ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS"

Transcrição

1 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones e edifícios, mas ambém esruuras navais, aeronáuicas, mecânicas e ec. O ANSYS é um sofware de elemenos finios que pode ser uilizado nas mais diversas classes de problemas de engenharia (ANSYS, [29] 1998). A capacidade do ANSYS inclui habilidades para resolver see ipos de análises esruurais disponíveis. Os primeiros parâmeros desconhecidos (graus de liberdade nodais) calculados em uma análise de esruuras são deslocamenos e roações. Ouras quanidades, como deformações, ensões e força de reação, são derivadas enão dos deslocamenos nodais. Análises esruurais esão disponíveis apenas nos programas ANSYS/Muliphysics, ANSYS/Mechanical, ANSYS/Srucural, e ANSYS/Professional. Os see ipos de análises de esruuras que podem ser execuadas são os seguines: Análise esáica--usada para deerminar deslocamenos, ensões, ec. sob condição de carga esáica. Tem-se dois ipo de análises esáicas, linear e não linear, sendo que as não-linearidades podem incluir plasicidade, ensão, rigidez, grandes deformações, grandes ensões, hiperelasicidade, superfície de conao, e fissuração. Análise modal--usada para calcular as freqüências naurais e modos de vibração de uma esruura. Há diferenes méodos disponíveis de exração de modos. Análise harmônica--usada para deerminar a resposa de uma esruura a cargas harmônicas variáveis no empo.

2 27 Análise dinâmica ransiene--usada para deerminar a resposa de uma esruura às cargas arbirariamene variáveis no empo. São permiidas odas as não-linearidades mencionadas na análise esáica. Análise especral--uma exensão da análise modal, usada para calcular ensões e deformações devidas a um especro de resposa ou uma conribuição de PSD (vibrações aleaórias). Análise de Flambagem--Usada para calcular as cargas de flambagem e deerminar a forma do modo de flambagem. Ambas as análises, flambagem linear e flambagem não linear, são possíveis. Análise Dinâmica Explícia O ANSYS provê uma inerface ao LS-DYNA, programa de elemenos finios usado para calcular soluções rápidas para cargas dinâmicas, grandes deformações e complexos problemas de conao. Além dos ipos de análise ciados, várias caracerísicas especiais esão disponíveis, como: mecânica da fraura, compósios, fadiga, p-méodo, ec. Nese rabalho de disseração foram uilizados, além do módulo de oimização, a análise esáica e a análise modal. Para a análise de uma esruura, o ANSYS divide o procedimeno em rês eapas: Preprocessor, Soluion e Posprocessor. Na primeira eapa, Preprocessor, é feia a modelagem da esruura, a definição do ipo de elemeno esruural (viga, barras, placas, ec.), das consanes caracerísicas do elemeno e do ipo de maerial relacionado ao mesmo. Ainda nessa eapa, são numerados os nós e as barras. Na segunda eapa, Soluion, é feia a definição dos ipos de forças auanes na esruura e suas condições de apoio e do ipo de análise escolhido. Feia a análise da esruura, inicia-se a erceira eapa, Posprocessor, em que é feia a apresenação dos resulados da análise da eapa anerior. Só após as análises esáicas e/ou dinâmicas é que se pode uilizar o módulo de oimização e seus méodos e ferramenas.

3 O méodo dos elemenos finios (MEF) A idéia básica do Méodo dos Elemenos Finios consise em uilizar como parâmeros as variáveis nodais de um número finio de ponos previamene escolhidos, denominados de nós. No MEF o domínio de inegração é subdividido em uma série de regiões, ou elemenos finios, inerconecadas enre si aravés de um número discreo de ponos nodais. Para cada região (ou elemeno) se esabelece um comporameno local aproximado, de al forma que as incógnias do problema em qualquer pono do elemeno podem ser definidas em função das mesmas incógnias nos ponos nodais do elemeno. Em seguida, minimizando o funcional do problema, obido das somas das conribuições de cada elemeno, se chega a um sisema oal de equações, cuja solução permie conhecer os valores das incógnias nos ponos nodais. Finalmene a parir desses valores pode-se calcular ouros resulados inermediários. Aqui será apresenada de forma resumida a formulação do MEF para esruuras de comporameno linear elásico, velocidades e acelerações não desprezíveis. Uilizando-se o princípio dos deslocamenos viruais, em-se que o rabalho (ou energia) virual oal inerno é igual ao rabalho virual oal exerno: δ 1 U = δ 1 W (2.1) onde a primeira variação da energia de deformação é: δ 1 U = v δε σ dv (2.2) sendo δ ε = veor das deformações viruais; e σ = veor das ensões reais Assim, a primeira variação do rabalho virual exerno é: δ 1 W = v δu b dv + v u mu! dv (2.3)

4 29 sendo: δ u = veor dos deslocamenos viruais; b = veor da força de volume real; m! u = veor da força de inércia, onde m é a mariz de densidade de massa e! u! é o veor das acelerações. A íulo de ilusração considera-se o domínio de um corpo sólido subdividido em regiões, como na figura 2.1 y T f = {fx fy} i vi e ui k ponos nodais j Figura 2.1 Subdivisão de corpo sólido x E diso oma-se um elemeno genérico e de volume V e como na Figura 2.2 u e =Nu Figura 2.2 Generalização de E.F Assim, a formulação de elemenos finios no modelo de deslocamenos, considerando um comporameno linear elásico apresenará as relações: σ e = D e εe ; (2.4) ε e = B u e e ; (2.5) u e = N u ; (2.6)

5 30 δ ue = N e δu ; (2.7)! u e = N! u (2.8) onde: σ e = ensão inicial correspondene ao elemeno e ; D e = mariz elásica do maerial correspondene ao elemeno e ; ε e = deformação dos componenes do elemeno; B e = mariz de compaibilidade cinemáica, ou mariz das deformações ou deslocamenos; u e = deslocameno correspondene ao elemeno e ; δ u e = veor dos deslocamenos viruais do elemeno e ; δ u = veor dos deslocamenos viruais da esruura; N e = mariz função de forma do elemeno ou mariz de inerpolação dos deslocamenos correspondenes;! u! e = veor da aceleração correspondene ao elemeno e ;! u! = veor das acelerações nodais da esruura; u = veor dos deslocamenos nodais da esruura; N = mariz função de forma da esruura ou mariz de inerpolação dos deslocamenos; Assim, subsiuindo-se as relações das equações (2.4) a (2.8) em (2.2) e (2.3) e, em seguida, em (2.1), obém-se: K u + Mu! = F (2.9) onde: n K = e K e (mariz de rigidez) (2.10) n= 1

6 31 n M = M e n= 1 (mariz de massa consane) (2.11) n F = F e n= 1 (veor das forças nodais) (2.12) u e! u correspondem aos veores de deslocamenos e acelerações, respecivamene. Já o símbolo, represena a monagem das marizes globais e forças nodais globais a parir das conribuições respecivas das marizes dos elemenos e forças dos elemenos. Assim as equações êm suas parcelas de rigidez, massa e força nodal represenadas no MEF por: K = e v N e DB e dv (2.13) Me = v N e mne dv (2.14) Fe = v N e b dv + s f N e f ds f (2.15) Vale ainda um comenário sobre as forças de dissipação, represenadas pela força de amorecimeno dada por: C u! (2.16) sendo, C = αk + βm (2.17) onde: C = mariz de amorecimeno; u! = veor das velocidades nodais da esruura; α e β = coeficienes de ponderação;

7 32 Assim, levando-se em consideração essas forças de dissipação a equação (2.3) ficaria: δ 1 U = v δu b dv + s δu f ds v u mu dv f f +! (2.18) ( f = veor da força de superfície real) e a equação geral do movimeno seria dada por: K u + Cu! + Mu! = F (2.19) 2.2 Análise esáica A análise esáica de esruuras em por objeivo principal quanificar a magniude dos esforços inernos e dos deslocamenos que se manifesam em qualquer sisema esruural, quando o mesmo é submeido a um carregameno arbirário, desprezando-se o efeio das forças de amorecimeno e das forças de inércia. Tal procedimeno no ANSYS fornece uma ampla gama de resulados numéricos, compaíveis com o carregameno aplicado, cuja avaliação de forma qualiaiva viabilizará a sua uilização na elaboração do projeo da esruura do sisema analisado. A parir das formulações apresenadas no iem 2.1 e considerando-se as condições de: u! 0!! u 0 em-se a equação represenaiva da análise esáica como: K u = F (2.20) O procedimeno para a realização de uma análise esáica consise de rês principais eapas:

8 33 1. Consrução do modelo define-se o ipo de elemeno (viga, placa, ubo, ec), as consanes reais, propriedades dos maeriais (módulo de elasicidade, densidade, coeficiene de Poisson, ec.), a geomeria do modelo (área, momeno de inércia, alura, largura, diâmero, espessura, ec.) e disposição dos elemenos esruurais (coordenadas nodais). As condições de conorno podem ser definidas ainda nesa fase. 2. Aplicação do carregameno e obenção de solução pode-se aplicar forças exernas e pressões, forças de inércia (como gravidade ou velocidade roacional, imposição de deslocamenos iniciais, emperauras --para deformação érmica--, fluência --para expansão nuclear--, ec). O carregameno pode ser aribuído a um modelo sólido (keypoins, lines, areas) ou no modelo de elemeno finio (nós e elemenos). Pode ser feia a opção por aplicação das condições de conorno (resrições de deslocamenos) nesa fase. 3. Revisão dos resulados - após o programa resolver o modelo deve-se proceder a apresenação dos resulados desejados (deformadas, mapas de ensões, deslocamenos, esforços auanes, ec.), lisagem e "ploagens" dos mais variados parâmeros de resposa. 2.3 Análise modal : freqüências naurais e modos de vibração A dinâmica das esruuras esuda as modificações ocorridas na quanidade de movimeno dos sisemas elásicos. Alguns exemplos são: ação de um moor sobre sua base, ação dos venos ou das ondas do mar em esruuras, ação dos erremoos ou explosões, impaco de cargas móveis sobre sisemas esruurais e cargas produzidas pelo movimeno de pessoas em esruuras. Esa úlima sendo, além das resrições de ensão esáica, o caso de esudo das resrições de projeo dese rabalho, levando-se em consideração as vibrações livres, ou seja, quando provocadas exclusivamene pela energia poencial e cinéica. Diso vem o ineresse em se ober, aravés de análise modal, as freqüências naurais e modos de vibração. Sabe-se que graus de liberdade são coordenadas que definem como se enconram as configurações de um sisema a qualquer insane. Um modo de vibração é uma configuração do sisema segundo a qual ese pode oscilar,

9 34 manendo-se consane a relação enre os deslocamenos dos diversos ponos da esruura (Clough, R. W. & Penzien, J., [30] 1993) Na análise dinâmica do presene rabalho preende-se ober as freqüências naurais ω i e os modos de vibração correspondenes u i para os ipos de esruuras proposas. Para isso, basa resolver um problema de vibração livre não amorecida, o que leva a considerar nas formulações apresenadas em (2.1) as condições de: Cu! 0 ; e F() 0 Assim, para um movimeno harmônico na freqüência ω i e modo u i, resolve-se o problema de vibração livre do ipo:!! ui = ω 2 u i i (2.21) donde em-se que, ( K ω 2 M)u i = 0 i (2.22) A equação (2.22) é um problema de auovalor. Para esse problema, além da mariz de rigidez K, deve-se definir a mariz de massa M da esruura. As freqüências naurais e os modos de vibração são parâmeros imporanes no projeo de uma esruura para condições de carregameno dinâmico. Uma análise modal no ANSYS é sempre uma análise linear. Quaisquer não-linearidades, como plasicidade e elemenos de conao, são ignoradas aé mesmo se iverem sido definidas. Pode-se escolher denre vários méodos de exração de modos: Block Lanczos, subspace, PowerDynamics, reduced, unsymmeric, damped, e QR damped (Bahe, K., [31] 1982). No rabalho uilizou-se o modo de exração subspace, que é geralmene usado para grandes problemas de auovalores siméricos, além de ser o méodo mais fácil de usar,

10 35 pois, apesar de mais leno, exrai odos os modos. Vários conroles de solução esão disponíveis para gerenciar o processo de exração e expansão por subspace. O procedimeno para a realização de uma análise modal consise de quaro principais passos: 1. Consrução do modelo define-se o ipo de elemeno (viga, placa, ubo, ec), as consanes reais, propriedades dos maeriais (módulo de elasicidade, densidade, coeficiene de Poisson, ec.), a geomeria do modelo (área, momeno de inércia, alura, largura, diâmero, espessura, ec.) e disposição dos elemenos esruurais (coordenadas nodais). As condições de conorno podem ser definidas ainda nesa fase. 2. Solução Nese passo define-se o ipo de análise para a solução em elemeno finio das freqüências naurais. Deermina-se a exração e expansão dos modos de vibração para a revisão; 3. Exração e expansão dos modos conrola-se o número de modos a serem exraídos e expandidos, aravés da especificação de uma faixa de freqüência, são obidos e ampliados os modos denro daquela faixa (no presene rabalho foram obidos os cinco primeiros modos de vibração). 4. Revisão dos resulados - Após o programa resolver o modelo, deve-se proceder a apresenação dos resulados desejados (lisagem das freqüências correspondenes aos modos expandidos, "ploagem" da deformada de cada modo de vibração, animação do comporameno da esruura nos vários modos de vibração). 2.4 Exemplos de análise esáica e modal A fim de demonsrar o que será poseriormene realizado em ermos de análise das arquibancadas reuilizáveis, apresenam-se dois casos simples de análises: no primeiro uma simulação de viga em 2D; no segundo o caso clássico para análise modal da viga em balanço. Nesse úlimo os resulados são comparados com os obidos aravés do uso das expressões fornecidas por Clough, R. W. & Penzien, J., [30] (1993).

11 Análise esáica de uma viga no espaço bidimensional Tem-se uma viga biapoiada como ilusra a Figura 2.3. A simulação desse problema físico é realizada em análise de elemenos finios no programa ANSYS, uilizando-se geração semi-auomáica e auomáica. 2N Figura 2.3 Viga biapoiada em 2D Os dados de projeo são: momeno de inércia da seção ransversal de 6,7e-5 m 4, área da seção ransversal de 0,02 m², módulo de elasicidade de 2,5 e7 N/m², densidade do maerial 2,5 N/m³ e coeficiene de Poisson de 0, Consrução do modelo (pré-processameno): - escolhe-se o ipo de elemeno: Beam 2D elasic - para ese ipo de elemeno as consanes reais (1, no caso) requeridas são a área da seção (0,02 m²), o momeno de inércia da seção (6,7 e-5 m 4 ) e a alura (0,2 m) - Especifica-se as propriedades do maerial como módulo de elasicidade (2,5 e7 N/m²), densidade do maerial (2,5 Kg/m³)e coeficiene de poisson (0,25) - Cria-se a geomeria: enra-se com as coordenadas dos nós exremos aravés de inerface gráfica ou linha de comando (nó 1 x=0,y=0,z=0 e nó 11 x=4,y=0, z=0, o resane dos nós gera-se auomaicamene); - No caso aqui apresenado pode-se gerar rês elemenos e, auomaicamene, pedir uma geração auomáica para o resane dos, por exemplo, oio elemenos e depois pede-se uma visualização de odos os elemenos (ver Figura 2.4); 2. Aplicação do carregameno e obenção de solução (solução): - Aplicam-se as condições de apoio resrição de deslocameno na direção X nó 1 e resrições de deslocamenos em X e Y no nó 11;

12 37 - Aplica-se o carregameno correspondene no nó 6 (cenro da viga, Fy = -2 N), escolhe-se o ipo de análise esáica; - Execua-se a solução; 3. Revisão dos resulados (pós-processameno): - Pode-se requerer deformadas ou ouras grandezas auanes nos elemenos e nós, lisar resulados, "ploagens", diagramas de esforços, ensões auanes. Esforços Valores Mínimos Máximos Deslocameno 0 mm 1,5 mm Deformação 0 µsrain 119,4 µsrain Tensão 0 N/m² 2985 N/m² Momeno fleor 0 Nm 2 Nm Esforço corane -1 N 1 N Tabela 2.1 Resulados da análise de uma viga 2D

13 38 a) modelagem b) deformada c) DEC d) DMF e) deslocameno em Y f) ensões g) deformação Figura 2.4 a) modelagem, b) deformada, c) Diagrama de Esforços Coranes, d) Diagrama de Momenos Fleores, e) deslocameno em UY, f) ensões e g) deformações de viga 2D

14 Análise modal de uma viga em balanço Afim de ilusrar uma aplicação simples de análise dinâmica modal, repora-se ao caso clássico de viga engasada em balanço, modelada com elemeno linear elásico em 2D. Cujas propriedades são: E = x 10 6 N/m², DENS = 7830 Kg/m³ e ν = 0,3. Figura 2.5 Exemplo de viga em balanço. 1. Consrução do modelo (pré-processameno): - escolhe-se o ipo de elemeno: Beam 2D elasic; - para ese ipo de elemeno as consanes real (1, no casos) requeridas são a área da seção (0,0001 m²), o momeno de inércia da seção (8,3333e-4 m 4 ) e a alura (0,01 m) - Especifica-se as propriedades do maerial módulo de elasicidade (2.068e11 N/m²), densidade do maerial (7830 Kg/m³)e coeficiene de Poisson (0,3). - Cria-se a geomeria: enra-se com as coordenadas nodais ou keypoins aravés de inerface gráfica ou linha de comando (nó 1 x=0,y=0,z=0 e nó 2 x=1,y=0, z=0); - Pode-se especificar a divisão do elemeno para compor a malha, cria-se ambém as linhas; 2. Obenção de solução: - Aplica-se as condições de apoio: resrição de deslocameno e roação do nó 1; - Caso se enha escolhido análise modal deve-se proceder a escolha do méodo de exração e expansão dos modos e inserir a faixa de freqüência desejada no

15 40 caso de se er alguma em especial (no caso modo de exração subspace, 5 modos). 3. Exração e expansão dos modos (solução, caso de análise modal): - Anes de lisar os resulados na eapa seguine pode-se escolher um resumo de odos os modos, ou um modo específico, com sua respeciva freqüência naural. 4. Revisão dos resulados (pós-processador): - Tem-se acesso a odas as resposas da esruura no caso da análise dinâmica modal, as freqüências naurais para os respecivos modos de vibração. Os valores das cinco primeiras freqüências naurais podem ser visualizadas na Tabela 2.2, bem como uma ilusração com os quaro primeiros modos de vibração consa na Figura 2.6. Figura 2.6 Quaro primeiros modos de vibração _ viga em balanço Modos de vibração Freqüências Naurais (Hz) Teoria* ANSYS 1 (fundamenal) 8,31 8, ,94 52, ,68 145, ,69 285, ,22 472,64 *Resulados analíicos obidos com a formulação presene em Clough & Penzien.[30] (1993). Tabela 2.2 Cinco primeiras freqüências naurais_viga em balanço

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS APÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS A- TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS Vimos aé aqui que para calcularmos as ensões em

Leia mais

ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS

ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS Congresso de Méodos Numéricos em Engenharia 215 Lisboa, 29 de Junho a 2 de Julho, 215 APMTAC, Porugal, 215 ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS Alexandre de Macêdo Wahrhafig 1 *, Reyolando M.

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

Esquema: Dados: v água 1520m. Fórmulas: Pede-se: d. Resolução:

Esquema: Dados: v água 1520m. Fórmulas: Pede-se: d. Resolução: Queda Livre e Movimeno Uniformemene Acelerado Sergio Scarano Jr 1906/013 Exercícios Proposo Um navio equipado com um sonar preende medir a profundidade de um oceano. Para isso, o sonar emiiu um Ulra-Som

Leia mais

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão Transisor de Efeio de Campo de Pora Isolada MOSFET - Revisão 1 NMOS: esruura física NMOS subsrao ipo P isposiivo simérico isposiivo de 4 erminais Pora, reno, Fone e Subsrao (gae, drain, source e Bulk)

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é:

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é: PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. Considere o circuio mosrado na figura abaixo: S V R C Esando o capacior inicialmene descarregado, o gráfico que represena a correne

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E 2ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE

APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E 2ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE 170 APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PUC MINAS MESTRADO PROFISSIONAL

Leia mais

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear 2. ÍOOS E JUNÇÃO Fernando Gonçalves nsiuo Superior Técnico Teoria dos Circuios e Fundamenos de Elecrónica - 2004/2005 íodo de Junção isposiivo de dois erminais, passivo e não-linear Foografia ânodo Símbolo

Leia mais

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011 Vesibular UFU ª Fase 17 de Janeiro de 011 PRIMEIRA QUESTÃO A realidade mosra que as favelas já fazem pare do cenário urbano de muias cidades brasileiras. Suponha que se deseja realizar uma esimaiva quano

Leia mais

Aula - 2 Movimento em uma dimensão

Aula - 2 Movimento em uma dimensão Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F- 18 o semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno 1-D Conceios: posição, moimeno, rajeória Velocidade média Velocidade

Leia mais

PUBLICAÇÃO CDTN-944/2005. FOTOELASTICIDADE Primeiros Passos. Geraldo de Paula Martins

PUBLICAÇÃO CDTN-944/2005. FOTOELASTICIDADE Primeiros Passos. Geraldo de Paula Martins PUBLICAÇÃO CDTN-944/005 FOTOELASTICIDADE Primeiros Passos Geraldo de Paula Marins Seembro/005 COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR Cenro de Desenvolvimeno da Tecnologia Nuclear Publicação CDTN-944/005

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

4 Análise de Sensibilidade

4 Análise de Sensibilidade 4 Análise de Sensibilidade 4.1 Considerações Gerais Conforme viso no Capíulo 2, os algorimos uilizados nese rabalho necessiam das derivadas da função objeivo e das resrições em relação às variáveis de

Leia mais

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009 Tese Inermédio de Física e Química A Tese Inermédio Física e Química A Versão Duração do Tese: 90 minuos 26.05.2009.º ou 2.º Anos de Escolaridade Decreo-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na folha de resposas,

Leia mais

MODELAMENTO DINÂMICO DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA MÁQUINA CNC DIDÁTICA

MODELAMENTO DINÂMICO DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA MÁQUINA CNC DIDÁTICA 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 6 h BRAZILIAN CONFERENCE ON MANUFACTURING ENGINEERING 11 a 15 de abril de 2011 Caxias do Sul RS - Brasil April 11 h o 15 h, 2011 Caxias do Sul RS Brazil

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO ANÁLSE DE UMA EQUAÇÃO DFERENCAL LNEAR QUE CARACTERZA A QUANTDADE DE SAL EM UM RESERATÓRO USANDO DLUÇÃO DE SOLUÇÃO Alessandro de Melo Omena Ricardo Ferreira Carlos de Amorim 2 RESUMO O presene arigo em

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC EXPERIÊNIA 7 ONSTANTE DE TEMPO EM IRUITOS R I - OBJETIVO: Medida da consane de empo em um circuio capaciivo. Medida da resisência inerna de um volímero e da capaciância de um circuio aravés da consane

Leia mais

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr. SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS

Leia mais

Experiências para o Ensino de Queda Livre

Experiências para o Ensino de Queda Livre Universidade Esadual de Campinas Insiuo de Física Gleb Waagin Relaório Final da disciplina F 69A - Tópicos de Ensino de Física I Campinas, de juno de 7. Experiências para o Ensino de Queda Livre Aluno:

Leia mais

Instituto de Física USP. Física V - Aula 26. Professora: Mazé Bechara

Instituto de Física USP. Física V - Aula 26. Professora: Mazé Bechara Insiuo de Física USP Física V - Aula 6 Professora: Mazé Bechara Aula 6 Bases da Mecânica quânica e equações de Schroedinger. Aplicação e inerpreações. 1. Ouros posulados da inerpreação de Max-Born para

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

ABORDAGEM ANALÍTICA E CARACTERIZAÇÃO DE CONTATO ENTRE SUPERFÍCIES

ABORDAGEM ANALÍTICA E CARACTERIZAÇÃO DE CONTATO ENTRE SUPERFÍCIES ABORDAGEM ANALÍTICA E CARACTERIZAÇÃO DE CONTATO ENTRE SUPERFÍCIES Paulo Eduardo Nunes Bruel Disseração apresenada à escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo como pare dos requisios

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA ANÁLISE ESTÁTICA E DINÂMICA DE TORRES METÁLICAS ESTAIADAS RENATO CÉSAR GAVAZZA MENIN DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM ESTRUTURAS E CONSTRUÇÃO CIVIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 OCEO EEIVO 006/ UNIF O DI GIO 1 13 FÍIC QUEÕE DE 31 45 31. Uma parícula é sola com elocidade inicial nula a uma alura de 500 cm em relação ao solo. No mesmo insane de empo uma oura parícula é lançada do

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE Página 1 1 TRNSMISSÃO EM BND BSE ransmissão de um sinal em banda base consise em enviar o sinal de forma digial aravés da linha, ou seja, enviar os bis conforme a necessidade, de acordo com um padrão digial,

Leia mais

Prof. Josemar dos Santos

Prof. Josemar dos Santos Engenharia Mecânica - FAENG Sumário SISTEMAS DE CONTROLE Definições Básicas; Exemplos. Definição; ; Exemplo. Prof. Josemar dos Sanos Sisemas de Conrole Sisemas de Conrole Objeivo: Inroduzir ferramenal

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES 3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES Os microconroladores selecionados para o presene rabalho foram os PICs 16F628-A da Microchip. Eses microconroladores êm as vanagens de serem facilmene enconrados no

Leia mais

EFEITOS DA MODIFICAÇÃO ESTRUTURAL POR INSERÇÃO DE MATERIAL ELASTOMÉRICO NO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UMA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO.

EFEITOS DA MODIFICAÇÃO ESTRUTURAL POR INSERÇÃO DE MATERIAL ELASTOMÉRICO NO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UMA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO. VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agoso de 2010 Campina Grande Paraíba - Brasil Augus 18 21, 2010 Campina Grande Paraíba Brazil EFEITOS

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão Modelos de Previsão Inrodução Em omada de decisão é basane comum raar problemas cujas decisões a serem omadas são funções de faos fuuros Assim, os dados descrevendo a siuação de decisão precisam ser represenaivos

Leia mais

Análise de Circuitos Dinâmicos no Domínio do Tempo

Análise de Circuitos Dinâmicos no Domínio do Tempo Teoria dos ircuios e Fundamenos de Elecrónica Análise de ircuios Dinâmicos no Domínio do Tempo Teresa Mendes de Almeida TeresaMAlmeida@is.ul.p DEE Área ienífica de Elecrónica T.M.Almeida IST-DEE- AElecrónica

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS VIA FUNÇÕES ORTOGONAIS: MODELOS DE SEGUNDA ORDEM VERSUS REALIZAÇÃO NO ESPAÇO DE ESTADOS

IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS VIA FUNÇÕES ORTOGONAIS: MODELOS DE SEGUNDA ORDEM VERSUS REALIZAÇÃO NO ESPAÇO DE ESTADOS 6º PSMEC Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica IDENIFICAÇÃ DE SISEMAS VIA FUNÇÕES RGNAIS: MDES DE SEGUNDA RDEM VERSUS REAIZAÇÃ N ESPAÇ DE ESADS Clayon Rodrigo Marqui clayon_rm@dem.feis.unesp.br

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi Dinâmica de ineração da praga da cana-de-açúcar com seu parasióide Trichogramma galloi Elizabeh de Holanda Limeira 1, Mara Rafikov 2 1 Universidade Federal do ABC - UFABC, Sano André, Brasil, behmacampinas@yahoo.com.br

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO

INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO Pág.: 1/88 ÍNDICE Professor: Waldemir Loureiro Inrodução ao Conrole Auomáico de Processos... 4 Conrole Manual... 5 Conrole Auomáico... 5 Conrole Auo-operado... 6 Sisema

Leia mais

Diodos. Símbolo. Função (ideal) Conduzir corrente elétrica somente em um sentido. Tópico : Revisão dos modelos Diodos e Transistores

Diodos. Símbolo. Função (ideal) Conduzir corrente elétrica somente em um sentido. Tópico : Revisão dos modelos Diodos e Transistores 1 Tópico : evisão dos modelos Diodos e Transisores Diodos Símbolo O mais simples dos disposiivos semiconduores. Função (ideal) Conduzir correne elérica somene em um senido. Circuio abero Polarização 2

Leia mais

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS Anasácio Sebasian Arce Encina 1, João Eduardo Gonçalves Lopes 2, Marcelo Auguso Cicogna 2, Secundino Soares Filho 2 e Thyago Carvalho Marques 2 RESUMO

Leia mais

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk Módulo 07 Capíulo 06 - Viscosímero de Cannon-Fensk Inrodução: o mundo cienífico, medições são necessárias, o que sempre é difícil, impreciso, principalmene quando esa é muio grande ou muio pequena. Exemplos;

Leia mais

DIMENSIONAMENTO PRELIMINAR DE ENGRENAGENS

DIMENSIONAMENTO PRELIMINAR DE ENGRENAGENS DIMENSIONAMENTO PRELIMINAR DE ENGRENAGENS Prof. Dr. Julio Cézar de Almeida 1 FALHA POR FLEXÃO PÉ DO DENTE Falha por flexão dos denes - presene quando a ensão auane nos denes igualar-se ou exceder à resisência

Leia mais

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS EDUARDO MARMO MOREIRA Disseração de Mesrado apresenada

Leia mais

3 Análise Não-Linear Geométrica

3 Análise Não-Linear Geométrica 3 Análise Não-inear Geomérica 3.1 Comenários Iniciais Ese capíulo começa com uma breve discussão sobre o comporameno não linear, o objeivo da análise não linear, e o seu lugar na engenharia esruural. As

Leia mais

CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO)

CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO) CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO) 1 - INTRODUÇÃO Urbano Rodriguez Alonso Engenheiro Consulor As fundações, como qualquer oura

Leia mais

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Análise de dados e probabilidade Guia do professor Experimeno O méodo de Mone Carlo Objeivos da unidade 1. Apresenar um méodo ineressane e simples que permie esimar a área de uma figura plana qualquer;.

Leia mais

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriee Righi LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 Aenção: Aualize seu adobe, ou subsiua os quadrados por negaivo!!! 1) Deermine

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

Física. MU e MUV 1 ACESSO VESTIBULAR. Lista de Física Prof. Alexsandro

Física. MU e MUV 1 ACESSO VESTIBULAR. Lista de Física Prof. Alexsandro Física Lisa de Física Prof. Alexsandro MU e MU 1 - (UnB DF) Qual é o empo gaso para que um merô de 2m a uma velocidade de 18km/h aravesse um únel de 1m? Dê sua resposa em segundos. 2 - (UERJ) Um rem é

Leia mais

3 Formulação do Problema da Dinâmica de Risers Empregando-se o Método dos Elementos Finitos 3.1. Fenomenologia do Comportamento Estrutural de Risers

3 Formulação do Problema da Dinâmica de Risers Empregando-se o Método dos Elementos Finitos 3.1. Fenomenologia do Comportamento Estrutural de Risers 43 3 Formulação do Problema da Dinâmica de Risers Empregando-se o Méodo dos Elemenos Finios 3.1. Fenomenologia do Comporameno Esruural de Risers O comporameno não linear de esruuras pode ser de origem

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

GABARITO DE QUÍMICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA

GABARITO DE QUÍMICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA GABARITO DE QUÍMICA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA Realizada em 8 de ouubro de 010 GABARITO DISCURSIVA DADOS: Massas aômicas (u) O C H N Na S Cu Zn 16 1 1 14 3 3 63,5 65,4 Tempo de meia - vida do U 38

Leia mais

4 Modelagem e metodologia de pesquisa

4 Modelagem e metodologia de pesquisa 4 Modelagem e meodologia de pesquisa Nese capíulo será apresenada a meodologia adoada nese rabalho para a aplicação e desenvolvimeno de um modelo de programação maemáica linear misa, onde a função-objeivo,

Leia mais

PSO APLICADO À SINTONIA DO CONTROLADOR PI/PID DA MALHA DE NÍVEL DE UMA PLANTA DIDÁTICA INDUSTRIAL

PSO APLICADO À SINTONIA DO CONTROLADOR PI/PID DA MALHA DE NÍVEL DE UMA PLANTA DIDÁTICA INDUSTRIAL PSO APLICADO À SINTONIA DO CONTROLADOR PI/PID DA MALHA DE NÍVEL DE UMA PLANTA DIDÁTICA INDUSTRIAL Lucas H. S. de Andrade, Bruno L. G. Cosa, Bruno A. Angélico Avenida Albero Carazzai, 1 Universidade Tecnológica

Leia mais

MODELAGEM DE SÓLIDOS, Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR

MODELAGEM DE SÓLIDOS, Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR MODELAGEM DE SÓLIDOS, CURVAS E SUPERFÍCIES Adair Sana Caarina Curso de Ciência da Compuação Unioese Campus de Cascavel PR Mar/24 O que é Modelagem? Modelagem é o uso de écnicas para criar represenações

Leia mais

Um estudo de Cinemática

Um estudo de Cinemática Um esudo de Cinemáica Meu objeivo é expor uma ciência muio nova que raa de um ema muio anigo. Talvez nada na naureza seja mais anigo que o movimeno... Galileu Galilei 1. Inrodução Nese exo focaremos nossa

Leia mais

Telefonia Digital: Modulação por código de Pulso

Telefonia Digital: Modulação por código de Pulso MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Unidade de São José Telefonia Digial: Modulação por código de Pulso Curso écnico em Telecomunicações Marcos Moecke São José - SC, 2004 SUMÁRIO. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO....

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Departamento de Estruturas

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Departamento de Estruturas UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Deparameno de Esruuras PROJETO DE PASSARELA COMPOSTA DE PERFIS TUBULARES EM AÇO Rafael Brand Ruas Projeo de Graduação

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

PROJETO ÓTIMO DE PÓRTICOS PLANOS USANDO ALGORITMO GENÉTICO

PROJETO ÓTIMO DE PÓRTICOS PLANOS USANDO ALGORITMO GENÉTICO PROJTO ÓTIMO D PÓRTICOS PLANOS USANDO ALGORITMO GNÉTICO Anderson Pereira Deparameno de ngenharia de Civil Poniícia Universidade Caólica do Rio de Janeiro Rua Marquês de São Vicene 5/301L, Gávea CP 453-900,

Leia mais

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes Os See Hábios das Pessoas Alamene Eficazes Sephen Covey baseou seus fundamenos para o sucesso na Éica do Caráer aribuos como inegridade, humildade, fidelidade, emperança, coragem, jusiça, paciência, diligência,

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 33 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA No iem 3.1, apresena-se uma visão geral dos rabalhos esudados sobre a programação de horários de rens. No iem 3.2, em-se uma análise dos rabalhos que serviram como base e conribuíram

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Amanda Zani Dutra Silva

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Amanda Zani Dutra Silva UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Amanda Zani Dura Silva Gerenciameno de Manuenção de Equipamenos de um Hospial São Paulo 006 Amanda Zani Dura Silva Gerenciameno

Leia mais

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006)

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006) PROVA MODELO GRUPO I Arisóeles inha examinado corpos em moimeno e inha concluído, pelo modo como os corpos caem denro de água, que a elocidade de um corpo em queda é uniforme, proporcional ao seu peso,

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Misturas betuminosas determinação do módulo de resiliência

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Misturas betuminosas determinação do módulo de resiliência Méodo de Ensaio Página 1 de 5 RESUMO Ese documeno, que é uma norma écnica, esabelece o méodo para deerminar o módulo de resiliência de misuras beuminosas, de uilidade para projeo de pavimenos flexíveis.

Leia mais

Resumo. Sistemas e Sinais Definição de Sinais e de Sistemas (1) Definição de Funções. Nesta Aula

Resumo. Sistemas e Sinais Definição de Sinais e de Sistemas (1) Definição de Funções. Nesta Aula Resumo Sisemas e Sinais Definição de Sinais e de Sisemas () lco@is.ul.p Insiuo Superior Técnico Definição de funções. Composição. Definição declaraiva e imperaiva. Definição de sinais. Energia e poência

Leia mais

As cargas das partículas 1, 2 e 3, respectivamente, são:

As cargas das partículas 1, 2 e 3, respectivamente, são: 18 GAB. 1 2 O DIA PROCSSO SLTIVO/2006 FÍSICA QUSTÕS D 31 A 45 31. A figura abaixo ilusra as rajeórias de rês parículas movendo-se unicamene sob a ação de um campo magnéico consane e uniforme, perpendicular

Leia mais

INSTRUMENTOS GERENCIAIS ACESSÓRIOS AO V@R NA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE TAXAS DE JUROS. Paulo Beltrão Fraletti 1 Paulo Kwok Shaw Sain 2

INSTRUMENTOS GERENCIAIS ACESSÓRIOS AO V@R NA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE TAXAS DE JUROS. Paulo Beltrão Fraletti 1 Paulo Kwok Shaw Sain 2 IV SEMEAD INSTRUMENTOS GERENCIAIS ACESSÓRIOS AO V@R NA ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DE TAXAS DE JUROS Paulo Belrão Fralei Paulo Kwok Shaw Sain 2 RESUMO O Value-a-Risk (V@R) é aualmene a ferramena mais popular

Leia mais

Aplicações à Teoria da Confiabilidade

Aplicações à Teoria da Confiabilidade Aplicações à Teoria da ESQUEMA DO CAPÍTULO 11.1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 11.2 A LEI DE FALHA NORMAL 11.3 A LEI DE FALHA EXPONENCIAL 11.4 A LEI DE FALHA EXPONENCIAL E A DISTRIBUIÇÃO DE POISSON 11.5 A LEI

Leia mais

ENSAIO BRASILEIRO: CARACTERIZAÇÃO ESTATÍSTICA DE DUAS SÉRIES EXPERIMENTAIS EM ARGAMASSAS. Ferreira, I. A., Doutorando, COPPE/UFRJ

ENSAIO BRASILEIRO: CARACTERIZAÇÃO ESTATÍSTICA DE DUAS SÉRIES EXPERIMENTAIS EM ARGAMASSAS. Ferreira, I. A., Doutorando, COPPE/UFRJ 7 a 2 de Mayo de 24 Faculad de Ingeniería. Universidad Nacional de Cuyo. Mendoza. Argenina. Jornadas Sud-Americanas de Ingeniería Esrucural ENSAIO BRASILEIRO: CARACTERIZAÇÃO ESTATÍSTICA DE DUAS SÉRIES

Leia mais

Primeira Lista de Exercícios

Primeira Lista de Exercícios TP30 Modulação Digial Prof.: MSc. Marcelo Carneiro de Paiva Primeira Lisa de Exercícios Caracerize: - Transmissão em Banda-Base (apresene um exemplo de especro de ransmissão). - Transmissão em Banda Passane

Leia mais

Uso da Simulação de Monte Carlo e da Curva de Gatilho na Avaliação de Opções de Venda Americanas

Uso da Simulação de Monte Carlo e da Curva de Gatilho na Avaliação de Opções de Venda Americanas J.G. Casro e al. / Invesigação Operacional, 27 (2007) 67-83 67 Uso da imulação de Mone Carlo e da Curva de Gailho na Avaliação de Opções de Venda Americanas Javier Guiérrez Casro Tara K. Nanda Baidya Fernando

Leia mais