ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha paulo.brito@arocha."

Transcrição

1 ECONOMIA SOLIDÁRIA, MEIO AMBIENTE E O PAPEL DO CRISTIANISMO COMO AGENTE DE MUDANÇA Paulo Roberto Borges de Brito 1 A Rocha Resumo O trabalho versa sobre o potencial do cristianismo na promoção de mudança de valores para um desenvolvimento sustentável e para um consumo responsável dentro da economia solidária. O trabalho identificou 3 grupos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável e o acréscimo de um quarto grupo potencial: os cristãos. O resultado é que este último mostrou ter valores similares aos da economia solidária e um bom grupo para ser trabalhado através de programas de educação ambiental específicos através do resgate dos antigos valores cristãos hoje esquecidos dentro das igrejas. Palavras chave: desenvolvimento sustentável cristianismo economia solidária consumo responsável Introdução O objetivo deste artigo foi mostrar a partir da discussão do pensamento moderno e pós-moderno, a importância de uma nova maneira de pensamento e mostrar como os valores do cristianismo podem ser um agente de mudança para um desenvolvimento sustentável promovendo a prática de ações como a economia solidária. O artigo apresenta no item 1 a justificativa para a necessidasde de novos valores na nossa sociedade atual. O item 2 em seguida discute o desenvolvimento sustentável e as principais escolas de pensamento no campo da ciência econômica. O item 3 coloca o cristianismo como um grupo potencial e mostra como este pode ajudar na construção de uma nova maneira de pensar. O item 4 por fim apresenta a economia solidária e a relação entre os cristãos e o consumo responsável e este com o meio ambiente. E finalmente o último item as conclusões. 1 Economista, Mestre em Ciência Ambiental USP- Procam

2 1. Modernidade e Pós-Modernidade A Modernidade foi uma era de mudança de paradigma de proporções gigantescas e que segundo o autor colombiano Fernando Cruz (KRONFLY, 1994) foi um processo global, de natureza econômica ( o nascimento do capitalismo e a consolidação progressiva do princípio de individualização, capaz de fundar um novo tipo de mentalidade coletiva não holística mas individualista); de natureza filosófica (Descartes e o racionalismo); de natureza científica (Galileu, Copérnico, fundadores do heliocentrismo e da possibilidade de matematizar o céu e romper com as velhas tradições geocentristas); de natureza política (Maquiavel e o processo de autonomia à política diante do sagrado, assim como o começo da formação dos estados nacionais); e de natureza até mesmo artística (SALINAS e ESCOBAR, 1999). Entretanto, o lado sombrio da modernidade foi enxergada por (GIDDENS, 1991) e que viria a se manifestar apenas na sua terceira fase, iniciada no Século XX e postergada até os dias de hoje. Esta fase, é marcada por uma generalização do chamado mal político presente nos regimes totalitários do início do século passado, pela crise ambiental que somente veio a tona a partir das décadas de 50 e 60, crise esta extremamente reforçada pelo advento da chamada sociedade de consumo e sua característica pautada no ter em detrimento do ser, e, finalmente pela globalização injusta e desproporcional que vimos assistindo nos últimos tempos. Se a modernidade, por um lado apresenta-se como o grande momento da humanidade com todas as possibilidades e promessas de desenvolvimento, progresso, e, portanto, melhora na qualidade de vida, por outro, ela traz consigo, toda uma sorte de perigos, riscos e inseguranças que carregam no seu bojo a própria questão da sobrevivência humana na Terra. Afora isto, o atual sistema econômico pautado no capitalismo mais do que selvagem, e, a política neoliberal, que afasta cada vez mais indivíduos e coletividades da possibilidade de participação na gestão política de seus espaços, torna evidente a permanência de uma cultura enraizada de valores individualistas, mesquinhos, violentos, e, portanto, insustentáveis.

3 Com a crise da era moderna, o conceito de desenvolvimento sustentável surgiu a partir dos estudos da Organização das Nações Unidas ONU sobre as mudanças climáticas, no início da década de 70, como uma resposta à preocupação da humanidade, diante da crise ambiental e social que se abateu sobre o mundo desde a segunda metade do século passado. A seguir abordaremos a importância e o conceito deste termo. 2. Um conceito em construção: Desenvolvimento Sustentável O início das idéias sobre o conceito de desenvolvimento sustentável procurava conciliar a necessidade de desenvolvimento econômico da sociedade com a promoção do desenvolvimento social e com o respeito ao meio ambiente. Em 1987, a Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da ONU, na Noruega, elaborou um documento denominado Nosso Futuro Comum também conhecido como Relatório Brundtland, onde os governos signatários se comprometiam a promover o desenvolvimento econômico e social em conformidade com a preservação ambiental. Nesse relatório chegaram a uma definição do conceito como sendo: aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades (CMMAD, 1987). Mais recentemente foi ratificado pela UNESCO, e finalmente aprovado pela ONU em 2002: A Carta da Terra, um documento de importância singular, equivalente à Declaração Universal dos Direitos Humanos para a área de Meio Ambiente, que também reforça a necessidade de responsabilidade para com as gerações futuras conforme descrito abaixo: Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra,

4 declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações (A CARTA DA TERRA, 2004). Analisando estes dois documentos é evidente o chamado do ser humano para a responsabilidade como condição básica para o desenvolvimento sustentável. A seguir abordaremos três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável. 2.1 Três tipos básicos de usuários do conceito de desenvolvimento sustentável Como o conceito de desenvolvimento sustentável ainda está em construção, existem muitas incertezas quanto ao seu uso e o conceito abriga visões antagônicas quanto à capacidade das sociedades modernas de atingir esse ideal. (VEIGA, 2006) abordou 3 tipos básicos de usuários do conceito: Panglossianos ou otimistas encaram o desenvolvimento como uma consequência natural do crescimento econômico, confiam na capacidade tecnológica do industrialismo de superar os limites naturais e acreditam que o crescimento se encarregará de gerar os recursos necessários para se cuidar bem do meio ambiente. Tal pressuposto é de que os indicadores de poluição usados sejam um termômetro da qualidade ambiental. Essa, é entretanto, uma idéia que só preocupa um pequeno grupo de economistas heterodoxos, que constituem o extremo oposto do debate científico e que, com imensa dificuldade, estão conseguindo romper o isolamento que lhes foi imposto pelo establishment da ciência normal. Nesta concepção convencional, objeto ciência econômica é o gerenciamento racional da finitude dos recursos produtivos em sociedades marcadas pela infinitude das necessidades humanas. Apocalípticos ou pessimistas - argumentam que no curto prazo, é preciso que o crescimento seja o mais compatibilizado possível com a conservação da natureza, tendendo ao crescimento zero. A justificativa é que insistem em que

5 os serviços da natureza estão sendo usados a uma taxa superior àquela que a biosfera é capaz de suportar no longo prazo. Acreditam que para essa compatibilização entre crescimento econômico e natureza é preciso mudanças estruturais e institucionais. Analistas não dogmáticos - argumentam que deve existir em seu horizonte uma modernidade ética, e não apenas uma modernidade técnica (BUARQUE, 1994, VEIGA, 2006); Dentre os três usuários o único que argumenta que para haver uma mudança na variável ambiental é necessário mudança de valores é o último grupo que pode ser associado com os valores cristãos. Além disso, (SEN, 1999) argumenta que além das cruciais necessidades das atuais e futuras gerações, tão enfatizadas nesse documento, as pessoas também têm valores. Ver os seres humanos apenas em termos de necessidade é fazer uma idéia muito insuficiente da humanidade, diz o autor. As pessoas não são apenas pacientes, cujas demandas requerem atenção, mas também agentes, cuja liberdade de decidir qual valor atribuir às coisas e de que maneira preservar esses valores pode se estender para muito além do atendimento de suas necessidades (VEIGA, 2006). Esse grupo tem posições variadas e não consensuadas mas todos com atenção a valores morais e éticos. Além disso, o processo de desenvolvimento depende essencialmente da qualidade das instituições de cada sociedade, sendo que tais instituições sintetizam as crenças de seu povo, ou a expressão concreta da mentalidade das pessoas (VEIGA, 2006). Veiga ainda afirma que suas escolhas serão cruciais para superar um drástico colapso na sociedade: o planejamento de longo prazo e a disposição para reconsiderar antigos valores. O item seguinte mostra justamente a reconsideração de antigos valores do cristianismo que podem auxiliar nessa tarefa árdua. O cristianismo oferece um arcabouço de valores morais e éticos pautados na teologia que possibilita um caminho para a responsabilidade do indivíduo e da

6 coletividade para com as necessidades presentes e futuras e mostra como o cristão pode ser um agente dessa transformação. 2.2 O potencial do cristianismo Os cristãos podem ser incluídos no grupo dos não dogmáticos por entendermos que o cristianismo mostra alguns caminhos na construção da mudança de atitude do ser humano que estão esquecidos nos discursos das igrejas cristãs, principalmente as evangélicas. Primeiro, o cristianismo diz que é preciso uma mudança do raciocínio egoísta pelo raciocínio altruísta fundamentados nas cartas do Apóstolo Paulo aos Coríntios (I Co 14:20) e aos Filipenses, capítulo 2 verso4 (NVI, 2001). Segundo, a substituição do pensamento imediatista pelo pensamento com perspetiva eterna. E a carta de Paulo aos Romanos no capítulo 12 verso 2 diz que não vivamos como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança de vossa mente (NVI, 2001); Essa ênfase na transformação da mente foi muito bem argumentada por (RAMACHANDRA, 2000:280): O que tem que ser requerido é uma radical conversão, uma conversão da mente, de forma que as coisas sejam vistas de maneira diferente, e uma conversão da vontade, de modo que as coisas sejam feitas de maneira diferente. E por último, o cristianismo tem como princípio a Mordomia. Mordomia do latim majordomu significa o criado maior da casa. Deus nos confiou os cuidados de sua criação e nos nomeou administradores de sua propriedade ( A Terra) em Genêsis capítulo 2 verso 15. Visto que Deus é o dono, devo cuidar da melhor forma possível, usando os recursos naturais racionalmente. Com estes três princípios é possível relacioná-los com a preservação do meio ambiente. Não uma preservação ao ponto de não usar mais os recursos dados por Deus para usarmos como os apocalípticos advogam nem o uso desenfreado dos

7 panglossianos. O uso cristão é portanto o uso racional da melhor forma possível. Portanto todo cristão deve ser responsável pelo cuidado da Terra. 4. Economia Solidária e Consumo Responsável Depois de exergarmos a visão cristã do cuidado da Terra, este item tem como propósito mostrar que o cristão pode ter um papel muito importante como agente de mudança na sociedade atual sendo um consumidor responsável. O conceito de economia solidária aborda o conceito de consumo responsável. Segundo o (GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA, 2006) do V congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, a economia solidária compreende: - consumo responsável 2, sem excesso. A valorização de sentimentos como o amor e a amizade e a desvalorização dos sentimentos que estimulam o consumismo exagerado e insustentável como a ganância, a vaidade e a gula. - a contra-hegemonia, não voltada apenas para as comunidades pobres, mas em forma de ação local, além de baseada na solidariedade e na troca. Resgata a idéia do produto e traz de volta seu real valor. É uma contracorrente a idéia do consumo de massa. Define a produção de bens e serviços a partir das necessidades reais de consumo, com base na disponibilidade dos ecossistemas e das socio-diversidades. - a busca da formação coletiva para o rompimento/transformação da realidade atual. Busca a formação do sujeito coletivo; 2 Consumo responsável é a capacidade de cada pessoa ou instituição pública ou privada, escolher serviços e produtos que contribuam, de forma ética e de fato, para a melhoria de vida de cada um, da sociedade, e do meio ambiente (www.institutokairós.org, 2006 ).

8 - Busca a conscientização, no sentido de uma consciência dialogando com outra consciência para a formação de idéias que contradigam os paradigmas vigentes. Portanto para que exista uma economia solidária é necessário o papel de responsabilidade do consumidor frente a esta nova realidade na qual o cristianismo tem um papel fundamental nessa construção. 4.1 Meio ambiente e o consumo responsável Os consumidores cristãos podem ser potenciais agentes de mudança para uma nova concepção de consumo voltada para produtos que valorizem o meio ambiente. Há de se considerar também que a informação é fundamental para o exercício do consumo responsável, bem como uma das ferramentas importantes para o processo de conscientização do consumidor, além de ser, claro, um direito básico de qualquer indivíduo. Quem produziu aquilo que se está comprando, em que condições de trabalho ele foi produzido, utilizando que tipo de matéria-prima, com que cuidados ambientais - são perguntas hoje muito difíceis de ser respondidas, devido a motivos como a falta de informação nos rótulos e o desconhecimento por parte do próprio comerciante. Ao contemplar a informação/educação do consumidor como premissa básica, o Comércio Ético e Solidário promove a aproximação entre o produtor e o consumidor, garantindo uma relação de maior respeito e igualdade. Com o potencial dos cristãos para a promoção de uma economia solidária que valoriza produtos ambientais é necessário portanto, programas específicos de educação sócio-ambiental para o fortalecimento dessas idéias dentro deste grupo, mais especificamente nas igrejas cristãs. Conclusões

9 O artigo mostrou que o mundo atual está a procura de uma nova forma de desenvolvimento. A idéia do desenvolvimento sustentável veio considerar as variáveis econômicas, sociais e ambientais. Para que está ultima seja inserida é preciso fundamentalmente uma mudança de valores. Foram apresentados 3 tipos de usuários do desenvolvimento sustentável. O primeiro (panglossianos) acredita no milagre tecnológico com o uso infinito dos recursos naturais. O segundo (apocalípticos) acredita que é preciso parar tudo e investir em novas instituições. O terceiro (nâo dogmáticos) insere um novo elemento: valores morais e éticos na qual os cristãos tem um grande potencial. O cristianismo mostrou três princípios bíblicos para que o indíviduo possa ser um agente de mudança da sociedade: o pensamento altruísta (suprir as necessidades das gerações presentes), o pensamento com perspectiva eterna (gerações futuras) e o princípio da mordomia (responsabilidade da humanidade para com a criação de Deus). Esse grupo pode ser transformado em consumidores cristãos em comparação com os consumidores responsáveis via economia solidária. Em suma os valores cristãos são necessários para a efetividade da sustentabilidade no nosso planeta. É preciso envolver as igrejas com programas de educação sócio-ambiental com resgate dos antigos valores bíblicos relacionados à este tema. Referências Bibliográficas BUARQUE, C. A revolução nas prioridades. Rio de Janeiro: Paz e Terra CMMAD. Nosso Futuro Comun. New York:ONU KRONFLY, Fernando C. La Sombrilla Planetaria, Modernidad y Postmodernidad en la Cultura. Santafé de Bogotá:Planeta GIDDENS, A. As consequências da Modernidade. São Paulo:UNESP NVI NOVA VERSÃO INTERNACIONAL. São Paulo:SBI/Vida RAMACHANDRA, Vinoth. A falência do deuses: a idolatria moderna e a missão cristã. São Paulo: ABU p.

10 GRUPO DE TRABALHO DE EDUCAÇAO AMBIENTAL, SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA. Relatório do GT do V Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, Joinville, 2006 (draft). SALINAS, Daniel; ESCOBAR, Samuel. Pós- Modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo:ABUB SEN, Amartya K. (ed.) Growth Economics, Penguim Modern Economics Readings , On Economics Inequality, Oxford: Oxford University Press STOTT, John. Involvement: Being a Responsible Christian in a Non-Christian Society. New Jersey: Revell VEIGA, J.E. Meio Ambiente & Desenvolvimento. São Paulo: Editora Senac São Paulo p

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO

Leia mais

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas José Eduardo Borges de Pinho Ecumenismo: Situação e perspectivas U n i v e r s i d a d e C a t ó l i c a E d i t o r a L I S B O A 2 0 1 1 Índice Introdução 11 Capítulo Um O que é o ecumenismo? 15 Sentido

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica A unidade na fé a caminho da missão Nossa Visão Manifestar a unidade da igreja por meio do testemunho visível

Leia mais

OS GRANDES DESAFIOS NA ENCÍCLICA LAUDATO SÍ

OS GRANDES DESAFIOS NA ENCÍCLICA LAUDATO SÍ OS GRANDES DESAFIOS NA ENCÍCLICA LAUDATO SÍ NOVIDADES DA ENCÍCLICA 1.Primeira na história da Igreja com este enfoque ecológico. 2.Convergência: Preocupações da ciência, da sociedade e da Igreja, como as

Leia mais

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. Rorty e o realismo como instrumento da emancipação humana Alguns filósofos 1

Leia mais

www.tratadodeeducacaoambiental.net jornadario20@gmail.com

www.tratadodeeducacaoambiental.net jornadario20@gmail.com www.tratadodeeducacaoambiental.net jornadario20@gmail.com Nós, educadoras e educadores dos mais diversos lugares do Planeta, neste momento em que o mundo novamente coloca em pauta as grandes questões que

Leia mais

DECLARAÇÃO DE FÉ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSELHEIROS BÍBLICOS (ABCB)

DECLARAÇÃO DE FÉ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSELHEIROS BÍBLICOS (ABCB) DECLARAÇÃO DE FÉ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSELHEIROS BÍBLICOS (ABCB) A Igreja de Jesus Cristo está comprometida somente com o Antigo e Novo Testamentos como a única autoridade escrita de fé e conduta.

Leia mais

CURSO I FUNDAMENTOS CONCEITOS E PRÁTICAS DA EP

CURSO I FUNDAMENTOS CONCEITOS E PRÁTICAS DA EP ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS CRISTÃS DE EDUCAÇÃO POR PRINCÍPIOS JULIANA POMPEO HELPA CURSO I FUNDAMENTOS CONCEITOS E PRÁTICAS DA EP 02 de Maio de 2015 Curitiba, Paraná ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS CRISTÃS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz

Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz 1. Ecoética: do paradigma antropocêntrico ao paradigma biocêntrico. A pergunta que inicia o presente texto também faz parte

Leia mais

N.º de aulas (tempos letivos) 13 10 9. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. Desenvolvimento Programático

N.º de aulas (tempos letivos) 13 10 9. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. Desenvolvimento Programático Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código 403192 720-902 - Sines Ano letivo: 2014/201 Departamento: Ciências Humanas e Sociais Grupo disciplinar: 290 Disciplina: Educação Moral Religiosa Católica

Leia mais

População, Recursos e Ambiente Desenvolvimento Sustentável 5ª aula teórica PRINCÍPIO DA PROCURA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo: 1º Conferência ONU sobre Ambiente e Estabelecimentos

Leia mais

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade A Agenda 21 vai à Escola Autora: Zióle Zanotto Malhadas Nucleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento/UFPR/Curitiba/2001

Leia mais

BIÊNIO 2012-2013. Tema Geral da Igreja Metodista "IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA. Tema para o Biênio

BIÊNIO 2012-2013. Tema Geral da Igreja Metodista IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA. Tema para o Biênio 1 IGREJA METODISTA PASTORAL IMED PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E PLANO DE AÇÃO BIÊNIO 2012-2013 Tema Geral da Igreja Metodista "IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO Aula XXII A PRIMEIRA CARTA DE PEDRO E REFLEXÕES SOBRE O SOFRIMENTO Até aqui o Novo Testamento tem dito pouco sobre

Leia mais

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE UFMG, BELO HORIZONTE, BRASIL 16 a 19 de setembro de 2007.

Leia mais

Agenda 21 e a Pedagogia da Terra

Agenda 21 e a Pedagogia da Terra Agenda 21 e a Pedagogia da Terra A Carta da Terra como marco ético e conceito de sustentabilidade no século XXI Valéria Viana - NAIA O que está no início, o jardim ou o jardineiro? É o segundo. Havendo

Leia mais

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC 1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC DIVERSIDADE CULTURAL RELIGIOSA NO COTIDIANO ESCOLAR: OS DESAFIOS PARA A CONSTITUIÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL. Profa.

Leia mais

Plano Estratégico da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia para o Quinquénio 2013-2017

Plano Estratégico da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia para o Quinquénio 2013-2017 Plano Estratégico da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia para o Quinquénio 2013-2017 O presente documento tem como objetivo apresentar, os valores, as linhas orientadoras, a estratégia e o plano

Leia mais

Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes

Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Fundamentos, conceitos e paradigmas da missão OBJETIVOS DA AULA Compreender as teses fundantes da missiologia; Analisar a presença religiosa no mundo no terceiro milênio;

Leia mais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais RELATÓRIO Samira Santana de Almeida 1 1. Apresentação

Leia mais

Leis Morais Lei da Igualdade. Sandra Veiga 01/04/2015

Leis Morais Lei da Igualdade. Sandra Veiga 01/04/2015 Leis Morais Lei da Igualdade Sandra Veiga Sandra Veiga A Idade Moderna Contexto da França Pré-revolucionária 1- Crise econômica: A França era basicamente agrária e semifeudal, aliada ao crescimento demográfico

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL Histórico, Significado e implicações www.danielbertoli.com Histórico Preocupações no pós-guerra (50 e 60) Discussões sobre contaminação e exaustão de recursos

Leia mais

CARTA AOS DIOCESANOS DE LISBOA,

CARTA AOS DIOCESANOS DE LISBOA, CARTA AOS DIOCESANOS DE LISBOA, NO INÍCIO DO NOVO ANO PASTORAL 2015-2016 1. Em caminho sinodal Chegados a setembro, retomamos o curso normal da nossa vida comunitária, no novo ano pastoral 2015-2016. Saúdo

Leia mais

assim ela poderá estar a serviço de uma ação solidária e libertadora do povo latino-americano.

assim ela poderá estar a serviço de uma ação solidária e libertadora do povo latino-americano. Conclusão Geral Para que a Igreja possa cumprir sua missão solidária e libertadora na AL, terá que estar em contínuo processo de conversão e sintonizada com os sinais dos tempos. Somente assim poderá se

Leia mais

BASES DA CONVERSÃO CRISTÃ E DO DISCIPULADO

BASES DA CONVERSÃO CRISTÃ E DO DISCIPULADO BASES DA CONVERSÃO CRISTÃ E DO DISCIPULADO O que é uma pessoa cristã? É a pessoa que acredita que o Deus vivo é revelado em e por meio de Jesus Cristo, que aceita Jesus Cristo como Senhor e Salvador, que

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 094/2015-CONSET/SEHLA/G/UNICENTRO, DE 11 DE AGOSTO DE 2015. Altera os Anexos I e II, da Resolução Nº 133/2012- CONSET/SEHLA/G/UNICENTRO, de 23 de novembro de 2012, e aprova o relatório final.

Leia mais

CLIMÁTICA E AS BIOENERGÍAS.

CLIMÁTICA E AS BIOENERGÍAS. DECLARACÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE INSPIRAÇÃO CRISTÃ E ORGANIZAÇÕES DE OTRAS CRENÇAS, PARA A CONFERÊNCIA DE ALTO NIVEL SOBRE A SEGURANÇA ALIMENTAR MUNDIAL E OS DESAFÍOS DA MUNDANÇA CLIMÁTICA E AS BIOENERGÍAS.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO 1 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER RESUMO HUMANO Luísa Arnold 1 Trata-se de uma apresentação sobre a preocupação que o homem adquiriu nas últimas décadas em conciliar o desenvolvimento

Leia mais

Mateus 10: Jesus e Seus Discípulos

Mateus 10: Jesus e Seus Discípulos Lição 5 26 de julho a 2 de agosto Mateus 10: Jesus e Seus Discípulos Sábado à tarde Ano Bíblico: Is 11 14 VERSO PARA MEMORIZAR: Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais (Mt 10:31). LEITURAS

Leia mais

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11)

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Mensagem 1 A metáfora do Caminho Introdução: A impressão que tenho é que Jesus escreveu isto para os nossos dias. Embora

Leia mais

www.projeto-timoteo.org 2ª edição Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Apostila do Aluno

www.projeto-timoteo.org 2ª edição Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Apostila do Aluno Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo 1 Apostila do Aluno Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Coordenador do Projeto Dr. John Barry Dyer Equipe Pedagógica Marivete Zanoni Kunz Tereza

Leia mais

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro.

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro. A importância do estudo bíblico para a vida cristã 2 Pedro 1.12-2121 Pr. Fernando Fernandes Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo

Leia mais

Escola da Bíblia Rua Rio Azul, 200, Boa Viagem CEP: 51.030-050 Recife PE

Escola da Bíblia Rua Rio Azul, 200, Boa Viagem CEP: 51.030-050 Recife PE AS GRANDES DOUTRINAS DA BÍBLIA LIÇÃO 07 O QUE A BÍBLIA DIZ A RESPEITO DA SALVAÇÃO INTRODUÇÃO Chegamos ao que pode ser o tópico mais importante desta série: a salvação. Uma pessoa pode estar equivocada

Leia mais

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga SUMÁRIO Introdução... 11 A história da Igreja e sua problemática... 17 A. Alguns pressupostos e indicações básicos antes de começar o caminho... 17 Trata-se de um ramo da ciência histórica ou da ciência

Leia mais

Page 1 of 6. Capítulo III Educação e Sustentabilidade MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA. Pedro Jacobi\USP 1

Page 1 of 6. Capítulo III Educação e Sustentabilidade MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA. Pedro Jacobi\USP 1 Page 1 of 6 Capítulo III Educação e Sustentabilidade Para ler o PDF instale o programa leitor, clique aqui. Versão para Impressão em PDF, clique aqui. MEIO AMBIENTE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: DESAFIOS DA MUDANÇA

Leia mais

AGENDA 21: Imagine... FUTURO... AGENDA 21: 1. É o principal documento da Rio-92 (Conferência ONU: Meio Ambiente e desenvolvimento Humano); 2. É a proposta mais consistente que existe de como alcançar

Leia mais

Neoliberalismo tingido de verde de olho na Rio + 20

Neoliberalismo tingido de verde de olho na Rio + 20 Neoliberalismo tingido de verde de olho na Rio + 20 Rodrigo Otávio Rio de Janeiro - A antropóloga e ambientalista Iara Pietricovsky faz parte do grupo de articulação da Cúpula dos Povos (evento das organizações

Leia mais

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS)

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas (ONU) está conduzindo um amplo debate entre governos

Leia mais

MISSÃO E CRESCIMENTO DA IGREJA IGREJA: CORPO VIVO DE CRISTO. Estudo Bíblico

MISSÃO E CRESCIMENTO DA IGREJA IGREJA: CORPO VIVO DE CRISTO. Estudo Bíblico MISSÃO E CRESCIMENTO DA IGREJA IGREJA: CORPO VIVO DE CRISTO Estudo Bíblico Bispo Luiz Vergílio / Caxias do Sul/RS Abril de 2009 Ministerial de Pastores e Pastoras 1 MISSÃO DA IGREJA E CRESCIMENTO I. IGREJA

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

FEC 25 anos: Qual o papel das sociedades civis no desenvolvimento internacional? Iremos lembrar 2015 como um ano chave no setor do desenvolvimento?

FEC 25 anos: Qual o papel das sociedades civis no desenvolvimento internacional? Iremos lembrar 2015 como um ano chave no setor do desenvolvimento? SEMINÁRIO INTERNACIONAL REPENSAR O DESENVOLVIMENTO REINVENTAR A COOPERAÇÃO ENQUADRAMENTO : Qual o papel das sociedades civis no desenvolvimento internacional? Lisboa, 19 de novembro de 2015 Iremos lembrar

Leia mais

Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**)

Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**) Declaração de Princípios sobre a Tolerância * (**) Os Estados Membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura reunidos em Paris em virtude da 28ª reunião da Conferência

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NO DIREITO POSITIVO Cíntia Cecília Pellegrini

A INFLUÊNCIA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NO DIREITO POSITIVO Cíntia Cecília Pellegrini A INFLUÊNCIA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NO DIREITO POSITIVO Cíntia Cecília Pellegrini RESUMO: Após a Segunda Guerra Mundial, a sociedade internacional passou a ter como principal objetivo a criação de acordos

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

Entrevista - Espiritualidade nas empresas

Entrevista - Espiritualidade nas empresas Entrevista - Espiritualidade nas empresas 1 - O que podemos considerar como espiritualidade nas empresas? Primeiramente considero importante dizer o que entendo por espiritualidade. Podemos dizer que é

Leia mais

Uma perspectiva bíblica do meio ambiente

Uma perspectiva bíblica do meio ambiente SEÇÃO 2 Uma perspectiva bíblica do meio Os cristãos deveriam se importar com o meio? Às vezes, os cristãos relutam em levar as questões ambientais a sério. Em alguns casos, isto ocorre porque não compreendemos

Leia mais

Cáritas Diocesana dos. Triénio 2004-7 Pastoral do Domingo

Cáritas Diocesana dos. Triénio 2004-7 Pastoral do Domingo Cáritas Diocesana dos AÇORES Triénio 2004-7 Pastoral do Domingo Diagnóstico: ESTADO DAS PARÓQUIAS -Como funcionam? - Que Pastoral Profética? - Que Pastoral Litúrgica? - Que Pastoral Social? - Virtudes

Leia mais

A EDUCAÇÃO ESPÍRITA. Roteiro 5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas

A EDUCAÇÃO ESPÍRITA. Roteiro 5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas A EDUCAÇÃO ESPÍRITA Roteiro 5 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas 1 Objetivos Indicar as diferenças existentes entre instrução e

Leia mais

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS Sandra Regina Paes Padula * Gostaria aqui fazer um breve histórico de como surgiu os Direitos Humanos para depois entendermos como surgiu a Educação em Direitos Humanos.

Leia mais

DIACONIA I. Aula nº 4

DIACONIA I. Aula nº 4 DIACONIA I Prof. Dr. Nelson Célio de Mesquita Rocha Aula nº 4 A dimensão prática da Diaconia A prática diaconal é tão antiga quanto a Igreja. 1 Na comunidade dos apóstolos, o compartilhar dos bens fez

Leia mais

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO FOLHETO CICV O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho O Movimento Internacional

Leia mais

O Comércio do Sagrado: origem e implicações Pr. Dionísio Oliveira da Silva. http://www.imel.org.br/artigos/livro_csagrado.htm 2.7.

O Comércio do Sagrado: origem e implicações Pr. Dionísio Oliveira da Silva. http://www.imel.org.br/artigos/livro_csagrado.htm 2.7. O Comércio do Sagrado: origem e implicações Pr. Dionísio Oliveira da Silva. http://www.imel.org.br/artigos/livro_csagrado.htm 2.7.07 A proposta deste texto é ajudar ou pelo menos fornecer pistas para a

Leia mais

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS 18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4 1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e

Leia mais

sincretismo A visão segundo a qual não existe na história nenhuma revelação única; ela diz que existem várias e diferentes maneiras de se alcançar a realidade divina, que todas as formulações de verdade

Leia mais

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando seu compromisso com a plena realização dos direitos

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas FILOSOFIA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o número

Leia mais

LIÇÃO 5 INTERPRETAÇÃO 2ª PARTE INTRODUÇÃO

LIÇÃO 5 INTERPRETAÇÃO 2ª PARTE INTRODUÇÃO 29 LIÇÃO 5 INTERPRETAÇÃO 2ª PARTE INTRODUÇÃO No capítulo anterior falamos sobre as regras de interpretação e a necessidade de conhecermos o contexto de uma passagem e também da importância das palavras.

Leia mais

Construindo a nova relação entre judeus e cristãos

Construindo a nova relação entre judeus e cristãos Os Doze Pontos de Berlim e A História da Transformação de um Relacionamento I Construindo a nova relação entre judeus e cristãos No verão de 1947, 65 judeus e cristãos de 19 países reuniram-se em Seelisberg,

Leia mais

Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. Conselho Mundial das Igrejas. Aliança Evangélica Mundial

Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. Conselho Mundial das Igrejas. Aliança Evangélica Mundial Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso Conselho Mundial das Igrejas Aliança Evangélica Mundial A missão pertence à essência da igreja. Proclamar a palavra de Deus e testemunhá-la ao mundo é

Leia mais

É uma contribuição do grupo sul-americano, participante da Aliança Internacional de Responsabilidades para Sociedades Sustentáveis.

É uma contribuição do grupo sul-americano, participante da Aliança Internacional de Responsabilidades para Sociedades Sustentáveis. Apresentação O Manifesto de Lima a Paris foi apresentado no encontro denominado Que Responsabilidades o mundo necessita frente às mudanças climáticas? Por uma nova governança ambiental. O evento foi realizado

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS A Conferência Geral, Lembrando que o Preâmbulo da Carta da Unesco refere-se a os princípios democráticos de dignidade, igualdade e respeito

Leia mais

II REUNIÃO DO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO IBERO-AMERICANO 29 a 30 de novembro de 2003 UFRGS PORTO ALEGRE BRASIL

II REUNIÃO DO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO IBERO-AMERICANO 29 a 30 de novembro de 2003 UFRGS PORTO ALEGRE BRASIL II REUNIÃO DO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO IBERO-AMERICANO 29 a 30 de novembro de 2003 UFRGS PORTO ALEGRE BRASIL O Conselho Universitário Ibero-americano (CUIB), em sua segunda reunião plenária, realizada

Leia mais

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai Cláudio Ribeiro Objetivos Avaliar a doutrina de Trindade suas raízes, premissas fundamentais, ênfases e mudanças no contexto global da história da Igreja e as

Leia mais

5ª. Apostila de Filosofia FILOSOFIA MODERNA

5ª. Apostila de Filosofia FILOSOFIA MODERNA 1 5ª. Apostila de Filosofia FILOSOFIA MODERNA A História da Filosofia A História da Filosofia não é apenas um relato histórico, mas as transformações do pensamento humano ocidental, ou seja, o percurso

Leia mais

Parece-me importante ter em conta a concomitância destes três factores, mas:

Parece-me importante ter em conta a concomitância destes três factores, mas: CRISE E TRANSFORMAÇÃO INTRODUÇÃO Como indivíduo, sociedade, civilização e ecossistema, estamos em tempos de crise e, portanto, de mudança. Procurando identificar os principais agentes desta mudança actualizo

Leia mais

Carta pela Paz no Mundo

Carta pela Paz no Mundo Carta pela Paz no Mundo Marcus De Mario Esta carta é ao mesmo tempo um apelo à razão e à emoção, procurando falar às mentes e aos corações de todos os homens e mulheres da humanidade, da criança ao idoso,

Leia mais

Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz

Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz Cardeal Sebastião Leme Grito por justiça Dom Helder Câmara Não deixe morrer o profetismo Dom Luciano Mendes de Almeida Não esqueçam

Leia mais

Finanças - O Mordomo Fiel

Finanças - O Mordomo Fiel Finanças - O Mordomo Fiel 1 Coríntios 4:2 Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros, é que cada um deles seja encontrado Fiel. A Bíblia apresenta mais de 2.350 versículos sobre dinheiro/riquezas,

Leia mais

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC 1. ESPAC O QUE É? A ESPAC é uma Instituição da Arquidiocese de Fortaleza, criada em 1970, que oferece uma formação sistemática aos Agentes de Pastoral Catequética e

Leia mais

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz?

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? A Unidade de Deus Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? Vejamos a seguir alguns tópicos: Jesus Cristo é o Único Deus Pai Filho Espírito Santo ILUSTRAÇÃO Pai, Filho e Espírito

Leia mais

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA

VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA VAMOS CUIDAR DO BRASIL COM AS ESCOLAS FORMANDO COM-VIDA CONSTRUINDO AGENDA 21AMBIENTAL NA ESCOLA COM-VIDA Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola Criado a partir das deliberações da I Conferência

Leia mais

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO 1 www.oxisdaquestao.com.br Carta da Terra PREÂMBULO Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada

Leia mais

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009.

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. 13 Marco Antonio Gonçalves * Num ensaio sobre nossa temporalidade qualificada como

Leia mais

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013.

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. Resenhado por Bruno Ribeiro Nascimento 1 PPGCOM/UFPB http://lattes.cnpq.br/4210778274129446

Leia mais

Papa Bento XVI visita o Brasil

Papa Bento XVI visita o Brasil Papa Bento XVI visita o Brasil Análise Segurança Fernando Maia 23 de maio de 2007 Papa Bento XVI visita o Brasil Análise Segurança Fernando Maia 23 de maio de 2007 No período de 09 a 13 de maio, o Papa

Leia mais

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO?

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? A palavra Concílio significa assembleia reunida por convocação e, na Igreja, um concílio sempre teve como objetivo discutir, definir e deliberar sobre questões de

Leia mais

CONCÍLIO VATICANO II. Relevância e Atualidade

CONCÍLIO VATICANO II. Relevância e Atualidade CONCÍLIO VATICANO II Relevância e Atualidade Dogma concepção Imaculada de Maria Syllabus Convocação Concilio PIO IX (1846 1878) Vaticano I Renovação Interna da Igreja Decretos Papais Divulgados em Boletins

Leia mais

Movimento Católico Global pelo Clima Pela criação, pelos mais pobres, pelas futuras gerações

Movimento Católico Global pelo Clima Pela criação, pelos mais pobres, pelas futuras gerações Movimento Católico Global pelo Clima Pela criação, pelos mais pobres, pelas futuras gerações www.catholicclimatemovement.global/pt/ hello@catholicclimatemovement.global Sumário Sumário INTRODUÇÃO 1 QUEM

Leia mais

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO 1 DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO INTRODUCÃO Patrícia Edí Ramos Escola Estadual Maria Eduarda Pereira Soldera São José dos Quatro Marcos Este trabalho tem por objetivo uma pesquisa

Leia mais

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção?

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção? MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Espiritualidade e profecia são duas palavras inseparáveis. Só os que se deixam possuir pelo espírito de Deus são capazes de plantar sementes do amanhã e renovar a face da terra. Todo

Leia mais

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo?

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo? São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224 9 772358 022003 Podemos falar de ética nas práticas de consumo? São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 164 A teologia católica e a ética no

Leia mais

Você foi criado para fazer parte da família de Deus.

Você foi criado para fazer parte da família de Deus. 3ª Semana Você foi criado para fazer parte da família de Deus. I- CONECTAR: Inicie o encontro com dinâmicas que possam ajudar as pessoas a se conhecer e se descontrair para o tempo que terão juntas. Descreva

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996.

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. Doe, EOOCAC'~ 1-fJ~ Tõ~-5. - " ~ 9qr;, ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. EDUCAÇÃO PARA TODOS: ATINGINDO O OBJETIVO

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES: Desafios em tempo de crise. João Bilhim bilhim@iscsp.utl.pt

A RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES: Desafios em tempo de crise. João Bilhim bilhim@iscsp.utl.pt A RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS ORGANIZAÇÕES: Desafios em tempo de crise. João Bilhim bilhim@iscsp.utl.pt CRISE A CRISE É A MELHO BENÇÃO QUE PODE OCORRER COM AS PESSOAS E OS PAÍSES. PORQUE A CRISE TRAZ PROGRESSO.

Leia mais

VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ. DUARTE, Luana 2 UERJ. SILVA, Tairis 3 UERJ

VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ. DUARTE, Luana 2 UERJ. SILVA, Tairis 3 UERJ VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ claudioeduardouerjped@gmail.com DUARTE, Luana 2 UERJ Luanycristine_87@hotmail.com SILVA, Tairis 3 UERJ

Leia mais

Aconselhamento. Real. Um modelo eficaz de. restauração de vidas. Luiz Henrique de Paula

Aconselhamento. Real. Um modelo eficaz de. restauração de vidas. Luiz Henrique de Paula Aconselhamento Real Um modelo eficaz de restauração de vidas Luiz Henrique de Paula 2010 Luiz Henrique de Paula Direitos desta edição reservados à Paco Editorial. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO [25] TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO Entendendo que: 1. O sistema sócio-econômico e político internacionalmente dominante, ao qual se articula o modelo industrial de produção agrícola e

Leia mais

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância Instituto Mundo Melhor 2013 por um MUNDO MELHOR A Educação para a Paz como caminho da infância PROJETO O PROGRAMA INFÂNCIA MUNDO MELHOR O Projeto Infância Mundo Melhor investe na capacitação e na formação

Leia mais

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999.

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. GESTÃO PARA UM MUNDO MELHOR Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. RESUMO: Para o consultor e empresário Oscar Motomura, a sociedade global precisa evoluir, abandonando sua ganância

Leia mais

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial sentimento de ocupar a tribuna para tecermos comentários

Leia mais

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE José Carlos Pezini Luis Alexandre Ribeiro Branco O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE Uma Espiritualidade Cristocêntrica 1 Revisão: Bruna Perrella Brito 2 Prefácio Introdução 1 Índice O Que é Espiritualidade

Leia mais