Nexans Cabling Solutions NCS Programa de Instaladores Certificados

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1 Nexans Cabling Solutions NCS Programa de Instaladores Certificados Programa Conectar

2 Sumário Apresentação Nexans; Evolução do cabeamento, Padrão Ethernet; Topologia de redes e classificação; Padronizações e Normas Soluções Nexans para sua Rede Local ; Atualizações da Norma TIA/EIA- 568-C0, 568C 1, 568C 2, 568C - 3 Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; NBR 14565; Componentes da LAN; Parâmetros elétricos; Testes em campo; Norma 569B; Norma 606 A; 2 2

3 Sumário Norma 607B; Práticas Manuseio; Práticas de Conectorização; Conceitos de Fibra Óptica; Padrão Ethernet; Garantias; Conceitos de Projetos; Teste (30 questões de múltipla escolha e índice mínimo de 60%); 3 3

4 Introdução A qualidade de transmissão de uma instalação de Cabling depende do sistema de Cabling usado, como também do próprio integrador. A NCS - Nexans Cabling Solution, elaborou seu programa de treinamento, Nossos treinamentos são elaborados no Centro de Competência em Bruxelas ou em locais de acordo com a demanda e suas premissas mundiais em regiões diferentes. A evolução da Tecnologia LAN requer um alcance extenso e variado de conhecimentos. Os projetos dos nossos Integradroes tem a mesma importância em nosso negócio. O segredo é descobrir a sinergia entre suas necessidades em nosso programa de suporte. 4 4

5 Introdução Nós também podemos atender diferentes tópicos em módulos, para ir de encontro as necessidades de diferentes clientes: Integradores; Project Managers; Designers, Consultores e Arquitetos; Modulos especiais para treinamento de pessoas da área Comercial; O Certificado será emitido de acordo com o Curso de Certificação, no caso do Curso Modulo I Brasil para aplicações Cat5e/Cat6 e Cat6A. 5 5

6 Apresentação 6 6

7 No centro da performance : Mais de 100 anos de experiência Crescimento Continuo 1897 Société Française de Câbles Electriques 2000 creation of Nexans Since 2000 continuous growth and acquisitions 8

8 Mais de 100 anos de experiência Crescimento Contínuo Após Kukdong (Coréia do Sul) - Daesung Cable (Coréia do Sul) - Furukawa cabos de Energia SA (Brazil) - Liban cables (Líbano) - GPH (Alemanha) - Cabloswiss (Itália) - Confecta (Suíça) - Olex (Austrália Nova Zelândia) - TVG (EUA) - MADECO (América do Sul) 9 9

9 No centro da performance : Mais de 100 anos de experiência Aquisições Daesung Cable (South Korea) GPH (Germany) Kukdong (South Korea) Furukawa cabos de Energia SA (Brazil) Cabloswiss (Italy) Liban cables (Lebanon) LiOA (Vietnam) Confecta (Switzerland) NVC (Joint Venture in Japan) Olex (Australia New Zealand) TVG (USA) Madeco Cables (South America) Intercond (Italy) Polycab (Joint Venture in India) 10

10 Líder Mundial Faturamento de 5 Bilhões de Euros em 2010 A mais completa linha de cabos para energia, telecom e sistemas de cabeamento Vendas por atividade 12 12

11 13

12 Presença Global Presença industrial em mais de 39 países e atividade comercial em 80 países colaboradores Mais de 90 fábricas em 5 Continentes Participação em especificações nacionais e internacionais

13 NIES Headquarters 2 Faraday Office Park Faraday Road, Basingstoke RG24 8QQ, UK Tel: +44 (0) Fax: +44 (0) NCS Headquarters Alsembergsesteenweg 2 bus 3 B-1501 Buizingen Belgium Tel: Fax:

14 Nexans Cabling Solution Brussels - Belgica 16

15 Centro de Treinamento - Belgica 17

16 Centro de Treinamento - Belgica 18

17 Expertise Influential Market Leader Nexans é um importante participante na elaboração de Normas Internacionais: ISO, IEC, CENELEC, TIA List of attendants at the JTC 1/SC 25/WG 3 (Feldafing August 2001) Nexans 10 Avaya 7 Tyco/AMP 5 ADC 3 R&M 2 Corning 2 Fluke 2 Krone/Brand Rex/Siemon/Datwyler/Telesafe/Ackerman/Draka/NordxCDT=1 Nexans Cabling Solutions, March

18 Nexans no mundo A Nº 1 na Europa em LAN CABLE A Nº 1 no Mundo em Cat6A e Cat7A 20

19 Nexans no mundo Finance Operators Hotels Defence & Government 21

20 23

21 24 24

22 Nexans no Mercosul 25 25

23 Nexans no Brasil 26 26

24 27

25 28

26 29

27 Vamos juntos para o futuro... 30

28 Evolução do Cabeamento 31 31

29 Evolução do cabeamento História do Ethernet : Em 70 o ambiente de computação era dominado por computadores de grande porte muito caros, os Mainframes; 22 de Maio de 1973, Bob Metcalfe(Xerox Palo Alto Research Center, PARC, Califórnia) descreve um sistema de rede baseado em uma experiência anterior com redes, chamada rede Aloha; 1976, Metcalfe desenhou o diagrama do Ethernet pela primeira vez; 32 32

30 Evolução do cabeamento História do Ethernet : Sistema Ethernet foi melhorado por Metcalfe, com Collision detection (detecção de colisão), Carrier sense (percepção de portadora), Multiple acess (acesso múltiplo), CSMA/CD. IEEE (Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos) estabelece o padrão aberto de redes baseado no Ethernet de Metcalfe e de número 802, publicado em 1985 como IEEE CSMA/CD; 1979, Metcalfe iniciou uma empresa para comercializar o Ethernet, Computer Communication Compatibility, 3COM

31 Megabits ou MegaHertz? Qual é mais rápido? 2000 rpm =? km/h 2000 rpm =? km/h 34

32 Evolução do cabeamento História do Ethernet : Ethernet é, sem dúvida, a tecnologia de rede local (LAN) mais usada atualmente no mundo. Suplementos do IEEE (evolução) a Base T Fast Ethernet x Full-Duplex Standard ab BaseT Gigabit Ethernet ae Gbs Ethernet ba Gbs and 100Gbs Ethernet task force 35 35

33 Evolução do cabeamento Telefonia Informática Não estruturado Estruturado Cabeamento Universal Pré-Engenharia de Sistemas de Cabeamento 36 36

34 Evolução do cabeamento Porque Cabeamento Estruturado / Universal? 37 37

35 Evolução do cabeamento PASSADO: Cabeamento não estruturado; Cada sistema possuía diferentes tipos de transmissão (UTP, STP-A, coaxial, twinaxial,...) Incompatibilidade com outras soluções existentes; Qualquer deslocamento ou mudanças de lay-out eram altamente onerosos; Impossibilidade de observar o sistema como um todo; Emaranhado de cabos 38 38

36 Evolução do cabeamento PRESENTE : Cabeamento Estruturado; Dois tipos de sistemas existentes: em cobre (par trançado) e em fibra óptica; Voz, dados, vídeo, controle de sinais, etc; Grande facilidade de mudanças de Lay-out; Cabeamento Genérico e Universal: Suportam diferentes tipos de aplicações 39 39

37 Evolução do Cabeamento O padrão Ethernet 40

38 Evolução do Cabeamento O Futuro do Padrão Ethernet 41

39 Evolução do Cabeamento Um eficiente sistema de Cabeamento antecipa O futuro Ethernet 10 Mb/s Capacidade Da Infraestrutura Do Cabling 80 Token Ring 16 Mb/s 85 Fast FDDI Ethernet 100 Mb/s 100Mb/s ATM 155 Mb/s Gigabit Ethernet 1000 Mb/s Necessidade De Banda 42

40 Topologia de Rede 43 43

41 Topologia de rede DEFINIÇÃO: É a forma pela qual estão distribuídos os nós de uma rede TIPOS : BARRAMENTO ( BUS ) ANEL ( RING ) ESTRELA 44 44

42 Topologia de rede BARRAMENTO ( BUS ) 45 45

43 Topologia de rede ANEL ( RING ) 46 46

44 Topologia de rede ESTRELA 47 47

45 Topologia de rede Topologia Atual das Redes Configuração tipo Estrela Instalações feitas com UTP Unshielded Twisted Pair, ScTP Screened Twisted Pair ou Fibras Ópticas. Utiliza conectores tipo modular de 8 pinos macho e fêmea, conectores ópticos, patch panel, bloco de conexão, etc. Número ilimitado de pontos por cada LAN Ótimo nível de segurança. Alta velocidade de transmissão Baixo custo de materiais 48 48

46 Classificação das redes LAN : Local Area Network As redes locais ( LAN s) normalmente se referem a infra estrutura intraedifício ou interedifício em uma mesma planta (Campus ). Routing Switch 100 BASE-TX Building 1 Routing Switch 100 BASE-TX Routing Switch Routing Switch Building 3 Routing Switch MAN/ WAN 1000 BASE-LX Data Center Trunked Ports Routing Switch Building 2 Routing Switch 49 49

47 Classificação das redes MAN : Metropolitan Area Network As redes metropolitanas ( MAN s) se referem a infra estrutura de uma rede em distâncias maiores que as determinadas em uma LAN. Distância limitada a 100 km. Routing Switch Ci sc o Ci 75 sc XX o 75 XX SONET Infrastructure Gigabit Ethernet LAN Fiber Infrastructure LAN 50 50

48 Classificação das redes WAN : Wide Area Network A rede mundial se refere a infraestrutura que conecta as diversas redes globalmente, conectando as redes ao mundo da internet, por exemplo: Switch Ethernet LAN WAN Switch 1 a 10 Gb/s Ethernet Ethernet LAN 51 51

49 Padronizações e Normas 52 52

50 Padronização Estados Unidos Europa Internacional TIA/EIA 568B Commercial Building Telecomunications Wiring Standard Abril 2001 CENELEC EN Customer Premises Cabling Agosto 1995 ISO/IEC IS Generic Cabling for Customer Premises Julho

51 Caminho da padronização 1ª edição aditivos 2 ª edição ISO/IEC IS Generic Customer Premises Cabling + IS Amendments + Next Generation Cabling Specs = IS Generic Customer Premises Cabling Europe EN Information Technology: Generic Cabling Systems + EN Amendments + Next Generation Cabling Specs = EN Information Technology: Generic Cabling Systems USA EIA/TIA 568A + EIA/TIA TSB-67 Field EIA/TIA TSB-72 Centralised Optical Architecture EIA/TIA TSB-75 EIA/TIA 568A Addenda Open + + Testing Office + = Cabling EIA/TIA 568B

52 Definições da norma 568-B 568-A UTP FTP FO A-1 A-2 A-3 A-4 A-5 TSB 67 TSB 72 TSB 75 TSB 95 IS 729 Anexo A 568-B.1 Requisitos Gerais 568-B.2 Par Trançado 568-B.3 Fibra Óptica A-1 Cat

53 Normas Internacionais ISO/IEC

54 Standardisation : Universal Cabling Clausulas ISO/IEC 11801? Clause 5: configuration of the universal cabling system Clause 6: the links and Channels Clause 11 & 12: Electromagnetic performance and screening practices Clause 13: system administration Local EMC regulation 57

55 Classificação ISO/IEC RJ 45 (IEC ) Numero Categoria Tipo 1 3 não blindado 2 5e não blindado 3 5e blindado 4 6 não blindado 41 6 A não blindado 5 6 blindado 51 6 A blindado 7 7 blindado 71 7 A blindado 58

56 Padrões PAM Personal Area Network DAS Direct Attached Storage NAS Network Attached Storege SAN Storage Area Network CLOUD Virtualização (storage Star Lan Acess) 59

57 ISSO 11801: 2002/A1:2008 DE DENBEDDED Range de trabalho entre 36,4 db e 37,6db para o parametro Next. Conector Cat6A Nexans está homologado com 500Mhz de largura de banda. Conector Cat7 e 7 A com 600Mhz e 1000Mhz estão homologados 60

58 Caminho da padronização Class Fa / Category 7a (2006) Class F / Category 7 Class Ea / Category 6a (2006) Class E / Category 6 Class D / Category 5e Category 4 Class C / Category 3 10 Gigabit Ethernet sobre cobre já é realidade 40 Gigabit Ethernet sobre cobre a Nexans já tem MHz 61 61

59 Padronização NORMA BRASILEIRA - ABNT - NBR

60 Padronização NORMA BRASILEIRA - ABNT - NBR

61 Normas e Institutos Relacionados ISO International Organization for Standardization CENELEC Comité Européen de Normalization Eletrotechnique. TIA Telecommunications Industry Association EIA Eletronic Industries Alliance NEC National Electrical Code IEC International Electrotechnical Commission IEEE Institute of Electrical Electronics Engineers ANSI American National Standards Institute 64 64

62 ANSI/TIA/EIA 568 C 65 65

63 Norma 568C Fevereiro

64 Norma 568C Fevereiro

65 Norma 568C Fevereiro 2009 Objetivos básicos da norma 568- C.0 A presente Norma estabelece critérios para um sistema de Cabeamento Genérico, ANSI/TIA 568-C.0. Na figura 2, temos a representação dos elementos funcionais que compõem um sistema de cabeamento genérico. Na língua inglesa os requerimentos mandatórios são designados pela palavra shall, e os recomendados pelas palavras should, may ou desirable. Os elementos do sistema de cabeamento, estão listados abaixo: a)entrada de facilidades; b)sala de equipamentos Equipment Rooms ( espaço contendo o Distribuidor c)telecommunication Room (espaço tipicamente contendo distribuidor A, mas conter o B ou C) dependendo da condição poderá ter um telecommunication encloures ( espaço contendo o distribuidor A); d)backbone Cabling; e) Horizontal Cabling; f) Work Aerea; 68

66 568C Representação do Cabeamento 69

67 568C Representação do Cabeamento 70

68 Anexo D 568-C.0 Par trançado Aplicações e limitações 71

69 Anexo D 568-C.0 Fibra Ópticas Aplicações e limitações 72

70 Anexo D 568-C.0 Fibra Ópticas Aplicações e limitações 73

71 Alterações 74

72 Definições da norma 568-C 75 75

73 Definições da norma 568-C Objetivos básicos da norma 568- C Flexibilidade nas diversas conexões entre redes; Suporte a diversas tecnologias de redes; Garantia de proteção dos equipamentos contra interferências eletromagnéticas (EMI); Facilidade na expansão, alteração e gerenciamento; Planejamento e instalação do cabeamento sem a necessidade de conhecimento dos equipamentos ativos que farão parte do projeto. Estabelecimento de critérios técnicos e padrões para as diversas configurações de cabeamento

74 Definições da norma 568-C Objetivos mínimos para um cabeamento com qualidade: Preservação mínima de investimento de 05 anos, desejável preservação de 10 anos; Atender no máximo 3 km em extensão geográfica; Definir as distância limites para os diversos tipos de cabos aceitos e para as topologias recomendadas; Definir os requisitos mínimos para utilização destas mídias, em ambientes de trabalho; Definir o tipo de conector e o padrão de conectorização a ser utilizado

75 Reorganização geral TIA/EIA 568-C.0 Genérico Requerimiento para Telecomunicação TIA/EIA 568-C.1 Comercial Telecomunicação TIA/EIA 568-C.2 Componentes do Cabeamento Par trançado balanceado 78 78

76 Standardisation : Universal Cabling RJ45 (IEC ) Horizontal Cable IEC Cat6A UN IEC Cat6A SCR IEC Cat7 WORKPLACE 79

77 Estudo de Projeto Design do Cabeamento Design do canal horizontal Definição Canal com 2 conectores Ponto de consolidação & Cross-connect Distancias 80

78 Project Study Design do canal horizontal 1. Definição do canal horizontal A parte do cabeamento que prove conectividade entre o FD e a work-area telecom outlet. O cabeamento horizontal consiste de uma midia de transmissão(cabo de 4 pares trançados em cobre e/ou 2 OF cabos), as outlets, as terminações do cabeamento horizontal e os patch cords. 81

79 Estudo de projeto Design do cabeamento Horizontal Design do canal Horizontal Definição 2 conectores no canal Ponto de consolidação & Cross-connect Distancias 82

80 Project Study 2 Connectors Model EQP = Equipment; C = Connection (Mated pair); TE = Terminal Equipment Table and models from ISO 11801:2002 1/SC 25 N

81 Estudo de Projeto 2 Conectores Canal Horizontal Voice Patch Cord Dual RJ45 outlet UTP / F²TP cables Data Patch Cord Voice Patch Cord 24 RJ45 Patch Panel Horizontal Distribution Voice Backbone Termination Data Patch Cord Hub / Switch Floor Distributor 84

82 Estudo de projeto Modelo com 4 conectores Single ended cords EQP = Equipment; C = Connection (Mated pair); TE = Terminal Equipment Table and models from ISO 11801:2002 1/SC 25 N

83 Estudo de Projeto UTP / F²TP Single ended patch cords CP + Cross-connect 4 conectores (CP cables) Desk (WP) Dual RJ45 outlet CP UTP / F²TP std cables Voice Patch Cord RJ45 terminated ends Core Frame Floor Distributor Data Patch Cord Hub / Switch UTP / F²TP Single ended patch cords 86

84 Estudo de Projeto Multi-user Ponto de Consolidação (CP) CP limitado para 12 Work areas max. TO TO UTP / F²TP std cables UTP / F²TP Single ended patch cords TO TO Hub / Switch Floor Distributor 87

85 Estudo de projeto Design do sistema de cabeamento Design do cabeamento horizontal Definição 2 conectores no canal Ponto de consolidação & Cross-connect Distancias 88

86 Estudo de Projeto Design do canal Horizontal: Questões de medidas Restrições gerais a serem seguidas: A distancia fisica no canal não deve ultrapassar 100 m. A distancia fisica do cabeamento horizontal não deve ultrapassar 90m e deve ser reduzida conforme tabela (na proxima pagina) se o total das distancias dos patch cords for maior que 10 m. Quando utilizar tomada multiusuario, a distancia do patch cord nao devera ser maior que 20 m. A medida dos patch cords/ jumper cords devera não ser maior que 5 m. 89

87 Estudo de Projeto UTP / F²TP Single ended patch cords CP + Cross-connect 4 conectores (CP cables) Desk (WP) Dual RJ45 outlet CP UTP / F²TP std cables Voice Patch Cord RJ45 terminated ends Core Frame Floor Distributor Data Patch Cord Hub / Switch UTP / F²TP Single ended patch cords 90

88 Project Study Horizontal channel design: Lengths issue Table and models from ISO 11801:2002 1/SC 25 N

89 Estudo de Projetos X & Y valores de parametros Patch cable insertion loss é 50% maior que cabeamento horizontal. Cords e CP cabos produzidos do mesmo patch cable. O valor usado por estes valores sâo: X = 1.5 = Y 92

90 Estudo de Projeto Usando uma solução Cat6: H = FX CY F = = 13m C = 2, ,5 = 8 equivale nosso patch de 10m ou 15m Entao :H = x1,5 10x1,5 H = ,50 15 H = 67,50 Sendo a temperatura: 20 C X 0,2% = 4% 4% de 67,5 = 2,7 então H = 67,5 2,7 H = 64, = 87,80m 93

91 Soluções Nexans para sua Rede Local -5 94

92 LAN Systems Nexans uma das unicas companias que tem controle do design e produção de todos componentes usados Sistema completamente Integrado Minimas perdas por incompatibilidade Maxima performance pelo canal 95

93 Produtos Nexans para LAN Cabos Cat5e; Cabos Ca6; Cabos Cat5e FTP; Cabos Cat6 A; Cabos Cat5e 25 pares; Cabos Cat5e Flexíveis; Cabos Cat7 e Cat7A e a solução GG45; Patch Cords Cat5e e Cat6; Patch Panel Cat5e e Cat6; Voice Panel; Cordões Ópticos; Conectores RJ45 Cat5e e Cat6 fêmea; Espelhos, Caixas de superfície, ícones de identificação; Blocos 110 e connecting Blocks; DIOs

94 LANmark 5e Cat 5e Limite de Operação até Gigabit Ethernet Atende as aplicações atuais Custo reduzido de implantação Atualmente é o maior parque instalado Desenvolvido em meados de

95 LANmark 1000 Cat 6 Tecnologia High-End Diâmetro externo reduzido (5,4mm) Único Cat. 6 testado até 1GHz Novo projeto desenvolvido em 2005 Supera com grande margem a norma ANSI/TIA/EIA 568 B-2.1 ( Categoria 6 ) 98 98

96 LANmark 5e FTP 4 pares Disponível na versão Indoor/Outdoor Cores preto e azul 99

97 Cabos Powersum 25 pares Cabo Powersum 25 Pares Primeiro Cabo Multipar Cat 5e Aplicações em Backbone Aplicações de Cabeamento por Zona ( Zone Wiring )

98 Conectividade : PCB patch panels e Jacks UTP Keystone CAT5e Patch Panel: N B Jack Keystone: NB10001T Patch Panel 24 portas com estrutura 19 Parte traseira com terminação LSA+ / 110 Disponivel para CAT5e e CAT6 Esquema de cores T568A and T568B Jacks UTP em formato Keystone CAT6 Patch Panel: N B N B Pode ser utilizado com U/UTP cabos 23 ou 24 AWG Gerenciador traseiro de cabos opcional (Sob consulta) Essential-5 Patch panel disponivel em 48 portas (sob consulta) Jack Keystone: NB10101T 101

99 LANmark EVO Nexans Cabling Solutions / Intelligent Enterprise Solutions 102

100 Conector Cat6 Tool Less Essential Reutilizavel Com a universal comfort tool ( para uma forma nova de conectorizar ) 103

101 104

102 105

103 106

104 107

105 108

106 109

107 110

108 111

109 112

110 Conectividade - Voice Panel e Blocos 110 Voice Panel 50 portas com estrutura 19 Parte traseira com terminação LSA+ / 110 Esquema de cores T568A and T568B Voice Panel CAT3 50 portas: N B Utilização em painéis no lugar do bloco 110 Blocos 110 Bloco 110 CAT5e 50 portas: NB15001T Conectores p/ Bloco 110 Connecting Block 110 CAT5e 4p: NB17001T Bloco 110 CAT5e 100 portas: NB15101T Bloco 110 CAT6 64 portas: NB16001T Connecting Block 110 CAT5e 5p: NB17002T Connecting Block 110 CAT6 4p: NB18001T Bloco 110 CAT6 128 portas: NB16101T

111 Patch Cords CAT5e Disponível em 7 cores Azul, Cinza, Vermelho, Verde, Amarelo, Preto e Branco Com ou Sem Cover Padrão de tamanho: 1,5m e 2,5m (demais medidas sob consulta) CAT6 Inicialmente disponível em 2 cores Azul e Cinza (demais cores sob consulta) Cover Injetado Preto Padrão de tamanho: 1,5m e 2,5m, 3, 6,12 e 15m

112 Travas de RJ45 em 8 cores Small Movie : How to change the Latch Protector 115

113 Cabo Cat6A 10G Blindado 116

114 Conectividade : Acessórios Surface Box Branco 2 posições : NB11101T Espelho 4x2 Branco 2 posições : Espelho 4x2 Branco 4 posições : Tampa Cega p/ espelhos : NB12001T NB12101T NB14001T Espelho 4x4 Branco 9 posições : NB13001T 117

115 Organizador de cabos Guia traseiro 118

116 RACKS 119

117

118 121

119 DIO e KIT DIO 122

120 Pigtail Óptico e Adaptador 123

121 Cordão Óptico 124

122 Família de produtos blindados Cabos FTP, STP, S-FTP, F 2 TP, etc

123 Novo Conector LANmark-6A EVO Snap-In Nova descriminação : Cat6A N420.66A 126

124 Blindados Classe E / Categoria 6a 10G Aumentar a largura de banda do canal para 500MHz Interface baseada no RJ45; Mais curto, mais fácil de montar e reutilizavel; Suporte para links menores, muito útil para Data Centers;

125 Pre- Terminados 128

126 Pré-Terminados 129

127 Pré-Terminados 130

128 IEC (1) GG45 - Como trabalha? O Cat 7 Switch GG 45 Interface 131

129 Tecnologia Novo Desenvolvimento: Pronto para 40 GBase-T Dobro de Banda e metade no Crosstalk (of Cat6A) 132

130 Blindados Classe F / Categoria 7 e 7 A 40/100G Aumentar a largura de banda do canal para 1000MHz Interface baseada no RJ45, permitindo compatibilidade com versões anteriores (Cat5e e Cat6); Snap in formato; Disponivel na versão para cabos flexiveis;

131 Plug GG45 Plug GG45 Uma parte protuberante no plug ativa uma chave no jack

132 Plug GG45 GG45-plug Alta velocidade (Cat 7) 2 pares embaixo 2 pares encima (pinos 1-2 e 7-8)

133 Conector GG45 Conector Cat 7 Visão em corte de um conector Cat 7 A parte protuberante do plug abre o contato da chave. Nenhum sinal será enviado aos 4 contatos centrais do conector GG45, que serão aterrados. Apenas os 4 contatos extremos transmitirão o sinal

134 GG45 - Como ele trabalha Como ele trabalha na forma de um switch? 137

135 Conector GG45 Mecanismo de Chaveamento Apenas 8 contatos por vez 8 contatos 100% compatível com RJ45 4 Pares no topo 250 MHz 2 Pares no topo 2 Pares embaixo 600 MHz 4 novos contatos Para 600 MHz

136 Explorar novas oportunidades Ethernet Industrial

137 Matriz MICE Redes Industriais

138 Matriz MICE Redes Industriais M: Classificação Mecânica (carga mecânica, choque, vibração, pressão, impacto) I: Classificação de Ingresso (entrada de partículas estranhas, poeira, umidade, imersão) C: Classificação Climática (carga climática, radiação, líquidos, gases, contaminação) E: Classificação Eletromagnética (cargas eletrostáticas, eletromagnéticas e similares)

139 LANmark Indústria - Produtos PatchPanels IP67 Patchcords DIN Rail IP67 Outlet LM-7 Industry PUR S/FTP LM-6 PE Specials

140 LANmark Industry 143

141 LANmark Industry Products - iconnect Box NEW Optic + Copper Din Rail 144

142 Maritime Oil & Gas

143 LANmark-7 Standard LSZH LANmark-7 Maritime LANmark-7 Industry PUR LANmark-7 Oil&Gas Mud Resistant LANmark-7 Oil&Gas Mud Resistant PVC

144 LanMark OF Patch Panel 96 LC Angular 147

145 Pre-Terminated Fibre 148

146 Product overview Grommet Pulling eye Protection tube Fanout legs 149

147 Componentes da LAN

148 Componentes de uma LAN Entrada do edifício ( Entrance Facilities) Sala de equipamentos ( Equipament Room) Sala de telecomunicações (Telecommunication Room) Manobras (Cross - Conects) Ponto de Consolidação ou Transição (Consolidation Point) Cabeamento Horizontal (Horizontal Cables) Backbone (Backbone Cables) Área de trabalho (Work Area)

149 Componentes de uma LAN Cabling Horizontal Telecom.Room Backbone cabling Cross Conects Work Area Entrance Facilities Equipment Room

150 Entrada do edifício (entrance facilities) É composto pelos componentes de rede necessários para conectar os provedores de serviço ao cabeamento interno. Existem três principais tipos de pontos de entrada : Subterrânea Enterrada Aérea

151 Sala de telecomunicações (Telecom.Room) É tipicamente o local onde confinamos os equipamentos de telecomunicações (PABX, Centrais, Servidores, Conversores de Sinais, etc). Funções da Sala de Equipamentos : Terminam e conectam cabos horizontais e cabos de backbone Fornecem espaço de trabalho para pessoas de IT Em alguns casos, servem como instalações de entrada

152 Sala de telecomunicações (Telecom.Room) São projetados com os requisitos necessários para um boa funcionalidade dos componentes pertinentes a mesma. Espaços mínimos recomendados para a sala de equipamentos. Espa ço de piso na sa la de equipa mentos pa ra edifícios Esta ções de tra ba lho Área ( m² ) Até de 100 a de 401 a de 801 a

153 Sala de telecomunicações (Telecom.Room) Controle Ambiental : Temperatura devem permanecer entre 18ºC e 24ºC A umidade relativa deve estar entre 30 e 55% Calor Dissipado : 750 a 7500 BTU s por hora

154 Sala de telecomunicações (Telecom.Room) TR: Destina-se exclusivamente à instalação de painéis de distribuição e também aos equipamentos ativos de rede que irão integrar o pavimento atendido à sala de equipamentos. Funções da Sala de Telecomunicações : Servem como backbones. ponto de terminação para cabos horizontais e Abrigam o cross-connect horizontal e intermediários

155 Sala de telecomunicações (Telecom.Room) Um TR, deve atender, no máximo, uma área de 1000 m². Por regra, estima-se como área utilizável 75% da área total do piso. Dimensiona mento da s Sa la s de Distribuiçã o Área a tendida (m²) Dimensões da Sa la (m) 500 3,0 x 2,4 ( nota ) 800 3,0 x 2, ,0 x 3,4 Obs: Considerando uma área de trabalho a cada 10 m² Nota: ANSI/TIA/EIA 569-A recomenda a medida de 3,0 x 2,1m. Recomenda-se a utilização De 3,0 x 2,4m para uma configuração central do rack na sala de telecomunicações

156 Manobras (Cross Connects) Existem três tipos de cross-connects: Main Cross-connects (MC) - Manobra para cabos backbone de primeiro nível, cabos de entrada, e cabos de equipamentos. Intermediate Cross-connects (IC) - Manobra entre cabeamentos backbone de primeiro e segundo nível. Horizontal Cross-connects (HC) - Manobra do cabeamento horizontal para outro cabeamento, por exemplo, horizontal / backbone para o equipamento

157 Manobras (Cross Connects) Todas as conexões entre cabos horizontais e backbones devem ser crossconnections ( conexões cruzadas ). Interconexões diretas reduzem o nº de conexões necessárias para configurar o link; entretanto, isso reduz a flexibilidade do cabeamento

158 Manobras (Cross Connects) CROSS-CONNECT Equipamento ativo Conexão do equipamento Patch panel Cordões de manobras Patch panel Tomada Cabeamento horizontal Terminal

159 Manobras (Cross Connects) INTERCONNECT Equipamento ativo Conexão do equipamento Cordão de manobra Patch panel Tomada Cabeamento horizontal Terminal

160 Cabeamento horizontal O Sistema de Cabeamento Horizontal inclui: Cabo horizontal interligando Sala de Telecomunicações ( Telecommunication Room ) até a tomada da área de trabalho ( Work Area ); Tomadas de Telecomunicações na área de trabalho; Blocos de conexão cruzada (cross-connect) e Patch Panels ; Jumper e Patch Cords utilizados para configurar os cabos horizontais e conexões no TR ; Espaços, rotas e estruturas utilizadas para distribuir e suportar o cabeamento horizontal ( Infraestrutura); Eventual ponto de transição do sistema

161 Área de trabalho (work area) É a unidade funcional do sistema e por ela inicia-se o projeto. Para efeito de cálculos, a Área de Trabalho não deve ter área superior a 10m 2 Aplicações específicas podem requerer Áreas de Trabalho menores: Postos de Telemarketing Atendimento ao público ou recepções Usualmente as Áreas de trabalho em ambientes de escritórios tem entre 6m 2 e 8m

162 Área de trabalho (work area) A Work Area é o espaço destinado aos equipamentos de trabalho dos usuários, tais como: computadores, terminais de dados, telefones, câmeras de vídeo, sensores, etc. Adaptadores / Divisores na work area podem ocasionar efeitos prejudiciais no desempenho da rede

163 Cabeamento horizontal O cabeamento horizontal deverá ser instalado numa topologia em estrela. O cabeamento horizontal deve ser terminado em uma sala localizada no mesmo andar da área a ser servida. Emendas e bridge taps não são permitidos num cabeamento horizontal de par trançado. O cabeamento horizontal não deve conter mais do que um ponto de transição entre formas diferentes do mesmo cabo (ex.: de circular para undercarpet)

164 Escolha do cabo horizontal Para suportar voz e dados num prédio comercial, no mínimo dois cabos reconhecidos devem ser lançados para duas tomadas (conectores) na área de trabalho. Os tipos de cabos reconhecidos e recomendados para uso no cabeamento horizontal são: UTP (Unshielded Twisted Pair ) 4 pares 100-Ohm, Cat.5e ou maior ScTP ( Screened Twisted Pair ) 4 pares 100-Ohm, Cat.5e ou maior Cabo óptico de 2 fibras 62.5/125 microns (multimodo) Cabo óptico de 2 fibras 50/125 microns (multimodo)

165 TODOS OS CABOS DE DADOS (CAT 5E e CAT 6) DEVEM POSSUIR HOMOLOGAÇÃO

166

167 Flamabilidade Níveis de Flamabilidade FUMAÇA TÓXICO RETARDÂNCIA PVC CMX PVC CM PVC CMR PLENUM LSZH

168 Esquema do cabeamento horizontal Área de trabalho Ponto de transição ou consolidação (opcional) Cabo UTP 4-pares 100 Ohm Cat 5e ou Maior Telecommunications Room (Horizontal Cross-Connect) Telephone Punchdown block Network PC Work Area Outlet Cabo UTP 4-pares 100 Ohm Cat 5e ou Maior Patch Panel 5-m (16-ft) 5-m (16-ft) 90-m (295-ft), Link Permanente 100-m (328-ft), Canal

169 Comprimentos dos cabos Os comprimentos máximos dos cabos de distribuição horizontal são: Do cross-connect horizontal até a tomada/conector 90-m (295-ft). Os Patch cords e cross-connect jumpers no cross-connect horizontal 5-m (16-ft). A soma dos comprimentos dos patch cords, cabos utilizados para conectar equipamentos na área de trabalho e no TR, será no máximo 10 metros (33-ft)

170 Tomada / Conector multi-usuário Comprimento dos cabos da área de trabalho para uma tomada Multi-usuário (cabos de cobre) Comprimento do cabeamento do prédio Comprimento máximo dos cabos da WA 90-m (295-ft) 5-m (10-ft) 85-m (280-ft) 9-m (23-ft) 80-m (265-ft) 13-m (36-ft) 75-m (250-ft) 17-m (50-ft) Diminuir 5-metros Aumentar 4-metros Nota : A soma dos valores em cada linha da tabela acima diminui conforme o cabeamento da Work area aumenta, pois os cabos tipo stranded possuem atenuação 20% maior

171 MUTOA MUTOA s e CP s devem ser instalados em estruturas acessíveis e permanentes do edifício, como colunas e paredes. Não devem instalar MUTOA s a céu aberto As MUTOA s e os CP s devem ser limitados para servir um máximo de 12 áreas de trabalho Deve ser considerada a capacidade de reserva em MUTOA s e CP s Não devem ser conectados equipamentos ativos nos pontos de consolidação. Devido à característica da tomada multi-usuário de atender à um grupo inteiro, os cabos da área de trabalho podem ser superiores a 5 metros, dependendo do comprimento do cabeamento horizontal do prédio

172 «Slack» (sobra) de cabo Durante o lançamento dos cabos, considere uma folga em ambas as pontas para atender eventuais ou futuras mudanças no sistema de cabeamento. A quantidade mínima de folga recomendada é: Na sala de telecomunicações: 3-m (10-ft) Na tomada: 1-m (3.3-ft) para cabos de fibra óptica. 30-cm (12-in) para cabos de par trançado. Inclua sempre essas folgas no cálculo do comprimento certificando-se que o cabo horizontal não exceda 90-m

173 Cabling Adapters Algumas redes requerem componentes para aplicações específicas (ex.: casadores de impedância ou baluns). Estes componentes, chamados cabling adapters não devem ser instalados como parte do cabeamento horizontal. Quando necessários, estes adaptadores devem ser colocados fora dos cross connects horizontais e das tomadas/conectores de telecomunicações. Adicionalmente, nunca divida os pares de um mesmo cabo horizontal, tanto no cross-connect como na tomada / conector de telecomunicações. Nota: Isto garante que a infra-estrutura de cabeamento irá acomodar uma grande variedade de aplicações, sem modificação do cabeamento horizontal

174 Componentes do Backbone BACKBONE O sistema de backbone (também conhecido como sistema de subida - riser system ) é parte do sistema de distribuição que prove conexão entre as salas de equipamentos / salas de telecomunicações. O Backbone normalmente provê: Conexões entre andares de um mesmo prédio (Intrabuilding connections); Conexões entre diferentes prédios numa instalação tipo campus (Interbuilding connections). Os critérios de projeto para backbones de voz são diferentes dos de backbones de dados, que possuem critérios técnicos mais rigorosos

175 Componentes do Backbone O Backbone consiste de: Infraestrutura (pathways). Salas de telecomunicações. Sala de equipamentos. Entradas de telecomunicações. Mídia de transmissão (cabos e hardware de conexão). Facilidades (Hardware de suporte, grounding). Cabos reconhecidos para Backbone: Cabo de fibra óptica (multimodo e monomodo). 100-Ohm UTP. 100-Ohm ScTP

176 Topologia Um sistema de backbone em estrela física (como abaixo) é recomendado: E F MC TR TR TR IC TR EF - Entrance facility TR - Telec. Room MC - Main Cross-connect IC - Intermediate Crossconnect HC - Horizontal Crossconnect IC TR TR TR

177 Cross - Connects O Backbone em estrela não deve ter mais de 2 níveis de crossconnections. Passar somente por um Backbone cross-connect para alcançar o maior nível (main) de cross-connect. IC TR MC IC TR

178 Distâncias máximas do Backbone MC IC HC 62.5/125 µm 100-Ohm UTP 100-Ohm ScTP Monomodo 1700-m 500-m Nota m 300-m nota m nota 2 Nota m Nota 1: Quando a distância entre IC e HC for menor que a máxima, a distância entre MC e IC poderá aumentar até que se atinja o máximo de 2000-m. Nota 2: Distâncias p/ cabeamento de voz. Quando a distância entre IC e HC for menor que a máxima, a distância entre MC e IC poderá aumentar até que se atinja o máximo de 800m. Nota 3: Recomendado o máximo de 90-m (295-ft). O comprimento total entre equipamentos ativos não deverá ser maior que 100-m (328-ft)

179 Backbone - Dimensionamento Considerações prévias Topologia: Distância entre os armários (MC-IC, MC-TR) Observar raio máximo de 3000m dentro do mesmo terreno Avaliar opções em função da topologia (300m IC-TR) Cabos especiais Serviços que podem ser utilizados e suas limitações pela distancia: UTP 90m máx para dados, 800m máx para voz Fibra monomodo (3000m) ou multimodo (2000m) 1Gbps/10Gbps Ethernet: 300m ou mais usando GIGAlite TM Serviços específicos devem ser segregados do sistema

180 Backbone - Dimensionamento Considerações prévias Comprimento dos cabos: Sobras técnicas para remanejamento de racks Local de instalação dos racks e encaminhamento dos cabos nas salas, além das alturas Encaminhamento dos cabos desde o local de entrada Altura dos andares Folga técnica em caixas de passagem externas Recomendação: uma volta completa dentro da caixa de passagem com pelo menos 2m de comprimento

181 Parâmetros Elétricos

182 Parâmetros Elétrico Perda de Inserção Relação de perda de sinal ao longo de uma transmissão Sinal Emitido Sinal Recebido db 185

183 Parâmetros Elétricos NEXT (Near end Crosstalk) Loss NEXT NEXT Loss é o valor de interferência que um par ao transmitir causa no par próximo. 186

184 Parâmetros Elétricos ACR - Attenuation to crosstalk ratio ACR (db) = NEXT Loss (pior caso) - (pior caso) 70 db 60dB 50dB 40 db 30dB 20dB Medido Mínimo Exigido pela norma 10dB Frequency (MHz) 187

185 Parâmetros Elétricos FEXT loss (Far- End Crosstalk) é a interferência que um par gera ao outro, medido a partir do Far-End. (o sinal é transmitido de um lado, e o crosstalk é medido do outro) FEXT FAR END 188

186 Parâmetros Elétricos Parâmetros Elétricos ELFEXT(Equal Level Far End Crosstalk) é a interferência de um par em relação a outro, medida na outra extremidade do condutor, ou seja, ambos medidos no Far End. É a relação entre o FEXT e a Perda de inserção. ELFEXT 189

187 Parâmetros Elé Parâmetros Elétricos tricos Delay Skew Cada par possui um diferente passo de torção; Alguns bits irão trafegar mais rápido que outros bits; Canal com Delay Skew maior que 50 ns não suportará transmissões em Gigabit Ethernet. Para o Link o valor de Delay Skew deverá ser de, no máximo, 45 ns. 190

188 Parâmetros Elétricos Parâmetros Elétricos Delay Skew ( Canal ) < 50 ns 191

189 Parâmetros Elétricos Return Loss (ou transmissão de ressonância) é expressada pela reflexão que um sinal causa no mesmo par (para aplicações onde sinais viajam simultaneamente em ambas as direções em um mesmo par = Gigabit Ethernet) - Return Loss + 192

190 Parâmetos Elétricos Return Loss Valor do sinal que reflete e retorna pelo mesmo par; Causada pela variação de impedância ao longo do comprimento do cabo. Sinal retornado é uma fonte de ruído adicional. Fontes de ruído interferem na recuperação de sinal em sistema de transmissão que operam na base 1000BASE T. 193

191 Parâmetros Elétricos Parametros Elétricos Powersum Crosstalk PAR A PAR POWERSUM 194

192 Parâmetros Elétricos Parâmetros Elétricos Power Sum Fext loss Power Sum FEXT PS FEXT é a somatória da interferência dos 3 pares transmitindo simultaneamente em relação ao 4º par. 195

193 Parâmetros Elétricos SNR Relação Sinal Ruido Ruido Ambient noise & Alien Crosstalk Return Loss Powersum NEXT Delay Skew Powersum ELFEXT 196

194 Medida do Alien Crosstalk Medidas para o PIOR CASO 6 cabos ao redor de 1 (Método desenvolvido pela Berk-Tek e adotado pela TIA como referência); Cabeamento Horizontal e Patch Cords. Medidas de Power Sum Efeito agregado de múltiplos distúrbios Métodos de teste de campo ainda não estabelecidos

195 Alien Crosstalk Deve ser controlado por componentes do sistema de cabeamento através do isolamento dos caminhos de transmissão (2 métodos): 1º Separação física combinada com baixas emissões de ruído do cabo; 2º Blindagem FTP (Cat. 6) e SFTP (Cat. 7)

196 Testes em Campo

197 Testes de campo para sistemas UTP Testes de Campo 200

198 Testes de campo para cabeamento UTP Certificação Parâmetros de teste UTP Categoria 5e(TIA/EIA-568C): Mapeamento dos fios (Wire Map ) Comprimento Perda de Inserção NEXT (Paradiafonia) PS NEXT ELFEXT PS ELFEXT Return Loss Propagation delay Delay Skew 201

199 Testes de campo para cabeamento UTP A Norma TIA 568C requer que os parâmetros de teste em campo para os cabos UTP Categoria 5 Enhanced (CAT-5e) e Categoria 6 (CAT-6) sigam os seguintes limiares de teste de frequência: CATEGORIA 5e : Componentes Testados até 100 MHz CATEGORIA 6 : Componentes Testados até 250 MHz 202

200 Testes de campo para cabeamento UTP Pela Norma TIA/EIA, divide-se os testes de acordo com o trecho a ser testado: Permanent Link Permanent link refere-se aos 90 metros do cabeamento horizontal permanente. Os testes de link envolvem: as tomadas/conectores da área de trabalho, o próprio cabo horizontal, e o hardware de conexão cruzada (crossconnect) horizontal no TR. Channel Testa a totalidade dos 100 metros. Incorpora o Permanent Link e todos os line cords / patch cords / station cords da área de trabalho e do cross-connect horizontal. 203

201 Teste em Campo Cabeamento UTP Testes de campo para cabeamento UTP Configuração p/ teste do Canal Field Tester 5-m Patch Cord Work Area Outlet Optional Transition or Consolidation Point 90-m Horizontal Cable Horizontal Cross-Connect 5-m Patch Cord Field Tester Configuração p/ teste do Link Permanente Work Area Outlet Optional Transition or Consolidation Point Horizontal Cross-Connect Field Tester Field Tester 90-m Horizontal cable 204

202 Testes de campo para cabeamento UTP Certificação Tradicional Link Permanente de 90 metros PARÂMETROS 100MHz 100MHz 100MHz 250MHz PERDA DE INSERÇÃO 21,6 21,0 18,5 30,7 NEXT 29,3 32,3 41,8 35,3 PS NEXT N/A 29,3 39,3 32,7 ELFEXT 17,0 18,6 24,2 16,2 PS ELFEXT 14,4 15,6 21,2 13,2 Return Loss 10,

203 Testes de verificação Diretrizes para testes de verificação do cabeamento metálico: Cabeamento UTP Categoria 5e e Categoria 6, veja TIA/EIA 568-C.2 Lances de Fibra óptica, veja TIA/EIA-568-C.3. Os resultados de testes que atendam os requisitos de performance especificados nos documentos acima não demonstram, por si só, que o cabeamento está de acordo. Para que isto ocorra, os lances devem, também, atender ao requisitos dos documentos para: Performance e confiabilidade dos componentes. Práticas de Instalação. Topologia e comprimento do cabeamento

204 Teste de campo de sistemas de cabeamento óptico As diretrizes de teste do sistema são: Os jumpers de teste devem ter o mesmo diâmetro e o mesmo conector do sistema de cabeamento. O power meter e o light source devem estar ajustados para o mesmo comprimento de onda. O power meter deve ser calibrado/aferido pelo órgão competente. O light source e/ou OTDR (optical time domain reflector meter) deve operar em 850 ou 1300 nm para teste Multimodo e 1310 ou 1550 nm para Monomodo. Todos os conectores, adaptadores e jumpers do sistema devem ser limpos antes das medições serem executadas

205 Teste de campo de sistemas de cabeamento óptico O mais simples e mais importante teste é o da atenuação ponta-a-ponta, o qual mede a perda óptica entre os pontos de terminação dos cabos. A atenuação de um sistema em um dado comprimento de onda não necessariamente será a mesma em outro comprimento, exceto para lances curtos como cabeamento horizontal. Entretanto, as medições para atenuação ponta-a ponta devem ser: Para fibras multimodo: Ambos 850 nm e 1300 nm para os links de backbone. Qualquer 850 nm ou 1300 nm para os links horizontais. Para fibras Monomodo: Em aplicações locais, testar em ambos: 1310 nm e 1550 nm

206 Teste de campo de sistemas de cabeamento óptico ANSI/TIA/EIA-568-C.3, estabeleceu valores para ambos: links multimodo e monomodo, tanto para o backbone quanto horizontal. Os valores foram baseados nos valores de atenuação máxima para cabos de fibra óptica, pares de conectores e comprimento. Horizontal: A atenuação máxima permitida para um link multimodo horizontal é de 2.0 db. Este valor é baseado na perda de 2 pares de conectores mais 90 metros de fibra óptica. A atenuação deve ser medida somente em um comprimento de onda e em uma direção. Backbone: A ANSI/TIA/EIA-568-C3, especifica que o link do backbone deve ser testado em uma única direção e em ambos comprimentos de onda

207 Valores aceitáveis de atenuação (anexo H) P / FO A atenuação do Link é calculada desta maneira: Perdas do Link = Perdas Cabo + Perdas Conector + Perdas Emendas. Perdas Cabo (db) = Coeficiente da Perda (db/km) X Comprimento (km). O coeficiente da perda de atenuação é determinado a seguir: Tipo do Cabo 62.5/125 micron multimodo Monomodo planta externa Monomodo planta interna Comp. Onda (nm) Coeficiente de Perda de inserção (db/km)

208 Valores aceitáveis de atenuação (anexo H) P / FO Perda de atenuação do Conector (db): Número pares de conectores X perda do conector (db) = 2 X 0.75 db = 1.5 db Perda de atenuação da emenda (db): Número de emendas (S) X perda da emenda (db) = S X 0.3 db

209 Link Óptico BUILDING 1 BUILDING 2 Patch Panel Patch Panel x Mechanical or Fusion Splice Multimode Fibre Optic Cable x Patch panel 1 with directly terminated connector fitted onto a bulkhead adaptor Cable Length e.g. 1.2KM Patch panel 2 with a tail cable spliced onto the main cable and fitted onto a bulkhead adaptor Connector Loss Splice Loss Fibre Loss Splice Loss Connector Loss 0.75 db 0.3 db 1.2 X 3.5 = 4.2dB 0.3 db 0.75 db

210 ANSI / TIA / EIA 569 B

211 Definições da norma ANSI / TIA / EIA B ANSI/TIA/EIA 569-B : Commercial Building Standards For Telecommunications Pathways and Spaces Fornece condições para o projeto e construção de dutos e espaços para cabeamento de telecomunicações em edifícios comerciais, de acordo com o tamanho e a amplitude da instalação. A norma é especialmente útil para a confecção de propostas e contratos de construção

212 Pathways Horizontais (caminhos, infraestrutura) Os principais tipos de infra-estrutura horizontal são: Dutos de piso Eletroduto Piso elevado Forros Muitos prédios demandam a combinação de 2 ou mais destes sistemas para satisfazer todas as necessidades de distribuição

213 Infraestrutura horizontal Eletrodutos adequados: Tubo de metal p/ elétrica. Eletroduto rígido de metal (duto de aço). Eletroduto não-combustível PVC. Fibra de vidro. Eletrodutos inadequados: Eletroduto flexível (como metal flexível) não é recomendado para uso em prédios porque tende a: Mover-se durante a instalação Causar danos à capa do cabo Nota: Se for necessário o uso do eletroduto flexível, limitar a distância e aumentar o tamanho comercial em uma unidade (ex: de 1 p/ 2 )

214 Infraestrutura horizontal Valores típicos dos diâmetros de cabos horizontais CABO HORIZONTAL DIÂMETRO TÍPICO UTP 4-pares 100-Ohm Nexans 4-pares UTP Nexans FTP 4 pares Nexans cabo FO - Uniflex Nexans 25-pares UTP 0,36-cm to 0,61-cm (0,14-in to 0,25-in) 0,46-cm (0,18-in) 0,65-cm (0,26-in) 0,52-cm (0,20-in) 1,2-cm (0,49-in)

215 Infraestrutura horizontal Diretrizes utilizadas pela ANSI/TIA/EIA-569-A para capacidade dos eletrodutos (ocupação de 40 %) Tamanho Diâmetro externo do cabo Comercial cm (in) 0,33 0,46 0,56 0,61 0,74 0,79 0,94 1,35 1,58 1,78 (pol) (0.13) (0.18) (0.22) (0.24) (0.29) (0.31) (0.37) (0.53) (0.62) (0.70) 1/ / / / / /

216 Infraestrutura horizontal Projeto e instalação de eletrodutos : A rota mais direta possível com não mais de 2 curvas de 90 graus entre caixas de passagem (pull points). Não utilizar conduletes de 90 graus (tipo LB). Seções contínuas menores que 30-m (100-ft). Interligados ao terra (ground) em uma ou ambas as pontas, de acordo com a norma ANSI/TIA/EIA-607. Para rotas de comprimento maiores que 30-m (100-ft): Instalar caixas de passagem e dividir em segmentos menores ou iguais a 30-m (100-ft)

217 Infraestrutura horizontal A infra-estrutura de forro deve: Suportar a passagem de cabo (tensão no puxamento ). Ser instalada deixando ao menos 8-cm (3-in) de espaço livre na vertical acima das placas do forro e suportes do mesmo Não permitir que os cabos fiquem sobre ou sejam suportados pelas placas ou suportes do forro. Quando houver espaço livre acima da infra-estrutura, providenciar 15-cm (6-in) entre esta e a laje. Os sistemas de distribuição pelo forro devem ser providos de suportes para os cabos desde o TR até a área de trabalho (work

218 Infraestrutura horizontal Quando as normas locais permitirem que os cabos sejam suspensos nos espaços do forro, sem o uso de eletrodutos, providencie: Bandejas e/ou Suportes tipo gancho (J - Hooks). Quando utilizando ganchos, instale-os com espaçamento entre 122-cm (48-in) e 153-cm (60-in) para que suportem e distribuam adequadamente o peso dos cabos. Ganchos (J-Hooks) tipicamente suportam até 50 cabos de 0.61-cm (0.25-in) de diâmetro

219 ANSI / TIA / EIA 606 A

220 ANSI/EIA/TIA 606-A Esta Norma foi desenvolvida pelo subcomitê TR-42.6 da ANSI/EIA/TIA Foi publicada em 16 de Maio de Substitui a antiga EIA/TIA 606, originalmente publicada em Agosto de

221 ANSI/EIA/TIA 606-A Mudanças significativas sobre a antiga versão: Estabelece diferentes classes de administração, para endereçar distintas necessidades de sistemas de infra estrutura de telecomunicações (pequenas, médias, grandes e muito grandes). Cobre as necessidades de escalabilidade dos sistemas de infra estrutura para telecomunicações. Permite uma implementação modular das diferentes partes desta Norma

222 ANSI/EIA/TIA 606-A Especifica o formato dos identificadores para acomodar a intercambiabilidade de informações entre desenhos de projetos, instrumento de testes, softwares de administração e outros documentos ou ferramentas que podem ser utilizados ao longo da vida útil do sistema de cabeamento estruturado. Especifica o formato das etiquetas. A definição dos termos foi harmonizada com todas as Normas de infra estrutura para telecomunicações

223 ANSI/EIA/TIA 606-A Escopo Geral: Prover ao usuário desta Norma as diretrizes e opções de classes de administração para manutenção da infra estrutura de telecomunicações. Estabelece 4 classes baseadas na complexidade da infra estrutura, permite a escalabilidade e um método de uniformização entre várias empresas contratadas

224 ANSI/EIA/TIA 606-A Propósito: Especifica um sistema de administração para cabeamento genérico, para dar suporte a um ambiente de múltiplos produtos e múltiplas marcas independentemente das aplicações que podem mudar várias vezes ao longo da vida útil do sistema de cabeamento estruturado. Prover informação para o design de produtos de administração. Valorizar o investimento na infra estrutura e reduzir custos de manutenção

225 ANSI/EIA/TIA 606-A Especificações do critério: De acordo com a publicação de engenharia EP-7B da EIA duas categorias de critérios são estabelecidas: Mandatório e Recomendado. Na língua inglesa os requerimentos mandatórios são designados pela palavra shall, e os recomendados pelas palavras should, may ou desirable. Os critérios para mandatório se aplicam à proteção, performance, administração e compatibilidade

226 ANSI/EIA/TIA 606-A Elementos a serem administrados: 1. Cabeamento Horizontal 2. Cabeamento Vertical 3. Caminhos e espaços 4. Aterramento 5. Proteção contra incêndio

227 ANSI/EIA/TIA 606-A

228 ANSI/EIA/TIA 606-A fs-an Enlace Horizontal n digito numérico para designar a Porta do Patch Panel a digito alfabético para designar o Patch Panel s (space) Sala de Telecomunicações f (floor) Piso / Andar Ex: 1A-B03 Porta 03 do Patch Panel Patch Panel B (segundo Patch Panel) Sala de Telecomunicações A Primeiro piso

229 Exemplo de identificação para os espelhos de parede: ANSI/EIA/TIA 606-A Proveniente da Sala A do 1o. Piso, Patch Panel C, Porta 1. Fonte: EIA/TIA 606-A

230 ANSI/EIA/TIA 606-A Exemplo de identificação para o Patch Panel: Fonte: EIA/TIA 606-A

231 ANSI/EIA/TIA 606-A Anexo A A.2 - Adaptabilidade a requerimentos especiais. Ex: fs-ann(rrr), onde rrr pode designar o número da sala onde está instalado o ponto. 3A-B03(327), sala

232 ANSI/EIA/TIA 606-A Exemplo de identificação para os cabos e para infra estrutura: Fonte: EIA/TIA 606-A

233 ANSI/EIA/TIA 606-A Exemplo de identificação para os desenhos de projeto: Fonte: EIA/TIA 606-A

234 ANSI/EIA/TIA 606-A Exemplo de identificação para o sistema de aterramento: Fonte: EIA/TIA 606-A

235 ANSI/EIA/TIA 606-A Procedimentos de etiquetagem e identificação: Visibilidade e durabilidade: o tamanho, a cor e o contraste das etiquetas devem ser selecionados para assegurar que a identificação seja facilmente lida, e devem ser resistentes às condições ambientais (Umidade, calor e raios ultra-violeta) e devem ter vida útil igual ou maior que os componentes identificados. Todas as etiquetas devem ser impressas ou geradas

236 ANSI/EIA/TIA 606-A Codificação de Cores na face do Patch Panel na Sala de Telecomunicações:LARANJA - Ponto de Demarcação VERDE - Terminação de Serviços Externos VIOLETA - Terminação de Equipamentos Comuns BRANCO - Primeiro Nível de Backbone CINZA - Segundo Nível de Backbone AZUL - Terminação das Estações de Trabalho MARROM - Backbone entre Prédios VERMELHO - Terminações de Sistemas Tipo KS (Tel.) AMARELO - Terminação de Circuitos Auxiliares, Alarmes, Manutenção, Segurança e outros Circuitos

237 A Norma EIA/TIA 606-A estabelece os critérios de identificação para o cabeamento permanentemente instalado, ou seja, para o link. Quando falamos em Canal, temos a parte dinâmica que muda todos os dias. Como administramos as facilidades ou os Patch Cords?

238 ANSI / TIA / EIA 607B

239 Definição Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas ( SPDA ) : Segundo a norma da ABNT NBR 5419 : Sistema completo destinado a proteger uma estrutura contra descargas atmosféricas, sendo o sistema de captores, condutores de descida e sistema de aterramento, juntamente com o conjunto de dispositivos que reduzem os efeitos elétricos e magnéticos da corrente de descarga dentro do volume que a protege

240 Visão Geral LEGENDA ELÉTRICA TELEFONIA DADOS

241 Infraestrutura típica de aterramento TR TGB TBBIBC TR TGB 3º andar TR TR TGB TGB 2º andar TR TGB TBB TBB TGB TR 1º andar Haste de ER TR aterramento TMGB TGB Térreo Quadro elétrico CBC

242 Aterramento Principais considerações ANSI/TIA/EIA 607B e ABNT NBR 5419 Os principais componentes contemplados são : CBC : Coupled Bonding Conductor TMGB : Telecommunications Main Grounding Busbar TBB : Telecommunications Bonding Backbone TGB : Telecommunications Grounding Busbar TBBIBC : Telecommunications Bonding Backbone Interconnecting Bonding Conductor

243 Aterramento Principais considerações ANSI/TIA/EIA 607B e ABNT NBR 5419 TMGB : ( Telecommunications Main Grounding Busbar ) Barramento do Aterramento Principal de Telecomunicações É ligado ao sistema de eletrodo de aterramento elétrico de corrente alternada da entrada de serviço, os protetores contra raios e as armações dos equipamentos de comunicação são ligados à TMGB. Dimensões Mínimas : 6 mm de espessura x 100 mm de largura

244 Aterramento Principais considerações ANSI/TIA/EIA 607B e ABNT NBR 5419 TGB : (Telecommunications Grounding Busbar ) Barra de Aterramento para Telecomunicações É um barramento de cobre pré-perfurado o qual obedece o padrão NEMA para o buraco do parafuso. Geralmente são instalados na sala de equipamentos e também nas salas de telecomunicações Dimensões Mínimas : 6 mm de espessura x 50 mm de largura

245 Aterramento Principais considerações ANSI/TIA/EIA 607B e ABNT NBR 5419 TBB : (Telecommunications Bonding Backbone ) É um condutor separado, usado para conectar todos os TGBs ao TMGB. O projeto do TBB inclui: Diâmetro mínimo do cabo : 6 AWG; Diâmetro Máximo : 3/0 AWG; Múltiplos TBBs conforme o tamanho do edifício; TBBs não poderão conter emendas; Múltiplos TBBs verticais precisam estar conectados ao superior e interligados a cada três andares. O sistema hidráulico NÃO deverá ser utilizado como TBB A blindagem de cabos NÃO deverá ser utilizada como TBB

246 Sistema de aterramento O sistema de terra deve contemplar fatores como: Medições efetuadas no terreno que será realizado o aterramento afim de : Determinar o tipo de tratamento a ser utilizado no solo Determinar o melhor sistema de aterramento Determinar o mapa de resistividade do solo OBS : É recomendado que a resistência de aterramento máxima seja 10 ohms ( Recomendado 3 à 5 ohms )

247 EMI Algumas considerações Principais Fontes de EMI : Redes Elétricas de Alimentação Motores de Alta Potência (Geram altos campos eletromagnéticos) Descargas Elétricas (Atmosféricas, Subestações de Transmissão) Antenas de Transmissão

248 EMI O que causa? A introdução de EMI em um circuito de transmissão de dados agrega RUÍDOS. Dependendo da amplitude deste ruído, o sinal pode ser interpretado de maneira equivocada pelo circuito, ocasionado a transmissão e recepção errada dos pacotes. Isto gera a queda na performance da rede, pois perdas de pacotes, endereçamento errado e retransmissões de pacotes se tornam freqüentes na LAN

249 Evitando interferência eletromagnética (EMI) Evitar potenciais fontes de EMI deve ser uma das principais considerações quando instalando o cabeamento horizontal (horizontal pathways). Para se evitar EMI, todos os caminhos (pathways) devem proporcionar espaçamentos de pelo menos: 1.2-m (4-ft) de motores e transformadores. 12-cm (5-in) de lâmpadas fluorescentes. Os caminhos podem cruzar perpendicularmente lâmpadas

250 EMI - Blindagem A utilização de cabos blindados faz com que as interferências eletromagnéticas oriundas de fontes externas não sejam absorvidas pelo cabo. Cabo UTP Cabo ScTP Resistente a interferência externas

251 Práticas gerais de manuseio e instalação

252 Cabeamento - Práticas Gerais Conectores e cabos que atendem os requisitos de performance de transmissão não são suficientes, por si só, para garantir a performance adequada do sistema de cabling instalado. A performance do mesmo poderá ser degradada por instalação incorreta. Instalação. - Manuseio incorreto ( lançamento ). - Conectorizações incorretas. - Especificações incorretas. - Comprimentos irregulares

253 Práticas de manuseio dos cabos Preste muita atenção as recomendações dos fabricantes quanto ao raio de curvatura e a máxima tensão durante a instalação. A Tensão Máxima para um cabo UTP de 4 pares horizontal é de 110 N (25 lb). Nas rotas dos cabos e no Sala de Telecomunicações, utilize trajetos apropriados e elementos de fixação para organizar e efetivamente gerenciar os diferentes tipos de cabos

254 Práticas de manuseio dos cabos Não Não Puxar o cabo com cuidado para evitar trançar, amassar ou fazer nós

255 Práticas de manuseio dos cabos Certifique-se de que o raio de curvatura do cabeamento horizontal seja não mais que 4 vezes o diâmetro do cabo: UTP ScTP Certifique-se de que o raio de curvatura do cabeamento seja não mais que 10 vezes o diâmetro do cabo: 25-pares. Cabos compostos contendo fibra óptica. Nota: As exigências para o raio de curvatura dos cabos minimizam os efeitos das curvas na performance de transmissão dos lances de cabos instalados

256 Práticas de manuseio dos cabos Sim Durante a instalação, procure terminar os cabos de maneira suave. Não Evite exceder o raio de curvatura mínimo

257 Práticas de manuseio dos cabos Não Tie wraps (abraçadeiras) não devem deformar a capa do cabo. Instaladas corretamente, elas devem correr livremente sobre o feixe de cabos. Não Não use grampos pois estes esmagam o cabo

258 Práticas de manuseio dos cabos Posicione as caixas de cabos corretamente para facilitar a saída do cabo, evitando assim, trançamentos dos mesmos e danificação das caixas. Pelo mesmo motivo, estoque e transporte as caixas da forma correta atendendo assim, as recomendações dos fabricantes. SIM SIM Não

259 Práticas de conectorização Enquanto todos os parâmetros de transmissão são sensíveis à interrupções causadas por conectorizações mal feitas, a paradiafonia (near-end crosstalk ou NEXT) é particularmente sensível ao destrançamento dos condutores e outras práticas de instalação que perturbam o balanceamento dos pares e causam variações na impedância

260 Práticas de conectorização Padrão de Conectorização - Norma 568 C Cada cabo par trançado, 100-Ohm deve ser terminado em plug modular de oito posições na área de trabalho. Os cabos e o hardware de conexão devem ser no mínimo Cat 5e para ser utilizado no cabeamento horizontal. Par 2 Par 3 Par 3 Par 1 Par 4 Par 2 Par 1 Par W-G G W-O BL W-BL O W-BR BR T568A W-O O W-G BL W-BL G W-BR BR T568B

261 Pinagens de diversas aplicações APLICAÇÃO PINOS 1-2 PINOS 3-6 PINOS 4-5 PINOS 7-8 ISDN power TX RX Power Voz analógico - - TX/RX baseT TX RX token - TX RX - FDDI TPPMD TX Conf. Opcional Conf. Opcional TX ATM usuário TX Conf. Opcional Conf. Opcional RX ATM equip. RX Conf. Opcional Conf. Opcional TX 100 base-vg Bi Bidirecional Bidirecional Bidirecional 100 base-t4 TX Bidirecional Bidirecional Bidirecional 100 base-tx TX RX - - Terminais 3270 (IBM) temos também a necessidade de utilizarmos Baluns que fazem a conversão de COAXIAL de 93 ohms para UTP 100 ohms. Aplicações em redes CATV, é necessário a utilização de splitters e conversores de mídia de coaxial 75 ohms para UTP 100 ohms ou para fibra óptica MM

262 Práticas de conectorização do Cabo UTP Para prevenir problemas sempre: Remova somente o necessário da capa do cabo requerida para a terminação. Siga as instruções dos fabricantes ao montar, terminar e manusear o cabo. Diminuir o destrançamento dos pares dos cabos durante a conectorização. Para o cabeamento UTP mantenha o trançado dos pares o mais próximo possível do ponto de conectorização. O destrançamento não poderá exceder: 13 mm (1/2-in) para cabos Categoria 5e

263 Conectorização do Cabo UTP 1 Tire a capa do cabo Ajuste os pares sobre o bloco sem destrançá-los. 3 2 Posicione os pares da esquerda p/ direita; azul, laranja verde e marrom. 4 Punch down (conectorize) os pares. Punch--> Punção

264 Conectorização do Cabo UTP Destrançamento máximo para Categoria 5e: 13- mm (1/2-in) Sim Não Sim Não

265 Conectorização do Cabo UTP CAPA: Remova somente o necessário para conectorização. Sim Não

266 Siga as instruções dos fabricantes para montar, terminar e manusear o cabo. Conectorização do Cabo UTP Cabos arranjados do centro para os 2 lados. Boa terminação, destrançamento mínimo, capa próxima ao ponto de terminação Cabos bem arrumados

267 Caixa de superfície - Montagem

268 Caixa de superfície - Montagem

269 Blocos Montagem

270 Blocos Montagem

271 Keystone RJ 45 - Montagem

272 Espelhos - Montagem

273 Conceitos de Fibra Óptica

274 Preforma de Sílica

275 Torre de puxamento Preforma Forno 2000 C Controle do diâmetro da fibra (125 µm) Aplicação da camada primária Resfriamento da fibra Forno de cura UV Aplicação da camada secundária Color Lock Controle de diâmetro da fibra (245 µm) bobina Forno de cura UV Proof tester

276 Proof test teste de tração Prooftest Strain measurement (tensile gauge ) Before test Strain zone Tested fiber

277 Nucleos MM e SM 62.5/ µm 125 µm SINGLEMODE 50/ µm 125 µm 50 µm 125 µm 280

278 Fibra óptica Material Dielétrico - Sílica ou Plástico Estrutura Cilíndrica Fibra Óptica - SM ou MM Revestimento Casca 125 um 245 um Ângulo de incidência Núcleo

279 Cabo óptico Tight buffer Cordão duplex Cordão óptico, uso interno Formação de 01 à 04 fibras Excelente flexibilidade OPTICAL FIBER BUFFER ARAMID STREND MEMBERS PVC JACKET

280 Cabo óptico Loose tube CFOA-AS-G Cabo dielétrico para instalações externas e aéreas, vãos livres de 80, 120 e 200 m Formação de 02 à 72 fibras CAPA EXTERNA ARAMIDA CAPA INTERNA CAPA INTERNA CORDÃO RASGAMENTO UNIDADE BÁSICA ELEMENTO CENTRAL FITA POLIESTER COMPOSTO DE ENCHIMENTO

281 Cabo óptico Loose tube CFOA-DER-G Cabo dielétrico subterrâneo, para instalações externas, em dutos, com proteção contra pequenos roedores. Formação de 02 à 72 fibras OUTER HDPE JACKET POLIAMIDE COATING RODENT PROTECTION ELEMENTS INNER HDPE JACKET OPTICAL BUFFER TUBE RIP CORD JELLY COMPOUNDS CSM JACKET CENTRAL STRENGHT MEMBER OPTICAL FIBER POLYESTER TAPE

282 Cabo óptico Loose tube CFOA-ARE-G Cabo dielétrico subterrâneo para instalações diretamente enterrado, com proteção contra roedores. Formação de 02 à 72 fibras

283 Principais motivos de perda (Atenuação) Perda de conexão na fibra óptica Perdas intrínsecas Perdas extrínsecas Perdas dispersivas na curvatura

284 Perdas de conexão na fibra óptica Perdas Intrínsecas - Causadas pelas individuais diferenças entre fibras Difícil de eliminar mesmo melhorando a conexão Perdas Extrínsecas - Causadas pelas imperfeições na conexão Pode ser minimizado com uma boa conexão

285 Perdas intrínsecas de junção Depende da direção de transmissão dos dados Revestimento núcleo (50 mm) núcleo (62,5 mm)

286 Perdas extrínsecas de junção D q Deslocamento lateral Inclinação angular Z Separação na terminação Qualidade de terminação

287 Perdas dispersivas na curvatura Perdas causadas pela luz que atinge a fronteira do núcleo com a casca em um ângulo menor do que ângulo crítico d 2a casca núcleo f 1 f 2 f 2 < f 1 < f c luz dispersa Essas perdas são ocasionadas principalmente por : Empacotamento das fibras nos cabos Manobra das fibras nas caixas de emenda, mal acomodação nas infraestruturas e nos painéis de distribuição

288 Emissores de Sinais

289 Emissores de sinais LED : Diodo Emissor de Luz Forma de transmissão que utiliza todos os possíveis modos de se transmitir sinais em uma fibra tipo multimodo Emite luz quando aplicado tensão Utilizado em transmissões de até 622 Mbps Baixo Custo

290 Emissores de Sinais

291 Emissores de sinais LED : Diodo Emissor de Luz Forma de transmissão que utiliza todos os possíveis modos de se transmitir sinais em uma fibra tipo multimodo Emite luz quando aplicado tensão Utilizado em transmissões de até 622 Mbps Baixo Custo

292 Emissores de sinais VCSEL- Superfície de Cavidade Vertical que Emite Laser Forma de transmissão que utiliza apenas parte das possíveis maneiras de se transmitir sinais em uma fibra óptica tipo multimodo Opera na janela de 850 nm, em fibras MM Ideal para transmissões Gigabit Ethernet em LAN s Igualmente rápido como o Fabry-Perot (Laser)

293 Emissores de sinais LASER - Luz Amplificada pela Emissão Estimulada de Radiação Extrema precisão Normalmente é usado na janela de 1310 nm com fibras tipo Monomodo Possui elevada taxa de transmissão Custo elevado para Redes Locais

294 MAIS RESTRITIVO Emissores de sinais LED, VCSEL e LASER LED Todo o núcleo da fibra ocupado VCSEL Parte do núcleo da fibra ocupado Fabry-Perot LASER extremamente restritivo

295 Emissores de sinais Comprimentos de Onda dos Emissores Increasing Frequency Ultraviolet / 400 nm Violet / 455 nm Visible Spectrum Blue / 490 nm Green / 550 nm Yellow / 580 nm Orange / 620 nm Red / 750 nm Multimode, Short Wavelength Infrared / 800 nm 850 nm Multimode, Single-mode, Long Wavelength Single-mode, Long Wavelength 1300 nm 1550 nm Fiber Optic Applications Longer Wavelength

296 Comparação entre fibras SM e MM SINGLE MODE MULTIMODE *Distância 3 KM 2 KM Largura de Banda Maior Menor Atenuação Menor Maior Preço Fibra Menor Maior Tipo Emissor Laser Led * Essas distâncias constam na Norma 568B, porém não são válidas para transmissões em Gigabit Ethernet

297 Novas fibras ópticas Gigabit Ethernet PADRÃO FIBRA LARGURA DE LIMITE BANDA 1000 BASE-SX MM 62,5 m 160 MHz/Km 2 a 220m MM 62,5 m 200 MHz/Km 2 a 275m MM 50 m 400 MHz/Km 2 a 500m MM 50 m 500 MHz/Km 2 a 550m 1000 BASE-LX MM 62,5 m 500 MHz/Km 2 a 550m MM 50 m 400 MHz/Km 2 a 550m MM 50 m 500 MHz/Km 2 a 550m SM 9 m N.A. 2 a 5000m

298 O padrão Ethernet

299 O cabeamento e o padrão Ethernet A Largura de Banda no padrão Ethernet é extremamente sensível a retransmissões Retransmissões podem consumir uma parcela significativa da largura de banda total Retransmissões são resultados por inúmeros Erros Ethernet como : Erros na Camada Física, Colisões de Pacotes, Tamanho Inadequado de Pacotes, etc

300 O cabeamento e o padrão Ethernet Os Erros geralmente resultam de : Espaço Insuficiente para o Cabeamento Práticas de Instalação Excessivo Ruído Elétrico ou Eletromagnético Ativos de Rede com Defeitos Projeto de Rede Implementado é Inadequado Pesquisas mostram que problemas de cabeamento são os responsáveis por uma larga porção das falhas Ethernet

301 O cabeamento e o padrão Ethernet 1000 BASE-T Ethernet Reduzida Tensão de State-to-State significa que o sinal será o mais limpo e claro possível para o receptor Um Sistema de Cabeamento Otimizado Categoria 6 provê uma largura de banda maximizada e assegura o sucesso da operação 1000BASE-T Ethernet Sistemas de Cabeamento Categoria 5 pode não proporcionar estes benefícios

302 Ethernet Protocol 1000BaseT Ethernet Protocol 100BaseT Ethernet Protocol 1 0 As formas de onda no padrão Ethernet state Transmit Voltages w ith Transition 3 state (MLT3) (-1,0,1) Transmit Voltages w ith Transition Levels 5 state (PAM5) (-2,-1,0,1,2) Trans ition Transmit Voltages w ith Transition Levels Trans ition

303 Testes em cabo de cobre

304 Transmissão CAT 5 x CAT 6 Resultados dos testes mostram a variação da performance do cabo depois de 200 horas de medições e 1 trilhão de pacotes. 100m Channel under NORMAL Unstressed signal Product Name Total Transmitted Frames Unerrored Frames Received CRC Errors % Errors Cat. 6 Channel ,01 Generic Cat. 5 Channel ,81 IEEE Min. = 1.0 x

305 Garantias e Certificações

306 NCS Programa Conectar 309

307 NCS Programa Conectar 310

308 311

309 Garantias FÁBRICA Garantia de 05 anos para toda a linha de cabos. NCS Garantia estendida de 25 anos quando instalados com produtos de conexão com a marca Nexans (Cat5e e Cat6 UTP) e o Integrador/Instalador deve ser certificado pela Nexans Brasil. Treinamentos e Certificações com a solução Cat6 Blindado, Cat6A Blindado, Cat7 e Cat7A, bem como LANsense, devem ser feitos com agendamento via Nexans Brasil/Belgica/Inglaterra

310 NCS NEXANS CABLING SOLUTIONS Programa de garantia de 25 anos para sistemas de cabeamento estruturado

311 Soluções de Cobre e Fibra Óptica Projetadas para: Performance de canal garantida; Eliminar qualquer confusão associada com tecnologias e normas emergentes; Otimizar sua aplicação corrente; Prover capacidade de migração sem remendos para aplicações futuras; Oferecer a melhor solução com alta performance e custo competitivo;

312 Garantia Integradores Certificados NCS-Conectar São treinados e certificados pela Nexans; Mantém técnicos de suporte capazes de projetar e instalar as melhores soluções; Atingem anualmente suas metas do programa Conectar; Certificado valido por um ano; Se qualificam em três níveis : 1) Certifyed Solution Partner; 2) Partner; 3) Register;

313 O Processo de certificação Intenção de Certificação Registro da Obra Anexos de Pré- Projeto Execução da Obra : Certif. Nexans - Nexans gera o registro de inform. gerais do projeto - Vistoria não obrigatória - Envio dos formulários - Preenchimento e devoluções - Visita não obrigatória - Follow-up obrigatório Conclusão da Obra Devol. dos docum. preenchidos + docum. da empresa Geração do Contrato Entrega ao Cliente Final - Formulários de Conclusão Fornecer: As Built, Plantas, Certificação dos Pontos - Vistoria Obrigatória - Ficha Cadastral Completa

314 Sistema de Registro de Projeto pela Internet O propósito do sistema de registro de projeto da Nexans é reconhecer o trabalho de desenvolvimento que o integrador de sistemas faz em seus clientes, visitando, levantando suas necessidades e apresentando seus diferenciais das Soluções Nexans. Nessas condições, quando deferimos um registro de projeto a um determinado integrador asseguramos que o mesmo terá um suporte diferencial. Somente terão acesso a essa ferramenta os integradores certificados Nexans. Procedimento para registrar um projeto: - Acessar o site da Nexans no link Integrador Certificado ou enviar por ; - E para a efetivação do Registro deverão ser incluídos dados do Integrador, Usuário final, dados do projeto e a lista de material que será utilizada; - Ao enviar o Registro as informações estarão no banco de dados da Nexans sob sigilo absoluto, podendo o registro ser deferido ou indeferido, de acordo com os critérios estabelecidos; 317

315 Serão Deferidos os projetos: Projetos sob desenvolvimento e especificação do respectivo integrador; Projetos sob desenvolvimento e especificação conjunta da Nexans/Integrador; Serão Indeferidos os projetos: Projetos que não apresentem evidências objetivas do desenvolvimento e Especificação do integrador; Projetos já deferidos a outro integrador; É importante dizer que a Nexans Brasil preza pela ética e transparência, e que a presente é mais uma forma de reforçar a 318

316 Projetos ELEMENTOS FUNDAMENTOS DESENHOS CÁLCULOS

317 Elementos Componentes de Infra-estrutura: Eletrocalha e eletrodutos - Um sistema básico para compor a infraestrutura é a utilização de eletrocalha e eletrodutos. Este sistema de encaminhamento de cabos permite uma grande flexibilidade e alta capacidade de expansão a custos relativamente reduzidos. As eletrocalhas e eletrodutos devem ser obrigatoriamente metálicos, preferencialmente tratados com zincagem quente (pós-zincagem) ou galvanização eletrolítica (a frio)

318 Eletrocalhas

319 Pisos Elevados Piso Elevado: A opção de piso elevado é normalmente utilizada em salas de equipamentos e salas de telecomunicações, tornando-se uma excelente solução para ambientes nos quais existam alterações constantes de layout. Sob pisos elevados devem ser instalados dutos para encaminhamento dos cabos, prevendo-se a separação logística entre os cabos de telecomunicações e elétrica

320 Pisos Elevados

321 Fundamentos Seqüência lógica de desenvolvimento: Atendendo aos requisitos básicos da norma, devemos utilizar a seguinte seqüência lógica para a elaboração de projetos de cabeamento estruturado: a) Projeto de cabeamento horizontal (rede secundária) b) Projeto de cabeamento vertical (rede primária); c) Projeto de cabeamento de interligação (sistema campus); d) Detalhes construtivos (infra e encaminhamento de cabos,tamanho de salas, etc..) e) Simbologia, notas explicativas e identificação de sistema;

322 Fundamentos Simbologia: ATR NÃO CABEADA ATR CABEADA _ Eletrocalha sob piso ou sobre forro _

323 Fundamentos Simbologia: Eletroduto sob piso ou sobre forro _._._._._._. _._._._._._. Rodapé/canaleta _.._.._.._.._ Caixa da Operadora Rack

324 Fundamentos Simbologia: Prancha PABX Câmera

325 Pé direito 3,60mt Convenções : Eletroduto sobe Eletroduto desce EF Room wc wc SEQ Show Sala Reunião Vendas Adm Diretoria Recepção

326 Calculo Taxa de Ocupação: 40% vale lembrar pela Norma EIA/TIA 569A Escala: 1:100 ou indica o fator de proporcionalidade de cada 1 cm Corresponde a 100cm ou 1mt. Cálculo de outra escala 1:250 para um desenho com 4cm : 1 /4 x 250/x = x= 250*4 = 1000cm ou 10mt; Área útil total, é o resultado de : Área Total do Pav Área comum (banheiros, escadas, elevadores, Corredores, hall de circulação, etc.) Obs: descontar 1,5mt das áreas de circulação 329

327 Calculo Cálculo de cabos 4 pares: A) Em primeiro lugar, fazer a medição em planta do caminho percorrido pelos cabos dentro das salas de equipamento, salas de telecom e demais infra-estrutura, acrescentando subidas e descidas. B) Acrescentar 4,5m à medição efetuada, em ambas as extremidades do cabo a titulo de : Três metros como reserva técnica para futuras mobilizações ou manutenções; Um metro e meio para abertura do cabo para distribuição e conexão nos respectivos painéis. C) Nos casos em que estes cabos estão interligando pavimentos dentro de edifícios, podemos usar o conceito de pé direito (medida entre o piso e a laje), que é tipicamente de 3,6m. O ideal é que arredondemos esse valor para 4 metros. 330

328 Calculo Cálculo da infra-estrutura: Cti = Capacidade à ser instalada D= Diâmetro R= Raio do cabo = D/2 A= Área do cabo R² N= Cabos Cti= A x N 0,4 Exemplo: Calcule a área do duto para lançamento de 10 cabos UTP: D = 6,3mm Raio = D/2 = 6,3/2 = 3,15mm A = r² = 3,14 x 3,15 = 31,16mm Cti = 31,16 x 10 = 779mm2 0,4 331

329 Política de Distribuição DISTRIBUIDOR INTEGRADOR USUÁRIO FINAL

330 Dúvidas ou Informações: Norberto A Fernandes Coordenador de Vendas Brasil NEXANS BRASIL S.A Divisão Data Cable Fone: (11) Fax: (11)

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