Os aspectos fundamentais do RSECE por Alfredo Costa Pereira

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1 Os aspectos fundamentais do RSECE por Alfredo Costa Pereira O Indicador de Eficiência Energética (IEE) é o indicador fundamental utilizado pelo RSECE para determinar o cumprimento, ou não, dos requisitos de eficiência energética dos edifícios por ele abrangidos. Os valores de referência foram determinados com base em simulações dinâmicas de edifícios, que permitiram estimar a estrutura dos consumos desagregada pelos usos finais, em função dos padrões de referência de utilização das diferentes tipologias de edifícios que constam do Anexo XV do RSECE. Para a definição do modelo arquitectónico dos edifícios simulados, para cada tipologia considerada, foram considerados 2 cenários diferentes, um em que os valores dos coeficientes de transmissão térmica correspondem aos valores máximos admissíveis para o novo RCCTE e outro em que aqueles valores correspondem aos valores de referência do novo RCCTE. Os sistemas de AVAC considerados são, de um modo geral, a 4 tubos, em que a produção de água quente é efectuada por caldeira a gás e a produção de água fria é feita por chiller. Em ambos os sistemas, consideraram-se padrões de eficiência elevados. O cálculo dos IEE s de referência para as diferentes tipologias foi efectuado em praticamente todas as tipologias analisadas, foram efectuados e simulados 3 modelos de edifícios com a mesma geometria mas áreas úteis diferentes. Foi considerada a separação da estrutura dos consumos referentes às utilizações naturais das correspondentes a serviços complementares (iluminação exterior, garagens, lavandarias, etc.), por forma a permitir calcular o IEE global dum edifício através da soma dos IEE s correspondentes aos serviços específicos e dos correspondentes aos serviços complementares, caso existam. 1 - Requisitos energéticos do RSECE para todos os novos edifícios de serviços e novos edifícios de habitação com sistemas de climatização (art.º 6º): a) Os requisitos energéticos são calculados na base de padrões nominais de utilização dos edifícios definidos em portaria em função da evolução dos consumos dos edifícios existentes. b) As condições nominais a aplicar a um edifício ou a uma sua zona específica podem ser modificadas a título excepcional quando exista a necessidade de soluções específicas, desde que se explicitem as causas especiais que as justificam, e que as mesmas sejam aceites pela entidade licenciadora. c) A envolvente tem que satisfazer aos requisitos mínimos de qualidade impostos pelo RCCTE (Art.º. 6º, nº3). 1º) Factor solar dos envidraçados de acordo com a inércia térmica e região climática de Verão; 2º) Coeficientes de transmissão térmica da envolvente de acordo com a região climática de Inverno; 3º) Coeficientes de transmissão térmica das Pontes Térmicas Planas em conformidade com os valores máximos admissíveis para a região climática de Inverno, e não exceder o dobro das zonas correntes adjacentes da envolvente em que se inserem.

2 2 - Requisitos energéticos do RSECE para grandes edifícios de serviços novos (a construir, art.º 8º): 1 O consumo nominal específico de energia (IEE nominal ) tem que ser inferior ou quando muito igual ao valor máximo regulamentar (Art.º 8º, nº1). a) O IEE nominal tem que ser determinado por simulação dinâmica multizona detalhada, com base nos padrões nominais definidos no Anexo XV do RSECE, utilizando um programa acreditado pela norma ASHRAE , incluindo o programa RCCTE-STE do INETI. b) Após o início da utilização do edifício, ou de cada fracção autónoma, o disposto no art.º 7º (Requisitos Energéticos para os grandes edifícios de serviços existentes) é integralmente aplicável, devendo a 1ª Auditoria ser realizada durante o seu 3º ano de funcionamento. c) - Caso a 1ª Auditoria definida no número anterior demonstre um consumo superior ao valor máximo permitido, nos termos do nº 1, o proprietário do edifício ou fracção autónoma fica sujeito a coima anual até à reposição do consumo específico dentro dos valores legalmente previstos, salvo demonstração inequívoca da ocorrência de razões estranhas ao projecto e à instalação dos sistemas energéticos para consumo em excesso. d) - As grandes intervenções de reabilitação de edifícios de serviços existentes são objecto dos mesmos requisitos dos novos edifícios de serviços. 3 - Pequenos edifícios de serviços novos (a construir) (Art.º 10º): 1 O consumo nominal específico de energia (IEE nominal ) tem que ser inferior ou quando muito igual ao valor máximo regulamentar (Art.º 10º, nº1). O IEE nominal tem que ser determinado por simulação dinâmica simplificada, com base nos padrões nominais definidos no Anexo XV do RSECE e utilizando o programa RCCTE-STE do INETI. 2 As necessidades nominais de aquecimento e de arrefecimento têm que ser inferiores ou quando muito iguais a 80% dos respectivos valores máximos regulamentares definidos no RCCTE (Art.º 10º, nº1). O cálculo destes valores incide apenas sobre as envolventes, considerando uma taxa de renovação nominal correspondente, conforme o aplicável, à ventilação natural, ou à ventilação mecânica, com RPH=0,6, que é o mínimo admissível pelo RCCTE. Nota: Não devem ser consideradas as taxas reais de ventilação mecânica, caso existam, pois essas só têm pertinência para o cálculo do IEE. 3 - Ficam também sujeitas aos requisitos definidos no número anterior todas as grandes intervenções de reabilitação de pequenos edifícios de serviços com sistemas de climatização. 4 Para efeitos do disposto no nº1, caso não seja ainda conhecida a utilização final de um pequeno edifício ou fracção autónoma destinada a serviços aquando do processo de licenciamento ou de autorização, este pode ser feito definindo uma qualquer utilização possível compatível com o edifício ou fracção, sem prejuízo de utilização posterior para outro fim. 4 - Novos edifícios de habitação com sistemas de climatização (Art.º 11º) 1 As necessidades nominais de aquecimento e de arrefecimento têm que ser inferiores ou quando muito iguais a 80% dos respectivos valores máximos regulamentares definidos no RCCTE (Art.º 11º, nº1). Considerar conforme aplicável o edifício com ventilação natural ou com ventilação mecânica com RPH=0,6, que é o valor mínimo regulamentar do RCCTE.

3 2 Todas as grandes intervenções de reabilitação de edifícios de habitação, ou de cada uma das fracções autónomas com sistemas de climatização cuja potência seja superior a Pr (25 kw) ficam também sujeitas aos requisitos definidos no número anterior. 5 - Grandes edifícios de serviços existentes: 1 O consumo nominal específico de energia (IEE nominal ) tem que ser inferior ou quando muito igual ao valor máximo regulamentar (Art.º 7º, nº1). a) O IEE nominal tem que ser determinado por simulação dinâmica detalhada, validada por dados reais de consumo com base nos padrões nominais definidos no Anexo XV do RSECE, utilizando um programa acreditado pela norma ASHRAE b) Quando ocorrer uma mudança de utilizador, o edifício fica sujeito a uma emissão de novo certificado em condições nominais definidas pelo RSECE, não tendo qualquer significado uma avaliação sob condições diferentes das que ocorriam anteriormente, iniciando-se então um novo ciclo de contagem de tempo. c) Se o IEE real, facturas e o IEE real, simulado forem superiores ao limite regulamentar aplicável, deve ser preparado um Plano de Racionalização Energética (PRE), o qual deve ser aprovado pela DGGE (Art.º 7º, nº1) e implementado com medidas com viabilidade económica (período de retorno inferior ou quando muito igual a 8 anos). 6 - Requisitos energéticos para os pequenos edifícios de serviços existentes e pequenos serviços e habitação, sem sistemas de climatização ou com sistemas de climatização com potência inferior a 25 kw, (art.º 9º): Não se aplicam requisitos de limitação de consumo energético. 7 - Auditorias Energéticas - definição Por Auditoria Energética entende-se o exame detalhado das condições de utilização de energia de um dado edifício, de forma a: 1 Identificar e quantificar os fluxos de energia utilizados no edifício (electricidade, tipos de combustíveis, etc.); 2 Caracterizar os sistemas energéticos existentes para a conversão destas formas de energia em energia final, o seu estado de conservação, rendimentos de conversão e os respectivos planos de manutenção; 3 Verificar se estão satisfeitas as condições de conforto pretendidas. 4 Avaliar os consumos energéticos específicos de cada utilização final e/ou de cada sector do edifício (iluminação, aquecimento, ventilação, cozinha, etc.); 5 Calcular o IEE do edifício; 6 Identificar medidas a implementar de forma a melhorar o desempenho energético das instalações. 8 - A simulação e cálculo do IEE nominal de um grande edifício de serviços (com mais de 1000 m 2 ), sem sistemas de climatização, ou apenas com sistemas de climatização para uma das funções (aquecimento ou arrefecimento) devem ser feitos de acordo com o RSECE. O RSECE assume que, nas condições nominais, o edifício tem sempre que garantir as condições de conforto, o que implica que para se fazerem a simulação e o cálculo do IEE tem que ser considerada a utilização de sistemas de defeito, ou seja que o sistema de aquecimento é feito com resistências

4 eléctricas e o sistema de arrefecimento é feito com uma máquina frigorífica com um factor de eficiência igual a 3 (nº 6 do art. 15.º do RCCTE). 9 - No caso de edifícios novos, sem sistemas de climatização ou apenas com sistemas de aquecimento, no cálculo do IEE nominal pode ser considerado apenas um sistema de defeito (resistências eléctricas) para aquecimento, sendo este comparado com o valor do IEE de referência para aquecimento (Anexo XI, RSECE) Para se proceder ao cálculo do IEE (tanto o nominal como o de referência) de um pavilhão desportivo novo coberto, com 3 áreas distintas, zona de balneários, escritórios e parte coberta desportiva deve fazer-se uma ponderação entre as tipologias de edifício de serviços e de edifício desportivo sem piscina. Nos perfis e valores a usar para os edifícios desportivos (entretimento - clubes desportivos sem piscina) já estão incluídos os espaços anexos que lhe estão associados, ou seja, os balneários e afins. Assim, devem-se calcular apenas dois IEEs (um para o edifício de serviços e outro para o edifício desportivo sem piscina) e fazer a média ponderada com as respectivas áreas Nos casos de edifícios que incluam mais que uma tipologia o cálculo do valor do IEE (nominal e de referência) deverá ser feito proporcionalmente em função das áreas úteis respectivas, a partir dos valores calculados por simulação ou definidos (valores de referência), de cada tipo de espaço. Por exemplo, no caso de um edifício a construir: a) - 3 salas de cinema com 250 m 2 com um IEE =10 kgep/m 2.ano b) - 1 pronto a comer com 150 m 2 com um IEE =170 kgep/m2.ano O edifício terá como limite de referência um valor médio para IEE estimado do seguinte modo: 12 - O IEE é expresso em kgep/m 2.ano e é calculado através da expressão: IEE=IEEi+IEEv+Qout/Ap kgep/m2.ano em que: IEE I Indicador de eficiência energética de aquecimento (kgep/m 2.ano) IEE V Indicador de eficiência energética de arrefecimento (kgep/m 2.ano) Q out Consumo ou necessidades nominais de energia não ligadas ao aquecimento e arrefecimento (kgep/m 2.ano). Inclui consumos relacionados com iluminação e equipamentos tais como ventiladores e bombas hidráulicas. Caso seja possível estes consumos devem ser imputados directamente aos consumos de aquecimento e de arrefecimento. Senão, esse consumo deve ser repartido proporcionalmente às horas de aquecimento e de arrefecimento. A P Área útil de pavimento (m 2 ), é definido de acordo com o RCCTE e tem o mesmo valor para as expressões dos IEEs parciais (aquecimento e arrefecimento). Por sua vez: IEEi=Qaq/ApxFCI e IEEv=Qarr/ApxFCV (FC<=1 ) em que: Q aq consumo ou necessidades nominais de energia para aquecimento (kgep.ano). F CI Factor de correcção do consumo de energia de aquecimento, o qual é função do factor de forma (FF) do edifício: FCI=NI1ref/NI1,i Q arr consumo ou necessidades nominais de energia de energia para arrefecimento (kgep.ano).

5 F CV Factor de correcção do consumo de energia de arrefecimento: FCV=NV1,Norte/NVi Nos edifícios, o IEE é calculado por tipologia. No caso de haver mais do que uma tipologia, o IEE global é calculado com base no valor médio ponderado de acordo com as áreas correspondentes a cada uma das tipologias existentes Os diferentes indicadores de eficiência energética: TIPO IEE DESIGNAÇÃO COMO SE DETERMINA PARA QUE SERVE IEE real, facturas IEE real para Sem correcção edifícios climática existentes IEE real, simulação IEE real obtido por simulação Por análise simples das facturas energéticas (registos dos últimos 3 anos) sem correcção climática Verificação simplificada do cumprimento do requisito energético em edifícios existentes e da necessidade ou não de um PRE Por simulação 1 - Para efeitos da 1ª dinâmica, utilizando os auditoria a edifícios perfis reais previstos novos ao fim do 3º ano ou determinados em de funcionamento. auditoria, com 2 Verificação correcção climática detalhada do cumprimento do requisito energético em edifícios existentes e da necessidade ou não de elaborar um PRE. IEE nom. IEE nominal Por simulação 1 Verificação do dinâmica, utilizando os cumprimento do perfis padrão do Anexo XV, com correcção climática requisito energético em edifícios novos. 2 Classificação energética do edifício (tanto novos como existentes). IEE ref, novo IEE ref, exist. IEE de referência para edifícios novos IEE de referência para edifícios existentes. Definido no Anexo XI do RSECE Definido no Anexo X do RSECE 1 Verificação do cumprimento do requisito energético em edifícios novos. 2 Referência para classificação energética Verificação simplificada do cumprimento do requisito energético em edifícios existentes e da necessidade ou não de um PRE

6 14 - Grandes Edifícios Novos de Serviços: 1ª Auditoria Energética ao Edifício, ao fim de 3 anos de utilização: 1 O processo de licenciamento dos novos edifícios de serviços grandes só fica concluído com uma auditoria que demonstre que o seu consumo real, em regime de funcionamento normal, se enquadra nos limites máximos permitidos pelo RSECE, os quais se expressam através de um Índice de Eficiência Energética de Referência (IEE ref ). 2 Esta auditoria deve realizar-se no final do 3º ano de funcionamento do edifício, em condições de utilização normal do mesmo. 3 Em caso de mudança de utilizador (ou desocupação) durante esses 3 anos, só é pertinente considerar o período de ocupação correspondente ao último ocupante, desde que tenha pelo menos um historial de ano completo de dados de consumo. Caso contrário a auditoria deve ser adiada. 4 Esta Auditoria é baseada em dados reais de consumo (com um erro inferior a 10%) e deve ser baseada em modelo de simulação detalhada que consiga justificar os consumos reais com a precisão pretendida. 5 Este modelo pode ser o utilizado para o licenciamento do edifício, ou ser outro, melhorado, que se mostre mais adequado; 6 O modelo validado por esta Auditoria é depois corrido com os padrões nominais previstos para a tipologia em causa, sendo este novo IEE nominal produzido por este modelo comparado com o IEE ref (correspondente aos limites permitidos pelo RSECE). 7 Em caso de excesso de consumo, isto é, se o valor do novo IEE nominal calculado anteriormente for superior ao IEE ref, devem-se adoptar medidas de melhoria necessárias para se atingir os valores do IEE permitidos pelo RSECE, (IEE ref. ), elaborando um Plano de Racionalização Energética (PRE) num prazo correspondente a metade da periodicidade estabelecida para as auditorias desse tipo de edifício. 8 - São de execução obrigatória todas as medidas independentemente de apresentem ou não viabilidade económica aceitável. 9 - Caso a totalidade das medidas de implementação obrigatória constantes do PRE não seja adoptada no prazo máximo anteriormente referido o proprietário do edifício ou fracção autónoma fica sujeito a coima anual até à demonstração da execução cabal do PRE Uma vez verificado o cumprimento dos requisitos energéticos é emitido o respectivo certificado no âmbito do SCE, com prazo de validade fixado por portaria Todos os Edifícios de Serviços novos. Auditoria ao fim do 3º ano de funcionamento 1 - Opção 1 a) Realizar uma auditoria simples (análise dos consumos reais) para a determinação do IEE real, facturas. b) Comparar este IEE real, facturas com o IEE nominal determinado durante a fase de projecto, através da elaboração de um modelo de simulação detalhada, que incluiu as envolventes do edifício, o sistema de climatização, a iluminação prevista, o clima padrão (STE Solterm), e os padrões nominais do RSECE.

7 Caso o IEE real,facturas seja menor ou igual ao IEE nominal, o edifício está regulamentar e termina o processo. 2 - Opção 2 a) Realizar uma auditoria simples (análise dos consumos reais) para determinação do IEE real, facturas. b) Correr o modelo utilizado durante a fase de projecto com os padrões reais de utilização durante os 3 anos e fazer os ajustamentos necessários (calibrar o modelo) para que o resultado da simulação o IEE real, simulado tenha um valor aproximado ao do IEE real, facturas admitindo-se um erro máximo admissível de fecho simulação/auditoria de mais ou menos 10% ). Comparar o IEE real, simulado com o IEE real, facturas obtido na auditoria simples. Caso o IEE real,facturas seja menor ou igual ao IEE real,simulado, o edifício está regulamentar e termina o processo. Caso contrário, ambas as opções (opção 1 e opção 2) devem seguir a seguinte metodologia: 16 Se o consumo for mais elevado do que o previsto no modelo: 1 Modificar o modelo, usando sempre os padrões reais de utilização, incluindo clima real (se possível), fazendo os ajustamentos necessários (calibração do modelo) até conseguir validar os consumos reais (IEE real,facturas ) com erro máximo simulação /auditoria de mais ou menos 10%). 2 - Uma vez o modelo calibrado com a auditoria, manter o modelo inalterado e corrê-lo de novo mas agora com os valores padrão do RSECE indicados no Anexo XV (incluindo clima padrão e correcção climática) para o cálculo de um novo IEE nominal. Se este novo IEE nominal for menor ou igual ao IEE ref. novo, o edifício está regulamentar e termina o processo, caso contrário é necessário implementar medidas para repor os consumos regulamentares os quais neste caso por se tratar de um edifício novo, são independentes da viabilidade económica das medidas propostas Correcções climáticas: Para a determinação dos factores de correcção climática F CI e F CV a aplicar aos consumos de energia de aquecimento e de arrefecimento, conforme previsto na fórmula de cálculo do IEE que seguidamente se transcreve é sempre necessário determinar os valores máximos admissíveis, de Ni e de Nv. O valor máximo de Ni está definido no RCCTE, sendo dependente do factor de forma da fracção autónoma e dos graus-dias do clima local. O valor máximo de Nv está também definido no RCCTE, sendo dependente da zona climática do local onde se localiza a fracção autónoma ou edifício. Para o cálculo dos factores de correcção do consumo de energia de aquecimento e de arrefecimento F CI e F CV, adopta-se como região climática de referência a região I1-V1Norte: 1 - INVERNO: A região climática de referência I 1 tem 1000 Graus-dias de aquecimento e 160 dias de duração da estação de aquecimento. 2 VERÃO: Para a região climática de referência V I Norte, as necessidades nominais máximas admissíveis da energia de arrefecimento são de 16 kwh/m 2.ano. Factor de correcção da Energia de Aquecimento F CI : sendo:

8 N I1 : Necessidades máximas de aquecimento, permitidas pelo RCCTE, calculadas para o edifício localizado na zona I1. (kwh/m 2.ano) N Ii : Necessidades máximas de aquecimento, permitidas pelo RCCTE, calculadas para o edifício na zona onde está localizado. (kwh/m 2.ano) No caso de climas menos rigorosos em que os GD<1000ºC.dias, o factor de correcção é igual à unidade, como por exemplo: Lagoa, Lagos, Portimão, Vila do Bispo e algumas zonas das regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Factor de correcção da Energia de Arrefecimento F CV : N V1 : Necessidades máximas de arrefecimento, permitidas pelo RCCTE, calculadas para o edifício localizado na zona de referência I 1 - V 1 Norte. (kwh/m 2.ano) N Vi : Necessidades máximas de arrefecimento, permitidas pelo RCCTE, calculadas na zona onde está localizado o edifício. (kwh/m 2.ano). O factor de correcção é sempre < ou = Cálculo do IEE de um GRANDE EDIFÍCIO DE SERVIÇOS EXISTENTE em condições normais de funcionamento 1 - O consumo global específico de energia de um grande edifício de serviços em condições normais de funcionamento, é avaliado periodicamente por Auditoria Energética não podendo exceder o valor definido no RSECE. 2 - Determina-se o IEE real,facturas por análise simples das facturas energéticas dos últimos 3 anos, sem correcção climática. 3 Este IEE real,facturas deve ser depois comparado com o IEE de referencia existente, (IEE ref, exist. ). 4 - Se o IEE real, facturas for menor ou igual que o IEE ref, exist., o edifício está regulamentar e não necessita de Plano de Racionalização Energética (PRE). 5 Se o IEE real, facturas> IEE ref, existentes, o P.Q. deve realizar uma Auditoria Energética, para determinar o IEE real, corrigido desagregando os consumos de energia em consumos de aquecimento, de arrefecimento e outros, no sentido de poder aplicar os factores de correcção climática dos consumos de energia de aquecimento e de arrefecimento FCI=NI1,ref/NI,i. e FCV=NV1,Norte/NV2 6 Se mesmo assim o edifício continuar não regulamentar é necessário determinar um IEE real,simulado por simulação dinâmica, utilizando os perfis reais previstos ou determinados em Auditoria, com correcção climática, e aferir (calibrar) o modelo de simulação fazendo ajustamentos até que o valor do IEE real, simulado assim calculado, seja próximo do IEE real, corrigido (com um erro de fecho simulação/auditoria de mais ou menos 10%). 7 - Se este IEE real,simulado for menor ou igual que o IEE ref, exist., o edifício não necessita de PRE. 8 - Caso contrario necessita de PRE e o proprietário do edifício ou fracção autónoma deve submeter à aprovação da DGGE um Plano de Racionalização Energética (PRE) no prazo de 3 meses a partir da data de conclusão da Auditoria Energética. O PRE destina-se a reduzir o IEE para valores conformes com os limites máximos permitidos num prazo correspondente a metade da periodicidade estabelecida para as auditorias deste tipo de edifício. 9 Por se tratar de um edifício existente só são de execução obrigatória as medidas que apresentarem viabilidade económica aceitável.

9 19 - A potência térmica máxima de aquecimento ou de arrefecimento dos sistemas de climatização que é permitido instalar deve ser calculada a partir dos perfis previstos para a utilização do edifício (condições de dimensionamento de sistemas de AVAC) e não a partir de perfis nominais, não podendo exceder 40% do resultado obtido pela simulação simplificada ou detalhada. 1 Para edifícios novos os IEEs de referência são calculados com base em perfis nominais e um modelo de simulação adequado, detalhado ou simplificado. 2 Este mesmo modelo de simulação com base em perfis nominais é depois corrido alterando apenas o perfil real previsto para o edifício, e será a partir dos resultados desta simulação que se estabelece o limite máximo da potência a instalar. 3 Esta mesma simulação mas feita agora com os perfis reais (para dimensionamento) pode produzir também um IEE real esperado para o edifício, que balizará a situação correspondente às auditorias periódicas a realizar posteriormente sob condições normais de funcionamento (edifício existente), e permitir fazer ajustes que eventualmente venham a ser necessários. 4 Introdução de dados no STE para o cálculo da potência máxima a instalar: 1 Densidade de iluminação com base na potência instalada em cada zona (valores de projecto) e no padrão real de utilização do edifício. 2 Densidade de ocupação e equipamentos utilizando as densidades e perfis reais. 3 Outros consumos associados a bombas e ventiladores. 4 Caudal real de projecto de ar novo que poderá ser superior ao caudal mínimo de ar novo (levantamento do projecto) Determinação do IEE para edifícios existentes abordagem simplificada: Esta abordagem permite determinar o valor do IEE real, através da análise anual das facturas energéticas. Esta análise simplificada permite determinar o IEE sem correcção climática, através da seguinte metodologia: 1 Determinação do consumo anual global do edifício através da contabilização dos valores das facturas energéticas (electricidade e combustíveis), convertidos para energia primária através dos factores de conversão definidos. 2 Determinação do IEE aproximado do edifício através da expressão: IEE=Qglobal/Ap (kgep/m2.ano) 21 - Determinação do IEE para edifícios existentes abordagem detalhada: Sempre que pela aplicação de uma análise simplificada um edifício apresente um valor de IEE superior ao de referência, torna-se necessário realizar ma auditoria energética detalhada ao edifício, no âmbito do SCE utilizando um modelo de simulação dinâmico multizona com os perfis de referência de utilização definidos no Anexo XV do RSECE, obtendo-se a estrutura dos consumos nominais do edifício, permitindo determinar o IEE nominal que será confrontado com o IEE ref, exist. para a tipologia em questão. Podem-se obter 2 tipos de resultados: a) O IEE nominal calculado é igual ou inferior ao IEE ref, exist. ficando concluída a análise dado que o edifício fica regulamentar; b) - O IEE nominal calculado é superior ao IEE ref, exist. havendo necessidade de efectuar um PRE.

10 22 - No cálculo dos consumos em aquecimento e arrefecimento para a determinação do IEE, têm que ser contabilizados os consumos das bombas de circulação e ventiladores. 1 Desagregação dos consumos referentes às bombas de circulação: É necessário identificar nos resultados da simulação o número de horas inerentes à satisfação das necessidades de aquecimento e de arrefecimento e imputar na mesma proporção os consumos. 2 Sempre que o IEE assim obtido for igual ou inferior ao valor de referência, o edifício cumpre os requisitos energéticos do RSECE e fica concluído o processo de análise energética ao edifício, não sendo necessária a definição de quaisquer medidas de racionalização energética. Esta aproximação é válida pois os factores de correcção climática existentes na expressão do cálculo do IEE são sempre menores ou iguais a 1. Deste modo a simplificação introduzida na análise simplificada conduz a um resultado de IEE que, no limite, será superior ao calculado pela expressão anterior. Quando o valor do IEE real obtido a partir desta análise simplificada for superior ao valor de referência, vai ser necessário efectuar o cálculo através da realização de uma auditoria energética e utilizar um modelo de simulação com os perfis padrão de utilização (IEE nominal ), depois do modelo estar validado com os dados reais de consumo IEE nominal IEE ref. O IEE nominal é calculado utilizando: 1 Densidade de iluminação com base na potência instalada em cada zona (valores de projecto) e no padrão de referência de utilização do edifício (Anexo XV do RSECE). 2 Densidade de ocupação e equipamentos utilizando as densidades e perfis de referência nominais (Anexo XV do RSECE). 3 Outros consumos associados a bombas e ventiladores. 4 caudal de ar novo mínimo (é necessário efectuar a verificação dos requisitos) Qualificação dos técnicos responsáveis pelo funcionamento (TRF), e dos técnicos responsáveis pela instalação e pela manutenção (TIM) em função da potência térmica instalada nos edifícios sujeitos ao RSECE: Exemplos pequeno edifício de escritórios está equipado com um sistema de climatização que utiliza como fontes térmicas um Chiller com uma potência térmica de 120 kw, e uma caldeira a gás com uma potência térmica de 140 kw, e como unidades terminais ventiloconvectores e uma Unidade de Tratamento de Ar Novo. Como se trata de um pequeno edifício de escritórios existente, com uma potência térmica superior a 25 KW, o Perito Qualificado, procederia do seguinte modo: 1 Verificar se o edifício tem um Plano de Manutenção Preventiva feito segundo os requisitos do RSECE e validado por um Perito Qualificado do SCE, o qual deve ser cumprido sob a responsabilidade de um Técnico Responsável pelo Funcionamento do sistema de AVAC (TRF).

11 2 No caso de sistemas de climatização Pm > 100 kw as qualificações e competências do técnico responsável pelo funcionamento (TRF) são as definidas no Art.º 21º do DL 79/2006 de 4 de Abril, nomeadamente: a) - Especialistas em climatização ou energia, engenheiros mecânicos, engenheiros técnicos mecânicos, engenheiros electrotécnicos, engenheiros técnicos de energia e sistemas de potência, engenheiros maquinistas da marinha marcante com carta de 2º engenheiro maquinista e engenheiros de outras especialidades reconhecidas pela Comissão Tripartida, com base na análise curricular. b) -Ter desenvolvido comprovadamente a sua actividade profissional na área da manutenção de sistemas de climatização, com potência superior a 100 kw, nos últimos 3 anos. c) - Ter concluído com aproveitamento o curso complementar de QAI aprovado pela Comissão Tripartida. d) - Actualização profissional comprovada no caso de revalidação da qualificação. e) Os Peritos Qualificados em RSECE Energia + QAI têm aprovação automática. f) Poderá igualmente ser um técnico responsável pela instalação e pela execução da manutenção (TIM III), o qual deverá ter 5 anos comprovados de experiência profissional tendo como qualificações o Curso Técnico de Refrigeração e Climatização do IEFP, Nível III, o curso de Especialista da QAI aprovado pela Comissão Tripartida, ou outro curso aprovado pela Comissão Tripartida. Alternativamente O TIM poderá ser um técnico com 7 anos de experiência profissional comprovados e ter como qualificações o Curso Prático de Electromecânico de Refrigeração e Climatização, submeter-se a um exame de aferição a definir pela Comissão Tripartida, e ter um Curso de Especialista da QAI aprovado pela Comissão Tripartida. 2 O edifício é alvo de auditorias periódicas (QAI+Energia) que incluem não só a comprovação da manutenção dos sistemas e instalações, como também as inspecções periódicas às caldeiras e sistemas de ar condicionado integradas no plano e manutenção como também as auditorias de Energia. 3 A periodicidade das inspecções às fontes de energia térmica (Chillers e Caldeiras) para uma potência térmica instalada compreendida entre 100 e 500 KW é de 3 em 3 anos. No final da auditoria deve ser emitido um certificado SCE. As não conformidades devem ser objecto de comunicação ao SCE, e poderão ser objecto de obrigação de correcção em 3 anos e/ou de processo de contraordenação. 4 - Todos os sistemas de aquecimento devem ser inspeccionados ao completarem 15 anos de idade. Das inspecções devem resultar sempre que aplicável, recomendações de melhoria com viabilidade económica. ALFREDO COSTA PEREIRA- FORMADOR DE P.Q. RSECE-QAI

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