ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha

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1 ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha Resumo O trabalho versa sobre o potencial do cristianismo na promoção de mudança de valores para um desenvolvimento sustentável e para um consumo responsável dentro da economia solidária. O trabalho identificou 3 grupos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável e o acréscimo de um quarto grupo potencial: os cristãos. O resultado é que este último mostrou ter valores similares aos da economia solidária e um bom grupo para ser trabalhado através de programas de educação ambiental específicos através do resgate dos antigos valores cristãos hoje esquecidos dentro das igrejas. Palavras chave: desenvolvimento sustentável cristianismo economia solidária consumo responsável Introdução O objetivo deste artigo foi mostrar a partir da discussão do pensamento moderno e pós-moderno, a importância de uma nova maneira de pensamento e mostrar como os valores do cristianismo podem ser um agente de mudança para um desenvolvimento sustentável promovendo a prática de ações como a economia solidária. O artigo apresenta no item 1 a justificativa para a necessidasde de novos valores na nossa sociedade atual. O item 2 em seguida discute o desenvolvimento sustentável e as principais escolas de pensamento no campo da ciência econômica. O item 3 coloca o cristianismo como um grupo potencial e mostra como este pode ajudar na construção de uma nova maneira de pensar. O item 4 por fim apresenta a economia solidária e a relação entre os cristãos e o consumo responsável e este com o meio ambiente. E finalmente o último item as conclusões. 1 Economista, Mestre em Ciência Ambiental USP- Procam

2 1. Modernidade e Pós-Modernidade A Modernidade foi uma era de mudança de paradigma de proporções gigantescas e que segundo o autor colombiano Fernando Cruz (KRONFLY, 1994) foi um processo global, de natureza econômica ( o nascimento do capitalismo e a consolidação progressiva do princípio de individualização, capaz de fundar um novo tipo de mentalidade coletiva não holística mas individualista); de natureza filosófica (Descartes e o racionalismo); de natureza científica (Galileu, Copérnico, fundadores do heliocentrismo e da possibilidade de matematizar o céu e romper com as velhas tradições geocentristas); de natureza política (Maquiavel e o processo de autonomia à política diante do sagrado, assim como o começo da formação dos estados nacionais); e de natureza até mesmo artística (SALINAS e ESCOBAR, 1999). Entretanto, o lado sombrio da modernidade foi enxergada por (GIDDENS, 1991) e que viria a se manifestar apenas na sua terceira fase, iniciada no Século XX e postergada até os dias de hoje. Esta fase, é marcada por uma generalização do chamado mal político presente nos regimes totalitários do início do século passado, pela crise ambiental que somente veio a tona a partir das décadas de 50 e 60, crise esta extremamente reforçada pelo advento da chamada sociedade de consumo e sua característica pautada no ter em detrimento do ser, e, finalmente pela globalização injusta e desproporcional que vimos assistindo nos últimos tempos. Se a modernidade, por um lado apresenta-se como o grande momento da humanidade com todas as possibilidades e promessas de desenvolvimento, progresso, e, portanto, melhora na qualidade de vida, por outro, ela traz consigo, toda uma sorte de perigos, riscos e inseguranças que carregam no seu bojo a própria questão da sobrevivência humana na Terra. Afora isto, o atual sistema econômico pautado no capitalismo mais do que selvagem, e, a política neoliberal, que afasta cada vez mais indivíduos e coletividades da possibilidade de participação na gestão política de seus espaços, torna evidente a permanência de uma cultura enraizada de valores individualistas, mesquinhos, violentos, e, portanto, insustentáveis.

3 Com a crise da era moderna, o conceito de desenvolvimento sustentável surgiu a partir dos estudos da Organização das Nações Unidas ONU sobre as mudanças climáticas, no início da década de 70, como uma resposta à preocupação da humanidade, diante da crise ambiental e social que se abateu sobre o mundo desde a segunda metade do século passado. A seguir abordaremos a importância e o conceito deste termo. 2. Um conceito em construção: Desenvolvimento Sustentável O início das idéias sobre o conceito de desenvolvimento sustentável procurava conciliar a necessidade de desenvolvimento econômico da sociedade com a promoção do desenvolvimento social e com o respeito ao meio ambiente. Em 1987, a Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da ONU, na Noruega, elaborou um documento denominado Nosso Futuro Comum também conhecido como Relatório Brundtland, onde os governos signatários se comprometiam a promover o desenvolvimento econômico e social em conformidade com a preservação ambiental. Nesse relatório chegaram a uma definição do conceito como sendo: aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades (CMMAD, 1987). Mais recentemente foi ratificado pela UNESCO, e finalmente aprovado pela ONU em 2002: A Carta da Terra, um documento de importância singular, equivalente à Declaração Universal dos Direitos Humanos para a área de Meio Ambiente, que também reforça a necessidade de responsabilidade para com as gerações futuras conforme descrito abaixo: Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra,

4 declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações (A CARTA DA TERRA, 2004). Analisando estes dois documentos é evidente o chamado do ser humano para a responsabilidade como condição básica para o desenvolvimento sustentável. A seguir abordaremos três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável. 2.1 Três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável Como o conceito de desenvolvimento sustentável ainda está em construção, existem muitas incertezas quanto ao seu uso e o conceito abriga visões antagônicas quanto à capacidade das sociedades modernas de atingir esse ideal. (VEIGA, 2006) abordou 3 tipos básicos de usuários do conceito: Panglossianos ou otimistas encaram o desenvolvimento como uma consequência natural do crescimento econômico, confiam na capacidade tecnológica do industrialismo de superar os limites naturais e acreditam que o crescimento se encarregará de gerar os recursos necessários para se cuidar bem do meio ambiente. Tal pressuposto é de que os indicadores de poluição usados sejam um termômetro da qualidade ambiental. Essa, é entretanto, uma idéia que só preocupa um pequeno grupo de economistas heterodoxos, que constituem o extremo oposto do debate científico e que, com imensa dificuldade, estão conseguindo romper o isolamento que lhes foi imposto pelo establishment da ciência normal. Nesta concepção convencional, objeto ciência econômica é o gerenciamento racional da finitude dos recursos produtivos em sociedades marcadas pela infinitude das necessidades humanas. Apocalípticos ou pessimistas - argumentam que no curto prazo, é preciso que o crescimento seja o mais compatibilizado possível com a conservação da natureza, tendendo ao crescimento zero. A justificativa é que insistem em que

5 os serviços da natureza estão sendo usados a uma taxa superior àquela que a biosfera é capaz de suportar no longo prazo. Acreditam que para essa compatibilização entre crescimento econômico e natureza é preciso mudanças estruturais e institucionais. Analistas não dogmáticos - argumentam que deve existir em seu horizonte uma modernidade ética, e não apenas uma modernidade técnica (BUARQUE, 1994, VEIGA, 2006); Dentre os três usuários o único que argumenta que para haver uma mudança na variável ambiental é necessário mudança de valores é o último grupo que pode ser associado com os valores cristãos. Além disso, (SEN, 1999) argumenta que além das cruciais necessidades das atuais e futuras gerações, tão enfatizadas nesse documento, as pessoas também têm valores. Ver os seres humanos apenas em termos de necessidade é fazer uma idéia muito insuficiente da humanidade, diz o autor. As pessoas não são apenas pacientes, cujas demandas requerem atenção, mas também agentes, cuja liberdade de decidir qual valor atribuir às coisas e de que maneira preservar esses valores pode se estender para muito além do atendimento de suas necessidades (VEIGA, 2006). Esse grupo tem posições variadas e não consensuadas mas todos com atenção a valores morais e éticos. Além disso, o processo de desenvolvimento depende essencialmente da qualidade das instituições de cada sociedade, sendo que tais instituições sintetizam as crenças de seu povo, ou a expressão concreta da mentalidade das pessoas (VEIGA, 2006). Veiga ainda afirma que suas escolhas serão cruciais para superar um drástico colapso na sociedade: o planejamento de longo prazo e a disposição para reconsiderar antigos valores. O item seguinte mostra justamente a reconsideração de antigos valores do cristianismo que podem auxiliar nessa tarefa árdua. O cristianismo oferece um arcabouço de valores morais e éticos pautados na teologia que possibilita um caminho para a responsabilidade do indivíduo e da

6 coletividade para com as necessidades presentes e futuras e mostra como o cristão pode ser um agente dessa transformação. 2.2 O potencial do cristianismo Os cristãos podem ser incluídos no grupo dos não dogmáticos por entendermos que o cristianismo mostra alguns caminhos na construção da mudança de atitude do ser humano que estão esquecidos nos discursos das igrejas cristãs, principalmente as evangélicas. Primeiro, o cristianismo diz que é preciso uma mudança do raciocínio egoísta pelo raciocínio altruísta fundamentados nas cartas do Apóstolo Paulo aos Coríntios (I Co 14:20) e aos Filipenses, capítulo 2 verso4 (NVI, 2001). Segundo, a substituição do pensamento imediatista pelo pensamento com perspetiva eterna. E a carta de Paulo aos Romanos no capítulo 12 verso 2 diz que não vivamos como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança de vossa mente (NVI, 2001); Essa ênfase na transformação da mente foi muito bem argumentada por (RAMACHANDRA, 2000:280): O que tem que ser requerido é uma radical conversão, uma conversão da mente, de forma que as coisas sejam vistas de maneira diferente, e uma conversão da vontade, de modo que as coisas sejam feitas de maneira diferente. E por último, o cristianismo tem como princípio a Mordomia. Mordomia do latim majordomu significa o criado maior da casa. Deus nos confiou os cuidados de sua criação e nos nomeou administradores de sua propriedade ( A Terra) em Genêsis capítulo 2 verso 15. Visto que Deus é o dono, devo cuidar da melhor forma possível, usando os recursos naturais racionalmente. Com estes três princípios é possível relacioná-los com a preservação do meio ambiente. Não uma preservação ao ponto de não usar mais os recursos dados por Deus para usarmos como os apocalípticos advogam nem o uso desenfreado dos

7 panglossianos. O uso cristão é portanto o uso racional da melhor forma possível. Portanto todo cristão deve ser responsável pelo cuidado da Terra. 4. Economia Solidária e Consumo Responsável Depois de exergarmos a visão cristã do cuidado da Terra, este item tem como propósito mostrar que o cristão pode ter um papel muito importante como agente de mudança na sociedade atual sendo um consumidor responsável. O conceito de economia solidária aborda o conceito de consumo responsável. Segundo o (GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA, 2006) do V congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, a economia solidária compreende: - consumo responsável 2, sem excesso. A valorização de sentimentos como o amor e a amizade e a desvalorização dos sentimentos que estimulam o consumismo exagerado e insustentável como a ganância, a vaidade e a gula. - a contra-hegemonia, não voltada apenas para as comunidades pobres, mas em forma de ação local, além de baseada na solidariedade e na troca. Resgata a idéia do produto e traz de volta seu real valor. É uma contracorrente a idéia do consumo de massa. Define a produção de bens e serviços a partir das necessidades reais de consumo, com base na disponibilidade dos ecossistemas e das socio-diversidades. - a busca da formação coletiva para o rompimento/transformação da realidade atual. Busca a formação do sujeito coletivo; 2 Consumo responsável é a capacidade de cada pessoa ou instituição pública ou privada, escolher serviços e produtos que contribuam, de forma ética e de fato, para a melhoria de vida de cada um, da sociedade, e do meio ambiente (www.institutokairós.org, 2006 ).

8 - Busca a conscientização, no sentido de uma consciência dialogando com outra consciência para a formação de idéias que contradigam os paradigmas vigentes. Portanto para que exista uma economia solidária é necessário o papel de responsabilidade do consumidor frente a esta nova realidade na qual o cristianismo tem um papel fundamental nessa construção. 4.1 Meio ambiente e o consumo responsável Os consumidores cristãos podem ser potenciais agentes de mudança para uma nova concepção de consumo voltada para produtos que valorizem o meio ambiente. Há de se considerar também que a informação é fundamental para o exercício do consumo responsável, bem como uma das ferramentas importantes para o processo de conscientização do consumidor, além de ser, claro, um direito básico de qualquer indivíduo. Quem produziu aquilo que se está comprando, em que condições de trabalho ele foi produzido, utilizando que tipo de matéria-prima, com que cuidados ambientais - são perguntas hoje muito difíceis de ser respondidas, devido a motivos como a falta de informação nos rótulos e o desconhecimento por parte do próprio comerciante. Ao contemplar a informação/educação do consumidor como premissa básica, o Comércio Ético e Solidário promove a aproximação entre o produtor e o consumidor, garantindo uma relação de maior respeito e igualdade. Com o potencial dos cristãos para a promoção de uma economia solidária que valoriza produtos ambientais é necessário portanto, programas específicos de educação sócio-ambiental para o fortalecimento dessas idéias dentro deste grupo, mais especificamente nas igrejas cristãs. Conclusões

9 O artigo mostrou que o mundo atual está a procura de uma nova forma de desenvolvimento. A idéia do desenvolvimento sustentável veio considerar as variáveis econômicas, sociais e ambientais. Para que está ultima seja inserida é preciso fundamentalmente uma mudança de valores. Foram apresentados 3 tipos de usuários do desenvolvimento sustentável. O primeiro (panglossianos) acredita no milagre tecnológico com o uso infinito dos recursos naturais. O segundo (apocalípticos) acredita que é preciso parar tudo e investir em novas instituições. O terceiro (nâo dogmáticos) insere um novo elemento: valores morais e éticos na qual os cristãos tem um grande potencial. O cristianismo mostrou três princípios bíblicos para que o indíviduo possa ser um agente de mudança da sociedade: o pensamento altruísta (suprir as necessidades das gerações presentes), o pensamento com perspectiva eterna (gerações futuras) e o princípio da mordomia (responsabilidade da humanidade para com a criação de Deus). Esse grupo pode ser transformado em consumidores cristãos em comparação com os consumidores responsáveis via economia solidária. Em suma os valores cristãos são necessários para a efetividade da sustentabilidade no nosso planeta. É preciso envolver as igrejas com programas de educação sócio-ambiental com resgate dos antigos valores bíblicos relacionados à este tema. Referências Bibliográficas BUARQUE, C. A revolução nas prioridades. Rio de Janeiro: Paz e Terra CMMAD. Nosso Futuro Comun. New York:ONU KRONFLY, Fernando C. La Sombrilla Planetaria, Modernidad y Postmodernidad en la Cultura. Santafé de Bogotá:Planeta GIDDENS, A. As consequências da Modernidade. São Paulo:UNESP NVI NOVA VERSÃO INTERNACIONAL. São Paulo:SBI/Vida RAMACHANDRA, Vinoth. A falência do deuses: a idolatria moderna e a missão cristã. São Paulo: ABU p.

10 GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA. Relatório do GT do V Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, Joinville, 2006 (draft). SALINAS, Daniel; ESCOBAR, Samuel. Pós- Modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo:ABUB SEN, Amartya K. (ed.) Growth Economics, Penguim Modern Economics Readings , On Economics Inequality, Oxford: Oxford University Press STOTT, John. Involvement: Being a Responsible Christian in a Non-Christian Society. New Jersey: Revell VEIGA, J.E. Meio Ambiente & Desenvolvimento. São Paulo: Editora Senac São Paulo p

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