00 REVISÃO INICIAL 31/10/2013 Augusto Sérgio Osmar REV MODIFICAÇÃO DATA PROJETISTA DESENHISTA APROVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESPECÍFICA - ETE CREA:

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1 00 REVISÃO INICIAL 31/10/2013 Augusto Sérgio Osmar REV MODIFICAÇÃO DATA PROJETISTA DESENHISTA APROVO PROJETO: CABEAMENTO ESTRUTURADO E REDE ELÉTRICA LOCAL DNIT-RN AV. BERNARDO VIEIRA, 3656 BAIRRO LAGOA NOVA CEP NATAL/RN TIPO DE DOCUMENTO AUTOR: ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESPECÍFICA - ETE CREA: TIPO DE SERVIÇO CESAR AUGUSTO FARIA DE OLIVEIRA REVISOR ENG. OSMAR BRAGA DE FREITAS FILHO 7742-TD/AM CREA D/AM PROJETO BÁSICO N.º DE CONTROLE 014/2013-RN APROVO CREA DATA: ENG. OSMAR BRAGA DE FREITAS FILHO D/AM 31/10/2013

2 ÍNDICE 1 - OBJETIVO DESTE PROJETO BÁSICO Objetivo: NORMAS E INSTRUÇÕES GERAIS Normatização: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Especificação dos Materiais de Infraestrutura Especificação dos Materiais de Cabeamento Estruturado Especificação dos Materiais de Rede Elétrica Especificação dos Materiais de Backbone Especificação dos Materiais complementares de Cabeamento Especificação da plataforma de segurança unificando vídeo-monitoramento (VMS) e controle de acesso (SCA) INTERVENÇÃO TÉCNICA NA SUBESTAÇÃO Especificação dos Materiais e Serviços a serem aplicados na Subestação GARANTIA DESENHOS E ESQUEMAS ESTIMATIVA DE CUSTOS DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS...94

3 1 - OBJETIVO DESTE PROJETO BÁSICO Objetivo: Este memorial tem o objetivo de definir o escopo técnico para os Sistemas de Rede Elétrica e Cabeamento Estruturado a serem instalados nas Superintendência Regional do DNIT no Estado do Rio Grande do Norte. 2 - NORMAS E INSTRUÇÕES GERAIS Normatização: A execução de todos os serviços ora especificados nesta Especificação Técnica deverão estar de acordo com as partes aplicáveis das seguintes normas e documentos: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas; ITU-T International Telecommunications Union. ANATEL Agencia Nacional de Telecomunicações. EIA / TIA Cabeamento Estruturado. IEC International Eletrical Code. ANSI American National Standard. IEEE Institut of Eletrical and Eletronic Engineers

4 3 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Especificação dos Materiais de Infraestrutura a. Eletrocalha i. Quando utilizadas as eletrocalhas deverão atender às especificações abaixo: As eletrocalhas não poderão possuir virola, devem ser lisas e com tampa, Devem obedecer as Normas NBR 7008, 7013 e NBR 6323, com 70μm de revestimento de zinco para 3,0mm de espessura. A zincagem deverá ser por imersão a quente, ou, como é mais conhecida, Galvanização a fogo. Os acessórios deverão ser formados por uma única peça, não possuindo emendas por sistemas de solda, e deverão possuir as mesmas características técnicas das eletrocalhas.

5 b. Calha para distribuição secundária i. A distribuição secundária do cabeamento estruturado horizontal, deverá ser feita com calhas de termoplástico auto-extinguível. As calhas deverão ser lisas de 150 x 50 mm, com tampa e septo divisor central em cada descida. ii. As curvas e demais acabamentos devem ser feitos em fábrica, não sendo aceito qualquer tipo de adaptação em campo. iii. A fixação das canaletas, seja no piso ou alvenaria, deverá ser feita com buchas e parafusos, não sendo aceitos outro tipo de fixação. c. Porta-equipamentos i. Cada porta-equipamento para o cabeamento estruturado deverá possuir conexão para 2 (dois) conectores fêmea RJ-45. ii. Cada porta-equipamento para a rede elétrica deverá possuir conexão para 2 (duas) tomadas padrão NBR iii. Os porta-equipamentos devem ser fabricados em termoplástico auto-extinguível e devem permitir o encaixe diretamente sobre a canaleta, dispensando o uso de caixas. iv. Os porta-equipamentos devem ser da mesma cor das canaletas. v. As caixas dos pontos deverão ser instaladas nas divisórias ou alvenarias, conforme o caso Especificação dos Materiais de Cabeamento Estruturado a. Todos os materiais necessários à execução dos serviços serão fornecidos pela empresa contratada, sendo obrigatório a apresentação de catálogos ou folhas técnicas do fabricante do sistema de cabeamento estruturado para a comprovação das características dos produtos, marca e modelo, para cada um dos itens a seguir especificados. b. Todos os produtos de conectividade e acomodação dos equipamentos de rede (patch panels, tomadas, patch cords, distribuidores ópticos, cordões ópticos, racks, organizadores horizontais e verticais) devem ser de um mesmo fabricante. O fabricante dos cabos deve ser o mesmo fabricante dos elementos de conectividade ou deve ser uma marca homologada pelo mesmo que permita que o canal tenha uma performance compatível com os requisitos da normas ANSI/TIA/EIA 568-B e ISO/IEC e que possibilite ao instalador fornecer uma garantia de no mínimo 25 anos do fabricante. c. Gabinete de 36 Us

6 vi. Os gabinetes deverão ser de sobrepor, fabricados em metal. Deverão possuir porta frontal curvada com vidro de segurança, painéis removíveis nas laterais, e uma porta de fundos sólida, tudo com trancas 2433A. vii. Deverão possuir cobertura com textura de poliéster com resistência excelente à corrosão e arranhões Índice de proteção (resistente a intempéries) contra entrada de corpos sólidos e líquidos: IP 20. Índice de proteção contra impactos mecânicos: IK 08. Proporção de carga permitida: 3 kg/u (por exemplo, 48 kg para 16 U de Gabinetes). viii. Os gabinetes devem seguir os seguintes padrões ix. IEC e EN 60529: (NF C ) Graus de proteção providenciada por emenda (IP code) x. IEC e EN 62262: (EN 50102, NF C ) Graus de proteção providenciada por emenda para equipamento elétrico contra impacto mecânico externo (IK code). xi. IEC , EN e C : Equipamento de Tecnologia de Informação Segurança. xii. EIA-310-D: Gabinetes, racks, painéis e equipamento associado (ANSI/EIA/310-D- 1992). xiii. Deverão ser fornecidos completos, incluindo kit de fixação, kit de parafusos e porcas M5 e uma régua de tomadas com, no mínimo, quatro tomadas para cada rack.

7 d. Gabinete de 42 Us i. Os gabinetes (racks) deverão ser auto-suportados, metálicos, planos reguláveis, fechados, padrão EIA de 19 (483 mm) ajustável para 23 (584 mm), 42U de altura útil, com dimensões exteriores de 800x600mm ou 800X800mm de base e 2200mm de altura, capacidade de carga distribuída de 450 Kg (1000 lbs), com guias de fixação verticais de perfil metálico galvanizado, com padrão de perfurações para porca gaiola com separação alternada ½, com acesso de cabos pela parte superior ou pelo piso, sistema de conexão a terra, acabamento com pintura de textura de poliéster com alta resistência a aranhões. ii. Os rack s deverão possuir no mínimo as seguintes características: Possuir índice de proteção contra o ingresso de objetos sólidos e líquidos, conforme IEC/EN 60529, mínimo de 20 (IP 20) Possuir índice de proteção contra impactos mecânicos externos, conforme IEC/EN 62262, mínimo de 08 (IK 08) Suportar no mínimo cargas distribuídas de 450Kg. Possibilidade acessos para os cabos vindos do piso ou do teto; Possuir na parte frontal 02 guias organizadoras de cabos verticais. Possuir dispositivo reversível da portas fronta, permitindo que seja montada para abrir pela direita ou pela esquerda. Os painéis de fechamento lateral devem possuir o mesmo fecho da porta frontal, permitindo ser abertos com a mesma chave. A porta frontal deve ser de vidro temperado curvada. Possuir disponibilidade (do mesmo fabricante) de organizadores frontais de 1U e 2U vazadosque possibilita ao mesmo tempo a organização na parte frontal e traseira. Ter também organizadores de cabo abertos com passa cabos de 1U e 2U; Possuir disponibilidade do mesmo fabricante de acessórios como bandejas fixas e retráteis, suportes retráteis para teclado e mouse, kit de ventilação forçada, rodízios. e. Organizador de Cabos i. Para a organização dos cabos de manobra deverão ser utilizados organizadores horizontais de cabos do mesmo fabricante do material de cabeamento estruturado, de 19 x 2U, abertos, com anéis plásticos raiados para uma ótima proteção do patch Cord, respeitando os raios de curvatura. Estes organizadores deverão possuir ainda

8 sistema de fixação rápida no Rack, não sendo necessário o uso de parafuso e porcas gaiolas o que facilitará sua instalação e manutenção. f. Cabo UTP Cat. 6 i. Cabo de par trançado não blindado de 4 pares, com condutores de cobre nú recozido rígido 24AWG 100Ω, com isolação em polietileno de alta densidade, totalmente compatível com os padrões para Categoria 6, que possibilite taxas de transmissão de até 1 Gbps (Gigabit Ethernet / 1000BaseT) e ATM a 155 Mbps, para aplicação em Cabeamento Horizontal. Deverá atender às normas técnicas americanas ANSI/EIA/TIA 568-B e européias IEC/ISO em todos os seus aspectos (características elétricas, mecânicas, etc.). ii. Dois condutores com encapamento de polietileno são trançados entre si para formar um par. Ao conjunto de 4 pares, separados entre si por um membro plástico central, se aplica uma capa externa de PVC retardante a chamas. iii. A capa de PVC deverá atender aos parâmetros de testes de flamabilidade, conforme a Norma européia IEC (CM), deverá ter números impressos indicando o comprimento em espaços de 1 metro, viabilizando a contagem exata do comprimento utilizado na instalação. iv. Os cabos UTP devem observar as seguintes especificações mínimas: Cabo deverá ser acondicionado em caixas, contendo lance nominal de 300m no mínimo; Possuir um separador interno central que mantenha os 4 pares de cabo separados em toda a extensão do cabo; Operação full duplex sobre os quatro pares; Atender os requisitos da norma ISO/IEC e ANSI/TIA/EIA 568-B Cat. 6; Condutor de cobre de diâmetro 24 AWG (0,56 mm), com encapamento de polietileno; Deverá ser apresentado através de catálogos, testes das principais características elétricas em transmissões de altas velocidades (valores típicos) de atenuação (db/100m), NEXT (db), PSNEXT(dB), SRL(dB), ACR(dB), para no mínimo freqüências de 100, e 250 MHz; Delay Skew menor ou igual a 25ns/100m; Deve apresentar atenuação máxima de 19,7 db/100m à 100MHz e 32,6 db/100m à 250MHz; Deve apresentar perda por retorno Return Loss mínima de 22,5 db/100m à 100MHz e 20,5 db/100m à 250 MHz;

9 Deve apresentar PSNEXT Power Sum Next mínima de 43,3 db/100m à 100MHz e 37,3 db/100m à 250 MHZ; Deve apresentar PS-ACR Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio mínima de 23,6 db/100m à 100MHz e 4,7 db/100m à 250 MHz; Deve apresentar ACR Attenuation Crosstalk Ratio mínima de 25,6 db/100m à 100MHz e 6,7 db/100m à 250 MHz; Deve apresentar NEXT Crosstalk mínimo de 45,3 db/100m à 100MHz e 39,3 db/100m à 250 MHz; Deve apresentar resistência máxima operando em 20ºC (Celsius) de 93,8 Ohm/km; Deve apresentar ELFEXT mínimo de 28,8 db/100m à 100MHz e 20,8 db/100m à 250 MHz; Deve apresentar PS-ELFEXT mínimo de 25,8 db/100m à 100MHz e 17,8 db/100m à 250MHz; Deve ser próprio para aplicações Ethernet 100BaseTX, 1000BaseT, 1000BaseTX, ATM155 Mb/s, ATM 622 Mb/s, FDDI/CDDI 100Mb/s, 100Base VG; Capa em PVC não propagante à chama CM com diâmetro nominal de 5,4mm na cor azul; O cabo utilizado deverá possuir certificação Anatel impressa na capa externa; g. Patch Panel Cat. 6 i. Os patch panels para o cabeamento horizontal deverão ser categoria 6, com 24 portas em linha em 1U de altura, 8P8C, tipo RJ45, compostos de 04 blocos de 6 conectores, os conectores podem ser trocados um a um, sem causar danos aos demais, terminação IDC com crimpagem sem a necessidade do uso de ferramentas pela parte forntal do panel, terminações T568A/B, compatível para condutores de AWG, fixação dos contatos IDC no circuito impresso livre de soldas, encapsulado ABS UL 94V-0, com tampa plástica para proteção dos contatos traseiros. Corpo construído em chapa de aço galvanizada para montagem em racks 19, com 01U de altura, sistema de fixação rápida diretamente ao montante do Rack sem necessidade de porcas gaiolas e parafusos, com organizador de cabos traseiro possuindo mecanismo de fixação individual dos cabos dispensando abraçadeiras. ii. Os patch panels deverão seguir a seguinte especificação mínima: Construção universal aceitando conectorizações tipo T568A ou T568B; Cumprir com as especificações de categoria 6 ANSI/TIA/EIA 568B.2;

10 Componentes comprovados por Laboratório independente com reconhecimento Internacional category 6; Contatos IDC de baixa emissão com crimpagem dos cabos livre de ferramentas; Dispor de espaços próprios para colocação de etiquetas cambiáveis não autocolantes; Possuir integrado ao corpo guia traseira de cabos com sistema de fixação e suporte para os cabos que possibilite que seja feita a manutenção individual dos cabos sem a necessidade de separá-la do patch panel e que depois de feita a manutenção a mesma possa retornar a posição original sem desfazer a organização e amarração dos cabos; Permitir o encaixe e remoção individual dos conectores pela parte frontal do painel; Plenamente compatível com as categorias anteriores 3, 5, 5e e 6; Lâmina metálica do patch panel: aço, com acabamento galvanizado eletrolítico; Módulos de 6 conectores: estrutura fabricada com plástico de alto impacto; Retardante a chamas UL 94V-0; Os circuitos impressos devem estar confinados dentro de cada módulo, ou seja, o painel deve conter proteção para os circuitos impressos, evitando danos aos mesmos durante e depois do manuseio e processo de conectorização; Contatos modulares: cobre-berílio com revestimento de níquel em toda a longitude do contato. Revestimento adicional de ouro de 1,27 mícron (50 micro-polegadas) na área de contato; Contatos IDC: bronze-fósforo com revestimento de níquel em toda a longitude do contato. Revestimento adicional de chumbo-estanho na área de contato com o cabo. Suportar terminações de condutores entre 22 e 24 AWG; A conexão dos contatos IDC com a placa de circuito impresso não pode ser feita com solda; Cumprir com a parte 68, sub-parte F da FCC; Suportar até 750 inserções do patch cord; Exceder os requisitos de 100 gramas de força entre os contatos do plug e do jack, quando estão conectados;

11 h. Tomada RJ45 Cat. 6 fêmea i. Os módulos de conexão para voz e dados deverão ser Categoria 6 modulares, 8P8C, do tipo RJ45, com padrão de encaixe universal Keystone, terminação IDC sem necessidade do uso de ferramentas de impacto, com possibilidade de conexão T568A/B, compatível para condutores de 22-24AWG, fixação dos contatos IDC no circuito impresso livre de soldas, encapsulado ABS UL 94V-0, com corpo plástica para proteção dos contatos traseiros que possibilite gabaritar as distâncias de decapamento e destrançamento adequados. ii. Para aplicação nas estações de trabalho. Deve suportar taxas de transmissão de até 1 Gbps (Gigabit Ethernet / 1000BaseT) e ATM a 155 Mbps. Deve atender às normas técnicas americanas ANSI/EIA/TIA-568-B e européias IEC/ISO 11801, em todos os seus aspectos (características elétricas, mecânicas, etc.), possuindo as seguintes especificações mínimas: Cumprir com as especificações de componentes categoria 6 ANSI/TIA/EIA 568B.2-1; Componentes comprovados por laboratório independente de reconhecimento Internacional to Components to ANSI/TIA 568-B.2-1 category 6; Contatos IDC de baixa emissão; Devem permitir a inserção em espelhos, caixas de superfície pela parte frontal; caixas de piso e mobiliário pela parte traseira. Compatível com as categorias 3, 5, 5e e 6; Estrutura fabricada com plástico de alto impacto; Retardante a chamas UL 94V-0; Contatos modulares: de cobre-berílio com revestimento de níquel em toda a longitude do contato. Revestimento adicional de ouro de 1,27 mícron (50 micro-polegadas) na área de contato; Contatos IDC: bronze-fósforo com revestimento de níquel em toda a longitude do contato. Revestimento adicional de chumbo-estanho na área de contato com cabo. Suportar a terminação de condutores entre 22 e 24 AWG; Os circuitos impressos devem estar totalmente confinados dentro de cada módulo, ou seja, o conector deve conter proteção para os circuitos impressos, evitando danos aos mesmos durante e depois do processo de conectorização; Crimpagem livre de impactos e que possibilite o fácil reaproveitamento; A conexão dos contatos IDC com a placa de circuito impresso não pode ser feita com solda;

12 Cumprir com a parte 68, sub-parte F da FCC; Classificados para 750 inserções do patch cord; Exceder o requisito de 100 gramas de força entre os contatos do plugue e jack, quando conectados; i. Cabo de Manobra Cat. 6 (Patch Cord) i. Os patch cords e user cords deverão ser Categoria 6, tipo RJ45/RJ45, 8P8C, com cabo UTP de 4 pares, multifilar, 100Ω, 24 AWG, T568A/B, com septo interno para a separação dos pares, bota de proteção de tamanho reduzido e proteção à lingueta de travamento, manufaturados e testados em fábrica. ii. Os cabos (Patch Cords) destinados à interligação dos equipamentos de rede aos patch panels e das estações de trabalho aos pontos de rede, deverão ser do tipo não blindado, constituídos por oito condutores isolados individualmente, compondo quatro pares trançados de condutores de cobre (UTP), com capa de proteção externa, montados em fábrica, e atender inteiramente aos requisitos físicos e elétricos da norma ANSI/EIA/TIA 568-B, para categoria 6. Deverão possuir a seguinte especificação mínima: Possuir elemento plástico interno ao conector RJ45 macho (plugue) para manter a integridade dos pares trançados do cabo até o ponto de terminação no Plugue RJ45 macho; Componentes comprovados por laboratório independente reconhecido internacionalmente (to ANSI/TIA 568-B.2 category 6); Dever ser disponível no comprimentos de 1m, 2m, 3m, 5m, 8m, 12m e 20m Testados em fábrica para um rendimento categoria 6; Contatos arranjados em pares e em dois níveis; Construído com cabos multifilares (flexível) de 4 pares; Compatíveis com conectorizações de rede tipo T568A e T568B; As capas plásticas do plugues RJ45 devem ajudar a evitar a curvatura excessiva dos cabos; Compatíveis com as categorias 3, 5, 5e e 6; Estrutura do plugue: policarbonato transparente UL 94V-0; Contatos do plugue: cobre com recobrimento de ouro de 1,27 mícron (50 micro-polegadas) nas superfícies de contato; Cabo: cabo multifilar categoria 6, 4 pares, 24 AWG, capa externa de PVC;

13 Classificados para 750 inserções; Plugue e terminação cumprem com a parte 68 da FCC; j. Cabo de Manobra Cat5e (Patch Cord para voz) i. Os patch cords e user cords deverão ser Categoria 5e, tipo RJ45/RJ45, 8P8C, com cabo UTP de 4 pares, multifilar, 100Ω, 24 AWG, T568A/B, bota de proteção de tamanho reduzido e proteção à lingueta de travamento, manufaturados e testados em fábrica com a distribuição dos contatos por níveis. ii. Os cabos (Patch Cords) destinados à interligação dos equipamentos de rede aos patch panels e das estações de trabalho aos pontos de rede, deverão ser do tipo não blindado, constituídos por oito condutores isolados individualmente, compondo quatro pares trançados de condutores de cobre (UTP), com capa de proteção externa, montados em fábrica, e atender inteiramente aos requisitos físicos e elétricos da norma ANSI/EIA/TIA 568-B, para categoria 5e. Deverão possuir a seguinte especificação mínima: Componentes comprovados através de testes de canal executados por laboratório independente com reconhecimento internacional (ANSI/TIA 568-B.1, ASTM D e ISO/IEC category 5e); Testados em fábrica para um rendimento categoria 5e; Dever ser disponível no comprimentos de 1m, 2m, 3m, 5m, 8m Contatos arranjados em pares e em dois níveis; Construído com cabos multifilares (flexível) de 4 pares; Compatíveis com conectorizações de rede tipo T568A e T568B; As capas plásticas do plugues RJ45 devem ajudar a evitar a curvatura excessiva dos cabos; Compatíveis com as categorias 3, 5 e 5e; Estrutura do plugue: policarbonato transparente UL 94V-0; Contatos do plugue: cobre com recobrimento de ouro de 1,27 mícron (50 micro-polegadas) nas superfícies de contato; Cabo: cabo multifilar categoria 5e, 4 pares, 24 AWG, capa externa de PVC; Classificados para 750 inserções; Plugue e terminação cumprem com a parte 68 da FCC;

14 3.3 - Especificação dos Materiais de Rede Elétrica a. Quadro de Distribuição Elétrica (QDE) i. Os quadros elétricos deverão ser compostos de caixa metálica, com porta, dobradiça e chave mestra. Deverá ser construído de chapas de aço 14 MSG, com pintura epóxi, próprio para instalação aparente, montagem sobrepor com dimensões mínimas de 600 x 400 x 200mm. ii. Estes quadros deverão possuir chave geral em seu alimentador para desligamento em caso de manutenção. Deverá possuir 24 postos para saídas para alimentadores diversos, sendo estas monofásicas para alimentação das estações de trabalho e do rack na sala de equipamentos. iii. Os postos não utilizados ficarão disponíveis para futuras ampliações, com suas partes condutivas encapadas por material termo-retrátil que permitam a instalação de novos disjuntores sem a necessidade de remoção das barras de cobre. iv. Todas as partes sob tensão e ao alcance do operador deverão ser protegidas por barreiras conforme estabelecido na NBR IEC v. As barreiras de proteção deve ser construídas em materiais não propagante à chamas, a exemplo do policarbonato. vi. Nas faces superior e inferior do invólucro devem ser previstas, preferencialmente, chapas removíveis para passagem de cabos. As chapas removíveis devem ocupar toda a extensão da face correspondente do invólucro. vii. Os barramentos devem ser trifásicos, com barras de neutro e terra independentes, segundo o esquema TN-S da NBR-5410 da ABNT. As barras devem ser de cobre eletrolítico e encapadas com material termo-retrátil (LVR) ou tinta epóxi. Todos os componentes devem ser montados na parte interna do painel. viii. Os quadros devem atender na íntegra os itens desta especificação, bem como aos detalhes existentes nas pranchas de cada unidade. b. Disjuntor i. Os disjuntores devem ser do tipo mini-disjuntores, equipados com disparadores termomagnéticos fixos, curva C. Devem atender a Norma IEC c. Cabos elétricos i. Os Cabos deverão possuir isolação de 0,6 / 1 kv; ii. Deverão ser compostos de condutores monopolares; iii. Os condutores deverão ser de cobre nu, têmpera mole, com encordoamento extraflexível (classe 5);

15 iv. Deve possuir isolação por composto termofixo em dupla camada de borracha HEPR (EPR/B - Alto módulo); v. O enchimento deve ser composto por material não halogenado. d. Tomadas elétricas i. As tomadas elétricas deverão ser de 10A 250V de acordo com a NBR ii. As tomadas elétricas deverão atender seguinte especificação mínima: Possuir etiqueta de identificação de tensão; Possuir fundo móvel, evitando o acúmulo de poeira; Permitir a utilização de tampa. e. Materiais de aterramento i. A CONTRATADA será responsável pelos materiais de aterramento, tais como hastes, cabos de cobre nu, caixas de inspeção, soldas exotérmicas, plugues e conectores, além dos demais materiais necessários à instalação do aterramento. ii. A CONTRATADA deverá ainda prover toda a infraestrutura necessária para que o cabo de aterramento chegue até o ponto de equipotencialização, bem como ao QDE. f. Unidade de aquisição de dados i. Cada unidade remota fornecida deverá atender, no mínimo, as características abaixo: Monitorar e controlar equipamentos e infraestruturas através de comunicação remota; Permitir variados meios de comunicação, tal como: Linha telefônica fixa ou móvel, GPRS, Rede IP, Internet banda larga, satélite e rádios. Transmitir os dados de telemetria de forma periódica ao servidor de telemetria. Possuir histórico operacional de todas as ações monitoradas e executadas com resolução menor ou igual a 01s de amostragem e armazenamento. Capacidade de armazenamento interna do histórico operacional de pelo menos 01 ano de todas as medidas; O armazenamento do histórico operacional deve ser feito em mídia de estado sólido removível para que possibilite leitura direta em computadores.

16 Possibilitar acionamentos remotos através de telecomando. Possuir a capacidade de até 32 portas de telecomandos configuráveis; Permitir telecomandos através de contato de relé (disponíveis NA / NF) e potência de 60W por comando; Permitir o acionamento de dispositivos sonoros e luminosos, assim como capacidade de realizar acionamento de máquinas e outros equipamentos diversos através de telecomandos atuando sobre chaves ON / OFF; Possuir a capacidade de até 32 portas de leitura digital configuráveis; Possuir entradas digitais com isolação óptica melhor que 1kV; Possuir a capacidade de até 16 portas de leitura analógica; Possuir a capacidade de até 12 portas PWM configuráveis; Deve permitir a integração com diversos sensores para monitorações de grandezas específicas, como temperatura, movimento, invasão, energia elétrica, fumaça entre outros; Possuir arquitetura de funcionamento em rede, possibilitando o acesso simultâneo de diversos servidores a cada unidade; Deve possuir sistema microcontrolado com processador RISC de 16 bits; Não deve utilizar tecnologia de sistema operacional embarcado, visando evitar travamentos e inoperâncias. Deve sincronizar automaticamente seu horário interno de acordo com o horário do servidor de telemetria. Deve possuir conexão SMA para antena 3G/GPRS. Deve permitir o escalonamento de unidades para atender sites com maior número de medidas e ou comandos, sem limite de escalonamento; Deve permitir de forma nativa e sem adaptações, a instalação em rack 19; Deve possuir no mínimo 02 interfaces seriais RS232. Deve possui no mínimo 01 interface ethernet 10/100mbps auto MDI/MDX. Possuir bateria interna para perfeito funcionamento do relógio interno persistido em tempo real; Possuir sistema de watchdog por hardware a fim de garantir o funcionamento ininterrupto da unidade.

17 Ser completamente integrável ao sistema de gerenciamento existente. Esta compatibilidade deverá ser comprovada através de documento do fabricante dos equipamentos propostos, informando como se dará essa compatibilidade; ii. Cada Unidade Remota deverá possuir o mínimo de 16 (dezesseis) entradas analógicas, 32 (trinta e duas) entradas digitais/saída de telecomandos configuráveis e estar acompanhada de módulos / interfaces para monitorar os itens abaixo descritos: Tensão de entrada e saída do NoBreak por fase (RST); Corrente na entrada e saída do NoBreak por fase (RST); Detecção de abertura de porta; Detecção de movimento no ambiente; Temperatura do ambiente; Informar qual dos equipamentos de ar-condicionado está ligado, permitindo que estes sejam ligados ou desligados remotamente, caso haja dois ou mais equipamentos; iii. Permitir a configuração das portas de entradas analógicas para operar como entradas digitais emuladas. iv. Permitir a configuração das portas de os telecomandos por acionamento automático por tomada de decisão autônoma na unidade remota a partir de limites préconfigurados para os valores medidos; v. Cada unidade remota deve estar acompanhada de um modem GPRS ou outro equipamento para conexão à unidade Central. vi. Sistema de software Cliente/Servidor Os elementos que compões a solução de software do sistema devem atender, no mínimo, as características abaixo: o Sistema de visualização customizável, permitindo a criação de diversas camadas, permitindo a visualização desde o cenário macro até a identificação específica do alarme em camadas distintas; o Sistema de customização de telas de monitoramento, permitindo configuração de temas, cores e posicionamento dos controles; o Sistema de monitoramento deve permitir a exibição das telas de maneira a se ajustar automaticamente a resolução do monitor, efetuando o escalonamento automático de todos os elementos visuais. o O sistema servidor deve suportar resolução de nomes para serviços DDNS.

18 o O sistema servidor deve possuir módulo de gestão de usuários, permitindo a criação de grupos de usuários e o controle de permissões de acesso e controle aos grupos. o O sistema deve permitir a visualização de diversas informações de telemetria em modo pretérito em um único gráfico de histórico. o Possuir sistema integrado de alerta com vários níveis (sonoro, visual, envio de SMS para celulares programados, envio de s); o Permitir o agendamento de tarefas de execução periódica; o Possuir arquitetura de funcionamento CLIENTE / SERVIDOR, possibilitando o acesso simultâneo de vários usuários clientes ao sistema; o Permitir o registro de todos os eventos de auditoria do sistema em logs no banco de dados; o Permitir a configuração de aviso de término de alarme; o Permitir configuração de alarme independente para cada entrada analógica, permitindo programação para limites percentuais máximos e mínimos de cada parâmetro monitorado; o Permitir a programação de telecomandos retentivos (acionado / não acionado) ou não retentivos (telecomandos temporizados); O sistema servidor deve armazenar os dados de telemetria em banco de dados de alta disponibilidade padrão SQL. O sistema deve possuir banco de dados centralizado nos servidores, sendo que a informação não deve ser persistida nos clientes. O sistema deve permitir a consulta aos eventos de logs através de filtros manuais de texto. O sistema deve possuir táticas inteligentes de persistência de dados de telemetria em banco de dados a fim de minimizar o uso de disco, evitando o armazenamento cíclico de dados redundantes.

19 g. Nobreak Tipo I i. Os Nobreaks do Tipo I devem atender as especificações abaixo descritas: Potência mínima 80 kva Tensão de Entrada: 220V +/- 15% - Trifásico. Tensão de saída: 220/127V +/- 1% - Trifásico. Nobreak On-Line Senoidal e Dupla Conversão. Inversor 100% sincronizado com a rede. Proteção do inversor contra sobrecarga. Fator de Potência de saída 0,8; Rendimento a plena carga ( DC / AC ): 92%; Distorção harmônica THD (carga resistiva ): < 3% Frequência de rede: 60Hz +/- 4% Fator de crista 3:1; Nível de ruído máximo: 60 db; Grau de Proteção: IP20; Inversor sincronizado com a rede; Proteção do inversor contra sobrecarga; Display inteligente mostrando informações sobre o status do sistema. Acionamento do By-pass em caso de falha ou sobrecarga no inversor (automático). By-pass manual (manutenção). Saída Isolada de rede (isolação galvânica). Proteção contra descarga total das baterias. Alarmes Audiovisuais; Recarga automática de baterias. Proteção contra surtos de tensão.

DECA 10. Página Visão HellermannTyton sobre 10G Deca10 Categoria 6A 14

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