Projeto básico de reforma e capacitação de recursos técnicos para o edifício da Defensoria Pública do Estado do Paraná

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1 Projeto básico de reforma e capacitação de recursos técnicos para o edifício da Defensoria Pública do Estado do Paraná 1. OBJETO Fornecimento de equipamentos, materiais e serviços de reforma e capacitação de recursos técnicos para o edifício da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPPR), situado à Rua Cruz Machado, 58, em Curitiba - PR. 2. DESCRITIVO TÉCNICO Este memorial descritivo tem por objetivo descrever as soluções e especificações técnicas para o fornecimento de equipamentos, materiais e serviços para implantação dos seguintes sistemas: Sistema de Infra-Estrutura para Comunicação Sistema de Rede Elétrica de Uso de Informática Sistemas de Redes de Comunicação de Dados Sistemas de Segurança: CFTV e Controle de Acesso 2.1. Infraestrutura O edifício dispõe de shaft (prumada técnica), a qual será utilizada para distribuição dos sistemas de rede elétrica e cabeamento estruturado descritos neste memorial Durante a execução da reforma e instalação dos novos recursos todas as tubulações, leitos de cabos, eletrocalhas, medidores, quadros, racks, e demais componentes sem uso ou que deixarão de ser utilizados deverão ser removidos Novas estruturas para fixação e passagem de cabos (metálicos, ópticos e elétricos) entre os andares deverão ser instaladas dentro do shaft Em alguns andares (vide detalhamento de Cabeamento Estruturado), serão instalados racks que utilizarão parte do shaft. Deverá ser prevista reserva destes espaços na passagem de tubulações ou leitos de cabos. As reformas necessárias no shaft, assim como nos seus fechamentos e/ou portas de acesso, com o corte das portas atuais, regulagens e acabamentos fazem parte deste escopo e deverão estar previstas.

2 Nos andares sem piso elevado todas as instalações aparentes deverão ser executadas com canaletas de alumínio. Não será permitido o uso de canaletas plásticas Na sala de comunicações da sobre loja deverá ser instalado um leito de cabos sobre os racks interligando estes com o shaft Na sala de comunicações da sobre loja deverão estar previstas obras civis para fechamento de uma parede, fechamento de uma janela e instalação de porta dupla de acesso à sala Na sala de comunicações deverá ser instalado equipamento de arcondicionado de precisão dedicado conforme especificações Rede Elétrica Todos os serviços e materiais necessários para a adequação da rede elétrica do prédio estão descritos no Projeto Executivo de Instalações Elétricas, anexo (Anexo 7.4) a este documento No Projeto Executivo de Instalações Elétricas mencionado no item acima, considerar as seguintes observações abaixo: Desconsiderar a execução do item [Quadro de Distribuição Geral de Ar Condicionado], pois as obras referentes ao Ar Condicionado de Conforto não são objeto este edital Deverão ser realizadas as alterações necessárias às especificações do item [Alimentação Elétrica do No-break (Espaço Técnico TI Sobreloja)] para adequação às novas especificações de No-breaks constantes neste memorial O item [Especificação Técnica do No-break a ser Aplicado] deverá ser desconsiderado, pois estão sendo consideradas alterações nestas especificações. As novas especificações para os No-breaks estão detalhadas na sequência deste memorial descritivo Deverão ser realizadas as alterações necessárias às especificações do item [Alimentação Elétrica do QDE_SL_01] para adequação às novas especificações de No-breaks constantes neste memorial Os itens [Sistema de Iluminação] e [Interruptores] deverão ser desconsiderados, pois os mesmos não são objeto deste edital No item [Sistema de Tomadas] considerar que a quantidade e localização das tomadas para uso de informática, bem como a quantidade e dimensionamento dos circuitos elétricos deverão obedecer ao novo lay-out apresentado como anexo a este descritivo Rede Elétrica Estabilizada: As informações abaixo deverão ser consideradas para alterar ou acrescentar equipamentos, materiais ou serviços ao Projeto Executivo de Instalações Elétricas anexo a este documento.

3 Deverá ser alterado o equipamento de fornecimento de energia ininterrupta (Nobreak) para 120KVA na Sala de Comunicações conforme descrito adiante neste memorial Deverá ser fornecido adicionalmente equipamento de fornecimento de energia ininterrupta (Nobreak) de 10kVA na Sala de Comunicações como contingência do Nobreak principal, para atendimento unicamente à Sala de Comunicações Deverá ser previsto, dimensionado e instalado um quadro elétrico para proteção e distribuição dos circuitos deste No-break adicional de 10kVA Em cada um dos 07 (sete) racks de informática distribuídos nos andares deverão ser instalados 03 (três) circuitos elétricos alimentados diretamente do Quadro Geral do Nobreak, cada um com 02 (duas) tomadas 2P+T, derivados de fases distintas Observar que junto a cada ponto duplo de cabeamento estruturado deverá ser instalado ponto duplo de rede elétrica 2P+T derivado do Quadro Elétrico de Informática do andar em questão, conforme planta do Anexo Para cada um dos 03 (três) racks de servidores instalados na Sala de Comunicações da Sobreloja deverão ser disponibilizados 02 (dois) circuitos elétricos trifásicos de 20A para alimentação das PDU s. Destes dois circuitos, um deverá derivar do quadro elétrico do Nobreak principal (120kVA), e outro do quadro do Nobreak da Sala de Equipamentos (10kVA) Cabeamento Estruturado Serão instalados (03) três racks na Sala de Comunicações para a utilização como backbone de voz e dados, instalação de equipamentos ativos (core de rede e switches de acesso dos andares térreo, sobreloja e primeiro andar), servidores e espaço para equipamentos das concessionárias de telecomunicações Serão instalados 07 (sete) racks distribuídos nos andares 3, 5, 7, 9, 11, 13 e Serão instalados (mil e oitenta e sete) pontos de cabeamento estruturado categoria 6 conforme distribuição indicada nas plantas, para utilização dos sistemas de informática, comunicação de dados, telefonia, telecomunicações, controle de acesso e vídeo-vigilância e outros Em cada um dos 07 (sete) racks será instalado 01 (um) cabo óptico MM 12FO OM3 interligando com Sala de Comunicações Em cada um dos 07 (sete) racks serão instalados 06 (seis) cabos UTP cat 6 CM para interligação com Sala de Comunicações Em cada um dos racks serão instalados cabos ópticos MM 06FO OM3 interligando o rack em questão com os racks imediatamente abaixo e acima. Deverá ser incluso também um cabo óptico MM 06FO OM3 interligando o rack da sobreloja com o rack do 15º andar para fechamento do anel Em cada um dos 07 (sete) racks será instalado cabo telefônico CI 50x50 pares interligado com a Sala de Comunicações.

4 Todos os cabos em racks serão terminados em patch panels categoria Todos os cabos das estações de trabalho ou pontos individuais serão terminados em conectores RJ45 fêmea categoria Todos os cabos ópticos serão terminados em DIO s padrão 19 com conectores LC Todos os cabos telefônicos serão terminados em Voice Panels de 50 portas RJ Todas as conexões em racks serão executadas com patch cords montados em fábrica, não sendo admitidos patch cords montados em campo Toda a rede deverá ser certificada para categoria 6 com equipamento comprovadamente calibrado A rede de cabeamento estruturado deverá ser garantida por um período de 25 (vinte e cinco) anos pelo fabricante dos produtos de cabeamento metálico Todos os produtos do cabeamento metálico horizontal categoria 6 deverão ser do mesmo fabricante. Serão admitidas fibras ópticas, painéis de conexão óptica (DIO s), cordões ópticos e cabos metálicos multipares de fabricantes distintos dos produtos de cabeamento metálico horizontal categoria 6, desde que a garantia de 25 (vinte e cinco) anos seja mantida para o sistema de cabeamento como um todo Redes de Comunicação de Dados (LAN e WLAN) Este termo de referência especifica uma rede Ethernet de alta performance com recursos avançados de segurança e grande performance de processamento e encaminhamento de pacotes A topologia da rede é estrela, com um conjunto de switches Core de alta performance no centro da rede e switches de borda com PoE+ para atender aos PCs, telefones IP, impressoras, câmeras e demais dispositivos; O Core será composto por switches 10GbEth, totalizando pelo menos 96 (noventa e seis) portas SFP+ e/ou XFP, distribuídas em pelo menos 02 (dois) switches distintos; Para o Acesso teremos 08 (oito) conjuntos de switches distribuídos na sala de equipamentos e em 07 (sete) racks de telecomunicações. Cada um destes conjuntos será composto por de 03 (três) switches de 24 (vinte e quatro) portas UTP 1GbEth PoE+ e 02 (duas) duas portas ópticas 10GEth SFP+ e/ou XFP; Cada um dos 24 (vinte e quatro) switches de acesso será conectado ao core por LAGs de 02 (duas) interfaces ópticas 10GbEth; Para a função de ToR (Top-of-Rack) deverá ser disponibilizado na sala de equipamentos um stack com pelo menos 02 (dois) switches e pelo menos 80 (oitenta) portas 1GbEth UTP, interligados ao Backbone por um LAG composto por pelo menos 04 (quatro) portas 10GbEth; A mesma rede também deverá prover acesso wireless de alto desempenho em todos os andares do edifício, a partir da mesma plataforma de switching de dados;

5 A rede WLAN será controlada por um par de Switches WLAN instalados na Sala de Equipamentos em configuração de alta-disponibilidade, que será responsável pelo controle dos APs (Access Points) distribuídos pelo edifício; Deverão ser instalados 04 (quatro) APs no pavimento térreo, 04 (quatro) APs na sobreloja, e 02 (dois) APs em cada um dos demais pavimentos, totalizando 40 (quarenta) APs no edifício A partir dos Switches WLAN também deverá ser possível controlar os pontos de acesso WLAN remotos de todas as localidades da Defensoria Pública no interior do estado do Paraná. Inicialmente deverão ser fornecidos 10 (dez) APs para instalação remota Deverá ser instalada uma rede de gerenciamento OOB (Out-of-band), onde seja possível o acesso dedicado de gerência individual a todos os switches de acesso, ToR e do Core. Para tanto deverá ser instalado na sala de equipamentos um Switch de 48 (quarenta e oito) portas UTP, o qual deverá estar conectado diretamente à todas as portas OOB de todos os switches da edificação (Core, Acesso e ToR); Todos os equipamentos das Redes de Comunicação de Dados (LAN e WLAN) deverão ser de um único fabricante Sistemas de Segurança Eletrônica Características Gerais O sistema deverá permitir integração via protocolo aberto (IP/Ethernet), possibilitando identificar através das câmeras, alarmes gerados pelo sistema de vídeo analítico embarcado ou dispositivo I/O O sistema de Gerenciamento Central será constituído pelo banco de dados (SQL) de alarmes, gerenciamento de alarmes, múltiplas camadas de mapas sinóticos (mínimo de cem camadas), gerenciamento de ocorrências com anotações, playback instantâneo de eventos gravados, matriz de vídeo virtual, navegação e procura de dispositivos (servidores, entradas e saídas digitais e câmeras) por texto, gerenciamento de alarmes em tempo real e busca de alarmes em banco de dados (data mining) O Sistema deverá ser constituído por módulos individuais de aplicativos que possam ser utilizados como sistemas autônomos ou combinados com várias integrações diferentes, de acordo com suas necessidades atuais, podendo ser expandidas a qualquer momento, incorporando funcionalidade, que dinamizem a manutenção e administração de sistemas verdadeiramente integrados, facilitando a interação com outros sistemas, e incorporando novas tecnologias para fornecer uma solução total da segurança para o Contratante, com uma operação extremamente simples O sistema deverá ser completamente modular e expansível, de acordo com as necessidades futuras do Contratante.

6 Sistema de Gerenciamento Central O sistema de gerenciamento central deverá integrar os diversos alarmes do sistema provenientes dos sistemas de gerenciamento de vídeo e sistema de controle de acesso. Deverá permitir adicionar servidores NVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP, DVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras Analógicas, NDVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP e Analógicas, e NVR Standalone (autônomo) Servidor NAS de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP, dispositivos I/O (entradas e saídas digitais); Deverá possuir solução para gerenciamento de ilimitados servidores de gravação e canais de vídeo, dispositivos I/O, dados e áudio; Deverá possuir autêntica arquitetura cliente-servidor, com suporte a ilimitados clientes de mapas, alarmes e matrizes de visualização um servidor de gerenciamento central deverá permitir conectar-se à ilimitadas estações cliente CMS; Deverá possuir suporte a câmeras megapixel; Deverá possuir suporte às compressões de vídeo H.264, MPEG4, MJPEG e MxPEG; Deverá possuir servidor de Matriz Virtual de Vídeo, com suporte a ilimitado número de matrizes / monitores. Cada matriz pode suportar até 64 (sessenta e quatro) canais de vídeo ao vivo simultâneos em cada monitor e suporte à video wall; Deverá possuir sistema de gerenciamento avançado de alarmes em tempo real, com interface gráfica intuitiva que exibe todos os dispositivos do sistema (câmeras, servidores, entradas e saídas digitais I/O s). O operador do sistema deverá poder operar de forma completa o sistema de gerenciamento de alarme, reconhecendo ocorrências e atualizando o status (estado) das mesmas de maneira rápida e eficiente; Deverá possuir Banco de Dados SQL Server; Deverá possuir suporte e gerenciamento de fuso horário entre servidor de gerenciamento central, servidores de gravação de vídeo e estações cliente; Deverá possuir ferramenta de data mining (busca de dados); Deverá possuir diferentes níveis de privilégio por operador de estação cliente, para acesso de servidores, câmeras, alarmes, logs de eventos e dispositivos; Deverá possuir ferramenta embarcada de configuração remota de servidores de gravação de vídeo. O operador deverá poder configurar remotamente qualquer servidor de gravação conectado ao sistema, desde que possua os privilégios para tal; Deverá possuir suporte à múltiplos idiomas (pelo menos 09 idiomas), sendo um deles o idioma português; Deverá possuir priorização de controle PTZ; Deverá possuir integração total com MSAD (Microsoft Active Directory); Deverá permitir instalação em sistema operacional: Windows XP, 2003, 2008 ou Vista Deverá possuir estação de gerenciamento centralizado suporta um número ilimitado de servidores gravação;

7 Deverá possuir autêntica arquitetura Cliente-Servidor. O cliente gerenciamento central deverá possui recursos de janela pop-up instantânea de vídeo ao vivo, playback (reprodução remota). Aplicativo de playback remoto e busca inteligente na reprodução para ocorrências (eventos especiais); Deverá possuir ferramenta inteligente de fusos horários: o software gerenciamento central é projetado para gerenciar servidores em diferentes fusos horários. Dispõe de Tempo Universal Coordenado (CUT) e pode converter a hora local no local do servidor de gravação para o horário do site do servidor de fuso horário da estação de gerenciamento central; Deverá possuir sistema de gerenciamento de licenças: o sistema permite sua expansão através da ativação de licenças adicionais de controle de câmeras, dispositivos I/O e dispositivos POS, através da Internet, sem a necessidade de instalação de softwares ou plug-ins Deverá possuir modo de operação com cenários multi-monitor. Cada computador com o cliente do sistema de gerenciamento poderá conectar-se fisicamente a até três monitores e poderá obter cenários de ilimitados monitores através de matrizes virtuais de múltiplos computadores e monitores acoplados Deverá possuir operação intuitiva centrada em mapa: todas as funções do software gerenciamento central poderão ser obtidas diretamente do Mapeamento de rede; Deverá possuir inicialização e login automáticos: servidor de alarmes, estação cliente e console de matriz podendo iniciar e fazer login automaticamente, juntamente com a inicialização do sistema operacional do computador no qual está instalado o sistema Mapeamento de Rede Deverá possuir Ilimitadas camadas de mapas dinâmicos, com árvore hierárquica de navegação; Deverá possuir suporte aos formatos de imagem: BMP, GIF, JPEG, PNG e TIFF; Deverá possuir ferramenta de interface gráfica de mapa amigável: O usuário pode editar mapas, servidores, câmeras e dispositivos de I/O. Ao sincronizar os servidores, o usuário recebe acesso aos dispositivos remotos, podendo selecionar e arrastar os mesmos para as regiões de mapas; Deverá possuir ferramentas de zoom, arraste e rotação para ícones e mapas; Cada dispositivo pode ser inserido no mapa através de um ícone específico padrão ou customizado; Deverá possuir ferramenta gráfica de exibição do alcance e área de cobertura das câmeras; Deverá possuir árvore hierárquica de mapas o usuário pode editar ilimitados mapas multi-nível, para rastrear qualquer ocorrência da forma mais eficiente possível; Deverá possuir operações intuitivas de mapas quando um alarme é disparado, o usuário pode reagir rapidamente ao obter as informações do mesmo, ativando vídeo ao vivo ou playback (reprodução) de vídeo gravado do alarme de forma instantânea.

8 Gerenciamento de Alarmes Deverá possuir suporte e gerenciamento de até 45 (quarenta e cinco) tipos de alarmes, 6 (seis) tipos de vídeo analítico, estado de alarmes, cobertura independente de alarmes por operador; Deverá possuir prioridade de alarmes: 4 (quatro) níveis de prioridade de alarmes (crítico, alto, normal e baixo) com filtro, para aumentar a eficiência de pronta resposta e busca avançada de ocorrências; Deverá possuir ferramenta de data mining para que o usuário possa rapidamente buscar o histórico de alarmes, filtrando por nome de alarme, nome do operador, estado (status) do alarme, prioridade de alarme, intervalo de tempo (data e hora), dispositivo fonte, tipo de alarme e palavra-chave na nota de ocorrência; Deverá possuir cobertura: agendamento de cada alarme individualmente, para ser ativado em horário ou intervalos específicos; Deverá possuir guia de gerenciamento de alarmes que possibilite anexar um guia de procedimentos customizável que o operador deverá seguir em caso de ocorrências, desta forma o operador saberá o que fazer em caso da ativação de um alarme Deverá possuir notificações por alarme: para cada alarme apresentado na estação cliente, pode-se programar a abertura automática de uma janela de vídeo ao vivo, a emissão de alarme sonoro, ativar um monitor de alarme (spot monitor) em um monitor de matriz de vídeo, enviar um ou SMS no momento de disparo do alarme; Deverá possuir impressão rápida de alarme: a estação cliente do sistema de gerenciamento deverá permitir a imprimir um relatório detalhado do alarme, com foto do vídeo relacionado, guia de procedimento, carimbo de data e hora e mensagem escrita sobre a ocorrência e situação de alarme; Deverá possuir exportação do histórico de cada alarme ou de um grupo de alarmes para uma tabela Excel (.xls) Deverá possuir criação de grupos de alarmes que podem ser armados ou desarmados manualmente com rearme manual ou automático, para que se desabilite a apresentação destes na interface gráfica de monitoramento por determinados períodos Sistema de Controle de Acesso O Sistema de controle de acesso deverá ser via rede Ethernet/IP permitindo escalabilidade de uma até centenas de portas. Cada porta deverá ser assistida por controladora individual em TCP/IP nativo. Não serão aceitos sistemas com arquitetura que compreenda redes RS-232, RS-422, RS-485 ou outras redes seriais. O incremento de portas e outras barreiras no sistema deverão ser feitos um a um O sistema deverá permitir a reunião de controladoras em grupos de duas ou mais unidades, para atuação das funcionalidades de anti-passback global ou de integração com sistema de incêndio.

9 O anti-passback global deve funcionar sem a necessidade do PC servidor de controle de acesso estar on-line 24 hs, eliminando falhas do sistema ou interrupções de fluxo, mesmo com os servidor de controle de acesso fora do ar. Portas e área de acesso podem ser agrupadas em um grupo previamente programável, mesmo em locais remotos A baixa automática de cartão de visitante deve funcionar sem a necessidade do PC servidor de controle de acesso estar on-line 24 hs, eliminando falhas do sistema ou interrupções de fluxo, mesmo com o servidor de controle de acesso fora do ar. Controladoras de acesso podem ser agrupadas em um grupo previamente programável, onde a baixa de cartões será executada somente nestas Deverá possuir função de integração com sistemas de incêndio através de uma entrada digital na controladora, sem a necessidade do PC servidor de controle de acesso estar on-line 24 hs. A controladora, ao receber sinal proveniente de um módulo de central de incêndio, comunica-se peer-to-peer (ponto a ponto) com outras controladoras de seu grupo, através da rede Ethernet, liberando todas as fechaduras até que o operador as rearme pelo sistema O sistema deverá permitir a utilização de redes sem fio, reduzindo custos com passagem de cabos, ou viabilizando áreas onde a passagem dos mesmos é muito difícil As controladoras deverão comunicar-se, entre si, sem a necessidade do PC servidor de controle de acesso estar on-line, ou seja, ponto a ponto (peer-topeer). Sinais de alarme de incêndio (opcional) ou outras funcionalidades poderão ser transmitidas entre as mesmas a qualquer momento Cada controladora deverá possui memória residente não volátil (EPROM e Flash) para armazenar o mínimo de (setenta mil) usuários e (quarenta mil) eventos em sua memória (buffer) em modo multiformato de cartão. Todos os dados (exceto de data e hora) deverão permanecer na memória da controladora de forma definitiva, em caso de queda de energia. O equipamento deverá trabalhar de forma autônoma ou em rede, provendo o acesso a quem cotidianamente utiliza-se do sistema. Em caso de queda da rede ou do PC servidor, cada controladora deverá continuar funcionando autonomamente com todas as últimas instruções e permissões. Não é permitida a utilização de sistemas de listas brancas e listas negras em caso de queda da rede ou do servidor O sistema deverá permitir que uma controladora não afete o funcionamento de outra, como no caso de redes em daisy-chain ou looping, fazendo assim com que a manutenção se torna muito mais simples e rápida, e o sistema mais estável No sistema, as controladoras deverão monitorar e reportar ao PC servidor de controle de acesso a falha de AC (alimentação elétrica) e baixa carga ou esgotamento da bateria de back-up, com isso eliminando a possibilidade da controladora parar ou mesmo tornar-se instável, quando houver a falta de energia elétrica por um período limitado, sem que se proceda uma rotina de manutenção, e, depois de restabelecida a energia, não deverá haver instabilidade ou sobrecarga na saída de alimentação das fechaduras.

10 O Sistema deverá permitir a utilização da infraestrutura de rede já existente, bem como a adição de uma nova rede de dados, para monitorar e controlar o acesso local ou o acesso remoto de filiais, de uma mesma central de segurança, via WAN ou LAN, via VPN As controladoras deverão ser instaladas dentro das áreas seguras (nunca nas áreas externas às portas controladas), impedindo a violação dos seus relés, usando-se magnetos ou outros dispositivos A instalação deverá ser simples e rápida, não havendo a necessidade de configurar-se jumpers de endereçamento nas mesmas. O sistema deverá ser inteligente o suficiente para auto-detectar o endereço IP default de cada controladora e automaticamente adicioná-la no banco de dados, e permitir a mudança manual de endereço IP para adequação dos dispositivos à rede existente. As controladoras (porta a porta) deverão possuir dispositivo TCP/IP nativo, e não híbrido (comunicação serial RS-232, RS-422 ou RS-485 convertidos para TCP/IP), para garantir uma velocidade de comunicação real de 10/100 Mbps Para barreiras como catracas, torniquetes, portões, cancelas, elevadores e portas conjugadas com mais de oito entradas de alarme, deverão ser utilizadas controladoras com fonte de alimentação integrada (mínimo de 2A em 12 VCC) e supervisionada e carregador flutuante de bateria; e para o controle de portas deverão ser utilizadas controladoras PoE (Power over Ethernet). Todas estas controladoras deverão funcionar na mesma rede, simultaneamente, conforme a alternativa de solução mais rápida e prática para ampliação do sistema O Sistema deverá possui uma interface gráfica simples de usar, baseada em sistema operacional Windows, contando com menus intuitivos e com plantas gráficas (quadro sinótico) O Sistema deverá permitir que informações ou dados coletados no banco de dados do servidor possam ser exportados para softwares de terceiros O Software de administração e cadastramento deverá ser em língua portuguesa O Software de administração deverá permitir a utilização de leitoras de dupla tecnologia de validação, e rastreamento de cartões e transações O Sistema deverá permitir abertura de barreiras remotamente, através de acionamento por comando TCP/IP, diretamente da planta (Quadro Sinótico) O Sistema de controle de acesso deverá vir licenciado com no mínimo 03 instancias de integração entre controle de acesso e CFTV IP e deverá permitir ampliação ilimitada conforme necessidade. Permitindo assim que seja feitas consultas no software de controle de acesso com o vídeo indexado no mesmo instante de tempo Sistema de CFTV - Sistema de Gerenciamento de Vídeo Deverá possuir suporte de até 64 canais por servidor, com suporte a áudio bidirecional; Deverá possuir suporte à câmeras Megapixel; Deverá possuir suporte aos formatos de compressão H.264, Mpeg4 e MJPEG;

11 Deverá possuir suporte à triplo monitor, com disposição selecionável por monitor; Deverá possuir suporte à Joystick Plug&Play Windows; Deverá possuir função de mapa sinótico (Mapeamento de rede); Deverá possuir função de agendamento de gravação por câmera, com agenda diária, semanal e de feriados; Deverá possuir PTZ digital e multi-view; Deverá possuir Vídeo Analítico (seis funções básicas: movimentação geral, perda de sinal, objeto perdido, objeto estranho, perda de foco de câmera e oclusão de câmera) com dez respostas imediatas (enviar , enviar SMS, chamada telefônica, enviar alarme à cliente remoto, pop-up de Mapeamento de rede, acionamento automático de saída digital, alarme sonoro, acionamento de preset de PTZ e de patrulhamento PTZ, apresentação de mensagem de alarme em tela, envio de foto de evento para site FTP); Deverá possuir eventos de sistema (quatro eventos básicos de alarme: espaço em disco exaurido, temperatura da CPU não usual, carga da CPU não usual e congestionamento de banda de rede) com dez respostas imediatas (enviar e- mail, enviar SMS, chamada telefônica, enviar alarme à cliente remoto, pop-up de Mapeamento de rede, acionamento automático de saída digital, alarme sonoro, acionamento de preset de PTZ e de patrulhamento PTZ, apresentação de mensagem de alarme em tela, envio de foto de evento para site FTP); Deverá possuir eventos de entradas digitais com dez respostas imediatas (enviar , enviar SMS, chamada telefônica, enviar alarme à cliente remoto, pop-up de Mapeamento de rede, acionamento automático de saída digital, alarme sonoro, acionamento de preset de PTZ e de patrulhamento PTZ, apresentação de mensagem de alarme em tela, envio de foto de evento para site FTP); Aplicação de contagem (pessoas, veículos); Deverá possuir reprodução (playback) multicanal (até 16 canais simultâneos) inteligente com pelo menos cinco tipos de busca analítica: movimentação geral, objeto perdido, objeto estranho, oclusão de câmera e perda de sinal); Deverá permitir integração de entradas e saídas digitais (I/O); Deverá permitir integração de ponto de venda (POS), com filtros básicos e customizados e log inteligente de busca com imagens; Deverá possuir software de cliente remoto ao vivo, Cliente Remoto de Reprodução, Painel de Controle Remoto de I/O, Cliente Remoto de Celular (com controle de PTZ e de I/O s no celular, bem como visualização de mais de um canal simultâneo multiplexação); Deverá possuir suporte à múltiplos modelos e marcas de fabricantes de câmeras: no mínimo 50 marcas e 1150 modelos de câmeras; O software deverá permitir sistema híbrido via integração com placas de captura de sinais analógicos de vídeo (a serem instaladas no próprio servidor NVR), e controlar câmeras analógicas como se fossem câmeras digitais (IP); Deverá permitir integração com Microsoft Active Directory MSAD, com atualização automática direto do servidor AD.

12 Deverá possuir sistema de aviso automático de novas versões do software, para atualização Deverá possuir função que permita o aumento automático da taxa de quadros de gravação quando da ocorrência de algum evento / alarme pré-programado, voltando à taxa normal de quadros quando o evento / alarme se encerra Deverá possuir sistema de interpretação de dados e integração tipo Metadados (Metadata) Deverá possuir função Motion on Edge Além da capacidade de gravação por movimento via software, o Sistema deverá permitir que se configure o mesmo para gravar imagens usando o sistema de detecção de movimento dos dispositivos da ponta, tais como câmeras e vídeo encoders, liberando o processamento do servidor de gravação da tarefa de gravação por movimento Deverá possuir múltiplas zonas de detecção de movimento com sensibilidade individual por zona (mínimo de dez zonas com sensibilidade independente) Deverá possuir suporte à múltiplos idiomas (pelo menos 20 idiomas) Deverá permitir a instalação em sistema operacional: Windows XP, Server 2003, Vista, Windows 7 ou Windows Server 2008 R Sistema de CFTV Vídeo ao Vivo Deverá possuir suporte a Multi-visualização: Pode-se duplicar / clonar o mesmo canal de vídeo em vários outros canais de visualização ao vivo, podendo-se realizar Pan, Tilt e Zoom digital nas imagens, e assim observar detalhes das imagens, sem prejuízo à visualização do canal de vídeo original; Deverá possuir suporte a PTZ Inteligente: Suporte de Joystick Plug&Play Windows bem como de PTZ digital (na tela do aplicativo), com pontos de preset e agendamento de patrulha; Deverá possuir suporte a Resolução de Monitor: suporte às resoluções , , e pixels; Deverá possuir suporte a Mapeamento de rede Avançado, com prévisualização de vídeo: quadro sinótico com liberdade para importação de imagens em pelo menos dois formatos: JPG ou BMP. Múltiplas camadas de mapa (pelo menos dez camadas). Câmeras e dispositivos de entradas e saídas digitais (I/O) podem ser posicionados nas plantas, para se poder visualizar rapidamente onde eventos estão ocorrendo, com uma conveniente janela de pré-visualização do vídeo ao vivo; Deverá possuir suporte a Monitor de Banda de Rede: monitora e apresenta a utilização de banda de cada canal de vídeo e de clientes remotos de monitoramento; Deverá possuir suporte a Áudio Bi-direcional, permitindo escutar e gravar áudio proveniente de microfones de câmeras; Deverá possuir suporte a Visualização: Visualização simultânea de 1, 4, 6, 9, 10, 13, 16, 25, 36, 49 ou 64 imagens; Deverá possuir suporte a Perfis de Streaming (fluxo de vídeo): geração de no mínimo cinco diferentes perfis de streaming de vídeo, para serem selecionados por clientes remotos de visualização de vídeo ao vivo, via navegador de internet, aplicativo cliente dedicado ou cliente móvel celular;

13 Sistema de CFTV Matriz Virtual Deverá possuir sistema de Matriz Virtual IP, com ilimitados monitores distribuídos em rede Ethernet; Deverá possuir permite a apresentação de stream de vídeo de qualquer servidor integrado ao sistema, tais como com suporte à servidores NVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP, DVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras Analógicas, NDVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP e Analógicas, e NVR Standalone (autônomo) Servidor NAS (com Sistema Operacional Linux embarcado) de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP; Deverá possuir vídeo ao vivo multicanal, onde cada monitor de matriz pode apresentar até 64 (sessenta e quatro) canais simultâneos de vídeo, com suporte a multi-monitor; Deverá possuir ao menos 9 (nove) tipos de mosaicos (layouts) de vídeo: 1, 4, 9, 12+1, 16, 25, 36, 49 e 64 canais por monitor matriz; Deverá possuir controle de PTZ totalmente funcional, para PAN, TILT e ZOOM de câmeras móveis, bem como chamar monitores de matriz específicos e mosaicos de câmeras através dos botões de um Joystick USB, padrão Windows Plug&Play; Deverá possuir alarme matricial: o servidor de matriz pode chamar um popup de canal de vídeo para um call monitor ou spot monitor em determinado monitor de matriz virtual, com uma legenda trazendo o nome do servidor e da câmera em alarme, na cor vermelha; Deverá possuir perfil de matriz: onde para cada usuário pode ser atribuído um perfil específico, com privilégios individuais de visualização; Deverá possuir transcodificação: pode-se selecionar diferentes perfis de straming de vídeo ao vivo para uma mesma câmera, a fim de se gerenciar o consumo de banda; Deverá possuir canal de áudio para se escutar áudio proveniente de câmeras com microfones integrados Deverá possuir recurso de carrossel, permitindo criar vistas de diferentes números de câmeras, de diferentes servidores, a serem apresentados sequencialmente em determinados monitores tipo matriz Sistema de CFTV Gerenciamento Remoto de Servidores Deverá possuir controle remoto de servidores embarcado, para configurar qualquer servidor de vídeo remoto, diretamente da central de gerenciamento Sistema de CFTV Sistema de Playback (reprodução) Remoto Deverá possuir playback remoto multi-canal, onde se pode reproduzir simultaneamente 16 canais de vídeo proveniente de servidores NVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP, DVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras Analógicas, NDVR Servidor de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP e Analógicas, e NVR Standalone (autônomo)

14 Servidor NAS (com Sistema Operacional Linux embarcado) de Gravação Digital de Vídeo para câmeras IP; Deverá possuir mosaicos de Playback: 1, 4, 9 ou 16 canais simultâneos; Deverá possuir exportação foto em formato JPEG ou de vídeo para os formatos AVI ou ASF, com marca d água digital; Deverá possuir busca Inteligente por Análise de Vídeo, para 5 (cinco) diferentes eventos especiais: movimentação geral, objeto perdido, objeto estranho, oclusão de câmera e perda de sinal), em arquivos com data, hora e log de arquivos Sistema de CFTV Aprovações O sistema (Câmeras e Gravadores) obrigatoriamente deverá ter a certificação H.264, parte 10 (ISO ) compatível com ONVIF versão 2.1; Sistema de CFTV Equipamentos Todos os equipamentos fornecidos deverão ser standard, ou seja, suas aplicabilidades deverão ser originais de fábrica e não customizadas para este certame Sistema de CFTV Integração O Sistema deverá permitir total integração com controle de acesso, sistemas de intrusão e controle de visitantes, bem como outras aplicações requeridas, se for o caso, em uma única plataforma.

15 3. ESPECIFICAÇÕES DOS PRODUTOS 3.1. ESPECIFICAÇÕES DE INFRAESTRUTURA Parede a ser construída: Parede em alvenaria ou concreto capaz de suportar impactos e furações caso a instalação necessite de algum acessório preso a elas. O conjunto parede e porta corta-fogo deverá garantir mínimo de uma hora de resistência ao fogo a uma temperatura de até 1000º C Porta corta-fogo: Porta corta fogo P-90, dupla com dimensões de 1,60m x 2,10m com batente, dobradiças com mola regulável, fechadura, fecho eletromagnético e preparada para instalação de controle de acesso Sistema de Ar Condicionado para Sala de Comunicações Esta especificação descreve os requerimentos para um sistema de controle de ar condicionado através da utilização de uma máquina autônoma de precisão. O sistema deve ser planejado para manter o controle de temperatura e umidade na sala e/ou internamente aos racks de equipamentos, atendendo completamente toda a demanda de dissipação de calor requerida pelo site Condicionador de Ar de Precisão, 380V, 60 Hz, trifásico, condensação a ar, downflow, com capacidade total líquida de 22,7 kw e sensível líquida de 24 C, 50% UR, e temperatura externa de 35ºC; São consideradas capacidades líquidas as capacidades totais menos o calor gerado pela própria Unidade Evaporadora; Manutenção 100% frontal; Filtros EU4/MERV 8; Ventilador do tipo EC Fan (eletronicamente comutável) para controle de capacidade e maior eficiência energética em cargas parciais, com vazão de 7500m3/h; Umidificador Infravermelho de 4.5kg/h; Reaquecimento elétrico de 6kW; Circuito Simples de Refrigeração; Compressor Scroll; Gás Refrigerante R410A; Interface de comunicação SNMP; Condensador Outdoor trifásico 380V 60Hz, construído em alumínio de boa qualidade, e componentes resistentes à corrosão ESPECIFICAÇÃO UPS 120 KVA Esta especificação descreve um Sistema de Energia Ininterrupta, Singelo, topologia True On-Line/Dupla Conversão, para alimentação de cargas críticas.

16 Normas Obrigatórias: IEC ; IEC ; IEC ; IEC ; IEC 61000; EN ; EN ; EN ; EN 60950; EN60529; ISO Descrição do Sistema Refrigeração: Do tipo Forçada, com tomada de ar pela frente e exaustão pela traseira Manutenção e Acesso: Deverá ser 100% Frontal, permitindo encostar painéis dos lados Gabinete: Grau de Proteção IP 20 (conf IEC ), mesmo com porta frontal aberta Eficiência: Deverá ter eficiência mínima de 96% em modo dupla-conversão, a plena carga Dissipação Térmica: Máxima de 4.8kW Ruído audível: Menor que 60dB medido a 1m frontal da UPS Entrada (Retificador) Tensão de Entrada: 380/220V 3F+N+T; Distorção THDi<3%; Fator de Potência de Entrada 0,98 (meia carga) e 0,99 (plena carga); A UPS deverá tolerar variações de 40Hz a 70Hz na entrada, mantendo 60Hz na saída do inversor, fazendo a regulação sem transferir para as bateria; A UPS deverá tolerar variações de 305V a 475V na entrada, a plena carga, mantendo 380V na saída do inversor, fazendo a regulação sem transferir para as baterias; UPS deverá possuir opção de partida em rampa, com tempo ajustável de 5s a 30s Saída (Inversor) Capacidade de 120kVA / 120kW; Tensão de Saída: 380V 3F+N+T; Deverá ser IGBT / PWM; Inversor deverá suportar sobrecarga de: 110% por 60min ; 125% por 10min ; 150% por 1min; THDv<1% para carga linear; <4% p/ carga não-linear conf. EN , fator de crista 3: Barramento DC O UPS deverá permitir partida direta pelas baterias, mesmo com rede elétrica ausente; O Ripple deverá ser <1% da tensão de flutuação; O Carregador deverá ser de no mínimo 18kW, para rapidamente recarregar as baterias; Deverá ter ajuste de tensão DC, permitindo trabalhar com 30, 32, 34, 36, 38 ou 40 monoblocos de 12V, permitindo remoção de monoblocos defeituosos para

17 posterior substituição, mantendo o Banco funcionando com autonomia reduzida; A tensão de Recarga deverá ser ajustada automaticamente, em função da temperatura, provendo ótima seleção da tensão de recarga para preservar as baterias; Autonomia de 10min a plena carga, com tensão final de descarga mínimo de 1.67V por célula; A corrente de recarga das baterias deverá ser ajustável, para permitir compatibilização da máxima energia de entrada da UPS com a capacidade disponível no Grupo Gerador; O Banco de Baterias deverá ser montado externo ao gabinete da UPS, em estante metálica aberta, para maior ventilação, facilidade de manutenção e medição da resistência interna dos monoblocos Requisitos de desempenho Capacidade Nominal de 120kVA / 120kW, robusta, devendo suportar sobrecarga de 110% (132kVA) por tempo indeterminado; O tempo de transferência (entre bypass e inversor) síncrona deverá ser <1ms, e assíncrona <15ms; Deverá ser protegida por disjuntor termomagnético dimensionado para 125% da corrente nominal; A Chave Estática deverá suportar sobrecarga de 110% por tempo indeterminado; A tolerância de tensão e frequência deverão ser +/-10%, podendo ser ajustadas pelo usuário Bypass Manual de Manutenção: O UPS deverá ter um segundo circuito de bypass, manual, para prover segurança ao operador durante manutenções preventivas ou corretivas, enquanto através desse circuito o UPS provê energia da Rede ou Gerador para a Carga Crítica. O BYPASS DE MANUTENÇÃO deverá permitir ativação ou desativação manual, por meio de chave ou disjuntor localizada na própria UPS. A transferência entre o BYPASS ESTÁTICO e o BYPASS DE MANUTENÇÃO deverá ser make-before-break, sem interrupção de energia para a carga crítica, e incorporada no gabinete da UPS, fazendo parte da solução pré-testada e montada em fábrica. Não serão aceitos quadros externos para essa função Painel de Controle do UPS O UPS deverá vir equipado com Display LCD amigável e intuitivo, permitindo completa monitoração e controle, com fácil visualização das informações. Deverá ser de no mínimo 320x240 pontos, armazenando histórico de eventos de pelo menos 1000 registros, NO IDIOMA PORTUGUÊS; O microprocessador deverá controlar o display e as funções da memória do sistema de monitoração. Todas as três fases deverão ser mostradas simultaneamente. Todos os parâmetros de tensão e corrente deverão ser monitorados através de medidas RMS com precisão de ±1%;

18 Os seguintes parâmetros deverão ser mostrados no display: Tensão de Entrada; Corrente de Entrada; Fator de Potência de Entrada; Tensão de Entrada do Bypass; Freqüência de Entrada do Bypass; Tensão de saída; Corrente de saída; Fator de Potência de Saída de cada Fase; Freqüência de saída; Percentual de Carga; Potência de Saída em kw e kva de cada fase; Tensão do Barramento de Baterias; Corrente de Bateria Monitoração Remota: O sistema deverá possuir interface Web/SNMP/RJ45, para gerenciamento remoto e envio de traps para o sistema supervisório. O fabricante deverá enviar as MIBs e prestar suporte em campo para a configuração da interface Transformadores Transformador Elevador Esta especificação descreve os transformadores isoladores trifásicos a seco. Os mesmos terão como objetivo a elevação da tensão para 380V, a fim de alimentar equipamentos específicos: UPS 120kVA e Ar Condicionado Construção: Em cobre eletrolítico com 99,9% de pureza, classe F (155ºC) Potência: 200KVA Tensão do primário: 220V (Delta) Tensão do secundário: 380/220V (Estrela+Neutro) Frequência: 60Hz Classe de Isolação: 1,2kV Gabinete: em aço de baixo carbono com índice de proteção (IP) Pintura: eletrostática a pó (Epóxi) RAL Normas aplicadas: NBR /2/3/4/5-07/NBR Transformador para Saída de UPS Esta especificação descreve os transformadores isoladores trifásicos a seco. Os mesmos terão como objetivo o rebaixamento da tensão para 220V e isolação galvânica, a fim de alimentar equipamentos específicos Construção: Em cobre eletrolítico com 99,9% de pureza, classe F (155ºC) Potência: 120KVA Tensão do primário: 380V (Delta) Tensão do secundário: 220/127V (Estrela+Neutro) Frequência: 60Hz Classe de Isolação: 1,2kV Gabinete: em aço de baixo carbono com índice de proteção (IP) Pintura: eletrostática a pó (Epóxi) RAL Normas aplicadas: NBR /2/3/4/5-07/NBR

19 3.3. ESPECIFICAÇÃO UPS 20 KVA Esta especificação descreve um Sistema de Energia Ininterrupta, Singelo, para alimentação de cargas críticas na Sala de Equipamentos/Racks de Servidores Deve possuir tecnologia ON-LINE com dupla conversão; Deve possuir potência de saída de pelo menos 9000W (nove mil Watts); Deve possuir circuito de BYPASS automático; Deve possuir fator de potência de saída igual ou superior 0,90 (noventa por cento); Deve operar com tensão de entrada de 208 e/ou 230 VAC/60 Hz; Deve possuir autonomia mínima a cinquenta por cento da carga maior que 13 (treze) minutos (sem uso de baterias externas); Deve possuir tensão de saída de 208 e/ou 230 VAC/60 Hz; Deve possuir interface Ethernet com conector RJ45 para comunicação com dispositivos de gerenciamento SNMP; Deve operar com temperaturas entre 0 (zero) e 40ºC (quarenta graus Celsius); Deve possibilitar a montagem em trilho de rack 19 ; Deve possuir os certificados de capacidade de Segurança: UL 1178, c-ul Listed; Deve possuir os certificados de EMI / EMC: FCC Part 15, Subpart B, Class A, FCC Class A; Deve possuir os certificados de imunidade a sobrecorrente: IEEE/ANSI C62.41 Category A & B ESPECIFICAÇÕES DE PRODUTOS PARA CABEAMENTO ESTRUTURADO Cabo U/UTP Categoria 6 LSZH O Cabo U/UTP Categoria 6 deverá: Atender às especificações da norma ABNT NBR 14565; Atender e exceder as especificações da norma ANSI/TIA/EIA 568-B.2.1 para categoria 6, sendo especificados e testados em frequência de até 1000 MHz; Possuir classe de flamabilidade LSZH. Esta informação deverá estar impressa na capa do cabo; Possuir certificação ETL verified; Possuir certificação Anatel, conforme divulgação pública no site Possuir testes comprobatórios das principais características elétricas em transmissão de altas velocidades, como SRL, RL, Atenuação, NEXT, PSNEXT, ELFEXT, PSELFEXT, ACR, Impedância, PS-ACR, Velocidade de Propagação (Vel.Prop.), Prop. Delay, LCL/TCL, ELTCTL, para freqüências de 1, 4, 10, 16, 20, 31,25, 62,5, 100, 155, 200, 250, 350, 400, 500, 550, 600, 700, 800 e 1000 MHz, com a apresentação dos resultados em catálogo; Suportar aplicações de transmissão de dados em alta velocidade, incluindo: Ethernet 100 Base TX, 1000 Base T, 1000 Base TX, ATM 155 Mbps, ATM 622 Mbps, FDDI/CDDI 100 Mbps, 100 Base VG;

20 Ser composto por condutores de cobre nu recozido de 0,56mm (24AWG) de diâmetro nominal, isolados com polietileno sólido; Possuir diâmetro externo nominal reduzido, circular, e máximo de 5,40mm; Ter peso máximo nominal do cabo de 35 Kg/Km; Suportar carga máxima de tração na instalação de 110N; Deverá possuir raio mínimo de curvatura de 21,6mm; Ser fornecido em caixas de 305 metros; Possuir capacidade de gravação sequencial métrica na capa do cabo de forma crescente, dependendo da necessidade da instalação; Possuir impressão no cabo para eventual necessidade de rastreabilidade com nome do fabricante, marca do produto e dados de fabricação; Atender ao código de cores T568A e ou T568B; Suportar temperatura de operação de -10ºC a +60ºC; Suportar temperatura de instalação de 0ºC a +50ºC; Deve possuir 4 pares trançados de 24AWG; Atender ao padrão de cores Azul/Branco, Laranja/ Branco, Verde/Branco, Marrom/Branco, quanto à isolação dos pares; Atender à Diretiva RoHS; O fabricante deve possuir certificação ISO Conector RJ45 fêmea não blindado Categoria 6 para uso em patch panels O Conector RJ45 Categoria 6 para uso em patch panels deverá: Ser do tipo toolless para terminação rápida; Não blindado; Possibilitar a colocação de um adaptador para configurar o formato keystone; Ter o conector toolless como parte da solução modular e ser aplicável a todas as estruturas de hardware de conexão designadas para esta aplicação, tais como patch panel, caixas de superfície, etc; Suportar as aplicações definidas para Cat5, Cat5e, Cat6, assim como 10baseT, Fast Ethernet, Gigabit Ethernet, 155 ATM, 622 ATM, 1.2 ATM; Suportar alta performance em Categoria 6, atendendo ou superarando as especificações dos parâmetros atenuação ( insertion loss ), NEXT / FEXT, Power Sum NEXT/FEXT e Return Loss, presentes na norma ISO/IEC 11801:2002; Ser testado para atender e exceder às especificações de canal de 4 conexões definidas na norma ISO/IEC 11801:2002, se for utilizado com os cabos e patch cords do mesmo fabricante; Permitir a terminação rápida e fácil, sendo que esta terminação deverá ser feita com as mãos, sem a necessidade de utilização da ferramenta punchdown ; Permitir um mecanismo de extração para que os conectores sejam reutilizáveis. Estar disponível também na versão de terminação para cabos flexíveis, para uma conexão perfeita e confiável com pontos de consolidação em configurações de 3 ou 4 conexões de canal; Permitir as configurações de cores/terminações T568A e T568B;

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