T R I B U N A L DE J U S T I Ç A

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "T R I B U N A L DE J U S T I Ç A"

Transcrição

1 Ata da Segunda Sessão do ano de 2014 da Comissão Executiva da Câmara Técnica do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres e do Programa: Mulher Viver sem Violência, realizada aos trinta dias do mês de janeiro de dois mil e quatorze, às 10h00, na sede da CEVID, situada no andar térreo deste Tribunal de Justiça - Mauá, sob a presidência da Doutora Dra. Luciane Bortoleto, integrante da CEVID, presentes Dra. Yasmin Pestana (Defensoria Pública), Dra. Liliane Barbosa (Defensoria Pública), Dra. Sandra Lia (OAB/PR), Dra. Camila Mafioletti (MP/PR), Dra. Márcia Marcondes (Delegacia da Mulher) e, secretariada por mim, Bacharel Bruna Caroline M. Rosa (Assessora Judiciária da Presidência, designada junto ao Gabinete da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, convocada para o ato). Foi aberta a Sessão pela Dra. Luciane. 1. Inicialmente a Doutora Luciane relembra a todos que a reunião em questão é para tratar do fluxo do Sistema de Justiça da Casa da Mulher Brasileira, que era para ter ocorrido em dezembro, mas por motivo de pauta adiou-se para janeiro. Ressalta a importância da participação ativa da Defensoria Pública junto ao Projeto da CMB. 2. Menciona a necessidade de se organizar como será realizado o encaminhamento dos presos. Ainda, ressalta ser imprescindível dirimir a questão da competência de cada instituição do Sistema de Justiça dentro da Casa, a fim de evitar que serviços sejam prestados repetidamente. 3. Dra. Luciane passa a palavra para as representantes da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados para se manifestar a respeito das atividades que pretendem desenvolver na CMB, bem como qual foi o resultado da reunião entre as instituições no que tange à competência de cada qual na Casa. 4. Dra. Sandra diz que, de fato, já 1

2 houve a reunião das duas instituições, tendo sido bastante produtiva. Relata que será firmado um termo de cooperação entre ambas as instituições, faltando, no momento, apenas formalizar o ato. Explana que o termo atingiria todo o Estado do Paraná. Pretende a anuência do Tribunal de Justiça e da Secretaria de Segurança Pública ao referido termo de cooperação. Esclarece que onde não houver Defensoria Pública, a OAB chamará os advogados cadastrados para atuarem. Entende que a competência da OAB deve ser residual, atuando apenas quando não houver Defensoria Pública. Os advogados não se absterão a orientar, não seriam apenas figurativos nesse processo. A Ordem dos Advogados supriria a falta da Defensoria Pública. A Defensoria Pública faria o papel de advogado principal. Relembra que a dificuldade está no fato de que nas delegacias, a OAB não tem respaldo. Em razão disso, a OAB se posiciona no sentido de que a fixação dos honorários seja um pouco mais vantajosa para aqueles que venham a atuar desde a Delegacia. 5. Dra. Márcia diz que haverá mulheres com outros problemas, além daqueles relacionados à violência doméstica, e questiona como será a atuação da OAB nesses casos. 6. Dra. Sandra diz que ainda será estabelecido um acordo para essas situações. 7. Dra. Luciane explana que na atuação da Defensoria Pública e da OAB não se deve deixar de considerar essa questão, não somente com relação à CMB, mas também no Juizado. Essas demandas abrangem desde a área de direito de família, até a interdição de incapazes, envolvem toda e qualquer demanda jurídica e social. Nesses casos, atualmente, o Juizado tem encaminhado ao atendimento nas universidades. A pretensão do Juizado é que se possa fazer o efetivo encaminhamento jurídico da mulher quando procura o Juizado. Porém, na 2

3 atual conjuntura, torna-se inviável o atendimento nos Juizados de Violência de todo o caso que a mulher traga, principalmente nas Comarcas do interior. 8. A Defensoria Pública garante que dará esse atendimento inicial, em casos que não envolvam violência doméstica; o acompanhamento não será feito pelo Defensor da CMB, mas sim pelo advogado especializado. 9. Dra. Sandra relata que sua preocupação está na remuneração dos profissionais, que não os Defensores Públicos, que atendam as mulheres na Casa. Há muitas reclamações de maus tratos aos advogados e às mulheres quando do atendimento em delegacias. 10. Dra. Luciane explana que é incumbência do Ministério Público a fiscalização e acompanhamento para evitar tais situações. 11. Dra. Sandra retoma a questão da assinatura do termo de cooperação com a Defensoria Pública e informa que, na realidade, não há prazo para a assinatura do referido termo, mas a minuta já está sendo elaborado. Dra. Sandra sugere que a competência de cada ente deva ser regida por Lei, suscitando a possibilidade de haver questionamento quanto à competência da CMB, nos moldes do que hoje ocorre no NUCRIA. 12. Dra. Luciane explana que cada instituição atuará na Casa da forma como pode, de acordo com os arranjos locais. Relembra, nesse sentido, que, por exemplo, não será criada nova Vara de Violência Doméstica. Desta forma, para o Sistema de Justiça, a exceção da Segurança Pública, serão criados apenas núcleos, uma extensão das instituições, e não uma nova sede. De início, cada ente organiza-se e estrutura-se até onde consegue atuar; porém, o cerne da questão está no fato de que quanto mais se regulamentar, pode-se estar criando um número enorme de entraves ao melhor e mais adequado funcionamento da CMB. Entende que se deve flexibilizar um pouco no início até serem feitas 3

4 as adaptações corretas no trabalho de cada instituição. 13. Dra. Márcia explica que haverá uma gestão administrativa única na Casa, mas haverá um trabalho de cooperação. 14. Dra. Luciane explica que a Casa não será uma instituição a parte. O regimento interno será uma regulamentação geral da função de cada ente, com previsão administrativa e gestão orçamentária, como um condomínio, mas não afetará na atividade e competência interna de cada um. Por exemplo, o Tribunal de Justiça criará um núcleo do Juizado e o funcionamento efetivo será avaliado e, a partir desse funcionamento haverá a descrição de um protocolo a ser seguido. Isto porque a prática do funcionamento da Casa poderá não seguir estritamente a teoria previamente formulada, ante a ausência de precedentes desse tipo de trabalho. Cita como exemplo o próprio Juizado quando foi implantado, que houve equívocos, inclusive, na construção de rotinas, e, com a prática, com o dia a dia, o Juizado foi se adaptando melhor à realidade. Deve-se ficar atento à formatação prévia da Casa, sendo importante zelar primeiramente por sua implantação e aguardar as dificuldades que surgirão, antes de criar determinados regulamentos que possam vir a coibir os ajustes necessários ao seu melhor funcionamento. 15. Dra. Camila compartilha da mesma opinião que a Dra. Luciane, entendendo que se deve formatar de maneira superficial o funcionamento da CMB, e após o dia a dia regulamentar mais formalmente. 16. Dra. Luciane explana que a ideia inicial do Juizado é atuar em 100% (cem por cento) das medidas protetivas virtuais, mas, ainda, está-se a discutir com o Tribunal acerca das intimações, se continuarão via Juizado ou se serão via Núcleo do Juizado. 17. Dra. Yasmin informa que a Defensoria Pública gostaria de lotar permanentemente um Defensor na Casa, mas, por 4

5 enquanto, inexiste tal possibilidade, ante a falta de profissionais. O projeto da Defensoria Pública é montar um regime de plantão, por pelo menos meio período, manhã ou tarde. Informa, ainda, que no período que não houver Defensor de plantão, haverá um estagiário de uma instituição conveniada (UFPR), que tomará todas as informações e passará ao Defensor responsável. Esse é apenas um planejamento mínimo inicial. Informa, ainda, que caso a mulher tenha qualquer demanda cível, a Defensoria poderá ajuizá-la; porém, após o ajuizamento da ação, será outro Defensor, que não aquele que atue na CMB, quem ficará responsável pelo andamento do feito. Em relação ao réu preso, nada foi definido ainda. Os casos de flagrante podem ser encaminhados aos Defensores que atuem na área criminal. 18. Dra. Sandra diz que a OAB trabalhará na CMB de forma residual, ou seja, apenas quando a Defensoria Pública não estiver presente. Entende que a OAB precisa de duas salas para atendimento dos advogados. A ideia inicial não é fazer um plantão na Casa, em razão da baixa remuneração dos profissionais. Mas ainda será analisado como será feito o atendimento em si. Informa que estão sendo cadastrados advogados para esse atendimento. Ainda, a OAB irá disponibilizar funcionários para peticionar e orientar as mulheres. 19. Dra. Luciane informa que a divisão interna dos espaços será realizada oportunamente. Os fluxos já estão todos prontos. O fluxo da Defensoria Pública resta mantido. A OAB seguirá os mesmos moldes do fluxo apresentado pela Defensoria Pública. Serão definidos arranjos internos de horários e formas de trabalho da Defensoria Pública e da OAB, a fim de se evitar atendimentos repetitivos, como o atendimento psicossocial, por exemplo. 20. Dra. Luciane informa que, embora não seja atribuição do 5

6 Judiciário, tem-se desenvolvido um trabalho com o agressor. Não é um serviço de reeducação e reabilitação. É mais um auxílio inicial de orientação e, ainda, não há equipe para dar esse suporte para todos. 21. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a sessão da qual eu, Bacharel Bruna Monteiro Rosa, convocada para o ato, lavrei a presente ata, a qual assino juntamente com a Doutora Luciane Bortoleto. Doutora Luciane Bortoleto Presidente Bel. Bruna Monteiro Rosa Secretária Convocada 6

LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS

LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS Informações enviadas pelos CRESS: 1ª. PA; 2ª. MA; 5ª. BA; 6ª.-MG; 7ª. RJ; 10ª. RS; 11ª. PR; 12ª-SC; 13ª.

Leia mais

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LEI N 1.008, DE 12-04-50 DATA DA DISPONIBILIZAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 2011 - PORTO ALEGRE/RS

Leia mais

Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS. Central Judicial do Idoso TJDFT. MPDFT. DEFENSORIA PÚBLICA DF

Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS. Central Judicial do Idoso TJDFT. MPDFT. DEFENSORIA PÚBLICA DF COORDENADORIA-GERAL DO SISTEMA DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS Nome do Centro Judiciário /CJI Período 1 º de janeiro a 30 de junho/2013 Estrutura de Pessoal Servidores efetivos do TJDFT * Em tramitação pela SUGIP:

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher

PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher Lucinery Helena Resende Ferreira do Nascimento Túlio Carlos Souza Ortiz Desde o nascimento da Lei 11.340, em

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DOCUMENTAÇÃO: JULGAMENTO VIRTUAL

ESTADO DE RONDÔNIA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DOCUMENTAÇÃO: JULGAMENTO VIRTUAL ESTADO DE RONDÔNIA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DOCUMENTAÇÃO: JULGAMENTO VIRTUAL 1. Visão Geral do Projeto Visando dinamizar ainda mais o julgamento dos processos de competência do Tribunal de

Leia mais

EMENTA: Remuneração profissional - cobrança de encaixes CONSULTA

EMENTA: Remuneração profissional - cobrança de encaixes CONSULTA PARECER Nº 2433/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 38/2013 PROTOCOLO N.º 32065/2013 ASSUNTO: REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL - COBRANÇA DE ENCAIXES PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI DIMER GIAMBERARDINO FILHO EMENTA:

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP

PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP PODER JUDICIÁRIO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP Projeto: DIALOGANDO PARA A PAZ 1. INTRODUÇÃO A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno multicausal

Leia mais

ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO

ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO ENUNCIADOS DO FORUM NACIONAL DA MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO Semestralmente o Fórum Nacional da Mediação e Conciliação se reúne e promove discussões objetivando levantar boas práticas que possam aprimorar o

Leia mais

(PROCESSO Nº 1.0000.12.121862-2/000 COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO E DIVISÃO JUDICIÁRIAS)

(PROCESSO Nº 1.0000.12.121862-2/000 COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO E DIVISÃO JUDICIÁRIAS) EMENDA Nº 01 AO ANTEPROJETO DE LEI QUE CRIA CARGOS NOS QUADROS DE PESSOAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DA JUSTIÇA DE PRIMEIRA INSTANCIA DO PODER JUDICIARIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. (PROCESSO

Leia mais

Código: MAP-COGER-006 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013

Código: MAP-COGER-006 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Código: MAP-COGER-006 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Serviços Auxiliares Aprovado por: Corregedoria Geral da Justiça 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios e procedimentos

Leia mais

PROJETO SEMPRE-VIVA Campanha de erradicação de violência Doméstica Ênfase Projeto Sempre-Viva.

PROJETO SEMPRE-VIVA Campanha de erradicação de violência Doméstica Ênfase Projeto Sempre-Viva. PROJETO SEMPRE-VIVA Campanha de erradicação de violência Doméstica Ênfase Projeto Sempre-Viva. TERESA CRISTINA CABRAL SANTANA RODRIGUES DOS SANTOS Juíza de Direito da 2ª Vara Criminal de Santo André Projeto

Leia mais

COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA

COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA COBERTURA - TAXA DE DISPONIBILIDADE OBSTÉTRICA Primeiramente, ressaltamos a relevância do tema e reafirmamos nossa atuação com o intuito de regular o mercado de planos privados de assistência à saúde.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos Projeto Paternidade Responsável. Procedimentos genitoras Primeira Etapa Convocação das 1) Seleção de escolas Verificar no material fornecido o nome do Dirigente Regional, com o qual será feito contato

Leia mais

Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher

Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, através de seu Núcleo Especializado de Promoção e Defesa, vem por meio deste, apresentar os projetos apresentados por conta da assinatura do Termo de Cooperação

Leia mais

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 Dispõe sobre a auto-intimação eletrônica de advogados no âmbito dos Juizados Especiais Federais na 2 a Região. O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA FEDERAL

Leia mais

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE)

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) APROVADO Alterações aprovadas na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) DA ESTRUTURA Art. 1º - A

Leia mais

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS Na data de 03 de maio de 2011 1 o então Coordenador do Projeto Entorno, Luís Guilherme Martinhão Gimenes, reuniu-se com o Comandante Geral do

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

ATA DA REUNIÃO DE DIRETORIA EM 03.04.2014

ATA DA REUNIÃO DE DIRETORIA EM 03.04.2014 ATA DA REUNIÃO DE DIRETORIA EM 03.04.2014 Ao terceiro dia de abril do ano de dois mil e quatorze, às dez horas, reuniu-se, ordinariamente, a diretoria da AJUT Associação dos Servidores na Justiça do Trabalho

Leia mais

MPPA PARTICIPA DA CAMPANHA 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLENCIA DOMESTICA.

MPPA PARTICIPA DA CAMPANHA 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLENCIA DOMESTICA. MPPA PARTICIPA DA CAMPANHA 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLENCIA DOMESTICA. A convite da Coordenadora Estadual de Politicas para Mulheres Presidenta do Conselho Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

Sociedade Educacional UNIFAS. Mantenedora. Faculdade de Sinop FASIP. Mantida DIREITO. Curso NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA NPJ 05 DE JULHO

Sociedade Educacional UNIFAS. Mantenedora. Faculdade de Sinop FASIP. Mantida DIREITO. Curso NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA NPJ 05 DE JULHO Sociedade Educacional UNIFAS Mantenedora Faculdade de Sinop FASIP Mantida DIREITO Curso NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA NPJ 05 DE JULHO REGIMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO Sinop - MT NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

Leia mais

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Proposta para Implementação de Serviço de Responsabilização e Educação de Agressores Grupo Paz em Casa

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA CRIANÇA E DA JUVENTUDE CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - CEDCA/PR

SECRETARIA DE ESTADO DA CRIANÇA E DA JUVENTUDE CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - CEDCA/PR Circular nº 10, 11 de abril de 2011. Senhor(a) Conselheiro(a): O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná (CEDCA/PR) comunica que as sessões ordinárias das câmaras e da plenária

Leia mais

Manual do Usuário (Perfil TJ) Sistema de Solicitação de Indicação

Manual do Usuário (Perfil TJ) Sistema de Solicitação de Indicação Manual do Usuário (Perfil TJ) Sistema de Solicitação de Indicação A Defensoria Pública do Estado, por meio de sua Assessoria de Convênios, comunica que desenvolveu sistema denominado Sistema de Solicitação

Leia mais

ATA DA 48ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS NO DISTRITO FEDERAL.

ATA DA 48ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS NO DISTRITO FEDERAL. ATA DA 48ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS NO DISTRITO FEDERAL. Aos vinte e nove dias do mês de janeiro de dois mil e quatorze, as dez horas e trinta minutos deu-se a última chamada

Leia mais

Conselho Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação Ata Nº 18, de 8 de outubro de 2014 (Sessão Extraordinária do Conselho Gestor de TIC)

Conselho Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação Ata Nº 18, de 8 de outubro de 2014 (Sessão Extraordinária do Conselho Gestor de TIC) Conselho Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação Ata Nº 18, de 8 de outubro de 2014 (Sessão Extraordinária do Conselho Gestor de TIC) Presidente: Leonardo Bidese de Pinho Aos oito dias de outubro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA TÍTULO I Dos Princípios gerais Art. 1. Este regimento Interno disciplina

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este Regulamento rege as atividades

Leia mais

Ata da Reunião nº 4 do Comitê Gestor

Ata da Reunião nº 4 do Comitê Gestor SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM Ata da Reunião nº 4 do Comitê Gestor Pauta: 2. Andamento do Plano

Leia mais

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes Manual do Voluntário O Projeto Correspondentes A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências entre voluntários e crianças ou adolescentes que residem em abrigos ou

Leia mais

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ 1 MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MNPJ INTRODUÇÃO Destina-se o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) a organizar, coordenar e supervisionar o estágio obrigatório para os quatro últimos semestres do curso,

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito FAESF

Dispõe sobre a regulamentação do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito FAESF RESOLUÇÃO DIR. N. 002/08 CENTRO INTEGRADO DE ENSINO SUPERIOR DE FLORIANO FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE FLORIANO - FAESF RUA FÉLIX PACHÊCO, 1206 BAIRRO: MANGUINHA FONE: (89) 3521-6512 ou 3521-2956 CNPJ:

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CAPÍTULO I DA FINALIDADE ART. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica, subordinado à Faculdade de Direito

Leia mais

REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE

REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE 1 REGULALMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE CAPÍTULO I DA FINALIDADE Artigo 1º O Núcleo de Prática Jurídica é órgão destinado a coordenar, executar

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 440, DE 30 DE MAIO DE 2005 Dispõe sobre o pagamento de honorários de advogados dativos, peritos, tradutores e intérpretes, em casos de assistência judiciária gratuita e disciplina os procedimentos

Leia mais

CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS

CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS - SEPesq CONVERSANDO SOBRE AS CARREIRAS JURÍDICAS Voltaire de Freitas Michel Doutor em Direito Uniritter voltairemichel@hotmail.com Resumo: O projeto de extensão Conversando sobre as Carreiras Jurídicas

Leia mais

Relatório da Oficina das Agendas de Implementação e Monitoramento do PMGIRS

Relatório da Oficina das Agendas de Implementação e Monitoramento do PMGIRS Relatório da Oficina das Agendas de Implementação e Monitoramento do PMGIRS OURO VERDE - SC PRODUTO 11 Setembro de 2014 1 SUMÁRIO 1. Identificação 3 2. Objetivo da Atividade 3 3. Relato da atividade 3

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO SÃO LUÍS CURSO DE DIREITO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2011/2015. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 3º. Período

FACULDADE DE EDUCAÇÃO SÃO LUÍS CURSO DE DIREITO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2011/2015. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 3º. Período Art.41 O programa de Estágio Supervisionado compreende as atividades de prática jurídica simulada e real: (Regulamento do Curso). 1- O discente deverá comparecer em todos os encontros agendados, sábados,

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS)

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

Leia mais

CONVÊNIO Nº 015/2009

CONVÊNIO Nº 015/2009 ESTADO DE SERGIPE PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE CONVÊNIO Nº 015/2009 CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE E A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. O

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE COORDENADORIA DE ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ORIENTAÇÕES AOS ACADÊMICOS Compete à Coordenadoria de Estágios Supervisionados: promover, coordenar, supervisionar e avaliar o Estágio de Prática Forense. O Estágio

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre normas para realização do estágio de prática jurídica, componente curricular obrigatório dos Cursos de Direito. Do Núcleo de Prática Jurídica Art.

Leia mais

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios CENTRAL DE APOIO JUDICIAL AOS IDOSOS

Poder Judiciário da União Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios CENTRAL DE APOIO JUDICIAL AOS IDOSOS TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS COORDENADORIA-GERAL DO SISTEMA DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS Nome do Centro Judiciário Central de Apoio Judicial aos Idosos/CAJI Período 1º de janeiro

Leia mais

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Aos 21 de março de 2014, dia em que o mundo comemora o Dia Internacional contra a Discriminação Racial instituído pela ONU em 1966, adotamos o presente Pacto

Leia mais

SOCIEDADE PIAUIENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. INSTITUTO CAMILLO FILHO

SOCIEDADE PIAUIENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. INSTITUTO CAMILLO FILHO SOCIEDADE PIAUIENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA. INSTITUTO CAMILLO FILHO CONSELHO SUPERIOR Anexo Único à Resolução nº 008/2014, de 11 de dezembro de 2014, do Conselho Superior (CONSUP) REGULAMENTO DO ESTÁGIO

Leia mais

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians I. INTRODUÇÃO Durante uma pesquisa realizada exclusivamente com homens pelo Instituto Avon/Data Popular e lançada em novembro de 2013, alguns dados

Leia mais

MINUTA TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA PROVEDORES

MINUTA TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA PROVEDORES Sumário TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA...2 1.1 DO OBJETO...2 1.2 DA EXECUÇÃO...2 1.3 DOS DIREITOS E DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES...2 1.3.1 SÃO DIREITOS DOS PARTÍCIPES:...2 1.3.2 SÃO OBRIGAÇÕES DOS PARTÍCIPES:...2

Leia mais

MPPA PARTICIPA DAS CONFERÊNCIAS DE POLITICAS PUBLICAS DE BELÉM E ANANINDEUA.

MPPA PARTICIPA DAS CONFERÊNCIAS DE POLITICAS PUBLICAS DE BELÉM E ANANINDEUA. MPPA PARTICIPA DAS CONFERÊNCIAS DE POLITICAS PUBLICAS DE BELÉM E ANANINDEUA. A promotora de justiça LUCINERY HELENA RESENDE DO NASCIMENTO participou das Conferências Municipais de Políticas para as Mulheres

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SETOR JURÍDICO DA ASSEMP

REGIMENTO INTERNO DO SETOR JURÍDICO DA ASSEMP REGIMENTO INTERNO DO DA ASSEMP O Setor Jurídico da ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DA PREFEITURA DE BELO HORIZONTE, doravante denominado Jurídico-ASSEMP, será regido de acordo com este regimento e

Leia mais

Inspeção Cartorária. Objetivos da inspeção judicial

Inspeção Cartorária. Objetivos da inspeção judicial Inspeção Cartorária A inspeção cartorária é um instrumento de fiscalização e controle da administração da justiça e da atividade dos órgãos e dos serviços judiciários e administrativos. O seu propósito

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 131/2010 Dispõe sobre a criação do Fundo Especial dos Procuradores, Consultores Jurídicos, Assessores Técnicos Jurídicos e Advogados Públicos Municipais de Foz do Iguaçu. Autor: Vereador

Leia mais

I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS

I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS CARTA DE CURITIBA Os participantes do I CONGRESSO BRASILEIRO DE EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS, realizado em Curitiba PR, de

Leia mais

PROJETO ELO PARA A CIDADANIA

PROJETO ELO PARA A CIDADANIA PROJETO ELO PARA A CIDADANIA I - IDENTFICAÇÃO Entidade Executora: Ordem dos Advogados do Brasil OAB Subseção de Pirassununga, a Secretaria Municipal da Promoção Social, a Secretaria Municipal de Educação,

Leia mais

A Gerência do Projeto

A Gerência do Projeto A Gerência do Projeto O projeto é coordenado pela Comissão de Tecnologia da Informação e Infraestrutura do Conselho Nacional de Justiça, presidida pelo Ministro Cezar Peluso e integrada também pelos conselheiros

Leia mais

Circular NPJ nº 01/2008:

Circular NPJ nº 01/2008: Rio de Janeiro, 14 de março de 2008. Circular NPJ nº 01/2008: Apresenta o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica e do Escritório Modelo. Estimados Alunos, Essa circular visa ao esclarecimento do funcionamento

Leia mais

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES CURSO DE DIREITO PRÁTICA JURÍDICA

FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES CURSO DE DIREITO PRÁTICA JURÍDICA FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES CURSO DE DIREITO PRÁTICA JURÍDICA Regras Básicas para as Atividades de Prática Jurídica a partir do ano letivo de 2013 Visitas Orientadas 72 Horas Obrigatórias Visitas Justiça

Leia mais

PROJETO PARCERIA COM A POLÍCIA

PROJETO PARCERIA COM A POLÍCIA PROJETO PARCERIA COM A POLÍCIA CAPACITAÇÃO SOBRE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PARA A POLÍCIA MILITAR E CIVIL 1) INTRODUÇÃO: O Ministério Público desempenha um papel fundamental quando colabora com a capacitação

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ATA DA 16ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DA GERÊNCIA-EXECUTIVA DO INSS EM VARGINHA/MG. Data: 28/02/2007 Horário:14:30hs Local: Gerência Executiva

Leia mais

O artigo 8º da referida lei, contemplando exatamente a dimensão do sofrimento e dos danos que a violência doméstica e familiar provoca, determina:

O artigo 8º da referida lei, contemplando exatamente a dimensão do sofrimento e dos danos que a violência doméstica e familiar provoca, determina: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO VARA CENTRAL DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER SP Projeto: DE MÃOS DADAS COM A REDE Introdução A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JURANDA Estado do Paraná LEI Nº 558/2003

PREFEITURA MUNICIPAL DE JURANDA Estado do Paraná LEI Nº 558/2003 LEI Nº 558/2003 CRIA O CONSELHO COMUNITÁRIO DE SEGURANÇA DO MUNICÍPIO DE JURANDA, ESTADO DO PARANÁ, ESTABELECE ATRIBUIÇÕES E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE JURANDA, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 14/2015-CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 14/2015-CM PROVIMENTO N. 14/2015-CM Estabelece a rotina de realização das Audiências de Custódia junto à 11ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. O PRESIDENTE DO CONSELHO DA MAGISTRATURA DO, no uso das suas atribuições,

Leia mais

Ata de Reunião. Ministério Público do Estado de Goiás 8:30 HORAS SALA T-11 - MPGO 22/09/08 REUNIÃO PRESIDIDA POR TIPO DE REUNIÃO

Ata de Reunião. Ministério Público do Estado de Goiás 8:30 HORAS SALA T-11 - MPGO 22/09/08 REUNIÃO PRESIDIDA POR TIPO DE REUNIÃO Ata de Reunião 22/09/08 8:30 HORAS SALA T-11 - MPGO REUNIÃO PRESIDIDA POR TIPO DE REUNIÃO SECRETÁRIO PARTICIPANTES Maurício Alexandre Gebrim 3 a Reunião Ordinária da Comissão de Gestão Ambiental Déborah

Leia mais

UNIVERSIDADE CIDADÃ:

UNIVERSIDADE CIDADÃ: 1 UNIVERSIDADE CIDADÃ: UNINDO FORÇAS EM NOME DA CONCILIAÇÃO REGIÃO SERIDÓ - RN ENTIDADE DE EXECUÇÃO DA PRÁTICA: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO SERIDÓ (CERES) Rua

Leia mais

nmiql_l_ UNIVERSIDADEFE~ERALDOPARANÁ

nmiql_l_ UNIVERSIDADEFE~ERALDOPARANÁ nmiql_l_ UNIVERSIDADEFE~ERALDOPARANÁ ~t ~ J~ SETOR DE EDUCAÇAO Centro de Estudos e Pesquisa do Setor de Educação -CEPED Comitê Setorial de Pesquisa (CSPQ) UFPR REGIMENTO CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DAS FINALIDADES

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS EMAIL: JAYME.MARINHO@TJAM.JUS.BR NÚCLEO DE ADVOCACIA VOLUNTÁRIA RESPONSÁVEL: JAYME BENCHAYA MARINHO, COORDENADOR DO NÚCLEO DE ADVOCACIA VOLUNTÁRIA DO TRIBUNAL

Leia mais

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º. As Práticas de Campo do Curso de Enfermagem parte integrante

Leia mais

Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia - AGERSA

Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia - AGERSA Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia - AGERSA RESOLUÇÃO Nº 006/2013 Altera a Resolução AGERSA nº 001/2013, que aprovou o Regimento da Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado

Leia mais

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social O PETI e o Trabalho em Rede Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social Articulação da rede de serviços socioassistenciais Proteção

Leia mais

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG;

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG; Certifico que a presente Resolução foi disponibilizada neste local no dia 05/12/2014 Graziela de Fátima Rocha Secretaria da Reitoria RESOLUÇÃO UNIV. N o 43, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014. Aprova o Regimento

Leia mais

Processo TCU / MP-SP / CEAGESP

Processo TCU / MP-SP / CEAGESP Processo TCU / MP-SP / CEAGESP SINCAESP / APESP Denuncia ao MP/SP: maio de 2012 Auditoria TCU: 2013 Acórdão: TCU 06 de agosto 2014 nº 2050/2015 1 Tarifas: no prazo de 90 dias, a Ceagesp deve reajustar

Leia mais

ATA DA 4ª SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CAD, DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ UNESPAR.

ATA DA 4ª SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CAD, DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ UNESPAR. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 ATA DA 4ª SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CAD, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

NPJ - Núcleo de Prática Jurídica

NPJ - Núcleo de Prática Jurídica NPJ - Núcleo de Prática Jurídica O Núcleo de Prática Jurídica - NPJ da FSG constitui-se como o espaço que promove a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão e é voltado para a formação prática

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 191/2015

RESOLUÇÃO Nº 191/2015 RESOLUÇÃO Nº 191/2015 Institui o Programa Acadêmico Conciliador e Mediador, no âmbito do Poder Judiciário do Estado do Acre. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE, por seu Pleno Administrativo, no uso

Leia mais

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotado de personalidade jurídica e forma

Leia mais

1 DEMANDA: Estruturação da Secretaria Executiva do CISP;

1 DEMANDA: Estruturação da Secretaria Executiva do CISP; 5ª Reunião Ordinária do Comitê Interinstitucional em Segurança Pública - CISP 15/08/2011 DEMANDAS ANTERIORES / AÇÕES 1 DEMANDA: Estruturação da Secretaria Executiva do CISP; AÇÃO: Estruturação do Centro

Leia mais

Nome do Responsável: Cargo do Responsável: Contatos do Responsável: Estado ou Município ou Distrito Federal: Referente ao período: Nome do órgão:

Nome do Responsável: Cargo do Responsável: Contatos do Responsável: Estado ou Município ou Distrito Federal: Referente ao período: Nome do órgão: RELATÓRIO DA REDE DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS Nome do Responsável: Cargo do Responsável: Contatos do Responsável: Estado ou Município ou Distrito Federal: Referente ao período: Nome do órgão:

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N 1.057/05 Aprova a NBC P 2.4 Honorários O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés REGULAMENTO DO NUCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE AIMORÉS Este Regulamento se aplica ao curso de Direito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés TÍTULO I DOS

Leia mais

Peticionar Inquérito e Outros Documentos

Peticionar Inquérito e Outros Documentos Peticionar Inquérito e Outros Documentos Este manual se destina a orientar a Polícia Civil a realizar o Peticionamento de Inquéritos e Outros Documentos (exceto Auto de Prisão em Flagrante) para o Tribunal

Leia mais

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009)

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) Consulta nº 159.756/08 Assuntos: - Filmagem em interior de UTI. - Legalidade de contratação de médicos plantonistas como pessoa jurídica.

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

Exmo. Sr. Juiz Auxiliar da Corregedoria e Diretor do Foro da Capital,

Exmo. Sr. Juiz Auxiliar da Corregedoria e Diretor do Foro da Capital, Ofício SINDOJUS/MG nº 00547/2014 Exmo. Sr. Juiz Auxiliar da Corregedoria e Diretor do Foro da Capital, O SINDOJUS/MG, legítimo representante da categoria dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado de

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Segurança proíbe depósitos de terceiros em contas de presidiários

CÂMARA DOS DEPUTADOS Segurança proíbe depósitos de terceiros em contas de presidiários ASSESSORIA PARLAMENTAR INFORMATIVO 14 DE NOVEMBRO DE 2014 CÂMARA DOS DEPUTADOS Segurança proíbe depósitos de terceiros em contas de presidiários A intenção é evitar que condenados usem essas contas para

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012 CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012 Aprova o cronograma das atividades relacionadas à implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO 1. O Comitê de Inovação (o "Comitê") é um órgão colegiado de assessoramento e instrução, instituído pelo

Leia mais

ATA DE SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO PLENO DA SUBSEÇÃO DE JOINVILLE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DE SANTA CATARINA REALIZADA EM 05/07/2011

ATA DE SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO PLENO DA SUBSEÇÃO DE JOINVILLE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DE SANTA CATARINA REALIZADA EM 05/07/2011 ATA DE SESSÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO PLENO DA SUBSEÇÃO DE JOINVILLE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DE SANTA CATARINA REALIZADA EM 05/07/2011 1. DATA E HORA 05/07/2011 às 19:00 horas. 2. LOCAL Auditório

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA UNIFEBE Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 36/14, de 10/12/14. CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA PAGAMENTO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA PAGAMENTO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA 0 HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA RESOLUÇÃO 541/2007 - CJF JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SÃO PAULO NÚCLEO FINANCEIRO SEÇÃO DE

Leia mais

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA MANUAL DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA 1. APRESENTAÇÃO O manual contém informações a respeito da estrutura e do funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica, do Curso de Direito da FAPE - Faculdade de Presidente

Leia mais

Nota técnica n. 01/2010-Caixa

Nota técnica n. 01/2010-Caixa Nota técnica n. 01/2010-Caixa Em atenção aos nossos clientes que demandaram análise de proposta da Caixa Econômica Federal para adequação da jornada de trabalho dos empregados que exercem cargos em comissão

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO N.º 01/2010-TJ PODER JUDICIÁRIO Dispõe sobre o controle de frequência dos servidores do Poder Judiciário do Estado do Maranhão. O PRESIDENTE DO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

PROCURAÇÃO (Gratificação de Desempenho Ministério do Trabalho)

PROCURAÇÃO (Gratificação de Desempenho Ministério do Trabalho) PROCURAÇÃO (Gratificação de Desempenho Ministério do Trabalho) NOME:, FILIAÇÃO:, NACIONALIDADE:, ESTADO CIVIL:, PROFISSÃO:, SIAPE:, R.G.:, CPF:, ENDEREÇO:, CIDADE:, BAIRRO:, TELEFONE PARA CONTATO:, E-mail:,

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais