Norma Regulamentadora n 18- Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção

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1 Norma Regulamentadora n 18- Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção SUMÁRIO 1. Introdução Desenvolvimento Objetivo, Campo de Aplicação e Comunicação Prévia Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT Áreas de Vivência Demolição, Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas Carpintaria e Armações de Aço Escadas, Rampas e Passarelas e Medidas de Proteção contra Quedas de Altura Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas Andaimes e Plataformas de Trabalho 21 Cabos de Aço e Cabos de Fibra Sintética, Alvenaria, 2.9. Revestimentos e Acabamentos, Telhados e 23 Coberturas e Serviços em Flutuantes Locais Confinados e Instalações Elétricas 24 Máquinas, Equipamentos e Ferramentas Diversas, Equipamentos de Proteção Individual e CIPA nas 26 empresas da Indústria da Construção Armazenagem e Estocagem de Materiais, Transporte de Trabalhadores em Veículos Automotores Proteção Contra Incêndios, Sinalização de Segurança e Treinamento Ordem e Limpeza, Tapumes e Galerias, Acidente Fatal e Dados Estatísticos 31 Comitês Permanentes Sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção, Recomendações Técnicas de Procedimentos (RTP) e 32 Disposições Finais 3. Questões comentadas Lista das questões comentadas Gabaritos das questões Conclusão 71 Prof. Mário Pinheiro 1

2 1. Introdução Olá amigos, Vamos estudar hoje a NR 18, vista por muitos como uma das mais difíceis no estudo de segurança e saúde no trabalho. Pelo próprio Sumário da aula todos perceberam que ela é bastante extensa e abrangente. No corpo da NR há disposições específicas sobre Equipamentos de Proteção Individual (objeto da NR 6), sinalização de segurança (NR 26), proteção contra incêndios (NR 23), etc. Como de praxe, direcionaremos nosso estudo com objetividade, de modo a comentarmos de forma bastante breve os trechos que não costumam cair em prova. Sobre alguns itens não encontrei uma questão sequer de concursos, então não há porque estudarmos a fundo esses assuntos! Por outro lado, há trechos que caem com muita freqüência (PCMAT, áreas de vivência) e serão comentados com maior profundidade. 2. Desenvolvimento Não seguiremos rigidamente as divisões de tópicos da NR 18. Procurei agrupar alguns itens para melhorar a disposição dos assuntos na nossa aula Objetivo, Campo de Aplicação e Comunicação Prévia O objetivo da NR 18 é implementar medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho da indústria da construção. Desse modo, a NR 18 estabelece uma série de medidas que visam a resguardar a segurança e a saúde dos trabalhadores da construção, que é um setor da economia onde o número de acidentes é preocupante. Apesar de dispor sobre os mais diversos assuntos na área da construção, a própria NR esclarece que a observância de suas disposições não desobriga os empregadores do cumprimento das disposições relativas às condições e meio ambiente de trabalho, determinadas na legislação federal, estadual e/ou municipal, e em outras estabelecidas em negociações coletivas de trabalho. Alguns devem estar pensando: "já li isso em algum lugar!" Sim, nós já vimos algo parecido com isso no começo do curso, quando estudamos a NR 1 - Disposições gerais. Vamos comparar os trechos: Prof. Mário Pinheiro 2

3 NR 1 (item 1.2) NR 18 (item ) A observância das Normas Regulamentadoras - NR não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios, e outras, oriundas de convenções e acordos coletivos de trabalho. A observância do estabelecido nesta NR não desobriga os empregadores do cumprimento das disposições relativas às condições e meio ambiente de trabalho, determinadas na legislação federal, estadual e/ou municipal, e em outras estabelecidas em negociações coletivas de trabalho. A NR 18 também traz disposição em relação a comunicação prévia, que é tratado na NR 2 e no artigo 160 da CLT. Vamos ler e comparar os dois textos: Art. 160, caput, CLT NR 18 (item ) Nenhum estabelecimento É obrigatória a comunicação à Delegacia Regional poderá iniciar suas do Trabalho (atuais SRTE), antes do início das atividades sem prévia atividades, das seguintes Informações: inspeção e aprovação das endereço correto da obra; endereço correto e respectivas instalações pela autoridade regional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho. qualificação (CEI, CGC ou CPF) do contratante, empregador ou condomínio; tipo de obra; datas previstas do início e conclusão da obra; e número máximo previsto de trabalhadores na obra. Oportuno mencionar que a comunicação prévia não é um pedido de autorização para realizar a obra de engenharia. É tão somente uma informação, com os dados exigidos pela NR, para que a unidade do MTE tenha conhecimento da obra antes do início da mesma Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT Antes de tudo, alerto que esse trecho da NR é importantíssimo; vamos lê-lo com atenção, pois cai muito em provas. O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR 9 - Programa de Prevenção e Riscos Ambientais. Assim, o PCMAT deve estar articulado com outros programas existentes, deve visar à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, deve controlar os riscos ambientais, etc. Lembram-se do que estudamos sobre o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais)? É um Programa que objetiva preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. Prof. Mário Pinheiro 3

4 Em face das disposições da NR 18, nas atividades da indústria da construção, adicionalmente ao PPRA, é obrigatória a implementação do PCMAT, que deve ser elaborado e executado por profissional legalmente habilitado na área de segurança do trabalho. Então, assim como o PPRA, todos os empregadores devem implementar o PCMAT? A resposta é não! São obrigatórios a elaboração e o cumprimento do PCMAT nos estabelecimentos com 20 (vinte) trabalhadores ou mais, contemplando os aspectos da NR 18 e outros dispositivos complementares de segurança. Então, apesar do PCMAT dever contemplar as exigências contidas na NR 9 (PPRA), os dois Programas apresentam diferenças; vamos analisá-las com o seguinte quadro: Diferenças PPRA (NR 9) PCMAT (NR 18) Quem deve elaborar e implementar? Quem deve elaborar? Todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT - ou pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR. Estabelecimentos com 20 (vinte) ou mais trabalhadores. Profissional legalmente habilitado na área de segurança do trabalho. A implementação do PCMAT nos estabelecimentos é de responsabilidade do empregador ou condomínio. Documentos que integram o PCMAT: a) memorial sobre condições e meio ambiente de trabalho nas atividades e operações, levando-se em consideração riscos de acidentes e de doenças do trabalho e suas respectivas medidas preventivas; b) projeto de execução das proteções coletivas em conformidade com as etapas de execução da obra; c) especificação técnica das proteções coletivas e individuais a serem utilizadas; d) cronograma de implantação das medidas preventivas definidas no PCMAT; e) layout inicial do canteiro de obras, contemplando, inclusive, previsão de dimensionamento das áreas de vivência; f) programa educativo contemplando a temática de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, com sua carga horária. Simplificando: Prof. Mário Pinheiro 4

5 O memorial sobre condições e meio ambiente de trabalho nas atividades e operações deve reconhecer os riscos existentes nas atividades, operações, máquinas e equipamentos do canteiro de obras e definir as medidas cabíveis para controlar tais riscos. O projeto de execução das proteções coletivas deve prever os detalhes de tais proteções. É importante que o projeto preveja os aspectos construtivos das mesmas. O projeto deve estar em conformidade com as etapas de execução da obra. Também deve compor o PCMAT a documentação relativa à especificação técnica das proteções coletivas e individuais. A especificação técnica inclui detalhes como os materiais com os quais as proteções serão feitas, quais devem ser as medidas, etc. Quanto aos equipamentos de proteção individual, deverá haver especificação técnica em relação ao tipo de EPI a ser utilizado, em que circunstâncias deverá ser fornecido, etc. O cronograma deverá prever as etapas da obra e as datas relevantes para que as medidas previstas no PCMAT sejam aplicadas tempestivamente, de acordo com o andamento dos trabalhos. Igualmente deverá constar do PCMAT documentação acerca do layout inicial do canteiro de obras, que é a disposição no canteiro de obras com a localização de passagens e acessos para a carpintaria, depósito de materiais, elevadores, etc. Também deverá constar do layout inicial do canteiro de obras a previsão de dimensionamento das áreas de vivência (vestiários, instalações sanitárias, local de refeições, etc.). Por fim, deverá compor o PCMAT programa educativo contemplando a temática de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, com sua carga horária. Esse programa educativo deve possuir enfoque prevencionista, de modo a ensinar os trabalhadores a como exercer suas funções (armador de aço, carpinteiro, servente de pedreiro) com segurança. Destaque-se que deve constar do PCMAT a carga horária do programa educativo. Prof. Mário Pinheiro 5

6 2.3. Áreas de Vivência Pessoal, os tópicos PCMAT e áreas de vivência são os que mais caem em provas. Vamos lê-los com o máximo de atenção possível. Áreas de vivência são áreas destinadas a suprir as necessidades básicas humanas de alimentação, higiene, descanso, lazer, convivência e ambulatória, devendo ficar fisicamente separadas das áreas laborais. O tópico inicia com a enumeração do que são consideradas áreas de vivência: " Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d) local de refeições; e) cozinha, quando houver preparo de refeições; f) lavanderia; g) área de lazer; h) ambulatório, quando se tratar de frentes de trabalho com 50 (cinqüenta) ou mais trabalhadores". A obrigatoriedade de possuir ou não a área de vivência foi feita condicionalmente para a cozinha e o ambulatório (quando houver preparo de refeições e quando se tratar de frentes de trabalho com 50 (cinqüenta) ou mais trabalhadores, respectivamente). Além disso, a obrigatoriedade de existência de alojamento, lavanderia e área de lazer só ocorrerá quando houverem trabalhadores alojados, conforme item : " O cumprimento do disposto nas alíneas "c", "f" e "g" é obrigatório nos casos onde houver trabalhadores alojados". Segue o quadro para memorizar: Área de Obrigatoriedade vivência Instalações sanitárias Vestiário Todos os canteiros de obras devem dispor Local de refeições Cozinha Ambulatório Alojamento Lavanderia Area de lazer Quando houver preparo de refeições Quando se tratar de frentes de trabalho com 50 (cinqüenta) ou mais trabalhadores Nos canteiros de obras onde houver trabalhadores alojados Prof. Mário Pinheiro 6

7 Vamos traçar um panorama geral sobre cada uma das áreas de vivência. Entende-se como instalação sanitária o local destinado ao asseio corporal e/ou ao atendimento das necessidades fisiológicas de excreção, sendo proibida a utilização dessas instalações para outros fins. As instalações sanitárias devem ser mantidas em perfeito estado de conservação e higiene (como todas as outras áreas de vivência), ter portas de acesso que impeçam o devassamento e ser construídas de modo a manter o resguardo conveniente, estar situadas em locais de fácil e seguro acesso, não sendo permitido um deslocamento superior a 150 (cento e cinqüenta) metros do posto de trabalho aos gabinetes sanitários, mictórios e lavatórios. As instalações sanitárias não podem se ligar diretamente com os locais destinados às refeições. Segundo o item , a instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, vaso sanitário e mictório, na proporção de 1 (um) conjunto para cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores ou fração. Lavatório Instalação sanitária Vaso sanitário Mictório Dessa forma, em um canteiro de obras com 20 empregados deve haver 1 conjunto de lavatório, vaso sanitário e mictório. Se o canteiro possuir 40 empregados, deve haver 3 instalações sanitárias. Quanto aos chuveiros, estes devem existir na proporção de 1 (uma) unidade para cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração. Assim, se o canteiro de obras possui 10 empregados, deve haver 1 chuveiro; se possuir 20, deve haver 2 chuveiros, e assim por diante. E se possuir 25 empregados? Aí serão 3 chuveiros (a NR fala em "cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração"). Quanto aos lavatórios, estes podem ser individuais ou coletivos (tipo calha), devem possuir torneira de metal ou de plástico e devem dispor de recipiente para coleta de papéis usados (os papéis toalha utilizados para secar as mãos). Já o local destinado ao vaso sanitário (gabinete sanitário) deve ter área mínima de 1,00m2 (um metro quadrado), deve ter divisórias com altura mínima de 1,80m (um metro e oitenta centímetros) e ter recipiente com tampa, para depósito de papéis usados, sendo obrigatório o fornecimento de papel higiênico. Os vasos sanitários devem ser do tipo bacia turca ou sifonado, ter caixa de descarga ou válvula automática e ser ligado à rede geral de esgotos ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos. Os mictórios devem ser individuais ou coletivos (tipo calha) - mesma regra dos lavatórios -, ser providos de descarga provocada ou automática e ser Prof. Mário Pinheiro 7

8 ligado diretamente à rede de esgoto ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos - mesma regra dos vasos sanitários. Instalação sanitária Lavatórios Mictórios Vasos sanitários Individual ou coletivo, tipo calha Bacia turca ou sifonado Altura de 0,90m Torneira de metal ou de plástico Dispor de recipiente para coleta de papéis usados Descarga provocada ou automática Ligado à rede geral d séptica, com inte hidrá Instalados a uma altura máxima de 0,50m do piso Revestimento interno de material liso, impermeável e lavável Caixa de descarga ou válvula automática e esgotos ou à fossa rposição de sifões ulicos As características comuns a mais de um item foram destacadas. Os chuveiros devem ser de metal ou plástico, individuais ou coletivos, devendo dispor de água quente. Os chuveiros elétricos devem ser aterrados adequadamente, para evitar choques elétricos. Deve haver um suporte para sabonete e cabide para toalha, correspondente a cada chuveiro. A área mínima necessária para utilização de cada chuveiro é de 0,80m2 (oitenta centímetros quadrados), e os pisos dos locais onde forem instalados os chuveiros devem ter caimento que assegure o escoamento da água para a rede de esgoto, quando houver, e ser de material antiderrapante ou provido de estrados de madeira. Todo canteiro de obra deve possuir vestiário para troca de roupa dos trabalhadores que não residem no local. A localização do vestiário deve ser próxima aos alojamentos e/ou à entrada da obra, sem ligação direta com o local destinado às refeições. Os vestiários devem ser mantidos em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza (assim como todas as áreas de vivência), ter bancos em número suficiente para atender aos usuários e ter armários individuais dotados de fechadura ou dispositivo com cadeado. Os alojamentos dos canteiros de obra devem ter instalações elétricas adequadamente protegidas e área mínima de 3,00m2 (três metros) quadrados por módulo cama/armário, incluindo a área de circulação. Os alojamentos não podem estar situados em subsolos ou porões das edificações. Tanto os vestiários quanto os alojamentos devem ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente, pisos de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente, cobertura que proteja contra as intempéries, Prof. Mário Pinheiro 8

9 área de ventilação correspondente a 1/10 (um décimo) de área do piso e iluminação, natural e/ou artificial. Podem ser usados beliches nos alojamentos de canteiros de obras? Podem, mas com algumas condições: no máximo 2 (duas) camas na mesma vertical, altura mínima de 1,20 metros entre a cama de cima e o teto e a cama superior do beliche deve ter proteção lateral e escada (para evitar queda; canteiro de obras não pode ter criança mas pode ter empregado sonâmbulo!). As camas devem dispor de lençol, fronha e travesseiro em condições adequadas de higiene, bem como cobertor, quando as condições climáticas assim o exigirem. Os alojamentos devem ter armários duplos individuais. Duplos porque devem ter 2 (dois) compartimentos: um para roupa de uso comum e outro para roupa de trabalho. É proibido cozinhar e aquecer qualquer tipo de refeição dentro do alojamento (principalmente pelo risco de incêndio). É vedada a permanência de pessoas com moléstia infecto-contagiosa nos alojamentos, para evitar o contágio dos outros trabalhadores. É obrigatório no alojamento o fornecimento de água potável, filtrada e fresca, para os trabalhadores por meio de bebedouros de jato inclinado ou equipamento similiar que garanta as mesmas condições, na proporção de 1 (um) para cada grupo de 25 (vinte e cinco) trabalhadores ou fração. É proibido o uso de copos coletivos. Relembrando as proporções estudadas até agora: Item Chuveiros Instalação sanitária (lavatório, vaso sanitário e mictório) Bebedouros de jato inclinado (ou equipamento similiar) Proporção de 1 (um) para cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração conjunto para cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores ou fração para cada grupo de 25 (vinte e cinco) trabalhadores ou fração Em relação aos locais para refeição, a NR enumera as seguintes características: a) ter paredes que permitam o isolamento durante as refeições; b) ter piso de concreto, cimentado ou de outro material lavável: mesma regra relativa aos vestiários e alojamentos; c) ter cobertura que proteja das intempéries: mesma regra relativa aos vestiários e alojamentos; d) ter capacidade para garantir o atendimento de todos os trabalhadores no horário das refeições; Prof. Mário Pinheiro 9

10 e) ter ventilação e iluminação natural e/ou artificial: mesma regra relativa aos vestiários e alojamentos; f) ter lavatório instalado em suas proximidades ou no seu interior: lembrando que lavatório não é sinônimo de instalação sanitária! Não pode haver, por exemplo, um mictório no interior do local para refeições; g) ter mesas com tampos lisos e laváveis; h) ter assentos em número suficiente para atender aos usuários; i) ter depósito, com tampa, para detritos; j) não estar situado em subsolos ou porões das edificações: mesma regra relativa aos alojamentos; k) não ter comunicação direta com as instalações sanitárias: não pode haver uma instalação sanitária completa (lavatório, vaso sanitário e mictório), mas, como vimos na alínea "f", é obrigatório haver lavatório nas proximidades ou interior do local para refeições; l) ter pé-direito mínimo de 2,80m (dois metros e oitenta centímetros), ou respeitando-se o que determina o Código de Obras do Município da obra. Independentemente do número de trabalhadores e da existência ou não de cozinha, em todo canteiro de obra deve haver local exclusivo para o aquecimento de refeições, dotado de equipamento adequado e seguro para o aquecimento. É proibido preparar, aquecer e tomar refeições fora do local determinado para tal atividade. Vimos que cozinha não é área de vivência obrigatória em todos os canteiros de obra; só será obrigatória quando houver preparo de refeições. Quando houver cozinha no canteiro de obra, ela deve: a) ter ventilação natural e/ou artificial que permita boa exaustão; b) ter pé-direito mínimo de 2,80m (dois metros e oitenta centímetros), ou respeitando-se o Código de Obras do Município da obra; c) ter paredes de alvenaria, concreto, madeira ou material equivalente; d) ter piso de concreto, cimentado ou de outro material de fácil limpeza; e) ter cobertura de material resistente ao fogo; f) ter iluminação natural e/ou artificial; g) ter pia para lavar os alimentos e utensílios; h) possuir instalações sanitárias que não se comuniquem com a cozinha, de uso exclusivo dos encarregados de manipular gêneros alimentícios, refeições e utensílios, não devendo ser ligadas à caixa de gordura; i) dispor de recipiente, com tampa, para coleta de lixo; j) possuir equipamento de refrigeração para preservação dos alimentos; k) ficar adjacente ao local para refeições; l) ter instalações elétricas adequadamente protegidas; m) quando utilizado GLP, os botijões devem ser instalados fora do ambiente de utilização, em área permanentemente ventilada e coberta. É obrigatório o uso de aventais e gorros para os que trabalham na cozinha. Para finalizar o tópico áreas de vivência, vamos falar sobre contêineres. Prof. Mário Pinheiro 10

11 Há autorização na NR para que as empresas utilizem contêineres (aqueles usados para transportar mercadorias em navios) e outras instalações móveis em áreas de vivência. As regras constam do item " Instalações móveis, inclusive contêineres, serão aceitas em áreas de vivência de canteiro de obras e frentes de trabalho, desde que, cada módulo: a) possua área de ventilação natural, efetiva, de no mínimo 15% (quinze por cento) da área do piso, composta por, no mínimo, duas aberturas adequadamente dispostas para permitir eficaz ventilação interna; b) garanta condições de conforto térmico; c) possua pé direito mínimo de 2,40m (dois metros e quarenta centímetros); d) garanta os demais requisitos mínimos de conforto e higiene estabelecidos nesta NR; e) possua proteção contra riscos de choque elétrico por contatos indiretos, além do aterramento elétrico". Existem empresas que constroem contêineres especificamente para serem utilizados com alojamento, local para refeições, escritórios, banheiros, stands de vendas (muito comuns para corretores de imóveis), etc. Há outros casos em que os contêineres originalmente eram usados para transportes de cargas e foram adaptados para servir de áreas de vivência. Para esse segundo caso há uma regra específica na NR 18: " Tratando-se de adaptação de contêineres, originalmente utilizados no transporte ou acondicionamento de cargas, deverá ser mantido no canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho e do sindicato profissional, laudo técnico elaborado por profissional legalmente habilitado, relativo a ausência de riscos químicos, biológicos e físicos (especificamente para radiações) com a identificação da empresa responsável pela adaptação" Demolição, Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas. Antes de se iniciar a demolição, as linhas de fornecimento de energia elétrica, água, inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas, canalizações de esgoto e de escoamento de água devem ser desligadas, retiradas, protegidas ou isoladas. Toda demolição deve ser programada e dirigida por profissional legalmente habilitado. As construções vizinhas à obra de demolição devem ser examinadas, prévia e periodicamente, no sentido de ser preservada sua estabilidade e a integridade física de terceiros. Em alguns casos a construção a ser demolida é próxima de outras edificações. Assim, deve-se inspecioná-las antes e durante a demolição para verificar indícios de instabilidade, como rachaduras e trincas nas paredes. Prof. Mário Pinheiro 11

12 Objetos pesados ou volumosos devem ser removidos mediante o emprego de dispositivos mecânicos (guinchos, sistema de roldanas, etc.), ficando proibido o lançamento em queda livre de qualquer material. Falemos agora sobre escavações, fundações e desmonte de rochas. Os serviços de escavação, fundação e desmonte de rochas (assim como no caso das demolições) devem ter responsável técnico legalmente habilitado. O maior risco em escavações é que haja desmoronamento e soterramento de trabalhadores. Por sinal, o soterramento é uma das maiores causas de acidentes na construção civil. É perigoso escavar o solo e deixar a terra retirada na borda do talude (pois fica mais provável que o monte desmorone sobre quem está cavando). Por isso, a NR determina que os materiais retirados da escavação devam ser depositados a uma distância superior à metade da profundidade, medida a partir da borda do talude. Ou seja, se a escavação tem 2 metros, os materiais retirados devem ser mantidos à distância de, pelo menos, 1 metro da borda do talude. Os taludes com altura superior a 1,75m (um metro e setenta e cinco centímetros) devem ter estabilidade garantida. Isso deve ser feito com escoramento, ou então com o ângulo de inclinação do talude. O controle da estabilidade demanda o conhecimento da resistência do solo que está sendo escavado. As escavações realizadas em vias públicas ou canteiros de obras devem ter sinalização de advertência, inclusive noturna, e barreira de isolamento em todo o seu perímetro Carpintaria e Armações de Aço Em relação à carpintaria, podemos destacar a importância da obediência às regras de segurança no uso da serra circular, pois tal máquina envolve um grande risco em sua operação. Conforme o item , a serra circular deve atender às seguintes disposições: a) ser dotada de mesa estável, com fechamento de suas faces inferiores, anterior e posterior, construída em madeira resistente e de primeira qualidade, material metálico ou similar de resistência equivalente, sem irregularidades, com dimensionamento suficiente para a execução das tarefas: se a mesa não for estável, aumenta a chance de que ocorra algum acidente, pois sua instabilidade impede que o operador apóie as tábuas a serem cortadas com firmeza. b) ter a carcaça do motor aterrada eletricamente: para evitar choque elétrico no operador. c) o disco deve ser mantido afiado e travado, devendo ser substituído quando apresentar trincas, dentes quebrados ou empenamentos: a serra circular opera em alta rotação. Se o disco está trincado, quando encontrar a resistência da madeira a ser cortada ele pode se romper, e o pedaço do disco Prof. Mário Pinheiro 12

13 pode ser lançado e ferir gravemente o operador (ou quem esteja nas proximidades). d) as transmissões de força mecânica devem estar protegidas obrigatoriamente por anteparos fixos e resistentes, não podendo ser removidos, em hipótese alguma, durante a execução dos trabalhos: a força gerada pelo motor é transmitida ao disco por meio de polias e correias, que devem ter proteção para evitar que alguém, por descuido, encoste nelas e sofra esmagamento de dedos, mãos, etc. (já tínhamos lido na NR 12 que as partes móveis das máquinas em geral devem possuir proteção formada por anteparos rígidos, para impedir o contato acidental). e) ser provida de coifa protetora do disco e cutelo divisor, com identificação do fabricante e ainda coletor de serragem: a coifa protege o operador contra o desprendimento do disco; o coletor de serragem se presta a evitar que o local de trabalho fique cheio de serragem, que é gerada em grande quantidade para cortar as madeiras necessárias para montar a caixaria, guarda-corpos, rodapés, etc. Assim como falamos sobre a estabilidade da mesa onde fica instalada a serra circular, a dobragem e o corte de vergalhões de aço em obra devem ser feitos sobre bancadas ou plataformas apropriadas e estáveis, apoiadas sobre superfícies resistentes. Especificamente com relação às bancadas de dobragem e corte de vergalhões, a NR 18 determina que estas devem ser niveladas e não escorregadias, e devem ser afastadas da área de circulação de trabalhadores, tendo em vista que as pontas de vergalhões próximas de áreas de circulação aumentariam a probabilidade de acidentes com perfurações. Nesse aspecto, é relevante mencionar que é proibida a existência de pontas verticais de vergalhões de aço desprotegidas (em qualquer local da obra). É proibida a existência de pontas verticais de vergalhões de aço desprotegidas. Caso o trabalhador caia em cima de uma ponta de vergalhão desprotegida o acidente geralmente é grave. Tanto a carpintaria quanto a área de trabalho onde está situada a bancada de armação devem ter cobertura resistente para proteção dos trabalhadores contra a queda de materiais e intempéries. As lâmpadas de iluminação da carpintaria e da área de trabalho da armação de aço devem estar protegidas contra impactos provenientes da projeção de partículas. Prof. Mário Pinheiro 13

14 Imagem de proteções para lâmpadas. Em locais onde haja dobra de ferragem (área de trabalho da armação de aço) e carpintaria a NR 18 determina que as lâmpadas devam estar protegidas contra impacto por luminárias adequadas Escadas, Rampas e Passarelas e Medidas de Proteção contra Quedas de Altura Passemos agora ao estudo das escadas, rampas e passarelas, que se inicia com o item A madeira a ser usada para construção de escadas, rampas e passarelas deve ser de boa qualidade, sem apresentar nós e rachaduras que comprometam sua resistência, estar seca, sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições. Os nós são pontos fracos da madeira. Fazer uma escada com nós aumenta a chance de que ela ceda com o peso dos empregados. As escadas de uso coletivo, rampas e passarelas para a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé. A transposição de pisos com diferença de nível superior a 0,40m (quarenta centímetros) deve ser feita por meio de escadas ou rampas. Essa disposição é importante porque os trabalhadores, nos deslocamentos no interior da obra (muitas vezes carregando peso, ferramentas, etc.) não devem ficar a toda hora pulando ou "escalando" os pontos de acesso aos diferentes pisos; devem, para isso, dispor de escadas ou rampas, para facilitar esses deslocamentos. Em relação às escadas, os itens e (este é do tópico disposições gerais, do final da NR) traçam algumas diretrizes. Vamos falar sobre as escadas de mão e as escadas fixas tipo marinheiro. Não é correto utilizar as escadas de mão como meio permanente de acesso e para os serviços em geral. A escada de mão deve ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de pequeno porte. É proibido colocar escada de mão: a) nas proximidades de portas ou áreas de circulação; b) onde houver risco de queda de objetos ou materiais; c) nas proximidades de aberturas e vãos; d) junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos. Prof. Mário Pinheiro 14

15 A escada de mão deve: a) ultrapassar em 1,00m (um metro) o piso superior; b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento; c) ser dotada de degraus antiderrapantes: geralmente utilizam-se fitas emborrachadas, que permitem mais aderência aos degraus. d) ser apoiada em piso resistente: de nada adianta manter uma escada em boas condições se o seu apoio é feito em piso instável, que aumente o risco de queda. Ainda com relação às escadas de mão, o item normatiza que as escadas de mão portáteis não devem apresentar farpas, saliências ou emendas. Quanto às escadas fixas, tipo marinheiro, a NR 18 traz as seguintes determinações: " A escada fixa, tipo marinheiro, com 6,00 (seis metros) ou mais de altura, deve ser provida de gaiola protetora a partir de 2,00m (dois metros) acima da base até 1,00m (um metro) acima da última superfície de trabalho". Escadas tipo marinheiro devem ser presas no topo e na base. Quando possuírem 6,00m (seis metros) ou mais de altura devem ser providas de gaiola protetora a partir de 2,00m (dois metros) acima da base até 1,00m (um metro) acima da última superfície de trabalho. Nas fotos ao lado aparecem apenas partes das escadas, ambas com gaiola protetora. Geralmente essas escadas podem ser encontradas em grandes dimensões, às vezes com 20, 30 metros de altura. É muito cansativo subir tais alturas sem descansar um pouco, para recuperar o fôlego. Em vista disso, a NR estabelece que, para cada lance de 9,00m (nove metros), deve existir um patamar intermediário de descanso, protegido por guarda-corpo e rodapé. Agora falemos um pouco sobre medidas de proteção contra quedas de altura, lembrando que queda de altura é a maior causa de mortes na construção civil. É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção e materiais. Na periferia da edificação, a instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção Prof. Mário Pinheiro 15

16 de materiais deverá ser feita a partir do início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje. Vejamos agora as disposições sobre as plataformas de proteção. Informalmente podemos dizer que a plataforma de proteção é uma bandeja (geralmente de madeira, com suporte metálico), fixada à estrutura do prédio com o objetivo de conter a queda de tijolos, tábuas, pedaços de concreto, ferramentas, etc. Em todo perímetro da construção de edifícios com mais de 4 (quatro) pavimentos ou altura equivalente, é obrigatória a instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja, no mínimo, um pé-direito acima do nível do terreno. Essa plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada, somente, quando o revestimento externo do prédio acima dessa plataforma estiver concluído. Acima e a partir da plataforma principal de proteção, devem ser instaladas, também, plataformas secundárias de proteção, em balanço, de 3 (três) em 3 (três) lajes. Na construção de edifícios com pavimentos no subsolo, devem ser instaladas, ainda, plataformas terciárias de proteção, de 2 (duas) em 2 (duas) lajes, contadas em direção ao subsolo e a partir da laje referente à instalação da plataforma principal de proteção. Cada plataforma secundária e/ou terciária deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada, somente, quando a vedação da periferia, até a plataforma imediatamente superior, estiver concluída. Segue desenho para visualização das plataformas de proteção em uma obra. Percebam que os números são "invertidos": as secundárias são instaladas de três em três lajes; as terciárias, de duas em duas. Adiante, a NR também determina que o perímetro da construção de edifícios, além das plataformas, deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção. A tela deve constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas. Acrescentando tal obrigatoriedade ao desenho anterior: Prof. Mário Pinheiro 16

17 Fonte: RTP 01 - Fundacentro O perímetro da construção de edifícios deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção. A tela deve ser instalada entre as extremidades de 2 (duas) plataformas de proteção consecutivas, só podendo ser retirada quando a vedação da periferia, até a plataforma imediatamente superior, estiver concluída. Existe possibilidade de substituição das plataformas secundárias de proteção por Sistema Limitador de Quedas de Altura, com a utilização de redes de segurança. Assim, o empregador poderá, ao invés de instalar as plataformas secundárias de proteção (em balanço, de 3 em 3 lajes), optar por instalar o Sistema Limitador de Quedas de Altura, que deve ser composto das redes de segurança, cordas de sustentação ou de amarração e perimétrica da rede e conjunto de sustentação, fixação e ancoragem e acessórios de rede. Após termos visto as regras quanto a proteção da periferia da obra, passemos às demais regras de proteção contra quedas. Conforme item , na parte interna da obra, as aberturas no piso, em caso de serem utilizadas para o transporte vertical de materiais e equipamentos, devem ser protegidas por guarda-corpo fixo, no ponto de entrada e saída de material, e por sistema de fechamento do tipo cancela ou similar. Procurando explicar em termos mais simples: para levar tijolos, massa, azulejos, etc. do térreo até os andares onde serão utilizados é comum o uso de guinchos, que "puxam" esses materiais do térreo até o andar desejado. Para isso, o guincho é instalado em um andar alto e são deixadas aberturas nos pisos dos andares intermediários para que esses materiais sejam içados. Pois bem, o item estabelece que tais aberturas devem ser protegidas por guarda-corpo fixo, para evitar que os trabalhadores, acidentalmente, caiam nessas aberturas. Falaremos sobre guarda-corpo logo abaixo. Imagem exemplificativa de abertura de piso protegidas por guarda-corpo fixo, com fechamento do tipo cancela para o transporte vertical de materiais. Prof. Mário Pinheiro 17

18 Seguindo a mesmo raciocínio, os vãos de acesso às caixas dos elevadores devem ter fechamento provisório de, no mínimo, 1,20m (um metro e vinte centímetros) de altura, constituído de material resistente e seguramente fixado à estrutura, até a colocação definitiva das portas. Ainda com relação a proteção contra quedas, quando esta for constituída de anteparos rígidos, em sistema de guarda-corpo e rodapé, deve atender aos seguintes requisitos: a) ser construída com altura de 1,20m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior e 0,70m (setenta centímetros) para o travessão intermediário; b) ter rodapé com altura de 0,20m (vinte centímetros); c) ter vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura. Segue desenho para visualização.do Sistema de guarda-corpo e rodapé (GcR): Sistema de guardacorpo e rodapé (GcR): composto de travessão superior com altura de l,20m, travessão intermediário com altura de 0,70m, rodapé com altura de 0,20m e vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas O tópico Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas estabelece regras a serem observadas no dimensionamento, montagem, utilização e desmontagem dos elevadores de transporte de materiais e elevadores de transporte de pessoas (elevadores de obras). Na NR constam disposições sobre dois tipos de elevadores: elevadores tracionados a cabo e elevadores do tipo cremalheira. A NR 18 determina que o dimensionamento desses elevadores deve ser feito por profissional legalmente habilitado. Em relação à manutenção dos elevadores, apenas trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em Carteira de Trabalho (CTPS), Prof. Mário Pinheiro 18

19 poderá realizar tarefas de manutenção. As manutenções devem ser supervisionadas por profissional legalmente habilitado. Da mesma forma, só poderá recair a trabalhadores qualificados as tarefas de montagem e desmontagem de elevadores de obras. Todas as manobras de movimentação (transporte vertical e horizontal de concreto, argamassa, estruturas metálicas) devem ser executadas por trabalhador qualificado e por meio de código de sinais convencionados. O levantamento manual ou semimecanizado de cargas deve ser executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com a sua capacidade de força, conforme a NR 17 (ERGONOMIA). Torres de elevadores são os sistemas metálicos responsáveis pela sustentação dos elevadores. Do -lado esquerdo da figura está a edificação, e do lado direito a torre do elevador (sistemas metálicos responsáveis pela sustentação dos elevadores). As torres devem ser montadas e desmontadas por trabalhadores qualificados, devem estar afastadas das redes elétricas ou estas isoladas conforme normas específicas da concessionária local e devem ser montadas o mais próximo possível da edificação. A torre e o guincho do elevador devem ser aterrados eletricamente. Fonte da figura: RTP 02 - Fundacentro Agora vejamos regras específicas sobre elevadores de transporte de materiais. A NR 18 proíbe o transporte de pessoas nos elevadores de materiais. Além disso, deve ser fixada uma placa no interior do elevador de material, contendo a indicação de carga máxima e a proibição de transporte de pessoas. O posto de trabalho do guincheiro deve ser isolado (para não permitir o acesso de pessoas não autorizadas), dispor de proteção segura contra queda de materiais, e os assentos utilizados devem atender ao disposto na NR-17- Ergonomia. Prof. Mário Pinheiro 19

20 Fonte da figura: RTP 02 - Fundacentro Ao lado esquerdo da figura está a torre do elevador de materiais, e do lado direito o posto de trabalho do guincheiro (operador do guincho). Esse posto deve ser isolado, dispor de proteção segura contra queda de materiais, e os assentos utilizados devem atender ao disposto na NR 17 (ERGONOMIA). Os elevadores de materiais devem ser dotados de botão, em cada pavimento, para acionar lâmpada ou campainha junto ao guincheiro, a fim de garantir comunicação única. Segue abaixo imagem ilustrativa de cancela e torre de elevador. Do lado esquerdo imagem da cancela (barreira). Do lado direito a torre do elevador (com a cancela na altura do pavimento). Fonte da figura: RTP 02 - Fundacentro Em todos os acessos de entrada à torre do elevador deve ser instalada uma barreira que tenha, no mínimo 1,80m (um metro e oitenta centímetros) de altura, impedindo que pessoas exponham alguma parte de seu corpo no interior da mesma. As torres do elevador de material e do elevador de passageiros devem ser equipadas com dispositivo de segurança que impeça a abertura da barreira (cancela), quando o elevador não estiver no nível do pavimento (alteração de agosto de 2011). Nos edifícios em construção com 12 (doze) ou mais pavimentos, ou altura equivalente é obrigatória a instalação de, pelo menos, um elevador de passageiros, devendo o seu percurso alcançar toda a extensão vertical da obra. É proibido o transporte simultâneo de carga e passageiros no elevador de passageiros. Em caso de utilização de elevador de passageiros para transporte de cargas ou materiais, não simultâneo, deverá haver sinalização por meio de cartazes em seu interior, onde conste de forma visível, os seguintes dizeres, ou outros que traduzam a mesma mensagem: Prof. Mário Pinheiro 20

21 É PERMITIDO O USO DESTE ELEVADOR PARA TRANSPORTE DE MATERIAL, DESDE QUE NÃO REALIZADO SIMULTÂNEO COM O TRANSPORTE DE PESSOAS O elevador de passageiros deve ter um livro de inspeção, no qual o operador anotará, diariamente, as condições de funcionamento e de manutenção do mesmo. Este livro deve ser visto e assinado, semanalmente, pelo responsável pela obra Andaimes e Plataformas de Trabalho O tópico Andaimes e Plataformas de Trabalho sofreu uma série de alterações em Inicialmente vamos estudar a conceituação dos tipos de andaimes (e das plataformas de trabalho), conforme glossário da NR. Conceito Andaime geral Andaime simplesmente apoiado Andaime em balanço Andaime suspenso mecânico Andaime fachadeiro Cadeira Suspensa (balancim) Plataforma de Trabalho Descrição Plataforma para trabalhos em alturas elevadas por estrutura provisória ou dispositivo de sustentação Aquele cujo estrado está simplesmente apoiado, podendo ser fixo ou deslocar-se no sentido horizontal Andaime fixo, suportado por vigamento em balanço Aquele cujo estrado de trabalho é sustentado por travessas suspensas por cabos de aço e movimentado por meio de guinchos Andaime metálico simplesmente apoiado, fixado à estrutura na extensão da fachada Equipamento cuja estrutura e dimensões permitem a utilização por apenas uma pessoa e o material necessário para realizar o serviço Plataforma onde ficam os trabalhadores e materiais necessários à execução dos serviços O dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de sustentação e fixação, deve ser realizado por profissional legalmente habilitado. Conforme dito no início, o tópico foi alterado em janeiro de Muitos dispositivos foram alterados e vários foram inseridos na Norma. Não encontrei questões de prova sobre o assunto, mas destaco as seguintes alterações ocorridas: Prof. Mário Pinheiro 21

22 Redação anterior O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa, antiderrapante, ser nivelado e fixado de modo seguro e resistente. Redação anterior Devem ser tomadas precauções especiais, quando da montagem, desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) de altura devem ser providos de escadas ou rampas Os andaimes de madeira não podem ser utilizados em obras acima de 3 (três) pavimentos ou altura equivalente, podendo ter o lado interno apoiado na própria edificação A estrutura dos andaimes deve ser fixada à construção por meio de amarração e entroncamento, de modo a resistir aos esforços a que estará sujeita Os andaimes fachadeiros devem dispor de proteção com tela de arame galvanizado ou material de resistência e durabilidade equivalentes, desde a primeira plataforma de trabalho até pelo menos 2m (dois metros) acima da última plataforma de trabalho Os andaimes móveis somente poderão ser utilizados em superfícies planas. Redação atual O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa, ser antiderrapante, nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente. Redação atual No PCMAT devem ser inseridas as precauções que devem ser tomadas na montagem, desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de um metro de altura devem possuir escadas ou rampas Os andaimes de madeira somente podem ser utilizados em obras acima de três pavimentos ou altura equivalente se projetados por profissional legalmente habilitado O andaime deve ser fixado à estrutura da construção, edificação ou instalação, por meio de amarração e estroncamento, de modo a resistir aos esforços a que estará sujeito Os andaimes fachadeiros devem ser externamente cobertos por tela de material que apresente resistência mecânica condizente com os trabalhos e que impeça a queda de objetos. A tela deve ser completa e ser instalada desde a primeira plataforma de trabalho até dois metros acima da última Os andaimes tubulares móveis podem ser utilizados somente sobre superfície plana, que resista a seus esforços e permita a sua segura movimentação através de rodízios. Quando não for possível a utilização de andaimes, é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). Prof. Mário Pinheiro 22

23 A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética. Não é permitida utilização de cabo de fibra natural para sustentar os balancins individuais. Imagem ilustrativa de serviço de pintura utilizando cadeira suspensa (balancim individual). Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização de cadeira suspensa. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do trava-quedas. A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança, quando a sustentação for através de cabo de aço; b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança, quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética; c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 - Ergonomia; d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis, a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ Cabos de Aço e Cabos de Fibra Sintética, Alvenaria, Revestimentos e Acabamentos, Telhados e Coberturas e Serviços em Flutuantes Estes tópicos também são muito pouco exigidos em prova, então vamos nos ater aos pontos principais para ter uma visão geral dos mesmos. É obrigatória a observância das condições de utilização, dimensionamento e conservação dos cabos de aço utilizados em obras de construção, conforme o disposto na norma técnica vigente NBR 6327/83 - Cabo de Aço/Usos Gerais da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Os cabos de aço de tração não podem ter emendas nem pernas quebradas que possam vir a comprometer sua segurança. Emendas ou Prof. Mário Pinheiro 23

24 pernas quebradas diminuem a resistência dos cabos, e nesses casos eles podem não resistir às cargas a que seriam submetidos na obra. Os cabos de aço e de fibra sintética devem ser fixados por meio de dispositivos que impeçam seu deslizamento e desgaste. Quanto aos revestimentos e acabamentos, o item estabelece que após a colocação, os vidros devem ser marcados de maneira visível. Devem-se utilizar canetas ou adesivos para indicar a presença do vidro, para evitar contato acidental por alguém que não perceberia a presença do vidro (caso não houvesse a marcação). Além disso, os locais abaixo das áreas de colocação de vidro devem ser interditados ou protegidos contra queda de material. Em relação a telhados e coberturas, a NR 18 determina que para trabalho em telhados e coberturas devam ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores. Figura ilustrativa de trabalho em telhados. Devem ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores. É obrigatória a instalação de cabo guia ou cabo de segurança para fixação de mecanismo de ligação por talabarte acoplado ao cinto de segurança tipo pára-quedista. O cabo de segurança deve ter sua(s) extremidade(s) fixada(s) à estrutura definitiva da edificação, por meio de espera(s) de ancoragem, suporte ou grampo(s) de fixação de aço inoxidável ou outro material de resistência, qualidade e durabilidade equivalentes Locais Confinados e Instalações Elétricas Na definição da NR 18, Local Confinado é qualquer espaço com a abertura limitada de entrada e saída da ventilação natural. Há uma NR específica sobre espaços confinados, que é a NR 33 (SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS). Nos termos da NR 33, espaço confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. Prof. Mário Pinheiro 24

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