ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha paulo.brito@arocha."

Transcrição

1 ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha Resumo O trabalho versa sobre o potencial do cristianismo na promoção de mudança de valores para um desenvolvimento sustentável e para um consumo responsável dentro da economia solidária. O trabalho identificou 3 grupos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável e o acréscimo de um quarto grupo potencial: os cristãos. O resultado é que este último mostrou ter valores similares aos da economia solidária e um bom grupo para ser trabalhado através de programas de educação ambiental específicos através do resgate dos antigos valores cristãos hoje esquecidos dentro das igrejas. Palavras chave: desenvolvimento sustentável cristianismo economia solidária consumo responsável Introdução O objetivo deste artigo foi mostrar a partir da discussão do pensamento moderno e pós-moderno, a importância de uma nova maneira de pensamento e mostrar como os valores do cristianismo podem ser um agente de mudança para um desenvolvimento sustentável promovendo a prática de ações como a economia solidária. O artigo apresenta no item 1 a justificativa para a necessidasde de novos valores na nossa sociedade atual. O item 2 em seguida discute o desenvolvimento sustentável e as principais escolas de pensamento no campo da ciência econômica. O item 3 coloca o cristianismo como um grupo potencial e mostra como este pode ajudar na construção de uma nova maneira de pensar. O item 4 por fim apresenta a economia solidária e a relação entre os cristãos e o consumo responsável e este com o meio ambiente. E finalmente o último item as conclusões. 1 Economista, Mestre em Ciência Ambiental USP- Procam

2 1. Modernidade e Pós-Modernidade A Modernidade foi uma era de mudança de paradigma de proporções gigantescas e que segundo o autor colombiano Fernando Cruz (KRONFLY, 1994) foi um processo global, de natureza econômica ( o nascimento do capitalismo e a consolidação progressiva do princípio de individualização, capaz de fundar um novo tipo de mentalidade coletiva não holística mas individualista); de natureza filosófica (Descartes e o racionalismo); de natureza científica (Galileu, Copérnico, fundadores do heliocentrismo e da possibilidade de matematizar o céu e romper com as velhas tradições geocentristas); de natureza política (Maquiavel e o processo de autonomia à política diante do sagrado, assim como o começo da formação dos estados nacionais); e de natureza até mesmo artística (SALINAS e ESCOBAR, 1999). Entretanto, o lado sombrio da modernidade foi enxergada por (GIDDENS, 1991) e que viria a se manifestar apenas na sua terceira fase, iniciada no Século XX e postergada até os dias de hoje. Esta fase, é marcada por uma generalização do chamado mal político presente nos regimes totalitários do início do século passado, pela crise ambiental que somente veio a tona a partir das décadas de 50 e 60, crise esta extremamente reforçada pelo advento da chamada sociedade de consumo e sua característica pautada no ter em detrimento do ser, e, finalmente pela globalização injusta e desproporcional que vimos assistindo nos últimos tempos. Se a modernidade, por um lado apresenta-se como o grande momento da humanidade com todas as possibilidades e promessas de desenvolvimento, progresso, e, portanto, melhora na qualidade de vida, por outro, ela traz consigo, toda uma sorte de perigos, riscos e inseguranças que carregam no seu bojo a própria questão da sobrevivência humana na Terra. Afora isto, o atual sistema econômico pautado no capitalismo mais do que selvagem, e, a política neoliberal, que afasta cada vez mais indivíduos e coletividades da possibilidade de participação na gestão política de seus espaços, torna evidente a permanência de uma cultura enraizada de valores individualistas, mesquinhos, violentos, e, portanto, insustentáveis.

3 Com a crise da era moderna, o conceito de desenvolvimento sustentável surgiu a partir dos estudos da Organização das Nações Unidas ONU sobre as mudanças climáticas, no início da década de 70, como uma resposta à preocupação da humanidade, diante da crise ambiental e social que se abateu sobre o mundo desde a segunda metade do século passado. A seguir abordaremos a importância e o conceito deste termo. 2. Um conceito em construção: Desenvolvimento Sustentável O início das idéias sobre o conceito de desenvolvimento sustentável procurava conciliar a necessidade de desenvolvimento econômico da sociedade com a promoção do desenvolvimento social e com o respeito ao meio ambiente. Em 1987, a Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da ONU, na Noruega, elaborou um documento denominado Nosso Futuro Comum também conhecido como Relatório Brundtland, onde os governos signatários se comprometiam a promover o desenvolvimento econômico e social em conformidade com a preservação ambiental. Nesse relatório chegaram a uma definição do conceito como sendo: aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades (CMMAD, 1987). Mais recentemente foi ratificado pela UNESCO, e finalmente aprovado pela ONU em 2002: A Carta da Terra, um documento de importância singular, equivalente à Declaração Universal dos Direitos Humanos para a área de Meio Ambiente, que também reforça a necessidade de responsabilidade para com as gerações futuras conforme descrito abaixo: Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra,

4 declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações (A CARTA DA TERRA, 2004). Analisando estes dois documentos é evidente o chamado do ser humano para a responsabilidade como condição básica para o desenvolvimento sustentável. A seguir abordaremos três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável. 2.1 Três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável Como o conceito de desenvolvimento sustentável ainda está em construção, existem muitas incertezas quanto ao seu uso e o conceito abriga visões antagônicas quanto à capacidade das sociedades modernas de atingir esse ideal. (VEIGA, 2006) abordou 3 tipos básicos de usuários do conceito: Panglossianos ou otimistas encaram o desenvolvimento como uma consequência natural do crescimento econômico, confiam na capacidade tecnológica do industrialismo de superar os limites naturais e acreditam que o crescimento se encarregará de gerar os recursos necessários para se cuidar bem do meio ambiente. Tal pressuposto é de que os indicadores de poluição usados sejam um termômetro da qualidade ambiental. Essa, é entretanto, uma idéia que só preocupa um pequeno grupo de economistas heterodoxos, que constituem o extremo oposto do debate científico e que, com imensa dificuldade, estão conseguindo romper o isolamento que lhes foi imposto pelo establishment da ciência normal. Nesta concepção convencional, objeto ciência econômica é o gerenciamento racional da finitude dos recursos produtivos em sociedades marcadas pela infinitude das necessidades humanas. Apocalípticos ou pessimistas - argumentam que no curto prazo, é preciso que o crescimento seja o mais compatibilizado possível com a conservação da natureza, tendendo ao crescimento zero. A justificativa é que insistem em que

5 os serviços da natureza estão sendo usados a uma taxa superior àquela que a biosfera é capaz de suportar no longo prazo. Acreditam que para essa compatibilização entre crescimento econômico e natureza é preciso mudanças estruturais e institucionais. Analistas não dogmáticos - argumentam que deve existir em seu horizonte uma modernidade ética, e não apenas uma modernidade técnica (BUARQUE, 1994, VEIGA, 2006); Dentre os três usuários o único que argumenta que para haver uma mudança na variável ambiental é necessário mudança de valores é o último grupo que pode ser associado com os valores cristãos. Além disso, (SEN, 1999) argumenta que além das cruciais necessidades das atuais e futuras gerações, tão enfatizadas nesse documento, as pessoas também têm valores. Ver os seres humanos apenas em termos de necessidade é fazer uma idéia muito insuficiente da humanidade, diz o autor. As pessoas não são apenas pacientes, cujas demandas requerem atenção, mas também agentes, cuja liberdade de decidir qual valor atribuir às coisas e de que maneira preservar esses valores pode se estender para muito além do atendimento de suas necessidades (VEIGA, 2006). Esse grupo tem posições variadas e não consensuadas mas todos com atenção a valores morais e éticos. Além disso, o processo de desenvolvimento depende essencialmente da qualidade das instituições de cada sociedade, sendo que tais instituições sintetizam as crenças de seu povo, ou a expressão concreta da mentalidade das pessoas (VEIGA, 2006). Veiga ainda afirma que suas escolhas serão cruciais para superar um drástico colapso na sociedade: o planejamento de longo prazo e a disposição para reconsiderar antigos valores. O item seguinte mostra justamente a reconsideração de antigos valores do cristianismo que podem auxiliar nessa tarefa árdua. O cristianismo oferece um arcabouço de valores morais e éticos pautados na teologia que possibilita um caminho para a responsabilidade do indivíduo e da

6 coletividade para com as necessidades presentes e futuras e mostra como o cristão pode ser um agente dessa transformação. 2.2 O potencial do cristianismo Os cristãos podem ser incluídos no grupo dos não dogmáticos por entendermos que o cristianismo mostra alguns caminhos na construção da mudança de atitude do ser humano que estão esquecidos nos discursos das igrejas cristãs, principalmente as evangélicas. Primeiro, o cristianismo diz que é preciso uma mudança do raciocínio egoísta pelo raciocínio altruísta fundamentados nas cartas do Apóstolo Paulo aos Coríntios (I Co 14:20) e aos Filipenses, capítulo 2 verso4 (NVI, 2001). Segundo, a substituição do pensamento imediatista pelo pensamento com perspetiva eterna. E a carta de Paulo aos Romanos no capítulo 12 verso 2 diz que não vivamos como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança de vossa mente (NVI, 2001); Essa ênfase na transformação da mente foi muito bem argumentada por (RAMACHANDRA, 2000:280): O que tem que ser requerido é uma radical conversão, uma conversão da mente, de forma que as coisas sejam vistas de maneira diferente, e uma conversão da vontade, de modo que as coisas sejam feitas de maneira diferente. E por último, o cristianismo tem como princípio a Mordomia. Mordomia do latim majordomu significa o criado maior da casa. Deus nos confiou os cuidados de sua criação e nos nomeou administradores de sua propriedade ( A Terra) em Genêsis capítulo 2 verso 15. Visto que Deus é o dono, devo cuidar da melhor forma possível, usando os recursos naturais racionalmente. Com estes três princípios é possível relacioná-los com a preservação do meio ambiente. Não uma preservação ao ponto de não usar mais os recursos dados por Deus para usarmos como os apocalípticos advogam nem o uso desenfreado dos

7 panglossianos. O uso cristão é portanto o uso racional da melhor forma possível. Portanto todo cristão deve ser responsável pelo cuidado da Terra. 4. Economia Solidária e Consumo Responsável Depois de exergarmos a visão cristã do cuidado da Terra, este item tem como propósito mostrar que o cristão pode ter um papel muito importante como agente de mudança na sociedade atual sendo um consumidor responsável. O conceito de economia solidária aborda o conceito de consumo responsável. Segundo o (GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA, 2006) do V congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, a economia solidária compreende: - consumo responsável 2, sem excesso. A valorização de sentimentos como o amor e a amizade e a desvalorização dos sentimentos que estimulam o consumismo exagerado e insustentável como a ganância, a vaidade e a gula. - a contra-hegemonia, não voltada apenas para as comunidades pobres, mas em forma de ação local, além de baseada na solidariedade e na troca. Resgata a idéia do produto e traz de volta seu real valor. É uma contracorrente a idéia do consumo de massa. Define a produção de bens e serviços a partir das necessidades reais de consumo, com base na disponibilidade dos ecossistemas e das socio-diversidades. - a busca da formação coletiva para o rompimento/transformação da realidade atual. Busca a formação do sujeito coletivo; 2 Consumo responsável é a capacidade de cada pessoa ou instituição pública ou privada, escolher serviços e produtos que contribuam, de forma ética e de fato, para a melhoria de vida de cada um, da sociedade, e do meio ambiente (www.institutokairós.org, 2006 ).

8 - Busca a conscientização, no sentido de uma consciência dialogando com outra consciência para a formação de idéias que contradigam os paradigmas vigentes. Portanto para que exista uma economia solidária é necessário o papel de responsabilidade do consumidor frente a esta nova realidade na qual o cristianismo tem um papel fundamental nessa construção. 4.1 Meio ambiente e o consumo responsável Os consumidores cristãos podem ser potenciais agentes de mudança para uma nova concepção de consumo voltada para produtos que valorizem o meio ambiente. Há de se considerar também que a informação é fundamental para o exercício do consumo responsável, bem como uma das ferramentas importantes para o processo de conscientização do consumidor, além de ser, claro, um direito básico de qualquer indivíduo. Quem produziu aquilo que se está comprando, em que condições de trabalho ele foi produzido, utilizando que tipo de matéria-prima, com que cuidados ambientais - são perguntas hoje muito difíceis de ser respondidas, devido a motivos como a falta de informação nos rótulos e o desconhecimento por parte do próprio comerciante. Ao contemplar a informação/educação do consumidor como premissa básica, o Comércio Ético e Solidário promove a aproximação entre o produtor e o consumidor, garantindo uma relação de maior respeito e igualdade. Com o potencial dos cristãos para a promoção de uma economia solidária que valoriza produtos ambientais é necessário portanto, programas específicos de educação sócio-ambiental para o fortalecimento dessas idéias dentro deste grupo, mais especificamente nas igrejas cristãs. Conclusões

9 O artigo mostrou que o mundo atual está a procura de uma nova forma de desenvolvimento. A idéia do desenvolvimento sustentável veio considerar as variáveis econômicas, sociais e ambientais. Para que está ultima seja inserida é preciso fundamentalmente uma mudança de valores. Foram apresentados 3 tipos de usuários do desenvolvimento sustentável. O primeiro (panglossianos) acredita no milagre tecnológico com o uso infinito dos recursos naturais. O segundo (apocalípticos) acredita que é preciso parar tudo e investir em novas instituições. O terceiro (nâo dogmáticos) insere um novo elemento: valores morais e éticos na qual os cristãos tem um grande potencial. O cristianismo mostrou três princípios bíblicos para que o indíviduo possa ser um agente de mudança da sociedade: o pensamento altruísta (suprir as necessidades das gerações presentes), o pensamento com perspectiva eterna (gerações futuras) e o princípio da mordomia (responsabilidade da humanidade para com a criação de Deus). Esse grupo pode ser transformado em consumidores cristãos em comparação com os consumidores responsáveis via economia solidária. Em suma os valores cristãos são necessários para a efetividade da sustentabilidade no nosso planeta. É preciso envolver as igrejas com programas de educação sócio-ambiental com resgate dos antigos valores bíblicos relacionados à este tema. Referências Bibliográficas BUARQUE, C. A revolução nas prioridades. Rio de Janeiro: Paz e Terra CMMAD. Nosso Futuro Comun. New York:ONU KRONFLY, Fernando C. La Sombrilla Planetaria, Modernidad y Postmodernidad en la Cultura. Santafé de Bogotá:Planeta GIDDENS, A. As consequências da Modernidade. São Paulo:UNESP NVI NOVA VERSÃO INTERNACIONAL. São Paulo:SBI/Vida RAMACHANDRA, Vinoth. A falência do deuses: a idolatria moderna e a missão cristã. São Paulo: ABU p.

10 GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA. Relatório do GT do V Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, Joinville, 2006 (draft). SALINAS, Daniel; ESCOBAR, Samuel. Pós- Modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo:ABUB SEN, Amartya K. (ed.) Growth Economics, Penguim Modern Economics Readings , On Economics Inequality, Oxford: Oxford University Press STOTT, John. Involvement: Being a Responsible Christian in a Non-Christian Society. New Jersey: Revell VEIGA, J.E. Meio Ambiente & Desenvolvimento. São Paulo: Editora Senac São Paulo p

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR FABIA GRAVINA VIEIRA ROCHA Colégio e Faculdade Modelo do Paraná- Curitiba/PR fabiagravina@hotmail.com RESUMO Sensível à necessidade de reflexão sobre as relações dos seres

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Carta da Terra e Ecopedagogia

Carta da Terra e Ecopedagogia Carta da Terra e Ecopedagogia A Carta da Terra como marco ético e conceito de sustentabilidade no século XXI Valéria Viana Labrea O que está no início, o jardim ou o jardineiro? É o segundo. Havendo um

Leia mais

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C.

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Declaração de Princípios Quem Somos Somos uma organização não-governamental dedicada à promoção da liderança juvenil e da participação da cultura da juventude

Leia mais

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas José Eduardo Borges de Pinho Ecumenismo: Situação e perspectivas U n i v e r s i d a d e C a t ó l i c a E d i t o r a L I S B O A 2 0 1 1 Índice Introdução 11 Capítulo Um O que é o ecumenismo? 15 Sentido

Leia mais

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO FOLHETO CICV O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho O Movimento Internacional

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA COM-VIDA Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola Criado a partir das deliberações da I Conferência

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Curso: Especialização em Psicopedagogia Módulo: Noções Fundamentais de Direito

Leia mais

População, Recursos e Ambiente Desenvolvimento Sustentável 5ª aula teórica PRINCÍPIO DA PROCURA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo: 1º Conferência ONU sobre Ambiente e Estabelecimentos

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando

Leia mais

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem.

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem. ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / "Quanto mais Deus lhe dá, mais responsável ele espera que seja." (Rick Warren) LÍDER:

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas CLEBER FEIJÓ SILVA DANIELA PATRICIA VAZ TAIS MAZZOTTI cleber.feijo@famesp.com.br danielavaz@famesp.combr tamazzotti@terra.com.br Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br

Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões

Leia mais

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO

Leia mais

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL Pernambuco, 2012 PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL DOCUMENTO DE TRABALHO Sobre um Plano de Ação relativo à Proteção e ao Bem-Estar dos Animais 2012-2015 Base estratégica das ações propostas

Leia mais

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores Maio 2013 Módulo SUSTENTABILIDADE Definições de sustentabilidade sustentar - suster 1. Impedir que caia; suportar; apoiar; resistir a;

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada Fórum da Agenda 21 de Guapimirim Aprender a APRENDER e a FAZER. Aprender a CONVIVER, e Aprender a SER Cidadãos Participativos, Éticos e Solidários Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar

Leia mais

Representações Sociais de Meio Ambiente

Representações Sociais de Meio Ambiente Representações Sociais de Meio Ambiente Naturalista Reigota, 1995: Antropocêntrica Globalizante Moraes et al, 2000: Antropocêntrica = Naturalista Meio Ambiente Olivier Godard, 1984: O conceito de meio

Leia mais

ENCONTRO TEMÁTICO 2009 A criança e o meio ambiente: cuidados para um futuro sustentável. Educação Infantil

ENCONTRO TEMÁTICO 2009 A criança e o meio ambiente: cuidados para um futuro sustentável. Educação Infantil ENCONTRO TEMÁTICO 2009 A criança e o meio ambiente: cuidados para um futuro sustentável Educação Infantil Objetivos Gerais : 1. Instigar a sensibilização para os problemas relacionados à saúde do planeta,

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau FUNDAMENTOS

Leia mais

Sustentabilidade x Desperdício

Sustentabilidade x Desperdício Sustentabilidade x Desperdício Alunos: Antônio Fernandes Margarida Késsia Daniele de Brito Nilmara Oliveira Introdução O tema consciência ambiental tem estado em alta no Brasil. A falta d água em vários

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS

A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS A EDUCAÇÃO, A CULTURA, O ESPORTE E O LAZER PARA OS IDOSOS Agostinho Both3 3, Carmen Lucia da Silva Marques 3,José Francisco Silva Dias 3 As instituições, em especial as educacionais, não podem se furtar

Leia mais

O que é protagonismo juvenil?

O que é protagonismo juvenil? O que é protagonismo juvenil? Branca Sylvia Brener * Índice Protagonismo Juvenil Por que a participação social dos jovens? O papel do educador Bibliografia Protagonismo Juvenil A palavra protagonismo vem

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

Mosaicos #7 Escolhendo o caminho a seguir Hb 13:8-9. I A primeira ideia do texto é o apelo à firmeza da fé.

Mosaicos #7 Escolhendo o caminho a seguir Hb 13:8-9. I A primeira ideia do texto é o apelo à firmeza da fé. 1 Mosaicos #7 Escolhendo o caminho a seguir Hb 13:8-9 Introdução: Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre. Não se deixem levar pelos diversos ensinos estranhos. É bom que o nosso coração seja

Leia mais

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992)

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, Tendo-se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 21 de junho de

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE INTRODUÇÃO José Izael Fernandes da Paz UEPB joseizaelpb@hotmail.com Esse trabalho tem um propósito particular pertinente de abrir

Leia mais

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5. Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.1-2 E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha

Leia mais

Ambiente destruído...

Ambiente destruído... Voluntariado Ambiente destruído... A qualidade do ar e o aquecimento global ameaçam a vida no planeta Ritmo acelerado Violência nas ruas... Pobreza... MILHÕES DE CRIANÇAS ESTÃO FORA DA ESCOLA Um bilhão

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

AMANDO A CRIAÇÃO DE DEUS

AMANDO A CRIAÇÃO DE DEUS AMANDO A CRIAÇÃO DE DEUS...Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores.... Apocalipse 7:3 Responsáveis pelo Projeto: Marisa Freitas Bispa da REMNE Samuel Luiz Superintendente do Distrito NE2

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

4. O Comunicador da Sustentabilidade

4. O Comunicador da Sustentabilidade 4. O Comunicador da Sustentabilidade Segundo o professor Evandro Ouriques da Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a formação dos jornalistas deve passar necessariamente

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios RESENHA Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios Sustainable Development: Dimensions and Challenges Marcos Antônio de Souza Lopes 1 Rogério Antonio Picoli 2 Escrito pela autora Ana Luiza de Brasil

Leia mais

EDITAL 001-2015 CHAMADA PARA TRABALHOS CIENTIFICOS CONGRESSO JURÍDICO DA REDE DE ENSINO DOCTUM

EDITAL 001-2015 CHAMADA PARA TRABALHOS CIENTIFICOS CONGRESSO JURÍDICO DA REDE DE ENSINO DOCTUM EDITAL 001-2015 CHAMADA PARA TRABALHOS CIENTIFICOS CONGRESSO JURÍDICO DA REDE DE ENSINO DOCTUM Diretoria de Pesquisa e Pós Graduação Dra. Maria Renata Prado O Congresso Jurídico da Rede de Ensino Doctum,

Leia mais

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes:

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes: Teoria Geral de Sistemas Uma introdução As Teorias Clássicas (Administração Científica e Teoria Clássica), a Abordagem Humanística (Teoria das Relações Humanas), a Teoria Estruturalista e a Teoria da Burocracia

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES Bruna Maria Jacques Freire de Albuquerque, Universidade Católica de Pernambuco, exbolsista de Iniciação

Leia mais

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade A Agenda 21 vai à Escola Autora: Zióle Zanotto Malhadas Nucleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento/UFPR/Curitiba/2001

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento Sustentável Desafios para as lideranças na criação de ambientes favoráveis à leitura Lucila Martínez Cáceres Educadora, Mestre em Biblioteconomia e Informação Especialização em Desenvolvimento Sustentável Local e

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

A ARTICULAÇÃO DE REDE EM PROJETOS DE JUSTIÇA RESTAURATIVA

A ARTICULAÇÃO DE REDE EM PROJETOS DE JUSTIÇA RESTAURATIVA Cristina Telles Assumpção Meirelles Cecília Assumpção Célia Bernardes Heloise Pedroso Marta Marioni Monica Cecília Burg Mlynarz Violeta Daou Vania Curi Yazbek - Coordenadora da Equipe ARTICULAÇÃO DE REDES

Leia mais

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é:

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: a capacidade individual ou social para manter uma orientação constante, imutável, qualquer que seja a complexidade de uma situação

Leia mais

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL 3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL Os fundamentos propostos para a nova organização social, a desconcentração e a cooperação, devem inspirar mecanismos e instrumentos que conduzam

Leia mais

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento Lançamento do Relatório 2014 do UNFPA Painel: Jovens em Portugal Da Oportunidade

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

Vamos fazer um mundo melhor?

Vamos fazer um mundo melhor? Vamos fazer um mundo melhor? infanto-junvenil No mundo em que vivemos há quase 9 milhões de espécies de seres vivos, que andam, voam, nadam, vivem sobre a terra ou nos oceanos, são minúsculos ou enormes.

Leia mais

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo Camila Fernandes Colégio Mãe de Deus T. 301 Resumo: A condição da redução do cidadão em consumidor, e a criação de tal cultura global, deu-se através

Leia mais

Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública DUBDH: RESPONSABILIDADE DOS ESTADOS E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL RELATÓRIO

Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública DUBDH: RESPONSABILIDADE DOS ESTADOS E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL RELATÓRIO Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública DUBDH: RESPONSABILIDADE DOS ESTADOS E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL RELATÓRIO 1. Apresentação O presente relatório apresenta o segundo encontro do

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR.

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. 1 ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. Rute Regina Ferreira Machado de Morais Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG Este texto visa refletir sobre o papel

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva Mostra de Projetos 2011 Cozinha Escola Borda Viva Mostra Local de: São José dos Pinhais Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais Nome da Instituição/Empresa: Associação

Leia mais

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO DECLARAÇÃO DE APOIO CONTÍNUO DO DIRETOR PRESIDENTE Brasília-DF, 29 de outubro de 2015 Para as partes

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova. Prof. Humberto S. Herrera Contreras

Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova. Prof. Humberto S. Herrera Contreras Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova Prof. Humberto S. Herrera Contreras O que este documento nos diz? Algumas percepções iniciais... - O título já é uma mensagem espiritual! tem movimento, aponta

Leia mais

Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade

Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade Para onde vocês acreditam que caminha a humanidade? Para a frente, é claro! A frente é para lá!! É preciso abandonar a idéia simplista de que o progresso

Leia mais

Conceito de pesquisa

Conceito de pesquisa Conceito de pesquisa A pesquisa e uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de procedimentos científicos. Seus elementos são: 1. Problema ou dúvida 2. Metodo científico 3. Resposta

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto do CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz Uma ação educativa de abertura para a comunidade Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução

Leia mais

Profº Rodrigo Legrazie

Profº Rodrigo Legrazie Profº Rodrigo Legrazie Tecnologia Conceito: é a área que estuda, investiga as técnicas utilizadas em diversas áreas de produção Teoria geral e estudos especializados sobre procedimentos, instrumentos e

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

Pequim+20. Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótens Pequim + 20. Tótem 01 Painel 01. Cliente ONU Mulheres A RICCHIERO FILHO

Pequim+20. Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótens Pequim + 20. Tótem 01 Painel 01. Cliente ONU Mulheres A RICCHIERO FILHO Pequim+20 Empoderar Mulheres. Empoderar a Humanidade. Imagine! Tótem 01 Painel 01 Pequim+20 A exposição Pequim+20 foi inspirada nos 12 temas prioritários da Plataforma de Ação de Pequim, documento resultante

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Revista EXAME: As 10 armadilhas da Previdência Complementar

Revista EXAME: As 10 armadilhas da Previdência Complementar Revista EXAME: As 10 armadilhas da Previdência Complementar Os fundos de previdência privada, sejam fechados ou abertos, têm características próprias e vantagens tributárias em relação aos investimentos

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável. Professor: Amison de Santana Silva

Desenvolvimento Sustentável. Professor: Amison de Santana Silva Desenvolvimento Sustentável Professor: Amison de Santana Silva Desenvolvimento Sustentável Ou Ecodesenvolvimento O que é? Consiste na possível e desejável conciliação entre e o crescimento econômico, a

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

Entrevista - Espiritualidade nas empresas

Entrevista - Espiritualidade nas empresas Entrevista - Espiritualidade nas empresas 1 - O que podemos considerar como espiritualidade nas empresas? Primeiramente considero importante dizer o que entendo por espiritualidade. Podemos dizer que é

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para realização de um plano de sustentabilidade financeira para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no âmbito da

Leia mais

Ação social e serviço voluntário:

Ação social e serviço voluntário: Ação social e serviço voluntário: Oportunidade para Todos Instituto Vitória de Ensino e Assistência Social www.ivt.org.br 09 de novembro de 2014 1 O que é ser voluntário? Ser voluntário é doar seu tempo,

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais