Avaliação da via aeróbia numa equipa de Futebol Júnior

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1 UNIVERSIDADE DE COIMBRA FACULDADE DE CIÊNCIAS DO DESPORTO E EDUCAÇÃO FÍSICA MONITORIZAÇÃO E CONTROLO DO TREINO Avaliação da via aeróbia numa equipa de Futebol Júnior PEDRO MIGUEL MOREIRA DA SILVA Coimbra 2004/2005

2 COORDENADOR: Prof. Dr. Fontes Ribeiro ORIENTADOR: Mestre Amândio Santos Monografia de Licenciatura realizada no âmbito da Monitorização e Controlo do Treino, no ano lectivo de 2004/2005.

3 ÍNDICE Índice de Figuras Índice de Tabelas Índice de Gráficos Lista de Abreviaturas Lista de Anexos Resumo Abstract Agradecimentos CAPÍTULO I INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO II REVISÃO DA LITERATURA 4 1. CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL E FISIOLÓGICA DO JOGO DO FUTEBOL Características da actividade física do futebolista no jogo Caracterização morfológica e antropométrica do futebolista Características fisiológicas do jogo Vias energéticas Consumo máximo de O 2 (VO 2máx ) Frequência cardíaca Lactatémia TREINO EM FUTEBOL Treino Aeróbio Monitorização e controlo do treino em Futebol Métodos de controlo da intensidade do exercício Frequência cardíaca 27 CAPÍTULO III METODOLOGIA CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA PROTOCOLOS DOS TESTES Teste de Luc-Léger Protocolo 40

4 2.2. VO 2máx Protocolo de determinação directa Protocolo Equipamento Preparação do equipamento Avaliação da FC em situação de jogo Preparação do equipamento Procedimentos para o funcionamento do equipamento durante a medição Procedimentos para transferir exercícios dos transmissores Análise da concentração de lactato sanguíneo Equipamento Preparação do equipamento Procedimentos para a recolha das amostras de sangue Procedimentos de análise AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Variáveis somáticas simples Variáveis somáticas compostas TRATAMENTO ESTATÍSTICO 51 CAPÍTULO IV APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA VO 2máx PROTOCOLO DE DETERMINAÇÃO DIRECTA Caracterização do esforço TESTE DE LUC-LÉGER DETERMINAÇÃO DA FC EM SITUAÇÃO DE JOGO 72 CAPÍTULO V CONCLUSÕES E SUGESTÕES 90 CAPÍTULO VI BIBLIOGRAFIA 94 ANEXOS 101

5 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1: Tipos de resistência em função da quantidade de massa muscular afectada 22 Figura 2: Tipos de resistência em função da via energética predominante 22 Figura 3: Modelo dos factores determinantes em provas de resistência (Adaptado de Bassett Junior & Howley, 2000). 23 Figura 4: Disposição táctica da equipa no terreno de jogo 72 Figura 5: Futebol Croquete 84 Figura 6: Exercício de treino aeróbio de baixa intensidade. 86 Figura 7: Exercício de treino aeróbio de alta intensidade. 88 Figura 8: Exercício de treino aeróbio de alta intensidade (exercício 4). 88 ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1: Distâncias (em Km) percorridas por futebolistas durante o jogo. 5 Tabela 2: Distância percorrida por futebolistas durante o jogo de acordo com o estatuto posicional (em Km). 6 Tabela 3: Características antropométricas e biográficas de futebolistas profissionais de elite 9 Tabela 4: Valores de VO 2máx estudados em futebolistas de elite. 14 Tabela 5: Valores médios da frequência cardíaca durante o jogo. 15 Tabela 6: Valores médios da frequência cardíaca durante o jogo. 16 Tabela 7: Média e desvio-padrão ou amplitude de variação das concentrações de lactato (mmol/l) no sangue durante e após o jogo. 18 Tabela 8: Concentrações de lactato (La) no sangue de diferentes atletas no final do jogo (adaptado de Rebelo, 1999). 20 Tabela 9: Participação aproximada dos processos aeróbios e anaeróbios em diferentes distâncias atléticas. 22 Tabela 10: Classificação de cargas pelas zonas de intensidade 30 Tabela 11: Categorias de treino com base na FC (adaptado de Flanagan e Merrick, 2002) 30 Tabela 12: Relação entre valores percentuais da FCmáx e do VO 2máx (McArdle et al., 1994) 31 Tabela 13: Princípios do treino aeróbio (adaptado de Bangsbo, 1996) 33 Tabela 14: Exemplos de relações tempo de exercício/repouso e respectiva intensidade para o treino aeróbio de alta intensidade (adaptado de Bangsbo, 1994) 34 Tabela 15: Valores de intensidade correspondentes à FC (adaptado de Flanagan e Merrick, 2002)35 Tabela 16: Zonas de treino com base nos valores da FC, do VO 2máx e da intensidade (adaptado de Flanagan e Merrick, 2002) 36 Tabela 17: Instrumentos de medida utilizados para a medição das variáveis somáticas simples 48

6 Tabela 18: Valores das variáveis antropométricas dos atletas participantes no estudo. Média + Desvio padrão 52 Tabela 19: Comparação dos dados obtidos no nosso estudo com outros trabalhos com atletas juniores (Média + desvio padrão) 53 Tabela 20: Comparação dos dados obtidos no nosso estudo com outros trabalhos realizados com atletas seniores. (Média + desvio padrão) 53 Tabela 21: Estatura e massa corporal de jogadores juniores do Clube Atlético River Plate 54 Tabela 22: Valores das variáveis antropométricas de acordo com o estatuto posicional 55 Tabela 23: Correlação entre o VO 2máx absoluto obtido no teste de laboratório e a massa corporal 56 Tabela 24: Correlação entre a distância percorrida no Luc-Léger (m), o somatório de pregas cutâneas (mm), o VO 2máx absoluto (L.min -1 ) e VO 2máx relativo (ml.kg.min -1 ) obtidos no teste de Luc-Léger 57 Tabela 25: Correlação entre o número de anos de prática da modalidade desportiva e a distância percorrida no teste de Luc-Léger (m) 57 Tabela 26: Parâmetros máximos no teste de determinação directa do VO 2máx. Consumo máximo de oxigénio absoluto (l.min -1 ), consumo máximo de oxigénio relativo (ml.kg.min -1 ), ventilação máxima absoluta (l.min -1 ), frequência cardíaca máxima (bpm) e concentração máxima de lactato (mmol.l -1 )58 Tabela 27: Parâmetros máximos no teste de determinação directa do VO 2máx de acordo com o estatuto posicional. Consumo máximo de oxigénio absoluto (l.min -1 ), consumo máximo de oxigénio relativo (ml.kg.min -1 ), ventilação máxima absoluta (l.min -1 ), frequência cardíaca máxima (bpm) e concentração máxima de lactato (mmol.l -1 ). (Média + desvio padrão) 59 Tabela 28: Comparação entre os valores de VO 2máx obtidos pela nossa amostra e outros estudos. Consumo máximo de oxigénio relativo (ml.kg.min -1 ). (Média + desvio padrão) 60 Tabela 29: Comparação através do teste t para amostras relacionadas do VO 2máx (ml/kg/min) e VO 2máx (l/min) obtidos no protocolo de determinação directa do VO 2máx. e distância percorrida no teste de Luc-Léger 61 Tabela 30: Comparação entre a FC máx e o VO 2máx obtido em cada patamar do teste e a sua relação em percentagem com os valores máximos 61 Tabela 31: Correlação entre o VO2máx absoluto (l.min -1 ), a ventilação máxima absoluta (l.min -1 ) e lactato sanguíneo (mmol.l -1 ) obtidos no protocolo de determinação directa do VO2máx 62 Tabela 32: Parâmetros fisiológicos de controlo de treino: FC basal (bpm), FCR (bpm), FCT (70-95%), VO 2 basal e VO 2 R (l/min) 67 Tabela 33: Parâmetros máximos no teste de Luc-Léger. Consumo máximo de oxigénio absoluto (l.min -1 ), consumo máximo de oxigénio relativo (ml.kg.min -1 ) e distância percorrida (m). (Média) 68 Tabela 34: Parâmetros máximos no teste de Luc-Léger de acordo com o estatuto posicional. Consumo máximo de oxigénio absoluto (l.min -1 ), consumo máximo de oxigénio relativo (ml.kg.min - 1 ) e distância percorrida (m). (Média + desvio padrão) 69 Tabela 35: Distância percorrida no jogo por estatuto posicional (m). (Média) 69 Tabela 36: Correlação entre o VO 2 máx relativo determinado no teste de Luc-Léger (VO 2 LLRe) e no teste laboratorial (VO 2 DirRE) (ml.kg.min -1 ), o VO 2 máx absoluto determinado no teste de Luc-Léger

7 (VO 2 LLAB) e no teste laboratorial (VO 2 DirAB) (L.min -1 ) e a distância percorrida no teste de Luc- Léger (m) 70 Tabela 37: Comparação entre os resultados obtidos no teste Luc-Léger com os resultados obtidos no protocolo de determinação directa do VO 2máx 71 Tabela 38: Comparação através do teste t para amostras relacionadas do VO 2máx (ml/kg/min) e VO 2máx (l/min) nos testes de Luc-Léger e determinação directa do VO 2máx. 71 Tabela 39: Lactato sanguíneo obtido no intervalo e no final do jogo (mmol/l). (Média ± desvio padrão) 73 Tabela 40: Comparação entre as concentrações de lactato sanguíneo (mmol.lit-1), atingidas ao fim das 1ª e 2ª partes, em três tipos de jogos, por jogadores de uma equipa nacional de alto nível com as da nossa amostra. Média + desvios-padrão 74 Tabela 41: Média e valor máximo da FC (bpm) de cada atleta da amostra obtida em diferentes fases do jogo 76 Tabela 42: Média e valor máximo da FC (bpm) de acordo com o estatuto posicional obtida em diferentes fases do jogo 76 Tabela 43: Comparação entre a média da FC (bpm) obtida durante o jogo da nossa amostra com outros autores 78 Tabela 44: Resultados obtidos no jogo: Jogador e posição, FC res, VO 2res, FC do jogo e percentagem da FC máx obtida no jogo 80 Tabela 45: Relações percentuais entre a FC máx e o VO 2máx durante o jogo de Futebol de acordo com o estatuto posicional. (Média + desvio padrão). (adaptado de McArdle et al. (1994) 80 Tabela 46: Valores da massa corporal (Kg) para a nossa amostra, antes e depois de um jogo de Futebol. (Média + desvio padrão) 81 ÍNDICE DE GRÁFICOS Gráfico 1: Anos de prática de Futebol 37 Gráfico 2: Anos de prática de Futebol ao serviço do clube 38 Gráfico 3: Problemas de saúde 38 Gráfico 4: Prática de outra modalidade desportiva 38 Gráfico 5: Lesões desportivas decorrentes da prática da modalidade 39 Gráfico 6: Esquema gráfico do protocolo do teste de determinação directa do VO2máx determinado em laboratório. Tempo (min) e velocidade do patamar (Km.h -1 ) 42 Gráfico 7: Somatocarta dos atletas que integram a amostra. Média da equipa e por estatuto posicional. GR (Guarda-redes), D (Defesas), M (Médios) e A (Avançados) 55 Gráfico 8: Percentagens da FC máx e VO 2máx de acordo com o estatuto posicional 62 Gráfico 9: Média da frequência cardíaca dos guarda-redes obtida em cada patamar e no pico de VO 2máx 63

8 Gráfico 10: Média da frequência cardíaca dos defesas centrais obtida em cada patamar e no pico de VO 2máx 63 Gráfico 11: Média da frequência cardíaca dos defesas laterais obtida em cada patamar e no pico de VO 2máx 64 Gráfico 12: Média da frequência cardíaca dos médios obtida em cada patamar e no pico de VO 2máx 64 Gráfico 13: Média da frequência cardíaca dos avançados obtida em cada patamar e no pico de VO 2máx 64 Gráfico 14: Média do quociente respiratório por estatuto posicional obtido durante o teste de determinação directa do VO 2máx. Racio (CO 2 /O 2 ) 65 Gráfico 15: Média do consumo de oxigénio por estatuto posicional obtido durante o teste de determinação directa do VO 2máx. Consumo de O 2 (L.min -1 ) 66 Gráfico 16: Valores de lactato sanguíneo de todos os atletas da amostra do jogo 73 Gráfico 17: Diferença entre a concentração de lactato sanguíneo obtida no teste de determinação directa de VO 2máx e na situação de jogo 75 Gráfico 18: FC obtida no jogo de acordo com o estatuto posicional 78 Gráfico 19: Média da FC obtida no jogo por parte da amostra 79 LISTA DE ABREVIATURAS: A: Avançados ATP: Adenosina trifosfato BPM: batimentos por minuto CP: Fosfatos de creatina D: Defesas DL: Defesas laterais DC: Defesas centrais FC: Frequência cardíaca FC ex : Frequência cardíaca do exercício FC máx : Frequência cardíaca máxima FC rep : Frequência cardíaca de repouso FC res : Frequência cardíaca de reserva FCT: Frequência cardíaca de treino GR: Guarda-redes LA: Limiar Anaeróbio M: Médios Min: Minutos

9 O 2 : Oxigénio SS: Segundos VO 2 : Consumo de oxigénio VO 2máx : Consumo de oxigénio máximo VO 2res: Consumo de oxigénio de reserva LISTA DE ANEXOS: Anexo 1: Questionário aplicado aos atletas Anexo 2: Guião da conversa com o treinador

10 RESUMO O Futebol assume um papel muito importante na sociedade contemporânea. No nosso meio cultural e social, é a modalidade desportiva com mais impacto. Contudo, ainda existem algumas carências ao nível do seu conhecimento científico. É necessário investigar os parâmetros fisiológicos que caracterizam esta modalidade para, a partir daí, definirmos com mais rigor o processo de treino dos atletas. Assim, os principais objectivos deste estudo foram os seguintes: Investigar os parâmetros fisiológicos referentes à via aeróbia que caracterizam uma equipa de Futebol; Monitorizar e controlar o treino através da selecção, realização e avaliação de testes fisiológicos; Relacionar os dados obtidos na nossa amostra (equipa de Futebol) com estudos realizados por outros autores; Estabelecer uma analogia entre protocolos de esforço laboratoriais e de terreno. Neste âmbito, participaram neste estudo dezasseis atletas masculinos que integram uma equipa que disputa o Campeonato Distrital de Juniores A da Associação de Futebol de Viseu. A idade média dos atletas é de 17,4 + 0,9 anos, massa corporal de 66,11 + 5,82 Kg e estatura de171,82 + 5,61 cm. Foram realizados dois testes para determinar o VO 2máx em condições distintas. O primeiro teste foi de determinação directa do VO 2máx e é um protocolo de esforço máximo, progressivo, por níveis e sem intervalos. O segundo teste denomina-se Luc Léger e é um protocolo de esforço indirecto, máximo, também progressivo, por níveis e sem intervalos. Este último foi realizado no terreno de jogo. Estudamos ainda a frequência cardíaca em situação de jogo através do Polar Team System. No teste de determinação directa do VO 2máx e no jogo também determinamos o lactato sanguíneo através do mini espectofotómetro DR LANGE / Lp 20 e Medidor de lactato Lactate Pro Blood Lactate Test Meter, respectivamente. As técnicas de estatística utilizadas foram o Teste t para amostras relacionadas, no sentido de comparar as médias de duas variáveis para o mesmo

11 grupo e o coeficiente de correlação produto-momento de Pearson para investigar a existência de correlações entre as variáveis em estudo. Os principais resultados obtidos foram os seguintes: O VO 2máx relativo obtido no teste de Luc-Léger estabelece uma correlação significativa e positiva com a distância percorrida, o que salienta a importância deste parâmetro para o controlo e monitorização dos atletas, na medida em que tem em consideração a massa corporal do atleta e dá um carácter mais individual aos resultados. A FC obtida no jogo de Futebol equivale em média a 70% do VO 2máx dos atletas. Por outro lado, a maior parte do tempo de jogo, situa-se numa zona de alta intensidade, de acordo com a classificação proposta por Flanagan e Merrick (2002). Relativamente ao VO 2máx, os médios são os jogadores que apresentam valores mais elevados. No que diz respeito à FC de jogo, os médios apresentaram os valores mais elevados. O teste de Luc-Léger apresentou diferenças estatisticamente significativas com o protocolo de determinação directa do VO 2máx, quer em termos absolutos, quer em termos relativos. Assim, o teste de Luc-Léger não permite estabelecer uma hierarquização em consonância com os resultados obtidos no protocolo de determinação directa do VO 2máx. Contudo, a distância pode ser um bom critério de êxito para hierarquizar os atletas e formar grupos de trabalho, na medida em que existe uma correlação significativa e positiva com o VO 2máx relativo determinado no protocolo laboratorial.

12 ABSTRACT The Football has an important function in the contemporary society. In our social and cultural environment, is the main sport. However, still have some lacks in the scientific knowledge. It s necessary study the physiological requisites which characterize this sport to define with more accuracy and quality the training process of the players. So, the main objectives for this study are: Investigate the physiological requisites of the aerobic metabolic which characterize a Football team; Monitoring and control the training through the selection, realization and evaluation of the physiological tests; Comparing the results of our team with other studies realized by other authors; Comparing strain direct and laboratory protocols with strain indirect protocols to investigate the functionality degree of each one. In this study participates sixteen male players who being a team which disputes the Juniors District Championship of the Viseu Football Association. The mean (SD) age of the players is 17,4 (0,9) years, 66,11 (5,82) Kg of body mass and 171,82 (5,61) cm of stature. We realized two tests to determinate the VO 2 peak in different conditions. The first one was the direct determination of VO 2 peak, realized in the laboratory. This is a maximal, progressive, for levels and without intervals test. The last one was called Luc-Léger test. This is an indirect, maximal, progressive, for levels, without intervals test and was realized in the field. We also study the heart rate in a match through the Polar Team System equipment. In the first test and the match, we also determinate the blood lactate. The statistic techniques utilized were the paired samples t test and the Pearson correlation. The main results were: the relative VO 2 peak was significantly correlated with the covered distance, which expresses the importance of this parameter in the training process. For another hand, the heart rate obtained in the Football match is about 70%

13 of VO 2 peak. The midfielders are the players who obtained better VO 2 peak values. In the match, the midfielders presented the higher heart rate values. The two tests presented significantly differences in the paired samples t test. So, distance can be the most important measure utilized in the Luc-Léger test to form different work groups.

14 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Fontes Ribeiro pela coordenação do seminário. Ao Mestre Amândio Santos pelo estímulo constante, disponibilidade e amizade. À Dr.ª Fátima Rosado pela enorme disponibilidade. Aos atletas que tornaram possível a realização deste trabalho. Ao Prof. Dr. José Carlos Leitão e toda a equipa técnica e directiva pelo apoio prestado. À Bárbara, pelo acompanhamento, amizade e colaboração. Ao Leonel, à Mónica e ao Raul pela colaboração na recolha de dados. Aos meus pais e restante família por estarem sempre presentes A todos os meus amigos pela força que me deram na concretização dos meus objectivos. A todos, a minha gratidão!

15 Não sigas por caminhos feitos. Abre antes o teu caminho e deixa um trilho. (Muriel Strode)

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