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1 Projecto de cablagem estruturada Adriano Lhamas, Berta Batista, Jorge Pinto Leite Março de 2007

2 Projecto de cablagem Metodologia 1. Definição de requisitos 2. Planeamento 3. Projecto 2

3 Exemplo Empresa contabilidade e auditoria financeira Pequena dimensão (30 trabalhadores) Edíficio num só piso (500 m 2 ) Empresa serviços Aplicações escritório Correio electrónico Aplicações Web Partilha de ficheiros e impressão Comunicação exterior com clientes Acesso à Internet 3

4 1 Definição Requisitos (em conjunto com dono da obra) Análise dos requisitos iniciais Integração de voz Locais a abranger Segurança Gestão Fiabilidade e disponibilidade Perspectivas de evolução Aspectos económicos 4

5 Análise dos requisitos iniciais Integração de voz Telefones, faxes Afectar dinamicamente qualquer tomada a voz ou dados Dimensionamento do PPCA (posto privado de comutação automática) Segurança controlo dos acessos do exterior confidencialidade autenticação 5

6 Análise dos Requisitos iniciais - Locais a abranger 6

7 Análise dos requisitos iniciais Gestão Sem gestor de sistemas a tempo inteiro Sem ferramentas especificas de gestão de rede Formação mínima funcionário da empresa Tarefas mais complexas realizadas com apoio técnico especializado Fiabilidade e Disponibilidade Pelo tipo de actividade não há necessidade de redundância Contrato de manutenção com prazo de reparação/substituição de equipamentos 7

8 Análise dos requisitos iniciais Perspectivas de evolução Crescer 50% sem necessidade de alteração Sem alteração de cablagem suportar multimédia e maiores volumes de tráfego Cablagem normalizada (independente de determinada tecnologia) Aspectos económicos Investimento inicial Custos de exploração Contratos de manutenção Contratos de apoio técnico Custos fixos mensais de comunicação com exterior Custos variáveis de comunicação com o exterior 8

9 2 Planeamento definição do modelo de funcionamento Caracterização das arquitecturas protocolares TCP/IP Aplicações do Microsoft Office Caracterização das aplicações de comunicação As incluídas no S.O. ( , ftp e browser) Servidor (Linux ou 2003 Server) 9

10 => definição da arquitectura lógica da infraestrutura Sub-sistema horizontal Sub-sistema acesso exterior 10

11 => dimensionamento da rede local 11

12 12

13 => dimensionamento do acesso ao exterior 13

14 3 Projecto definição do ambiente de projecto especificação materiais e equipamentos condições de montagem, teste e certificação medições de materiais definição de traçados de cablagem orçamento estimativo da obra 14

15 Definição ambiente projecto 15

16 1.2 Princípios orientadores Cablagem Tomadas blindadas, painéis e cablagem S/UTP (norma ISO/IEC e EN 50173) Categoria 5e (até 1Gbps) Categoria 7 (10Gbps em cobre protótipo) Suporte Fast Ethernet e Gigabit Ethernet Integração voz Adaptabilidade e flexibilidade 16

17 1.2 Princípios orientadores Tecnologias Postos de trabalho com tecnologia Fast Ethernet (100 Base TX) Servidores com tecnologia Gigabit Ethernet Ligações de voz com tecnologia analógica (2 fios) ou digital (proprietárias. a 2 ou 4 fios) VoIP (???) Acesso ao exterior (suporte a um leque alargado de opções: ADSL, Frame Relay,., de modo a poder em cada momento seleccionar a melhor opção) 17

18 1.2 Princípios orientadores Equipamentos Em conformidade com as normas Preferencialmente equipamentos modulares Capacidade vaga e margem de expansão Suporte de TCP/IP e NetBIOS/NetBEUI (???) Tolerância a falhas (auto-diagnóstico, fontes de alimentação redundantes, capacidade de substituição sem interrupção de funcionamento) Mecanismos de segurança (intrusão, escuta, DoS e IDS) Possibilidade de gestão remota (SNMP e RMON??) e permitirem login para tarefas de manutenção e monitorização 18

19 1.4 Estrutura Física Resulta da decomposição da Arquitectura Lógica no conjunto de elementos que integram cada um dos sub-sistemas de comunicação Localização das tomadas de voz e de dados resulta levantamento in loco, considerando uma margem para expansão Cada posto de trabalho tomada ISO 8877, dupla, blindada, Cat5 As tomadas ISO 8877 são servidas a partir de um distribuidor rack de 19, localizado na sala de recepção e PPCA Bastidor é equipado com painéis passivos de patching para ligação às tomadas (patch panels) Bastidor também contém o equipamento de rede activo (switch, firewall e router) Cablagem cabo S/UTP, Cat5e, entre switch e postos de trabalho Cablagem Cat3 entre bastidor e PPCA, que através de patching adequado, garante comunicações voz em todos os postos 19

20 Distribuidores 20

21 Distribuição de cablagem 21

22 Cablagem 22

23 Cablagem Qualquer das normas pode ser utilizada sem qualquer dano para a cablagem estruturada, independentemente da norma seguida nos restantes pontos de ligação Tipos de cabos Directos Ambas as pontas cravadas segundo a norma 568A OU segundo a norma 568B Cruzados Uma ponta cravada segundo a norma 568A e a outra segundo a norma 568B 23

24 2.1 Equipamento passivo Distribuidor, patch panels, tomadas e conectores ISO 8877 e chicotes de patching A dimensão do distribuidor é determinada pela quantidade de tomadas que dele irradiam (com margem de expansão de tomadas), e do equipamento activo As ligações às tomadas ISO 8877 e as ligações ao PPCA devem ser colocadas em painéis diferentes Os chicotes de ligação (patch cords) são destinados às ligações entre o equipamento activo (switch) e os painéis passivos (patch panels) dentro do distribuidor e entre as tomadas e os postos de trabalho Deve existir um kit de ferramentas de reparação da rede 24

25 25

26 26

27 27

28 2.2 Equipamento activo Equipamento gerador, receptor ou conversor de sinais eléctricos ou ópticos Router multiprotocolo Switch (comutador) Firewall UPS 28

29 29

30 (actualizar para Gigabit ) 30

31 31

32 3.1 Condições de Montagem De acordo com as normas de cablagem Distribuidor A régua de tomadas eléctricas deverá ser ligada à UPS e esta à rede de energia do edifício (atender consumo máximo dos equipamentos) O entalhe de fixação das tomadas ISO 8877 nos painéis de patching deverá ficar colocado na parte inferior da tomada Os caminhos de cabos a instalar deverão ser prolongados ao interior da dependência onde vai ficar localizado o distribuidor, terminando junto deste Tomadas Caixas embutidas parede ou caixas de pavimento servidas por calha pavimento O entalhe do conector ISO 8877 (RJ45) fêmea deve ficar em baixo (pino 1 é o mais à esquerda) Numeradas de acordo com a numeração do distribuidor TIA/EIA 568A ou 568B 32

33 3.1 Condições de Montagem Cabos Ligar, sem interrupções, emendas ou derivações, as tomadas ISO 8877 e os patch panels existentes no distribuidor Comprimento máximo 90 metros Os cabos serão devidamente fixados em esteira, calha metálica ou tubo VD embutido nas paredes Ligar tensor metálico e blindagens a contactos de terra existente nos patch panels Ligar blindagem cabo à blindagem da tomada ISO 8877 Sempre que possível separar dos cabos de energia (0-2KVA / 0-12cm; 2-5KVA / 7,5-30 cm;>5kva / cm de acordo com o tipo de cabo blindado ou não e instalação metálica ou não) Identificar cabos com o nº de forma indelével Amarrar cabos a intervalos regulares Evitar dobras e respeitar raio mínimo de curvatura (8 * diâmetro cabo) EIA/TIA 568A ou EIA/TIA 568B 33

34 3.2 Condições dos Testes Deverão ser feitos, na presença do dono da obra ou do seu representante Certificação Cat 5e de acordo com a norma ISO/IEC (tomadas, painéis e cabos S/UTP) Verificação bom funcionamento de todos os equipamentos activos Verificação funcionamento do PPCA e de todos os postos Os resultados dos testes devem ser organizados num dossier e entregues ao dono da obra 34

35 Definição ambiente projecto Certificação A cablagem pode ser certificada de acordo com as normas 569 que, como vimos, regulamentam a cablagem estruturada Mapa de fios Perda por inserção Diafonia próxima (NEXT) Diafonia próxima por soma de potências (PSNEXT) Diafonia distante de mesmo nível (ELFEXT) Diafonia distante por soma de potências (PSELFEXT) Perda de retorno Atraso de propagação Comprimento do cabo Desvio de atraso 35

36 Anexo A Medições Determinam-se as quantidades necessárias de todos os items da instalação, de forma a poder completar as tabelas de orçamento que se apresentam a seguir Anexo B Peças desenhadas Normalmente são apresentados os esquemas geral da rede estruturada, de interligação do equipamento activo (arquitectura lógica) e os traçados de cablagem e localização das tomadas e bastidor, que se apresenta a seguir. 36

37 Anexo B Traçados e localização de equipamentos 37

38 Anexo C Orçamento 38

39 Anexo C - Orçamento 39

40 Bibliografia Este documento foi baseado no exemplo apresentado em: Engenharia de Redes Informáticas, pgs Edmundo Monteiro, Fernando Boavida FCA editores 40

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