, o objectivo é que a estratégia reflicta a heterogeneidade e complexidade dos diferentes contextos e tipos de parcerias em que a IBIS está envolvida globalmente. 1 Princípios de Parceria A IBIS estabelece parcerias com agentes de mudanças ou parceiros que têm potencial para se tornarem agentes de mudança e contribuírem para a justiça social e económica. A IBIS prossegue o diálogo com os parceiros na elaboração do programa, estratégias e implementação dos programas e inclui parceiros na monitoria dos programas. A Parceria e as actividades têm como ponto de partida a interface entre a IBIS e as próprias estratégias dos parceiros baseadas nas necessidades e oportunidades locais. O plano de acção da IBIS é contextualizado e adaptado a cada país de operação. A IBIS alia-se aos modelos, sistemas de comunicação e procedimentos dos parceiros na medida do possível. Nos casos em que a IBIS e outras organizações internacionais colaboram com a mesma organização, prosseguir-se-ão as estratégias e procedimentos de harmonização do parceiro na medida do possível. A IBIS considera a complementaridade e a abertura para a aprendizagem mútua muito importante como princípios fundamentais para uma boa parceria. Parceria significa responsabilização mútua o que implica que cada parte pode pedir à outra a prestação de contas pelas funções e responsabilidades no processo de parceria. 3

4 As parcerias da IBIS são baseadas na previsibilidade e compromissos a longo prazo que apoiam todos os objectivos organizacionais globais e a missão do parceiro e da função central e desenvolvimento da organização parceira. A IBIS tomará medidas imediatas se verificar qualquer tipo de corrupção. As orientações sobre anti-corrupção a pôr em prática em todos os países nos programas da IBIS serão desenvolvidas e anexadas a esta estratégia. A IBIS e os parceiros demostram transparência total das estratégias, actividades, economia e círculos eleitorais. Os "parceiros da IBIS devem trabalhar activamente no concernente às perspectivas de igualdade de género e práticas ambientais sustentáveis, tanto a nível estratégico como a nível operacional. A IBIS e os parceiros empenham-se visando a eficácia e a eficiência em todas as intervenções. 2 Diferentes tipos de Parcerias A IBIS cria parcerias com base numa análise do contexto da área estratégica de intervenção e os actores que têm o potencial para promover a mudança social de homens e mulheres marginalizados. Os diferentes tipos de actores com os quais a IBIS vai estabelecer parcerias são os seguintes: Organizações comunitárias de base; por exemplo: movimentos, grupos comunitários, as estruturas tradicionais, os sindicatos, grupos estudantis e de redes / alianças, sendo estes locais, nacionais ou internacionais, considerados como os agentes principais e legítimos de mudança. As ONGs, por exemplo, ONGs locais ou nacionais que prestam serviços, capacitação ou apoiam a advocacia, instituições de pesquisa e outros intervenientes podem ser agentes de mudança e apoiantes determinantes das organizações comunitárias de base. Instituições estatais, instituições estatais a nível local e nacional e outras instituições do governo, podem ser parceiros operacionais importantes se estiverem virados para a promoção dos direitos dos cidadãos, participação e prestação de serviços. Com base na visão da IBIS 2012, bem como na análise de que uma sociedade civil organizada desempenha um papel crucial para a sustentabilidade da mudança social e construção de democracias sólidas, a IBIS dará prioridade à parceira com as organizações da sociedade civil. Da mesma forma, em todos os programas, é de importância estratégica para IBIS garantir um enfoque nas perspectivas do género através da priorização da criação de pelo menos, uma parceria com uma organização que tenha por objectivo os direitos das mulheres e/ou de uma organização com enfoque particular, em cada programa, na igualdade de género. 4

5 Além disso, a IBIS vai procurar envolver-se com uma variedade de parceiros diferentes nos nossos programas. Algumas parcerias concentram-se exclusivamente nas actividades especificas do projecto ou programa, enquanto outros podem desenvolver parcerias para incluir iniciativas conjuntas relacionadas com as campanhas internacionais e / ou processos de advocacia. As organizações dos parceiros da sociedade civil são, de acordo com o seu tempo e recursos e capacidade, convidadas a participar no fórum de parceiros, que é um espaço estratégico e operacional, garantindo a sinergia entre as organizações parceiras e a IBIS. O "fórum dos parceiros está envolvido na análise conjunta do contexto, na monitoria do Programa e de acções na planificação a nível do programa temático. As vantagens comparativas de ter vários parceiros no âmbito de um programa temático pode criar um espaço importante para a coordenação estratégica e de sinergia que detém o potencial para promover mudanças sociais duradouras que não seriam possíveis se fossem feitas por uma única organização. Um exemplo poderia ser, um Programa de Educação, onde os seguintes actores constituem o grupo de parceria: Duas OCB locais; servindo como centros pilotos nas novas práticas de metodologias de ensino centradas no aluno e na língua materna de modo a diminuir a taxa de desistências. Uma organização de mulheres, promovendo metodologias relacionadas com género na sala de aulas e o acesso das raparigas à educação. Dois conselhos de escola locais, promovendo a participação dos pais no controlo orçamental. Duas ONGs, uma a nível nacional e uma a nível local, trabalhando com a capacitação no âmbito da advocacia em relação à qualidade da educação e ao acesso das raparigas à mesma. A organização nacional de professores, trabalhando com o desenvolvimento profissional do professor e a advocacia a nível nacional. Instituição de pesquisa; trabalhando com estatísticas sobre a alocação orçamental, monitoria orçamental e ajuda internacional para o sector da educação. Uma rede empenhada na advocacia e monitoria das políticas da educação. O Ministério da Educação; um parceiro operacional para o programa, desempenhando um papel importante como parceiro de diálogo e para a replicação das melhores práticas desenvolvidas no âmbito do programa. É importante, no entanto, salientar que os contextos das áreas de operação da IBIS são diversificadas e complexas e influenciam directamente o tipo de parcerias que a IBIS possa estabelecer. Na situação em que o sindicato dos professores é o agente mais importante de mudança no seio do sector da educação, por vezes a IBIS poderá encontrar-se em situações pós-conflito ou frágeis por exemplo, com actividades no interior educação na emergência, onde o único meio para fortalecer os direitos e a vida diária dos cidadãos, é exclusivamente através da implementação das actividades da IBIS, a cooperação com instituições governamentais ou organizações humanitárias internacionais. 5

6 Por conseguinte, a IBIS reconhece e respeita a importância que o contexto e características da sociedade civil têm para a escolha do parceiro e modo de intervenção. O que é comum para os diferentes tipos de intervenções e parcerias da IBIS é que eles procuram contribuir para o cumprimento dos direitos individuais e colectivos e o fortalecimento da sociedade civil, da própria voz e capacidade. A matriz abaixo ilustra que tipologias generalizadas das abordagens de parceria da IBIS e o modelo das intervenções de acordo com o contexto específico em que estamos a operar. A Matriz de inter-relacionamento entre o contexto, tipologias de parceiros e modelo de intervenção Contexto Sociedade civil debilmente organizada Sociedade civil emergente. Sociedade civil devidamente constituída Principais parceiros Instituições Gov. Org. Internacionais. ONGs, OCB e redes emergentes, OCB / OSC, ONGs como intermediários. Governo e instituições estatais locais Redes / Alianças OCB / OSC baseadas nos círculos eleitorais Redes / Alianças Modo de intervenção A IBIS executa directamente. As actividades incipientes com ONG e OBC emergentes. Facilitação da IBIS. Capacitação no âmbito das áreas de competência específicas da IBIS, através das ONGs locais.. Financiamento a planos estratégicos dos parceiros Acompanhamento dado pela IBIS. Capacitação no âmbito das áreas de competência especifica da IBIS. O plano de desenvolvimento de parcerias Como parte do plano operacional da estratégia actual, a IBIS fará uma avaliação conjunta organização/ parceiro com todos os parceiros da sociedade civil. A avaliação deverá ser baseada na participação e extracção tanto dos pontos fortes e fracos relacionados com os aspectos internos e externos da organização. A avaliação conjunta irá mostrar que alguns parceiros já gerem perfeitamente os seus próprios processos de mudança. Estes parceiros podem concentrar-se na íntegra nos objectivos do seu trabalho. Outros parceiros têm necessidades de capacitação e / ou diferentes tipos de desafios aos quais dediquem uma atenção especial no sentido de melhorar o seu desempenho em relação aos objectivos das suas organizações. A avaliação serve como um instrumento fundamental para estabelecer um plano de desenvolvimento de parceria, que irá constituir uma parte essencial do acordo de parceria entre 6

7 IBIS e o parceiro. O plano de desenvolvimento vai incluir normalmente as questões relacionadas com a parceria existente entre IBIS e o parceiro, bem como os desafios temáticos e organizacionais do parceiro. Um plano de desenvolvimento de parcerias pode, por exemplo, incluir alguns dos seguintes elementos: A Capacitação no âmbito de temas específicos: Métodos de ensino e de política 1. Métodos de governação participativa e política 2. Direitos individuais e colectivos 3. Igualdade de género 4. Competências de advocacia Componentes do desenvolvimento organizacional: Liderança 1. Rede, a aprendizagem Sul - Sul e criação de alianças 2. Capacitação 3. Estratégia de desenvolvimento 4. Comunicação interna e externa. 5. Administração financeira 6. Facilitação da coordenação Sul-Sul. 7. Vínculos de solidariedade e advocacia Sul-Norte. 8. Planificação, monitoria e avaliação Uma divisão clara de tarefas e responsabilidades entre a IBIS e os parceiros em relação aos elementos acima referenciados constituirá um elemento central do plano de desenvolvimento. Como "mais-valia para a parceria da IBIS, os funcionários da IBIS providenciarão ou facilitarão elementos específicos do reforço da capacitação institucional declarada no plano de desenvolvimento, e outros fornecidos através de intermediários. O plano de desenvolvimento acordado, é monitorizado e renegociado periodicamente e estabelecerá as bases para o Acordo de Parceria que a IBIS formulará com cada parceiro. A IBIS considera a avaliação e a parceria como um plano de desenvolvimento estratégico de melhoria da inter-relação entre a IBIS e o parceiro. Representa uma ferramenta para monitorar o progresso e para garantir que a parceria seja uma mais-valia entre as organizações parceiras e a IBIS. Também constitui um instrumento quando a parceria decidir uma saída gradual das inter-relações (estratégia de saída) ou seja, se os resultados desejados não forem alcançados. 7

8 Plano de Acção Set Quando O quê Quem Set Desenvolver um novo domínio para os relatórios OPS, bem como para os critérios concretos de fiscalização da Estratégia de Parceria, tanto a nível dos projectos e programas, incluindo os indicadores. Set Set Set Dez Out Jan Jun 2009 Jan Jun 2009 Contínuo/ Anual Set Desenvolver uma metodologia para a avaliação das organizações parceiras da sociedade civil. Esforços pró-activos da IBIS com o objectivo de coordenar programas e apoio dos parceiros com outros doadores nacionais e internacionais. Informar todos os funcionários da IBIS e parceiros sobre a nova estratégia de parceria e capacitação do pessoal do programa bem como a sua implementação. Elaborar uma orientação anti-corrupção para ser usada em todos os países onde a IBIS tem projectos, sendo anexada à Estratégia de parceria. Avaliação conjunta dos parceiros e elaboração dum Plano de Desenvolvimento de Parcerias para todos os parceiros do programa do Sul. Conceptualização conjunta dos comités do fórum/programa dos parceiros e um uso estratégico conjunto dos mesmos em todos os novos programas temáticos. As parcerias da IBIS e a capacitação dos parceiros são monitorizados como parte anual de monitoria do programa e informação dos OPS, tendo em conta que este é estabelecido como um dos objectivos organizacionais globais da IBIS negociado com a DANIDA. Informar a DANIDA respeitante à implementação da estratégia de parceria como um dos três objectivos organizacionais da IBIS. O Escritório Sede em coordenação com os directores O Escritório Sede em coordenação com os directores e funcionários Directores e funcionários do programa Directores regionais e pessoal do Escritório Sede. Escritório Sede em coordenação com os directores Pessoal do programa com o apoio do pessoal do Escritório Sede. O Escritório Sede em coordenação com os directores e pessoal dos programas. Programa pessoal / parceiros Escritório Sede 8

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU

PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU PROMOVENDO CIDADANIA PARA A MUDANÇA - PROCIMU A IBIS Moçambique é uma Organização Não Governamental Dinamarquesa, com sede em Maputo que trabalha em Moçambique desde 1976. As áreas temáticas actuais da

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

Os principais constrangimentos, recomendações e sinergias emanados do Annual Review mee9ng

Os principais constrangimentos, recomendações e sinergias emanados do Annual Review mee9ng Os principais constrangimentos, recomendações e sinergias emanados do Annual Review mee9ng CONSTRANGIMENTOS (i) Coordenação A não sistematização dos encontros de concertação entre as instituições do governo

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017

Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017 Estratégia Global da IBIS para Governação Democrática, Direitos dos Cidadãos e Justiça Económica 2012-2017 Versão Final Aprovada pelo Conselho Directivo da IBIS a 18.04.2012 1. Introdução A IBIS acredita

Leia mais

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa Caminho para a dignidade 2015-2030 Uma Agenda universal e participativa 2015 Caminho para a dignidade 2015-2030 Fusão de 6 agendas/diálogos internacionais (!) 1.Agenda do desenvolvimento e os ODM 2.Desenvolvimento

Leia mais

Seminários CESA 2011 A Declaração de Paris sobre a Eficácia da Ajuda: desafios e oportunidades. Raquel Freitas CIES ISCTE-IUL

Seminários CESA 2011 A Declaração de Paris sobre a Eficácia da Ajuda: desafios e oportunidades. Raquel Freitas CIES ISCTE-IUL Seminários CESA 2011 A Declaração de Paris sobre a Eficácia da Ajuda: desafios e oportunidades Raquel Freitas CIES ISCTE-IUL Paris (2005) Accra (2008) Busan (2011) Propostas para Busan 2000 Cimeira do

Leia mais

MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE

MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE MEDICUS MUNDI EM MOÇAMBIQUE A NOSSA PROPOSTA: CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: VAMOS TORNÁ-LOS REALIDADE Cuidados de Saúde Primários em Moçambique Já foi há mais de 30 anos que o sonho de Saúde para todos

Leia mais

AGENDA PARA ACÇÃO DE ACRA

AGENDA PARA ACÇÃO DE ACRA AGENDA PARA ACÇÃO DE ACRA Ministros de países em desenvolvimento e dadores responsáveis pela promoção do desenvolvimento e dirigentes de instituições multilaterais e bilaterais, endossaram a seguinte declaração

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia,

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia, ANGOLA NO CONTEXTO DA INTEGRAÇAO ECONÓMICA REGIONAL 29 de Setembro, 2015 Intervenção do Doutor Paolo Balladelli, Representante Residente do PNUD em Angola Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs

Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Estatuto do Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs Preâmbulo O Fórum Internacional de Plataformas Nacionais de ONGs (FIP) foi criado em outubro de 2008, em Paris, pelo conjunto de 82 plataformas

Leia mais

Analista de Programa

Analista de Programa I. Informação sobre o posto TERMO DE REFERÊNCIA Analista de Programa LOCAL: Brasília, DF, Brasil Prazo de candidatura: De 20.04 a 10.05.2015 Tipo de contrato: Service Contract (NOA - SB5-1) Nível do Posto

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE Conteúdo Introdução Definição de Cooperação Sul-Sul e Cooperação triangular Cooperação Sul-Sul e triangular Princípios da Cooperação Sul-Sul

Leia mais

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú PROGRAMA de Cooperação da FEC na GUINÉ-BISSAU FUNÇÃO: Gestor(a) de Sistemas de Informação e Dados LOCALIZAÇÃO: República da Guiné-Bissau (Gabú) DURAÇÃO: 12 meses (renovável): julho 2015 - junho 2016 CONTEXTO

Leia mais

IBIS em Moçambique Manual de Parcerias

IBIS em Moçambique Manual de Parcerias IBIS em Moçambique Manual de Parcerias Índice: Introdução... 2 A: Abordagem de parceria da IBIS... 2 1. O que é a parceria para a IBIS?... 2 2. Quais são os princípios gerais de parceria da IBIS em Moçambique?...

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA Pretoria Africa du Sul Conteúdo 1. Apresentação da FOJASSIDA 2. Introdução 3. Diferentes formas de parcerias

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

Projeto Twendela kumwe 1

Projeto Twendela kumwe 1 Avaliação Intercalar Ano 1 Janeiro 2011 - Janeiro 2012 Projeto Twendela kumwe 1 - Capacitação Institucional da Cáritas de Angola - SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INTERCALAR - ANO 1 [01 DE JANEIRO

Leia mais

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders João José Fernandes director geral executivo jjfernandes@oikos.pt Lisboa, 24 Junho 2008 oikos desafio

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objectivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social 6 Meta 2: Estrutura e programas de organização 8 Meta 3: Comunicação 10 Meta 4:

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar

Leia mais

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS)

FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) FUNÇÃO: Coordenador do Departamento de Comunicação (C_DCOM) e do Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social (C_DEDAS) LOCALIZAÇÃO: Sede - Lisboa Duração do Contrato: 1 ano, eventualmente

Leia mais

4. Trata-se de uma estratégia complementar à cooperação Norte-Sul e que não tem o objetivo de substituí-la.

4. Trata-se de uma estratégia complementar à cooperação Norte-Sul e que não tem o objetivo de substituí-la. VI REUNIÃO PARDEV 17/5/2012 Fala abertura Laís Abramo 1. A Cooperação Sul Sul é um importante e estratégico instrumento de parceria (partnership) para o desenvolvimento, capaz de contribuir para o crescimento

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS I. Introdução TERMOS DE REFERÊNCIA PARA O POSTO DE CONSELHEIRO EM GESTÃO DE FINANÇAS PUBLICAS O melhoramento da prestação de serviços públicos constitui uma das principais prioridades do Governo da Província

Leia mais

Reformas em curso no Sistema de Gestão e Informação do INAS em Moçambique

Reformas em curso no Sistema de Gestão e Informação do INAS em Moçambique Reformas em curso no Sistema de Gestão e Informação do INAS em Moçambique Contextualização Para a operacionalização dos Programas de Segurança Social Básica o MMAS conta com O Instituto Nacional de Acção

Leia mais

ESTUDO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DOS ANE NA ÁFRICA OCIDENTAL QUESTIONÁRIO PARA OS ACTORES NÃO ESTATAIS

ESTUDO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DOS ANE NA ÁFRICA OCIDENTAL QUESTIONÁRIO PARA OS ACTORES NÃO ESTATAIS ESTUDO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DOS ANE NA ÁFRICA OCIDENTAL Ele diz respeito aos Actores Não Estatais (ANE): ONG, centros de pesquisa, sindicatos, Câmaras de Comércio, organizações do sector privado,... O

Leia mais

PROGRAMA DA KEPA PARA 2013 2015

PROGRAMA DA KEPA PARA 2013 2015 1 PROGRAMA DA KEPA PARA 2013 2015 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 Revisão do período anterior do programa: realizações e desafios entre 2010 2012... 3 Estrutura do programa da Kepa para 2013 2015... 4 Financiamento

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

www.busanhlf4.org 1 dezembro 2011

www.busanhlf4.org 1 dezembro 2011 PARCERIA DE BUSAN PARA UMA COOPERAÇÃO EFICAZ PARA O DESENVOLVIMENTO QUARTO FÓRUM DE ALTO NÍVEL SOBRE A EFICÁCIA DA AJUDA, BUSAN, REPÚBLICA DA COREIA, 29 DE NOVEMBRO 1º DE DEZEMBRO DE 2011 1. Nós, Chefes

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais TERMOS DE REFERÊNCIA Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais 1. ANTECEDENTES A Fundação IEPALA tem assinado com a Agencia Espanhola de Cooperação Internacional

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TECNICA PARA FORMADOR/A EM COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES UE-PAANE

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO

COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO COMISSÃO DA BACIA DO ZAMBEZE OPORTUNIDADES DE EMPREGO Instituição: Comissão da Bacia do Zambeze (ZAMCOM) Local de Trabalho: Harare, Zimbabwe Duração: Inicialmente um ano com possibilidade de renovação

Leia mais

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público.

O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. 7ª edição Prémio Boas Práticas no Sector Público O presente documento constitui o Regulamento da 7ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público. Aconselhamos a sua leitura antes de iniciar o processo

Leia mais

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO SESSÃO DE CAPACITAÇÃO Apoios Financeiros para a Área Social 27 de Maio de 2013 MISSÃO ÁREAS ESTATUTÁRIAS ARTE BENEFICÊNCIA EDUCAÇÃO CIÊNCIA Promoção do desenvolvimento individual e apoio à inclusão social

Leia mais

Mapeando uma Estratégia de Advocacia

Mapeando uma Estratégia de Advocacia Mapeando uma Estratégia de Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

O que é a adaptação às mudanças climáticas?

O que é a adaptação às mudanças climáticas? Síntese da CARE Internacional sobre Mudanças Climáticas O que é a adaptação às mudanças climáticas? As mudanças climáticas colocam uma ameaça sem precedentes a pessoas vivendo nos países em desenvolvimento

Leia mais

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal Acta Constituinte Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal ( Resolução do Conselho de Ministros, 197/97 de 17 de Novembro, com as alterações introduzidas pela Declaração de Rectificação nº10-0/98

Leia mais

Fundo Mundial para o Ambiente

Fundo Mundial para o Ambiente Check upon delivery Só a versão proferida faz fé Fundo Mundial para o Ambiente Comunicação Apresentada por Monique Barbut, directora geral e presidente Fundo Mundial do Ambiente Em visita à Guiné-Bissau

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020 Conselho europeu 7 e 8 fevereiro 2013 Política de Coesão (Sub-rubrica

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQ / Europeia em Moçambique Enquadramento geral Lógica da intervenção Porquê o PAANE? Beneficiários e grupos-alvo Actividades e ferramentas Orçamento detalhado Modalidades de implementação

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO 1 CONTEXTUALIZAÇÃO A Reforma do sector público em curso no país enquadra se na estratégia mais

Leia mais

MANIFESTO. A voz dos adultos aprendentes nas acções de alfabetização na Europa

MANIFESTO. A voz dos adultos aprendentes nas acções de alfabetização na Europa QUEM SOMOS NÓS? MANIFESTO A voz dos adultos aprendentes nas acções de alfabetização na Europa Somos adultos que participam em acções de alfabetização oriundos da Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Holanda,

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

Política de Avaliação da CARE Internacional 1

Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Objectivo Esta Política de Avaliação é elaborada para ajudar a CARE a realizar a sua visão e missão de redução da pobreza e usufruto dos direitos, através

Leia mais

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã.

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. EXTRAIR A VERDADE VISÃO 20/20 Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. DECLARAÇÃO DE MISSÃO Publique O Que Paga (POQP) é uma rede global de organizações da

Leia mais

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 Tema: A Situação Actual da Educação das Jovens e Mulheres Leontina Virgínia Sarmento dos Muchangos Direcção Nacional

Leia mais

A COERÊNCIA DAS POLÍTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO: RESULTADOS E DESAFIOS FUTUROS

A COERÊNCIA DAS POLÍTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO: RESULTADOS E DESAFIOS FUTUROS A COERÊNCIA DAS POLÍTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO: RESULTADOS E DESAFIOS FUTUROS APRESENTAÇÃO DOS PRINCIPAIS RESULTADOS DO PROJECTO Biblioteca Nacional Objectivo do Projecto Objectivo geral: Promover a

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

- Mocambique. Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento da Estatística (ENDE)

- Mocambique. Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento da Estatística (ENDE) Seminário do Paris 21 sobre a Estratégia Nacional para os países PALOP e Timor-Leste Bissau, 3 a 5 de Maio de 2005 Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional (ENDE) - Mocambique 1. Índice

Leia mais

GOVERNANÇA NACIONAL E REGIONAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL: EXPERIÊNCIA DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (PALOP)

GOVERNANÇA NACIONAL E REGIONAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL: EXPERIÊNCIA DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (PALOP) MULTI STAKEHOLDERS PARTICIPATION IN THE CFS BUILDING INSTITUTIONS FOR NATIONAL AND REGIONAL FOOD SECURITY AND NUTRITION GOVERNANCE Side Event to the FAO Regional Conference for Africa Luanda, Angola, 5th

Leia mais

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Denise Magalhães Projecto STEP em Moçambique Maputo, 12 de Maio de 2010 1 Elementos chave na definição de um Programa Nacional

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 4 Missão e Objectivos João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Análise da Empresa Análise Estratégica Missão, Objectivos

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais